Perguntas do paciente (21)

  • Sertralina pode estar relacionado ao ganho de peso ???? Mesmo fazendo mto exercício e dieta por aqui

    Sertralina pode estar relacionado ao ganho de peso ???? Mesmo fazendo mto exercício e dieta por aqui

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Sim, pode estar relacionado. O ganho de peso é um efeito colateral conhecido da sertralina, embora não aconteça com todo mundo.


  • Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre f

    Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre fobia e outros transtornos de ansiedade agora não consigo sair de casa sozinho,o excesso de pesquisa pode atrapalhar uma ansiedade já presente na nossa mente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Sim. O excesso de pesquisa sobre ansiedade e transtornos pode acabar aumentando a própria ansiedade, principalmente quando a pessoa já tem uma predisposição ou fobia social.
    Isso pode acontecer porque você começa a observar e interpretar cada sensação: “Será que isso é da fobia? E se eu passar mal? E se acontecer alguma coisa quando eu sair?” A mente fica em estado de vigilância e, quanto mais você procura informações, mais coisas encontra para monitorar.


  • Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do pont

    Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do ponto de vista da psicanálise.

    Estou em um relacionamento em que há muitos conflitos, ofensas e perda de respeito mútuo. As brigas são frequentes e muitas vezes acontecem na frente dos nossos filhos. Já não existe mais convivência afetiva entre nós: não dormimos mais juntos e o carinho praticamente desapareceu.

    Sinto que, ao longo do relacionamento, houve um acúmulo de mágoas e quebra de confiança. Antes do casamento, minha esposa teve comportamentos que me geraram muita insegurança e desconfiança, o que fez com que eu entrasse no casamento já com o respeito e a admiração bastante abalados. Com o tempo, apesar de tentativas de reconstrução, o relacionamento foi se desgastando ainda mais.

    Hoje percebo um ciclo constante de conflito: eu reconheço meus erros e tento assumir responsabilidade pelas minhas atitudes durante as brigas, mas sinto que minha esposa não reconhece a própria participação nos problemas, o que me gera frustração e sensação de impotência. Isso acaba intensificando os conflitos entre nós.

    Também percebo em mim um grande desgaste emocional, sentimentos de baixa autoestima, medo de ficar sozinho e dúvida constante sobre se devo continuar tentando ou me afastar. Ao mesmo tempo, amo muito meus filhos e tenho muito medo de prejudicar a convivência com eles caso haja separação.

    Gostaria de entender, sob uma perspectiva psicanalítica, como esses padrões emocionais e relacionais podem estar se repetindo na minha vida e de que forma um processo terapêutico poderia me ajudar a compreender melhor minhas escolhas, meus vínculos afetivos e minha dificuldade em lidar com essa situação.

    Também gostaria de saber como a psicanálise enxerga situações em que há perda de respeito e repetição de conflitos dentro do casal, e quando isso pode indicar um limite emocional para a continuidade da relação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Pela perspectiva psicanalítica, a questão principal não é apenas decidir entre permanecer ou se separar, mas compreender por que esse vínculo continua sendo sustentado apesar do sofrimento.
    Você descreve um relacionamento marcado pela perda de confiança, do respeito e da afetividade, além da repetição de conflitos. Quando esses padrões se tornam constantes, é importante investigar o que cada um representa emocionalmente e por que essa dinâmica se mantém.
    Também chama atenção o medo da solidão e de prejudicar a convivência com seus filhos. Esses sentimentos são legítimos, mas podem influenciar decisões mais do que o próprio desejo de permanecer na relação.
    A psicanálise não decide pelo paciente nem faz julgamentos sobre o parceiro. Ela convida a compreender a própria história, os vínculos construídos e os padrões que se repetem. Esse processo permite fortalecer a autoestima, fazer escolhas mais conscientes e reconhecer os próprios limites emocionais.
    Quando o respeito deixa de existir e o sofrimento passa a ser predominante, esse é um sinal importante que merece ser cuidadosamente elaborado em análise. A decisão sobre o futuro da relação tende a surgir com mais clareza quando você compreende, antes de tudo, a si mesmo.


