Perguntas do paciente (976)

  • Tive um evento com meu namorado(1 ano de namoro), fizemos um menage no começo estava tudo bem, mas,

    Tive um evento com meu namorado(1 ano de namoro), fizemos um menage no começo estava tudo bem, mas, chegou um momento em que passei mal(bebi mt) o namorado e o outro me ajudaram, cuidaram de mim, mas ao retornar a cama em um momento apaguei e meu namorado não percebeu(acredito nele) e ele e o outro deram um beijo, que foi interrompido pelo "nós vamos contar pra ele né?" só q meu namorado sem entender ficou "ue como assim? ele nao ta aqui?" e que logo ao continuar ele percebeu q eu não estava mais presente(nem em corpo e nem em alma kkkkk) e parou imediatamente, ambos me confessaram logo ao acordarmos. Desde então fico revisitando esse evento que me causa sentimentos mistos... traição? inveja? acredito que meu namorado não fez por mal só que ainda sinto q estou um pouco magoado revivendo obsessivamente esse evento achando q encontrarei uma resposta, ao ponto de me afetar e afetar o meu relacionamento. Conversamos sobre ele se sente extremamente culpado ao ponto de não se sentir mais confortável de fazer outro ménage, e acho que nem eu(talvez eu tenha descoberto que não sou tão liberal dentro de um relacionamento). Não sei mais oq fazer para virar essa pagina e seguir em frente com meu namorado que amo muito, temos uma relação bem saudável, com carinho, comunicação e parceria. Não sei se estou aumentando muito esse acontecimento na minha cabeça, não quero ficar afetado por algo q no fundo eu julgue como bobo, muito menos que esse relacionamento chegue ao fim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Imagino que você esteja passando por um momento reflexivo intenso por ora, o qual pode estar lhe gerando algumas ansiedades relacionadas ao seu relacionamento.
    Mas, para você conseguir alcançar uma paz sobre nesse assunto, é necessário mergulhar em seu caos interior. Perguntas como, você gostaria mesmo de ter feito o menage? Será que você queria estar ali de corpo e alma? Essa situação, de ser paralela a uma traição, já foi vivenciada e como você lidou com isso? Enfim, acredito que esse seria um início de reflexão analítica para essa situação.
    Você não precisa passar por isso sozinho, conversar com o outro, dividir seus pensamentos e anseios é curativo.
    Se precisar de apoio psicológico, estou a disposição.


  • Meu filho tem 3 anos 8 meses é muito carinhoso e inteligente , gosta de montar quebra cabeças e pint

    Meu filho tem 3 anos 8 meses é muito carinhoso e inteligente , gosta de montar quebra cabeças e pintar.
    desde 1 ano e 6 meses ia para uma escolinha pequena que tinha 5 alunos na sala.
    Tirei ele dessa escolinha e colocamos ele em uma outra bem maior, ele ficou uns 3 meses em casa sem frequentar a escola ate eu conseguir a vaga.
    As duas primeiras semana ele estranhou um pouco, chorou uns dois dias quando eu deixava ele de manha, mas era bem tranquilo, mas fazem uns 5 dias que ele não quer ir para escola, chora muito quando eu deixo, e fica em casa falando que não quer ir para escola.
    Converso com ele para buscar entender o motivo e dar apoio para ele, mas ele apenas diz que não gosta da escola grande , que tem muitos alunos, que quer que eu coloque ele em uma escola menor, sinto ele ansioso a noite pois ele fica pensando no outro dia em ter que ir para escola.
    Como devo agir, devo esperar quanto tempo ate intervir com algum tipo de suporte profissional ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Muito importante sua dúvida. Acredito que você tenha compreendido a questão da adaptação dele no ambiente escolar, e esse processo pode se tornar um pouco difícil dependendo da dependência dele com as figuras que exercem cuidado a ele.
    Temos como hipóteses, conforme o texto que você trouxe:
    - De alguma forma, a escola maior não vai conseguir satisfazer toda a atenção que ele deseja ter, comparado a escola menor.
    - Relacionada aos pais, seria o desejo deles em permitir que ele possa estar na escola, não sendo os adultos dependentes da presença da criança em casa? Se isso for realidade, podemos considerar uma ansiedade de separação do adulto a qual a criança vai sentir e tentar, da forma que ela consiga, permanecer ao lado do cuidador.
    - Considerar o núcleo familiar, sendo protegido e estimulante à criança, sem sinais de violência.
    - Casos de bullying que ele passou e ainda não consegue falar ou elaborar sobre, sendo tanto com crianças ou com os profissionais da escola;
    - Sejam saudades, tristeza, frustração e demais sentimentos esperados em qualquer pessoa que fora obrigada a sair de um ambiente que lhe proporcionava bem-estar.

