Perguntas do paciente (9)

  • Existem algumas emoções que só consigo sentir durante sonhos, quando a situação vivida durante o son

    Existem algumas emoções que só consigo sentir durante sonhos, quando a situação vivida durante o sonho desperta essas emoções como paixão, felicidade, entusiasmo, tristeza. No entanto, na vida real, desde a adolescência parece que eu vivo num constante estado de indiferença emocional onde não consigo sentir realmente alegria ou tristeza mesmo em casos extremos como perder alguém próximo. Pode ser característica de alguma doença?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus Hennig Würzius

    Sua experiência não precisa necessariamente ser enquadrada em um diagnóstico ou chamada de doença. Sentir-se insatisfeito com nossa reação emocional às coisas é algo genuíno e nos caracteriza como humanos. Um processo terapêutico pode ser a possibilidade de você descobrir novas formas de sentir e mudar sua relação com o mundo. Fico à disposição!


  • Como a psicologia lida com a depressão refratária/resistente?

    Como a psicologia lida com a depressão refratária/resistente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus Hennig Würzius

    Bom dia! Em casos mais crônicos, se faz necessário o tratamento com psiquiatra e com psicólogo assim como em outros tipo de depressão. O que pode mudar na abordagem é que se tem o cuidado de olhar a experiência da pessoa no sentido de instrumentalizá-la para conviver com suas questões, sem atrelar o sucesso do tratamento à cura da doença, pois não há como se apoiar exclusivamente nessa possibilidade que pode nunca se concretizar. É um cuidado com a depressão, para que se aprenda a conviver com ela.


  • Estou em um relacionamento, ele me pediu em namoro diversas vezes, mas eu falei que queria um pedido

    Estou em um relacionamento, ele me pediu em namoro diversas vezes, mas eu falei que queria um pedido especial, com aliança e tal, o pedido que eu mencionei nunca aconteceu, porém eu e ele consideramos que estamos em um namoro, trocamos presente de dia dos namorados, ele é uma pessoa que posta bastante coisa em redes sociais mas nunca postou nada de nós dois, já cobrei ele mas não adiantou, já tentei terminar por causa disso, mas sinto que tenho uma dependencia emocional pois ele me trata muito bem e sinto muita atração fisica com ele, mas tenho receio desse não postar dele, de ele ter algum rolo e não querer que a pessoa saiba, quando eu tentei terminar, ele me implorou pra não terminar e me deu um perfume de presente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus Hennig Würzius

    Olá! Pelo seu relato, parece que há uma diferença de expectativas com relação a o que cada um deve oferecer no relacionamento. Desenvolver a capacidade de saber até onde ceder e até onde exigir em cada situação é difícil, mas necessário. Posso te ajudar com isso. Fico à disposição!


  • Conheci meu noivo ele estava separado a 1 ano, tem dois filhos com a ex esposa, sao bem pequenos um

    Conheci meu noivo ele estava separado a 1 ano, tem dois filhos com a ex esposa, sao bem pequenos um de 3 e uma de 2 aninhos. Quando decidimos começar o relacionamento ele entrou oficialmente com o processo de separação e pensão. Sempre teve muita dificuldade em dialogar e ver as crianças. Eu conheci as crianças depois de um tempo, me dei muito bem com os dois, adoro e sempre brinco bastante quando vao a nossa casa. Mas tivemos uma situação que me chateou muito, a primeira quadrilha da neném. Ele foi convidado pela ex, e só me informou que iria, nao me chamou. Em determinado momento disse “eu nao quero que você vá”. Tive uma crise de choro depois disso, não conseguimos conversar. Ele acabou indo e na volta conversamos. Ele disse que conhece ele e que teria algum tipo de conflito quando ela me visse, e que ele nao queria isso na frente das crianças. Eu falei que ela tem que nos respeitar, porque vao ter muitos eventos ainda. Ele falou sim tem que respeitar mas se não acontecer? Eu falei eu me retiro e vou embora. Ele disse: e vai ficar indo? Eu respondi triste: não. Terminamos a conversa em um clima ruim. Nao sei o que fazer e o que dizer mas estou muito mal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus Hennig Würzius

    Olá! O espaço de diálogo nos relacionamentos é algo que deve ser desenvolvido para que haja compreensão dos sentimentos de ambas as partes. Na situação que você descreveu, parece que não houve oportunidade adequada para que ambos falassem o que sentem sobre o ocorrido e sobre como os dois poderiam encontrar uma solução juntos. Para isso, é importante desenvolver a capacidade de se expressar e dar espaço para o outro se expressar. Posso te ajudar a descobrir formas de passar por esse tipo de conflito de maneira menos dolorosa. Fico à disposição!


  • A pessoa que eu me relaciono no meio do seu sono chamou alguém de vida, isso é normal? não sei se er

    A pessoa que eu me relaciono no meio do seu sono chamou alguém de vida, isso é normal? não sei se era relacionado a mim, mas isso tem haver com coisas do dia a dia ou é involuntário?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus Hennig Würzius

    Olá! Os sonhos, como expressões inconscientes, falam de conteúdos de quem sonha que não necessariamente são literalmente relacionados com a pessoa sonhada. Sonhar com uma pessoa qualquer que dentro do sonho tem o papel de esposa/esposo, não significa que na vida desperta a situação seja a mesma. Caso haja sofrimento de sua parte com interpretações que tenha feito sobre a situação mencionada, sugiro que marque uma sessão. Te desejo sucesso e fico à disposição!


