Perguntas do paciente (35)
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Como a narrativa autobiográfica é reconstruída no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) duran
Como a narrativa autobiográfica é reconstruída no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a psicoterapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a narrativa autobiográfica costuma ser fragmentada e guiada por emoções intensas e instáveis Durante a psicoterapia essa narrativa vai sendo reconstruída de forma gradual ao conectar fatos sentimentos e reações permitindo que o paciente compreenda melhor sua própria história Ao aprender a nomear emoções e refletir sobre suas experiências ele passa a integrar vivências antes percebidas de forma extrema ou confusa Com isso desenvolve uma percepção mais estável de si mesmo e dos outros e consegue atribuir novos significados ao que viveu tornando sua história mais coerente e contínua
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser visto como um distúrbio da continuidade narr
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser visto como um distúrbio da continuidade narrativa ou da coerência experiencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser compreendido como um distúrbio da continuidade narrativa e da coerência experiencial A pessoa tem dificuldade em integrar experiências ao longo do tempo fazendo com que sua história de vida seja vivida de forma fragmentada e com rupturas frequentes Além disso os estados emocionais intensos e instáveis interferem na forma como os acontecimentos são percebidos e lembrados o que compromete a construção de um sentido contínuo de si e da própria trajetória Na psicoterapia o trabalho é justamente ajudar a integrar essas experiências dando mais continuidade e coerência à vivência interna e à narrativa pessoal
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Há uma semana estou com sintomas horríveis de ansiedade: não sinto fome, não durmo, não sinto tesão,
Há uma semana estou com sintomas horríveis de ansiedade: não sinto fome, não durmo, não sinto tesão, fico com uma angústia no peito que não passa, tremores, calafrios, sudorese excessiva e por aí vai. Não paro de pensar no meu futuro em qualquer questão de “vou conseguir dormir essa noite?” até “qual o propósito de viver sofrendo desse jeito?” e “quando eu for mais velho e/ou idoso como será minha vida?”. Sinto que estou completamente desconectado da realidade e que me tornei uma pessoa diferente negativamente. Estou fazendo acompanhamento terapêutico por 4 semanas antes disso tudo acontecer e medicamentoso há 4-3 dias. Isso vai passar? Vou conseguir voltar a funcionar? Vou conseguir voltar a ter desejos e metas? Devo mudar de psicanálise para TCC?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Seu relato é compatível com um quadro de ansiedade intensa, com sintomas físicos e pensamentos acelerados sobre o futuro, o que pode gerar sensação de perda de controle e estranhamento de si mesmo.
A boa notícia é que isso é tratável e reversível. Como você iniciou medicação há poucos dias, é importante saber que os efeitos costumam aparecer de forma mais consistente após 2 a 4 semanas, e no início pode haver até uma piora transitória da ansiedade.
A psicoterapia também é fundamental nesse processo. A psicanálise pode ajudar na compreensão mais profunda, enquanto abordagens como a TCC costumam oferecer estratégias mais diretas para manejo dos sintomas — não é obrigatório trocar, mas pode ser avaliado conforme sua necessidade atual.
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O que é “reparentalização” na psicoterapia? .
O que é “reparentalização” na psicoterapia? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A “reparentalização” na psicoterapia é um processo em que o paciente pode, dentro da relação terapêutica, vivenciar algo que faltou ou foi insuficiente nas suas experiências iniciais de cuidado. Não se trata de o terapeuta “virar pai ou mãe”, mas de oferecer um vínculo seguro, estável e consistente, que possibilite ao paciente experimentar acolhimento, validação e limites saudáveis.
Ao longo do tempo, essa experiência vai sendo internalizada. Ou seja, aquilo que antes precisava vir de fora começa a se tornar um recurso interno: a pessoa passa a se acolher melhor, regular suas emoções com mais autonomia e desenvolver um senso de segurança que não depende exclusivamente do outro.
Em uma linguagem mais simples, é como se, na terapia, a pessoa tivesse a oportunidade de “aprender por dentro” formas mais saudáveis de se cuidar, se proteger e se relacionar, reconstruindo aspectos emocionais que ficaram fragilizados ao longo da vida.
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O que é necessário para que a confiança evolua de “reativa” para “integrada” no Transtorno de Person
O que é necessário para que a confiança evolua de “reativa” para “integrada” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline, a confiança “reativa” é aquela que oscila muito, dependendo do momento emocional: ora o outro é visto como totalmente confiável, ora como alguém que vai abandonar ou ferir. Para que essa confiança se torne mais “integrada”, é necessário um processo gradual de amadurecimento emocional e relacional.
Isso acontece quando a pessoa começa a desenvolver maior capacidade de reconhecer e regular suas emoções, sem agir impulsivamente a cada oscilação. Ao mesmo tempo, é fundamental construir experiências repetidas de vínculo estável — seja na terapia ou em relações seguras — onde ela possa perceber que o outro não muda de forma extrema a cada conflito ou frustração.
