Perguntas do paciente (13)

  • Meu pai faleceu a 2 anos e eu cuidei dele no período que ele estava doente. Eu levei ele pra tomar u

    Meu pai faleceu a 2 anos e eu cuidei dele no período que ele estava doente. Eu levei ele pra tomar uma medicação no hospital e o médico enternou ele, tentei tira- logo de lá pra levá-lo para um hospital melhor, mas por não ter um diagnóstico fechado os médicos não deixaram. Depois de algum tempo transferiram ele, mas o estado dele já era crítico e veio a falecer. Ao receber a notícia fiquei sem reação e não chorei, ajeitei tudo na funerária, escolhi o caixão e parecia que eu tava dopada, mas não tomei nenhuma medicação. Hoje quase 2 anos estou sentindo ansiedade e vende chorar, passo o.dia deitada e sem ânimo pra nada, sinto como se eu estivesse no dia do velório dopada e vontade de chorar. Não consigo ir trabalhar angustiada e meu corpo trêmula, não gosto de conversar com ninguém, pois tenho medo de chorar e as pessoas me perguntarem e não saber responder. Preciso de ajuda, pois não sei mais o que fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou Marcela, psicóloga, já atuei na área hospitalar e hoje faço atendimento clínico. Acompanhar e cuidar de alguém que está com a saúde fragilizada é muito angustiante e isso se intensifica mais sendo alguém com vínculo forte e você desejar ofercer o melhor tratamento e cuidado a ele, nessas situações existem uma grande sensação de impotência. Sinto muito pela sua perda. Acredito que é necessário você validar todos seus esforços e movimentos para ofertar a ele o que foi possível naquele momento. Em relação a reação de morte, cada pessoa reage de uma forma e sua reação é a forma que você encontrou para lidar com a situação naquele momento, ainda mais quando é necessário estar mais "racional" para lidar com situações burocráticas no momento de morte. Neste momento onde você observa sensações que precisam ser melhor cuidadas em você é essencial que dê atenção a esses sintomas e encontre um tratamento para ter espaço onde você possa falar, chorar, entrar em contato para encontrar a melhor forma de lidar com a perda significativa. Existem grupos de apoio ao luto direcionados a essa escuta, troca de depoimentos e fortalecimento, mas acredito também que ter um olhar individual para sua dor proporcionará também melhor conforto e significação de seu pai em sua história de vida e na relação entre vocês. Desejo que consiga encontrar apoio e conforto. Fico à disposição. Abraço!


  • Como um paciente adulto pode superar uma Crise Existencial ?

    Como um paciente adulto pode superar uma Crise Existencial ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou Marcela e realizo atendimento psicológico clínico.
    Observo que uma crise é uma resposta a mudanças da vida que trazem possiveis desorganizações emocionais. Você identificando ser uma crise existencial, é a partir da sua própria história de vida você analisar acontecimentos e o que estes momentos te trouxeram de compreeensões. Você pode, por exemplo, construir uma linha do tempo e refletir sobre esta, entendendo seus desafios e aprendizados e se organizar para interesses futuros ou resgate de interesses passados, mantendo uma direção para a continuidade de mudanças da vida, mas de uma forma onde possa se fortalecer. Desejo que consiga encontrar novos significados e fortalecimento emocional. Abraço.


  • Perdi minha mae a 2 meses nos era muito grudada. Choro todo dia. Minha vontade é de ir junto tenho 2

    Perdi minha mae a 2 meses nos era muito grudada. Choro todo dia. Minha vontade é de ir junto tenho 2 filhos. N consigo viver sem minha mãe.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou Marcela, trabalhei muito com pacientes enlutados no hospital e na clínica.

    A dor que está sentindo é o significado que sua mãe tem para você, uma relação de conexão. O proceso de luto é sentir e entender o que a pessoa representa em sua vida e a história que construiram juntos.
    As manifestações do luto, como o choro e a saudade, fazem parte da reflexão da perda, como sua mãe te inspirou em sensações profundas e importantes.
    É buscar em você o que foi internalizado dela.
    Você pode questionar a si mesma: O que mais admira nela? E como trazer essa admiração para se fazer presente em você?

