Perguntas do paciente (11)

  • Estou em um relacionamento a 3 meses e ela me pediu relacionamento aberto, não entendo como uma pess

    Estou em um relacionamento a 3 meses e ela me pediu relacionamento aberto, não entendo como uma pessoa que diz que gosta de mim quer ficar com outras pessoas, principalmente na fase inicial do “namoro”!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira

    Entendo que você esteja se sentindo confuso e inseguro com a proposta de relacionamento aberto. É importante lembrar que cada pessoa tem suas próprias necessidades, desejos e conceitos de relacionamento. O relacionamento aberto é uma escolha válida para algumas pessoas, desde que todos os envolvidos estejam de acordo e respeitem as regras estabelecidas.

    No contexto de um relacionamento aberto, o objetivo geralmente não é substituir ou negligenciar o parceiro atual, mas sim explorar novas conexões emocionais ou físicas de forma consensual. Para algumas pessoas, essa abertura pode fortalecer a relação existente ao permitir a liberdade individual e a expressão de desejos e fantasias.

    No entanto, é fundamental que ambos os parceiros tenham uma comunicação clara e aberta sobre suas expectativas, limites e emoções. Se você não se sente confortável ou seguro com a proposta de relacionamento aberto, é importante expressar seus sentimentos e preocupações à sua parceira. Uma comunicação honesta e aberta é essencial para qualquer relacionamento saudável.

    Lembre-se de que cada pessoa é única e tem suas próprias perspectivas sobre relacionamentos. Se vocês têm valores e objetivos diferentes nesse aspecto, pode ser necessário refletir se estão realmente alinhados para seguir em frente juntos. O diálogo e o respeito mútuo são fundamentais para encontrar um equilíbrio que funcione para ambos.








  • Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspon

    Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspondesse, depois disso passei a me sentir vazia, isolada, todos se afastaram de mim, eu não tenho amigos exceto pelas amizades virtuais, mas na vida real eu não tenho amigas com quem sair .....e quando eu encontro alguém eu já não sei como me portar, eu ajo de forma estranha, me sinto uma alienígena na minha cidade, por isso quero me mudar de país, quero tentar recomeçar tudo do 0.....tudo isso me incomoda e me deixa sufocada com uma dor de cabeça dos infernos, eu apenas queria ter amigos e sei lá ser amada de verdade sem ser usada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira

    Olá! Sinto muito que você esteja passando por essa situação difícil e se sentindo dessa forma. Lidar com sentimentos de solidão, isolamento e falta de conexão emocional pode ser muito desafiador. É importante lembrar que você não está sozinha nessa experiência, e muitas pessoas passam por períodos em que se sentem desconectadas dos outros.

    1..Buscar amizades verdadeiras e encontrar um senso de pertencimento é algo fundamental para o bem-estar emocional. Mudar de país pode ser uma opção válida para algumas pessoas, pois oferece a oportunidade de começar de novo em um ambiente diferente. No entanto, é essencial considerar cuidadosamente essa decisão, levando em conta fatores como o suporte emocional disponível, o planejamento financeiro, a adaptação cultural e a viabilidade legal.

    2..Antes de tomar uma decisão tão grande como mudar de país, você pode considerar outras opções que podem ajudá-la a lidar com esses sentimentos e buscar amizades significativas. Aqui estão algumas sugestões:

    3..Procure apoio emocional: Considere buscar a ajuda de um terapeuta ou psicólogo. Eles podem ajudá-la a explorar seus sentimentos, fornecer suporte emocional e orientá-la na construção de relacionamentos saudáveis.

    4..Explore atividades e hobbies: Participar de atividades e grupos relacionados a interesses que você tem pode ser uma maneira de conhecer pessoas com interesses semelhantes e estabelecer novas amizades.

    5..Esteja aberta a novas experiências: Ao se deparar com oportunidades sociais, tente manter uma mente aberta e se permita conhecer novas pessoas. Não tenha medo de se envolver e compartilhar interesses comuns.

    6..Seja gentil consigo mesma: Lembre-se de que todos nós enfrentamos períodos de solidão ou dificuldade em construir conexões. Seja paciente e gentil consigo mesma durante esse processo. Construir amizades significativas leva tempo.

