Perguntas do paciente (184)

  • Uma pessoa esquizofrênica conseguiria manter um relacionamento amoroso com uma pessoa com transtorno

    Uma pessoa esquizofrênica conseguiria manter um relacionamento amoroso com uma pessoa com transtorno de personalidade bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Sim, uma pessoa com esquizofrenia pode manter um relacionamento amoroso com uma pessoa com transtorno de personalidade bipolar (ou transtorno bipolar, dependendo do caso). No entanto, esse relacionamento pode apresentar desafios específicos devido às características dos dois transtornos. É importante compreender que tanto a esquizofrenia quanto o transtorno bipolar têm impactos significativos no comportamento, nas emoções e nas interações sociais, mas com o apoio adequado, pode ser possível para ambas as pessoas terem um relacionamento saudável.

    Aqui estão alguns pontos a considerar:

    1. Esquizofrenia
    A esquizofrenia é um transtorno mental crônico que afeta a percepção da realidade, levando a sintomas como alucinações, delírios e dificuldade de comunicação. A pessoa com esquizofrenia pode, às vezes, ter dificuldade em perceber a realidade de forma clara e pode apresentar dificuldades de conexão emocional devido aos sintomas psicóticos.

    2. Transtorno Bipolar
    O transtorno bipolar é caracterizado por mudanças extremas no humor, que vão de episódios de mania (ou hipomania) a episódios de depressão. Essas mudanças podem afetar o comportamento e as emoções da pessoa, tornando-a imprevisível ou com dificuldades para regular o emocional e as relações interpessoais.

    Como o relacionamento pode ser impactado:
    Desafios emocionais e de comunicação:

    A esquizofrenia pode afetar a capacidade de uma pessoa perceber e interagir com a realidade de forma clara, o que pode dificultar a comunicação efetiva em um relacionamento.
    O transtorno bipolar pode levar a mudanças bruscas no humor, o que pode gerar dificuldades de comunicação e desentendimentos, principalmente durante os episódios de mania ou depressão.
    Possibilidade de agravamento de sintomas:

    Em um relacionamento, o estresse pode ser um fator desencadeante para episódios de mania ou depressão no transtorno bipolar, o que pode afetar a dinâmica do relacionamento.
    Para pessoas com esquizofrenia, um relacionamento emocionalmente intenso pode ser desafiador, especialmente durante episódios psicóticos ou de estresse significativo.
    Apoio mútuo:

    Ambos os transtornos podem ser mais bem gerenciados com o tratamento adequado, como terapia, medicação e acompanhamento psiquiátrico. A comunicação aberta, o respeito e o apoio mútuo são essenciais.
    A pessoa com transtorno bipolar pode precisar de suporte durante os episódios de mania e depressão, enquanto a pessoa com esquizofrenia pode precisar de apoio quando os sintomas psicóticos se intensificarem.
    O que pode ajudar nesse relacionamento:
    Tratamento adequado: Ambas as pessoas devem estar em tratamento adequado para seus transtornos. O uso de medicação (antipsicóticos para esquizofrenia e estabilizadores de humor para o transtorno bipolar) e a psicoterapia (como terapia cognitivo-comportamental ou terapia de casal) podem ser fundamentais.

    Apoio emocional e compreensão: O casal deve ter uma comunicação aberta, buscar compreender as limitações de cada um e saber lidar com os desafios emocionais e comportamentais que surgem devido aos transtornos.

    Estratégias de enfrentamento: Terapias podem ajudar a pessoa com esquizofrenia a lidar com os sintomas psicóticos e a melhorar as habilidades de comunicação. Para a pessoa com transtorno bipolar, técnicas de regulação emocional e de manejo de episódios de mania e depressão são importantes.

    Conclusão
    Embora existam desafios específicos para um relacionamento entre pessoas com esquizofrenia e transtorno bipolar, com o tratamento adequado e estratégias de enfrentamento, é possível manter um relacionamento amoroso. A chave é garantir que ambos estejam recebendo o suporte necessário, não apenas individualmente, mas também como casal, para entender e gerenciar as questões relacionadas aos seus transtornos.


  • Olá. Estou fazendo terapia (TCC) e surgiu a hipótese de eu estar no espectro autista (estou até pro

    Olá.
    Estou fazendo terapia (TCC) e surgiu a hipótese de eu estar no espectro autista (estou até procurando uma neuropsicóloga), mas tenho muitas dúvidas por causa da minha compreensão de linguagem. Na internet, já vi relatos de pessoas autistas com altas habilidades em linguagem, indo na contramão desse critério. É possível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Sim, é possível que uma pessoa no espectro autista (TEA) tenha altas habilidades em linguagem, apesar de isso ser frequentemente visto como um critério para não estar no espectro autista. O espectro autista é extremamente diverso, e suas manifestações podem variar muito de pessoa para pessoa. Existem diferentes níveis de gravidade e variedades de características que podem se manifestar, e a habilidade linguística pode ser uma delas.

    Compreensão de Linguagem e Autismo
    O autismo não é uma condição homogênea, e muitas pessoas no espectro apresentam habilidades de linguagem bastante desenvolvidas, enquanto outras podem ter dificuldades de comunicação. Quando falamos sobre compreensão de linguagem no contexto do TEA, é importante entender que isso se refere a como a pessoa interpreta não apenas as palavras, mas também os subtextos, as emoções por trás da fala e a interpretação social das conversas.

