Perguntas do paciente (11)
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Que tipo de perguntas um profissional de saúde mental faz para diagnosticar o Transtorno Obsessivo-C
Que tipo de perguntas um profissional de saúde mental faz para diagnosticar o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de pensamentos intrusivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os pensamentos intrusivos podem estar presentes em diversas condições, e o diagnóstico de Transtorno Obsessivo-Compulsivo vai muito além de identificar ideias repetitivas. Em consulta, investigo a história da pessoa, a presença de rituais ou comportamentos repetitivos, a intensidade da ansiedade, e como esses pensamentos interferem no cotidiano. Como sendo um transtorno que afeta tanto o pensamento (obsessivo) quanto o comportamento (compulsivo), investigar a fundo a história de vida do paciente, desde a sua mais tenra infância é fundamental.
Na abordagem psicanalítica, também é importante compreender como o sujeito se relaciona com esses pensamentos, quais sentimentos eles despertam e qual sentido podem ter na sua história pessoal. Cada caso é único, e por isso o diagnóstico nunca é automático: ele é construído ao longo do processo clínico.
Se estiver passando por isso, é importante buscar avaliação profissional presencial. Estou à disposição.
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Meu filho de 6 anos é muito emotivo e sensível. Mas sempre foi desinibido. Desde o ultimo ano notei
Meu filho de 6 anos é muito emotivo e sensível. Mas sempre foi desinibido. Desde o ultimo ano notei que ele fica com vergonha e timido em certas ocasioes. Nas apresentações da escola , sempre foi destaque. Mas hj fica nervoso, chora e nao consegue apresentar. Nos ensaios com a turma corre tudo bem , mas quando chega o dia da apresentação, nao consegue lidar. Percebo que ele luta para conseguir. Mas nao consegue e se frustra. É hr de procurar ajuda ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito comum que crianças sensíveis e inteligentes apresentem ansiedade diante de situações sociais. Quando isso começa a causar sofrimento e frustração, como você relatou, é um bom momento para buscar ajuda especializada. Uma escuta cuidadosa pode ajudá-lo a elaborar o que está por trás dessa dificuldade.
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Uma pessoa com ansiedade tem risco maior de sofrer de outros transtornos psiquiátricos?
Uma pessoa com ansiedade tem risco maior de sofrer de outros transtornos psiquiátricos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pessoas com ansiedade têm maior risco de desenvolver outros transtornos como depressão, transtornos alimentares e até sintomas físicos também. Por isso a importância de um tratamento adequado que certamente consistirá em psicoterapia e possivelmente acompanhamento psiquiátrico.
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Faz uns anos, que sinto uma carência em relação a relacionamento, eu me sinto muito sozinho, e tenho
Faz uns anos, que sinto uma carência em relação a relacionamento, eu me sinto muito sozinho, e tenho 19 anos, ainda não trabalho, e não tive namoradas, eu tenho vontade mas não sei em qual lugar ir para conhecer pessoas novas, eu quase todo dia fico pensando nisso, eu sempre gostei de escutar músicas românticas, não sei se isso está me fazendo mal.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O início da vida adulta costuma trazer muitas dúvidas sobre amor, identidade e pertencimento. Sentir-se sozinho e idealizar o amor são sentimentos comuns nessa fase, mas quando isso começa a causar sofrimento, é importante procurar um espaço terapêutico para se entender melhor e construir vínculos mais saudáveis.
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Olá o meu marido gasta de faser sexo comigo mas gosta de ver outros homen fazendo sexo comigo e depo
Olá o meu marido gasta de faser sexo comigo mas gosta de ver outros homen fazendo sexo comigo e depois o homem faz sexo anal com nele isso é normal n me sinto confortável ver o homem fazendo sexo anal nele. Meu marido é gay
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Questões ligadas ao desejo e à sexualidade são complexas e podem confundir até os próprios envolvidos. O mais importante é que você se sinta respeitada e escutada. Um processo terapêutico pode ajudar muito a entender os próprios limites e a lidar com essa situação de forma mais segura.
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Faz 13 anos que perdi meu avô. Na época, eu tinha apenas 12 anos. Desde então, minha vida mudou prof
Faz 13 anos que perdi meu avô. Na época, eu tinha apenas 12 anos. Desde então, minha vida mudou profundamente. A dor da perda desencadeou em mim uma série de questões emocionais com as quais luto até hoje. Desenvolvi fobia social, depressão e transtornos de ansiedade. E mesmo antes da morte dele, eu já lidava com outras questões como: compulsão alimentar, automutilação e bulimia.
Hoje, aos 24 anos, continuo tentando lidar com essas feridas. Uma das coisas mais dolorosas é pensar na possibilidade de perder meus pais. Só de imaginar essa ideia, meu coração dispara. Às vezes entro em pânico, choro, fico completamente abalada.