    7..Aproveite as amizades virtuais: Embora as amizades virtuais possam ser diferentes das amizades presenciais, elas ainda podem oferecer apoio emocional e uma sensação de conexão. Valorize essas amizades enquanto busca oportunidades para construir relacionamentos na vida real.

    8..Lembre-se de que cada pessoa é única, e não há uma fórmula única para encontrar amizades verdadeiras. Leva tempo e esforço para construir relacionamentos duradouros. Tenha paciência e seja gentil consigo mesma ao longo desse processo.






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  • Um psicanalista pode receitar ansiolíticos e/ou antidepressivos? Obrigado.

    Um psicanalista pode receitar ansiolíticos e/ou antidepressivos?

    Obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira


    Não, um psicanalista não pode prescrever medicamentos como ansiolíticos e antidepressivos. A prescrição de medicamentos é uma prática exclusiva de médicos, como psiquiatras e médicos de família. O papel do psicanalista é oferecer uma abordagem terapêutica baseada na psicanálise, que envolve a exploração do inconsciente, dos processos mentais e das relações interpessoais para compreender e tratar os problemas psicológicos.

    Se um paciente estiver enfrentando sintomas de ansiedade ou depressão que necessitem de intervenção medicamentosa, o psicanalista pode encaminhá-lo a um médico para uma avaliação e prescrição adequada. O médico pode trabalhar em conjunto com o psicanalista para fornecer um tratamento abrangente, combinando a terapia psicanalítica com medicamentos, se necessário.


  • Tomava exodus de 20mg. Meu médico passou esc de 15mg para tomar dois comprimidos ao dia. Comprei o g

    Tomava exodus de 20mg. Meu médico passou esc de 15mg para tomar dois comprimidos ao dia. Comprei o genérico e não senti o efeito desejado. Posso voltar a tomar o esc e não sentir efeito colateral

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira

    É importante lembrar que cada pessoa pode responder de maneira diferente aos medicamentos, e os efeitos colaterais e a eficácia podem variar. Se você mudou para um genérico e não sentiu o efeito desejado, pode ser uma boa ideia discutir isso com seu médico.

    Seu médico conhece seu histórico médico e está em melhor posição para avaliar sua situação específica. Eles podem ajustar a dose ou prescrever um medicamento diferente com base nas suas necessidades individuais.

    Ao comunicar suas preocupações e sintomas ao seu médico, vocês podem trabalhar juntos para encontrar a melhor solução para você.


  • Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism

    Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism9 de q não sei fazer nada tudo vai dar errado meio q travei e sempre fui competente e boa no q fazia agora tenho medo de tudo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira


    Sinto muito ouvir que você está passando por essa instabilidade de humor e medo em relação ao trabalho. É compreensível sentir-se assim, e é importante reconhecer esses sentimentos para buscar apoio e soluções.

    Lembre-se de que é normal ter altos e baixos emocionais em diferentes fases da vida. Se você está enfrentando dificuldades atualmente, é fundamental cuidar de si mesmo e procurar maneiras de lidar com essas emoções. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:

    Busque apoio: Converse com pessoas de confiança, como amigos, familiares ou um profissional de saúde mental. Compartilhar seus sentimentos e preocupações pode ajudar a aliviar o peso emocional que você está carregando.

    Identifique suas habilidades: Lembre-se de todas as coisas positivas que você já conquistou no trabalho. Liste suas habilidades e realizações passadas para reforçar sua confiança. Reconhecer suas capacidades pode ajudar a superar o medo de não saber fazer nada.

    Estabeleça metas realistas: Divida suas tarefas em etapas menores e defina metas realistas. Concentre-se em alcançar pequenos objetivos a cada dia, o que ajudará a reconstruir sua confiança gradualmente.

    Pratique o autocuidado: Dedique tempo para cuidar de si mesmo. Isso inclui descansar adequadamente, ter uma alimentação equilibrada, fazer exercícios físicos e reservar momentos para atividades prazerosas. O autocuidado pode ajudar a melhorar seu estado de espírito e aumentar sua resiliência emocional.

