Perguntas do paciente (5)

  • Meu filho de 7 anos sempre foi muito nervoso desde bebe...ainda mais qd não dorme o bastante.. Fica

    Meu filho de 7 anos sempre foi muito nervoso desde bebe...ainda mais qd não dorme o bastante..
    Fica irritado c TD...sem controle e encontra-se numa fase muito complicada de perfeccionista..TD dele tem ki sair perfeito e tem sempre ki estar em primeiro em TD..
    E qd não acontece ele sofre...fica nervoso fora do controle...falo muito c ele sobre erros que é normal...e ki tá TD bem qd acontece e ele entende...mas na prática não se controla
    É extremamente inteligente.
    O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cecília Colatusso

    Olá! Entendo sua preocupação, é muito difícil ver uma criança inteligente e sensível sofrer com frustrações e com a necessidade de “acertar sempre”.
    Esse comportamento descrito por você, pode estar relacionado a fatores emocionais, à forma como a criança lida com a autoestima e até ao desenvolvimento das funções executivas (como autocontrole e regulação emocional).
    A psicopedagogia pode ajudar muito nesse processo — tanto para trabalhar a tolerância ao erro e à frustração, quanto para desenvolver estratégias emocionais e cognitivas que favorecem o aprendizado e o equilíbrio.
    Uma avaliação psicopedagógica permite compreender melhor o perfil do seu filho - suas potencialidades, emoções e forma de aprender — e, a partir disso, elaborar um plano de intervenção personalizado que o ajude a lidar melhor com suas emoções e a construir uma relação mais leve com o aprender e o desempenho.
    Fico à disposição para maiores esclarecimentos.


  • O que é o plano de ensino individualizado (PEI) no tratamento de autismo?

    O que é o plano de ensino individualizado (PEI) no tratamento de autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cecília Colatusso

    O Plano de Ensino Individualizado (PEI) é um documento que orienta o processo de aprendizagem de uma criança com TEA, considerando suas necessidades, habilidades e potencialidades específicas. Tem como objetivo assegurar que a criança aprenda e se desenvolva no seu ritmo, com estratégias e recursos personalizados.
    No PEI são definidos objetivos claros, metas de curto e longo prazo, adaptações pedagógicas, recursos de apoio e formas de acompanhamento contínuo. Assim, o plano favorece a inclusão escolar e o desenvolvimento global da criança, promovendo autonomia, comunicação e socialização.
    Na psicopedagogia, o PEI é uma ferramenta essencial para direcionar intervenções que respeitam o jeito único de aprender de cada criança.


  • Gostaria de saber se é verdade que pessoas com rebaixamento intelectual leve têm condições intelectu

    Gostaria de saber se é verdade que pessoas com rebaixamento intelectual leve têm condições intelectuais de entrar e terminar um curso universitário ? E, passarem em um concurso na área em que fizeram a faculdade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cecília Colatusso

    Olá!

    Sim, pessoas com rebaixamento intelectual leve podem, sim, ingressar e concluir um curso universitário, assim como prestar concursos públicos — especialmente se houver acompanhamento adequado, adaptações necessárias e um ambiente de apoio ao longo do processo.

    A deficiência intelectual leve geralmente envolve um leve comprometimento das funções cognitivas, como raciocínio, memória ou linguagem, mas não impede, por si só, a aprendizagem ou o desenvolvimento de competências acadêmicas e profissionais. Muitas dessas pessoas desenvolvem estratégias próprias, contam com suporte psicopedagógico e conseguem avançar em seus estudos com sucesso.

    Vale lembrar que, atualmente, muitas universidades e concursos públicos seguem legislações de inclusão e acessibilidade, o que facilita a participação desses candidatos.

    Se tiver dúvidas mais específicas sobre o caso, é importante buscar uma avaliação individualizada com um profissional especializado.

    Estou à disposição!


  • Tenho dificuldade para ler em voz alta na sala de aula. Fico nervosa, gaguejo e acabo lendo mal.

    Tenho dificuldade para ler em voz alta na sala de aula. Fico nervosa, gaguejo e acabo lendo mal. Já quando estou sozinha ou com amigos, leio normalmente. Também percebo que, quando leio em sala, meu cérebro fica confuso, como se várias informações se misturassem. Além disso, se o professor me entrega um artigo e diz que tenho 10 minutos para ler e apresentar, não consigo. Não entendo direito o que li nesse tempo e, por isso, não consigo apresentar bem. Já precisei de vários dias lendo o mesmo texto para conseguir entender e explicar. Isso pode ser ansiedade, dificuldade de leitura ou algum transtorno de aprendizagem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cecília Colatusso

    Olá!

    Os sintomas que você relata sugerem um possível comprometimento de funções cognitivas, que podem estar relacionadas a transtornos de aprendizagem, como o transtorno específico da leitura (dislexia) ou à lentificação no processamento cognitivo, mesmo sem prejuízo intelectual global. No entanto, a presença de sintomas apenas em situações de pressão também pode indicar interferência da ansiedade no desempenho cognitivo.

    Para diferenciar essas causas, é fundamental uma avaliação psicopedagógica, que permitirá identificar o perfil cognitivo e determinar se há um transtorno de aprendizagem, uma dificuldade específica ou apenas um impacto da ansiedade sobre a cognição.

    Com o diagnóstico adequado, é possível planejar intervenções eficazes, incluindo estratégias de leitura, organização do tempo e autorregulação emocional.

    Estou à disposição!


  • Como lidar com a curiosidade extrema?

    Como lidar com a curiosidade extrema?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Cecília Colatusso

    Olá!

    A curiosidade extrema é uma das manifestações cognitivas mais comuns em indivíduos com superdotação. Trata-se de uma busca constante por conhecimento, que pode abranger múltiplos temas simultaneamente, com profundidade e intensidade acima da média para a faixa etária.

    Embora essa característica seja uma força, ela também pode gerar sobrecarga mental, frustração com limites externos (escolares ou sociais) e até ansiedade, caso não seja bem compreendida e canalizada.

    Algumas estratégias para lidar com essa curiosidade:

    Oferecer estímulos variados e aprofundados: propor desafios intelectuais, leituras complexas, projetos investigativos e contato com especialistas da área de interesse.

    Estimular a metacognição: ensinar a organizar o próprio pensamento, priorizar temas e reconhecer seus próprios processos de aprendizagem.

    Trabalhar o foco e o tempo de permanência nas tarefas: superdotados tendem a perder o interesse rapidamente se não forem desafiados. Estratégias de autorregulação ajudam a manter o engajamento.

    Favorecer ambientes enriquecidos: contato com museus, oficinas, grupos de estudo, mentorias e outras vivências que estimulem a aprendizagem autônoma.

    Acompanhamento psicopedagógico especializado: é fundamental para ajudar o indivíduo a entender seu próprio funcionamento cognitivo e lidar com as demandas emocionais que podem surgir.

    A curiosidade, quando bem direcionada, é um motor potente de desenvolvimento. O papel da psicopedagogia é justamente ajudar a canalizar esse potencial de forma equilibrada e produtiva.

    Estou à disposição para maiores orientações!


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Perguntas frequentes

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