    Pessoas com habilidades linguísticas avançadas podem entender bem a gramática, ter vocabulário amplo, e até serem fluentes ao falar. No entanto, isso não significa que elas necessariamente sejam boas em compreender pistas sociais ou interações sociais complexas. É aqui que o TEA pode interferir, especialmente quando se trata de compreensão pragmática da linguagem, ou seja, entender o uso da linguagem em contextos sociais específicos, como ironia, metáforas ou mudanças sutis de tom.

    Autismo e Altas Habilidades Linguísticas
    Muitas pessoas no espectro autista têm uma boa compreensão da linguagem verbal, mas podem dificultar a interpretação de emoções e nuances sociais. Outras podem demonstrar habilidades extraordinárias em áreas específicas, como linguística, memória ou até mesmo compreensão técnica, mas ainda assim têm dificuldades com interações sociais.

    Por exemplo:

    Alto nível de habilidade em linguagem: A pessoa pode ser fluente em palavras, entender regras gramaticais complexas e até mesmo se comunicar de forma eloquente.
    Desafios em comunicação social: Mesmo com boas habilidades linguísticas, a pessoa pode ter dificuldades em manter ou iniciar conversas, perceber emoções subentendidas, ou fazer perguntas de maneira apropriada em interações sociais.
    O Espectro Autista é Diverso
    Existem diversas manifestações do TEA, que podem incluir:

    Autismo de alto funcionamento: Pessoas com habilidades linguísticas boas, mas com dificuldades em entender interações sociais e comportamentos, podem ser diagnosticadas com autismo de alto funcionamento ou Síndrome de Asperger (este termo não é mais usado formalmente, mas ainda é relevante em algumas discussões).
    Autismo de baixo funcionamento: Pessoas que têm mais dificuldades com linguagem e comunicação em geral, podendo também ter habilidades limitadas em outras áreas.
    Portanto, ter habilidades linguísticas avançadas não exclui a possibilidade de uma pessoa estar no espectro autista. O diagnóstico de TEA depende de uma avaliação abrangente, considerando não apenas a linguagem, mas também outras áreas do desenvolvimento, como a comunicação social, comportamentos repetitivos e interesses restritos.

    O que Fazer
    Se você está com dúvidas sobre o diagnóstico, é ótimo que esteja buscando uma neuropsicóloga. O diagnóstico de TEA é feito por meio de uma avaliação cuidadosa, que pode incluir observações do comportamento, entrevistas com os familiares, e até a aplicação de testes específicos. A TCC pode ajudar muito a lidar com desafios emocionais e comportamentais, enquanto um diagnóstico mais preciso pode oferecer estratégias para lidar com a comunicação e as interações sociais de forma mais eficaz.

    O TEA tem muitas nuances, e a compreensão do seu próprio funcionamento pode ser muito libertadora. Muitas pessoas com o diagnóstico de autismo aprendem a se adaptar ao longo do tempo, explorando suas forças, como no caso das habilidades linguísticas, ao mesmo tempo que desenvolvem estratégias para lidar com as áreas que podem ser desafiadoras.


  • Transtorno de personalidade paranoide é genético? Quem tem parente com esquizofrenia (tia) tem mais

    Transtorno de personalidade paranoide é genético? Quem tem parente com esquizofrenia (tia) tem mais chance de ser paranoide?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    O transtorno de personalidade paranoide (TPP) não é estritamente genético, mas pode haver uma predisposição genética para o desenvolvimento desse transtorno, especialmente quando há histórico familiar de outros transtornos psiquiátricos, como a esquizofrenia.

    Relação entre TPP e genética
    Embora o transtorno de personalidade paranoide não seja diretamente causado por fatores genéticos, estudos sugerem que fatores genéticos podem contribuir para o desenvolvimento de transtornos de personalidade, incluindo o TPP. A hereditariedade desempenha um papel no risco de uma pessoa desenvolver características de personalidade paranoide, principalmente se houver histórico familiar de transtornos psicóticos ou outros transtornos de personalidade.

    O histórico familiar de esquizofrenia, por exemplo, pode aumentar o risco de desenvolver outros transtornos psicóticos, e alguns desses transtornos, como o transtorno de personalidade paranoide, podem ter traços semelhantes, como desconfiança extrema e crenças de que os outros têm intenções malignas.

    A relação entre esquizofrenia e TPP
    Embora a esquizofrenia e o transtorno de personalidade paranoide compartilhem algumas semelhanças — como desconfiança, paranoia e dificuldade em confiar nos outros — eles são transtornos diferentes.

    Esquizofrenia é um transtorno psicótico grave, caracterizado por sintomas como alucinações, delírios e distúrbios no pensamento e na percepção da realidade.
    Transtorno de personalidade paranoide é um transtorno de personalidade caracterizado por uma desconfiança crônica, desconfiança de que os outros têm intenções prejudiciais, mas sem os sintomas psicóticos típicos da esquizofrenia, como alucinações e delírios.
    O que aumenta o risco de desenvolver TPP?
    Embora a genética possa contribuir para o desenvolvimento do transtorno, outros fatores também desempenham um papel importante, como:

    Fatores ambientais e experiências de vida: Experiências traumáticas na infância, como abuso, negligência ou episódios de rejeição, podem aumentar a probabilidade de desenvolver um transtorno de personalidade paranoide. Além disso, viver em ambientes onde há alta tensão e desconfiança pode contribuir para o surgimento de comportamentos paranoides.

