Perguntas do paciente (38)
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Olá Desenvolvi TOC de contaminação, na minha cabeça se eu tocar em qualquer objeto que possa ter s
Olá
Desenvolvi TOC de contaminação, na minha cabeça se eu tocar em qualquer objeto que possa ter sido tocado por outra pessoa com fluidos principalmente com sangue e depois tocar na boca ou alguma feridinha posso contrair alguma doença, como hiv, hepatite, não consigo mais conviver com as pessoas normalmente imaginando diversas possibilidades de contaminação, não Consigo mais abraçar pegar na mão de outra pessoa, sempre que chego em casa tenho que fazer todo um ritual de limpeza oque tem sido muito desgastante, oque eu devo fazer? Como tratar, o TOC tem cura?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de contaminação se manifesta por obsessões (medos irracionais de contaminação por fluidos, como sangue, e risco de doenças graves) e compulsões (rituais de limpeza e evitação de contato físico), onde a ansiedade anula a lógica sobre os riscos reais. Felizmente, o TOC tem tratamento eficaz, sendo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), especialmente a Exposição e Prevenção de Respostas (EPR), a abordagem mais indicada para dessensibilizar a ansiedade. Além disso, a medicação (ISRS) e outras terapias como a ACT podem complementar o tratamento. Para iniciar o processo, é fundamental procurar ajuda de psicólogos e/ou psiquiatras especializados, ser paciente, buscar conhecimento sobre o transtorno e manter hábitos saudáveis, pois com o tratamento adequado é possível ter uma vida plena e livre das amarras do TOC. Conte comigo se precisar. Atenciosamente, Maíra.
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Gostaria de mulher trans é gay?me considero hetero
Gostaria de mulher trans é gay?me considero hetero
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, gostar de uma mulher trans não é ser gay se você se considera heterossexual. Uma mulher trans é uma mulher em sua identidade de gênero. Isso significa que ela se identifica, vive e se sente como mulher, independentemente das características biológicas com as quais nasceu. Se você se sente atraído por ela, e você é um homem, essa atração é heterossexual. O mais importante é que vocês se façam bem, se valorizem e cuidem um do outro. Sejam muito felizes juntos e aproveitem a liberdade de amar quem você quiser.
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A aprendizagem depende do processo de desenvolvimento cognitivo?
A aprendizagem depende do processo de desenvolvimento cognitivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo estão intrinsecamente ligados em um ciclo contínuo: o desenvolvimento de habilidades cognitivas como atenção, memória e raciocínio é fundamental para que a aprendizagem aconteça, servindo como base para a aquisição de novos conhecimentos e comportamentos. Ao mesmo tempo, a própria aprendizagem de novas habilidades, como falar ou resolver problemas, estimula e refina essas capacidades cognitivas. Quando o desenvolvimento cognitivo ocorre de forma atípica, isso pode gerar desafios em outras áreas da aprendizagem, evidenciando a importância de suporte adequado para fortalecer essas competências essenciais. Mas não é determinante para nada. Então, um ajuda o outro e o outro ajuda o um, mas todos podem se desenvolver plenamente se fizermos tudo certinho! :) Atenciosamente, Maíra.
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Meu filho é carinhoso ao extremo com 9 anos só fala em namorar e casar, desenha cartinha para as col
Meu filho é carinhoso ao extremo com 9 anos só fala em namorar e casar, desenha cartinha para as colegas da escola deixando-as constrangidas, é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É normal que crianças de 9 anos sejam carinhosas e até tenham interesse em namorar ou casar. Essa curiosidade pode ser influenciada por referências culturais, como filmes e séries, onde relacionamentos são frequentemente romantizados. É importante lembrar que essa fase é uma oportunidade para a criança explorar suas emoções e entender o que significa ter afeto por alguém. No entanto, ele pode ainda não compreender completamente que expressões desse tipo podem ser inadequadas ou desconfortáveis para as colegas, especialmente se isso causar constrangimento.
