Perguntas do paciente (6)
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. Como a psicoterapia pode ajudar a melhorar a qualidade de vida de um paciente com Lúpus Eritematos
. Como a psicoterapia pode ajudar a melhorar a qualidade de vida de um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicoterapia não atua diretamente na doença, mas atua na forma como o paciente vive com ela — e isso muda completamente a qualidade de vida.
Ela transforma:
sofrimento solitário → em elaboração
descontrole → em manejo
limitação → em adaptação possível
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ola me chamo monique e tenho 27 anos, minha pergunta é, qual profissional tenho que procurar para sa
ola me chamo monique e tenho 27 anos, minha pergunta é, qual profissional tenho que procurar para saber se tenho TDAH, pois trenho dificuldade nas areas de todas digo todas as materias, nao consigo absorver nada .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para investigar a possibilidade de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, você pode procurar principalmente dois profissionais:
Neuropsicólogo: realiza uma avaliação mais detalhada do funcionamento cognitivo (atenção, memória, aprendizagem), chamada avaliação neuropsicológica.
Psiquiatra: faz o diagnóstico clínico, avalia a necessidade de medicação e acompanha o tratamento, se necessário.
O ideal, na maioria dos casos, é uma avaliação conjunta, pois ajuda a entender não só se é TDAH, mas também se existem outros fatores envolvidos, como ansiedade, dificuldades de aprendizagem ou questões emocionais.
Um ponto importante: dificuldade em “absorver tudo” nas matérias pode ter várias causas, não apenas TDAH. Por isso, a avaliação é essencial para um diagnóstico correto e um direcionamento adequado. Com o acompanhamento certo, é totalmente possível entender melhor seu funcionamento e encontrar estratégias que facilitem sua aprendizagem e rotina
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Boa tarde estou há dois anos com sintoma de Desrealização,da pra melhorar ? Tenho transtorno de ansi
Boa tarde estou há dois anos com sintoma de Desrealização,da pra melhorar ? Tenho transtorno de ansiedade generalizada!!!!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desrealização tem melhora, especialmente quando está associada ao Transtorno de Ansiedade Generalizada — e o fato de você já reconhecer isso é um passo muito importante.
Quando a ansiedade se mantém alta por muito tempo, o cérebro pode “sustentar” essa sensação, o que explica por que você está vivenciando isso há mais tempo.
O tratamento costuma focar principalmente na redução da ansiedade de base. Quando isso acontece, a desrealização tende a diminuir gradualmente.
O que costuma ajudar: Psicoterapia; medicação (quando indicada); técnicas de grounding (ancoragem) ex: focar nos sentidos, nomear objetos ao redor, contato com temperatura/texturas; regular o sono e rotina; reduzir o medo do sintoma (quanto mais você luta ou se assusta com a desrealização, mais ela tende a persistir).
Muitas pessoas ficam presas nesse ciclo porque pensam: “E se isso nunca passar?”. Mas, na prática, isso mantém o cérebro em alerta. A melhora vem justamente quando você começa a reduzir a vigilância e o medo sobre a sensação.
Seu sistema nervoso está sobrecarregado — e com o cuidado certo, ele pode se regular novamente.
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Quais orientações para lidar com a deficiência intelectual em casa?
Quais orientações para lidar com a deficiência intelectual em casa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com a Deficiência Intelectual em casa envolve oferecer suporte adequado ao desenvolvimento, respeitando o ritmo da pessoa e promovendo autonomia dentro das suas possibilidades.
Algumas orientações importantes incluem:
Estabelecer uma rotina estruturada; utilizar linguagem clara e objetiva; estimular a autonomia; reforçar comportamentos positivos; ter paciência e respeitar o tempo de aprendizagem; promover um ambiente acolhedor e previsível; buscar orientação profissional.
De modo geral, o objetivo é equilibrar apoio e incentivo à autonomia, favorecendo o desenvolvimento das habilidades e a participação ativa na rotina familiar.
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Que tipos de dificuldades de adaptação social a pessoa com síndrome de Down pode apresentar?
Que tipos de dificuldades de adaptação social a pessoa com síndrome de Down pode apresentar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com Síndrome de Down podem apresentar algumas dificuldades de adaptação social, principalmente relacionadas ao desenvolvimento cognitivo, à comunicação e às experiências sociais ao longo da vida. É importante lembrar que há grande variabilidade entre indivíduos.
De forma geral, algumas dificuldades que podem aparecer são:
Comunicação: pode haver atraso na linguagem expressiva, o que dificulta iniciar ou manter conversas, expressar sentimentos ou necessidades com clareza.
Compreensão de regras sociais: entender normas implícitas (como esperar a vez, perceber ironias ou limites sociais) pode ser mais desafiador.
Interpretação de pistas sociais: dificuldade em reconhecer expressões faciais, intenções ou emoções dos outros, o que pode impactar as interações.
Iniciativa social: algumas pessoas podem ter mais dificuldade para iniciar interações ou se inserir em grupos, apesar de geralmente demonstrarem interesse social.
Vulnerabilidade social: por serem mais confiantes ou afetivas, podem ter dificuldade em identificar situações de risco ou más intenções.
Rigidez comportamental: em alguns casos, mudanças na rotina ou situações novas podem gerar desconforto, impactando a adaptação em ambientes sociais.
Apesar dessas dificuldades, muitas pessoas com síndrome de Down apresentam boa motivação para interação social, afeto e vínculo, o que é um importante facilitador.
Com estímulos adequados, intervenções terapêuticas e oportunidades de inclusão, é possível desenvolver habilidades sociais, promover autonomia e melhorar significativamente a adaptação nos diferentes contextos.
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Meu neto tem síndrome de daw, está com 18 anos, e faz suas necessidades fisiológicas na roupa, como
Meu neto tem síndrome de down, está com 18 anos, e faz suas necessidades fisiológicas na roupa, como devemos agir para que isso não aconteça mais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
em pessoas com Síndrome de Down, dificuldades no controle esfincteriano podem estar relacionadas a fatores médicos, comportamentais ou de rotina, especialmente na adolescência e vida adulta.
Alguns pontos importantes para orientar a conduta: Investigar causas médicas; analisar o contexto do comportamento (pode estar relacionado a dificuldade de comunicação, desatenção aos sinais do corpo ou até questões emocionais); estabelecer uma rotina de banheiro; uso de pistas visuais ou lembretes; reforço positivo (valorizar e recompensar quando ele utiliza o banheiro corretamente é mais eficaz do que punições); evitar punição ou constrangimento; avaliar aspectos emocionais e comportamentais; buscar apoio profissional.
Mesmo aos 18 anos, é possível desenvolver ou retomar esse aprendizado com consistência, paciência e estratégias adequadas. O mais importante é compreender a causa por trás do comportamento e agir de forma estruturada e respeitosa.
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