Com o tempo, a pessoa vai conseguindo sustentar uma visão mais realista e contínua do outro, tolerando falhas, ausências e diferenças sem interpretar tudo como abandono. Essa integração também depende do fortalecimento da identidade e da capacidade de refletir sobre os próprios estados internos e os do outro
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB pode ser entendido como falha de “integração de repres
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB pode ser entendido como falha de “integração de representações internas”?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim — dentro da perspectiva psicanalítica, o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser compreendido como uma falha na integração das representações internas de si e do outro.
Isso significa que a pessoa tende a vivenciar aspectos positivos e negativos de forma cindida (separada), sem conseguir integrá-los em uma percepção mais estável e coesa. Como consequência, surgem oscilações intensas nas emoções, nos relacionamentos e na autoimagem.
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O que significa “fragmentação afetiva” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
O que significa “fragmentação afetiva” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), “fragmentação afetiva” refere-se à dificuldade de integrar e sustentar estados emocionais de forma contínua e coerente.
Na prática, a pessoa vivencia emoções de maneira intensa, instável e pouco integrada, podendo alternar rapidamente entre sentimentos opostos (como amor e raiva), sem conseguir manter uma linha emocional estável.
Essa fragmentação também se relaciona à dificuldade de ligar emoções a uma narrativa interna consistente, o que contribui para sensação de vazio, impulsividade e instabilidade nos relacionamentos.
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Como funciona o ciclo reforçador do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
Como funciona o ciclo reforçador do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline, a pessoa costuma viver um ciclo que se repete quase sem perceber. Algo acontece — muitas vezes uma sensação de rejeição ou abandono — e isso desperta emoções muito intensas, difíceis de controlar. Para aliviar essa dor, ela pode reagir de forma impulsiva, dizendo ou fazendo coisas no calor do momento. Na hora, isso até traz um certo alívio, como se diminuísse a angústia.
O problema é que, depois, vêm as consequências: conflitos, culpa, vergonha ou até o afastamento das pessoas. Isso reforça ainda mais o sentimento de abandono e dor emocional, fazendo com que o ciclo comece de novo. Assim, sem querer, a pessoa acaba presa em um padrão em que tenta aliviar o sofrimento, mas acaba alimentando exatamente aquilo que mais machuca.
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Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerado um transtorno de “alta reativid
Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerado um transtorno de “alta reatividade basal”?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerado de “alta reatividade basal” porque a pessoa apresenta um nível de ativação emocional já elevado mesmo em situações neutras, reagindo de forma mais intensa, rápida e duradoura a estímulos internos e externos.
Isso significa que:
Pequenos eventos podem desencadear emoções muito fortes
Há maior dificuldade em retornar ao estado emocional de equilíbrio
O sistema emocional permanece em estado de “alerta” constante
Na prática, isso se manifesta como hipersensibilidade a rejeição, instabilidade afetiva e impulsividade.
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O que significa “falha de integração afetivo-cognitiva” no Transtorno de Personalidade Borderline (T
O que significa “falha de integração afetivo-cognitiva” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), “falha de integração afetivo-cognitiva” refere-se à dificuldade de articular emoções e pensamentos de forma conjunta e coerente.
Na prática, isso significa que, em momentos de intensa ativação emocional, os afetos tendem a sobrepor ou desconectar o pensamento, levando a interpretações extremas, impulsividade e dificuldade de avaliar a realidade de forma estável.
Como consequência, a pessoa pode “saber” algo racionalmente (ex.: que não está sendo abandonada), mas não conseguir sustentar esse conhecimento quando tomada pela emoção.
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Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é descrito como um transtorno de “desregulaçã
Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é descrito como um transtorno de “desregulação do sistema de apego”?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), falar em “desregulação do sistema de apego” é uma forma técnica de dizer algo bem humano: a pessoa tem uma necessidade muito intensa de vínculo e segurança, mas ao mesmo tempo sente muita dificuldade em se sentir segura nas relações.
É como se o “alarme” do abandono estivesse sempre sensível demais. Pequenos sinais — um atraso, uma mudança de tom, um silêncio — podem ser sentidos como rejeição real. Isso gera muita angústia e pode levar a reações intensas, como medo de perder o outro, necessidade urgente de proximidade ou até afastamentos impulsivos.
Não é falta de controle ou “drama”, mas um funcionamento emocional em que o vínculo é vivido com muita intensidade e pouca estabilidade interna.
Na terapia, o objetivo é justamente ajudar a pessoa a se sentir mais segura nas relações, regulando essas emoções e construindo vínculos mais estáveis ao longo do tempo.
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Olá, bem, ultimamente venho percebendo que canso facilmente depois de uma interação social. Fico c
Olá,
bem, ultimamente venho percebendo que canso facilmente depois de uma interação social. Fico cansada de falar e fico olhando pro nada parada, isso é normal? E como se conversar direto me desse cansaço mental.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na psicanálise, entendemos que o contato social não envolve apenas a troca de palavras, mas também um intenso investimento psíquico. Durante uma interação, o sujeito mobiliza atenção, escuta, elaboração de respostas, além de lidar com expectativas, julgamentos (internos e externos) e, muitas vezes, com a necessidade de sustentar uma determinada imagem de si.