Um diálogo aberto é fundamental. É essencial conversar com ele sobre os limites adequados para a idade e explicar que, nessa fase, o foco deve ser em brincar e fazer amigos, em vez de se preocupar com relacionamentos românticos. Essa conversa deve incluir a importância de respeitar os sentimentos dos outros, ajudando-o a desenvolver empatia e compreensão sobre como suas ações podem afetar as pessoas ao seu redor. O mais importante é manter um canal de comunicação aberto, onde ele se sinta à vontade para compartilhar seus sentimentos e dúvidas. Para qualquer outra dúvida, fico à disposição. Atenciosamente, Maíra.
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Existe algum lugar público que faz diagnóstico de autismo?
Existe algum lugar público que faz diagnóstico de autismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o diagnóstico de autismo pode ser feito em serviços públicos de saúde. Embora haja falta de profissionais qualificados, que muitas vezes perpetuam o estigma associado ao autismo, o que dificulta o diagnóstico. No entanto, em um contexto de saúde pública, o diagnóstico de condições como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil é geralmente realizado por equipes multidisciplinares do Sistema Único de Saúde (SUS), que podem incluir neurologistas, psiquiatras, psicólogos e fonoaudiólogos, em Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ou hospitais universitários. Não é qualquer psicólogo que dá esse diagnóstico. Geralmente quem trabalha com isso são psicólogos comportamentais (TCC ou ABA, que farão uma análise clínica), neuropsicólogos (que aplicam testes), neurologistas e psiquiatras (que dão o laudo médico, necessário para conseguir o CIPTEA). Eu sou psicóloga ABA, doutoranda pesquisadora em autismo em adultos com diagnóstico tardio. Fico à disposição para qualquer esclarecimento. Atenciosamente, Maíra.
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Eu tenho vergonha em falar isso, pois é algo esquisito. Não sei o que eu tenho, essa tristeza repen
Eu tenho vergonha em falar isso, pois é algo esquisito.
Não sei o que eu tenho, essa tristeza repentina, mas é algo que eu não quero melhorar. Não é algo que eu quero que vá embora. Eu quero continuar essa tristeza.
Falando assim, parece muito esquisito, então fico envergonhado. Não é prazer e nem nada disso, só que me sinto confortável estando triste do que feliz, embora eu também goste dos meus momentos felizes.
Explicando melhor (ou tentando), sempre há momentos onde estou feliz, mas sempre fico desanimado e acabo ficando triste novamente; e me dou conta da saudade desse vazio, dessa melancolia..RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Que bom que você colocou isso pra fora. Mas, se estar triste não é um problema, por que você mudaria isso?
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Não consigo me abrir mais com as pessoas próximas. Acho fácil e até falo muito mais com colegas de t
Não consigo me abrir mais com as pessoas próximas. Acho fácil e até falo muito mais com colegas de trabalho por exemplo, do que com a família. Eu sinto que me bloqueia. Meus pensamentos ficam a mil e pensam em mil palavras mas não sai. Eu falo o básico e é só. Isso tem me atrapalhado muito pois eu sei que algo está errado. Eu sinto uma dor forte no peito que me acompanha o dia todo praticamente. Me sinto sem utilidade, fraca, incapaz. Sinto que não sei quem eu sou. Qual seria a terapia ideal pra fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo que você está enfrentando uma dificuldade significativa ao tentar se abrir com as pessoas mais próximas. Muitas vezes, pode ser mais fácil compartilhar nossos sentimentos com colegas de trabalho ou conhecidos, já que essas relações não estão carregadas da mesma intensidade emocional, ou seja, eles não estão envolvidos emocionalmente. Essa barreira pode ser causada pelo medo de ferir ou causar reações negativas nas pessoas que amamos, o que torna o compartilhamento mais desafiador.
A sensação de bloqueio, acompanhada de pensamentos acelerados que não se traduzem em palavras, pode ser um sinal de ansiedade. Essa dificuldade em se expressar pode levar a uma dor emocional intensa, como a pressão no peito que você mencionou, e contribuir para a sensação de desvalorização e confusão sobre sua própria identidade. É importante reconhecer que esses sentimentos são válidos e que você não está sozinho(a) nessa luta.
