Perguntas do paciente (26)

  • Tenho 65 anos tenho osteoporose e faço tratamento com ortopedista que me receitou prolia de 6 em 6 m

    Tenho 65 anos tenho osteoporose e faço tratamento com ortopedista que me receitou prolia de 6 em 6 meses. Tomei uma dose em 14/07/25. Tenho que tomar a próxima dose exatamente em 14/01/26 ou posso tomar um pouco antes ou depois do dia 14/01/26?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Sua preocupação com o cronograma do Prolia (denosumabe) é muito plausível. Esta medicação é administrada a cada 6 meses para fortalecer os ossos e reduzir o risco de fraturas. É ideal tomar a próxima dose exatamente em 14/01/26, conforme prescrito, para manter a eficácia máxima do tratamento. Pequenas variações de até 1-2 semanas antes ou depois geralmente não comprometem os resultados, mas evite atrasos maiores, pois isso pode aumentar o risco de perda óssea.

    Sempre confirme com seu ortopedista para ajustes personalizados. Se você tiver mais dúvidas ou precisar de uma avaliação, agende uma consulta para discutirmos seu caso em detalhes. Cuide-se!


  • Em julho sofri acidente fraturando acetábulo, vértebras e o tálus que só foi descoberto qdo comecei

    Em julho sofri acidente fraturando acetábulo, vértebras e o tálus que só foi descoberto qdo comecei a andar . Ocorre que através de ressonância foi detectado necrose na parte de baixo do osso . Nesse caso, não existe prótese no Brasil para ser colocada através de procedimento cirúrgico ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Obrigado pela confiança em compartilhar seu caso. É uma situação desafiadora, e compreendo suas dúvidas.

    A necrose avascular do tálus é de fato uma complicação séria pós-traumática. Embora existam próteses de tálus disponíveis internacionalmente (como a Talus Total Ankle ou similares), a realidade no Brasil é que não temos próteses específicas de tálus aprovadas e disponibilizadas.

    As opções mais viáveis em nosso contexto são:

    Artrodese (fusão talocrural) – o padrão-ouro, com excelentes resultados funcionais
    Importação de próteses – possível, mas com custos significativos e questões burocráticas complexas.

    Procedimentos biológicos – como enxertos osteocondrais, dependendo do estágio da necrose
    O manejo ideal depende de fatores como extensão da necrose, estágio da doença, sua idade e expectativas funcionais. A avaliação clínica detalhada e novas imagens são essenciais para definir a melhor estratégia.

    Gostaria de investigar seu caso mais profundamente em uma consulta, analisando suas imagens e discutindo as opções que se alinhem melhor à sua situação. Posso ajudá-lo nessa jornada, e estou à disposição para uma teleconsulta ou consulta presencial.


  • Fiz cirurgia de diáfise de fêmur ha 90 dias e ainda não tem calcificação é normal toda essa demora?

    Fiz cirurgia de diáfise de fêmur ha 90 dias e ainda não tem calcificação é normal toda essa demora? Foi colocado haste intramedular,e a fratura foi em expiral

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Ótima pergunta. Uma fratura diafisária de fêmur em padrão espiral é uma lesão de alta energia e geralmente causa dúvidas em relação ao tempo de consolidação.

    Aos 90 dias, é perfeitamente normal ainda estar em fase inicial de calcificação, especialmente em fraturas espirais. O cronograma esperado é:

    4-6 semanas – calo mole visível
    8-12 semanas – calo duro em formação (onde você está agora)
    4-6 meses – consolidação completa na maioria dos casos
    A haste intramedular proporciona estabilidade excelente, o que às vezes retarda um pouco o aparecimento radiográfico do calo – isso é normal e não é preocupante. O importante é:

    Ausência de dor progressiva
    Capacidade de apoio e mobilidade melhorando
    Sem sinais de infecção

    Fatores que podem retardar: idade, nutrição inadequada, tabagismo, medicações e questões metabólicas.

    Uma radiografia recente confirmaria o estágio atual. Se houver sinais clínicos de boa evolução, segue tudo dentro do esperado.

