Perguntas do paciente (68)

  • Eu tava tomando sertralina parei uma semana, voltei tomar tem 14 dias tô sentindo dor de cabeça faz

    Eu tava tomando sertralina parei uma semana, voltei tomar tem 14 dias tô sentindo dor de cabeça faz 6 dias e não passa é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Sim, a dor de cabeça pode acontecer ao reiniciar a sertralina, especialmente nas primeiras semanas. Como já dura 6 dias, recomendo conversar com o médico que prescreveu para avaliar. Não interrompa novamente por conta própria. À DISPOSIÇÃO.


  • Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente b

    Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente bem invejadas no contexto brasileiro como dedicação ao que me proponho a fazer, inteligência, detalhista, pragmático, direto e me preocupar em vestir bem e cuidar de aparência que é um tabu entre os homens. Como diminuir esse medo de rejeição e zombaria social que pode me acometer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Talvez o trabalho não seja aprender a não ser rejeitado, mas aprender que ser eventualmente rejeitado não significa que você precise se diminuir. É muito importante buscar um profissional, para conseguir se compreender melhor.


  • Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente,

    Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente, mais faz três dias que minhas crises voltaram, a angústia, coração acelerado , a cabeça dói, o entalo , oque fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    O fato de você ter ficado seis meses muito bem com a venlafaxina e, de repente, há três dias ter voltado a apresentar angústia, aceleração do coração, dor de cabeça e sensação de “entalo” merece ser avaliado, mas não significa necessariamente que o medicamento deixou de funcionar.
    Algumas possibilidades são uma recrudescência da ansiedade/depressão, algum fator desencadeante recente, alteração de sono, cafeína, álcool, outros medicamentos/suplementos ou até alguma causa física. Palpitações também podem ocorrer com ansiedade, mas quando são recorrentes devem ser avaliadas, então, busque um profissional e não fique no achismo.


  • Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré

    Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
    Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
    A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Um terapeuta não precisa viver uma relação aberta para atender vocês bem. O essencial é conseguir compreender a experiência de vocês sem tentar encaixá-la no modelo monogâmico. Em casos de dúvidas, entre em contato comigo ou algum profissional para auxilia-los.

    Deixo aqui um artigo associado ao tema, caso ajude um pouco vocês: O TERAPEUTA DIANTE DA COMPLEXIDADE DOS RELACIONAMENTOS NÃO MONOGÂMICOS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA UMA PRÁTICA CLÍNICA ÉTICA.


  • Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas cris

    Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas crises psicóticas (esquizofrenia em questionamento)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Entendo. Em situações assim, o mais importante é evitar entrar em confrontos, estabelecer limites claros e buscar apoio profissional para lidar com essas situações com segurança. Como há histórico de crises psicóticas e o diagnóstico ainda está em avaliação, vale conversar com seu psiquiatra sobre o que está acontecendo. À DISPOSIÇÃO.


  • Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico

    Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.

    Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Entendo sua preocupação. Ter esses pensamentos ou se preocupar com a forma como alguém do passado vai te enxergar **não significa, por si só, traição**. Isso pode estar relacionado à ansiedade, autoestima ou à necessidade de aprovação, mas seria importante compreender melhor a frequência e o impacto desses pensamentos antes de associá-los ao TOC. Podemos explorar isso com mais calma em terapia. À DISPOSIÇÃO.


  • Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se diferencia de Transtorno do Espectro Autista

    Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se diferencia de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em perfis neuropsicológicos de emoção e controle executivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Olá, bom dia. Excelente pergunta. Embora possam apresentar algumas características semelhantes, o TPB e o TEA possuem perfis distintos. No TPB, costumam predominar maior instabilidade emocional, impulsividade e dificuldades na regulação afetiva. Já no TEA, são mais frequentes diferenças na comunicação social, flexibilidade cognitiva e processamento de pistas sociais. A avaliação neuropsicológica auxilia na compreensão dessas características, mas o diagnóstico deve sempre considerar a história clínica, o contexto de vida e uma avaliação multiprofissional quando necessário. Estou a disposição. Um abraço.


  • Quais vieses de processamento interpessoal (hostilidade, abandono) podem ser medidos em avaliação ne

    Quais vieses de processamento interpessoal (hostilidade, abandono) podem ser medidos em avaliação neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Sim. Durante uma avaliação neuropsicológica é possível investigar aspectos relacionados ao processamento interpessoal, como tendências de interpretação de rejeição, abandono, hostilidade percebida e padrões de atribuição social. Isso ocorre por meio da integração de testes cognitivos, instrumentos psicológicos validados e entrevista clínica. A avaliação permite compreender como a pessoa percebe e interpreta as relações, contribuindo para o planejamento terapêutico mais adequado.