  • “Como se estrutura o manejo clínico do paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na

    “Como se estrutura o manejo clínico do paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na perspectiva psicanalítica, e qual a função da escuta analítica em articulação (ou não) com a psiquiatria?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Na psicanálise, o tratamento do TPB começa pela construção de um vínculo seguro entre paciente e analista. A escuta não busca apenas aliviar os sintomas, mas compreender a origem do sofrimento, os padrões de relacionamento e as emoções que se repetem.
    Quando o sofrimento é muito intenso, a psiquiatria pode ser uma importante aliada. Enquanto a medicação ajuda na estabilização dos sintomas, a psicanálise trabalha as causas emocionais e inconscientes desse sofrimento. Juntas, as duas abordagens oferecem um cuidado mais completo, sempre respeitando as necessidades de cada paciente.


  • Qual o papel dos mecanismos de defesa nas interações sociais de pessoas com Transtorno de Personalid

    Qual o papel dos mecanismos de defesa nas interações sociais de pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Na perspectiva psicanalítica, os mecanismos de defesa têm a função de proteger a pessoa de emoções e conflitos internos difíceis de suportar. No TPB, podem aparecer defesas como a idealização e a desvalorização, que influenciam a forma como a pessoa percebe a si mesma e aos outros. Esses mecanismos podem gerar instabilidade nos relacionamentos, mas também representam uma tentativa de lidar com sentimentos intensos, como medo de abandono e insegurança.


  • Como a psicanálise explica a instabilidade dos relacionamentos no Transtorno de Personalidade Border

    Como a psicanálise explica a instabilidade dos relacionamentos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Pela perspectiva da psicanálise, a instabilidade dos relacionamentos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não é vista apenas como um "problema de comportamento", mas como a expressão de conflitos emocionais profundos, geralmente relacionados às primeiras experiências de vínculo e à forma como a pessoa aprendeu a lidar com o amor, o abandono e a frustração. Grande abraço.


  • Tenho sonhos com situações em que na vida real eu não quero que aconteça, os sonhos sempre são meio

    Tenho sonhos com situações em que na vida real eu não quero que aconteça, os sonhos sempre são meio confusos é uma mistura entre gostar e não gostar do sonho.


    As vezes quando acordo sinto uma sensação boa e culpa por isso, aí eu penso racionalmente se realmente quero que tal coisa aconteça e sempre chego a conclusão que não quero.


    Por que isso acontece? Tenho TOC sexual, muitos pensamentos durante o dia, medo, culpa e agora tenho sonhado com essas coisas. É angustiante.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Pela perspectiva da psicanálise, os sonhos não devem ser interpretados de forma literal. Eles podem expressar conflitos, medos, angústias e emoções, e não necessariamente um desejo de que aquilo aconteça. Quando existe um quadro de TOC, especialmente o TOC sexual, é comum que o medo, a culpa e os pensamentos obsessivos também apareçam nos sonhos, aumentando ainda mais o sofrimento.


  • Estou passando pelo primeiro luto significativo da minha vida, primeira vez que perco alguém com gra

    Estou passando pelo primeiro luto significativo da minha vida, primeira vez que perco alguém com grande vínculo, que no caso foi a minha gatinha de 13 anos...a dor é tão dilacerante, que simplesmente não consigo suportar. Sinto muitas culpas, pelas decisões tomadas sobre os tratamentos, pelo tempo que não curti ela porque estava envolta em problemas do cotidiano, embora cuidei, amei, fiquei muito com ela, sinto que ainda sim, foi pouco, que eu era muito mas muito feliz com ela, eu tinha tudo, e agora ela se foi, a nova realidade me assola de tristeza, nunca mais terei a felicidade com ela. Não sei como lidar com tudo isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Sinto muito pela sua perda.
    A dor que você sente é do tamanho do amor e do vínculo que vocês construíram ao longo desses 13 anos. Na perspectiva da psicanálise, é muito comum que o luto desperte sentimentos de culpa, fazendo com que a mente revisite decisões e momentos vividos. Isso não significa que você tenha amado ou cuidado pouco.
    Permita-se viver esse luto com gentileza consigo mesma. Aos poucos, a dor encontra um novo lugar, mas o amor e a história que vocês viveram permanecem. Beijos


  • Um narcisista pode melhorar se não beber álcool e se for acompanhado psicologicamente os surtos de c

    Um narcisista pode melhorar se não beber álcool e se for acompanhado psicologicamente os surtos de ciúmes e agressividade serão minimizados

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Sim, é possível haver melhora. Quando a pessoa se compromete com o tratamento psicológico e evita o consumo de álcool, que pode intensificar a impulsividade e a agressividade, os episódios de ciúmes e os conflitos podem diminuir. O mais importante é que exista reconhecimento da dificuldade e disposição para mudar.