    Se desejar uma avaliação mais detalhada das suas imagens atuais e uma orientação personalizada sobre a progressão do seu caso, fico à disposição para uma consulta.


  • Olá Coloquei prótese nos dois joelhos, porem um que coloquei primeiro, deu infecção teve que mexer a

    Olá Coloquei prótese nos dois joelhos, porem um que coloquei primeiro, deu infecção teve que mexer alguns vezes, tirou a prótese colocou a provisória fiquei uns 6 meses, pois novamente a definitiva, agora depois de um ano estou sentindo dores ao andar, perna fica meio dormente, o que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Lamento pelas dificuldades que você enfrentou com a infecção e as revisões. Essa história da infecção prévia aumenta o risco de problemas recorrentes. A dor ao andar e a dormência na perna, um ano após a colocação da prótese definitiva, podem indicar causas como infecção residual ou recorrente (periprotética), afrouxamento da prótese, irritação nervosa (neuropatia peroneal ou ciática), desalinhamento mecânico ou até questões na coluna lombar afetando a perna. Fatores como osteoporose ou sobrecarga também contribuem. Esses sintomas exigem avaliação imediata com exames como raio-X, ressonância ou hemocultura para diagnóstico preciso – não é algo para autodiagnóstico. Recomendo marcar uma consulta para examinarmos seu caso e discutirmos opções, como novos procedimentos minimamente invasivos se necessário. Cuide-se e entre em contato!


  • Quanto tempo leva pra fazer efeito no caso de hérnia de disco lombar? É pra tratar ou paliar a dor?

    Quanto tempo leva pra fazer efeito no caso de hérnia de disco lombar? É pra tratar ou paliar a dor? a dor é insuportável quando o efeito acaba

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá, como vai? O tempo para que haja o efeito esperado varia dependendo do tratamento: medicamentos analgésicos ou anti-inflamatórios atuam em horas a dias; fisioterapia em 2-4 semanas; injeções epidurais em 1-2 dias, com alívio podendo ser duradouro por meses. Cirurgias como microdiscectomia mostram melhora em 1-2 semanas, com recuperação plena em 4-6 semanas. Esses tratamentos visam tanto aliviar a dor (paliativo inicial) quanto tratar a causa (reduzindo a hérnia e restaurando a função nervosa), promovendo cura a longo prazo. Se a dor volta intensamente quando o efeito cessa, pode indicar necessidade de abordagem mais definitiva, como endoscopia lombar ou terapia regenerativa. No seu caso, é altamente uma consulta para lhe avaliarmos de forma individualizada e personalizarmos o plano terapêutico mais indicado. Cuide-se e marque uma avaliação!


  • Fis uma prótese total do quadril minha perna operada ficou 3,5 cm maior e tou sentindo dó no joelho

    Fis uma prótese total do quadril minha perna operada ficou 3,5 cm maior e tou sentindo dó no joelho da perna operada isso pode ser considerado uma deficiência ou um erro médico

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Entendo sua frustração. Essa é uma situação que merece esclarecimento técnico.

    Sobre a discrepância de comprimento: Uma diferença de 3,5 cm é significativa e pode causar compensações biomecânicas. Pequenas discrepâncias (até 1-1,5 cm) podem ser toleradas, mas 3,5 cm ultrapassa o limite fisiológico confortável.

    A dor no joelho: É uma consequência muito comum dessa discrepância. O membro mais longo gera:

    Desequilíbrio pélvico
    Sobrecarga do joelho contralateral
    Alteração da marcha e postura
    É erro médico? Nem sempre. Depende de:

    Como foi planejada a cirurgia
    Se havia discrepância pré-existente não documentada
    Se houve complicações intraoperatórias
    Se você recebeu orientação sobre isso no pós-operatório
    Possíveis soluções:

    Palmilha de compensação (simples e imediata)
    Revisão cirúrgica (em casos graves)
    Fisioterapia para equilibrar a biomecânica
    Sua situação requer:

    Radiografias comparativas pré e pós-operatória
    Avaliação clínica detalhada
    Discussão honesta sobre o que ocorreu
    Recomendo uma consulta para revisar sua documentação cirúrgica, medir precisamente a discrepância atual e discutir as melhores opções para resolver essa dor no joelho. Posso ajudá-lo a clarear essa situação.


