Perguntas do paciente (43)

  • Transtornos de personalidade não são tratáveis ? .

    Transtornos de personalidade não são tratáveis ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Essa é uma pergunta muito comum — e muito legítima.

    Os transtornos de personalidade são formas estruturadas e persistentes de funcionamento psíquico, geralmente construídas ao longo de toda a vida, a partir de experiências muito precoces, marcas familiares e histórias emocionais profundas.

    Por isso, não costumamos falar em “cura” no sentido tradicional, como se fosse possível eliminar completamente essas características. Mas falamos, sim, em transformação da consciência, ampliação da autonomia emocional e mudanças reais nos padrões de relação.

    O tratamento se dá principalmente por meio da psicoterapia. No meu trabalho, utilizo uma abordagem integrativa, com base na visão sistêmica, hipnose ericksoniana, programação neurolinguística (PNL) e outras ferramentas terapêuticas que ajudam a pessoa a compreender como esses padrões foram construídos — e, a partir disso, encontrar caminhos mais leves e conscientes para se relacionar com o mundo e com as próprias emoções.

    Não é um processo rápido. Exige vínculo, tempo, presença e muita escuta. Mas é possível, sim, viver com mais leveza, sair dos automatismos de defesa e acessar recursos internos que estavam escondidos por trás da dor.

    O objetivo da terapia não é “consertar” ninguém, mas acolher a história e abrir novas possibilidades de existência, onde as relações não sejam pautadas apenas pelo medo, desconfiança ou controle.


  • Existe a possibilidade de cura para o Transtorno de Personalidade Paranoide?

    Existe a possibilidade de cura para o Transtorno de Personalidade Paranoide?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Essa é uma pergunta muito comum — e muito legítima.

    Os transtornos de personalidade são formas estruturadas e persistentes de funcionamento psíquico, geralmente construídas ao longo de toda a vida, a partir de experiências muito precoces, marcas familiares e histórias emocionais profundas.

    Por isso, não costumamos falar em “cura” no sentido tradicional, como se fosse possível eliminar completamente essas características. Mas falamos, sim, em transformação da consciência, ampliação da autonomia emocional e mudanças reais nos padrões de relação.

    O tratamento se dá principalmente por meio da psicoterapia. No meu trabalho, utilizo uma abordagem integrativa, com base na visão sistêmica, hipnose ericksoniana, programação neurolinguística (PNL) e outras ferramentas terapêuticas que ajudam a pessoa a compreender como esses padrões foram construídos — e, a partir disso, encontrar caminhos mais leves e conscientes para se relacionar com o mundo e com as próprias emoções.

    Não é um processo rápido. Exige vínculo, tempo, presença e muita escuta. Mas é possível, sim, viver com mais leveza, sair dos automatismos de defesa e acessar recursos internos que estavam escondidos por trás da dor.

    O objetivo da terapia não é “consertar” ninguém, mas acolher a história e abrir novas possibilidades de existência, onde as relações não sejam pautadas apenas pelo medo, desconfiança ou controle.


  • O que são delírios paranoicos? .

    O que são delírios paranoicos? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga



    Quando alguém fala em delírio, normalmente pensamos em algo completamente fora da realidade. Mas no delírio paranoico, a pessoa está convencida de que está sendo perseguida, vigiada ou alvo de algum tipo de conspiração — mesmo quando não há nenhum fato que comprove isso.

    É diferente de uma simples desconfiança. No delírio paranoico, essa crença é tão intensa e rígida que não se desfaz com argumentos ou evidências. Para quem está vivendo isso, a ameaça parece real.

    Na minha prática clínica, eu olho para essas construções psíquicas com muita delicadeza. Por trás de um delírio, muitas vezes existe uma dor profunda, uma história marcada por traumas, exclusões ou experiências em que confiar foi perigoso.

    O tratamento envolve criar um espaço seguro, onde a escuta é feita sem julgamento e com muito respeito pela realidade interna daquela pessoa. Com o tempo e o vínculo, vamos abrindo frestas para novas interpretações, trabalhando o medo e ajudando a reorganizar essa percepção de mundo tão distorcida, mas que carrega sentido simbólico e afetivo para quem a vive.
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  • Pessoas com Transtorno Da Personalidade Paranóide é de difícil convivência nas relações intrafamilia

    Pessoas com Transtorno Da Personalidade Paranóide é de difícil convivência nas relações intrafamiliares e interpessoais ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Sim, e é importante falar disso com respeito e compreensão.