    Sinto muito pela sua perda e desejo que consiga encontrar equilibrio e cuidado para você.
    Abraço!


  • Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha m

    Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha mãe morrer e como seria depois, sem poder falar com ela, não ter o carinho dela e nunca mais poder ver ela, da mesma maneira meu pai. Mas em relação ao meu pai, sei que se intensificou pq ele passou 1 ano com soluços de duravam meses e sem explicação. E pelas noites que dormia com ele acordava pela manhã para ver se ele ainda respirava e não dormia de maneira nenhuma. E a cada situação no dia que envolve falar dos meus pais eu começo a sentir um aperto do peito, vontade de chorar e fico toda hora pensando em como seria horrível minha vida se isso acontecesse, em que momentos que eu mais iria sentir falta e da um vontade de ir correndo para os meus pais

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou psicóloga clínica e já realizei atendimento psicológico em contexto de morte e luto no hospital.
    Quando vivemos uma situação de luto e estamos diante da possibilidade de finitude, é natural refletirmos sobre a morte como um acontecimento real da vida e passamos a questionar muita coisa e até pensar suposições de como seria a vida na ausência de pessoas especiais.
    É um medo natural, mas sentir isso é bem desconfortável e angustiante. O que fica mais acessível é você se fortalecer no laço afetivo, aprender o que significa o vínculo com a pessoa, o que a imagem/pessoa/representação dela fica internalizado em você. Fortalecer a sua percepção do relacionamento que se tem com pessoas especiais.
    Desejo que consiga construir imporantes lembranças e significados que auxiliem em seu fortalecimento. Abraço!


  • Como superar a perda de alguém (de maneira inesperada)? Me sinto culpada por não ter prestado mais a

    Como superar a perda de alguém (de maneira inesperada)? Me sinto culpada por não ter prestado mais atenção aos sinais, de ter falado menos sobre mim, e mais sobre ele, ter o ouvido mais, ter sido uma pessoa melhor...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou psicóloga clínica e também realizei atendimento psicológico de luto no hospital.
    Nem tudo que acontece ao nosso redor conseguimos ter um radar tão perfeito e absoluto sobre o que está em volta e até mesmo o que fazer ou como podemos contribuir em alguma ajuda. Ao nos depararmos com a morte de alguém significativo sempre nos questionamos se poderiamos ter aproveitado mais a presença da pessoa ou rever se deveriamos ter feito algo diferente. É bem mais complicado viver no que não se foi.... porém é possivel rever a relação de vocês de uma forma que você encontre o que o fato de ter tido a oportunidade de conhecer essa pessoa e no que ela te modificou a tornou especial. Criando assim a importância e a valorização dela em sua existência.
    Desejo que consiga encontrar novos signficados na relação entre vocês e se fortalecer emocionalmente. Abraço!


  • Meu filho sofre de depressão por achar se feio mas ele é um homem lindo. Como resolver isso '?

    Meu filho sofre de depressão por achar se feio mas ele é um homem lindo. Como resolver isso '?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou Marcela, psicóloga clínica.

    Acredito que é bem importante fazer um resgate de autoestima e identidade.
    Em muitos momentos podemos perder referências de motivações, interesses e autovalorizações. A autoimagem fica prejudicada e contribui para períodos de humor mais depressivo.
    Realizando esse resgate através de reflexões, novas percepções e exercícios de autoconhecimento é possível identificar e transformar esses sentimentos depreciativos em estimulo de autocuidado, realização e satisfação.
    Desejo que ele consiga encontrar estado de bem-estar consigo mesmo e viver melhor. Abraço!


  • Olá! Há 3 meses sofri um assalto cujo qual me deixou com algumas "pequenas sequelas". Após sofrer

    Olá!