  • Como modos disfuncionais (Criança Vulnerável, Criança Raivosa, Pai Crítico) se manifestam nas sessõe

    Como modos disfuncionais (Criança Vulnerável, Criança Raivosa, Pai Crítico) se manifestam nas sessões de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Na prática clínica, esses modos podem aparecer de diferentes formas: a Criança Vulnerável costuma manifestar sentimentos de medo, rejeição e desamparo; a Criança Raivosa pode expressar irritação intensa, impulsividade ou dificuldade em lidar com frustrações; e o Pai Crítico geralmente surge por meio de autocríticas excessivas, culpa e cobranças rígidas. Na TCC e em abordagens integrativas, identificar esses padrões auxilia no desenvolvimento de estratégias mais saudáveis de regulação emocional e autocuidado. Para maiores informações, estou a disposição. Um abraço.


  • Quais esquemas centrais estão mais frequentemente ativados em pacientes com Transtorno de Personalid

    Quais esquemas centrais estão mais frequentemente ativados em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Em pacientes com TPB, é comum observar a ativação de esquemas relacionados a abandono, instabilidade dos vínculos, privação emocional, desconfiança/abuso, defeituosidade/vergonha e dependência emocional. Esses padrões podem influenciar a forma como a pessoa percebe a si mesma, os outros e seus relacionamentos. A identificação desses esquemas é importante para orientar intervenções terapêuticas focadas em regulação emocional e construção de vínculos mais seguros. Obrigado pela pergunta e estou a disposição para qualquer esclarecimento. Um abraço.


  • “Quais perfis neuropsicológicos ajudam a diferenciar o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

    “Quais perfis neuropsicológicos ajudam a diferenciar o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) de outros transtornos de personalidade ou condições com instabilidade emocional?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Olá, bom dia, como vai? A avaliação neuropsicológica pode contribuir para a diferenciação do TPB ao investigar funções executivas, controle inibitório, tomada de decisão, regulação emocional, cognição social e processamento interpessoal. No entanto, não existe um perfil neuropsicológico exclusivo do TPB. O diagnóstico deve integrar os resultados dos testes, a história clínica, os padrões relacionais e a avaliação psicológica e psiquiátrica, permitindo uma compreensão mais precisa da instabilidade emocional apresentada. Para maiores informações, estou a disposição.


  • Como a impulsividade emocional difere da impulsividade comportamental geral no Transtorno de Persona

    Como a impulsividade emocional difere da impulsividade comportamental geral no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Olá, bom dia, como vai? No TPB, a impulsividade emocional geralmente ocorre como resposta a emoções intensas, como medo de abandono, rejeição, raiva ou sofrimento emocional. Já a impulsividade comportamental geral refere-se à tendência de agir sem planejamento em diferentes contextos, independentemente da intensidade emocional. Compreender essa distinção é importante para direcionar estratégias terapêuticas voltadas tanto à regulação emocional quanto ao desenvolvimento do autocontrole e da tomada de decisão. Estou a disposição, para maiores esclarecimentos.


  • Ao chegar no meu trabalho,sinto um pouco de angustia, sencacao de estar no piloto automatico, tenho

    Ao chegar no meu trabalho,sinto um pouco de angustia, sencacao de estar no piloto automatico, tenho medo constante de perde o controle da minha vida, sinto estagnado, nao tenho prazer em estar no meu trabalho, tenho medo de perder minha sanidade, meu homor oscila bastante, sinto como se estivesse sem saida . o que issso pode ser ? quando não estou no trabalho sinto isso diminuir, porém de uns tempos pra cá, tenho enxergado tudo como se fosse obrigação porque isso acontece ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    O que você está descrevendo parece envolver uma mistura de ansiedade intensa, sensação de desconexão e um cansaço emocional importante, principalmente ligado ao trabalho. Quando a mente fica sobrecarregada por muito tempo, ela pode entrar nesse ‘modo automático’ como uma forma de proteção. E quando tudo começa a parecer obrigação, isso costuma ser um sinal de esgotamento, não de fraqueza. A gente pode investigar juntos o que no seu trabalho está gerando isso e como seu corpo e sua mente estão reagindo. Agende uma consulta comigo e vamos conversar.


  • Estou passando por um momento delicado...minha avó está perto dos 90 anos mas está com a saúde muito

    Estou passando por um momento delicado...minha avó está perto dos 90 anos mas está com a saúde muito fragilizada. Ela tem demência e alzheimer e a cada dia decai mais. Os médicos dizem que a passagem dela pode ocorrer a qualquer momento, pode ser dias, semanas ou alguns meses apenas em um cenário otimista. Eu não estou sabendo lidar bem com a situação, sempre fui muito próxima dela e é como se eu estivesse me despedindo com ela aqui ainda. É uma dor e angústia constante. Será que a terapia poderia ajudar nesse processo e como faria isso? Ou devo procurar ajuda terapêutica depois que as coisas ocorrerem? Estou confusa nesse momento.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Sinto muito que você esteja vivendo isso. O que você descreve é profundamente doloroso — e, ao mesmo tempo, muito humano. Essa sensação de “estar se despedindo enquanto a pessoa ainda está aqui” tem nome na psicologia: é o luto antecipatório. Se quiser, posso te ajudar com:
    formas de lidar com essa dor no dia a dia e sobre a situação dolorosa com sua avó. Buscar ajuda profissional é a melhor escolha neste momento. Um abraço.