    Pensando nas estratégias possíveis,
    - Vincular-se à escola e propor a ela que seu filho se adapte ao poucos ao ambiente escolar pode funcionar.
    - Dizer que ele ficará tantos minutos na escola e depois em casa; sendo esse tempo na escola na biblioteca, na pedagogia ou em sala de aula, conforme a suportabilidade dele.
    - A intervenção com um profissional da psicologia, quando a estratégia com a escolar não estiver funcionando;
    - Intervenção medicamentosa para ele lidar com a ansiedade, sendo um tratamento pontual e com começo, meio e fim, podendo não durar mais de 6 meses, sendo um auxílio na adaptação.
    - As estratégias não saõ excluentes. É altamente recomendável medicamento e psicoterapia andarem juntas nesse percurso em direção à cura.
    - Os pais procurarem psicoterapia pode auxiliar na ansiedade deles com relação a criança. Estudos comprovam que quando pais e filhos estão sob psicoterapia os ganhos e avanços terapêuticos ocorrem de forma mais estruturada e rápida.

    Se tiver alguma dúvida sobre orientação parental, fique à vontade em entrar em contato!


  • Estou em um relacionamento à 4 meses oficialmente, e estamos juntas a 9 meses. Desde os meus 8 anos

    Estou em um relacionamento à 4 meses oficialmente, e estamos juntas a 9 meses. Desde os meus 8 anos de idade tive acesso irrestrito ao celular, isso me levou a consumir pornografia a essa idade e se tornou um vício que eu não entendia na infância, tornei a esconder dos meus pais mesmo sem entender sobre relações sexuais. Até que um dia decidi parar e passei cerca de 3 anos sem consumir esse tipo de conteúdo, de verdade. No início da adolescência isso voltou, principalmente pq eu estava me descobrindo e descobrindo minha real sexualidade acabei vendo asmr’s sexuais falados, até então eu só escutava, porém eu ia cada vez mais fundo e acabei voltando para a pornografia. Aos 16 comecei a me tocar, uma coisa importante sobre isso é que eu nunca me toquei SEM a pornografia até hoje. Porém, hoje sou comprometida, e mesmo assim cedo a esse vício, eu não vejo todos os dias mas as vezes é como um chamado. Eu amo a pessoa com quem eu estou e quero passar o resto da minha vida com ela, eu a amo de verdade e não queria decepcioná-la com isso, eu sei que não terminaríamos por causa disso porque o nosso amor uma pela outra é muito forte mas o nosso relacionamento é a distância e somente quando há essa distância eu cedo algumas vezes a pornografia. Eu estou realmente decepcionada comigo mesma, é horrível ver, mas de vez em quando é como se houvesse um chamado. Nós já tivemos experiências sexuais e isso foi incrível, eu não queria estragar nossa química por causa disso, eu já li que isso pode estragar relacionamentos e o momento do sexo em si, e eu não queria que nossa história e nossa química se percam, de verdade. Eu gostaria de me livrar disso mas mesmo desativando os navegadores, tirando qualquer incentivo sexual isso continua voltando. Eu quero parar, gostaria que alguém me dê um caminho, uma luz para que eu possa viver meu relacionamento feliz. Adendo: eu não gosto de pensar em outras pessoas quando vejo esses vídeos, eu já amo a com quem estou, porém eu acredito que eu veja pq sou muito isolada e não saio de casa, fico com tédio e vou ver

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Num processo terapêutico, o psicólogo não julga o que o paciente faz de sua vida. O psicólogo toma cuidado em avaliar situações que possam colocar o paciente em risco ou outras pessoas em risco. No seu caso, observo uma severa angústia sobre a sua relação com a sexualidade, assunto que pode ser melhor tratado e explorado em análise.
    Nesse momento, lhe ofertar um caminho seria negligente da minha parte por não te conhcer. O que te oferto é espaço de escuta e acolhimento.
    Fico à dispoisção caso queira entrar em contato.