A terapia pode ser uma ferramenta valiosa para ajudá-lo(a) a explorar esses sentimentos e encontrar formas de se comunicar de maneira mais aberta e autêntica. Existem várias abordagens terapêuticas que podem ser úteis, no meu caso, trabalho com a Terapia Comportamental, que pode ajudá-la a identificar gatilhos que disparam sua ansiedade, desenvolver técnicas de autocontrole emocional e ajudar numa comunicação assertiva e eficiente.
A jornada de autodescoberta e comunicação é um processo contínuo, e buscar ajuda é um passo corajoso e importante. Estou aqui para apoiar você nessa caminhada e acredito que, com o tempo e o suporte adequado, você poderá se sentir mais confortável em se abrir para aqueles que ama.
Atenciosamente, Maíra
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Olá tenho uma dúvida muito séria meu companheiro vez em outra faz uso de cocaína isso não é sempre é
Olá tenho uma dúvida muito séria meu companheiro vez em outra faz uso de cocaína isso não é sempre é de vez em quando porém ele quando usa isso busca ver vídeos de sexo com trans, busca site gay, e diz que queria me ver tradando com outro homem e que esse homem tbm penetrasse ele, eu disse que não consigo ter uma terceira pessoa na relação sexual ele disse respeitar mais disse que quer então que eu penetre ele e ele só faz isso quando cheira cocaína eu já disse que quando ele usa isso só me afasta dele disse pq vc não me pede isso tudo quando não usa isso ele disse que precisa disso para querer fazer precisa da droga eu falei que deste jeito não dá pq sou contra o uso de drogas perguntei se ele é bissexual ele diz não saber mais percebo que ele quando está sem o uso desta droga e faz sexo comigo pede sempre sexo anal percebo que ele gosta muito mais sem o uso da droga ele não pede pra ser penetrado não consigo entender ele já disse se ele quiser seguir a vida dele ter um relacionamento com um trans que seja feliz, mais ele diz me amar e que não vai transar com nenhum sem eu estar junto mais quando infelizmente faz o uso desta droga fica horas vendo vídeos de trans e entra no site gay me deixa as vezes de lado pq sabe o quanto eu sou contra o uso de drogas, queria saber se ele faz isso por medo de assumir querer ter um trans na vida dele ou até um gay sei que ele tbm gosta de mulher pq ele já teve muitos outros relacionamentos com mulheres é pai mais tento entender e quando eu ameaço ir embora ele implora e diz que não irá mais usar drogas eu disse meu problema não está em ele ser bissexual ou sei lá o que mais a droga e ele só age assim com o uso dela preciso entender isso obrigada e desculpa o texto
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo que você está enfrentando uma situação complexa e emocionalmente desafiadora. O uso de drogas, como a cocaína, pode alterar significativamente o comportamento de uma pessoa, levando-a a buscar experiências que normalmente não procuraria sóbria. Usar drogas, significa resolver um problema imediato, por exemplo, uma pessoa tímida quando bebe alguns drinks, se abre socialmente. Um concurseiro que não consegue se concentrar, busca pela ritalina e se concentra por horas a fio. A cocaína é uma droga estimulante que pode aumentar a autoconfiança e diminuir inibições, o que pode explicar por que seu parceiro se sente mais à vontade para explorar sua sexualidade sob a influência dela. Ele parece se sentir mais livre para a exploração de desejos sexuais que podem não ser tão evidentes quando ele está sóbrio ou, pelo menos, não tão fáceis de assumir socialmente. É possível que ele esteja lidando com questões de identidade sexual, e talvez tenha desejos que não se sinta confortável em explorar sem a ajuda da droga, o que pode ser um sinal de que ele está lutando para entender sua própria sexualidade. Se ele te ama, ou não, essa não é a questão. O que importa é considerar se essa relação te faz bem, como isso afeta você, pois seu desconforto com o uso de drogas e a dinâmica do relacionamento são válidos. Avalie se essa relação está te fazendo bem e se você se sente valorizada. Tente ter uma conversa aberta e honesta com ele sobre como você se sente, perguntando sobre os seus desejos e medos, e expressando claramente os seus limites. Não precisamos aceitar nada, absolutamente nada, que nos faça mal em uma relação. Considerar a ajuda de um profissional, como um terapeuta, pode ser benéfico, para compreender o que, de fato, está no seu controle em relação a isso. No final das contas, a decisão de continuar ou não com esse relacionamento deve ser baseada no que é melhor para você, avaliando se está disposta a aceitar os desafios que vêm com a situação atual. Resolver a inibição sexual com cocaína, para ele, pode parecer uma solução em curto prazo, mas vem junto com um vício químico muito difícil de lidar. Lembre-se de que é essencial cuidar de si mesma e de suas necessidades emocionais, pois você merece um relacionamento que seja saudável e satisfatório.