  • Como lidar com quebra de vínculo de confiança causada por atrasos ou imprevistos do terapeuta?

    Como lidar com quebra de vínculo de confiança causada por atrasos ou imprevistos do terapeuta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Esta é uma das situações mais delicadas — e mais humanas — da prática clínica.
    Quando o terapeuta se atrasa ou falha, não é só um problema logístico, pode ser vivido pelo paciente como abandono, desrespeito ou quebra de confiança (especialmente em pacientes mais sensíveis a vínculo). A boa notícia é que não precisa destruir o processo — pode até fortalecer, se bem manejado. Uma conversa com seu terapeuta, dizendo o que sente e expondo todo o contexto pode ser um caminho. Interromper o processo que não funciona.


  • Como o terapeuta pode lidar com os comportamentos de “teste” frequentes de confiança dos pacientes c

    Como o terapeuta pode lidar com os comportamentos de “teste” frequentes de confiança dos pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Olá, como vai? Manter uma postura profissional e ao mesmo tempo construir vínculo com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um dos maiores desafios clínicos — justamente porque o vínculo é parte do tratamento, mas também pode se tornar o campo onde surgem rupturas, idealizações e testes constantes de limite. A chave não é “ser frio” nem “ser amigo”. É sustentar uma presença firme, consistente e emocionalmente disponível — com limites claros. Para melhor te atender, sugiro agendar uma consulta, pois não existem receitas de bolo e cada paciente funciona de uma forma.


  • Ansiedade piorando depois de 10 anos de terapia e 9 anos de medicação convencional. Já troquei de ps

    Ansiedade piorando depois de 10 anos de terapia e 9 anos de medicação convencional. Já troquei de psicólogo/abordagem e já fiz tratamento com cbd, nada foi capaz de frear a evolução da ansiedade. O mais posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Olá, como vai? Essa é uma fala clínica muito importante e exige cuidado para não cair nem no “já tentou tudo” nem em promessas vazias. Quando a ansiedade persiste por tantos anos, a gente deixa de pensar só em “tratamento que não funcionou” e passa a investigar o que ainda não foi acessado do problema. Isso também preocupa um paciente que está buscando a cura, sendo que na verdade podemos trabalhar no controle da qualidade de vida, talvez. entender o que mantém ela ativa e como você se relaciona com ela no dia a dia. Qual seria a sua resistência ao tratamento? A gente pode olhar juntos para isso de uma forma mais estratégica. Aguardo um posicionamento. Um abraço.


  • Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a reconhece

    Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a reconhecer e transformar os padrões de relacionamento disfuncionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Essa é uma das tarefas centrais no trabalho com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB):
    tornar visível o padrão relacional e depois construir uma forma nova de se relacionar, na prática.
    Não adianta só “entender”. O paciente precisa experimentar relações diferentes, inclusive com o próprio terapeuta. Lembro que cada situação é única e a abordagem com cada sujeito é diferente. O importante é buscar auxílio psicológico para poder compreender melhor que não é a conduta do profissional e sim, o paciente que passará por análise e todo seu contexto será importante pata o desenrolar da intervenção psicológica.


  • Como lidar com o medo de abandono, que é comum em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderli

    Como lidar com o medo de abandono, que é comum em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), dentro do vínculo terapêutico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Lidar com o medo de abandono no setting terapêutico, especialmente em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline, exige algo muito específico: constância emocional + limites firmes + validação real. Neste caso, não é só “acolher”. É sustentar o vínculo sem entrar na dinâmica do medo. O principal, é agendar uma consulta com um profissional, para compreender melhor o que está acontecendo com você.


  • Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolv

    Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolver melhores habilidades de enfrentamento durante episódios de crise?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Matheus  Carvalho

    Ajudar pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em momentos de crise não é só “acalmar” é ensinar o que fazer quando a emoção ultrapassa o limite tolerável. O foco é transformar crises de algo caótico em episódios manejáveis. Como é algo patológico e dificilmente mensurável, a conduta torna-se individual a cada paciente. Realizar uma consulta médica, fazer uma avaliação psicológica e cuidar de seus traumas em terapia é um cuidado genuíno e importante a se pensar. Focando portanto, não na conduta do profissional que sabe o que faz e sim, em como você pode reagir em momentos de crises.


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Perguntas frequentes

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