    Pessoas com esse tipo de estrutura psíquica geralmente vivem em estado de alerta constante. Elas interpretam gestos neutros como ameaças, se sentem atacadas com facilidade e têm dificuldade em confiar — mesmo nas pessoas mais próximas.

    Isso pode gerar muito desgaste nas relações, especialmente dentro da família, onde a intimidade exige abertura, vulnerabilidade e troca. O problema é que, para quem tem um funcionamento paranoide, essas trocas podem parecer perigosas. Então a pessoa se protege atacando, desconfiando, afastando.

    Na prática clínica, percebo o quanto isso pode gerar dor tanto para quem vive nessa estrutura quanto para os familiares. Mas ao invés de rotular ou rejeitar, é importante olhar com empatia: geralmente há uma história de vida marcada por experiências de traição, invasão, abandono ou desamparo.

    O caminho é o vínculo terapêutico — e, no caso das relações familiares, a psicoeducação e, quando possível, o acompanhamento terapêutico sistêmico, onde os vínculos podem ser olhados com mais profundidade, sem culpa e sem acusação.

    Conviver pode ser desafiador, sim. Mas com consciência e suporte, é possível transformar o tipo de relação que se estabelece, e até mesmo abrir espaço para mais confiança e verdade.


  • Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos s

    Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos sintomas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Essa é uma pergunta muito comum — e muito legítima.

    Os transtornos de personalidade são formas estruturadas e persistentes de funcionamento psíquico, geralmente construídas ao longo de toda a vida, a partir de experiências muito precoces, marcas familiares e histórias emocionais profundas.

    Por isso, não costumamos falar em “cura” no sentido tradicional, como se fosse possível eliminar completamente essas características. Mas falamos, sim, em transformação da consciência, ampliação da autonomia emocional e mudanças reais nos padrões de relação.

    O tratamento se dá principalmente por meio da psicoterapia. No meu trabalho, utilizo uma abordagem integrativa, com base na visão sistêmica, hipnose ericksoniana, programação neurolinguística (PNL) e outras ferramentas terapêuticas que ajudam a pessoa a compreender como esses padrões foram construídos — e, a partir disso, encontrar caminhos mais leves e conscientes para se relacionar com o mundo e com as próprias emoções.

    Não é um processo rápido. Exige vínculo, tempo, presença e muita escuta. Mas é possível, sim, viver com mais leveza, sair dos automatismos de defesa e acessar recursos internos que estavam escondidos por trás da dor.

    O objetivo da terapia não é “consertar” ninguém, mas acolher a história e abrir novas possibilidades de existência, onde as relações não sejam pautadas apenas pelo medo, desconfiança ou controle.


  • Como tratar pessoas com transtorno de personalidade paranoide?

    Como tratar pessoas com transtorno de personalidade paranoide?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Quando me perguntam isso, eu sempre gosto de lembrar que o cuidado com alguém que vive sob um olhar desconfiado e defensivo do mundo precisa ser antes de tudo respeitoso, gentil e muito paciente.

    No meu trabalho, eu não utilizo técnicas diretivas ou confrontativas. A escuta é o primeiro passo — uma escuta que não julga e que sustenta o espaço da relação com firmeza e acolhimento.

    Uso a abordagem sistêmica, a hipnose ericksoniana, práticas integrativas e, principalmente, uma escuta que considera a história familiar, os vínculos primários e os lugares ocupados dentro do sistema. Muitas vezes, essa estrutura de personalidade nasce como uma forma de defesa diante de vivências precoces de traição, rejeição ou invasão.

    A partir do vínculo terapêutico, vamos trabalhando juntos a possibilidade de confiar, de se abrir para novas leituras da realidade e de sair aos poucos da lógica de vigilância constante.

    É um processo que exige tempo, cuidado e presença. Não é sobre "mudar o outro", mas sobre oferecer novas possibilidades de experimentar o mundo de forma mais leve, com menos ameaça e mais verdade.


