Perguntas do paciente (22)
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Como a genética interage com os fatores ambientais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Como a genética interage com os fatores ambientais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A interação entre genética e ambiente no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) funciona como uma “dupla engrenagem”:
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Genética (predisposição biológica)
Herdabilidade moderada (40–60%).
Alterações em sistemas de serotonina/dopamina/noradrenalina → impulsividade e instabilidade.
Maior reatividade ao estresse: pessoas com essa predisposição sentem emoções de forma mais intensa.
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Ambiente (fatores externos)
Adversidade na infância: abuso, negligência, separações precoces.
Ambiente invalidante (Linehan): emoções da criança são ignoradas ou punidas.
Modelos familiares disfuncionais: vínculos inseguros, figuras cuidadoras instáveis.
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Interação (Gene x Ambiente)
A genética cria a vulnerabilidade → hipersensibilidade emocional.
O ambiente pode agravar (abuso, invalidação) ou atenuar (apoio, cuidado).
Epigenética: experiências precoces alteram a expressão de genes relacionados à regulação emocional
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Como a família pode se adaptar (acomodação familiar) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
Como a família pode se adaptar (acomodação familiar) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Risco da acomodação disfuncional
Evitação de conflitos: familiares cedem a explosões para “manter a paz”, reforçando a instabilidade.
Hiperproteção: assumem responsabilidades da pessoa, diminuindo autonomia.
Validação de ameaças (ex.: “se não fizer isso, me mato”): respostas imediatas que reforçam padrões manipulativos inconscientes.
Esses padrões, embora compreensíveis pelo sofrimento, podem manter os sintomas ativos.
Adaptação saudável da família
1. Psicoeducação
Entender o TPB, seus sintomas e mecanismos.
Compreender que explosões, idealização/desvalorização e impulsividade não são “birras”, mas parte do transtorno.
2. Validação emocional + limites firmes
Validar sentimentos (“Entendo que você está com dor”), sem validar comportamentos destrutivos.
Estabelecer limites consistentes (ex.: regras sobre convivência, segurança, responsabilidades).
3. Comunicação clara e não reativa
Evitar discussões escaladas, usar frases curtas, objetivas e neutras.
Manter coerência entre os familiares para não gerar contradições.
4. Promoção de autonomia
Incentivar pequenas responsabilidades.
Reforçar positivamente cada conquista ou esforço de regulação.
5. Rede de apoio
Psicoterapia individual para o paciente.
Terapia familiar ou grupos de apoio (como programas de DBT para famílias).
Autocuidado dos cuidadores: preservar saúde mental para não colapsar junto.
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Quais são as ferramentas para o Manejo de Comportamentos Disruptivos para uma pessoa ?
Quais são as ferramentas para o Manejo de Comportamentos Disruptivos para uma pessoa ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
1. Avaliar e compreender: identificar gatilhos e função do comportamento.
2. Prevenir: regras claras, rotina estruturada, reforço positivo.
3. Comunicar bem: validar emoções, dar instruções curtas e modelar o comportamento.
4. Regular emoções: treinar respiração, pausas planejadas e habilidades sociais.
5. Intervir direto: redirecionar, aplicar consequências consistentes e contratos comportamentais.
6. Apoiar no contexto: envolver família/escola, treinar cuidadores e usar psicoterapia.
7. Foco no desenvolvimento: estimular autoestima, autonomia e alternativas saudáveis.
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Quais são os comportamentos disruptivos associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Quais são os comportamentos disruptivos associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Comportamentos disruptivos associados ao TPB
Impulsividade marcante: gastos excessivos, uso de substâncias, direção perigosa, compulsividade alimentar.
Agressividade verbal ou física: explosões de raiva, brigas, discussões intensas.
Ameaças ou tentativas de autoagressão: automutilação, ideação suicida ou comportamentos de risco.
Relacionamentos instáveis e conflituosos: alternância entre idealizar e desvalorizar pessoas (“8 ou 80”).
Crises emocionais intensas: mudanças rápidas de humor, explosões emocionais diante de frustrações.
Manipulação inconsciente: comportamentos para evitar abandono (ameaças, chantagens emocionais).
Quebra de regras ou limites: dificuldade em aceitar normas sociais, acadêmicas ou profissionais.