  • Tenho TOC, há 5 anos. Tenho a sensação de que não quero servir a Deus e isso me causa muita angústia

    Tenho TOC, há 5 anos. Tenho a sensação de que não quero servir a Deus e isso me causa muita angústia. Estou passando por um momento de confusão mental e sinto que é minha vontade mesmo não servir a Deus. O Toc pode mesmo fazer parecer que eu não quero mais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus Hennig Würzius

    Olá! O TOC está intimamente relacionado a pensamentos indesejados e automáticos. Existe a possibilidade de seus questionamentos acerca da fé estarem relacionados ao transtorno, mas não necessariamente todas as suas dúvidas e angústias serão culpa do TOC. Para dar atenção a essa pergunta importante pra você, sugiro que marque uma consulta. Te desejo sucesso nesse enfrentamento e fico à disposição!


  • Olá! tem uns dois meses que estou com problemas para me alimentar, uma dificuldade e falta de apetit

    Olá! tem uns dois meses que estou com problemas para me alimentar, uma dificuldade e falta de apetite, meu corpo estava expulsando tudo que comia.. fazia no maximo uma refeição por dia. Me consultei, fiz exames acreditei que fosse da minha gastrite mas a mais ou menos umas 3 semanas simplesmente parou, agora estou na duvida se tenha gerado isso por causa da minha ansiedade ja q em certos momentos que eu estava mt agitada a vontade de provocar era maior.. e a dois dias estou em umas crises de ansiedade comecei a sentir pressões no meio do peito e voltei novamente a rejeitar comida. como pouco e em seguida provoco.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus Hennig Würzius

    Olá! Todo sintoma físico vem acompanhado de um correlato psíquico. A angústia pela qual está passando merece atenção, mesmo que o cuidado não necessariamente resolva a questão física. No mínimo, um processo terapêutico poderá te auxiliar a passar por isso com mais ferramentas para lidar com o sofrimento. Seja qual for a ajuda que consiga buscar, desejo sucesso. Fico à disposição para atendê-la!


  • Quando o psicológico faz o encaminhamento ao psiquiatra. Deve constar no encaminhamento a hipótese

    Quando o psicológico faz o encaminhamento ao psiquiatra.
    Deve constar no encaminhamento a hipótese diagnóstica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus Hennig Würzius

    Existe a possibilidade de troca de informações entre psiquiatra e psicólogo, mas não há obrigatoriedade de hipótese diagnóstica no encaminhamento. Em última análise, quem fará o diagnóstico será o psiquiatra. No entanto, é interessante que o paciente tenha certa clareza de seus conteúdos e características que motivaram o encaminhamento para uma melhor consulta com o profissional médico.


  • Na minha pré-adolescência, quando tinha 14 anos, acabei abusando do meu primo que deveri ater uns 7.

    Na minha pré-adolescência, quando tinha 14 anos, acabei abusando do meu primo que deveri ater uns 7. Sou homem e não possuo desejos homossexuais. Acredito que naquele tempo, eu estava curioso sobre o "mundo do sexo", me descobrindo e por algum motivo queria ver se conseguia estimular ele como eu fazia comigo. Então eu passava a mão perto de suas partes íntimas. Ele achava que era alguma brincadeira então só falava para eu parar quando notava e eu parava e não fazia mais, isso ocorreu em 4 dias diferentes num período de tipo 1 ano, ou 1 ano e meio. Uma vez ele dormiu em casa e cheguei a lamber seu órgão genital enquanto ele dormia, foi nesse momento que percebi as coisas nojentas que estava fazendo, pois instantaneamente me arrependi, achei nojento, como se meu lado racional tivesse voltado.
    Depois disso, só encarei como um erro e segui a vida, não fiz mais essas coisas. Porém quando via ele eu fica meio apreensivo, pois sabia que o que tinha feito era errado, poderia ser pior, poderia ter afetado ele psicologicamente.
    Atualmente, tenho 19. Conversando com uma amiga sobre o assunto de abuso sexual me lembrei desses acontecimentos. Fiquei pensando que já cometi atos que tanto repudio. Me sinto uma pessoa impura ou falsa, não sei. Até mesmo que não mereço ser amigo da pessoa com quem falava, pois ela contou sobre casos de pessoas que ela conhecia que sofreram abuso e como ela também detém ódio sobre o abusadores.
    Agora fico com isso na cabeça. Eu consegui entender os motivos que me levaram a cometer esse erro ( imaturidade, fui a presentado ao sexo e ao prazer na infância, eu estava curioso, mentalmente estável por causa da minha relação com família e amigos, eu sabia que era errado, mas não o quão horrível eram meus atos), aprendi minha lição e vi como isso afetou minha vida sexual desde então e estou consertando, e me perdoei.
    Porém agora a grande questão é: devo falar a ela sobre esse assunto ou superar por que pode gerar desconfiança por parte dela?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus Hennig Würzius

    Questões que envolvem sentimentos ambíguos e julgamentos morais difíceis devem ser trabalhadas com cuidado, tempo e segurança. Seu relato apresenta um fenômeno que não se resolve com uma resposta ou orientação simples, mas sim com um olhar aprofundado. Recomendo que agende uma sessão.


Perguntas frequentes

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