Perguntas do paciente (11)
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Tomo escitalopram a 3 meses e não melhorou nd devo fala com meu psiquiatra?
Tomo escitalopram a 3 meses e não melhorou nd devo fala com meu psiquiatra?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Três meses é um tempo relevante de uso e, se você sente que não houve melhora, é muito importante conversar com o médico que prescreveu a medicação. Cada pessoa responde de forma diferente e existem ajustes que podem ser feitos, seja na dose ou na própria escolha do medicamento.
Não deixe de relatar exatamente o que está sentindo, inclusive os sintomas que persistem e qualquer efeito que tenha percebido ao longo desse período. Essas informações ajudam o profissional a avaliar o que faz mais sentido para o seu caso.
O mais importante: não suspenda nem altere a medicação por conta própria. Qualquer mudança precisa ser feita com acompanhamento médico.
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Olá, tenho pensamentos de inferioridade, acho que todo mundo está me olhando ou falando de mim. Isso
Olá, tenho pensamentos de inferioridade, acho que todo mundo está me olhando ou falando de mim. Isso é ansiedade socail? Tenho tremores, palpitações, falta de ar,boca seca.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sintomas que você está descrevendo, como pensamentos de inferioridade, a sensação de estar sendo observada ou julgada, junto com tremores, palpitações, falta de ar e boca seca, são sinais de que o seu corpo e a sua mente estão em estado de alerta e merecem atenção.
Esses sintomas podem estar presentes em diferentes condições, e não é possível definir um diagnóstico sem uma avaliação médica completa. O que posso dizer é que esse conjunto de sinais, especialmente quando se repetem e começam a limitar situações do dia a dia como sair de casa, interagir com outras pessoas ou frequentar ambientes sociais, indica que é importante buscar acompanhamento profissional.
Muitas pessoas convivem com esses sintomas por anos achando que é "só jeito de ser" ou timidez, quando na verdade existe tratamento e possibilidade real de melhora.
O primeiro passo é procurar um profissional que possa ouvir a sua história com atenção, entender há quanto tempo isso acontece, como esses sintomas afetam a sua rotina, e a partir disso traçar o melhor caminho de cuidado para você.
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Tenho apresentado crises de raiva sem motivo aparente, além de sentimentos frequentes de nojo e irri
Tenho apresentado crises de raiva sem motivo aparente, além de sentimentos frequentes de nojo e irritação em relação a pessoas do meu convívio diário, mesmo sem conflitos diretos. Percebo também que essa raiva é mais intensa dentro de casa, onde às vezes acabo descontando em objetos (como bater em móveis). Esses comportamentos podem estar relacionados a algum quadro psicológico, como Ansiedade, Transtorno Explosivo Intermitente ou outro tipo de desregulação emocional? Em que ponto isso deixa de ser algo pontual e passa a exigir acompanhamento profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo merece atenção e cuidado. Crises de raiva que parecem desproporcionais à situação, sentimentos persistentes de nojo e irritação em relação a pessoas próximas, e comportamentos como descontar a frustração em objetos são sinais de que algo no seu funcionamento emocional está sobrecarregado.
O fato de a raiva ser mais intensa dentro de casa é algo comum, porque tendemos a perder o filtro emocional nos ambientes onde nos sentimos mais seguros, o que não significa que o problema esteja nas pessoas ao redor, mas sim na forma como o seu emocional está conseguindo processar as demandas do dia a dia.
Existem diferentes condições que podem se manifestar dessa forma, e para se chegar a um entendimento mais preciso, é necessária uma avaliação médica detalhada, que considere o seu histórico, há quanto tempo esses sintomas estão presentes, se houve alguma mudança recente na sua rotina, no sono, na alimentação ou em outros aspectos da sua vida.
Quanto à sua pergunta sobre em que ponto isso deixa de ser pontual: quando os episódios se repetem com frequência, quando você percebe que está reagindo de forma desproporcional e mesmo assim não consegue controlar, e quando isso começa a afetar seus relacionamentos e o seu bem-estar, já é o momento de buscar acompanhamento profissional.
Procurar ajuda não precisa esperar o pior cenário. Quanto antes houver avaliação, mais possibilidades de cuidado existem.
