Perguntas do paciente (11)
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Meu filho tem 3 anos e está muito nervoso, se contrariado grita e chora, também insiste muito quando
Meu filho tem 3 anos e está muito nervoso, se contrariado grita e chora, também insiste muito quando quer algo e não aceita que fale não para ele, tudo tem que ser como ele quer no momento ou vira uma crise de birra enorme. Qual especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Situações como a que você descreveu são comuns em algumas fases do desenvolvimento infantil, já que a criança ainda está aprendendo a lidar com frustrações e a regular as próprias emoções. No entanto, quando as crises são muito frequentes e intensas, pode ser importante buscar ajuda para entender melhor o que está acontecendo.
O primeiro passo é conversar com o pediatra, que pode avaliar se está tudo bem com o desenvolvimento. Além disso, o acompanhamento com um(a) psicólogo(a) infantil pode ser muito útil, tanto para ajudar a criança a encontrar outras formas de lidar com as emoções quanto para orientar a família em estratégias de educação parental.
Com apoio adequado, é possível atravessar essa fase de maneira mais tranquila, favorecendo o bem-estar da criança e de toda a família. Coloco-me à disposição para ajudar nesse processo
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Qual a importância da neurociência na compreensão do funcionamento do cérebro humano?
Qual a importância da neurociência na compreensão do funcionamento do cérebro humano?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A neurociência é importante porque ajuda a entender como o cérebro funciona e por que reagimos de certas formas, fala de como diferentes áreas cerebrais se relacionam com as emoções, o aprendizado e os comportamentos. Por exemplo, quando uma criança faz uma "birra" ou "explode de raiva" muitas vezes não é porque “não obedece”, mas porque o cérebro dela ainda não sabe controlar bem as emoções. Em adultos, esse mesmo conhecimento mostra como o estresse pode atrapalhar o foco e até a paciência. Saber disso e de outras coisas como essas, traz mais clareza, ajuda a lidar melhor com os desafios do dia a dia e abre espaço para relações mais leves e saudáveis.
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Quais são os sintomas comuns de atraso neuropsicomotor na infância?
Quais são os sintomas comuns de atraso neuropsicomotor na infância?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O desenvolvimento da criança acontece em etapas, e cada idade costuma trazer novas conquistas. Quando há um atraso significativo nessas etapas, é importante observar com atenção. Alguns sinais que podem chamar a atenção são:
Até 6 meses: não firmar o pescoço, não sorrir em resposta a estímulos, não acompanhar objetos ou rostos com o olhar.
Até 1 ano: não sentar sem apoio, não engatinhar, não balbuciar sons ou não responder quando é chamado pelo nome.
De 1 a 2 anos: não começar a andar, não falar palavras simples como “mamãe” ou “papai”, não apontar para o que deseja, não demonstrar interesse em brincar.
De 2 a 3 anos: não formar frases curtas, não imitar gestos ou sons, não demonstrar interesse por outras crianças, ter dificuldade para segurar objetos pequenos.
A partir dos 4 anos: dificuldade para contar pequenas histórias, desenhar formas simples, pular ou correr, ou ainda problemas em interagir socialmente.
Vale lembrar que cada criança tem seu ritmo, mas quando os atrasos são persistentes, o ideal é procurar o(a) pediatra ou neuropediatra, que poderá indicar o acompanhamento adequado (como psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional ou fisioterapia, conforme a necessidade).
Quanto mais cedo for percebido e estimulado, maiores as chances da criança se desenvolver de forma saudável e confiante.
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Como posso estimular uma criança com paralisia cerebral?
Como posso estimular uma criança com paralisia cerebral?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A paralisia cerebral é uma condição que afeta os movimentos e a coordenação, mas isso não impede que a criança aprenda, brinque e se desenvolva. Cada criança tem seu ritmo, e com estímulos adequados pode conquistar avanços muito importantes.
O estímulo acontece em situações simples do dia a dia. Brincadeiras adaptadas, músicas e jogos favorecem tanto o movimento quanto a comunicação. Atividades como segurar uma colher, escolher um brinquedo ou ajudar em pequenas tarefas fortalecem a autonomia e a autoestima. É essencial conversar bastante, cantar, usar gestos e recursos visuais, sempre valorizando cada conquista, por menor que pareça.
