Perguntas do paciente (48)

  • Eu tenho alergias onde elas ficam grossas e te deixa. Totalmente irritada muita dor de cabeça,eu dur

    Eu tenho alergias onde elas ficam grossas e te deixa. Totalmente irritada muita dor de cabeça,eu durmo e acordo mais quebrada ainda ,choro sem saber o porquê as vezes vem arrependimento da vida ,fiz carteira de motorista e não consigo dirigir pois tenho medo não sei o que fazer comigo mesma ,fiz exame de alergia e não é.cada dia se torna difícil pois o meu dia nunca acaba hoje penso nos problemas de semana que quivem não sei o que pensar mais cada dia pior ...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá! É natural sentir-se sobrecarregada pelas alergias e suas consequências emocionais. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode auxiliá-la a reestruturar pensamentos negativos, enquanto a Terapia do Esquema pode explorar padrões mais profundos, como o medo de dirigir e arrependimentos. Manter um diário dos sintomas e incorporar práticas de mindfulness pode ajudar a lidar com a sobrecarga emocional. Buscar apoio profissional é um passo importante para encontrar alívio e desenvolver estratégias práticas. Qualquer dúvida, estou aqui para ajudar!


  • Boa tarde! Então eu cresci em Pernambuco e morei lá até os meus 7 anos de idade, e agora moro na cid

    Boa tarde! Então eu cresci em Pernambuco e morei lá até os meus 7 anos de idade, e agora moro na cidade a 14 anos, recentemente fiz uma viagem pro lugar onde nasci porque minha família toda é de lá, aqui na cidade só mora eu minha e meu irmão somentes, e desde que eu voltei de viagem pra cidade eu me sinto muito abatido e solitario, as vezes sinto meu coração acelerar e fico pensando no lugar onde nasci, aqui na cidade não saio pra nenhum lugar e me sinto esquecido!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá! Boa tarde! É compreensível que você esteja se sentindo abatido e solitário após retornar de uma viagem ao seu lugar de origem, especialmente considerando que você tem fortes laços familiares em Pernambuco. Essa sensação de saudade pode ser intensa, e a aceleração do coração pode ser um sinal de ansiedade relacionada a essas emoções. É normal sentir-se deslocado quando se retorna a um ambiente que não é tão acolhedor ou familiar. Para lidar com isso, considere buscar maneiras de se reconectar com sua identidade e suas raízes, como participar de grupos ou eventos relacionados à sua cultura ou história. Além disso, tentar sair um pouco mais, mesmo que seja para caminhar ou visitar lugares novos na cidade, pode ajudar a aliviar a sensação de solidão. Conversar com amigos ou familiares, mesmo que à distância, também pode proporcionar um apoio emocional valioso. Caso esses sentimentos sejam persistentes pode ser legal conversar com um psicólogo. Qualquer coisa, estou aqui para auxiliar!


  • quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalm

    quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalmente o foco que eu tinha antes de quere crescer não consigo mais fazer as coisas que eu gostava de fazer por exemplo empreende estou com a mente bloqueada as coisas que faço sempre com desmotivação .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Entendo perfeitamente. Às vezes, enfrentar esses desafios pode ser esmagador, e buscar ajuda é um passo valioso para encontrar alívio e soluções. Um psicólogo pode ser um grande aliado nesse processo, fornecendo suporte emocional e ferramentas práticas para lidar com o estresse, a falta de motivação e o bloqueio mental que você mencionou.

    Através da psicoterapia, você pode explorar as causas desses sentimentos e aprender técnicas eficazes para gerenciar seus pensamentos e emoções. O psicólogo pode ajudar a identificar padrões de comportamento e pensamento que podem estar contribuindo para seu mal-estar, e juntos, vocês podem trabalhar em estratégias para restabelecer seu foco e prazer nas atividades diárias. Além disso, o psicólogo pode oferecer um espaço seguro para você expressar seus sentimentos e preocupações, sem julgamento. Ter um profissional para guiá-lo nesse caminho pode fazer uma diferença significativa na maneira como você enfrenta os desafios e encontra novas formas de se sentir motivado e realizado. Lembre-se de que buscar ajuda é um sinal de força e coragem. Se precisar de apoio para encontrar um psicólogo ou quiser conversar mais sobre isso, estou aqui para ajudar. Cuide-se bem e fique à vontade para me procurar sempre que precisar.