  • Como posso apagar o que sinto por alguém do passado? Há décadas atrás, quando eu era um pré-adole

    Como posso apagar o que sinto por alguém do passado?

    Há décadas atrás, quando eu era um pré-adolescente eu queria me declarar para uma pessoa mas acabei não fazendo por medo. A pessoa até ficou sabendo mesmo disso, mas eu nunca cheguei a dizer a essa pessoa como eu me sentia.

    Passou-se se décadas e mesmo agora nos vinte poucos anos acho que meu lado emocional não superou essa pessoa de fato. Apesar de eu ter decidido a esquecer e seguir em frente.


    Queria entender também como isso é possível.

    Eu até cheguei a conclusão comigo mesmo nessas semanas ja tinha chegado a conclusão que isso era amor mas no máximo uma paixão não correspondida. Mas ontem a noite eu sonhei que eu me Casava com essa pessoa. Era eu de joelhos me declarando para essa pessoa. Até lembro do vestido que essa pessoa usava
    .
    .Todos sonhos já tive com essa pessoa por mais diferentes que fossem sempre terminaram assim. Ou então era só nós dois conversando.

    Queria saber o que eu preciso fazer para isso parar ou então entender por que não sigo como qualquer outra paixão não correspondida já lidei e segui em frente facilmente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Sua demanda é muito válida, devido a esse fator do "por quê" acontece isso. Visto que vem desde a infância e se reconfigura na vida adulta, a demanda do amor sempre vai existir. No seu caso, o que posso te indicar é o processo terapeutico, para explorar suas questões pessoais e compreender o que significa esse sentimento por essa pessoa, e se aprofundando, será que é por essa pessoa ou outra? Seria interessante descobrir.
    Caso precise de apoio, fico a disposição.


  • Eu tenho 13 anos, e daqui a 4 meses eu faço 14 anos. E eu simplesmente não quero isso, não quero cre

    Eu tenho 13 anos, e daqui a 4 meses eu faço 14 anos. E eu simplesmente não quero isso, não quero crescer e me separar das pessoas que eu gosto. Tudo parece não ter mais sentido, pq eu sei que eu vou crescer e tudo isso vai acabar, já que daqui a dois anos eu estou entrando no ensino médio, oque me deixa ainda mais ansiosa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Crescer faz parte da nossa existência. Se você nega o seu próprio crescimento, me faz pensar, por quê vocÊ quer permanecer criança? Sendo que criança não tem tantas liberdades, não tem o cérebro totalmente desenvolvindo, nem as emoções. Também é dependente dos cuidadores, em vários sentidos. È na adolescência que podemos experimentar e conhecer o mundo com as nossas pernas, e claro, com o apoio dos nossos pais.
    Estar ansiosa para o ensino médio, que via acontecer daqui a dois anos é uma questão importante para se levar para a terapia.
    Enquanto isso, tente aproveitar o hoje, o aqui e o agora, para você se divertir com o que está disponível dentro do seu contexto.
    Se precisar de ajuda, fico a disposição.


  • Existe autista baixas habilidades? Porque eu acho que sou um...

    Existe autista baixas habilidades? Porque eu acho que sou um...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Ô bichinho <3
    Pode ser que seja um momento difícil, em que a vida esteja te dando desafios mais complexos e as suas habilidades ainda não estejam desenvolvidas. Será que as pessoas de referência da sua vida não estão te cobrando além da sua limitação? Sua pergunta abre paara muitas questões existenciais e interessantes de aprofundamento. Mas saiba que todos nós temos baixas habilidades em alguma área e isso é o normal da vida.
    Tenha paciência com você mesmo, procure por ajuda de psicólogos e terapeutas ocupacionais, se for algo relacionado aos estudos, um psicopedagogo pode ajudar também.
    Se precisar de apoio, fique a vontade para entrar em contato!


  • Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, s

    Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, só choro, perdi até a vontade de terminar a minha faculdade, me sinto rejeitada e descartada, e o que me deixa mais triste é que meu ex terminou e está seguindo muitas mulheres, isso está me deixando mais triste ainda, parece que a vida perdeu o sentido. Devo procurar ajuda de um profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    No seu caso, seria indicado procurar por um psicólogo para você falar sobre a sua angústia e se sentir ouvida. Além disso, poderá voltar a sua energia para si mesma e retomar seus objetivos de vida. Terminar um relacionamento é um luto complexo e cansativo de lidar sozinha, procure pelos seus amigos e familiares, tente fazer novas amizades para se distrair e acessar novos lugares, mas procure ajuda profissional também!
    Espero ter ajudado, fico à disposição.


  • Bom dia. Hoje sou um homem hétero acima dos 45 anos de idade, fui casado por quase 20 anos. Vamo

    Bom dia.
    Hoje sou um homem hétero acima dos 45 anos de idade, fui casado por quase 20 anos.
    Vamos lá, tudo se iniciou acredito por volta dos 20 anos com uma ex namorada onde tínhamos várias fantasias e ela pedia para suar algumas lingeries e não via nenhum problema com isso e acabou virando um hábito no dia a dia, mas sem necessariamente o cunho sexual. Esse relacionamento não foi pra frente por outros motivos.
    Casei e durante e durante esse meu casamento apenas abri com minha ex que gostava de calcinhas a princípio, mas como já fui meio que recriminado eu não abri o outro fetiche que também era por camisolas, levei meu relacionamento até onde foi possível, mas sentia isso preso dentro de mim, por outros motivos não relacionados a esse trouxe o fim ao relacionamento.
    Atualmente conheço uma pessoa que tenho a maior e melhor conexão e que de fato eu amo como nunca amei, porém nosso relacionamento ainda é a distância e em breve estaremos juntos. Recentemente me abri com ela de cara limpa meus fetiches e expliquei que não tinha conotação sexual, ela é uma pessoa cabeça super aberta e entendeu a minha condição, mas ela também tinha outra expectativa sobre nós, convenhamos que não é um “padrão” e por muitas vezes difícil compreensão e aceitação.
    Ela diz entender e até aceitar, mas tenho medo que isso estrague nosso relacionamento, que seja um problema, sei que não existe uma convenção para um pedaço de pano.
    Gostaria de nortear meus caminhos e se for possível até desvincular desse “fetiche”, infelizmente não é uma chave que desarmamos no cérebro. Queria tentar entender o melhor caminho a seguir.
    Meu principal objetivo é estar com ela e fazê-la feliz, pois ela me faz a sentir a pessoa mais especial do mundo.
    Obrigado pela atenção.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Seu relato me faz questionar: por quê não escolher o seu próprio bem-estar ao invés de uma convenção social na qual um homem cis não pode usar calcinha?
    Talvez o melhor caminho que você pode seguir é dando espaço saudável ao seu feitiche, e você mesmo compreendendo que é algo que te faz bem.
    O mais difícil é bancar nosso desejo!
    Se precisar de apoio psicológico nessa empreitada, fico à disposição :)


  • Eu tenho muito ciúme do passado de minha esposa e isso me consome. As vezes passamos uma semana inte

    Eu tenho muito ciúme do passado de minha esposa e isso me consome. As vezes passamos uma semana inteira em harmonia, mas do nada vem um pensamento sobre o passado dela que me deixa muito enciumado e fico envergonhado do que penso. Deveria procurar qual tipo de especialista para me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Nesse caso é necessário procurar por um psicólogo, pois o ciúmes é algo que vem de você, não dela. Por meio da psicoterapia você pode se ouvir e compreender o motivo do ciúmes, e qual é a função dele no relacionamento de vocês.
    Passado todos nós temos, o que nos resta é ouvir as histórias e tirar algo bom delas, como piadas e gracinhas. O que importa mesmo, é o aqui e o agora, e você pode não estar aproveitando 100% do presente.
    Fico à disposição, caso queira conversar :)