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  • Tenho 19 anos e estou me sentindo muito mal, acho que tenho depressão. Não sei como contar isso aos

    Tenho 19 anos e estou me sentindo muito mal, acho que tenho depressão. Não sei como contar isso aos meus pais. Eles são os pais mais amorosos que eu poderia ter e sei que eles vão me apoiar. Mas é muito estranho. Não sei como contar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga




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    Querido, antes de tudo: obrigada por ter coragem de colocar em palavras o que está sentindo. Dizer que você está se sentindo mal, que acha que pode estar em depressão e que não sabe como falar isso aos seus pais, já mostra o quanto existe dentro de você alguém que quer ser cuidado. E isso é um passo muito importante.

    Você tem 19 anos. Faz parte de uma geração — a chamada geração Z — que está sendo estudada no mundo inteiro justamente pelo aumento alarmante dos casos de depressão, ansiedade, ideação suicida e crises de identidade. Segundo várias pesquisas atuais, nunca houve uma geração com tantos recursos digitais, acesso à informação e amor explícito dos pais — e, ao mesmo tempo, tanta dor emocional não elaborada.

    Muitos desses jovens, como você, cresceram cercados de cuidado e proteção, mas não foram preparados emocionalmente para lidar com a dor, com a frustração e com a complexidade da vida interna. Não porque os pais não amem — ao contrário. Muitas vezes, amam tanto que não percebem que precisam permitir que os filhos sintam e enfrentem a vida real com autonomia, com amadurecimento emocional.

    É por isso que você está se sentindo assim: com um peso no peito, sem conseguir explicar, e com vergonha ou medo de preocupar os pais — mesmo sabendo que eles são amorosos. Isso mostra que você já tem consciência, mas ainda não aprendeu a transformar isso em expressão emocional saudável. E não tem problema. Isso se aprende. Com apoio.

    Sim, pode ser depressão. E sim, você precisa de ajuda.

    Por isso, quero te fazer um convite: vamos conversar em um espaço terapêutico seguro, sigiloso e sem julgamento. Um espaço só seu, onde você pode aprender a se escutar, a entender o que está por trás desses sentimentos e encontrar caminhos possíveis.

    E mais: talvez o ideal seja que seus pais também façam parte desse processo em algum momento, por meio de uma sessão de terapia familiar sistêmica. Não para julgá-los, mas para ajudá-los a te ajudar melhor — com mais presença e menos projeção.

    O seu sofrimento é legítimo. E existe sim uma saída. Mas ela começa com um passo de coragem, que você já está dando ao escrever sobre isso.

    Se quiser, estou por aqui para te acompanhar. Vamos juntos?


  • Não sei bem se é coisa da idade ou algo assim, mas tenho a constante sensação e o pressen

    Não sei bem se é coisa da idade ou algo assim, mas tenho a constante sensação e o pressentimento de que vou morrer cedo. Não é algo que me causa medo ou angústia, é só uma certeza. Mesmo que eu consiga imaginar algum tipo de futuro, não sinto que vou chegar lá. Parece que tem uma parede que eu não sou/serei capaz de atravessar. Esse sentimento tem uns bons anos já. Só decidi perguntar isso aqui depois da minha mãe e da minha amiga, que estava presente na hora, me falarem que eu deveria ter reagido de um jeito diferente quando quase sofri um acidente um dia desses. E acho que elas estavam certas, não senti nenhuma preocupação, desespero ou coisa do gênero. Na hora, apenas aceitei a situação, acho que até pensei um "Então é isso" (mas tudo foi muito rápido, portanto, não tenho tanta certeza). Mesmo logo depois, nada mudou, realmente só fiquei mal por ter atrapalhado o dia do motorista. Eu ainda não sei muito bem o que concluir disso, mas queria saber o que os senhores e senhoras têm a dizer sobre...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Obrigada por compartilhar algo tão íntimo. A forma como você descreve essa sensação constante de morte iminente me chama atenção não só pela clareza com que você a sente, mas pela naturalidade com que a aceita — quase como se já estivesse em paz com algo que ainda não se cumpriu.