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Tenho 19 anos e estou me sentindo muito mal, acho que tenho depressão. Não sei como contar isso aos
Tenho 19 anos e estou me sentindo muito mal, acho que tenho depressão. Não sei como contar isso aos meus pais. Eles são os pais mais amorosos que eu poderia ter e sei que eles vão me apoiar. Mas é muito estranho. Não sei como contar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É compreensível sentir-se desconfortável ao abordar um tema tão delicado como a depressão, especialmente quando se tem pais amorosos que você sabe que vão oferecer apoio. Muitas vezes, há um estigma em torno das questões de saúde mental, mas é importante lembrar que não é "frescura" e que a depressão é uma condição que pode afetar qualquer um. A boa notícia é que existem formas de tratamento eficazes, como a psicoterapia e, em alguns casos, medicamentos. Ao falar com seus pais, você pode ser honesto(a) e direto(a). Você pode começar expressando que tem enfrentado momentos difíceis e que isso tem afetado sua saúde emocional. Se preferir, uma mensagem de WhatsApp pode ser uma maneira menos intimidadora de iniciar a conversa. O importante é que você busque ajuda, pois isso pode fazer uma grande diferença na sua vida. Se precisar de mais apoio ou orientação, estou aqui para ajudar. Cuide-se! Atenciosamente, Maíra
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Minha namorada sente muito ódio da minha ex, isso está afetando nosso relacionamento por consequênci
Minha namorada sente muito ódio da minha ex, isso está afetando nosso relacionamento por consequência ela está distante do meu filho também o que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É importante reconhecer que o passado sempre terá um papel em nossas vidas, especialmente quando se trata de relacionamentos. Ex é sempre pra sempre, não há como mudar. A presença de uma ex-namorada pode ser um ponto sensível, e a forma como sua atual namorada lida com isso pode impactar não apenas o relacionamento entre vocês, mas também a relação dela com seu filho. O primeiro passo é ter uma conversa aberta e honesta com sua namorada. Pergunte a ela sobre os sentimentos que a incomodam e tente entender a raiz desse ódio. É fundamental que ela saiba que você valoriza sua opinião e que está disposto a ouvir suas preocupações.
Se sua ex não faz parte do seu cotidiano e não interfere na sua vida atual, é importante que sua namorada compreenda que o passado não pode ser mudado e que ela precisa lidar com isso de uma maneira saudável. Incentive-a a buscar ajuda profissional, se necessário, para trabalhar esses sentimentos. Por outro lado, se sua ex está extremamente presente na sua vida, talvez seja necessário reavaliar essa dinâmica, que pode estar afetando o sentimento de segurança da sua namorada atual. Explique a sua namorada porque você e sua ex não estão mais juntos e reforce os motivos que a levaram a escolher estar com ela. Isso pode ajudar a criar um ambiente de confiança e segurança.
O bem-estar emocional dela é crucial, mas você também deve priorizar a relação com seu filho. É essencial que todos se sintam confortáveis e felizes. Se a situação continuar a afetar negativamente o relacionamento, considere buscar psicoterapia familiar para ajudar a mediar e resolver essas questões de forma construtiva. Precisando de ajuda para estabelecer essa comunicação eficiente, fico à disposição. Atenciosamente, Maíra.