Esse “cansaço mental” após conversar pode indicar que essas trocas estão exigindo um alto nível de energia psíquica. Em alguns casos, isso pode estar relacionado a:
Um estado de sobrecarga emocional ou ansiedade, que torna as interações mais desgastantes;
Um certo grau de vigilância psíquica (como se precisasse estar sempre atento ao que dizer e como se posicionar).
O momento de “ficar olhando para o nada” pode ser entendido como uma espécie de pausa do aparelho psíquico — uma tentativa de recuperar energia após esse investimento intenso.
Mais do que classificar como “normal” ou “anormal”, o mais importante é observar:
A frequência com que isso acontece;
O quanto isso gera sofrimento ou prejuízo no seu dia a dia;
Em quais tipos de situações ou com quais pessoas isso se intensifica.
Caso esteja trazendo incômodo, a psicoterapia pode ajudar a compreender mais profundamente o que essas interações mobilizam em você, possibilitando formas mais leves de se relacionar.
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Terminei há 5 meses um relacionamento abusivo com alguém com borderline e desde então tenho sofrido
Terminei há 5 meses um relacionamento abusivo com alguém com borderline e desde então tenho sofrido muito com pensamentos intrusivos, ruminação e sintomas de TOC. Tenho lido sobre ‘trauma bonding’ (ou vínculo traumático / dependência emocional), e sinto que isso descreve bem meu apego e a dificuldade de seguir em frente. Procuro um(a) psicólogo(a) que tenha experiência tanto em TOC quanto em questões de dependência emocional / vínculos abusivos.
Minha dúvida é: existe alguma linha de terapia que trabalhe de forma integrada esses dois aspectos (TOC e vínculo traumático)? Qual abordagem seria mais eficaz nesse caso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível trabalhar TOC e vínculo traumático de forma integrada.
Para os sintomas de TOC (pensamentos intrusivos e ruminação), a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), especialmente com Exposição e Prevenção de Resposta (EPR), costuma ser a abordagem mais eficaz. Já o impacto do relacionamento abusivo e do “trauma bonding” pode ser bem trabalhado tanto por terapias focadas em trauma quanto por uma psicoterapia de orientação psicanalítica, que aprofunda a compreensão dos padrões de apego e repetição.
Na prática, o melhor resultado geralmente vem de um manejo integrado: técnicas mais diretas para reduzir os sintomas do TOC, junto com um trabalho mais profundo sobre o vínculo emocional e suas marcas.
O principal é buscar um(a) profissional com experiência em TOC e relacionamentos abusivos, mais do que se prender a uma única linha teórica.
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Muitas vezes, tenho pensamentos positivos e intrusivos sobre o meu futuro quando me sinto eufórico.
Muitas vezes, tenho pensamentos positivos e intrusivos sobre o meu futuro quando me sinto eufórico. Esses pensamentos podem estar ligados ao transtorno afetivo bipolar (TAB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pensamentos positivos e intrusivos sobre o futuro, especialmente acompanhados de euforia, podem sim estar relacionados a quadros do espectro do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) — principalmente quando vêm junto de outros sinais como diminuição da necessidade de sono, aumento de energia, aceleração do pensamento ou impulsividade.
No entanto, é importante destacar que esses pensamentos, isoladamente, não confirmam um diagnóstico. Eles também podem aparecer em momentos de ansiedade, idealização ou até como forma de compensação psíquica diante de períodos difíceis.
Por isso, o mais indicado é uma avaliação clínica cuidadosa, que considere a frequência, intensidade e o contexto em que esses estados ocorrem.
Um processo psicoterapêutico pode te ajudar tanto a compreender melhor esses episódios quanto a desenvolver maior estabilidade emocional e autoconsciência. Se fizer sentido para você, buscar acompanhamento profissional é um passo importante nesse cuidado.
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É normal algumas pessoas idosas terem explosões de Raiva sem ter motivo algum???
É normal algumas pessoas idosas terem explosões de Raiva sem ter motivo algum???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Explosões de raiva em pessoas idosas podem acontecer, mas não devem ser vistas como “normais” sem uma avaliação mais cuidadosa.
Na prática clínica, esses episódios podem estar relacionados a diferentes fatores, como:
Dificuldades emocionais (frustração, perdas, sensação de incapacidade);
Quadros de ansiedade ou depressão;
Alterações cognitivas (como início de comprometimento cognitivo);
Condições médicas ou uso de medicações.
Do ponto de vista psicológico, a raiva pode surgir como uma forma de expressão de sofrimento que não está sendo simbolizado ou comunicado de outra maneira.
Por isso, quando essas explosões são frequentes ou intensas, é importante investigar. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender o que está por trás dessas reações e orientar a melhor forma de manejo, tanto para a pessoa quanto para a família.
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Perguntas frequentes
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É normal ter escapes e cólica usando anticoncepcional, após uma semana de diarreia infecciosa com vô
Sim. Diarreia intensa e vômitos podem reduzir a absorção do anticoncepcional…