    Características familiares: Crescer em uma família com padrões de comunicação disfuncionais, onde há desconfiança, abuso ou rigidez emocional, pode aumentar a probabilidade de uma pessoa desenvolver esse transtorno.

    Resumo
    Embora o transtorno de personalidade paranoide não seja exclusivamente genético, ter um histórico familiar de transtornos psicóticos, como a esquizofrenia, pode aumentar a chance de uma pessoa desenvolver características paranoides, devido à predisposição genética e fatores ambientais. No entanto, o transtorno de personalidade paranoide é multifatorial e é influenciado tanto por fatores genéticos quanto ambientais.

    Se você estiver preocupado com os sintomas ou com o risco de desenvolver esse transtorno, é importante procurar ajuda de um profissional de saúde mental para avaliação, diagnóstico e, se necessário, tratamento.


  • É possível ter uma gravidez psicológica mesmo não querendo engravidar ?

    É possível ter uma gravidez psicológica mesmo não querendo engravidar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira


    Sim, é possível ter uma gravidez psicológica (ou gravidez fantasiosa), mesmo sem o desejo de engravidar. A gravidez psicológica ocorre quando uma mulher experimenta sintomas físicos e emocionais típicos de uma gestação, como náuseas, falta de menstruação, aumento abdominal e até mesmo sensação de movimento fetal, apesar de não estar realmente grávida.

    Como a gravidez psicológica acontece
    Essa condição é uma resposta psicológica complexa, que pode ser influenciada por uma série de fatores emocionais, psicológicos e hormonais. Ela não está relacionada ao desejo consciente de engravidar, mas pode ocorrer devido a:

    Fatores psicológicos e emocionais: Estresse, ansiedade, ou até mesmo o desejo subconsciente de engravidar pode levar o corpo a apresentar sinais físicos de gestação. Em algumas mulheres, um evento traumático ou o desejo profundo de engravidar (mesmo que não se queira conscientemente) pode gerar esses sintomas.

    Disfunções hormonais: Alterações hormonais podem desempenhar um papel no desenvolvimento de sintomas semelhantes à gravidez, como atraso menstrual, náuseas e inchaço abdominal. Isso pode ocorrer devido a distúrbios hormonais, como os relacionados ao ciclo menstrual ou desequilíbrios endócrinos.

    Fatores culturais e sociais: A pressão social para engravidar ou expectativas culturais em relação à maternidade podem também influenciar as mulheres, desencadeando esses sintomas.

    Sintomas da gravidez psicológica
    Os sintomas podem ser bastante semelhantes aos de uma gravidez real, como:

    Atraso menstrual ou ausência de menstruação.
    Inchaço abdominal ou sensação de aumento de volume na barriga.
    Náuseas e vômitos.
    Aumento ou sensibilidade nos seios.
    Alterações hormonais que podem ser percebidas fisicamente, como alteração de apetite ou humor.
    Tratamento
    O tratamento da gravidez psicológica geralmente envolve uma abordagem psicológica para lidar com os aspectos emocionais ou subconscientes que possam ter desencadeado a condição. Terapias como a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) podem ser eficazes para ajudar a mulher a lidar com os fatores psicológicos subjacentes.

    Além disso, é importante que um médico ou profissional de saúde faça uma avaliação completa para descartar qualquer condição médica real que possa estar imitando os sintomas da gravidez.

    Conclusão
    A gravidez psicológica não depende do desejo consciente de engravidar, mas de fatores emocionais, psicológicos e hormonais. Mesmo sem o desejo de engravidar, uma mulher pode experimentar esses sintomas devido a um complexo conjunto de influências internas. Caso você ou alguém esteja passando por isso, buscar orientação médica e psicológica é fundamental para um diagnóstico adequado e tratamento efetivo.


  • Tenho uma filha de 10 anos e percebo que ela desde que começou a estudar tem bastante dificuldade de

    Tenho uma filha de 10 anos e percebo que ela desde que começou a estudar tem bastante dificuldade de atenção ( relatados pelos professores das escolas ), uma certa dificuldade em manter amizades também já que por vezes ela entra em assuntos aleatórios, diferente do que está sendo falado. Quando vai falar sobre algo que ocorreu, tende a se perder no assunto ou dar detalhes que não são tão relevantes e/ou objetivos , entre outras coisas. Gostaria de saber se é possível que ela tenha TDAH ( mesmo não sendo tão hiperativa) e como posso colaborar para que ela tenha um desenvolvimento melhor, pois vejo que por vezes ela se sente muito sozinha por não conseguir manter suas amizades , assim como por nao conseguir acompanhar as atividades na escola .
    Como posso descobrir se pode ser TDAH ? A quem devo recorrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    É muito compreensível a sua preocupação com o desenvolvimento de sua filha, principalmente com os sinais que você está percebendo, como dificuldades de atenção, dificuldades em manter amizades e o modo de se comunicar. A possibilidade de ela ter TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) é algo que pode ser investigado, mas é importante lembrar que não é necessário ter hiperatividade para ser diagnosticado com TDAH — muitas crianças com TDAH têm predominantemente dificuldades de atenção (sem a parte da hiperatividade).

    TDAH pode se manifestar de diferentes formas:
    O TDAH é caracterizado principalmente por três tipos de sintomas:

    Desatenção: A dificuldade de se concentrar em atividades por um longo período, esquecer detalhes, perder objetos, ter dificuldades em seguir instruções e manter o foco.