  • Boa noite fiz uma cirurgia no dedo martelo, e após a retirada do curativo verifiquei que o dedo fico

    Boa noite fiz uma cirurgia no dedo martelo, e após a retirada do curativo verifiquei que o dedo ficou torto com a ponta inclinada para cima isso é normal ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá, boa tarde! É comum observar alguma torção ou inclinação temporária no dedo após a cirurgia, especialmente na ponta inclinada para cima, devido ao inchaço, cicatrização tecidual ou efeitos da imobilização. Isso geralmente melhora em 4-6 semanas com fisioterapia e cuidados. No entanto, se persistir além de 2-3 semanas ou piorar, pode indicar uma consolidação inadequada ou necessidade de ajuste. Recomendo uma consulta para avaliarmos o progresso com exames e orientações personalizadas. Cuide-se e marque uma avaliação se necessário!


  • Meu bebe tem 2 meses e está usando o suspensório de pavillik,Fiz o ultrassom e o alfa de um lado deu

    Meu bebe tem 2 meses e está usando o suspensório de pavillik,Fiz o ultrassom e o alfa de um lado deu 64 e do outro 59,tem chance desse outro lado de desenvolver sem a ajuda do pavillik?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Excelente pergunta, e fico feliz que vocês estejam atentos ao desenvolvimento do seu bebê.

    Sobre os ângulos alfa:

    64° e 59° indicam displasia leve a moderada em ambos os lados
    A classificação de Graf considera: <60° = displasia; 60-70° = borderline; >70° = normal
    Seu bebê está na zona de risco, especialmente o lado de 59°.

    Sobre evoluir sem o suspensório: Estatisticamente, alguns casos leves podem evoluir espontaneamente até os 3-4 meses. No entanto, a displasia tem potencial real de progressão ou manutenção, levando a problemas futuros (artrose precoce, marcha anormal).

    O suspensório de Pavlik é justamente para EVITAR essa progressão – tem taxa de sucesso superior a 90% quando iniciado precocemente e usado corretamente.

    Minha orientação: Mantenha o dispositivo conforme prescrito
    Ultrassom de controle aos 3-4 meses
    Verificar se há melhora progressiva dos ângulos

    O lado com 59° é o que mais precisa de monitoramento rigoroso.

    Gostaria de acompanhar a evolução do seu filho – um seguimento estruturado com ultrassons seriados garantirá a melhor chance de desenvolvimento normal do quadril. Fico disponível para orientações e avaliações conforme necessário.


  • Prezados especialistas, Busco orientação referente a sintomas persistentes após uma cirurgia de art

    Prezados especialistas,
    Busco orientação referente a sintomas persistentes após uma cirurgia de artroplastia total do quadril (ATQ), realizada há 1 ano e 4 meses.
    Há cerca de dois meses, ao me abaixar para pegar um objeto, sofri um incidente que gerou um estalo na região e uma queda. Desde então, tenho apresentado pequenos estalos na área lateral do quadril e virilha.
    Na ocasião do incidente, realizei exames de imagem (RX e Ressonância Magnética) que não apontaram alterações na prótese ou estruturas adjacentes. No entanto, hoje apresento dor intensa, a ponto de não conseguir me apoiar no lado operado.
    Minhas dúvidas são:
    Esses estalos tardios são considerados normais após uma ATQ?
    A dor intensa atual pode estar relacionada ao incidente de dois meses atrás, mesmo com exames de imagem normais na época?
    Agradeço a atenção e possíveis direcionamentos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Sua dúvida é muito pertinente. Essa situação requer atenção, pois há elementos que precisam ser investigados.