Desregulação emocional visível: choro intenso, gritos, hostilidade, isolamento repentino.
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Tenho uma filha de 9 anos, nunca me relacionei com ninguem depois do relacionamento com o pai dela p
Tenho uma filha de 9 anos, nunca me relacionei com ninguem depois do relacionamento com o pai dela porque nunca achei ninguem importante ao ponto de trazer essa pessoa pra vida dela. há algum tempo encontrei alguem que a trata muito bem , mas ela nao quer nem saber de aceitar ele na minha vida. É grossa, mal educada muitas das vezes e nao ve, mesmo que eu converse com ela , que ele quer ser alguem importante na vida dela principalmente. EM TUDO nos tentamos inclui-la pra que ela nao se sinta sozinha ou excluida. O convivio dela com ele longe de mim é excepcional, carinhosa e amorosa, mas quando eu chego a festa acaba. Como lidar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
parece e envolve sentimentos profundos da sua filha que talvez ela ainda não consiga nomear. Aos 9 anos, ela pode sentir ciúmes, medo de perder seu lugar ou de que a nova relação tire o espaço que antes era só dela com você. Mesmo que ela goste dele quando estão sozinhos, a presença de vocês dois juntos pode ativar inseguranças internas.
Aqui vão algumas sugestões para lidar com isso:
1. Valide os sentimentos dela – Diga que entende que pode ser difícil ver a mãe com alguém novo e que os sentimentos dela importam, mesmo que nem tudo possa ser como ela deseja.
2. Evite forçar a aceitação imediata – Continue incluindo-a com carinho, mas respeite o tempo dela. Dê espaço para que a relação se construa com naturalidade, sem pressionar.
3. Momentos só com você – Reforce a relação entre vocês duas com momentos só de mãe e filha. Isso ajuda a diminuir o medo da perda de atenção.
4. Diálogo contínuo – Fale sobre amor de forma ampla: que ele pode crescer e incluir mais pessoas sem diminuir o amor que já existe.
5. Terapia infantil – Uma psicoterapia pode ajudá-la a compreender e expressar melhor seus sentimentos, e dar ferramentas para vocês duas atravessarem esse momento com mais leveza.
Você está tentando fazer o melhor, e isso já é muito importante. O tempo, aliado ao afeto e à escuta, costuma ajudar muito nesses processos. Se quiser, posso te ajudar a criar uma conversa sensível com ela sobre isso.
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Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos s
Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos sintomas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os transtornos de personalidade geralmente não têm "cura" no sentido tradicional, mas sim manejo e melhora significativa da qualidade de vida. O tratamento é centrado em:
1. Psicoterapia.
2. Medicação, quando há sintomas associados como ansiedade, depressão ou impulsividade.
3. Psicoeducação e fortalecimento das relações interpessoais.
O foco é desenvolver autoconhecimento, regulação emocional e habilidades sociais, promovendo autonomia e bem-estar. A evolução é possível com constância e vínculo terapêutico.
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Como tratar pessoas com transtorno de personalidade paranoide?
Como tratar pessoas com transtorno de personalidade paranoide?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Tratar pessoas com Transtorno de Personalidade Paranoide requer sensibilidade, paciência e técnicas específicas. Veja alguns princípios fundamentais:
1. Estabeleça uma relação de confiança
Seja sempre coerente, claro e previsível.
Evite confrontos diretos ou julgamentos; a pessoa pode interpretar como ameaça.
Não force confidências — respeite o ritmo da construção de vínculo.
2. Mantenha comunicação objetiva
Use linguagem clara e sem ambiguidades.
Evite ironias, brincadeiras duvidosas ou expressões que possam gerar desconfiança.
3. Psicoterapia
Terapias de longo prazo são mais eficazes, pois o paciente precisa de tempo para confiar.
O objetivo não é “mudar a personalidade”, mas ajudar a pessoa a lidar com seus pensamentos e reações de maneira mais funcional.
4. Possível uso de medicação
Antipsicóticos em baixa dose ou ansiolíticos podem ser indicados em casos de ansiedade intensa ou ideias persecutórias acentuadas.
A prescrição sempre deve ser feita por um psiquiatra.