O apoio emocional da família, marcado por afeto e paciência, faz toda a diferença. O acompanhamento multiprofissional, com fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia e fonoaudiologia, ajuda a encontrar estratégias específicas para cada necessidade e potencializar o desenvolvimento.
Com amor, estímulo constante e orientação especializada, a criança com paralisia cerebral pode crescer com mais confiança e qualidade de vida.
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É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes
É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes inóspitos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) pode surgir após vivências de grande sofrimento, como bullying ou ambientes hostis. Alguns sintomas comuns incluem lembranças invasivas ou pesadelos sobre o que aconteceu, ansiedade intensa, sensação de estar sempre em alerta, evitação de lugares ou pessoas que lembram a situação, alterações no sono e dificuldades de concentração.
É importante destacar que, embora esses sinais possam aparecer, cada pessoa reage de uma forma, e apenas uma avaliação profissional pode confirmar ou descartar o diagnóstico. Por isso, o ideal é procurar acompanhamento com um(a) psicólogo(a) e, se necessário, um(a) psiquiatra, que poderão orientar o tratamento adequado.
Com o apoio certo, é possível superar essas marcas emocionais e recuperar qualidade de vida.
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Minha filha vivenciou uma cena de violência no bairro onde moro a 1 ano atrás, ela tem 11 anos, depo
Minha filha vivenciou uma cena de violência no bairro onde moro a 1 ano atrás, ela tem 11 anos, depois disso ela tem muito medo de ir na esquina sozinha, qual especialista devo consultar, porque ela chega a passar mal quando eu mando ela ir, fica pálida e chora muito.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Vivenciar uma cena de violência pode ser muito assustador para uma criança e deixar marcas que permanecem mesmo depois de um tempo. O medo intenso, o choro e até os sintomas físicos que você descreveu mostram que sua filha ainda está sofrendo com essa experiência.
O acompanhamento com um(a) psicólogo(a) infantil é o mais indicado, pois vai ajudá-la a elaborar o que aconteceu, a lidar melhor com o medo e a recuperar a sensação de segurança. Em alguns casos, quando os sintomas são muito fortes, pode ser importante também uma avaliação com um(a) psiquiatra infantil.
O mais importante agora é oferecer acolhimento e não forçá-la a enfrentar sozinha situações que geram tanto sofrimento. Com apoio profissional e paciência, ela pode voltar a se sentir confiante e tranquila no dia a dia.
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Como ajudar uma criança com autismo a interagir através de brincadeiras e jogos com sua família?
Como ajudar uma criança com autismo a interagir através de brincadeiras e jogos com sua família?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Muitas crianças com autismo podem ter dificuldade em interagir, seja por não manter contato visual, não brincar de forma funcional ou evitar o envolvimento direto com os outros. Nessas situações, a família pode ajudar muito através do brincar, desde que seja com paciência e respeito ao tempo da criança.
O primeiro passo é entrar no universo dela, observando quais objetos, jogos ou atividades despertam interesse. Se a criança gosta de alinhar carrinhos, por exemplo, um adulto pode se aproximar e alinhar também, transformando esse momento em uma oportunidade de troca. A partir daí, é possível ir oferecendo pequenas variações, sem pressão, para que a interação vá crescendo de forma natural.
Brincadeiras que envolvem repetição, música, movimentos corporais simples ou recursos visuais podem ser muito eficazes. O mais importante é não forçar a participação, mas acompanhar a criança e celebrar cada sinal de aproximação, por menor que seja.
Com constância, afeto e orientação profissional quando necessário, esses momentos podem se tornar grandes conquistas de vínculo e interação familiar.
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Qdo uma criança com 6 anos está em uma fase anterior ao sua idade em relação à escrita.O ideal seria
Qdo uma criança com 6 anos está em uma fase anterior ao sua idade em relação à escrita.O ideal seria psicopedagogo ou psicóloga?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Nesse caso, o ideal é que a criança seja acompanhada tanto por um(a) psicopedagogo(a) quanto por um(a) psicólogo(a) infantil, pois as áreas estão interligadas.