    Hiperatividade: Um comportamento de inquietação, movimentação constante ou dificuldade em ficar parado. No caso de sua filha, você mencionou que ela não é hiperativa, o que indica que o foco poderia estar na desatenção.

    Impulsividade: Dificuldade em controlar impulsos, interromper os outros ou agir sem pensar nas consequências.

    Possíveis sinais de TDAH que você mencionou:
    Com base no que você observou, alguns dos sinais de sua filha que podem estar relacionados ao TDAH incluem:

    Dificuldade de manter o foco nas aulas ou conversas (entrar em assuntos aleatórios).
    Dificuldade em organizar as informações ou se perder ao contar uma história, indo para detalhes irrelevantes.
    Desatenção em atividades escolares, o que pode interferir no desempenho acadêmico.
    Dificuldade em manter amizades e, possivelmente, se sentir sozinha, o que pode ser um reflexo da dificuldade de se comunicar de maneira fluída e de manter a atenção durante as interações sociais.
    Vale lembrar que nem todo comportamento de desatenção é TDAH. Crianças podem ter dificuldades em se concentrar por vários motivos, incluindo um ambiente escolar muito exigente, falta de interesse nas atividades, problemas emocionais ou mesmo fatores de desenvolvimento normal.

    O que você pode fazer para ajudá-la:
    Buscar um diagnóstico especializado: O primeiro passo seria procurar um profissional especializado para realizar uma avaliação detalhada. A avaliação de TDAH geralmente envolve entrevistas com os pais, questionários, observações comportamentais e, em alguns casos, testes neuropsicológicos. O diagnóstico é feito por um psiquiatra infantil, psicólogo ou neuropediatra.

    Avaliação do contexto escolar: Uma análise mais detalhada do ambiente escolar, que você já mencionou ser uma área em que ela enfrenta dificuldades, também é essencial. Conversar com os professores, pedir para que eles observem mais de perto o comportamento dela e relatar essas dificuldades pode ajudar a traçar um diagnóstico mais claro.

    Colaborar para melhorar o desenvolvimento acadêmico e social: Independentemente do diagnóstico, existem várias maneiras de ajudar sua filha:

    Criar um ambiente estruturado: Crianças com TDAH podem se beneficiar de uma rotina bem definida. Ajude-a a organizar o tempo e as tarefas, criando listas e calendários visuais.
    Reforçar positivamente: Celebre os pequenos sucessos dela, reconhecendo seus esforços. Isso pode aumentar a autoestima dela, principalmente no ambiente social.
    Atividades que ajudem na atenção: Jogos que estimulem a concentração e habilidades cognitivas podem ser benéficos.
    Desenvolver habilidades sociais: Se ela tem dificuldades para manter amizades, atividades como grupos de interação ou até mesmo um apoio psicoterapêutico podem ajudar. Ensinar estratégias de comunicação e como lidar com os outros pode melhorar suas relações interpessoais.
    Considerar apoio terapêutico: Além de um diagnóstico, um psicólogo ou terapeuta ocupacional especializado pode ajudar a criança a desenvolver habilidades sociais, aprender a focar melhor em atividades e lidar com os desafios emocionais e sociais de maneira mais eficaz.

    A quem recorrer para o diagnóstico de TDAH:
    Para investigar um possível diagnóstico de TDAH, você pode procurar:

    Psiquiatras infantis ou neuropediatras: Eles podem conduzir a avaliação clínica e, se necessário, encaminhar para tratamentos, como medicação (se houver indicação).
    Psicólogos especializados em avaliação neuropsicológica: Eles podem realizar testes e observações para ajudar a diagnosticar TDAH.
    Professores e educadores: Eles podem colaborar no processo, fornecendo relatórios e observações sobre o comportamento da criança na escola.
    Pediatras: Podem ser o ponto de partida para encaminhamentos para especialistas.
    Conclusão:
    É possível que sua filha tenha TDAH, mas para ter certeza do diagnóstico, é necessário procurar um especialista que possa realizar uma avaliação detalhada. Enquanto isso, focar no apoio emocional e acadêmico, trabalhando com ela para melhorar sua autoestima, habilidades sociais e organizacionais, ajudará muito. Além disso, uma avaliação precoce permitirá que a criança tenha o suporte necessário para desenvolver suas habilidades e lidar melhor com os desafios, evitando que a situação se agrave.

    Se precisar de mais informações ou ajuda sobre esse processo, fique à vontade para perguntar!


  • Posso pedir pra minha psicóloga me encaminhar pro psiquiatra? Ela nunca tocou no assunto de diagnóst

    Posso pedir pra minha psicóloga me encaminhar pro psiquiatra? Ela nunca tocou no assunto de diagnóstico, mas me sinto pra baixo e estou numa situação da minha vida onde estou sem energia e vazia por dentro, sinto que apenas a terapia não ajudaria o suficiente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Sim, você pode pedir para a sua psicóloga encaminhá-la ao psiquiatra, especialmente se você sentir que o apoio terapêutico sofra limitações e que algo mais seja necessário para ajudá-la a lidar com o que está sentindo. Não é incomum que a psicoterapia seja combinada com o tratamento medicamentoso, especialmente em casos de depressão, ansiedade ou outros transtornos emocionais mais intensos.

    A terapia pode ser muito eficaz para ajudá-la a lidar com questões emocionais e comportamentais, mas, em alguns casos, o apoio de medicações, como antidepressivos ou ansiolíticos, pode ser importante para melhorar o funcionamento emocional, restaurar o equilíbrio e aumentar a energia necessária para enfrentar os desafios.