Essa é uma questão tão profunda que parece ter causado um tipo de apagão na minha mente. Desde que meu avô faleceu, é como se certas memórias tivessem se apagado — eu não consigo lembrar a data de aniversário dos meus pais, da minha irmã... Eu evito até saber a idade deles. Não porque eu não me importe, mas porque isso me machuca, me traz à tona a realidade do tempo passando.
Atualmente faço uso de Sertralina de 100mg, e para tentar me ajudar a lidar com esse assunto, recorro para alguns livros que tratem sobre isso. Atualmente estou lendo " Tudo bem não estar tudo bem", mas já li dois livrinhos infantis, como " Pode chorar coração, mas fique inteiro" e " O que eu faço com esse buraco ?". Para de alguma forma tentar acalentar meu coração e minha mente.
Mas tem vezes que não sei mais o que fazer.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Perdas na infância podem deixar marcas profundas, especialmente quando não foram vividas com apoio emocional. Seu relato mostra coragem. É possível sim tratar essas feridas, mesmo muitos anos depois. A terapia pode ser um caminho para reconstruir o que foi rompido e retomar sua vitalidade.
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Eu era apaixonada pelo meu psicólogo a muito tempo antes de iniciar a terapia com ele, conhecia de v
Eu era apaixonada pelo meu psicólogo a muito tempo antes de iniciar a terapia com ele, conhecia de vista. Falei com ele na terapia sobre meus sentimentos de antes da terapia e q nao mudou e até que ele reconheceu q eu gostava de vdd dele dps de várias conversas. Encerramos a terapia tem 3 anos quase e hoje ele está abrindo o consultório dele. Sou arquiteta, posso oferecer meus serviços p ele de desenho do consultório e assim se ele permitir iniciar amizade e quem sabe algo a mais? Hoje faço terapia com outra psicóloga, já tem quase 1 ano q faço. E olhem bem: ainda gosto mto do meu antigo psicólogo. Lembrem q já gostava antes de iniciar a terapia com ele
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentimentos em relação ao terapeuta não são raros e podem durar mesmo após o fim da terapia. É importante respeitar o tempo de elaboração emocional antes de estabelecer qualquer vínculo fora do setting. Talvez ainda haja algo a ser elaborado nesse antigo vínculo. O papel mais importante do do profissional é respeitar e acolher as necessidades psíquicas do seu paciente e saber cumprir este papel com ética.
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Falei para a minha psicóloga que amo ela desde bem antes da terapia começar, pq eu já conhecia ela d
Falei para a minha psicóloga que amo ela desde bem antes da terapia começar, pq eu já conhecia ela de vista do meu bairro e já olhava pra ela com outros olhos e acabei pedindo pra ela ser minha psicóloga. Vejam bem, EU JA OLHAVA COM OUTROS OLHOS UNS 2 ANOS ANTES DA TERAPIA COMEÇAR. Como posso saber se há contratransferencia? Eu sei quando tem essa contratransferencia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A contratransferência é uma resposta emocional do analista ao paciente. Quando o sentimento vem de quem procura a terapia, antes mesmo de iniciar, o mais importante é levar esse tema para o setting e elaborá-lo com honestidade. Relações transferenciais são valiosas para o processo analítico — e não motivo de culpa.
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É normal olhar pra objetos, e ficar imaginando eles ao contrário de ponta cabeça, ou com coisas nele
É normal olhar pra objetos, e ficar imaginando eles ao contrário de ponta cabeça, ou com coisas nele que não fazem sentido?? Pode fazer parte de algum distúrbio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A mente humana tem capacidade criativa e simbólica — mas quando imagens mentais se tornam persistentes, intrusivas ou desconfortáveis, pode ser sinal de ansiedade ou outro transtorno. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a entender melhor o que está acontecendo.
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Quais as características psicológicas mais importantes das pessoas com neurose de angústia?
Quais as características psicológicas mais importantes das pessoas com neurose de angústia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na neurose de angústia, o sofrimento se manifesta menos por pensamentos e mais por sintomas físicos ou crises de ansiedade intensas. A pessoa sente um mal-estar sem causa clara, como se algo ruim estivesse prestes a acontecer, sem conseguir nomear o que é. O tratamento psicoterápico permite que a pessoa sinta-se livre para expressar e simbolizar sua angústia, resultando em alívio e reabilitação.
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Quais as diferenças entre a ciclotimia e os transtornos bipolares ?
Quais as diferenças entre a ciclotimia e os transtornos bipolares ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ciclotimia é uma forma mais leve de transtorno do humor, com oscilações emocionais mais sutis do que no transtorno bipolar. Já o transtorno bipolar envolve episódios mais intensos de euforia (mania) e depressão, que impactam fortemente a vida cotidiana.
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Perguntas frequentes
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Bom dia! Tenho 30 anos e percebo há um tempo que minha questão hormonal afeta demais meu emocional.
Sim, existem outras opções. Alterações importantes de humor relacionadas…