    Há 3 meses sofri um assalto cujo qual me deixou com algumas "pequenas sequelas". Após sofrer este incidente, eu sinto muitas dores de cabeça tensionais, na região da nuca, meu olho tem pequenos espasmos involuntários, durmo relativamente bem mas acordo super cansado como se eu não tivesse dormido absolutamente nada, fico muito meio aéreo; sem contar que quando saio nas ruas eu fico observando tudo e todos ao meu redor para que eu não seja novamente surpreendido.
    Mas apesar de tudo eu não fiquei com síndrome do pânico, com medo de sair de casa etc.
    Enfim, procurei um neurologista e ele me falou que isso que sinto são sintomas de ansiedade, contudo, sempre fui ansioso mas não ao extremo, mas somente por passar por um trauma como o assalto pode ter desencadeado uma ansiedade fora do comum? Como devo tratar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou psicóloga clínica e já trabalhei em ambulatório para estresse pós-trauma.
    Seu corpo vivenciou uma situação extrema de ameaça e pressão e exigiu um estado de alerta. Para evitar que acorra a sensação da situação vivida repetidamente, a alteração não precisa ser necessariamente evitação total de segurança como estratégia (não sair de casa), mas estado de alerta intenso e frequente.
    A situação potencializou a vivência de ansiedade que já existia.
    É importante mudanças no enfrentamento da situação, como: não generalizar; o que se tem controle e depende de você quanto a se por em risco na vida dentro ou fora de casa; técnicas de relaxamento auxiliam a combater o estado contínuo de sensação de ameaça e ansiedade.
    Desejo que consiga encontrar novos manjeos de combate e encontrar melhor estado de equilibrio e bem-estar. Abraço.


  • Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou Marcela, psicóloga, fiz especialização e atuação em gerontologia.
    Ao longo do desenvolvimento humano passamos por transições e mudanças na vida. É natural estarmos sempre nos questionando sobre nossa história e qual direção ir. Porém, quando esses questionamentos trazem sensações de sofrimento e dificuldades é importante clarear melhor esses pensamentos para buscar ideias e transformações desses sentimentos. É ideal buscar um geriatra ou gerontológo ou psicólogo para auxiliar na reflexão sobre essas dúvidas e inseguranças que está sentindo e assim amenizar essas possiveis preocupações e encontrar condutas. Desejo que consiga entender melhor o processo que está passando e ter melhores esclarecimentos e fortalecimento. Abraço.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou Marcela, trabalho com pacientes que apresentam sintomas de ansiedade e estresse.

    Essas duas manifestações estão bem interligadas; podemos encontrar em uma das análises do que é a sensação de ansiedade, o sofrimento antecipatório e a sensação do estresse, uma resposta a uma vivência de pressão e/ou sobrecarga.

    É importante se observar e refletir quais estímulos acontecem no dia a dia que geram essas sensações e assim entender melhor e profundamente as causas e manejos para combater esses sintomas.

    Desejo que consiga identificar essas situações e encontrar fortalecimento e equilibrio. Abraço.


  • Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e t

    Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e tomei Citalopram, depois mudei para o Exodus. agora parei com tudo uns 5 dias.Tenho Sindrome do Panico a muitos anos, com a morte da minha irma fiquei com depressao severa.Os medicamentos nao ajudam muito.Nem Terapia.Me isolei de todos, penso na minha irma toda hora, nao posso falar sobre o assunto com ninguem desde o falecimento dela.Nem com minha familia.Ninguem fala sobre a morte dela.Sei que meu pai esta tao mal quanto eu.Mas o resto , vida que segue.Eu nao consigo seguir minha vida, talvez por isso.Fiz tratamento com uma psicologa que nao ajudou nada.Agora sem medicaçao parece que foi ontem que aconteceu tudo.Lembro da minha irma ali sendo velada.Minha querida e amada irma.Choro muito.Dificil de acreditar.Ela estava me ajudando a superar minhas crises, de repente ela fica doente e morre.Nao moramos no mesmo Estado.Minha familia toda mora em Curitiba .Eu e meu filho em Santa Catarina, Bombinhas.Eramos muito unidas sempre. Agora me sinto perdida e sem rumo.Nao posso falar da minha dor.Remedios apenas aliviam no momento.O que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou Marcela, psicóloga clínica com atuação em psicologia hospitalar e vivências no apoio ao luto. Em nossas dificuldades ao lidar com desafios da vida, temos nos profissionais de saúde mental uma forte possibilidade de recuperar forças para enfrentar esses desafios. O tratamento com medicação é sempre feito por um psiquiatra que acompanha e conduz, conforme manifestações dos sintomas e possíveis efeitos colaterais. No seu relato você conta que já existia uma pré disposição de fragilidade emocional e é importante ter maior
    atenção quando algum acontecimento forte, como o luto, pode intensificar e desorganizar.
    Acredito que é muito importante e não se deve desistir quando não encontra um profissional que se identifique, existem outros profissionais, com outras abordagens que podem te proporcionar um acompanhamento adequado e que se sinta mais satisfeita.
    É necessário buscar espaço para falar sobre o luto, sua relação, lembranças e as dificuldades para lidar com a ausência (independente de quando aconteceu a morte) como cada um tem uma reação diferente sobre a perda, isso torna e afasta ainda mais as pessoas de falarem sobre o tema. Percebo que tinha nela um grande apoio e um forte laço.
    Retomar uma nova avaliação com psiquiatra e psicológo é um caminho que direciona para fortalecimento e equilibrio para lidar melhor com situações que gera sofrimento. Desejo que consiga encontrar excelentes profisisonais que lhe auxiliem nesse proceso. Abraço.


  • Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional. As vezes tenho

    Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional.
    As vezes tenho vontade de fazer uma faculdade mas alguns dias depois quero ser empreendedor, ja desejei
    ser palestrante, mas nunca consigo tomar uma decisão. O eu que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, trabalhei em consultoria de recursos humanos e faço atendimento clínico.
    Observo que definir escolhas profissionais geram muitas dúvidas que demandam esclarecimetos mais profundos para melhores direções.
    Acredito que a tomada de decisões é um processo de fortalecimento na segurança e confiança do que você se identifica e se sente bem atuando. Nada impede de em diferentes momentos da vida ter mudanças nessas percepções e realizar transições com contextos que naquele momento façam mais sentido. Mas é importante o autoconhecimento onde você conseguirá avaliar e validar suas habilidadades e competências que possam te direcionar a funções que possam existir um "melhor encaixe" conforme perfil e identificação.
    Desejo que consiga conhecer suas potências e caminhar para melhor satisfação profissional.


  • Trabalho c crianças e comecei a ter crise de pânico. Nao gosto delas. Como lidar c isso ja q preciso

    Trabalho c crianças e comecei a ter crise de pânico. Nao gosto delas. Como lidar c isso ja q preciso trabalhar. Estou de licença médica mas ja estou sofrendo por ter q voltar.
    Tenho depressão bem forte tbm.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou psicóloga clínica e realizo atendimento em saúde do trabalho.
    Acredito que é importante ver a situação de uma forma mais ampliada. É importante considerar que a associação crise de pânico e crianças se estão ligadas diretamente ou de forma simbólica, representativa. Pode existir uma não identificação com a atividade profissional exercida com o público crianças ou o que está envolvido na situação da atividade profissinal com elas que lhe gera alteração prejudicial no estado emocional. Compreender a relação com o trabalho facilita as possibilidades de mudanças na busca de encontrar melhor satisfação pessoal e profissional.
    Desejo que consiga clarear as situações vivenciadas e ampliar as possibilidades de escolha. Abraço.


  • Estou com uma pressao na cabeca e o medico sempre fala q e por causa do stress ja estou tomando calmante

    Estou com uma pressao na cabeca e o medico sempre fala q e por causa do stress ja estou tomando calmante e nada de passar e minha pressao tambem nao abaixa oq pode ser essa pelressao nao e acompanhada de dor na cabeça e somente uma pressao nas dias fontes obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcela Eiras Rubio

    Olá, sou Marcela, psicóloga clínica e atendo pacientes que vivenciam sintomas de estresse.

    Acredito ser necessário identificar situações, conflitos e melhores compreeensões dos contextos que lhe causam essa sensação. O estresse é entendido com uma reação de pressão a algo que nos atinge. E seu corpo está demonstrando sinais de alerta. Na compreeensão desses contextos que alteram seu estado de equilibrio é necessário refletir sobre mudanças necessárias como hábitos, mudança no enfrentamento de situações, na mudança de postura interpessoal, entre outras mudanças necessárias conforme o melhor combate a essa sobrecarga.

    Desejo que consiga se observar e transformar suas adaptações na busca de bem-estar. Abraço


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