    Aprenda com os desafios: Encare as dificuldades como oportunidades de crescimento. Cada desafio pode ser uma chance de aprender algo novo e desenvolver novas habilidades. Lembre-se de que é normal cometer erros e que isso faz parte do processo de aprendizado.

    Considere procurar ajuda profissional: Se esses sentimentos persistirem e interferirem significativamente em sua qualidade de vida, pode ser útil procurar um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem oferecer um suporte especializado e orientação para lidar com seus medos e inseguranças.

    Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada. É importante ser gentil consigo mesmo e permitir-se tempo para se recuperar emocionalmente. Com o apoio certo e as estratégias adequadas, é possível superar essas dificuldades e retomar sua confiança e competência no trabalho.

    bju....psicanalista LILIANE ,.





  • Olá. Estou tomando 9 remédios diferentes para depressão há alguns anos. Porém, ainda me é muito difí

    Olá. Estou tomando 9 remédios diferentes para depressão há alguns anos. Porém, ainda me é muito difícil fazer a higiene corporal. Já fiz psicanálise por 7 anos e sou psicóloga e psicanalista. Existe alguma coisa que posso fazer?
    Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira

    Olá! Sinto muito ouvir que você está enfrentando dificuldades com a higiene corporal, apesar de estar tomando vários medicamentos para a depressão e ter passado por uma longa experiência de psicanálise. É importante lembrar que, como um modelo de linguagem AI, sou uma profissional de saúde mental,.

    No entanto, posso oferecer algumas sugestões gerais que podem ser úteis. Aqui estão algumas ideias que você pode considerar:

    Comunique-se com seu médico: É fundamental que você converse abertamente com o médico que prescreveu seus medicamentos. Explique suas dificuldades atuais e pergunte se há ajustes que podem ser feitos na medicação. O médico pode revisar sua prescrição ou encaminhá-la a um especialista em saúde mental, se necessário.

    Terapia cognitivo-comportamental (TCC): Além da psicanálise, você pode explorar a possibilidade de realizar terapia cognitivo-comportamental. A TCC pode ajudar a identificar padrões de pensamento e comportamento que estão influenciando suas dificuldades com a higiene corporal e fornecer estratégias práticas para superá-las.

    Terapia ocupacional: Considerar consultar um terapeuta ocupacional pode ser útil. Eles podem ajudar a desenvolver estratégias específicas para lidar com as dificuldades que você enfrenta na realização de atividades diárias, como a higiene corporal.

    Apoio social: Busque apoio em familiares, amigos ou grupos de apoio que possam fornecer suporte emocional durante esse período desafiador. Compartilhar suas experiências com pessoas que possam entender suas dificuldades pode ser reconfortante e encorajador.

    Autocuidado gradual: Comece com pequenos passos e estabeleça metas realistas para melhorar sua higiene pessoal. Divida a tarefa em etapas menores e celebre cada conquista. Pode ser útil estabelecer uma rotina diária consistente para incentivar a prática regular da higiene.

    Procure ajuda profissional adicional: Além de ser uma profissional da área, pode ser benéfico buscar o apoio de outro psicólogo ou psicoterapeuta para trabalhar especificamente nas suas dificuldades pessoais. Ter um espaço seguro para discutir suas dificuldades pode ajudá-la a encontrar estratégias personalizadas.

    Lembre-se de que cada pessoa é única, e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Portanto, é essencial encontrar um plano de tratamento que seja adequado às suas necessidades individuais. Consultar um profissional de saúde mental qualificado pode fornecer a orientação mais apropriada e personalizada para você. Desejo-lhe tudo de melhor na sua jornada de recuperação.