  • É verdade que o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode ser “hereditário”?

    É verdade que o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode ser “hereditário”?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá! O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma componente hereditária, o que significa que pessoas com parentes próximos que têm TPB podem ter maior chance de desenvolver o transtorno. Isso sugere que a genética pode influenciar a predisposição ao TPB. No entanto, a hereditariedade não é o único fator. Experiências de vida, como traumas na infância, relações familiares instáveis ou dificuldades emocionais, também são muito importantes no desenvolvimento do transtorno. Pode ser o exemplo de alguém que cresceu em um ambiente onde suas emoções não eram compreendidas ou validadas pode estar mais vulnerável ao TPB. Assim, é a interação entre fatores genéticos e ambientais que contribui para o surgimento do transtorno. Espero ter ajudado! Fico à disposição para maiores esclarecimentos!




  • É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa tem o Tra

    É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa tem o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá! Não existem testes neuropsicológicos específicos para diagnosticar o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). O diagnóstico é feito com base em uma avaliação clínica realizada por um psicólogo ou psiquiatra, que analisa os sintomas e o histórico do paciente. No entanto, testes neuropsicológicos podem ser usados como parte dessa avaliação para investigar áreas como memória, atenção e funções executivas. Uma paciente com TPB pode apresentar dificuldades em controlar impulsos ou planejar suas tarefas, e esses aspectos podem ser avaliados com a ajuda de testes. Embora esses testes não diagnostiquem o TPB diretamente, eles fornecem informações importantes que ajudam o profissional a entender melhor o funcionamento cognitivo e emocional da pessoa, orientando um tratamento mais eficaz e personalizado. Espero ter ajudado! Fico à disposição para ajudar!


  • Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?

    Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá! O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode afetar profundamente as relações com amigos e familiares, devido à instabilidade emocional e comportamental característica do transtorno. Indivíduos com TPB frequentemente experimentam emoções intensas e mudanças de humor rápidas, o que pode tornar as interações sociais desafiadoras. A pessoa com TPB pode reagir de forma exagerada a situações cotidianas, como se sentir extremamente rejeitada após um pequeno desentendimento, o que pode gerar conflitos e desgastes emocionais nas relações. Além disso, a impulsividade do transtorno pode levar a comportamentos arriscados, como abuso de substâncias ou automutilação, o que provoca preocupação constante nos entes queridos. Isso pode ser estressante, pois muitos familiares e amigos se sentem sobrecarregados ou responsáveis pelo bem-estar da pessoa. Para lidar com esses desafios, é importante que os familiares busquem entender o transtorno e estabeleçam limites saudáveis. Participar de terapias familiares ou grupos de apoio pode ser útil para aprender a oferecer suporte de maneira equilibrada e empática, além de criar um ambiente estável que ajude a reduzir a ansiedade e reatividade emocional da pessoa com TPB. Espero ter ajudado, fico à disposição!


  • Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) é uma condição de saúde mental que apresenta diferenças entre os tipos I e II. No Bipolar I, há episódios de mania que , às vezes, podem necessitar de hospitalização, além de episódios depressivos profundos. No Bipolar II, ocorrem episódios hipomaníacos, que são menos intensos que a mania, e episódios depressivos, mas não há episódios maníacos completos como no Bipolar I. Além disso, existe o tipo bipolar de a ciclagem rápida, em que episódios podem ser maníacos, hipomaníacos ou depressivos e ocorrem em rápida sucessão. Por isso, é importante seguir o tratamento adequado e ter acompanhamento médico regular para gerenciar o transtorno de maneira eficaz.

    Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de v

    Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de vida de uma pessoa com o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá!Para uma pessoa com Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), algumas mudanças no estilo de vida podem ser muito benéficas para melhorar a qualidade de vida. Manter uma rotina estável é fundamental, com horários regulares para dormir, comer e fazer exercícios. Por exemplo, tentar ir para a cama e acordar no mesmo horário todos os dias pode ajudar a estabilizar os ciclos de humor. Praticar exercícios físicos regularmente também é importante, pois ajuda a liberar endorfinas e melhorar o humor. Alimentação balanceada e evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína também são recomendados. Além disso, técnicas de relaxamento como yoga, meditação ou exercícios de respiração podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade. Manter um diário de humor pode ser útil para monitorar os sintomas e identificar gatilhos. E, claro, é essencial seguir o tratamento médico e participar das consultas de psicoterapia regularmente. Essas mudanças, juntamente com o apoio de amigos e familiares, podem fazer uma grande diferença na gestão do TAB e na melhoria da qualidade de vida.