    Aqui estão alguns passos que você pode tomar:

    Comunique seus sentimentos claramente à psicóloga: Explique como está se sentindo – "vazia por dentro", sem energia e com dificuldades para lidar com suas emoções – e diga que sente que a terapia sozinha não tem sido suficiente para lidar com sua situação. Ela pode compreender sua preocupação e ajudá-la a considerar a opção de um tratamento psiquiátrico.

    Questione sobre a possibilidade de um encaminhamento: Pergunte se ela acha que seria adequado procurar um psiquiatra, dado o seu quadro atual, e se ela pode ajudá-la com esse encaminhamento. Psicólogos e psiquiatras muitas vezes trabalham em conjunto, e um encaminhamento não significa que você não está se beneficiando da terapia, mas sim que você está buscando um tratamento mais amplo para sua saúde mental.

    Considerando a medicação: O psiquiatra poderá avaliar o seu caso de forma abrangente, considerando os sintomas que você está vivenciando e, se necessário, propor uma medicação que ajude a estabilizar seu humor e aliviar os sintomas que você descreve (como a falta de energia e a sensação de vazio).

    O apoio de uma equipe: Caso você decida procurar um psiquiatra, lembre-se de que isso não substitui a psicoterapia. O ideal é que ambos os tratamentos (terapia e medicação, se indicada) aconteçam em conjunto para proporcionar um cuidado mais completo.

    A saúde mental é muito importante, e você tem o direito de buscar o melhor tratamento para sua situação. Pedir esse encaminhamento é um passo positivo para buscar o apoio que você precisa e melhorar seu bem-estar.


  • Como sei se tenho baixa autoestima? Auta autoestima é o certo?

    Como sei se tenho baixa autoestima? Auta autoestima é o certo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    A autoestima refere-se à forma como você se vê e ao valor que atribui a si mesmo. Ter uma boa autoestima é importante, pois impacta como você se relaciona com os outros, como lida com desafios e como cuida de si mesmo. A autoestima não é estática, ela pode variar ao longo da vida e pode ser influenciada por vários fatores, como experiências de vida, relacionamentos, e a maneira como nos tratamos.

    Como saber se tem baixa autoestima?
    Se você se sente com baixa autoestima, pode experimentar alguns dos seguintes sinais ou comportamentos:

    Autocrítica excessiva: Constantemente se sente insatisfeito consigo mesmo e pensa que não é bom o suficiente, mesmo quando as pessoas ao seu redor não demonstram isso.

    Sentimentos de inadequação: Sentir-se inferior aos outros, comparando-se com frequência de maneira negativa.

    Dificuldade em aceitar elogios: Quando recebe um elogio, você sente desconforto ou acha que a pessoa está mentindo ou apenas sendo educada.

    Procrastinação e medo de falhar: Evitar novas oportunidades ou desafios por medo de não ser capaz de alcançar os objetivos ou de fracassar.

    Dificuldade em estabelecer limites: Aceitar coisas que não gosta ou permitir que os outros desrespeitem suas necessidades porque tem medo de desagradar ou de ser rejeitado.

    Autossabotagem: Quando se coloca em situações onde o fracasso é mais provável, como uma forma de confirmar crenças negativas sobre si mesmo.

    Falta de confiança em decisões: Tem dificuldades em tomar decisões, sempre duvidando de suas escolhas ou sentindo que não são boas o suficiente.

    Alta autoestima é o ideal?
    Sim, a alta autoestima é saudável e é associada a vários benefícios para o bem-estar emocional e psicológico. Ela envolve se sentir confiante e seguro em relação às suas habilidades e à sua identidade. Ter alta autoestima significa se aceitar, se respeitar e se valorizar, mas também reconhecer que você tem pontos a melhorar e não precisa ser perfeito para ser valioso.

    No entanto, autoestima excessivamente alta (ou autoestima inflada) também pode ser problemática. Ela pode se manifestar como arrogância, egocentrismo e falta de empatia. Uma pessoa com autoestima inflada pode ter dificuldade em aceitar críticas, superestimar suas habilidades ou desconsiderar as necessidades dos outros.

    O equilíbrio é o ideal
    O mais importante é encontrar um equilíbrio saudável na autoestima. Isso significa:

    Reconhecer suas qualidades: Saber e valorizar suas habilidades, talentos e conquistas.
    Aceitar suas limitações: Ter consciência de que todos têm falhas e que elas não definem quem você é.
    Desenvolver a autocompaixão: Tratar-se com a mesma gentileza e compreensão que você oferece aos outros.
    Estabelecer e respeitar limites: Saber quando dizer não e quando se colocar em primeiro lugar sem se sentir culpado.
    Buscar autodesenvolvimento: Trabalhar na melhoria contínua de si mesmo, sem se pressionar a ser perfeito.
    O que pode ser feito para melhorar a autoestima?
    Identificar pensamentos negativos: A autocrítica constante pode ser desafiada. Tente substituir pensamentos negativos por reflexões mais equilibradas.

    Cuidar de si mesmo: Pratique autocuidado, seja físico (como comer bem, dormir o suficiente e exercitar-se) ou emocional (como se permitir descansar e estar com pessoas que você gosta).

    Defina metas realistas: Conquistar pequenos objetivos pode aumentar a confiança em si mesmo.