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Venho passando por uma situação bem difícil em meu relacionamento e isso tem me deixado bem mal. Est
Venho passando por uma situação bem difícil em meu relacionamento e isso tem me deixado bem mal. Estou em um relacionamento a 5 meses, nos conhecemos por redes sociais e desde o início conversamos todos os dias durante um mês e marcamos de nos ver pessoalmente no mês seguinte pois ela morava em outro estado. Nesse primeiro mês enquanto apenas conversamos e fazimos planos de nos ver eu fiquei com uma garota uma vez, e ela descobriu sobre essa garota e está profundamente chateada pois considera um traição ter ficado com alguém enquanto conversava com ela. E eu entendo o lado dela perfeitamente, me arrependo arduamente por ter cometido esse erro. Isso vem me tirando o sono pois não quero perder minha namorada, sei que é culpa minha e devo arcar com as consequências de meus atos, mas não estou sabendo lidar com essa situação e está afetando meu sono e minha saúde. Já conversamos porém ela sempre acha que estou tentando distorcer e ludibriar ela, porém tenho sido sincero com ela o tempo todo e assumo que errei e menti pra ela quando estávamos conversando.
Queria saber uma opinião sobre como posso lidar com esse assunto sem afetar tanto minha saúde que já não anda muito boa.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você está enfrentando um momento muito difícil em seu relacionamento, e isso pode ser extremamente desgastante. É natural sentir-se angustiado ao lidar com as consequências de suas ações, especialmente quando se trata de algo tão pessoal e emocional. O erro que você cometeu, embora tenha gerado dor, ocorreu em um estágio inicial do relacionamento, onde as definições de exclusividade ainda não estavam claras. Isso não diminui a responsabilidade, mas pode ajudar a contextualizar a situação.
O mais importante agora é focar no que você pode controlar. Você já expressou seu arrependimento e se comprometeu a ser fiel, o que é um passo significativo. A partir desse ponto, cabe à sua namorada decidir se quer ou não continuar o relacionamento. É essencial que você respeite o espaço dela para processar seus sentimentos. A confiança é fundamental em qualquer relacionamento, e reconquistá-la pode levar tempo e paciência.
Enquanto isso, cuide de sua saúde mental e física. O estresse e a ansiedade podem afetar seu bem-estar, então considere práticas que ajudem a aliviar a pressão, como exercícios, meditação ou até mesmo buscar apoio profissional. Conversar com alguém de confiança pode ser muito benéfico. Vale lembrar que, independentemente do resultado, você já viveu sem ela antes e tem capacidade de seguir em frente, mesmo que isso signifique enfrentar a dor da separação. Aceitar essa possibilidade pode ser libertador e ajudar a reduzir a ansiedade.
Continue a ser sincero e aberto em suas conversas, mostrando que está disposto a ouvir e entender os sentimentos dela. O caminho à frente pode ser desafiador, mas é importante lembrar que cada experiência traz aprendizado e crescimento. Se precisar de mais apoio, não hesite em procurar ajuda profissional. Você não está sozinho nessa jornada. Fico à disposição. Atenciosamente, Maíra.
