Perguntas do paciente (17)

  • TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?

    TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    O TEPT Complexo pode apresentar uma melhora muito significativa quando tratado adequadamente. Muitas pessoas deixam de preencher os critérios para o transtorno e recuperam qualidade de vida. Em alguns casos, momentos de estresse intenso podem reativar sintomas, mas isso não significa que o tratamento "falhou". O objetivo da terapia é reduzir o sofrimento, desenvolver recursos internos e permitir que as experiências traumáticas deixem de controlar sua vida. Se você se identifica com esses sintomas, procure um psicólogo com experiência em trauma e, quando necessário, um psiquiatra para uma avaliação conjunta.


  • Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons

    Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Sinto muito que você esteja passando por esse momento. Pelo que você descreve, o medo da perda parece estar trazendo uma carga muito grande de culpa e insegurança. Ter conversado com o irmão dele antes mesmo de conhecê-lo não define quem você é nem, por si só, determina o futuro da relação. Se ele pediu um tempo, respeitar esse espaço pode ser difícil, mas também pode ser importante para que ambos consigam refletir com mais clareza. Você comentou que sente que, sem ele, tudo vai desmoronar. Essa frase me chama atenção porque mostra o quanto sua estabilidade emocional parece estar concentrada nessa relação. Independentemente do que acontecer entre vocês, você merece ter uma rede de apoio e um espaço terapêutico para fortalecer sua autonomia e cuidar de você. Não precisa enfrentar isso sozinha.


  • Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico a

    Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico assinado? Existe tempo mínimo de acompanhamento psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Atualmente, para pessoas trans maiores de idade, a necessidade de laudo psicológico depende do serviço de saúde e da equipe responsável pelo acompanhamento. De forma geral, não existe uma regra única que determine um tempo mínimo de acompanhamento psicológico para todas as situações. O mais indicado é verificar as exigências do serviço onde será realizado o tratamento. O acompanhamento psicológico pode ser muito importante como espaço de apoio, mas não deve ser entendido como uma etapa obrigatória para validar a identidade da pessoa.


  • Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando

    Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    O fato de você perceber esse padrão já é um passo importante. Muitas vezes, insistir em estar certo não significa apenas defender uma opinião; pode ser uma forma de proteger a própria identidade, evitar sentir-se vulnerável ou lidar com o medo de errar. Vale a pena começar a observar o que acontece dentro de você quando alguém discorda: surge raiva? Ansiedade? Sensação de desrespeito? A terapia pode ajudar a compreender esses mecanismos e desenvolver mais flexibilidade sem que você precise abrir mão dos seus valores. Mudar de ideia quando surgem novos argumentos não é sinal de fraqueza, mas de amadurecimento.


  • Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit

    Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Comparar o próprio tempo com o dos outros costuma ser uma fonte de sofrimento. Existe uma diferença entre a idade que temos e a história que construímos. Muitas pessoas encontram sentido, mudam de carreira, iniciam relacionamentos ou realizam sonhos em diferentes fases da vida. A pergunta talvez não seja "por que estou atrasado?", mas "de quem é esse relógio que estou usando para medir minha vida?". Vale a pena explorar de onde vem essa sensação de atraso e se ela realmente corresponde aos seus valores ou às expectativas que você aprendeu a ter. Se esse sentimento tem sido frequente e está afetando sua motivação, a psicoterapia pode ajudá-lo a ressignificar essa relação com o tempo e consigo mesmo.


  • Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda

    Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Sim, em alguns casos é possível reconstruir o respeito, mas isso depende do compromisso dos dois. Reconstruir uma relação exige mais do que vontade de permanecer juntos: requer reconhecer a própria participação nos conflitos, disposição para mudar padrões de comunicação e reconstruir a confiança ao longo do tempo. Em algumas situações, a terapia de casal pode ser um recurso importante. Também é importante considerar que, às vezes, reconhecer que uma relação chegou ao seu limite também pode ser uma forma de respeito consigo e com o outro.


  • Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos

    Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.

    O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.

    Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.

    Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Pelo seu relato, percebo que o desgaste já não está afetando apenas a relação, mas também sua saúde emocional. Quando os conflitos se tornam constantes, ambos deixam de tentar compreender um ao outro e as conversas passam a gerar apenas novas feridas, é importante interromper esse ciclo antes que ele se intensifique ainda mais. Um afastamento temporário pode ser saudável em alguns casos, desde que seja uma decisão construída com objetivos claros e não apenas uma forma de fugir dos conflitos. Não existe uma regra que determine quando uma relação pode ou não ser reconstruída. O que costuma fazer diferença é a disposição de ambos para reconhecer responsabilidades, rever padrões e investir em mudanças reais. A terapia individual e, quando houver interesse dos dois, a terapia de casal podem ajudar nesse processo, independentemente de a decisão final ser permanecer juntos ou seguir caminhos diferentes.


  • Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensaçã

    Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensação de que a qualquer momento pode acontecer algo consigo de um real problema que pode colocar em perigo? Tem uma maneira de diferenciar a ansiedade de algo fisiológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Diferenciar ansiedade de um problema físico nem sempre é simples, porque os sintomas podem ser muito parecidos. A ansiedade pode causar palpitações, falta de ar, tontura, sensação de morte iminente, aperto no peito e uma sensação constante de que "algo ruim vai acontecer". Ao mesmo tempo, algumas condições médicas também podem provocar sintomas semelhantes.

    Um dos indícios é observar o contexto. Os sintomas aparecem principalmente em momentos de preocupação, estresse ou sem um motivo físico evidente? Eles diminuem quando a mente se acalma ou após técnicas de relaxamento? Isso pode sugerir uma origem ansiosa. Já sintomas que surgem de forma persistente, durante esforço físico, acompanhados de desmaios, dor intensa ou outras alterações importantes merecem avaliação médica.

    O mais importante é não cair em nenhum dos extremos: nem atribuir tudo à ansiedade, nem acreditar que todo sintoma significa um problema grave. O caminho mais seguro é investigar causas clínicas quando necessário e, ao mesmo tempo, cuidar da saúde mental. Muitas vezes, trabalhar a ansiedade reduz significativamente esses sintomas e também ajuda a perceber o próprio corpo com mais clareza.


  • "Como os conflitos relacionados à constituição da identidade, às experiências precoces de vínculo e

    "Como os conflitos relacionados à constituição da identidade, às experiências precoces de vínculo e às angústias de abandono no paciente com
    Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) repercutem na capacidade de desenvolver e sustentar sentimentos de pertencimento social?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    No Transtorno de Personalidade Borderline, as dificuldades relacionadas ao sentimento de pertencimento podem ser compreendidas a partir da forma como a pessoa vivencia a si mesma e suas relações. Experiências precoces de instabilidade, rejeição, invalidação emocional ou vínculos inconsistentes podem comprometer a construção de uma identidade mais integrada e segura.

    Sob uma perspectiva fenomenológico-existencial, o sofrimento não se reduz apenas aos sintomas, mas à maneira como o indivíduo se encontra no mundo e se relaciona consigo, com o outro e com seu próprio sentido de existência. A intensa angústia de abandono frequentemente leva a uma vivência relacional marcada pela insegurança, pela hipervigilância aos sinais de rejeição e pela oscilação entre aproximação e afastamento.

    Muitas vezes, o desejo profundo de pertencer convive com o medo de ser abandonado ou não reconhecido. Isso pode gerar relações intensas e instáveis, dificultando a construção de vínculos duradouros e de uma experiência de pertencimento mais estável.

    O trabalho psicoterapêutico busca oferecer um espaço de acolhimento e compreensão da experiência vivida, favorecendo o reconhecimento das próprias emoções, a construção de uma identidade mais autêntica e o desenvolvimento de formas mais seguras de estar em relação com o outro.


  • De que forma a identidade difusa é entendida na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

    De que forma a identidade difusa é entendida na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e como ela impacta o senso de pertencimento social em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Embora alterações na regulação emocional e na interpretação das relações possam estar presentes no TPB, é importante compreender como essas experiências são vividas pela própria pessoa. Muitas vezes, pequenos sinais de afastamento ou rejeição são percebidos com grande intensidade, gerando sofrimento e insegurança nos vínculos.

    Na perspectiva fenomenológico-existencial, interessa compreender como o indivíduo experiencia o outro e o mundo. O sentimento de pertencimento pode ficar comprometido quando a pessoa vive constantemente sob o medo de ser abandonada ou não reconhecida. A psicoterapia busca favorecer uma maior compreensão da própria experiência emocional, ampliando a possibilidade de relações mais seguras e autênticas.


  • “Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a construção da identidade e o pertencime

    “Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a construção da identidade e o pertencimento social sob as perspectivas psicanalítica, da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e neuropsicológica?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    A identidade difusa pode se manifestar como dificuldade em reconhecer quem se é, quais são os próprios valores, desejos e projetos de vida. Essa instabilidade pode repercutir nas relações e no sentimento de pertencimento social.

    Do ponto de vista clínico, o trabalho terapêutico busca favorecer maior autoconhecimento e integração da experiência pessoal, permitindo que o indivíduo desenvolva uma relação mais estável consigo mesmo e com os outros. O fortalecimento da identidade contribui para relações mais autênticas e para uma sensação mais consistente de pertencimento.

