Perguntas do paciente (4)
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Como criar uma rotina emocionalmente saudável morando fora do país?
Como criar uma rotina emocionalmente saudável morando fora do país?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Eu não moro fora do país, moro apenas em outro estado, mas sei que viver longe das suas raízes é um grande desafio emocional. Envolve se adaptar, lidar com a distância e, às vezes, com a solidão. Acredito que criar uma rotina emocionalmente saudável passa por reconhecer o que te nutre: manter vínculos afetivos, cuidar do corpo, reservar momentos de pausa para si e buscar apoio quando sentir necessidade.
Na Gestalt-terapia, trabalhamos o estar presente e o cuidar de si com consciência, ajudando a reconhecer necessidades, sentimentos e limites nesse novo contexto. A terapia pode ser um espaço importante para sustentar essas experiências e fortalecer o sentido de pertencimento, mesmo longe de casa. Se desejar, será um prazer acolher você em uma primeira sessão online.
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Qual o papel da análise existencial em doenças autoimunes?
Qual o papel da análise existencial em doenças autoimunes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como psicóloga e também alguém que convive com uma condição crônica, acredito que a análise existencial (assim como a Gestalt-terapia, abordagem que utilizo em meus atendimentos) ajuda a dar sentido à experiência de viver com uma doença autoimune.
Mais do que lidar com sintomas, trata-se de compreender o que essa vivência desperta, os limites, as mudanças e o que ela convida a repensar sobre si e sobre a vida. É um processo de acolhimento e ressignificação, que permite seguir em frente de um modo mais consciente e verdadeiro.
Se você sente que esse olhar pode fazer sentido para o seu momento, será um prazer acolher você em uma primeira sessão e caminhar juntos nesse processo.
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Como lidar com a incerteza e a cronicidade do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Como lidar com a incerteza e a cronicidade do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Viver com o Lúpus envolve lidar com algo que muda, às vezes, de um dia para o outro. E isso naturalmente traz medo e incerteza. Como psicóloga e também alguém que convive com uma condição crônica, vejo que o caminho passa por aprender a estar presente no que é possível hoje, acolhendo os próprios limites e se permitindo sentir.
A terapia pode ajudar muito nesse processo, oferecendo um espaço para ressignificar a relação com o corpo, com o tempo e com a própria história. Se desejar, posso te acolher em uma primeira sessão.
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Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia .
Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia . Ele ta bem e daqui a pouco ta de mal humor. Tem duvidas sobre o q ser. Nao trm paciencia . Ele mesmk pediu ajuda pq acha q é problematico. Nao sei qual profissional levar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito comum que, nessa fase, os jovens mudem de ideia com frequência e se sintam confusos sobre o que querem ser. Acredito que seu filho esteja em um momento de descobertas e dúvidas, o que pode gerar impaciência e desânimo, algo natural nessa idade.
O processo de orientação profissional pode ajudá-lo a compreender melhor seus interesses, valores e o que faz sentido para ele neste momento, além de favorecer o autoconhecimento e escolhas mais conscientes e alinhadas com quem ele é.
Se desejar, ofereço esse acompanhamento e será um prazer conversarmos sobre o caso.
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Perguntas frequentes
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