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Olá! Meu nome é Nathacha e tenho um relacionamento de 4 anos com outra mulher. Tínhamos um relaciona
Olá! Meu nome é Nathacha e tenho um relacionamento de 4 anos com outra mulher. Tínhamos um relacionamento ativo no começo, depois ela foi tendo crises de choro e aí percebi que a depressão dela estava voltando, com isso ela parou de transar comigo...eu tocava ela e ela não retribuía comigo e ficou nisso por muito tempo sem ela falar o que estava acontecendo e eu só me perguntando o pq daquilo estar acontecendo...Enfim depois de um tempo ela disse que não sentia mais vontade de transar comigo e também as vezes eu fazia nela e ela não sentia nada...depois de um 2 anos fomos morar juntas e o problema continuou...Ela com uma depressão profunda, e eu sempre do lado dela, marcava consulta ela não ia...passava mal de vomitar pois nesse meio tempo ela desenvolveu gastrite esofagite e etc...Bom, sempre tentei, ela ia em alguns, dizia que estava tentando resolver, mas no final das contas não resolveu nada....Estou extremamente cansada e chateada por isso, pois é quase 3 anos esperando esse problema resolver, ela diz que vai correr atrás agora que eu disse que quero um tempo...a gente voltar pra casa dos pais....Mas não sei se ela vai resolver mesmo. Além de tudo isso, eu fico preocupada com ela, a depressão dela....oque devo fazer? Pois estou cansada, mas amo muito ela, não quero deixa-la, não sei se o melhor é realmente cada um ficar nas suas casas. Ela não tem muito apoio dos familiares...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Querida Nathacha, entendo que você está passando por um momento muito difícil em seu relacionamento de quatro anos. É natural sentir-se cansada e chateada, especialmente quando a pessoa amada enfrenta uma depressão profunda e isso afeta a dinâmica entre vocês. A saúde mental dela não é sua responsabilidade, embora você tenha demonstrado um apoio incrível ao longo dos anos. É importante que ela busque ajuda profissional, mas essa decisão deve vir dela. Ao mesmo tempo, reflita sobre sua própria felicidade; é essencial que você se pergunte com que frequência, nos últimos meses, se sentiu verdadeiramente feliz ao lado dela. Às vezes, dar um tempo e voltar para a casa dos pais pode ser uma forma saudável de ambas refletirem sobre suas vidas e o que realmente desejam. Não se esqueça de que ela tem uma rede de apoio familiar que pode ajudá-la. Cuidar de si mesma é fundamental e você merece estar em um relacionamento que também te faça feliz. Se decidir dar esse passo, saiba que isso não significa que você não se importa; pode ser um caminho necessário para que ambas busquem a felicidade individualmente. Precisando de ajuda psicológica, pode contar comigo. Atenciosamente, Maíra.
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Qual a abordagem psicológica mais eficaz para se tratar a ansiedade causada pelos transtornos de per
Qual a abordagem psicológica mais eficaz para se tratar a ansiedade causada pelos transtornos de personalidade esquizóide e evitativo ? Esses transtornos podem ser totalmente remidos em pacientes já passados dos 30 anos ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As melhores abordagens para lidar com qualquer tipo de ansiedade são as abordagens comportamentais (TCC ou ABA). Eu trabalho com ABA e já ajudei muita gente com esse tipo de sintoma. Em qualquer idade podemos aprender técnicas de autorregulação, compreensão dos gatilhos que disparam a ansiedade e alteração dos contextos mais ansiogênicos. Precisando de qualquer esclarecimento, fico à disposição. Atenciosamente, Maíra.
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O que é feito na terapia cognitiva comportamental?
O que é feito na terapia cognitiva comportamental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), assim como a Análise do Comportamento (ABA), é uma abordagem psicológica eficaz e baseada em evidências, que visa ajudar os indivíduos a entender e modificar padrões de pensamento e comportamento que podem estar prejudicando sua qualidade de vida.
Os principais objetivos da TCC são: (1) identificação de crenças/pensamentos limitantes; (2) reformulação cognitiva, isto é, através de técnicas específicas, o terapeuta ajuda o paciente a reformular esses pensamentos, substituindo-os por crenças mais realistas e positivas; (3) desenvolvimento de habilidades; (4) estratégias práticas; (5) autoconhecimento: proporciona um maior entendimento sobre si mesmo e suas reações emocionais e (6) empoderamento, os pacientes aprendem a se tornar seus próprios terapeutas, utilizando as ferramentas adquiridas ao longo do tratamento.
Se estiver interessado(a), fico à disposição! Atenciosamente, Maíra.