5. Ambiente familiar e social
Familiares e pessoas próximas devem ser orientadas a lidar com a hipersensibilidade à crítica e a tendência à interpretação distorcida das intenções alheias.
Promover um ambiente de estabilidade, segurança e previsibilidade é essencial.
Tratar o Transtorno de Personalidade Paranoide é desafiador, mas possível. O mais importante é manter uma abordagem respeitosa, paciente e fundamentada em vínculos consistentes.
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Bom dia ,estou com uma sessão estranha como se estivesse desligado da realidade,passei uma vez no ps
Bom dia ,estou com uma sessão estranha como se estivesse desligado da realidade,passei uma vez no psiquiatra ele disse que é um sintoma de Desrealização, o que posso fazer pra minimizar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! A desrealização pode causar a sensação de estar desconectado da realidade. Para aliviar, busque respirar profundamente, ancorar-se no presente com os cinco sentidos, manter uma rotina saudável e evitar estresse. Práticas como mindfulness e exercícios físicos ajudam. Se persistir, é importante retornar ao psiquiatra ou buscar apoio psicológico para acompanhamento adequado.
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Por que os acontecimentos ruins da nossa adolescência, principalmente os que ocorrem durante a escol
Por que os acontecimentos ruins da nossa adolescência, principalmente os que ocorrem durante a escola, tem um impacto tão grande na nossa mente, mesmo muitos anos depois quando já estamos na nossa vida adulta ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Que pergunta pertinente!
Os acontecimentos da adolescência, especialmente os que ocorrem durante a escola, podem ter um impacto duradouro na mente de uma pessoa por várias razões. A adolescência é um período de intensas mudanças físicas, emocionais e sociais, e muitas vezes é um momento em que as pessoas estão desenvolvendo uma compreensão mais profunda de si mesmas e de seu lugar no mundo.
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É normal sentir uma tristeza ou angústia ao olhar algum desconhecido na rua.. por exemplo, estou no
É normal sentir uma tristeza ou angústia ao olhar algum desconhecido na rua.. por exemplo, estou no ônibus e entra alguém, e quando eu olho tenho uma sensação estranha, sinto que é uma pessoa sofrida, e eu fico triste. Acontece frequentemente. O olhar, o jeito da pessoa me faz sentir isso
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Experimentar emoções ao observar desconhecidos na rua, e essas emoções podem variar de curiosidade a empatia ou até mesmo tristeza, faz parte. A capacidade de se colocar no lugar dos outros, mesmo sem conhecê-los, é uma expressão de empatia, que é a habilidade de compreender e compartilhar os sentimentos dos outros.
No entanto, é importante notar que interpretar o estado emocional de alguém apenas com base em sua aparência pode ser impreciso. As pessoas passam por diversas situações na vida, e nem sempre é possível inferir seu estado emocional apenas observando-as por um breve momento. Além disso, as emoções que você está experimentando podem estar relacionadas a suas próprias experiências pessoais, sensibilidades ou preocupações.
Se essas emoções estão afetando significativamente sua qualidade de vida ou bem-estar emocional, pode ser útil refletir sobre esses sentimentos e, se necessário, buscar o apoio de amigos, familiares ou profissionais de saúde mental. Às vezes, a terapia pode ser uma ferramenta valiosa para explorar e compreender melhor suas emoções e desenvolver estratégias para lidar com elas de maneira saudável.
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Meu namorado fala que eu não sei Dialogar/conversar em discussão. Sempre digo "hum, sei" quando fico
Meu namorado fala que eu não sei Dialogar/conversar em discussão. Sempre digo "hum, sei" quando fico brava reamente deixo o orgulho e emoção tomar conta de mim, como eu melhoro?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Melhorar suas habilidades de comunicação em situações de discussão é um passo importante para fortalecer relacionamentos, sejam eles quais forem.
Deixo algumas sugestões para você pensar a respeito e que possa aprimorar suas habilidades de diálogo:
Pratique a Escuta Ativa:
Ouça atentamente o que a outra parte está dizendo. Faça perguntas para esclarecer pontos e demonstre interesse genuíno no ponto de vista alheio.
Controle Emocional:
Reconheça suas emoções, mas evite deixar que elas dominem a conversa. Respire fundo e dê a si mesma um momento para processar antes de responder. O famoso parar e pensar e só então agir.