    Mais do que compreender o diagnóstico, é importante compreender como cada pessoa vive sua própria experiência de sofrimento e de relação com o mundo.


  • Eu fico pensando em coisas ruins que não quero pensar e mesmo que eu tente substituir esses pensamen

    Eu fico pensando em coisas ruins que não quero pensar e mesmo que eu tente substituir esses pensamentos eles voltam. Não sei o que fazer, me sinto uma pessoa horrível. Parece que eu vou enlouquecer a qualquer momento.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Lidar com pensamentos negativos e intrusivos pode ser muito desafiador e angustiante. É importante lembrar que você não está sozinha nessa luta, e existem maneiras de lidar com esses sentimentos. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:

    Aceite os pensamentos : Em vez de lutar contra eles, tente reconhecer que esses pensamentos são apenas isso: pensamentos. Eles não definem quem você é.

    Pratique a atenção plena (mindfulness) : Técnicas de meditação e respiração podem ajudar a excitar a mente e aumentar a intensidade dos pensamentos indesejados.

    Conversar com amigos, familiares ou um profissional pode ajudá-lo a processar seus sentimentos e diminuir o peso que você está sentindo.

    Atividades físicas : Exercícios físicos podem ser uma ótima maneira de liberar energia acumulada e melhorar seu estado emocional.

    Tente escrever sobre o que está passando pela sua mente. Isso pode ajudar a externalizar e esclarecer os pensamentos.

    e busque ajuda de um profissional psicólogo, para te ajudar com suporte e estratégias personalizadas para enfrentar esses pensamentos de maneira eficaz.

    Lembre-se de que é normal ter momentos difíceis, e buscar ajuda é um sinal de força. Você merece cuidar de sua saúde mental.


  • Olá Gostaria de um conselho Estou namorando há 6 meses e me vejo muito insegura no relacionamento,

    Olá
    Gostaria de um conselho
    Estou namorando há 6 meses e me vejo muito insegura no relacionamento, confesso que as vezes sou um pouco chata, mas nos últimos dias meu namorado não quer mais estar tanto comigo, apesar dele dizer que me ama, minha insegurança não sai, já conversamos e ele diz que está feliz comigo, porém o fato de não querer me ver as vezes me deixa insegura. As vezes penso em terminar mas gosto dele, da companhia, já ajudei ele e ele me ajudou, mas não sei mais o que pensar, o que fazer...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    É importante reconhecer e explorar como suas inseguranças afetam suas percepções e comportamentos no relacionamento. Pergunte a si mesma: O que exatamente está causando essa insegurança? É medo de perda, baixa autoestima ou outra coisa? Como essas emoções se manifestam no seu comportamento?
    Pratique a observação de seus sentimentos e pensamentos sem julgá-los imediatamente. Isso pode ajudar a entender melhor suas reações emocionais.
    Continue a conversar com seu namorado, mas faça isso com o objetivo de realmente entender a perspectiva dele, não apenas para aliviar sua própria ansiedade. Como ele vê o relacionamento e as necessidades dele? Ele pode estar passando por algo pessoal que afeta a disponibilidade emocional ou física dele.
    Considere o que vocês já construíram juntos. Reflita sobre os momentos em que ele mostrou carinho e apoio. Isso pode ajudar a fortalecer sua confiança no vínculo que vocês têm.
    Clarifique quais são seus valores fundamentais e necessidades no relacionamento. Se houver discrepâncias entre o que você precisa e o que está recebendo, isso pode estar alimentando sua insegurança.
    Aceitar que em qualquer relacionamento, haverá momentos de divergência e de necessidades diferentes. Nem sempre a ausência física significa ausência emocional ou amor diminuído.
    Trabalhe em cultivar sua própria autonomia e felicidade. Relações saudáveis prosperam quando ambos os parceiros têm espaço para crescer individualmente e juntos.
    Baseada nas reflexões anteriores, pense em ações que você pode tomar para lidar com sua insegurança. Isso pode incluir buscar terapia individual para explorar suas emoções mais profundamente, ou encontrar novas maneiras de fortalecer o vínculo com seu namorado.
    Continue avaliando o relacionamento à medida que ele evolui. Observe como suas ações e mudanças impactam sua sensação de segurança e a dinâmica do relacionamento.
    Foque em compreender sua experiência atual sem pressa para encontrar soluções definitivas. O processo de autoexploração e a abertura para o diálogo podem levar a uma maior clareza sobre o caminho a seguir.


  • O trabalho do psicólogo na terapia e mudar a forma de pensar do paciente ?