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Qual é a qualidade de vida e das habilidades sociais em crianças e adolescentes com Transtorno Obses
Qual é a qualidade de vida e das habilidades sociais em crianças e adolescentes com Transtorno Obsessivo Compulsivo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) pode impactar significativamente a qualidade de vida de crianças e adolescentes, afetando suas habilidades sociais e emocionais. O acompanhamento psicológico desde o início do desenvolvimento das obsessões e compulsões é crucial, pois permite que a criança desenvolva ferramentas para entender e lidar com seus comportamentos. Com tratamento adequado, é possível melhorar a capacidade de interação social e reduzir a ansiedade e o isolamento. Por outro lado, a falta de tratamento pode resultar em dificuldades emocionais e sociais, prejudicando a autoestima e as relações interpessoais. Portanto, o suporte psicológico é fundamental para promover um desenvolvimento saudável e equilibrado. Atenciosamente, Maíra.
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Qual é a relação entre abuso emocional na infância e transtorno de personalidade borderline ?
Qual é a relação entre abuso emocional na infância e transtorno de personalidade borderline ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O abuso emocional na infância pode resultar em dificuldades emocionais profundas, como baixa autoestima, problemas de autocontrole emocional e o desenvolvimento de transtornos de ansiedade e depressão. Essas questões estão fortemente associadas ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), que se manifesta por instabilidade emocional, dificuldades nos relacionamentos interpessoais e uma autoimagem distorcida. Dessa forma, a vivência de abuso emocional pode ser um fator determinante na formação do TPB, evidenciando a necessidade de intervenções adequadas e suporte emocional durante a infância para minimizar essas consequências. Contudo, é importante ressaltar que essas habilidades emocionais podem ser aprendidas; é totalmente possível desenvolver o autocontrole emocional e alcançar uma qualidade de vida satisfatória, com equilíbrio emocional e socialização saudável. Conte comigo para ajudar nesse processo. Atenciosamente, Maíra.
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A relação entre transtornos alimentares e Transtorno Obsessivo Compulsivo (Toc) faz parte do Transto
A relação entre transtornos alimentares e Transtorno Obsessivo Compulsivo (Toc) faz parte do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A relação entre transtornos alimentares, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e Transtorno do Espectro Autista (TEA) é complexa e merece uma atenção especializada. O TEA é caracterizado por dificuldades nas interações sociais e na comunicação, além de comportamentos repetitivos que podem se assemelhar a rituais do TOC. A seletividade alimentar, comum em indivíduos autistas, frequentemente está ligada a questões sensoriais e pode ser considerada um transtorno alimentar. Além disso, a camuflagem, onde os indivíduos tentam ocultar suas dificuldades para se ajustarem socialmente, pode levar ao desenvolvimento de comorbidades, como ansiedade e depressão, que podem agravar ainda mais os sintomas de TOC e transtornos alimentares. Como doutoranda e especialista nesse tema, estou preparada para oferecer um diagnóstico preciso e intervenções individualizadas, visando atender às necessidades específicas de cada pessoa no espectro, promovendo assim uma melhor qualidade de vida. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando esses desafios, estou aqui para ajudar. Atenciosamente, Maíra.
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Como a prática da empatia consigo mesmo pode ser um catalisador na promoção de uma autoestima resili
Como a prática da empatia consigo mesmo pode ser um catalisador na promoção de uma autoestima resiliente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A autoestima pode ser definida como um sentimento de valor por si próprio, que envolve um treino social para se observar em relação a um grupo. A prática da empatia consigo mesmo é fundamental para promover uma autoestima resiliente, pois implica tratar-se com a mesma compreensão e compaixão que se teria por um amigo em dificuldades. Ao reconhecer e validar suas próprias emoções, sem julgamentos, as pessoas conseguem criar um ambiente interno seguro, onde falhas e desafios são vistos como oportunidades de aprendizado, em vez de fontes de vergonha. Assim, podemos entender que os erros cometidos ao longo da vida são apenas comportamentos que podem ser mudados, e não definem nosso valor como indivíduos. Essa abordagem ajuda a reduzir a autocrítica e a ansiedade, permitindo que o indivíduo desenvolva uma visão mais positiva de si mesmo. Com o tempo, essa autoaceitação fortalece a resiliência, capacitando a pessoa a enfrentar adversidades com maior confiança e adaptabilidade, resultando em uma autoestima mais robusta e saudável. Dessa forma, a empatia consigo mesmo se torna um catalisador poderoso para o crescimento pessoal e a construção de uma vida mais satisfatória. Fico a disposição para ajudar a treinar esse repertório de amor próprio. Atenciosamente, Maíra.