    Se precisar de mais alguma orientação ou ajuda, estou aqui para dar apoio!


  • . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá,Para ajudar alguém com Transtorno Bipolar, é importante ser compreensivo e paciente, oferecendo apoio emocional constante. Incentive a pessoa a seguir o tratamento prescrito, que geralmente inclui medicação e psicoterapia. Por exemplo, você pode acompanhar a pessoa nas consultas médicas ou lembrá-la de tomar os medicamentos conforme indicado. Além disso, ajude a criar uma rotina estável com horários regulares para sono, alimentação e atividades físicas, pois a estabilidade pode ser muito benéfica. Esteja atento aos sinais de mudança de humor e, se perceber algo preocupante, incentive a pessoa a procurar seu psicólogo e um psiquiatra. Lembre-se de que o apoio e a compreensão podem fazer uma grande diferença na vida de quem convive com Transtorno Bipolar.

    Se precisar de mais orientação ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) afeta amigos e família de uma pessoa com bipolaridade?

    Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) afeta amigos e família de uma pessoa com bipolaridade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá! O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) pode ter um impacto significativo em amigos e familiares de quem convive com a condição. As mudanças de humor entre mania e depressão podem ser difíceis de acompanhar e entender, causando preocupação, estresse e, às vezes, sentimentos de impotência. Durante um episódio de mania ou hipomania, a pessoa pode exibir comportamento impulsivo ou agressivo, o que pode ser desgastante para quem está ao redor. Já durante um episódio depressivo, ela pode se isolar e precisar de mais apoio emocional, o que também pode ser desafiador. É importante que amigos e familiares procurem se informar sobre o TAB, participem de grupos de apoio e, se possível, também façam terapia para lidar com suas próprias emoções e aprender maneiras eficazes de oferecer suporte.

    Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Como posso me ajudar se eu for diagnosticada com transtorno afetivo bipolar (TAB)?

    Como posso me ajudar se eu for diagnosticada com transtorno afetivo bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá, Se você foi diagnosticada com Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), algumas ações podem ajudar a gerenciar a condição e melhorar a qualidade de vida. É importante seguir rigorosamente o tratamento prescrito pelo seu médico, que geralmente inclui medicação e psicoterapia. Tome seus medicamentos conforme indicado e compareça a todas as consultas de psicoterapia. Aprenda sobre o transtorno para que você possa se conhecer melhor. Adotar uma rotina estável também pode ser benéfico, com horários regulares para dormir, comer e fazer exercícios. Praticar técnicas de relaxamento, como meditação ou yoga, pode ajudar a reduzir o estresse. E, por último, não hesite em buscar apoio emocional de amigos e familiares, compartilhando com eles sobre sua condição para que possam entender e oferecer o suporte necessário. Lembre-se de que cuidar de si mesma é fundamental, e pequenas ações diárias podem fazer uma grande diferença.

    Se precisar de mais orientação ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Antes eu tinha mania de trocar olhares com outras pessoas, quando eu percebia que alguém me olhava e

    Antes eu tinha mania de trocar olhares com outras pessoas, quando eu percebia que alguém me olhava eu acabava retribuindo, não na intenção de me aproximar, mas só por gostar daquilo, talvez por ego ou validação. Há algumas semanas li que troca de olhares era de fato flerte e isso era traição, e agora me sinto angustiado. Desde então estou atormentado com a possibilidade de ter traído minha namorada, pois nunca nem me passou pela minha cabeça o desejo de trair, achava que aquilo não era nada demais. Não eram olhares encarando ou com sorrisinho nem nada, eram só olhares rápidos e eventuais, mas repetitivos em alguns casos, mesmo que não houvesse intenção de dar em cima acabava alimentado aqueles olhares idiotas.