    O trabalho do psicólogo na terapia é mudar a forma de pensar do paciente ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    O objetivo não é mudar diretamente a forma de pensar do paciente, mas sim facilitar uma exploração profunda de sua experiência vivida. Isso permite que o paciente encontre um sentido pessoal e viva de forma mais autêntica e plena. A mudança que ocorre é mais sobre uma "ampliação da consciência" e uma transformação na forma como o paciente se relaciona consigo mesmo e com o mundo, em vez de uma simples mudança de padrões de pensamento.


  • É normal sentir dores rápidas no peito , por ansiedade ?

    É normal sentir dores rápidas no peito , por ansiedade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Na perspectiva fenomenológica-existencial, sentir dores rápidas no peito em momentos de ansiedade é visto como uma manifestação significativa da experiência do paciente. O foco está em compreender profundamente como essa dor é vivida e que significados ela carrega no contexto da vida do paciente. Em vez de apenas buscar aliviar a dor, a psicoterapia foca em compreender profundamente essa dor e seu significado em sua vida, ao invés de simplesmente tentar muda-la ou elimina-la.


  • Olá, eu sentia frequentes dor no peito, procurei um especialista e ele descartou a possibilidade de

    Olá, eu sentia frequentes dor no peito, procurei um especialista e ele descartou a possibilidade de ser algo relacionado ao coração. Mas ainda sinto fisgadas no peito, sinto todos os dias, mas não a toda hora. Esse sintoma pode ser relacionado a ansiedade? Ou ataque de pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    Sentir dores no peito, especialmente após um especialista ter descartado problemas cardíacos, pode ser bastante preocupante e confuso. Na abordagem fenomenológica-existencial, o foco seria explorar como você vivencia essas dores e o que elas significam para você.
    Pode ser um sinal de como o paciente está lidando com o estresse, medo, ou outras emoções intensas. A dor pode ser uma forma do corpo expressar algo que a mente está vivenciando de maneira intensa.
    a ansiedade é muitas vezes considerada uma resposta natural à condição humana, relacionada à incerteza, ao desconhecido e à liberdade de escolhas.
    Sentir dor no peito em momentos de ansiedade pode ser visto como uma manifestação dessa tensão existencial.
    Em vez de minimizar ou patologizar, o psicoterapeuta explora como essa sensação se encaixa na vida do paciente.
    Conversar com um psicólogo pode ajudar a explorar as possíveis conexões entre suas dores no peito e sua saúde emocional. Eles podem ajudar a identificar padrões e desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade.
    - Tente manter um diário para registrar quando e como essas dores ocorrem, junto com seus sentimentos e situações de vida naquele momento. Isso pode ajudar a revelar quaisquer padrões ou gatilhos.
    - Práticas como a respiração profunda, mindfulness ou exercícios de relaxamento muscular podem ajudar a reduzir a tensão e a ansiedade, possivelmente aliviando as dores no peito.
    Na perspectiva fenomenológica-existencial, o foco estaria em compreender como essas dores fazem parte da sua experiência vivida e o que elas podem estar comunicando sobre sua vida emocional. Consultar um psicólogo pode ser um próximo passo útil para explorar essas conexões e encontrar formas de aliviar seus sintomas.


  • Porque o autista tem tanta dificuldade em lidar com a mudança de rotina?

    Porque o autista tem tanta dificuldade em lidar com a mudança de rotina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Katia Delaroli

    A dificuldade que pessoas autistas têm em lidar com mudanças na rotina pode ser compreendida de várias maneiras, combinando perspectivas neurocientíficas, psicológicas e existenciais.
    Muitas pessoas autistas encontram conforto e segurança em rotinas previsíveis. A estrutura ajuda a criar um senso de estabilidade em um mundo que pode parecer caótico ou difícil de entender.
    - Na abordagem fenomenológica-existencial, essa necessidade de rotina pode ser vista como uma forma de ancoragem na realidade. Manter uma rotina constante permite que a pessoa autista sinta um controle sobre seu ambiente e sobre sua própria existência.
    Mudanças inesperadas na rotina podem resultar em sobrecarregamento sensorial, tornando a adaptação extremamente difícil.
    Essas mudanças pode desencadear ansiedade significativa em pessoas autistas, pois elas podem ter dificuldade em prever e lidar com novas situações.
    Muitas pessoas autistas têm dificuldade em compreender e responder a expectativas sociais implícitas. Mudanças na rotina podem introduzir novas expectativas sociais que são difíceis de interpretar.
    Essas mudanças podem representar uma ameaça à sua compreensão de como navegar e interagir com o mundo social.
    Um psicólogo vai te ajudar a entender como essas experiências são vividas e o que elas significam, proporcionando um caminho para encontrar formas mais suaves de enfrentar e integrar a mudança em suas vidas.


Perguntas frequentes

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