O psicopedagogo atua diretamente no processo de aprendizagem, ajudando a criança a desenvolver habilidades de leitura e escrita, identificando estratégias que facilitem esse avanço. Já o psicólogo infantil olha para os aspectos emocionais, comportamentais e de desenvolvimento que podem estar influenciando no aprendizado, oferecendo suporte para que a criança se sinta mais segura e confiante.
Quando essas duas áreas caminham juntas, a criança tem um acompanhamento mais completo, cuidando tanto da parte cognitiva quanto da emocional.
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Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mão
Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mãos fecharam. Qual a melhor maneira de se tratar e como lhe dar com isso nessas horas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Imagino a sua preocupação diante de uma crise tão intensa. Situações assim podem acontecer quando a criança sente uma emoção muito forte e ainda não encontra meios saudáveis para expressar o que sente.
Nesses momentos, a melhor forma de ajudar é manter a calma, garantir que ela esteja em um ambiente seguro (evitando que se machuque) e, depois que a crise passar, oferecer acolhimento, ajudando-a a colocar em palavras o que sentiu. Evitar broncas ou confrontos diretos durante a crise também é importante, pois isso tende a aumentar a intensidade do nervosismo.
O acompanhamento com um(a) psicólogo(a) infantil pode auxiliar bastante, ajudando a criança a aprender estratégias de regulação emocional e também orientando a família sobre como agir nessas situações.
O mais importante é que, com apoio adequado, é possível ajudar sua filha a lidar melhor com as emoções e construir formas mais saudáveis de expressá-las.
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Meu filho tem 3 anos só aceita comida líquida (papinha) ... Não aceita de forma alguma arroz, feijão
Meu filho tem 3 anos só aceita comida líquida (papinha) ... Não aceita de forma alguma arroz, feijão e assim por diante ...demais alimentos como pão, biscoito e demais ele come normalmente mais almoço ele até vomita se insisto. Qual especialidade devo leva-lo para tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo sua preocupação. Esse tipo de seletividade alimentar é relativamente comum em algumas fases da infância, mas quando persiste e a criança chega a vomitar com a insistência, é importante investigar com cuidado.
O primeiro passo é procurar um(a) pediatra, que poderá avaliar se há questões clínicas envolvidas. Também é válido contar com o apoio de um(a) nutricionista infantil para garantir uma alimentação equilibrada e de um(a) psicólogo(a) infantil, já que fatores emocionais e comportamentais podem estar associados.
Em alguns casos, quando a seletividade alimentar vem acompanhada de outros sinais (como dificuldades de interação social, atrasos na fala ou comportamentos repetitivos), pode ser importante também buscar uma avaliação com um(a) neuropediatra.
Uma dica prática é tornar a introdução alimentar mais lúdica e gradual: oferecer pequenas quantidades de novos alimentos junto com os que a criança já aceita, variar as formas de preparo e não forçar, para que o momento da refeição não se torne fonte de ansiedade.
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Olá, minha afilhada está sofrendo com pesadelos que ela não consegue esquecer, as vezes fica gritand
Olá, minha afilhada está sofrendo com pesadelos que ela não consegue esquecer, as vezes fica gritando e chorando por causa desses pesadelos antigos, ela só tem 9 anos. Poderia me ajudar? O que aconselham?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Pesadelos frequentes e que causam tanto sofrimento podem ter muitas origens. Pode estar relacionado à rotina da criança, a situações de estresse, insegurança, mudanças na vida dela e até questões como bullying.
Por haver tantas possibilidades, o mais indicado é procurar um(a) psicólogo(a) infantil, que poderá avaliar de forma cuidadosa o que está acontecendo e ajudar a criança a lidar melhor com seus medos e emoções. Além de lhe orientar em como ajudá-la a partir dessa avaliação.
Com o acompanhamento adequado, é possível reduzir o impacto dos pesadelos e oferecer mais tranquilidade e bem-estar para a criança e sua família. Coloco-me à disposição para ajudar nesse processo.
Perguntas frequentes
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Pra quem tem ansiedade, existe diferença entre cloridrato de bupropiona 12h e Zetron XL? Estou fazen
Sim, existe diferença entre as formulações de bupropiona de liberação prolongada:…