  • Tenho um namorado totalmente viciado em videogames, eu tenho sempre que estar cobrando a atenção del

    Tenho um namorado totalmente viciado em videogames, eu tenho sempre que estar cobrando a atenção dele, porque não consigo nem conversar com ele porque ele não para de jogar em momento nenhum. Além disso, ele tem uma amiga de jogo que está sempre com ele jogando e quando ele sai do jogo, ele fica conversando no WhatsApp com ela enquanto está comigo e quando ele finalmente me dá atenção ela manda mensagem cobrando a presença dele. Já conversei com ele sobre o assunto e ele fala que acha normal agir assim com a amiga e que jogar é o hobby favorito dele, então eu tenho que aprender a aceitar isso. Estou sendo incompreensiva em querer terminar o relacionamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Talvez incompreensiva não seja a palavra. Terminar uma relação não é algo fácil, colocar na balança o quanto a pessoa que você está te admira, te apoia, consegue conversar mesmo nas diferenças contra aquilo que vocês está reinvidicando, que é o tempo e a atenção, exige um movimento de reflexão profunda e de tomada de decisão. A questão, do meu ponto vista, não é você ser considerada incompreensiva, mas para você, está clara a situação, te faz sentido na vida? Se apegue àquilo que faz sentido na sua vida, e isso vai além de um relacionamento amoroso.


  • Estou num relacionamento já fazem 10 anos, nosso relacionamento é super sáudavel. Eu penso em termin

    Estou num relacionamento já fazem 10 anos, nosso relacionamento é super sáudavel. Eu penso em terminar por questões de turbulências familiares mas eu não consigo, tenho medo de sofrer muito e não acostumar. Isso é um sintoma de dependência emocional? O que fazer pra me libertar disso? Terapia ou medicamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    A sua demanda é complexa para responder de forma objetiva. Nesse caso eu sugiro que você procure por um psicólogo, para te dar espaço a seu ouvir e compreender o seu contexto atual. Sugiro que tome uma decisão após deixar claro para você todas as questões, e que consiga colcoar na balança os prós e contras, e se você consegue bancar seu desejo. Porém, é importante esclarecer: tem que fazer sentido para a sua vida.
    Fico à disposição, caso queira conversar :)


  • É normal casal de namorados falarem sobre problemas em suas partes intimas, sem ter tido relação ain

    É normal casal de namorados falarem sobre problemas em suas partes intimas, sem ter tido relação ainda? Casal adolescente, namoram a 10 meses.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Se você considera tratar desse assunto em casal algo normal, então pode ser. Você quem vai decidir sobre o que falar e o que fazer. O conceito de normalidade é muito frágil, muda constantemente. E no geral, falar sobre sexualidade com pessoas que confiamos é uma prática que gera bem-estar e qualidade de vida.
    Fico à disposição para conversar mais a respeito.


  • Olá! A alguns meses, descobri que meu marido assiste pornografia. Brigamos varias vezes pelo mesmo m

    Olá! A alguns meses, descobri que meu marido assiste pornografia. Brigamos varias vezes pelo mesmo motivo e já conversamos varias vezes sobre isso. Ele diz que o problema não sou eu, que ele sempre assistiu desde a adolescência e em outros relacionamentos. Eu até entendo que não sou o problema mais não deixo de me sentir mal por isso. Ele diz que diminuiu muito depois que soube que me sinto mal mais ainda não parou. Quando eu sei que ele fez, vou falar alguma coisa ele não gosta e acabamos discutindo. Fico pior ainda quando ele demonstra que quer fazer alguma comigo e quando chego em casa feliz porque vamos ter uma noite de prazer e vejo que ele se masturbou. Isso acaba com o tesão e sinto que não tem mais necessidade de ter alguma coisa porque ele já gozou e não vai ter mais graça. Isso tem me incomodado muito e não tenho vontade de conversar com ele porque sei que vai acabar em discussão e vezes penso em terminar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá! Observo que a demanda sexual que você direciona a seu marido não é correspondida, gerando a frustração, em que uma coisa puxa a outra. Talvez você precise esclarecer a sua relação com o outro e a sua relação com o sexo. Uma forma de tentar levar a própria vida é saber que as pessoas vão mudar se elas quiserem por elas mesmas, não pelos outros. O que você quer mudar em você? Como dar conta da demanda sexual não atendida? Tanto você quanto seu marido podem ser beneficiados por psicoterapia individual. Fico à disposição.


