Perguntas do paciente (21)

  • Existe tratamento para nomofobia? .

    Existe tratamento para nomofobia? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Sim, a nomofobia, que é o medo irracional de ficar sem acesso ao celular ou outras tecnologias, pode ser tratada com abordagens psicológicas e, em alguns casos, medicamentosas.


  • Como cuidar das crianças que se desenvolvem em tempos de grande relação entre redes sociais e saúde

    Como cuidar das crianças que se desenvolvem em tempos de grande relação entre redes sociais e saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Cuidar das crianças em um mundo onde redes sociais e saúde mental estão profundamente conectadas exige um equilíbrio entre permitir a exploração digital e garantir um desenvolvimento emocional saudável.
    • Defina horários para o uso das telas, especialmente antes de dormir.
    • Incentive atividades offline, como leitura, esportes e momentos em família.
    • Acompanhe o tipo de conteúdo que consomem e com quem interagem.
    • Converse regularmente sobre o que veem e sentem ao usar redes sociais.
    • Ajude a criança a entender que a vida nas redes sociais nem sempre reflete a realidade.
    • Estimule um senso de identidade baseado em valores pessoais e não em validação externa.
    • Faça com que se sintam seguras para falar sobre suas experiências online, sem medo de punição.
    • Explique que emoções negativas são normais e que há formas saudáveis de lidar com elas.
    Se as redes sociais começarem a impactar a saúde mental da criança, pode ser útil buscar a ajuda de um profissional, como um psicólogo infantil.


  • É verdade que usar redes sociais pode se tornar viciante?

    É verdade que usar redes sociais pode se tornar viciante?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    tornar viciante porque ativa os mesmos circuitos cerebrais ligados à recompensa, semelhantes aos envolvidos em outros tipos de dependência, como jogos de azar ou substâncias.
    Se o uso das redes estiver causando sofrimento ou prejuízo, estratégias como o uso consciente, detox digital e terapia podem ajudar. Quer saber mais sobre como reduzir esse impacto?


  • É normal se auto sabotar quando você percebe que está sendo feliz? Eu sinto que não sou digna de nad

    É normal se auto sabotar quando você percebe que está sendo feliz? Eu sinto que não sou digna de nada de bom, e quando percebo que estou sendo minimamente feliz, eu vou lá e me saboto.. porque estranhamente sinto conforto na tristeza.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Essa experiência relatada é algo que muitas pessoas enfrentam e está relacionada a processos emocionais profundos, muitas vezes inconscientes.
    Dentro da Terapia do Esquema, que você
    utiliza, essa tendência pode estar
    vinculada a esquemas desadaptativos
    precoces, como o Esquema de Privação
    Emocional ou o Esquema de
    Defectividade/Vergonha. Esses esquemas
    se desenvolvem na infância ou
    adolescência, muitas vezes em resposta a
    experiências de crítica, negligência ou invalidação emocional
    Quando alguém sente que "não merece ser feliz", pode ser uma manifestação de crenças centrais como "não sou digno de coisas boas" ou "algo ruim vai acontecer se eu me permitir ser feliz". Esses pensamentos automáticos podem levar à auto sabotagem, como uma forma de confirmar essas crenças e manter o estado emocional familiar, mesmo que desconfortável, como a tristeza.
    A ideia de sentir conforto na tristeza pode ser explicada como uma "zona de familiaridade emocional". Se a tristeza foi uma emoção predominante em experiências anteriores, a felicidade pode ser percebida como algo estranho ou até ameaçador, ativando comportamentos
    que retornam a pessoa ao estado emocional que ela conhece.
    Por fim, o caminho para desconstruir esses padrões leva tempo, mas é plenamente possível alcançar uma relação mais equilibrada e saudável com a própria felicidade.