    Sobre os estalos tardios: Estalos ocasionais podem ocorrer após ATQ (por fricção de tecidos moles ou microinstabilidade), mas estalos persistentes após um trauma específico são diferentes. Seu estalo associado a uma queda sugere um evento traumático real.

    O ponto crítico aqui: Exames normais há 2 meses não descartam completamente lesões de partes moles (tendões, ligamentos, bursa) que podem evoluir ou ser ativadas posteriormente. Além disso, a progressão de dor até incapacidade funcional atual é um sinal de que algo mudou – isso merece investigação atualizada.

    Possibilidades a explorar:

    Síndrome do piriforme ou contractura dos abdutores
    Tendinopatia glútea ou lesão do tendão iliopsoas
    Instabilidade micro-relacionada ao trauma
    Bursite trocantérica inflamatória
    Recomendações:

    Novos exames de imagem (ultrassom dinâmico pode ser mais informativo que RM estática)
    Avaliação física detalhada da biomecânica do quadril
    Possível investigação com injeção diagnóstica
    Sua situação merece uma avaliação presencial completa – análise das imagens atuais, testes clínicos específicos e histórico detalhado do incidente. Gostaria de ajudá-lo a identificar a causa dessa dor e restabelecer sua funcionalidade. Agende uma consulta para investigarmos juntos.


  • Existe alguma interação medicamentosa nociva para o organismo se tomar Tramadol e Toragesic? Dei um

    Existe alguma interação medicamentosa nociva para o organismo se tomar Tramadol e Toragesic? Dei um mal jeito na lombar e o médico receitou. Obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Boa pergunta. É sempre prudente verificar interações medicamentosas.

    Sobre Tramadol e Toragesic: Tramadol é um opioide analgésico e Toragesic (tenoxicam) é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE).

    A interação: Tecnicamente não há interação farmacológica direta grave entre eles. Porém, existe uma preocupação clínica importante:

    Ambos aumentam risco gastrointestinal – úlceras, gastrite, sangramento
    Tramadol + AINE = risco aumentado de sedação e efeitos adversos
    Possível sobrecarga renal com uso prolongado

    Recomendações: Use a menor dose possível pelo menor tempo
    Tome com protetor gástrico (omeprazol) se usar por mais de 1-2 semanas
    Não ultrapasse as doses prescritas
    Hidrate-se bem

    IMPORTANTE: Se seu médico prescreveu ambas, ele avaliou que os benefícios superam os riscos no seu caso específico. Confie na prescrição, mas comunique qualquer sintoma (dor abdominal, náuseas, tontura excessiva).

    Sua dor lombar aguda merece também investigação estrutural – uma avaliação ortopédica completa pode identificar a causa e oferecer um plano de reabilitação que minimize o uso de medicações. Fico disponível se desejar uma consulta para investigar sua lombalgia.


  • Olá! Tive uma fratura de base do 5º metatarso, passei 15 dias com a tala suropodalica. Ontem, dia 29

    Olá! Tive uma fratura de base do 5º metatarso, passei 15 dias com a tala suropodalica. Ontem, dia 29/10, retirei a tala e coloquei a bota robofoot. O médico falou que a fratura não piorou, que é o que precisávamos, e me manteve a orientação de não pisar com o pé no chão. Gostaria de saber se é possível fazer bicicleta ergométrica, utilizando a bota e sem descarregar o peso no pé fraturado? Tendo em vista se tratar de uma atividade de baixo impacto.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Entendo sua vontade de se manter ativo com a bicicleta ergométrica, ainda mais sendo uma atividade de baixo impacto.

    No entanto, mesmo usando a bota robofoot e tentando não apoiar o pé, pedalar pode gerar pequenos movimentos no pé fraturado ou, acidentalmente, você pode acabar descarregando algum peso, o que não é o ideal para a cicatrização da sua fratura de base do 5º metatarso. Também há o risco de aumentar o inchaço.

    Minha recomendação é que converse diretamente com seu ortopedista antes de iniciar qualquer atividade. Ele conhece a fundo seu caso e poderá dizer se é seguro para você neste momento da recuperação. A prioridade agora é garantir a melhor cicatrização possível!