    Do ponto de vista psicoterapêutico e sistêmico, quando alguém vive com essa certeza interna de que "não vai durar muito", muitas vezes há por trás disso uma lealdade invisível a alguém do seu sistema familiar que pode ter morrido cedo — ou que pode ter desejado morrer. Pode ser um parente que teve uma morte trágica, ou alguém que foi excluído da história familiar por questões relacionadas à dor, ao abandono, ao suicídio ou à culpa.

    Na constelação familiar, compreendemos que essas sensações não surgem do nada: elas podem vir de um lugar muito profundo, de um amor cego que quer seguir ou reparar algo que não é da sua história, mas que mora no seu campo familiar. Isso é o que chamamos de emaranhamento sistêmico.

    Você me diz que não sente medo, apenas uma certeza. Mas a ausência de reação diante do acidente, a dificuldade de imaginar um futuro com verdade emocional, e o peso que você sentiu por ter "atrapalhado o motorista" mostram algo além: um possível instinto de morte prevalecendo sobre o instinto de vida.

    E aqui está o ponto central: mesmo que você tenha essa certeza, ainda há em você quem observa, quem questiona, quem escreve e quer entender. Essa parte que busca escuta e clareza é exatamente o seu movimento de vida. E é por aí que podemos começar.

    Na terapia — especialmente dentro de uma abordagem integrativa, como a que eu trabalho — a gente pode acolher esse sentimento sem julgá-lo, escutá-lo profundamente, e também descobrir o que está por trás dele. Muitas vezes, o que aparece como uma aceitação da morte é uma forma de negação da dor profunda. E isso pode ser um traço oculto de depressão, mesmo que não se manifeste nos padrões clássicos.

    Se você sentir esse chamado, te convido a fazer uma sessão comigo. Podemos olhar para esse pressentimento não como uma sentença, mas como um sinal que talvez esteja te dizendo: “olhe para sua história com mais profundidade.” E talvez — só talvez — você descubra que ainda há muita vida pedindo passagem dentro de você.

    Estou por aqui, se quiser dar esse passo. Acolho você com respeito, sem pressa e com presença.


  • A ansiedade pode gerar sintomas permanentes, ou seja, que não diminuem/somem mesmo quando a pessoa n

    A ansiedade pode gerar sintomas permanentes, ou seja, que não diminuem/somem mesmo quando a pessoa não está se sentindo ansiosa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Se a ansiedade é tratada e você passa a conhecer e identificar o que gera a ansiedade, quais são as situações e os sintomas, pensamentos ou situações, que antecedem por exemplo uma crise, você pode ir moldando seu comportamento, e também resolvendo os demais fatores que te levam a este estado, assim é realmente possível vencer a ansiedade. Porém ser tratar de forma adequada os sintomas podem ficar cada vez mais graves e permanentes


  • Há alguns dias eu vi, sem saber o que seria, um caso de miiase em um pênis. Desde então não consegui

    Há alguns dias eu vi, sem saber o que seria, um caso de miiase em um pênis. Desde então não consegui tirar as imagens da cabeça. Parece um pensamento intrusivo em looping. O que faço pra tirar essa imagem da minha cabeça?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Já tentou a hipnose? Através da hipnose é possível refazer essa memoria traumática, e substituir por outra, e também um trabalho diário com afirmações positivas para a reconstrução do seu pensamento, quando a imagem vem a toda, você tomar consciência de que não é algo muito comum, é uma exceção, é raro, por exemplo.


  • Expus ciúme ao meu marido por uma determinada situação, fiquei chateada com ele, ele detesta quando