    Não paro de pensar nisso, durmo e acordo pensando nisso. É meu primeiro relacionamento, temos 20 anos, já estamos a 2 anos juntos e amo muito ela. Não quero acreditar que eu a traí, não suportaria perder-la por pura imaturidade minha e por uma atitude tão idiota. Sei que foi errado e desrespeitoso, mas venho tentando me convencer que não chegou a ser traição, mas esse questionamento não sai da minha cabeça, e quando acho que superei algum gatilho desperta a culpa novamente. O que pode ser? Meu toc? Já estou tão perturbado com isso que nem sei se eu devo ou não contar, pois se de fato não houve traição seria criar insegurança desnecessária nela. Me ajudem!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Entendo sua angústia. Trocar olhares pode ser visto de diferentes formas e, no seu caso, segundo seu relato, parece não ter sido com a intenção de trair sua namorada. A culpa que você está sentindo e a obsessão com esses pensamentos podem estar relacionados ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), mas é necessário que isso seja avaliado por um profissional capacitado. O TOC pode levar a pensamentos intrusivos e repetitivos, causando muito sofrimento emocional. É importante lembrar que intenções e ações são diferentes, e você, segundo seu relato, não tinha intenção de trair. Pode ser útil procurar um psicólogo para trabalhar esses sentimentos e aprender a lidar com a culpa e a ansiedade de forma mais saudável. Sua preocupação e amor pela sua namorada são claros em seu relato, e buscar ajuda pode trazer alívio e clareza nessa situação. Espero ter ajudado, qualquer coisa fico à disposição!


  • Como é a transição entre mania e depressão no Transtorno Bipolar?

    Como é a transição entre mania e depressão no Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    A transição entre mania e depressão no Transtorno Bipolar pode ser bem diferente para cada pessoa. Algumas podem passar semanas ou meses se sentindo estáveis, sem sintomas fortes. Outras podem mudar de humor mais rapidamente, em questão de dias ou até horas. Essas oscilações podem ser bem difíceis e afetar bastante o dia a dia. É muito importante ter um tratamento contínuo e personalizado para ajudar a estabilizar o humor e prevenir novas crises. Isso deve incluir o uso contínuo da medicação, que é primordial para estabilizar o humor, e a psicoterapia, que ajuda a aprender e desenvolver estratégias para lidar com as oscilações. Acompanhamento médico regular também é essencial para garantir que você se sinta o melhor possível. Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adole

    Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adolescência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Depende, pois para dar um diagnóstico de bipolaridade requer uma investigação minuciosa e precisa para se obter um diagnóstico acertado. Na infância e adolescência, essa investigação deve ser ainda mais cuidadosa, pois o transtorno bipolar pode ser confundido com outros transtornos, como o TDAH, TOD entre outros. É crucial ter bastante cautela ao dar um diagnóstico de bipolaridade, especialmente em crianças e jovens, devido às várias fases do desenvolvimento que eles atravessam. Além disso, é fundamental considerar questões de altas habilidades, que também podem influenciar o comportamento e os sinais apresentados. Uma criança ou adolescente pode exibir alterações de humor, agressividade ou irritabilidade, mas essas características precisam ser avaliadas dentro do contexto de seu desenvolvimento e habilidades específicas. O histórico familiar também é muito importante nessas horas. Portanto, se esses sintomas estiverem presentes, é vital buscar ajuda profissional para uma avaliação cuidadosa e abrangente, garantindo um diagnóstico preciso e um tratamento adequado.


  • Existe alguma forma de prevenir o transtorno de adaptação?

    Existe alguma forma de prevenir o transtorno de adaptação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá, nem sempre é possível prever o desenvolvimento de qualquer transtorno, contudo, é possível desenvolver habilidades de enfrentamento, como técnicas de respiração e relaxamento, manter uma rede de suporte com amigos e familiares, buscar terapia preventiva, manter uma rotina saudável com boa alimentação e sono, e gerenciar expectativas sendo realista sobre o que você pode controlar. Isso vai ajudar para que qualquer pessoa possa desenvolver estratégias funcionais para lidar com os desafios diários de forma mais saudável e assertiva, sem que esses, lhe causem prejuízos maiores. Por exemplo, se estiver passando por mudanças no trabalho, pode ser interessante encontrar um hobby relaxante, conversar sobre suas preocupações e praticar mindfulness pode ajudar a lidar com o estresse de forma mais tranquila e reduzir o risco de desenvolver esse transtorno. Espero ter ajudado! Fico à disposição para quaisquer esclarecimentos.


  • Como é tratamento para o transtorno de adaptação com humor deprimido?