Evite Respostas Automáticas:
Em vez de dizer automaticamente "hum, sei", faça um esforço para responder de maneira mais completa e reflexiva. Comunique suas próprias preocupações e sentimentos de uma maneira mais aberta.
Use "Eu" em Vez de "Você":
Ao expressar seus sentimentos, evite acusar ou culpar. Em vez disso, use declarações com "eu", focando em como você se sente em relação à situação.
Escolha o Momento Adequado:
Às vezes, é melhor adiar uma conversa importante se as emoções estiverem muito intensas. Escolha um momento em que ambos estejam calmos e dispostos a ouvir.
Busque Soluções, Não Culpa:
Em vez de focar na culpa, concentre-se em encontrar soluções para o problema. Isso ajuda a transformar a discussão em uma oportunidade de crescimento conjunto.
Peça Feedback:
Pergunte ao seu namorado (ou à outra pessoa) como ele se sente em relação à sua comunicação e o que ele gostaria que você fizesse de maneira diferente. Use isso como um guia para melhorar.
Desenvolva a Empatia:
Coloque-se no lugar do seu namorado para entender melhor seus sentimentos e perspectivas. A empatia ajuda a construir pontes de compreensão.
Comunique Expectativas:
Compartilhe suas expectativas sobre como as discussões podem ser mais produtivas. Isso inclui estabelecer regras básicas de comunicação e respeito mútuo.
Aprenda com Experiências Anteriores:
Reflita sobre discussões passadas. Identifique padrões de comportamento que podem ser melhorados e trabalhe para mudá-los.
Busque Ajuda Profissional, se Necessário:
Se as dificuldades persistirem, considere buscar a orientação de um terapeuta ou conselheiro. Um profissional pode oferecer insights e ferramentas específicas para melhorar a comunicação.
Lembre-se de que melhorar a comunicação é um processo contínuo. Esteja aberta ao feedback, esteja disposta a aprender com as experiências e seja paciente consigo mesma enquanto trabalha para aprimorar suas habilidades de diálogo.
Um abraço, Maria Eugênia
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É considerado "normal" ficar meio obcecado por algumas coisas? Eu sinto isso com frequência com film
É considerado "normal" ficar meio obcecado por algumas coisas? Eu sinto isso com frequência com filmes, séries, músicas, hobbies, leituras. Eu sinto um interesse fortíssimo e fico dias, até semanas fazendo só a mesma coisa, depois perco total o interesse e fico obcecada com outra coisa por dias a fio. Sou diagnosticada com ansiedade e bipolaridade. Isso seria parte do quadro do que já tenho?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá!
Se você já foi diagnosticada com TAG e THB, é possível que essas condições possam influenciar a intensidade de seus interesses e comportamentos mas isto não significa que será sempre assim, se tratada de forma adequada, com psicoterapia e terapia medicamentosa.
A oscilação entre períodos de intensa concentração e interesse em algo, seguidos por uma perda de interesse abrupta, pode estar relacionada ao aspecto bipolar do seu diagnóstico. Isso pode se manifestar como episódios de euforia ou hipomania, onde você se sente extremamente energizada e focada em atividades específicas, seguidos por períodos de depressão ou baixa energia.
Além disso, a ansiedade também pode desempenhar um papel, já que a obsessão por determinados interesses pode ser uma forma de lidar com a ansiedade, proporcionando uma distração temporária ou um escape, até mesmo um alívio dos sintomas.
É crucial discutir esses padrões de comportamento com os profissionais de saúde que fazem parte do seu tratamento. Eles podem oferecer uma avaliação mais precisa e ajustar seu plano de tratamento, se e quando necessário. A psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa para explorar esses padrões e desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis.
Cada pessoa é única, e o tratamento deve ser adaptado às suas necessidades específicas. Se você está enfrentando preocupações específicas em relação ao seu diagnóstico ou comportamento, consulte seu profissional de saúde para orientação personalizada.
Espero ter contribuído,
Um abraço, Maria Eugênia
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melhorando a ansiedade e o estresse, as dores no estomago, decorrentes da gastrite nervosa, passam?
melhorando a ansiedade e o estresse, as dores no estomago, decorrentes da gastrite nervosa, passam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Melhorar a ansiedade e o estresse pode ter impactos positivos na saúde geral, incluindo sintomas associados à gastrite nervosa. A gastrite nervosa é uma condição em que o estresse e a ansiedade podem desempenhar um papel significativo no agravamento dos sintomas gastrointestinais.