  • Olá! Tenho 26 anos e há quase 1 ano sofro com dores cervicais e recentemente dores na regiã

    Olá! Tenho 26 anos e há quase 1 ano sofro com dores cervicais e recentemente dores na região torácica. Quando respiro bem profundo, a região escapular direita dói. Nos últimos exames, somente constou cervicalgia, dorsalgia e discopatia, sem hérnias. Faço musculação 3x na semana, Pilates e já fiz RPG/fisio durante um período. Nada fez melhorar. Poderiam me dar alguma orientação? Não gostaria de ficar tomando anti-inflamatórios com frequência... Só tomo quando está muito forte, e no outro dia já volta a dor. Aguardo, muito obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Entendo sua frustração com essas dores persistentes, especialmente sendo tão jovem e já buscando tratamentos. É ótimo que queira evitar anti-inflamatórios!

    Mesmo sem hérnias visíveis, cervicalgia, dorsalgia e discopatia podem causar muito desconforto. A dor na escápula ao respirar fundo é um sinal importante.

    Minhas principais orientações seriam:

    Reavaliação Especializada: Busque um ortopedista ou fisioterapeuta com foco em terapias manuais ou osteopatia. Um novo olhar pode identificar desequilíbrios musculares, posturais ou restrições de movimento na coluna e costelas que ainda não foram abordados.
    Foco em Mobilidade e Respiração: A dor ao respirar sugere tensão. Exercícios de respiração diafragmática e mobilidade torácica são fundamentais para aliviar essa região e melhorar a postura.
    Ajuste dos Exercícios: Revise sua técnica de musculação e Pilates com um profissional para garantir que os movimentos estão corretos e não agravam a dor.
    Considere Terapias Complementares: Acupuntura, quiropraxia ou osteopatia podem oferecer alívio ao focar no equilíbrio do corpo.
    Gestão do Estresse: O estresse piora a dor. Práticas como mindfulness, meditação ou yoga podem ajudar a diminuir a tensão geral.
    Converse com seu Médico: Já que anti-inflamatórios não funcionam bem, seu médico pode sugerir alternativas para o manejo da dor. Fico à disposição caso necessite de uma Consulta.
    Não desista! A persistência em buscar a causa e a melhor abordagem é crucial para sua recuperação.


  • Fiz uma cirurgia de rádio distal nele tem placa Parafusos e 3 fios k isso q dizer q tem um arame por

    Fiz uma cirurgia de rádio distal nele tem placa Parafusos e 3 fios k isso q dizer q tem um arame por fora da mão mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Entendo perfeitamente sua pergunta sobre os fios de Kirschner, especialmente quando eles não estão totalmente por dentro.

    Sim, é absolutamente comum e faz parte da técnica cirúrgica para a fratura do rádio distal que uma pequena parte dos fios de Kirschner fique visível para fora da pele. Isso significa que eles parecem, de fato, "um arame por fora da mão", como você descreveu.

    Mas por que isso acontece?

    Essa abordagem é muito utilizada por facilitar a remoção dos fios posteriormente. Geralmente, eles são retirados em algumas semanas, quando o osso já iniciou o processo de cicatrização e não precisa mais do suporte dos fios. É um procedimento simples, feito no consultório.

    É importante saber que essa técnica é considerada segura e eficaz. Se o seu médico optou por deixar os fios visíveis, é porque essa foi a melhor estratégia para estabilizar a sua fratura.

    Fique atento a sinais como vermelhidão intensa, inchaço excessivo ou secreção no local dos fios, e caso observe algo assim, contate seu médico. Mas, no geral, a presença visível dos fios é normal e esperada.


  • Osteocondromatose tem cura? Algum especialista disponível q possa me ajudar a conseguir um laudo com

    Osteocondromatose tem cura? Algum especialista disponível q possa me ajudar a conseguir um laudo com provas suficientes pra mim e meu filho que nascemos com osteocondromatose múltiplas ereditaria?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Entendo perfeitamente sua busca por respostas e por um suporte mais concreto em relação à osteocondromatose múltipla hereditária (OMH), tanto para você quanto para seu filho. É natural querer o melhor caminho para lidar com uma condição que afeta a família.