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Gosto usar fraldas, algumas vezes usar mamadeira e chupetas. Estou ficando doido? Também gosto usar
Gosto usar fraldas, algumas vezes usar mamadeira e chupetas. Estou ficando doido? Também gosto usar calcinhas e roupas femininas. Já fiz tratamentos psicológicos e psiquiatras, mas, não libertei. Sou casado e enfrento problemas de rejeição familiares sobre isso. Ten vezes que me controlo, mas, tem vezes que me descontrolo. O maior problema é que me exponho deixandoaparecera bairadada calcinhaou da fralda. Tenho esperança de cura ou é melhor me internar no hospício? Tenho medo de procurar um fim drástico.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Agradeço por compartilhar suas experiências e sentimentos, que é um passo importante para compreender melhor a si mesmo e lidar com os desafios que enfrenta. Primeiro, é fundamental entender que você não está ficando doido; muitas pessoas têm preferências diferentes e isso não significa que haja algo errado. É importante refletir sobre como essas preferências se desenvolveram e o que elas significam para você, além de considerar o impacto social que isso pode ter em sua vida e autoestima. Conversar com um psicólogo pode ser uma excelente forma de explorar essas questões, ajudando você a entender suas emoções e a encontrar estratégias para lidar com a rejeição e o autocontrole. É totalmente possível aprender a agir de outra maneira, para isso, precisamos entender a importância de tudo isso pra você. Mas também pode ser possível optar por ser/agir de maneiras incomuns, se isso não faz mal a ninguém. Lembre-se de que não é necessário pensar em soluções drásticas; há caminhos para encontrar paz interior e viver de maneira autêntica, respeitando a si mesmo e aos outros. Estou à disposição para ajudar nesse processo. Atenciosamente, Maíra.
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Qual a melhor especialidade para estudar possível TEA em criança de 3 anos? ela já passa por fono
Qual a melhor especialidade para estudar possível TEA em criança de 3 anos?
ela já passa por fonouaudiólogo, pediatria e a escola, pediram pra consultá-la com neuropsicólogo/psicólogo (é a mesma especialidade ambos ou possui diferença?)RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Que bom que está atenta ao desenvolvimento do(a) seu(sua) filho(a)! Para investigar um possível Transtorno do Espectro Autista (TEA) em uma criança de 3 anos, é essencial consultar profissionais como psiquiatra infantil, neuropediatra, neuropsicólogo e, especialmente, um psicólogo com formação em abordagens comportamentais. O psicólogo desempenha um papel crucial, pois é o responsável por observar e investigar fatores relevantes na história de desenvolvimento da criança, utilizando técnicas de avaliação que permitem coletar dados precisos sobre seu comportamento e interações sociais. Essa análise detalhada possibilita a elaboração de um laudo clínico robusto, que complementa o trabalho do psiquiatra ou neuropediatra, contribuindo para um diagnóstico preciso e um plano de intervenção eficaz. Já o neuropsicólogo, por sua vez, foca na relação entre funções cognitivas e o funcionamento cerebral, aplicando testes neuropsicológicos, mas a observação e a compreensão do contexto emocional e comportamental são fundamentais para a avaliação global da criança. Portanto, uma abordagem multidisciplinar, que valorize o papel do psicólogo, é fundamental para um entendimento abrangente do TEA. Atenciosamente, Maíra.
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Perguntas frequentes
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Minha dieta sendo bem pobre em gorduras faz algum sentido a prescrição de orlistate para o tratament
Sim, pode haver indicação, mas o benefício tende a ser menor quando a alimentação…