  • É normal não estar triste e nem feliz? Estou preocupada com minha neutralidade, só cumpro as obrigaç

    É normal não estar triste e nem feliz? Estou preocupada com minha neutralidade, só cumpro as obrigações com meus filhos e não quero mais nada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    É compreensível se sentir preocupada com essa sensação de neutralidade. Às vezes, após períodos de muito sofrimento, estresse ou sobrecarga emocional, a pessoa pode sentir uma espécie de “desligamento” ou dificuldade de acessar emoções.
    Na psicanálise, esse afastamento dos sentimentos pode ser compreendido como uma forma de proteção psíquica diante de algo que está sendo difícil de elaborar. Vale observar há quanto tempo isso acontece e como isso tem afetado sua vida.
    Buscar um espaço de escuta pode ajudar a compreender o que essa ausência de tristeza e alegria está comunicando. Estou a disposição.


  • Eu venho procurando uma resposta pra isso ao longo de minha vida eu sempre procurava algo que me fiz

    Eu venho procurando uma resposta pra isso ao longo de minha vida eu sempre procurava algo que me fizesse realizado e com propósito e encontrei o mercado financeiro, ser um negociador de ações isso me deu um foco e um objetivo, isso pode levar anos para me ter resultados.

    E nisso eu tenho problemas que afeta algumas áreas em minha vida que gostaria de ser resolvido, não consigo me adaptar em nenhum emprego e peço demissão muito rápido não consigo suportar e isso me prejudica nos relacionamentos não consigo me envolver com outras pessoas sinto que minha vida está uma bagunça, eu conseguisse resolver isso me sentiria livre desse peso

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Pelo seu relato, percebo que existe um sofrimento relacionado não apenas ao trabalho, mas também à forma como você se relaciona consigo mesmo e com o outro. Na psicanálise, buscamos compreender os padrões que se repetem na vida da pessoa e o que eles representam em sua história. Mais do que buscar um rótulo, o importante é entender a origem dessas dificuldades para construir novas formas de lidar com elas. Grande abraço meu querido.


  • Boa tarde! Ultimamente meu marido tem muito fetiche por brinquedos eróticos, sempre usou em mim. Por

    Boa tarde! Ultimamente meu marido tem muito fetiche por brinquedos eróticos, sempre usou em mim. Porém ultimamente eu percebo que ele tá usando nele tbm , e isso antes nunca tinha acontecido com 8 anos juntos. Na hora da relação ele pega sem que eu veja um pênis de borracha e usa nele. E percebo que ele fica muito excitado. Isso é normal ou devo me preocupar? Será que ele tá tendo vontade de ter relação com homens?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Entendo sua dúvida e a insegurança que essa mudança pode ter despertado. O uso de brinquedos eróticos, inclusive no próprio corpo, não determina a orientação sexual de uma pessoa. A sexualidade humana é diversa e uma prática específica não significa, necessariamente, desejo por homens.
    O mais importante é observar como isso está sendo vivido pelo casal: se existe diálogo, respeito e consentimento. Se essa mudança trouxe desconforto ou dúvidas, uma conversa aberta e sem julgamentos pode ajudar vocês a compreenderem melhor o que está acontecendo.


  • Olá! Estou passando por um momento chato, tenho um namorado e vivemos uma relação boa, leve e tranqu

    Olá! Estou passando por um momento chato, tenho um namorado e vivemos uma relação boa, leve e tranquila, me sinto segura ao lado dele. Mas sonho direto com ele me terminando o relacionamento e há alguns dis sonhos com mãos frequência. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Entendo sua preocupação, mas sonhar com o término não significa que isso irá acontecer ou que exista algo errado na relação. Muitas vezes, os sonhos refletem medos, inseguranças ou emoções que estamos processando. O mais importante é observar como você se sente nesse sonho e acolher esses sentimentos, sem interpretá-lo como uma previsão. Se essa angústia estiver se repetindo, um espaço de escuta pode ajudar a compreender melhor o que ela representa.


  • Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consi

    Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consigo. Sendo parte da minha personalidade será que é possível mudar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Sim, é possível. Quando entendemos a origem da insegurança, conseguimos construir relações mais leves e saudáveis. Você já deu um passo importante ao reconhecer isso.


  • Quanto tempo, período de dias, meses ou anos, são necessários para diagnosticar o transtorno de pers

    Quanto tempo, período de dias, meses ou anos, são necessários para diagnosticar o transtorno de personalidade paranóica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Não existe um tempo fixo em dias, meses ou anos para esse diagnóstico. O transtorno de personalidade paranoide é identificado por um padrão persistente de pensamentos e comportamentos ao longo do tempo, avaliado por um profissional de saúde mental. Por isso, o diagnóstico exige uma avaliação cuidadosa, e não apenas a duração dos sintomas.


  • O que seria uma pessoa que tem tendências depressivas?

    O que seria uma pessoa que tem tendências depressivas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Ter tendência depressiva não significa ter depressão. Pode indicar uma maior predisposição emocional, que merece ser compreendida e acolhida para prevenir o sofrimento.Beijos.


  • Sinto um vazio no peito e parece que fiz algo de errado sem ter feito e é como se alguma coisa vai a

    Sinto um vazio no peito e parece que fiz algo de errado sem ter feito e é como se alguma coisa vai acontecer de mal a qualquer momento. Medo de perder alguém da minha família me deixa muito nervosa aí choro muito já passo com psicóloga e psiquiatra. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Esse vazio, a culpa sem motivo e o medo constante podem ser uma forma de expressar um sofrimento emocional profundo. Como você já faz acompanhamento com psicóloga e psiquiatra, vale a pena levar esses sentimentos para as sessões. Na psicossomática e na psicanálise, esses sintomas também podem revelar conflitos internos que ainda precisam ser elaborados. Você não precisa enfrentar isso sozinha.Melhoras.Um grande abraço.


  • Meu sobrinho com dois anos e cinco meses está apresentando um comportamento atípico como choro quand

    Meu sobrinho com dois anos e cinco meses está apresentando um comportamento atípico como choro quando a professora predileta não está,não consegue dividir a atenção da professora com outras crianças.O que pode ser feito para ajudá-lo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Pode ser dificuldade de separação e de dividir a atenção, algo comum nessa idade. Para ajudar: acolher, manter uma rotina previsível, estimular gradualmente a interação com outras crianças e reforçar quando ele consegue esperar a atenção da professora. Se for muito intenso ou persistente, vale conversar com o pediatra.


  • O tratamento para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser curto ou pode durar a vida

    O tratamento para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser curto ou pode durar a vida toda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Pode variar. O tratamento do TPB geralmente é de médio a longo prazo, mas não necessariamente para a vida toda. Com tratamento adequado, muitas pessoas apresentam melhora importante dos sintomas e podem reduzir ou até encerrar o acompanhamento ao longo do tempo.


  • Em minha vida inteira, nunca consegui manter amizades, amizades da adolescencia eu simplesmente excl

    Em minha vida inteira, nunca consegui manter amizades, amizades da adolescencia eu simplesmente exclui da minha vida sem mais nem menos (nao houve nada), mas por vezes me veem esses impulsos e acabo que nao consigo manter relaçoes com pessoas, acabo me afastando, ignorando e muitas vezes sumindo real, trocando de numero, para não ter mais que falar com tais pessoas, e desde sempre foi assim, não tenho amigos, nenhum com 26 anos apenas, tenho uns 3 virtuais, e depois de alguns meses, sumi, inclusive estão preocupados, me mandando email e tudo, mas nao sinto esgotamento nem nada, só vontade de ficar isolada mesmo, e quando esse sentimento acaba, acabo sentindo falta dessas pessoas, mas com vergonha de procura las novamente, e mais algumas questoes que me fazem crer que eu tenha algo, algum transtorno...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lidiane Peixoto

    Pelo que você conta, esse afastamento das pessoas parece ser um padrão que vem acontecendo há bastante tempo. Isso não significa necessariamente que você tenha algum transtorno. O importante é entender o que acontece dentro de você nesses momentos e, com ajuda profissional, encontrar uma forma mais leve de lidar com seus relacionamentos.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.