    Vamos abordar suas perguntas:

    Osteocondromatose tem cura?
    A osteocondromatose múltipla hereditária (OMH) é uma condição genética. Infelizmente, não existe uma "cura" definitiva no sentido de fazer com que a tendência de formar novos osteocondromas desapareça. A condição é caracterizada pelo crescimento de múltiplos osteocondromas (tumores ósseos benignos) que se desenvolvem a partir da superfície dos ossos.

    O tratamento da OMH foca em manejar os sintomas e prevenir complicações. Isso pode incluir acompanhamento regular para monitorar o crescimento dos osteocondromas, cirurgias para remover aqueles que causam dor, limitam movimentos, comprimem nervos ou vasos, ou que preocupam pela sua localização. O objetivo é melhorar a qualidade de vida e a função.

    Especialista para laudo e provas suficientes
    Compreendo sua necessidade de um laudo médico detalhado e com "provas suficientes". Para casos de OMH, que tem um componente hereditário e pode gerar impactos funcionais ao longo da vida, é fundamental que esse laudo seja elaborado por um ortopedista com experiência em doenças ósseas genéticas ou tumores ósseos.

    Como médico ortopedista e perito médico, tenho vasta experiência na avaliação de condições musculoesqueléticas e na elaboração de laudos detalhados que consideram todos esses aspectos.

    Se desejar, estou à disposição para agendar uma consulta. Posso auxiliá-los nesse processo de avaliação completa e na elaboração de um laudo médico preciso e abrangente, tanto para você quanto para seu filho, garantindo que todas as "provas" necessárias sejam devidamente documentadas.


  • Fui diagnosticada em 2001, fiz vários exames, cartas fisioterapia, aposentei em 2016, fiquei assinto

    Fui diagnosticada em 2001, fiz vários exames, cartas fisioterapia, aposentei em 2016, fiquei assintomatica por muito tempo voltei a sentir dores muito intensas no braço, escapula e perto pescoços, muita queima cão no braço não nas juntas, pq voltou o SDT depois de tanto tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Boa tarde! Entendo sua frustração com a volta intensa dos sintomas da Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) após tanto tempo de alívio.

    A recorrência da SDT, mesmo anos depois, pode ter várias causas:

    Alterações posturais/biomecânicas: Mudanças no corpo ao longo do tempo, hábitos ou envelhecimento podem criar novas compressões.
    Fatores de estresse: Traumas repetitivos, novas atividades ou estresse emocional podem reativar a tensão muscular na região.
    Predisposições anatômicas: A anatomia individual pode ser reativada por esses fatores.
    Sintomas como queimação no braço e dor na escápula/pescoço são típicos de compressão nervosa.

    Para entender a recorrência, é essencial uma nova avaliação médica detalhada. Seu histórico é crucial, mas um exame físico atual e, se necessário, novos exames complementares serão fundamentais para identificar a causa e definir o tratamento.

    Como médico ortopedista e perito médico, tenho experiência com a SDT. Se precisar de uma avaliação precisa para entender essa recorrência e traçar um novo caminho de tratamento, estou à disposição para agendar uma consulta.


  • Tive uma fratura na ulna proximal. Fiz uma cirurgia de osteossintese no local, colocando uma placa e

    Tive uma fratura na ulna proximal. Fiz uma cirurgia de osteossintese no local, colocando uma placa e 8 parafusos. Relatei ao ortopedista que não estou sentindo a sensibilidade no local ao passar a mão. Sinto uma dormência no antebraço. Ele me pediu pra realizar uma eletroneuromiografia… realizei o exame e não constou alteração. Porém não sinto a sensibilidade, mesmo com o resultado do exame mostrando o contrário. O que poderia ser? E como chegar a uma resolução ??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Entendo sua preocupação com a dormência persistente no antebraço, mesmo com a eletroneuromiografia (ENMG) normal. É uma situação frustrante, mas comum.