    Como é tratamento para o transtorno de adaptação com humor deprimido?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    O tratamento para o transtorno de adaptação com humor deprimido geralmente envolve uma combinação de psicoterapia e, em alguns casos, medicação. A psicoterapia é a forma mais indicada e pode incluir diferentes abordagens, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que ajuda a desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis. Em alguns casos, também pode ser útil a terapia familiar ou psicoterapia de apoio. A medicação pode ser prescrita para ajudar a controlar os sintomas de ansiedade ou depressão, mas deve ser feita por um profissional de saúde mental competente, no caso, um psiquiatra. É importante que o tratamento seja personalizado, levando em consideração as necessidades específicas do paciente. Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Como é feito o diagnóstico do Transtorno de Adaptação?

    Como é feito o diagnóstico do Transtorno de Adaptação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    O diagnóstico do Transtorno de Adaptação é feito por um profissional de saúde mental, geralmente um psicólogo ou psiquiatra, através de uma entrevista clínica detalhada e um exame mental. Durante a entrevista, o profissional discutirá a história de vida do paciente, identificando eventos estressantes significativos que possam ter desencadeado os sintomas. O exame mental ajudará a avaliar os sintomas emocionais e comportamentais, como tristeza, ansiedade, irritabilidade e mudanças de comportamento. É importante que os sintomas tenham surgido dentro de três meses após o evento estressante e que causem sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida. O profissional também deve garantir que os sintomas não sejam explicados por outro transtorno mental. Por isso é tão importante contar com um diagnóstico diferencial, pois nem todas as pessoas têm os mesmos sintomas e queixas mesmo quanto possuem o mesmo diagnóstico.
    Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • O que é transtorno de adaptação ou transtorno de ajustamento?

    O que é transtorno de adaptação ou transtorno de ajustamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá! O transtorno de adaptação, também chamado de transtorno de ajustamento, ocorre quando uma pessoa enfrenta dificuldades emocionais ou comportamentais em resposta a uma situação estressante. Esses sintomas podem incluir tristeza, ansiedade, irritabilidade ou mudanças de comportamento. Por exemplo, imagine alguém que perdeu o emprego e começa a se sentir muito deprimido e preocupado, afetando suas atividades diárias. Esse transtorno surge geralmente dentro de três meses após o evento estressante e causa sofrimento significativo ou dificuldade em lidar com o dia a dia. É importante procurar ajuda profissional para diferenciar esse transtorno de outros problemas e obter o apoio necessário. Espero ter ajudado, fico à disposição!


  • Fico incomodada com qualquer coisa que saia dos planos a muitos anos. Isso atrapalha o meu cotidiano

    Fico incomodada com qualquer coisa que saia dos planos a muitos anos. Isso atrapalha o meu cotidiano. Diagnosticada com TAG, tem haver?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Olá! Sim, o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) pode estar relacionado ao seu desconforto com mudanças nos planos. Pessoas com TAG frequentemente sentem uma preocupação excessiva e, às vezes, desproporcional sobre várias situações, o que pode incluir um desconforto intenso com qualquer alteração de seus planos. Esse nível de rigidez e a dificuldade em lidar com imprevistos podem realmente impactar o cotidiano e aumentar o seu estresse e a ansiedade. Trabalhar com um psicólogo pode te ajudar a desenvolver estratégias para lidar com essas situações de maneira mais flexível, reduzindo o impacto da ansiedade na sua vida diária. Espero que tenha te ajudado! Conte comigo caso queria conversar sobre o assunto, fico à disposição!


  • Olá! Qual profissional e especialidade devo procurar para realizar o teste sonr (não verbal) para in

    Olá! Qual profissional e especialidade devo procurar para realizar o teste sonr (não verbal) para investigar altas habilidades na minha filha de 3 anos e 9 meses? Obrigada!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lauane Lins Ferraz

    Para realizar o teste SON-R (não verbal) e investigar altas habilidades na sua filha, você deve procurar um psicólogo especializado em avaliação psicológica infantil ou um neuropsicólogo clínico infantil. Esses profissionais têm experiência em identificar altas habilidades em crianças pequenas e podem realizar uma avaliação completa e precisa. O teste SON-R é composto por quatro subtestes: Mosaicos, Categorias, Situações e Padrões, cada um avaliando habilidades cognitivas, como raciocínio abstrato e habilidades espaciais. Administrado individualmente, o teste leva cerca de 40 minutos, incluindo pequenas pausas, e as instruções podem ser dadas de forma verbal ou não verbal, dependendo da habilidade comunicativa da criança. Espero ter ajudado!


Perguntas frequentes

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