  • Boa tarde. Minha irma tem 43 anos e desde de sempre foi bastante pavio curto. Ela sempre aparentou n

    Boa tarde. Minha irma tem 43 anos e desde de sempre foi bastante pavio curto. Ela sempre aparentou na minha opiniao uma nao vontade de enfrentar a vida adulta. Mora com meus pais ainda, mas nao por falta de oportunidades mas sim por questoes de ela achar isso normal e nem se quer congita em sair. Gasta boa parte do dinheiro com coisas futeis e esta sempre dependendo dos meus pais financeiramente. Nao consegue focar e desenvolver uma carreira nos trabalhos que passou e por isso acaba sendo mandada embora ou pede as contas sem nem mesmo ter outro trabalho.
    Quando tentamos conversar ou tentar ajudar, seja com uma conversa de irmao ou alguma critica, ela sempre usa uma auto-defesa que estamos somente a criticar e nunca ajudamos. Muito pelo contrario, sempre ajudamos quando podemos tanto ela quanto o filho. Somos em 3 irmaos e ela sempre se queixou da minha mae nunca dar atencao sufuciente para ela. O que nao seria verdade. Acredito que isso afete bastante esse comportamento que ela tem. Por mais que ela tente demonstrar uma casca dura, ela é uma pessoa bastante emocional. Meu pais ja quase desistiram porque acaba ficando muito desgastante para eles. Ja teve 2 episodios de auto-mutilamento. O primeiro foi na Adolescencia (entre 15/16 anos) o feedback que minha mae teve foi que minha irma nao tinha atencao dela. Ja com 42 anos, apos uma discussao com meus pais e minha outra irma, ela acabou se auto-multilano e com isso marquei 4 sessoes de terapia para ela. Ela nao se importava muito com as sessoes, ate nao indo na ultima. Esta ficando cada vez mais dificil ter uma conversa com ela. Nao podemos falar quase nada que ela acha que estamos apontando o dedo mesmo ela nao ajudanto quase nada em casa. Nao sabemos o que fazer. Apesar de sempre falar que ela é uma pessoa independente, ela nao consegue dar um passo sem a ajuda de alguem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    É uma situação delicada, e compreendo o quanto pode ser difícil lidar com esses desafios familiares. O comportamento da sua irmã pode estar relacionado a questões emocionais e padrões desenvolvidos ao longo da vida, como dificuldades em lidar com críticas, baixa autoestima e possíveis sentimentos de inadequação. Esses fatores, aliados aos episódios de automutilação, indicam que ela pode estar enfrentando sofrimento emocional mais profundo do que aparenta. Apesar de ela resistir a ajuda, talvez seja importante reforçar, com empatia e sem críticas, a importância de buscar um acompanhamento psicológico contínuo. Além disso, vocês, como família, podem se beneficiar de apoio terapêutico para aprender a lidar com a situação de maneira saudável e estabelecer limites que ajudem todos.
    Estou a disposição para o que precisar!



  • Me relacionei com uma pessoa durante 3 anos e meio. Foi sempre marcado por muitas brigas, idas e vin

    Me relacionei com uma pessoa durante 3 anos e meio. Foi sempre marcado por muitas brigas, idas e vindas, e ele sempre disse que não gostava dele ou que estava o traindo. Sempre brigava por querer sair com minhas amigas (que ele conhecia) etc. Depois de 3 anos ele me contou que usava cocaina para subrir a suposta ausencia que fazia questão de ter na vida dele (mas, ele mesmo confessou que usava a muito tempo de forma recreativa). Não sei se foi um pedido de ajuda ou um sinal para eu "melhorar" naquilo que ele reclamava (mas eu não concordava). Ele prometeu que iria parar, mas depois voltou e brigamos muito, ao ponto de terminar.
    As brigas constantes no relacionamento, de alguma forma, poderiam ter sido provocadas como "motivo" para usar a droga? já que sempre foi usada também como valvula de escape em relação aos nossos problemas no relacionamento

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    É compreensível que você esteja refletindo sobre as dinâmicas do relacionamento e o papel que a droga pode ter desempenhado nele. É importante entender que o uso de substâncias como a cocaína muitas vezes está relacionado a questões internas da própria pessoa, como dificuldades emocionais, ansiedade ou traumas, e não necessariamente ao relacionamento em si. As brigas podem ter intensificado o uso como uma forma de escapar da realidade ou lidar com o estresse, mas isso não significa que você foi a causa ou o motivo principal. Talvez essa seja uma oportunidade para olhar para suas próprias necessidades emocionais e o que você espera em um relacionamento saudável.
    Estou a disposição para te ajudar!


  • Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de v

    Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de vida de uma pessoa com comportamento hostil?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Comportamentos hostis podem estar relacionados a dificuldades emocionais, como frustrações acumuladas, estresse ou padrões aprendidos ao longo da vida. Algumas mudanças no estilo de vida podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e reduzir esse comportamento, como:

    Praticar atividades físicas regularmente, que ajudam a liberar tensão e promovem bem-estar;
    Desenvolver hábitos de relaxamento, como meditação, ioga ou exercícios de respiração, para controlar impulsos e reduzir o estresse;
    Buscar momentos de lazer e conexão social positiva, como hobbies e amizades que tragam satisfação e leveza;
    Focar na alimentação equilibrada e no sono de qualidade, que impactam diretamente o humor e a energia;
    Praticar a auto-observação e a empatia, refletindo sobre os gatilhos do comportamento hostil e desenvolvendo estratégias para reagir de forma mais construtiva.
    Além dessas mudanças, a psicoterapia pode ser um apoio essencial para entender as causas do comportamento, trabalhar as emoções e desenvolver habilidades para lidar melhor com os desafios. Um acompanhamento regular pode fazer uma grande diferença na qualidade de vida.
    Estou a disposição para te ajudar.


  • O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?

    O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Sim, o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode impactar o desempenho escolar ou profissional, devido à instabilidade emocional e comportamental que caracteriza o transtorno. Algumas dificuldades comuns incluem:
    Oscilações emocionais intensas: podem dificultar a concentração e o foco nas tarefas acadêmicas ou profissionais;
    Relacionamentos interpessoais instáveis: conflitos com colegas, professores ou superiores podem gerar um ambiente de trabalho ou estudo desafiador;
    Impulsividade: decisões precipitadas, como desistir de um curso ou emprego sem planejamento, podem afetar o progresso;
    Sensação de vazio ou desmotivação: pode reduzir o engajamento e a produtividade;
    Dificuldade em lidar com críticas ou frustrações, que podem levar a reações desproporcionais ou à evitação de responsabilidades.
    Por outro lado, com o tratamento adequado, como psicoterapia, é possível aprender a gerenciar emoções e comportamentos, melhorando a estabilidade e a capacidade de lidar com os desafios. Buscar apoio psicológico é um passo fundamental para fortalecer as habilidades necessárias no ambiente escolar ou profissional.
    Estou a disposição!


  • Quais são as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    Quais são as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) frequentemente está associado a outras condições psicológicas, chamadas de comorbidades. Algumas das mais comuns incluem:

    Depressão: episódios de tristeza profunda, desesperança ou vazio são comuns;

    Ansiedade: incluindo transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico ou fobias;

    Transtornos alimentares: como anorexia nervosa, bulimia ou transtorno de compulsão alimentar;

    Abuso de substâncias: o uso de álcool ou drogas como forma de lidar com emoções intensas;

    Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT): especialmente em casos com histórico de traumas ou abusos;

    Transtorno bipolar: pode haver sobreposição de sintomas, como oscilações de humor;

    Transtornos de somatização: dores físicas ou sintomas médicos sem explicação clínica clara.


    Essas comorbidades podem intensificar os desafios vivenciados pela pessoa com TPB, mas o tratamento psicológico adequado, como a Terapia Dialética Comportamental (TDC), e, em alguns casos, o suporte psiquiátrico, pode ajudar a gerenciar tanto o TPB quanto as condições associadas."
    Estou a disposição!


  • Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

    Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a infância e adolescência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Embora o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) seja diagnosticado apenas na idade adulta, alguns sinais comportamentais precoces podem surgir na infância ou adolescência e indicar uma vulnerabilidade emocional que pode evoluir para o TPB. Esses sinais incluem:

    Mudanças emocionais intensas: a criança ou adolescente pode passar rapidamente de um estado emocional para outro, com dificuldade em regular essas emoções;

    Impulsividade: comportamentos arriscados ou decisões tomadas sem pensar nas consequências, como brigas ou rebeldia exagerada;

    Sensibilidade ao abandono: medo intenso ou reações desproporcionais diante de separações ou rejeições, reais ou percebidas;

    Relações instáveis: dificuldade em manter amizades ou vínculos devido a extremos de apego e rejeição;

    Autoimagem instável: o jovem pode alternar entre extremos de autoestima elevada e baixa;

    Comportamentos de automutilação ou outras formas de lidar com o sofrimento emocional.


    É importante lembrar que esses sinais não significam necessariamente que o transtorno se desenvolverá, mas são indicadores de que a criança ou adolescente pode se beneficiar de apoio emocional e acompanhamento psicológico. A psicoterapia precoce pode ajudar a trabalhar as emoções e os relacionamentos, reduzindo o risco de que dificuldades evoluam para um transtorno na vida adulta.
    Estou a disposição para ajudar!


  • Gostaria de saber quais são os sinais psicológicos/comportamentais de uma pessoa com Transtorno da P

    Gostaria de saber quais são os sinais psicológicos/comportamentais de uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é caracterizado por uma instabilidade intensa nas emoções, relacionamentos e na autoimagem. Alguns sinais psicológicos e comportamentais comuns incluem:
    Oscilações emocionais intensas: mudanças rápidas entre sentimentos como alegria, raiva, tristeza ou vazio;
    Medo intenso de abandono, mesmo quando isso não está acontecendo;
    Relacionamentos instáveis, com extremos de idealização e desvalorização da outra pessoa;
    Dificuldade em controlar a raiva, com episódios de explosões ou irritação;
    Sensação de vazio persistente;
    Comportamentos impulsivos, como gastos excessivos, abuso de substâncias, compulsão alimentar ou direção imprudente;
    Automutilação ou pensamentos suicidas, em alguns casos, como forma de lidar com o sofrimento emocional.
    É importante lembrar que cada pessoa é única e pode apresentar sinais de forma diferente. O tratamento psicológico é essencial para melhorar a qualidade de vida. A psicoterapia, especialmente a Terapia do Esquema tem se mostrado muito eficaz no tratamento do TPB. Ela ajuda a pessoa a gerenciar emoções, melhorar os relacionamentos e reduzir comportamentos impulsivos. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico também pode ser indicado. Procurar ajuda é um passo importante e corajoso."
    Estou a disposição para ajudar!


  • Qual é a diferença entre espectro bipolar e transtorno bipolar afetivo (TAB)?

    Qual é a diferença entre espectro bipolar e transtorno bipolar afetivo (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    A diferença entre espectro bipolar e transtorno bipolar afetivo (TAB) está no conceito e na abrangência. O transtorno bipolar afetivo (TAB) é uma condição psiquiátrica bem definida, caracterizada por episódios de mania (ou hipomania) e depressão, alternando entre períodos de humor elevado e deprimido. Existem diferentes tipos de TAB, como o tipo I (com episódios maníacos mais graves) e tipo II (com hipomania e episódios depressivos mais intensos).

    Já o espectro bipolar refere-se a um conjunto mais amplo de condições relacionadas ao transtorno bipolar, incluindo formas mais leves de mania (hipomania) ou outros transtornos com sintomas semelhantes, mas que não atendem completamente aos critérios diagnósticos para o TAB. O espectro abrange desde casos mais leves até casos mais graves de transtorno bipolar, reconhecendo a variabilidade na intensidade e no impacto dos sintomas."