    Expus ciúme ao meu marido por uma determinada situação, fiquei chateada com ele, ele detesta quando fico assim, chateada e fria, aí ele disse que se eu nao parasse com esse ciume iria contar pra minha família, achei o cúmulo, pois acho que o casal precisa ser cumplice um do outro, nao expor os defeitos dos cônjuges para as famílias, até disse isso a ele. Passou, ficamos bem, mas aí ele contou pra minha irmã no mesmo dia do ocorrido (descobri dias depois, fiquei magoada). Minha irmã foi muito imparcial e apenas disse que a gente ia ficar bem. Agora sinto vergonha por isso, por ele ter me exposto.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Vamos olhar para você, está com ciúmes, o marido age com você como se você fosse uma criança que precisa ser expostas a sua família. Eu vejo algumas dinâmicas aqui que precisam ser vistas, Você se sentiu vitimizada em ambas as situações. Então o primeiro elemento a ser trabalhado são as suas emoções e como você se posiciona diante o mundo e como adulta. Segundo é ele agir com você ignorando a sua queixa e ainda te diminuindo, como se ele fosse maior que você na relação, voltando novamente para você a pergunta é o quanto ele esta assumindo um papel diferente de ser marido, como por exemplo, pai, irmão mais velho, também não se responsabilizando e agindo como outra criança. Outro fator é precisar de alguém da sua família para resolver a situação. Acho que até mesmo antes de uma terapia de casal, é necessário você ir para uma terapia individual, observar a relação com a sua criança interior, trabalhar seu feminino, se fortalecer nas suas emoções para não ficar na postura da vitima, aprender a colocar limites, dizer certos nãos isso tudo já vai mudar muito sua postura diante a relação, e automaticamente ele também vai mudar diante de você e ai sim num segundo momento se necessário fazerem terapia de casal.


  • Tenho um filho de 17 anos Desde de criança ele é super esquecido Várias vezes mandei no mercado

    Tenho um filho de 17 anos
    Desde de criança ele é super esquecido
    Várias vezes mandei no mercado comprar alguma coisa ele volta pq esqueceu ou compra outra coisa achando que era oque eu pedi,
    Qual médico devo levá-lo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Olá?
    Como é a presença do pai na vida dele? Pessoas com falta de foco e atenção tem um movimento interrompido com o pai. Óbvio que uma avaliação neuro é importante para trabalhar as habilidades cognitivas dele, porém um olhar mais profundo em relação a presença paterna também é. Ou seu filho ou alguém no sistema familiar não teve permissão de tomar o pai. E o pai é a representatividade do mundo na vida do seu filho. Fazer uma constelação familiar para ativar esse pai interno vai ajuda lo no foco e já concentração juntamente com técnicas mais mentais. Como uma meditação Mindfulness.


  • Meu namorado é filho único, o pai dele morreu quando tinha 16 anos, desde de então ele cuida da mãe

    Meu namorado é filho único, o pai dele morreu quando tinha 16 anos, desde de então ele cuida da mãe dele, financeiramente pra ser mais exata, porém ela recebe aposentadoria e mais aluguel de uma casa, ela é ajuntada com um cara que nem faz questão de trabalhar e manter a casa, mesmo assim ela não larga dele… por mais que ela tenha condições de se manter, vive pedindo dinheiro emprestado pro meu namorado, a questão é que meu namorado, mora comigo, mas sempre diz que está sem dinheiro ou seja, me colocando em segundo plano, enquanto a mãe nem se quer busca um serviço por mais que ela tenha saúde. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Faça uma constelação familiar seu namora está "casado com a mãe" na visão da constelação e não está disponível para você. Então você precisa avaliar o quanto você está assumindo o papel da mãe que ele não teve. E também olhar para o seu sistema de origem e avaliar quem sustentou o seu lar. Foi seu pai ou sua mãe? E perceber se um dos seus pais também não estava indisponível para a família, ou quem no seu sistema familiar também estava cuidando da família de origem. O que você vive com ele é reflexo das relações familiares que você também viveu. Na constelação colocamos cada um no seu lugar servindo a vida. E isso pode liberar para a relação de casal estar em primeiro lugar e servir a vida através dela.


  • sou lésbica e meus pais n me aceitam e foram conversar com a mãe dela, n posso fazer mais nada dentr

    sou lésbica e meus pais n me aceitam e foram conversar com a mãe dela, n posso fazer mais nada dentro de casa. Estou proibida de tudo. Meus pais tambem marcaram um psicologo pra mim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Acho que a psicoterapia não está a serviço dos seus pais e sim do seu, faça bom proveito do processo até ter condições de viver a sua própria vida, de se sustentar e fazer as suas escolhas. Pense assim, apesar de ser difícil seus pais estão te ensinando a sair de casa e ser menos dependente deles. Aproveite o processo terapêutico para fazer boas escolhas em sua vida e aprender a se bancar sozinha na hora certa você vai viver de acordo com a sua verdade. Você não está doente mas esse autoconhecimento vai te ajudar a se fortalecer na vida e a se dar bem nela e a enfrentar os preconceitos.