    Aceitar elogios com gratidão: Quando alguém te elogiar, aceite o elogio com um simples "obrigada", sem se diminuir.

    Apoio profissional: Terapia, especialmente a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), pode ajudar a identificar e alterar padrões negativos de pensamento e melhorar a autoestima.

    Conclusão
    A autoestima saudável é fundamental para o seu bem-estar. Ter uma boa autoestima significa se sentir bem consigo mesmo, reconhecer suas qualidades, mas também aceitar suas limitações sem deixar que elas definam quem você é. Se você perceber que tem baixa autoestima, não se desespere: existem formas de trabalhar nisso, seja através de autoconhecimento, autocuidado ou, se necessário, com o apoio de um profissional.


  • O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    O objetivo do psicólogo não é simplesmente "mudar" a forma de pensar do paciente, mas sim ajudar o paciente a entender, modificar e gerenciar seus padrões de pensamento e comportamentos, especialmente aqueles que são prejudiciais à sua saúde mental e bem-estar. Dependendo da abordagem terapêutica, o foco pode variar, mas o papel do psicólogo é promover a reflexão, autoconhecimento e, quando necessário, mudanças comportamentais para melhorar a qualidade de vida do paciente.

    Portanto, o objetivo de um psicólogo vai muito além de simplesmente mudar a forma de pensar. O psicólogo atua como um guia, ajudando o paciente a se entender melhor, a lidar com suas dificuldades emocionais e a promover mudanças que contribuam para uma vida mais saudável e equilibrada.


  • Olá, meu filho tem 3 anos e 4 meses. Ele era uma criança calma e tranquila. Assim que completou 2 an

    Olá, meu filho tem 3 anos e 4 meses. Ele era uma criança calma e tranquila. Assim que completou 2 anos e 9 meses tudo mudou. Ele está inquieto o tempo todo..coloquei em uma escola de inglês que é 2x por semana. E lá eu preciso estar na aula, pois ele fica pulando em cima das crianças, tenta pegar as atividades delas, não presta atenção no que a professora fala, começa a gritar, bater nas crianças e não obedece.
    Aí quando vamos embora eu questiono ele, começa a chorar pede desculpas e diz que não irá fazer mais isso. Mas faz. Em casa ele conversa normal, ri, brinca. As vezes tem esses comportamentos conosco, de não parar, ficar pulando nem cima de nós, batendo etc.
    Fazemos de tudo por ele, brincamos, damos atenção, repreendemos, já coloquei de castigo. Mas nada resolve. Como se fosse insaciável.
    Na igreja é a mesma coisa, em qualquer lugar. É impossível sair com ele.

    Obs: tem um irmãozinho de 1 ano.
    (Comportamento mudou bastante com a chegada do irmão)
    E também o fato de nascer na pandemia, não ter contato com outras crianças.
    Eu não sei mais o que fazer. Me ajudem por favor

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    É natural que crianças de 3 anos apresentem comportamentos desafiadores, especialmente se passaram por poucas interações sociais devido à pandemia. O fato de ele estar agitado e batendo pode ser um reflexo de como ele está lidando com as novas experiências e a chegada do irmãozinho.

    Uma abordagem que pode ajudar é manter regras claras e consistentes, sempre reforçando positivamente quando ele se comporta bem. Estabelecer uma rotina previsível também pode trazer mais segurança e calma para ele. Além disso, tentar socializá-lo mais com outras crianças pode ser benéfico, pois a interação ajuda no desenvolvimento de habilidades sociais.

    Se o comportamento persistir e for preocupante, considerar a ajuda de um psicólogo infantil pode ser uma boa ideia. Eles podem oferecer estratégias específicas para ajudar seu filho a lidar com esses desafios. Continue oferecendo muito carinho e atenção, e lembre-se de que é um processo de aprendizado para ele e para você.


  • Oi, boa madrugada Meus últimos dias tenho pensado muito em sexo, tenho entrado em chats de sexo e c

    Oi, boa madrugada
    Meus últimos dias tenho pensado muito em sexo, tenho entrado em chats de sexo e colocando minha privacidade em risco pq tenho adicionados muitas pessoas em meus contatos, sempre tenho essas fases, mas agora parece que está muito mais intenso e estou vendo muito mais pornografia, estou dormindo numa média de 2h/3h por dia, no trabalho penso um pouco menos de sexo, mas desde os 11 anos tenho vício em pornografia, tenho 30 anos... Pq isso? Nunca quis ser alguém promíscuo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    O que você está descrevendo pode ser um padrão compulsivo em relação à sexualidade e à pornografia, que pode ter várias causas, como vício, estresse, ou problemas com regulação emocional. A falta de sono e a intensidade dos pensamentos também podem estar contribuindo para isso. Buscar a ajuda de um profissional de saúde mental pode ser crucial para entender melhor esses padrões e desenvolver estratégias para lidar com eles de forma saudável. Eles podem ajudá-lo a explorar as causas subjacentes e encontrar formas de melhorar sua qualidade de vida.