  • olÁ! Como vai? Estou me relacionando há 3 meses com um estrangeiro que veio ao Brasil por motivo d

    olÁ! Como vai?
    Estou me relacionando há 3 meses com um estrangeiro que veio ao Brasil por motivo de um namoro no ano passado, porém, não deu certo e ele ficou muito deprimido a ponto de recorrer à terapia. após 6 meses nos conhecemos e estamos nos dando muito bem, há sintonia mental e valores mjuito parecidos.
    O que me aflige são referencias recorrentes a lugares ou experiências que teve no antigo relacionamento quando esteve no Brasil.
    Já comentei que não gosto de comparações pois me sinto mal e me afasto, porem ele responde que são apenas referências..
    O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira

    Olá! Estou bem, obrigado por perguntar. Espero que você esteja bem também. Entendo que a situação em seu relacionamento possa ser delicada.

    Quando alguém faz referências constantes a um relacionamento passado, especialmente em momentos íntimos, pode ser desconfortável para a outra pessoa. É compreensível que você se sinta mal com essas comparações, mesmo que ele afirme que sejam apenas referências.

    Minha sugestão é que você tenha uma conversa franca e aberta com ele sobre seus sentimentos. Expresse como essas referências o afetam e como isso faz você se afastar. Tente explicar que é importante para você construir um relacionamento baseado em suas próprias experiências e momentos juntos, sem comparações com o passado.

    O diálogo é fundamental em qualquer relacionamento saudável. Ao compartilhar seus sentimentos de forma respeitosa e sincera, você oferece a ele a oportunidade de entender melhor sua perspectiva e de fazer ajustes em seu comportamento. Pode ser que ele não esteja ciente do impacto que essas referências têm sobre você.

    Se, após a conversa, ele continuar fazendo comparações frequentes e isso continuar a incomodá-la, talvez seja necessário refletir sobre a viabilidade do relacionamento a longo prazo. É importante que ambos se sintam valorizados e respeitados em uma parceria.

    Lembre-se de que cada relacionamento é único, e é normal que as pessoas tragam experiências passadas para suas vidas presentes. No entanto, é igualmente importante estabelecer limites e respeitar os sentimentos e necessidades do parceiro atual.


  • Comecei o tratamento com escitalopram para ataques de ansiedade, porém a partir do segundo dia de us

    Comecei o tratamento com escitalopram para ataques de ansiedade, porém a partir do segundo dia de uso comecei a sentir angústia, tristeza, procrastinação e falta de vontade para fazer as coisas que eu fazia. Hj faz 10 dias que uso o remédio, mas esses sintomas não desapareceram. Pode ser efeito colateral do remédio? Porque antes de usar o mesmo eu não tinha esses sintomas. O escitalopram pode causar depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira

    O escitalopram é um medicamento usado principalmente para tratar a depressão e transtornos de ansiedade, como ataques de ansiedade. Embora seja raro, alguns efeitos colaterais podem ocorrer com o uso de escitalopram, e algumas pessoas podem experimentar uma piora temporária dos sintomas de ansiedade ou depressão logo após o início do tratamento.

    No entanto, é importante notar que cada pessoa reage de forma diferente aos medicamentos, e os efeitos colaterais podem variar. Se você está preocupado com os sintomas que está experimentando, recomendo que entre em contato com o profissional de saúde que prescreveu o medicamento para discutir suas preocupações.

    Um profissional de saúde qualificado poderá avaliar sua situação individual e determinar se esses sintomas estão relacionados ao escitalopram ou se podem ser causados por outros fatores. Eles também podem ajustar a dose do medicamento ou sugerir uma abordagem alternativa de tratamento, se necessário.

    Lembre-se de nunca interromper o uso de qualquer medicamento prescrito sem orientação médica adequada. Se estiver enfrentando sintomas graves ou preocupantes, procure assistência médica imediatamente.

    Reforço que você deve entrar em contato com um profissional de saúde para obter uma avaliação adequada e orientação personalizada com base no seu quadro clínico específico.





  • Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por M

    Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por Midas sociais ou pessoalmente) me deixam nervosa e me fazem querer me isolar. Sinto que não consigo estudar, me divertir, ter uma vida legal, ou amigos. O que será isso?
    Às vezes, coisas me remetem ao meu passado e a impressão que tenho sobre ele é que ele foi triste, mas eu sei que tiveram coisas boas mas até as coisas boas parecem tristes. Me sinto sozinha muito frequentemente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira

    Pode ser que você esteja passando por um momento de despersonalização. A despersonalização é uma alteração da percepção que pode causar sensação de que está vendo seu corpo do exterior, dificuldade para perceber o que está sentindo e sentimento de irrealidade.