  • Meu namorado se sentiu pressionado, quando meus pais falaram de futuro na frente deles. Ele disse qu

    Meu namorado se sentiu pressionado, quando meus pais falaram de futuro na frente deles. Ele disse que os mesmos estavam criando muitas expectativas em cima do nosso relacionamento. Como saber se ele gosta de mim de verdade? E o que fazer nessas situações?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Talvez a questão não seja gostar ou não de você de verdade e sim se ele está disponível para qualquer relacionamento amoroso, ou até mesmo para a vida adulta, a maturidade.
    Estamos a serviço do nosso sistema famíliar e em nome dele as vezes ficamos emaranhados em situações das quais não estamos disponíveis para viver a nossa própria vida. Se ele assumir um compromisso de futuro terá que deixar o sistema de origem e criar seu próprio sistema. A pergunta ele tem permissão para isso, diante a própria família? Ele deseja "deixar" os pais ou um dos pais para viver uma nova vida? Ele deseja assumir o adulto nele e bancar escolhas e decisões por si só? E você como se vê nessa relação? Vc é como uma mãe para ele? Qual papel você realmente assume nesse relacionamento? Acho importante avaliar bem esse relacionamento sem muitas ilusões. Conhece a constelação famíliar? Uma constelação pode te ajudar a ver a que esse relacionamento está a serviço. A quem esse relacionamento serve e como realmente assumir uma postura adulta diante a vida através da relação de casal.


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  • Toda vez que eu me alimento, começo a me sentir mal e enjoado. Percebo, que esses sintomas, ocorrem,

    Toda vez que eu me alimento, começo a me sentir mal e enjoado. Percebo, que esses sintomas, ocorrem, porque começo a imaginar o processo do alimento em meu corpo. Desde o ato de mastigar, engolir até o processo de digestão. Muitas vezes, deixo de me alimentar por conta desses pensamentos intrusivos, que me tomam. Já com alimentos na forma liquida (água, sucos naturais, vitaminas e caldos), eu percebo que o pensamento e desconforto é menor, no entanto, o pensamento se faz de forma mais leve. Muitas vezes me sinto muito mal. Não consigo realizar uma alimentação de forma tranquila, porque a todo momento, que começo me alimentar começo a imaginar o meu corpo internamente, trabalhando e recebendo o alimento, assim como todo o processo e etapas de digestão. Pode ser alguma questão psicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    A sua questão alimentar pode estar conectado a traumas profundos na primeira infância. Traumas que ficam no inconciente. Podemos tratar a questão de 3 formar conjuntas sessões de tameana pra trabalhar esses traumas num campo mais inconsciente energético e reestruturando o DNA, também através da constelação familiar e algumas sessões de psicoterapia utilizando hipnose para reestruturar esse.pradao de pensamento excessivo na alimentação e no processo digestivo.


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  • Estou em um relacionamento com uma mulher maravilhosa, que eu admiro muito, mas, nos últimos meses,

    Estou em um relacionamento com uma mulher maravilhosa, que eu admiro muito, mas, nos últimos meses, esse relacionamento tem me causado muita ansiedade e estresse. Descobri algumas coisas sobre o passado dela que, apesar de não serem significativas, me incomodam profundamente. Frequentemente tenho pensamentos obsessivos sobre as pessoas com quem ela se envolveu antes de mim, o que gera uma angústia enorme. Embora eu tenha melhorado um pouco nesse aspecto, ainda luto diariamente contra esses pensamentos, e isso afeta a forma como me sinto no relacionamento.O que mais me preocupa é que percebo que posso estar me autossabotando. Às vezes, fantasio sobre como seria a vida de solteiro e me sinto culpado por isso, pois sei o quanto ela é uma mulher incrível e que realmente quero construir um futuro ao lado dela. Ao mesmo tempo, esses pensamentos me deixam confuso, com medo de acabar estragando tudo. Já passei por algo semelhante no meu relacionamento anterior, onde acabei traindo e fingindo ser alguém que eu não era, e prometi a mim mesmo que não seria essa pessoa novamente. Tenho buscado ajuda em Deus porque quero ser uma pessoa melhor e o amor da vida dela, mas me sinto perdido e atormentado pela ideia de que talvez eu não consiga ser o homem que ela merece.Como posso lidar com essa ansiedade, superar esses pensamentos obsessivos e evitar me autossabotar, para que eu possa viver esse relacionamento de maneira saudável e em paz?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Já ouviu falar em constelação famíliar? A constelação famíliar pode te ajudar a mudar esse padrão de pensamento e crenças. Observe se no seu sistema familiar tem histórico de traição, ou até mesmo ciúmes crônicos, vc pode simplesmente estar a serviço e representando algo que é comum no seu sistema de origem. Ou em nome de algum dos seus pais você cria um sistema se auto sabotagem para não estar disponível para o relacionamento. Na constelação podemos alinhar tudo isso e os padrões mudarem rapidamente e seu relacionamento prosperar.