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Boa noite. Escitalopram tem a "fama" de embotar as emoções mesmo em dose "baixa". Ouço dizer. Aneste
Boa noite. Escitalopram tem a "fama" de embotar as emoções mesmo em dose "baixa". Ouço dizer. Anestesia. A pessoa não chora mesmo se quiser. Tem fundamento? Obg por responder.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso que você ouviu tem fundamento clínico. O que você descreve é conhecido como 'embotamento afetivo' ou emocional. Antidepressivos como o escitalopram são excelentes para estabilizar o humor, mas em alguns pacientes podem causar um 'achatamento' das emoções, gerando essa sensação de estar 'anestesiado(a)', sem conseguir chorar ou vibrar intensamente com as coisas. Isso pode ocorrer mesmo em doses baixas, dependendo do metabolismo de cada um. A boa notícia é que isso é totalmente reversível! O tratamento ideal é aquele que traz bem-estar sem tirar a sua capacidade de sentir as emoções normais da vida. Porém, é fundamental deixar claro que qualquer ajuste de dose, troca ou suspensão da medicação só pode ser feito mediante a avaliação e prescrição direta do seu médico. Nunca altere ou interrompa o tratamento por conta própria. Converse abertamente com o profissional que te acompanha para que ele possa repensar a estratégia de forma segura para você. Fico à disposição!
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Estou um ano e alguns meses tomando escitalopram,ganhei 10 kg depois do uso,já tentei me reeducar, d
Estou um ano e alguns meses tomando escitalopram,ganhei 10 kg depois do uso,já tentei me reeducar, dieta, exercícios físicos e não consigo elinar nem uma grama,além disso me sinto inchada principalmente a parte das pernas e com dores nas pernas devido o inchaço . Quero saber se ele engorda ou causar alguma retenção,alguma alteração de hormônios ou no metabolismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo perfeitamente a sua frustração; seguir uma rotina de reeducação alimentar e não ver resultados é realmente desanimador. O uso a longo prazo do escitalopram pode, em alguns casos, estar associado a alterações no metabolismo ou ganho de peso. No entanto, o inchaço e a dor nas pernas são sintomas que requerem muita atenção. Como não é possível realizar um exame físico ou avaliar seu quadro clínico por este canal, é imprescindível que você passe por uma avaliação médica presencial. Precisamos descartar outras causas para esse inchaço, como questões circulatórias. Por favor, não interrompa o tratamento por conta própria e procure o médico que te acompanha para uma reavaliação segura. Fico à disposição!
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Tomo sertralina a 1 mês ainda sinto tontura e tremedeira coração acelera um pouco. Isto é normal?
Tomo sertralina a 1 mês ainda sinto tontura e tremedeira coração acelera um pouco. Isto é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação, esses sintomas realmente podem ser desconfortáveis. Nas primeiras 2 a 4 semanas de uso da sertralina, é comum o organismo passar por uma fase de adaptação, podendo surgir efeitos como tontura, tremores e leve aceleração dos batimentos cardíacos. Como você já completou 1 mês, o esperado era que esses efeitos já estivessem diminuindo. É muito importante que você não interrompa a medicação por conta própria, pois isso pode piorar o quadro. Sugiro que entre em contato com o médico que prescreveu a medicação para que ele possa reavaliar o seu caso, ajustar a dose se necessário ou buscar outras alternativas. Um abraço!
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1 mes tomando sertralina ainda sinto tontura irritabilidade e aceleramento leve . Isto é normal ?
1 mes tomando sertralina ainda sinto tontura irritabilidade e aceleramento leve . Isto é normal ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Agradeço a sua pergunta. É comum que medicações como a sertralina causem alguns efeitos colaterais nas primeiras semanas, incluindo tontura, palpitações leves e irritabilidade, enquanto o sistema nervoso se adapta. Como você está completando um mês, estamos justamente no limite desse período de adaptação esperado. A persistência desses sintomas a partir dessa fase requer atenção. Como cada organismo reage de forma única e não é possível avaliar seu quadro clínico por este canal, é imprescindível que você retorne ao médico assistente para uma reavaliação. Por favor, não pare de tomar o remédio por conta própria. Converse com o médico que prescreveu a medicação, pois apenas ele poderá fazer alterações de forma segura e confortável para você. Fico à disposição!
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Boa tarde, tô tomando fluoxetina 20 mg pela manhã a um mês e ainda não senti melhoras, sinto muita s
Boa tarde, tô tomando fluoxetina 20 mg pela manhã a um mês e ainda não senti melhoras, sinto muita sonolência diurna e passo um bom tempo dormindo, ainda ta na fase de adaptação da medicação ? Sofro de ansiedade generalizada.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Sim, essa sonolência pode ocorrer bem no início do tratamento. Embora a fluoxetina seja uma medicação que geralmente dá mais 'energia', durante a fase de adaptação do corpo é comum sentir bastante sono. Em geral, medicações como a fluoxetina levam de 4 a 6 semanas para atingir o efeito terapêutico completo no caso da ansiedade generalizada, então você está bem no limite dessa janela de adaptação. Como cada metabolismo é único, é fundamental que você converse com o médico que te acompanha. Ele poderá avaliar se é o caso de aguardar mais uns dias, fazer uma simples mudança do horário da tomada, ajustar a dose ou repensar a estratégia, o que já pode resolver o problema e melhorar sua qualidade de vida durante o dia. Por favor, continue o uso até essa reavaliação, não interrompa o tratamento por conta própria e tente antecipar o retorno com quem te prescreveu, combinado? Melhoras! Fico à disposição.