O estresse crônico e a ansiedade podem aumentar a produção de ácido no estômago, o que, por sua vez, pode contribuir para a irritação da mucosa gástrica e piorar os sintomas da gastrite nervosa. Portanto, trabalhar na redução do estresse e da ansiedade pode ajudar a diminuir a gravidade e a frequência dos sintomas.
Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar na gestão da ansiedade e do estresse, potencialmente melhorando os sintomas da gastrite nervosa:
Exercícios físicos: A prática regular de atividade física pode reduzir os níveis de estresse e ansiedade, além de promover a saúde geral.
Técnicas de relaxamento: Aprender técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação ou yoga, pode ser benéfico para reduzir a ansiedade e o estresse.
Manejo do tempo: Organizar o tempo de maneira eficiente e estabelecer prioridades pode ajudar a reduzir a sensação de sobrecarga, contribuindo para uma diminuição do estresse.
Alimentação saudável: Adotar uma dieta balanceada e evitar alimentos que possam irritar o estômago pode ser útil no manejo da gastrite nervosa.
Descanso adequado: Assegure-se de ter uma boa qualidade de sono, pois a falta de sono pode aumentar os níveis de estresse e ansiedade.
Espero ter contribuído.
Um abraço,
Maria Eugênia
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Eu não quero mais ter desejo sexual , oque eu faço ? Até pensando em cortar meu órgão estou pensando
Eu não quero mais ter desejo sexual , oque eu faço ? Até pensando em cortar meu órgão estou pensando preciso de ajuda
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito ouvir que você está se sentindo assim, mas é importante que você *busque ajuda profissional imediatamente*. Pensar em causar dano a si mesmo ou tomar medidas extremas não é uma solução saudável e pode representar um sinal de angústia emocional significativa.
A perda de desejo sexual pode ter várias causas, incluindo fatores emocionais, psicológicos, físicos ou relacionados ao estresse. Um profissional de saúde, como um psicólogo, terapeuta sexual ou médico, pode ajudar a identificar a causa subjacente e fornecer orientação apropriada.
Por favor, entre em contato com um profissional de saúde mental imediatamente. Se você está se sentindo em perigo *imediato*, procure ajuda de emergência ligando para um serviço de prevenção ao suicídio (procure CVV) ou procurando atendimento em um hospital.
É importante lembrar que você não está sozinho, e há pessoas dispostas a ajudar. Não hesite em compartilhar seus sentimentos com alguém de confiança, para que esta pessoa possa oferecer apoio emocional durante este momento difícil.
>>>Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde e não se destina a fornecer segundas opiniões em relação a casos específicos.
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A gente pode do nada ter uma crise? Mesmo que não tenha um fator desencadeador ?
A gente pode do nada ter uma crise?
Mesmo que não tenha um fator desencadeador ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá, boa noite!
Como você está?
Sempre há um fator que desencadeia uma crise (aqui leio de ansiedade, mas é sobre isso que você se refere?). Seria interessante avaliar mais para compreender o que desperta a crise.
Abraços, Maria
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Recentemente estou tendo muitas dores de garganta e de estômago e tenho ansiedade, isso tem alguma c
Recentemente estou tendo muitas dores de garganta e de estômago e tenho ansiedade, isso tem alguma coisa haver?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia, como você está hoje?
Seus sintomas estão diretamente ligados à ansiedade mas não significa que em todos os casos seja ansiedade. Para verificar é necessário acompanhamento com gastroenterologista para descartar hipóteses fisiológicas e se e quando necessário, iniciar um acompanhamento psicológico.
Um abraço, Maria
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Faço uso da sertralina por dois anos seguindo orientação do psiquiatra , gostaria de saber como fari
Faço uso da sertralina por dois anos seguindo orientação do psiquiatra , gostaria de saber como faria para descontínuar o uso ?? Obrigado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! Como você está?
Antes de pensar na questão da descontinuidade do uso da medicação, gostaria de entender o que lhe motiva a isso?