  • É verdade que uma pessoa para ser diagnosticada com o Transtorno Afetivo (TAB), ela tem que passar p

    É verdade que uma pessoa para ser diagnosticada com o Transtorno Afetivo (TAB), ela tem que passar por um período de mania ou hipomania?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Sim, para ser diagnosticada com o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), a pessoa precisa passar por episódios de mania ou hipomania, além de episódios de depressão. A mania é um período de humor normalmente elevado, expansivo ou irritável, acompanhado por outros sintomas como aumento de energia, impulsividade e comportamento imprudente. A hipomania é uma forma mais leve de mania, mas com sintomas semelhantes, embora não cause tanto impacto na vida da pessoa.

    Esses episódios de mania/hipomania devem ser seguidos de pelo menos um episódio, para que o diagnóstico de TAB seja feito. A alternância entre esses episódios de humor elevado e deprimido é o que caracteriza o transtorno.


  • . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Ajudar alguém com Transtorno Bipolar envolve compreensão, apoio e, em alguns casos, incentivar o tratamento adequado. Algumas formas de ajudar incluem:

    1. Estar presente e ouvir: Ofereça um espaço seguro para a pessoa expressar seus sentimentos e experiências, sem julgamentos.


    2. Incentivar a busca por tratamento: Apoie a pessoa a procurar ajuda profissional, como psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico, que são fundamentais para o manejo do transtorno.


    3. Aprender sobre o transtorno: Compreender os sintomas e as oscilações de humor pode ajudar a oferecer apoio adequado e evitar reações inadequadas durante episódios maníacos ou depressivos.


    4. Estabelecer rotinas e limites saudáveis: Ajudar a pessoa a manter uma rotina regular de sono, alimentação e atividades pode ser útil, além de ser importante definir limites claros para evitar comportamentos impulsivos durante episódios de mania.


    5. Manter a paciência e o apoio contínuo: O tratamento do transtorno bipolar pode levar tempo, e é importante ser paciente e continuar oferecendo suporte, mesmo quando a pessoa estiver enfrentando dificuldades.



    É essencial lembrar que, embora você possa oferecer apoio, a pessoa precisa de ajuda profissional para lidar com o transtorno de forma eficaz.
    Estou a disposição!


  • Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) geralmente começa a se manifestar na adolescência ou no início da vida adulta, entre 15 e 25 anos. Embora a condição possa ser diagnosticada em idades mais avançadas, muitos casos têm início em torno dessa faixa etária. No entanto, em alguns casos, os sintomas podem surgir mais cedo, na infância, embora seja mais difícil diagnosticar em crianças devido à sobreposição com outras condições, como TDAH ou dificuldades emocionais típicas dessa fase. Quanto mais cedo for identificado e tratado, melhores são as chances de manejo eficaz dos sintomas e redução do impacto na vida da pessoa.
    Estou a disposição!


  • Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) pode afetar a vida do paciente nas diferentes fases da vida?

    Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) pode afetar a vida do paciente nas diferentes fases da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) pode afetar a vida de diferentes formas, dependendo da fase da vida:

    Na infância e adolescência, pode causar dificuldades na escola, problemas de comportamento e dificuldades nos relacionamentos, devido às mudanças intensas de humor.

    Na vida adulta, o TAB pode prejudicar o desempenho profissional, causando instabilidade no trabalho, e afetar relacionamentos pessoais, devido a episódios de mania ou depressão.

    Na terceira idade, o transtorno pode se tornar mais difícil de gerenciar, com maior risco de isolamento social e agravamento de sintomas depressivos, especialmente devido a perdas ou limitações físicas.


    O tratamento adequado, com psicoterapia e, quando necessário, medicação, é fundamental para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida em todas as fases da vida.