    O ENMG foca em nervos maiores. Sua dormência pode vir de:

    Irritação ou microlesão de ramos nervosos superficiais durante a cirurgia, que não são bem detectados pelo exame.
    Tecido cicatricial (fibrose) que se forma ao redor da placa e parafusos, irritando esses nervos menores.
    Processo lento de recuperação neural; a sensibilidade leva tempo para voltar.
    Para a resolução:

    Converse novamente com seu cirurgião: Ele conhece seu caso e pode avaliar a evolução.
    Considere fisioterapia específica: Técnicas de dessensibilização e reeducação sensorial podem ajudar.
    Se persistir, uma segunda opinião (ortopedista ou cirurgião de mão) pode ser útil.
    A recuperação nervosa é demorada.

    Como ortopedista e perito médico, avalio e interpreto esses quadros. Se precisar de uma análise mais aprofundada, estou à disposição para agendar uma consulta.


  • Fiz cirurgia panalto tibial a 5 meses coloquei 4 pinus e uma palca, ja tenho liberacao para carga to

    Fiz cirurgia panalto tibial a 5 meses coloquei 4 pinus e uma palca, ja tenho liberacao para carga total a 1 mes. esta semana que abandonei uma da muletas. mas sinto como se os nervos dos dedos estivesem duro. meu tornozelo travou bastante agroa que esta soltando. mas ainda nao tenho flexao plantar. ainda ano consigo andar com sem muleta. isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Entendo sua dúvida e sua preocupação. A recuperação de uma fratura complexa como a do planalto tibial, especialmente com cirurgia, é um processo longo e que exige muita paciência.

    É bastante comum sentir que a recuperação é gradual. A rigidez no tornozelo e a dificuldade na flexão plantar, assim como a sensação de "nervos duros" nos dedos, são queixas frequentes após esse tipo de fratura e cirurgia. A imobilização prolongada e a própria cirurgia afetam tendões, músculos e nervos ao redor da região.

    Mesmo com a liberação para carga total, a funcionalidade completa e a capacidade de andar sem muletas podem levar mais tempo, dependendo da evolução individual. O importante é manter a fisioterapia de forma consistente para recuperar a mobilidade, força e sensibilidade.

    Seus sintomas, embora comuns, precisam ser bem acompanhados para garantir que a recuperação está no caminho certo e para ajustar o tratamento.

    Como médico ortopedista, com experiência em reabilitação de fraturas complexas, posso ajudá-lo a entender melhor seu progresso e otimizar sua recuperação. Se desejar uma avaliação mais detalhada do seu caso e um plano para otimizar sua recuperação, estou à disposição para uma consulta.


  • tive uma crise de gota a pouco tempo e estou denovo fiz dieta e não estou consumindo alcool, carne v

    tive uma crise de gota a pouco tempo e estou denovo fiz dieta e não estou consumindo alcool, carne vermelha e outros posso comer frango,peixe, macarraão e arroz com frequencia
    o pao qual o ideal o quejo e leite tem q ser integral.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Entendo perfeitamente sua preocupação com as crises de gota e seus esforços para controlar a dieta. É ótimo que esteja focado em uma alimentação consciente, evitando álcool e carne vermelha.

    A gota é uma condição complexa, e a dieta desempenha um papel fundamental. Frango, peixe, macarrão, arroz, pão, queijo e leite podem fazer parte de uma alimentação equilibrada para quem tem gota, mas a quantidade, o tipo específico (por exemplo, quais peixes, tipos de pão, laticínios integrais vs. desnatados) e a frequência são detalhes muito importantes que precisam ser ajustados individualmente.

    Para um manejo eficaz da gota e para definir o plano alimentar mais adequado às suas necessidades específicas, considerando seu histórico e exames, é essencial uma análise detalhada.

    Como médico, posso auxiliar na avaliação e orientação sobre as melhores estratégias dietéticas e de tratamento para prevenir novas crises. Se desejar um plano alimentar mais personalizado e orientações completas para sua situação, estou à disposição para agendar uma consulta.