  • Estou me sentindo angustiado, sem vontade de fazer as coisas, ansioso, não paro de pensar nisso, não

    Estou me sentindo angustiado, sem vontade de fazer as coisas, ansioso, não paro de pensar nisso, não consigo nem dormir. Um psicólogo conseguiria me ajudar ou é de outra especialidade que necessito?
    Acontece que estou casado há 2 anos, (relacionamento fechado) minha esposa sempre teve interesse em teatro, agora entrou em uma peça que até então necessitará beijar e simular cenas de sexo, cenas e beijos que terão que ser ensaiados 3 vezes por semana, durante 6 meses, até a apresentação da peça. Nossos valores a respeito disso são muito diferentes, para mim isso é uma quebra de fidelidade matrimonial e desrespeito, por mais que seja uma representação o contato físico existe e o beijo acontece, já para ela é algo normal, pois ela é muito mais liberal. Se amamos muito mas estamos em um impasse, não sou inseguro, apenas considero este ato uma traição, não consigo relativizar a fidelidade dessa forma. Alguma sugestão de como resolver isso sem terminar o relacionamento? Não estou vendo outra alternativa, não quero isso, sofreria demais e a continuaria amando,

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Entendo como a situação deve estar sendo desafiadora para você. A angústia, a falta de vontade e a dificuldade para dormir podem ser sinais de estresse intenso e preocupação com a situação no seu relacionamento.

    Um psicólogo pode ser muito útil nesse contexto. Eles podem ajudar a explorar suas emoções e preocupações, oferecer estratégias para lidar com a ansiedade e o estresse, e auxiliar na comunicação com sua esposa. Além disso, a terapia pode ajudá-lo a trabalhar suas crenças sobre fidelidade e ajudar a encontrar um meio-termo que funcione para ambos.

    Conversar com um terapeuta também pode ajudar a entender melhor suas próprias necessidades e limites, e apoiar você na construção de um diálogo mais aberto e produtivo com sua esposa sobre esses valores diferentes. A terapia de casal pode ser uma opção a considerar se ambos estiverem dispostos a trabalhar juntos na resolução dessas diferenças.

    Buscar a ajuda de um profissional pode fornecer o suporte necessário para lidar com a situação de forma saudável e encontrar soluções que preservem o relacionamento e respeitem os valores de ambos.


  • Meu filho de 11 anos me disse não se sentir confortável sendo homem, mas que sente atração por menin

    Meu filho de 11 anos me disse não se sentir confortável sendo homem, mas que sente atração por meninas e não tem atração por meninos, mas que se sentiria melhor se fosse mulher. Como posso ajudá-lo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira


    Primeiramente, é importante ouvir e apoiar seu filho sem julgamentos. Mostre que você está lá para ele e que seus sentimentos são válidos. Considerar a terapia com um especialista em questões de gênero pode ser útil para ele explorar sua identidade e lidar com qualquer confusão. Educando-se sobre gênero e sexualidade, você pode oferecer um suporte mais informado. Crie um ambiente seguro em casa e mantenha uma comunicação aberta para que ele se sinta confortável para expressar seus sentimentos. O apoio contínuo e a compreensão são fundamentais para ajudá-lo a entender e aceitar sua identidade.


  • Me sinto totalmente deslocada na vida, nada que começo eu termino, estou num casamento infeliz a qua

    Me sinto totalmente deslocada na vida, nada que começo eu termino, estou num casamento infeliz a quase 10 anos, ontem mesmo ele me falou que eu deveria nascer de novo(?) Estou em avaliação para tdah, 33 anos ainda sem nenhum sucesso profissional relevante, me sinto cansada o tempo todo sem fazer esforço físico. Dependo hoje financeiramente do meu marido, porém preciso agir pra sair dessa situação, não sei por onde começar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira


    Sinto muito que você esteja passando por isso. O primeiro passo é buscar ajuda profissional. Um terapeuta pode ajudar a entender seus sentimentos, avaliar o TDAH e trabalhar em estratégias para melhorar sua situação. É importante também explorar seus interesses e habilidades para definir metas pequenas e alcançáveis, que podem ajudar a construir confiança e abrir novas oportunidades. Comece com ações pequenas, como buscar cursos ou treinamentos que você goste e que possam abrir portas no mercado de trabalho. Conversar com um conselheiro de carreira também pode ser útil para direcionar seus esforços. Envolver-se em atividades que tragam satisfação e equilíbrio também pode ajudar a lidar com o cansaço e o sentimento de desmotivação.


  • muita irritação e estresse o que fazer? faz alguns meses que tenho ficado muito irritada, qualquer

    muita irritação e estresse o que fazer?
    faz alguns meses que tenho ficado muito irritada, qualquer problema, reclamação ou crítica me faz reagir de forma desnecessária e as vezes em tom agressivo. tudo isso começou após algumas frustrações, mesmo tendo resolvido algumas situações, eu fiquei muito magoada e culpada por todas as situações passadas, não estou sabendo como mudar com esses meu comportamento

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Se você está se sentindo constantemente irritada e estressada, pode ser útil explorar o que está causando essas emoções. Às vezes, frustrações passadas e sentimentos de mágoa e culpa podem influenciar seu comportamento. Tentar técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou meditação, pode ajudar a acalmar sua mente. Refletir sobre os gatilhos que provocam sua irritação e trabalhar para entender melhor essas emoções pode ser útil. Além disso, aprender a comunicar seus sentimentos de forma assertiva pode reduzir reações agressivas. Conversar com um psicólogo pode oferecer um espaço seguro para explorar essas questões e desenvolver estratégias para lidar com o estresse e melhorar seu bem-estar.



  • Na psicoterapia quem decide se o tratamento necessita de medicamentos o psicólogo ou paciente?