  • É normal ficar sem assunto pra conversar com minha namorada ? Oque fazer ? E como ter mais assun

    É normal ficar sem assunto pra conversar com minha namorada ?
    Oque fazer ?
    E como ter mais assunto ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    É completamente normal, em alguns momentos, ficar sem assunto em uma conversa, especialmente em relacionamentos de longo prazo. A rotina e a convivência constante podem fazer com que surjam menos tópicos naturais para conversar. No entanto, isso não significa que o relacionamento esteja em crise. Para melhorar a comunicação, você pode tentar:

    1. Perguntar sobre o dia dela: Interesse genuíno pela rotina ou sentimentos do outro pode abrir portas para conversas mais profundas.


    2. Explorar novos interesses em comum: Descubram juntos novos hobbies, filmes, livros ou atividades que ambos gostem de fazer. Isso gera novos tópicos de conversa e fortalece a conexão.


    3. Falar sobre sentimentos e expectativas: A conversa sobre o que cada um sente e espera do relacionamento pode ajudar a aproximá-los.


    4. Momentos de silêncio são naturais: Não precisa haver uma conversa o tempo todo. Silêncios confortáveis também são parte de um relacionamento saudável.



    A chave é cultivar curiosidade e manter a comunicação aberta, criando um espaço para ambos compartilharem o que pensam e sentem."
    Estou a disposição para te ajudar!


  • Eu nunca tive um orgasmo por penetração somente com sexo oral.

    Eu nunca tive um orgasmo por penetração somente com sexo oral.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Olá!
    O clitoris não é a única parte existente para o prazer, mas é uma zona erogena mais importante. O corpo todo precisa ser explorado, e através dessa exploração pode se descobrir outras partes que podem fazer com que possamos atingir o orgasmo. É importante que haja confiança, entrega e uma postura de não julgamento, também, precisam ser pensados pra que não dificultem atingir o orgasmo.


  • De uns 2 anos pra cá adquiri o hábito de jogar-palavrões ao ar. Principalmente quando estou só.

    De uns 2 anos pra cá adquiri o hábito de jogar-palavrões ao ar.
    Principalmente quando estou só.

    A maioria das vezes são oriundos de situações corriqueiras: Estou varrendo o chão e sai um "Aí, 'caramba' "; "Mas que 'pomba' ; ou apenas só. Sem acompanhar nada "Que saco, que saco, que saco"; " 'Cocô' ".

    Sinto um pouco mais aliviado. Às vezes, bem às vezes, até dou umas risadas. "Tô ficando louco. Só pode".

    É claro que me "acende uma luz no painel".

    Já fui diagnosticado com depressão e ansiedade. Fiz terapia, mas na época não tinha isso. Estou bem. Estudando, sem sair de casa. Só tenho contato com a minha família. Isso me deixa meu "pá", mas é provisório.

    Na injeção eletrônica da mente, será que isso é indício de um parafuso a menos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    Primeiramente é necessário que se entenda que precisa procurar um acompanhamento psicológico para entender a maneira que o sintoma aparece, e assim poder trata-lo. Um diagnóstico não irá encontrar por aqui, mas esses pensamentos "obssessivos", segundo o Instituto Nacional de Saúde Mental, estão entre os sintomas dos transtornos de ansiedade.


  • A ansiedade quando está muito forte ataca o estômago dando dores fortes ou pode ser uma outra doença

    A ansiedade quando está muito forte ataca o estômago dando dores fortes ou pode ser uma outra doença estomacal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Sette Cardoso da Silva

    É frequente os pacientes chegarem ao consultório com queixa de sintomas de ansiedade e uma série de problemas gastrointestinais inespecíficos ou inexplicáveis, tais como náuseas, dor de estômago, distensão abdominal. O ideal é procurar um médico especialista para verificar se há uma causa específica geradora do sintoma (dores no estômago), e ter um acompanhamento psicológico para o tratamento da ansiedade.


Perguntas frequentes

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