  • Tenho dúvidas sobre minha sexualidade, eu gosto de pessoas, independente se ela for homem, mulher, e

    Tenho dúvidas sobre minha sexualidade, eu gosto de pessoas, independente se ela for homem, mulher, etc, eu gosto da pessoa que ela é antes disso, o que eu sou??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Se a pergunta é o que eu sou, a resposta que busca vai além das suas escolhas sexuais. Você está buscando conhecer a sua identidade e a se conectar mais consigo mesmo. Um processo psicoterapeutico não muito convencional pode te ajudar muito a se encontrar. Entre em contato e vamos agendar um horário. Podemos ter conversar muito profundas que vão te ajudar a despertar para quem você realmente é


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  • tive uma crise de ansiedade semana passada, com isso nos dias seguintes depois do ocorrido tive algu

    tive uma crise de ansiedade semana passada, com isso nos dias seguintes depois do ocorrido tive algumas reações, por exemplo quando eu ia me deitar para dormir meus musculos da cabeça e do braço começavam a tremer como se eu estivesse com medo ou com frio, outra coisa é peso nas pernas sem vontande de andar, e um peso na cabeça, já lidei com um transtorno chamado "Despersonalização / Desreleição" pois eu sentia que não estava em um mundo real, mas agora mudou, mas hoje estou sentindo esses cansaços, depois de uma crise é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Já ouviu falar no termo despertar da consciência, acredito que você esteja passando por isso. Como psicóloga holística tenho muitas ferramentas que possam te ajudar. Esses são sintomas do despertar. Agende uma consulta que podemos trabalhar isso melhor e como lhe dar com isso no seu dia a dia


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  • Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gos

    Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gosta de frutas tem nojo de mastigar e no momento em relação a
    fruta só toma o suco da polpa do morango é bem cuado. Não gosta da comida feita em casa, principalmente arroz, feijão, carne em geral, no momento só come frango a parmegiana se for do restaurante, e o único legumes que ele come é a batata pré frita, verduras não suporta nem olhar. E dentro de casa fica furioso quando eu vou preparar o alimento, porque não suporta o cheiro e nem ver a comida. Ele não suporta ver eu e o pai dele se alimentando, sente nojo. Só gosta de comida que não faz bem para a saúde como; pastel, pizza, hambúrguer, salgados, refrigerante, sorvete ele come bem. Não sei o que fazer preciso de ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lívia Alvarenga

    Trabalho com psicoterapia e alguns tratamentos holísticos também. A primeira foi que me vem em mente é, essa criança se alimentou com leite materno? Como é o reforço alimentar que ele recebe? Será que vcs estão dando muita importância para a questão alimentar e isso faz com que ele receba atenção dos pais que ele não recebe de outras maneiras? Daí questões para vc como mãe pensar e refletir sobre a atitude de vocês como pais no dia a dia com ele. Se realmente esse sofrimento também não é uma forma de se sentir amado. Mas já falando de uma visão mais ampla. É possível melhorar esse quadro com aplicação de uma cura energética que trabalho que se chama tameana, é uma reestruturação do DNA são feitas 3 sessões e também uma constelação familiar para trabalhar essa rejeição aos alimentos, a saúde, rejeitar alimentos saudáveis está a serviço de que no sistema famíliar? Quem não podia desfrutar dos alimentos não saudáveis?


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Perguntas frequentes

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