    Na psicoterapia quem decide se o tratamento necessita de medicamentos o psicólogo ou paciente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Na psicoterapia, a decisão sobre o uso de medicamentos geralmente não é feita apenas pelo psicólogo. Embora o psicólogo possa identificar a necessidade de medicação com base na sua avaliação e discutir essa opção com você, a prescrição de medicamentos é de responsabilidade de um médico, como um psiquiatra. O psicólogo pode recomendar que você consulte um psiquiatra ou outro profissional de saúde mental que possa avaliar a necessidade de medicação e prescrevê-la, se apropriado.

    O paciente também tem um papel importante nessa decisão. Você pode expressar suas preocupações e preferências sobre o tratamento, e essas informações devem ser consideradas ao formular um plano de cuidado. A colaboração entre você, o psicólogo e, se necessário, o psiquiatra é crucial para encontrar a abordagem mais eficaz para o seu tratamento.


  • dúvidas com a minha sexualidade olá , sou um homem de 24 anos de idade, minha sexualidade sempre fo

    dúvidas com a minha sexualidade
    olá , sou um homem de 24 anos de idade, minha sexualidade sempre foi um enorme peso para mim, vivo ciclos entre gostar de homem e gostar de mulher, basicamente em alguns momentos tenho forte desejo de me relacionar com homens, seguidos muitas vezes de falta de atração por mulheres, depois eu sinto um forte desejo por elas e passo não somente a perder o desejo por homens como ainda sinto nojo da situação, é muito triste isto,me impede de ter um relacionamento e de desenvolver relações mais concretas, é um verdadeiro fardo, será que isto pode ter cura um dia? ou vou ficar condenado a viver desta forma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Suas dúvidas e sentimentos em relação à sua sexualidade são válidos e compreensíveis, e você não está sozinho em passar por isso. A sexualidade pode ser fluida e complexa, variando ao longo do tempo. É importante lembrar que não há uma "cura" necessária, mas sim um caminho para entender e aceitar quem você é. A terapia pode ser uma ferramenta valiosa para explorar esses sentimentos, reduzir o peso emocional que você sente, e ajudar a encontrar paz com sua identidade. Não se sinta condenado; com o tempo e apoio certo, você pode encontrar formas de viver mais plenamente e se relacionar de maneira que seja significativa para você.


  • Os efeito colaterais, como ansiedade, boca seca, náusea, tremor, são realmente do remédio ou do noss

    Os efeito colaterais, como ansiedade, boca seca, náusea, tremor, são realmente do remédio ou do nosso psicológico ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Os efeitos colaterais que você mencionou, como ansiedade, boca seca, náusea e tremores, podem ser causados tanto pelo medicamento quanto por fatores psicológicos. É importante distinguir entre os dois. Muitas vezes, medicamentos podem causar efeitos colaterais físicos e emocionais, e a ansiedade ou o estresse psicológico também podem exacerbar esses sintomas. Se você está preocupado, converse com seu médico para avaliar se os sintomas são realmente efeitos colaterais do medicamento ou se estão relacionados ao seu estado emocional.







  • Quando uma pessoa tem esquizofrenia que escuta vozes.Com o tratamento as vozes podem sumir p sempre?

    Quando uma pessoa tem esquizofrenia que escuta vozes.Com o tratamento as vozes podem sumir p sempre? Ou elas podem voltar em algum momento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Com o tratamento adequado, incluindo medicação antipsicótica e terapia, as vozes que uma pessoa com esquizofrenia escuta podem diminuir significativamente ou até desaparecer. No entanto, a esquizofrenia é uma condição crônica, e há a possibilidade de as vozes retornarem, especialmente em momentos de estresse ou se o tratamento for interrompido. Manter um acompanhamento regular com um profissional de saúde mental é essencial para gerenciar os sintomas a longo prazo e prevenir recaídas.


  • Estou sentindo muito ciúme da minha amiga e me sinto muito mal com isso, como faço pra me libertar d

    Estou sentindo muito ciúme da minha amiga e me sinto muito mal com isso, como faço pra me libertar do ciúme?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Sentir ciúme é uma emoção comum, mas pode ser desconfortável e prejudicial se não for gerenciada. Para se libertar do ciúme, comece por identificar as causas subjacentes, como insegurança ou medo de perder a amizade. Pratique a autocompaixão e a autoestima, lembrando-se do seu valor como pessoa. Também é útil focar na confiança na amizade e comunicar abertamente seus sentimentos com a amiga, se achar necessário. A terapia pode ajudar a explorar esses sentimentos mais a fundo e a desenvolver estratégias para lidar com o ciúme de maneira saudável.


  • Terapia familiar pode ser feita 100% online ? Nosso pai possivelmente depressivo, agressivo, perdido

    Terapia familiar pode ser feita 100% online ? Nosso pai possivelmente depressivo, agressivo, perdido, e depois de mtos anos, agora esta disposto a buscar ajuda. Eu e minha irmã estamos exaustos e destruídos (emocionalmente) e minha mãe também. (descrição BEM resumida)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ludmila Nogueira

    Sim, a terapia familiar pode ser realizada 100% online. Muitos terapeutas oferecem sessões virtuais, que podem ser tão eficazes quanto as presenciais. Isso pode ser uma ótima opção para vocês, considerando que todos estão emocionalmente desgastados e buscando um ambiente seguro para abordar as questões familiares. É importante escolher um terapeuta especializado em terapia familiar que tenha experiência em conduzir sessões online, garantindo que todos se sintam confortáveis e ouvidos durante o processo.


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Perguntas frequentes

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