  • Pessoas com TDAH podem tem maior dificuldade em lembrar de avisar outras pessoas de eventos ou acont

    Pessoas com TDAH podem tem maior dificuldade em lembrar de avisar outras pessoas de eventos ou acontecimentos importantes? Se sim o que pode se fazer para melhorar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Depende de como você está com relação ao seu corpo, por exemplo se você faz exercícios e tem uma alimentação balanceada, a tendência do esquecimento pode diminuir.
    Como resolver isso de forma prática? Tenha uma agenda física ou use uma do celular.


  • Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fa

    Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Geralmente essa é uma pergunta difícil de responder, pois o fim de relacionamento também é um luto, e cada pessoa lida com o luto de forma particular. Por você ainda pensar nele mesmo depois de um ano, pode indicar que houve um grande investimento seu nessa relação, mas que infelizmente acabou. A distração é um dor melhores remédios nesse caso, encontrar formas de se distrair, se manter ocupada, realizar voluntariado, ajudar outras pessoas, fazer um novo curso e conhecer pessoas pode funcionar com o passar do tempo. Se você avalia que o luto é persistente, busque ajuda com um psicólogo para poder conversar e elaborar esse sentimento complexo.
    Espero ter ajudado, fico à disposição.


  • Faz sentido procurar a ajuda de um profissional de saúde mental para lidar com um luto?

    Faz sentido procurar a ajuda de um profissional de saúde mental para lidar com um luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Faz sim, especialmente psicólogos. O profissional é habilitado e treinado para ouvir sobre as angústias mais complexas do ser humano. Espero ter ajudado.


  • Já se passaram oito anos da morte de um dos meus filhos. Sentir muito ainda e não poder falar no ass

    Já se passaram oito anos da morte de um dos meus filhos. Sentir muito ainda e não poder falar no assunto sem chorar é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, como vai?
    Nesse caso, depende. São muitos elementos que precisam ser analisados para compreender a dimensionalidade do luto para cada pessoa. No seu caso, eu sugiro você procurar por um psicólogo, mesmo que você já tenha feito terapia no passado, há algo que ressoa hoje e te sensibiliza, talvez seja o momento de rever o luto e elaborar.
    Espero ter ajudado, fico à disposição!


  • Quais preconceitos são enfrentados por pessoas com deficiência?

    Quais preconceitos são enfrentados por pessoas com deficiência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Olá, nesse caso eu posso te ajudar, pois sou uma pessoa com deficiência física, sou monocular. Os preconceitos enfretados por PCD chama-se capacitismo, é uma forma de subjulgar as capacidades do outro devido a sua limitação, seja física, cognitiva ou mental. Acontece quando recebemos apenas vagas de trabalho para serviços operacionais; quando nas empresas, as promoções ou cargos de liderança não contemplam PCDs; no campo dos afetos, não ser uma opção, por apresetar algo diferente, entre outras situações. A psicologia compreende que o ego das pessoas com deficiência pode apresentar maior fragilidade, devido à constante atitude de exclusão e o senso de inferioridade que pode se formar na infância. Nesses casos, a terapia ajuda a pessoa a aceitar sua condição, limitações e abre espaço para as possibilidades, ressignificando emoções do passado e ajudando o sujeito a se sentir de parte de seu mundo.