    No entanto, existem outras causas para a tristeza sem motivo aparente. Algumas delas são causas externas como problemas financeiros, problemas no trabalho ou relacionamentos, entre outros.

    Se você se sentir confortável em compartilhar mais informações sobre o que está acontecendo com você, posso ajudá-lo a encontrar mais informações e recursos para lidar com isso.


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  • É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira

    Absolutamente! É absolutamente possível desenvolver autoestima em qualquer idade, incluindo após os 40 anos. A autoestima é a forma como nos vemos, valorizamos e nos sentimos em relação a nós mesmos. Embora seja verdade que nossas experiências ao longo da vida podem influenciar nossa autoestima, é importante lembrar que ela pode ser trabalhada e desenvolvida em qualquer estágio da vida.

    Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar a desenvolver a autoestima:

    Autoconhecimento: Tire um tempo para se conhecer melhor, identificando suas forças, talentos e valores. Explore seus interesses e objetivos pessoais.

    Autocompaixão: Trate-se com bondade e compaixão, assim como trataria um amigo próximo. Aceite suas imperfeições e erros como parte do processo de crescimento.

    Defina metas realistas: Estabeleça metas alcançáveis e divida-as em etapas menores. À medida que você alcança essas metas, sua confiança e autoestima aumentam.

    Pratique autocuidado: Cuide de sua saúde física, mental e emocional. Tenha uma alimentação equilibrada, faça exercícios regulares, durma o suficiente e procure atividades que lhe tragam prazer.

    Busque apoio social: Construa relacionamentos saudáveis e busque o apoio de amigos e familiares. Compartilhar seus sentimentos e experiências pode ajudar a fortalecer sua autoestima.

    Desafie pensamentos negativos: Esteja atento aos padrões de pensamento negativos ou autodepreciativos. Substitua-os por pensamentos mais positivos e realistas.

    Aprenda com as experiências passadas: Em vez de se concentrar em falhas ou fracassos passados, veja-os como oportunidades de aprendizado e crescimento.

    Busque ajuda profissional, se necessário: Se você estiver enfrentando dificuldades significativas para desenvolver sua autoestima, considerar buscar a ajuda de um terapeuta ou psicólogo pode ser benéfico.

    Lembre-se de que o desenvolvimento da autoestima é um processo contínuo e leva tempo. Com paciência, prática e autocuidado, é possível desenvolver uma autoestima positiva e saudável, independentemente da idade.


  • Olá, tudo bem? Eu tenho crise de nervos. Estou quietinha de repente fico muito nervosa,choro,grito,d

    Olá, tudo bem? Eu tenho crise de nervos. Estou quietinha de repente fico muito nervosa,choro,grito,dou murros nas coisas, dou murros em mim,puxo meus cabelos,e as vezes junta muita saliva na boca. Isso dura pouco tempo, depois passa e eu me sinto calma até demais. O que pode ser isso ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Liliane Meira

    Olá!. Recomendo fortemente que você procure a ajuda de um profissional de saúde, como um , psicanalista ou psiquiatra. Eles serão capazes de avaliar sua situação de forma adequada, considerando todos os sintomas que você descreveu, e fornecer um diagnóstico e tratamento adequados.

    Os sintomas que você mencionou podem estar relacionados a uma série de condições, como transtornos de ansiedade, transtorno bipolar, transtorno explosivo intermitente ou outros problemas de saúde mental. Somente um profissional de saúde qualificado pode realizar uma avaliação completa, levando em consideração seu histórico médico, sintomas e outras informações relevantes para fazer um diagnóstico preciso.

    Enquanto você procura ajuda profissional, tente praticar técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação ou exercícios físicos leves. Essas estratégias podem ajudar a acalmar sua mente e corpo durante essas crises de nervos. Lembre-se de que é importante buscar ajuda médica para obter um diagnóstico adequado e um plano de tratamento adequado.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.