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Parei de tomar o oxalato de escitalopram de forma abrupta e depois de alguns dias comecei a me senti
Parei de tomar o oxalato de escitalopram de forma abrupta e depois de alguns dias comecei a me sentir tonta mesmo deitada. Tem alguma coisa a ver com a falta do medicamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que esses sintomas estejam relacionados à interrupção abrupta do escitalopram. Esse medicamento atua no sistema nervoso central e, quando é retirado de forma repentina, o corpo pode reagir com tonturas, sensação de instabilidade, náuseas, irritabilidade e insônia.
A tontura é um dos sintomas mais comuns dessa reação e pode acontecer mesmo em repouso, como você está descrevendo.
O mais importante agora é que você procure o médico que prescreveu a medicação para avaliar o seu caso. A retirada de antidepressivos deve ser feita de forma gradual, com redução lenta da dose, justamente para evitar esse tipo de desconforto. Em alguns casos, pode ser necessário reintroduzir a medicação e planejar um desmame mais seguro.
Evite retomar ou ajustar a dose por conta própria. Cada organismo responde de uma forma, e o acompanhamento médico é fundamental para que essa transição seja feita com segurança.
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Quais causas da crise de ansiedade? Como ela começa? Quais são os níveis? Em qual idade acontece e q
Quais causas da crise de ansiedade? Como ela começa? Quais são os níveis? Em qual idade acontece e quais os sintomas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A crise de ansiedade pode ter diversas causas, e geralmente não existe um fator único. Ela costuma surgir da combinação de fatores genéticos, experiências de vida, estresse acumulado, traumas, privação de sono, uso de substâncias estimulantes e até mudanças hormonais. Muitas vezes, a pessoa já convive com um nível elevado de ansiedade no dia a dia sem perceber, e a crise aparece quando o corpo atinge um limite.
Ela costuma começar com sintomas que vão se intensificando: pensamentos acelerados, sensação de apreensão, desconforto no peito, falta de ar, taquicardia, tremores, formigamento, sudorese e uma sensação intensa de que algo ruim vai acontecer. Em alguns casos, a pessoa pode sentir que está perdendo o controle ou até confundir os sintomas com um problema cardíaco.
Quanto aos níveis, a ansiedade pode se manifestar de forma leve, quando causa um desconforto que ainda é manejável no dia a dia, moderada, quando já começa a interferir na rotina, no sono e nos relacionamentos, e grave, quando as crises se tornam frequentes, incapacitantes e comprometem significativamente a qualidade de vida.
A ansiedade pode surgir em qualquer fase da vida, desde a infância até a idade adulta. É comum que os primeiros sinais apareçam na adolescência e no início da vida adulta, mas fatores como mudanças de rotina, perdas, cobranças excessivas e momentos de transição podem desencadear sintomas em qualquer idade.
Se você está passando por crises de ansiedade, o mais importante é buscar avaliação médica. Existe tratamento, e quanto mais cedo o acompanhamento começa, melhores são os resultados.
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Boa tarde, tenho tag vai fazer 1 ano. Foi me receitado paraxotina, mas ainda não comecei a tomar por
Boa tarde, tenho tag vai fazer 1 ano. Foi me receitado paraxotina, mas ainda não comecei a tomar por medo dos efeitos colaterais e causar dependência. Não tenho tido falta de ar nem tremores. Embora ultimamente ando com dores no cimo da cervical terríveis que arredia para trás da cabeça e parece que as vezes sinto tontura e fraqueza, também dores na boca do estômago junto com enjoo e arrotos. Será da tag? Muito obrigada pela ajuda.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Os sintomas que você descreve podem sim estar relacionados a um quadro de ansiedade. O corpo reage ao estado de alerta constante de diversas formas e muitas vezes os sintomas físicos são os que mais incomodam.
Sobre a medicação, é compreensível ter receio. Mas é importante saber que a paroxetina, quando indicada e acompanhada por um médico, é uma medicação segura e bem estudada. Os efeitos colaterais, quando aparecem, costumam ser mais presentes nas primeiras semanas e tendem a melhorar com o tempo.
Ficar um ano sem iniciar o acompanhamento medicamentoso pode fazer com que os sintomas se mantenham ou até se intensifiquem.
Converse abertamente com o médico que prescreveu sobre esses receios. Tirar dúvidas faz parte do processo e ajuda você a tomar uma decisão mais segura.
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