  • Como cuidar das crianças que se desenvolvem em tempos de grande relação entre redes sociais e saúde

    Como cuidar das crianças que se desenvolvem em tempos de grande relação entre redes sociais e saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Conforme experenciei na residência, tanto no hospital quanto nos CAPSi, as dicas mais presentes ofertadas aos pais foram:
    1) Criar uma rotina que faça sentido tanto pra família quanto para a criança. Quem manda são os pais, isso é fato, porém a criança sempre deve ser ouvida quando as atividades que quer fazer, sejam elas culturais, esportes, lazer e também de afazeres domésticos.
    2) Tenham uma rotina saudável, os pais no caso. Se a criança observa os pais sempre nos celulares, claramente elas vão se espelhar, assim como se os pais não se alimentam de forma adequada, não fazem esportes, não sabem lidar com suas emoções, apresentam comportamento de violência ou de risco, esse conjunto todo desfuncional poderá projudicar a formação da criança. Se a família apresenta esse conjunto, procure um psicólogo para te ajudar, ou mesmo o serviço especializado do CAPS.
    3) No período noturno, criem uma rotina estável, horários para comer, tomar banho, brincar e ir dormir, é mais interessante para a criança quando os pais compartilham dessa rotina, até que elas adormeçam.
    4) Quanto aos celulares, evite de dá-los às crianças tão cedo, antes dos 8 anos. É aconselhável dar um celular pessoal a eles a partir dos 11/12 anos, quando entram na puberdade, devido as questões da adolescência.
    5) Todas as atividades que as crianças e adolescentes fazem na internet podem ser monitoradas por meio de APPs ou sites de controle parental. Procure informações sobre controle parental nas redes sociais, serviços de streaming e demais aparelhos que eles utilizam.
    6) Criança não tem rede social, muito menos uma rede social que é gerenciada pelos pais, sem o consentimento dela. É uma exposição desnecessária e pode atrair pessoas má intecionadas.
    7) Vocês, pais, evitem de usar os celulares perto das crianças com tanta frequência.
    8) A escola é fundamental, além de ser um direito e um dever, ela benificia a todos os familiares.
    9) Os pais precisam de momentos para saírem da posição de cuidadores, principalmente as mães, para realizar ações entre o casal, e separados, principalmente. Fazer terapia pode ser um desses momentos.
    10) Bater nunca é a melhor solução, mas sim o castigo que faça sentido. A criança não sabe de muita coisas, são ingênuas e curiosas e acidentes ocorrem o tempo todo, é preciso que isso esteja claro. Quando não for um acidente, o castigo pode ser aplicado da seguinte forma: esteja com a cabeça fria e converse com a criança, explique o que ela fez e a consequência, fale que ela ficara´de castigo por tanto tempo (20 minutos, 30 minutos etc.), a criança não tem clareza da passagem tempo, então 30 minutos pode significar para ela uma eternidade, e explique o que será tirado dela ou ela deixara de fazer por aquele tempo. Conforme ela cresce, esse tempo pode aumentar, mas é sempre importante comunicar quanto tempo ela ficará de castigo. Isso a ensina sobre limites e respeito.
    11) Fale que ama seu filho, incentive ele a ser quem ele quiser dentro de sua fantasia; brinque com ele, compartilhe de seu universo; esteja do seu sela; participe das apresentações da escola; seja uma figura presente e de referência. Seu filho tem você como a pessoa mais importante do mundo, ele te admira e quer ser você em algum dia, seja a melhor pessoa que você consegue ser pela criança.

    Criar uma criança nunca foi uma tarefa fácil, se você considera que está além do que você pode dar conta, procure ajuda, primeiro com sua família, e se precisar, de ajuda psicológica também.


  • A relação entre transtornos alimentares e Transtorno Obsessivo Compulsivo (Toc) faz parte do Transto

    A relação entre transtornos alimentares e Transtorno Obsessivo Compulsivo (Toc) faz parte do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luiz Henrique Bezerra

    Sob a ótica psicanalítica, transtornos alimentares, TOC e TEA podem ser entendidos como expressões de conflitos inconscientes e dificuldades na simbolização. No TEA, a rigidez e a seletividade alimentar refletem tentativas de controlar o excesso de estímulos e negociar a relação com o Outro. No TOC, os rituais compulsivos buscam dominar a angústia e o real, enquanto nos transtornos alimentares, o controle do corpo e da comida atua como uma defesa contra a invasão do desejo do Outro. Em comum, essas condições revelam uma luta para lidar com a angústia, o gozo e a constituição do sujeito, destacando a importância da escuta clínica e da ampliação da capacidade de simbolização no tratamento.


Perguntas frequentes

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