  • Boa tarde! Operei meu pé no Tálus com colocação de pinos e placas . Vou fazer 02 meses no dia 22.de

    Boa tarde!
    Operei meu pé no Tálus com colocação de pinos e placas . Vou fazer 02 meses no dia 22.de outubro. Fui orientada pelo fisioterapeuta a ficar com o pé apoiado no chão durante o dia, mas meu pé fica um tanto roxo. Não sei o que faço, fico intercalando com ele no chão e pra cima e coloco gelo . É certo , posso ficar com ele pra baixo assim mesmo?
    Ele não dói,mas não sei o que fazer. Por favor me ajudem...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Boa tarde! Entendo sua preocupação com a coloração roxa no pé após a cirurgia no tálus, mesmo sem dor. Essa é uma dúvida muito comum no pós-operatório.

    É comum que, ao posicionar o pé para baixo, ocorra um aumento do fluxo sanguíneo na região operada, resultando em inchaço e na mudança de cor para um tom mais arroxeado. Isso geralmente é parte esperada do processo de recuperação.

    Sua estratégia de intercalar com o pé elevado e aplicar gelo é excelente, pois ajuda a reduzir o inchaço. A elevação, especialmente acima do nível do quadril, é fundamental.

    No entanto, a orientação mais importante é seguir rigorosamente as instruções do seu cirurgião, pois ele conhece os detalhes da sua cirurgia. A orientação do fisioterapeuta para manter o pé apoiado no chão pode ter o objetivo de iniciar a tolerância à posição em pé, mas a intensidade e o tempo em que o pé fica para baixo precisam ser ajustados à sua resposta individual.

    Converse com seu cirurgião sobre essa coloração e a dúvida na progressão. Se a coloração roxa persistir, se intensificar, ou se surgirem dor, calor excessivo ou secreção, procure avaliação médica imediatamente.

    Como médico ortopedista, posso auxiliar na avaliação e acompanhamento da sua recuperação. Se desejar uma avaliação personalizada do seu caso, estou à disposição para agendar uma consulta.


  • Quais são as sequelas a longo prazo de uma fratura na bacia?

    Quais são as sequelas a longo prazo de uma fratura na bacia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Lucas Hamamoto Rapini

    Olá! Entendo que esteja buscando informações sobre as sequelas a longo prazo de uma fratura na bacia. É uma questão importante, pois as fraturas pélvicas podem ter impactos significativos.

    As principais sequelas a longo prazo de uma fratura na bacia podem incluir:

    Dor crônica: É uma das queixas mais comuns, podendo ser resultado de lesões nervosas, artrose pós-traumática ou alterações biomecânicas.
    Dificuldades de mobilidade: Alterações na marcha, rigidez articular (especialmente no quadril) e limitação de movimentos podem ocorrer, impactando atividades diárias.
    Complicações neurológicas: Dependendo da gravidade da fratura, pode haver lesão de nervos próximos, resultando em dormência, fraqueza ou até perda de função em membros inferiores.
    Problemas urogenitais: Fraturas pélvicas complexas podem afetar a bexiga, uretra ou órgãos reprodutores, causando incontinência, disfunção sexual ou outras complicações.
    Dismetria de membros inferiores: Em alguns casos, pode ocorrer diferença no comprimento das pernas.
    Artrose pós-traumática: O risco de desenvolver artrose em articulações próximas, como o quadril, aumenta ao longo do tempo.
    A extensão e o tipo das sequelas variam muito de acordo com a gravidade da fratura, o tratamento recebido e a reabilitação.

    Para uma avaliação precisa do risco de sequelas no seu caso específico, ou para discutir as melhores abordagens para minimizá-las, uma análise detalhada do histórico e dos exames é fundamental.

    Como médico ortopedista, posso auxiliar na compreensão e manejo dessas condições. Se desejar uma avaliação individualizada e orientações mais específicas sobre seu quadro, estou à disposição para agendar uma consulta.


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Perguntas frequentes

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