Para descontinuar o uso é, indubitavelmente necessário o acompanhamento do psiquiatra ou do médico/a que tem lhe acompanhado neste processo pois realizar uma parada abrupta e desacompanhado de um profissional habilitado pode ser extremamente prejudicial à sua saúde. Ou o seu médico não quer parar o uso e você sim? Você faz psicoterapia? Investiga as causas dos sintomas que requerem o uso da medicação? Ou ainda, investiga as causas da negação à medicação mesmo após dois anos de uso?
Talvez um aconselhamento psicológico, que é um serviço diferente da terapia, lhe seja útil para pensar pontualmente sobre essas questões.
Abraços, Maria.
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Olá, estou muito confusa, vivo há 25 anos com um homem ,temos um filho de 23, e descobri que ele é p
Olá, estou muito confusa, vivo há 25 anos com um homem ,temos um filho de 23, e descobri que ele é psicopata,eu desconfiava,mas fiz um teste num site de psicoterapeuta,e deu resultado que ele é um psicopata, porém estou sem saber como lidar com tudo isso, devoro artigos a respeito, pra saber como agir,como tratar ele daqui pra frente, sem que ele saiba que eu sei agora que ele é psicopata, não sei se tenho raiva de mim mesma,se tenho pena dele, se abandono tudo, se fico e tento ajudar ,se consigo algum tratamento pra ele, realmente estou me sentindo muito confusa. Por favor,preciso de ajuda,de orientação,mas não tenho condições financeiras para consultar um psicólogo que me oriente. Desde já agradeço. Obrigada.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite.
O que a levou procurar testes para verificar transtorno em seu companheiro? Além disso é preciso estar atenta ao fato de que testes realizados na internet não produzem diagnóstico algum e nem seus resultados são norteadores de diagnósticos. Como você mesma relatou, deve procurar ajuda psicológica e verificar o que está ocorrendo para essa situação ter se apresentado após 25 anos. Procure, em sua cidade, a Rede de Atenção Psicossocial, que pode ser numa Unidade básica de saúde, CAPS, CRAS e CREAS. (Procure através de um site de buscas).
Um fraterno abraço.
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tem 7 dias hj que estou isolada com covid estou sentido muita ansiedade o que eu posso fazer pra a
tem 7 dias hj que estou isolada com covid
estou sentido muita ansiedade o que eu posso fazer pra amenizar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Como você está hoje?
Embora a ansiedade seja algo pertencente a todo sujeito, em níveis alterados ela pode fazer a vida parecer estar desconectada a uma realidade existente.
Você diz que está isolada, isso significa o que, exatamente? Estás sozinha em casa? Ou tem alguém por perto de você? Alguém com quem possa falar desse sentimento para extravasá-lo?
Além disso também relata que está "sentindo muita ansiedade". Esses sintomas são de que ordem? Física, emocional ou ambas?
Para o momento, como não tenho dados suficientes, indicaria que se você pudesse estabelecer contato com alguém que possa falar. Ler ou mesmo escrever sobre o que sente. Se for fazer uso de séries e filme, permita-se assistir apenas conteúdos mais "leves".
Sigo à disposição, um abraço.
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Minha filha tem 14 anos,e só agora veio me contar q é Pansexual gosta de menino e menina, q devo faz
Minha filha tem 14 anos,e só agora veio me contar q é Pansexual gosta de menino e menina, q devo fazer?seria uma fase?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Quando você diz que "só agora ela veio contar", também pode ter a leitura de que você já percebia algo diferente em seu comportamento? Como se tivesse algo a esconder? Pois vejo que ela sentiu uma abertura de sua parte para tratar de assuntos tão íntimos. Aproveite isso pois a comunicação entre vocês está fluindo. Tenha uma escuta acolhedora e empática. Lembre-se que nesta idade muitas descobertas estão sendo idealizadas mas nem todas realizadas. Mas também lembre-se que não é uma escolha e sim uma orientação sexual.
Procure um profissional que possa lhe auxiliar e orientar.
Abraço.
Perguntas frequentes
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Estou com o Diu de cobre e prata há 8 meses e ainda tenho sangramentos de escape todos os dias, seme
diu, dispositivo intrauterino, de cobre com prata, ou seja, sem hormônio,…