Perguntas do paciente (42)

  • Como eu escolho qual abordagem da psicologia que mais me ajudaria a me entender melhor, meus problem

    Como eu escolho qual abordagem da psicologia que mais me ajudaria a me entender melhor, meus problemas e traumas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá. Escolher a abordagem psicológica mais adequada para compreender melhor a si mesmo, seus problemas e traumas envolve considerar alguns fatores sobre suas necessidades, preferências e objetivos específicos. Cada abordagem terapêutica oferece perspectivas e métodos diferentes, e a escolha pode depender do que você sente que precisa abordar mais profundamente. Aqui estão algumas das abordagens mais comuns e como elas podem ajudá-lo:

    1. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Foca em identificar e mudar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais. É muito prática e orientada para soluções, adequada para tratar ansiedade, depressão, transtornos de pânico, fobias e outros transtornos psicológicos. Se você busca uma abordagem mais estruturada e orientada a objetivos, a TCC pode ser uma boa escolha.

    2. Psicoterapia Psicodinâmica: Baseia-se em teorias psicanalíticas e foca em entender os processos mentais inconscientes que influenciam o comportamento. É útil para explorar questões profundas, conflitos internos e padrões de relacionamento de longo prazo. Se você está interessado em explorar a raiz de seus problemas e como suas experiências passadas moldam seu comportamento atual, esta pode ser uma abordagem adequada.

    3. Terapia Humanista: Enfatiza o potencial de crescimento pessoal e auto-realização, ajudando você a entender e maximizar seu próprio potencial. Métodos como a Terapia Centrada na Pessoa e a Gestalt-terapia são inclusos nessa categoria. Esta abordagem pode ser ideal se você deseja trabalhar na autoaceitação e no crescimento pessoal.

    4. Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): Utiliza estratégias de mindfulness e aceitação para ajudar as pessoas a viverem de acordo com seus valores, mesmo na presença de pensamentos e sentimentos dolorosos. É útil para quem lida com o estigma ou a dor crônica e quer aprender a viver uma vida plena, apesar dos problemas.

    Pense sobre o que você espera alcançar com a terapia. Questões específicas podem se beneficiar mais com certas abordagens.
    Lembre-se de que a eficácia de qualquer abordagem terapêutica também depende da relação entre você e seu terapeuta. A confiança e a conexão que você sente com o terapeuta são muitas vezes tão importantes quanto a abordagem utilizada.
    Espero ter te ajudado.
    Um forte abraço.
    Dra. Michelle Teixeira


  • Gostaria de saber se estresse e ansiedade fazem o corpo sentir indisposição além do normal.

    Gostaria de saber se estresse e ansiedade fazem o corpo sentir indisposição além do normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Nas síndromes ansiosas de forma geral, ou seja, sem adentrar as especificidades de cada uma delas, as pessoas frequentemente sentem sintomas como insônia, dificuldade em relaxar, angústia constante, irritabilidade aumentada e dificuldade em concentrar-se. Sendo também muito comum sintomas físicos como, cefaleias, dores musculares, dores ou queimação no estômago, palpitações ou taquicardia, tontura, formigamento nos dedos ou lábio, sudorese fria, desconforto respiratório ou sensação de asfixia, náuseas, dor ou desconforto torácico, dentre outros sintomas.
    Uma vez que esses sintomas são frequentes, irá impactar na questão da indisposição que você menciona. E a depender do contexto no qual a pessoa está imersa, é importante buscar auxílio profissional para que medidas sejam tomadas com o objetivo de aliviar inicialmente esses desconfortos e tratar as causas que os ocasionam.
    Lembrando sempre a importância de se ter o profissional que você confie e sinta-se acolhida nas suas necessidades. É de suma importância para o tratamento essa relação de transparência e confiança.
    Espero ter auxiliado!
    Um carinhoso abraço e até mais.


  • Por que o TOC acontece? É por causa de um trauma? Algo genético? Ou é simplesmente algo aleatório qu

    Por que o TOC acontece? É por causa de um trauma? Algo genético? Ou é simplesmente algo aleatório que acontece em algumas pessoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    O TOC (Transtorno Obsessivo-compulsivo) tem como componente marcante a ansiedade. Pessoas com TOC têm com frequência Transtorno de Personalidade, o chamado Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsivo. É um transtorno de personalidade que com frequência está associado a transtornos de ansiedade. De forma geral acomete pessoas muito controladoras em relação a sua vida, e suas relações interpessoais. São perfeccionistas e pouco flexíveis. Sendo assim esse padrão de personalidade é caracterizado pela rigidez, pelo controle, pela dificuldade em relaxar e deixar que as coisas na sua vida e no seu entorno, aconteçam naturalmente.
    Mas quanto a origem, ou seja, o que causa esse padrão, há considerável controvérsia sobre se as alterações de personalidade seriam mais frequentes em algumas condições médicas e neurológicas, como disfunções, lesões cerebrais após traumas craniencefálicos importantes, que poderiam deixar como sequela alterações duradouras da personalidade do indivíduo acometido.
    E quando falamos de transtorno, etiologicamente estamos falando que existe um padrão. Diferente da medicina que fala em doença, na psicologia falamos em psicopatologia, uma vez que as causas não são totalmente conhecidas. Os transtornos mentais ainda não são bem específicos e delimitados.
    Lembrando sempre a importância de se ter um profissional que a pessoa confie e sinta-se acolhida nas suas necessidades, em busca do melhor caminho para ajudá-lo nesse processo. É de suma importância para o tratamento essa relação de transparência e confiança.

    Espero ter lhe ajudado!
    Um carinhoso abraço


  • Olá, tudo bem? Qual abordagem é a mais adequada para o tratamento de ansiedade?

    Olá, tudo bem?

    Qual abordagem é a mais adequada para o tratamento de ansiedade? a quem devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Existem várias formas de se tratar a ansiedade. Mas hoje quando se fala em tratamento padrão ouro na psicologia não só para ansiedade, mas para um ampla gama de transtornos mentais, estamos falando em tratamento com Terapia Cognitiva Comportamental. A qual é direcionada para a solução do problema e a modificação de pensamentos e comportamentos disfuncionais (inadequados e/ou inúteis). Trata-se de uma terapia amplamente testada, ou seja, há estudos científicos que demonstram sua eficácia desde 1977. E havendo a necessidade de utilizar recursos medicamentosos, um psiquiatra deve ser consultado.
    E por fim, gosto de lembrar sempre a importância de se ter um profissional que a pessoa confie e sinta-se acolhida nas suas necessidades, em busca do melhor caminho para ajudá-lo nesse processo. É de suma importância para o tratamento essa relação de transparência e confiança.
    Espero ter ajudado!
    Um carinhoso abraço.


  • Boa Noite como trato minha ansiedade não consigo mais dormir me sinto muito mal com isso me ajuda

    Boa Noite, como trato minha ansiedade? não consigo mais dormir, me sinto muito mal com isso, me ajuda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá
    Para tratar a ansiedade a primeira coisa é buscar ajuda especializada com psicólogo, e caso necessário acompanhamento medicamentoso unir ao tratamento o auxílio de um psiquiatra.

    A ansiedade é um sentimento de apreensão de que algo indefinido aconteça, gerando um estado de tensão e dificuldade de relaxar, o que resulta em angústia e mal estar.
    É importante neste contexto que você descubra quais são os gatilhos que lhe causam ansiedade, por exemplo. Ou ainda, comece a prestar a atenção em que situações você se percebe ansioso.
    Um psicólogo pode de auxiliar neste processo!
    Espero ter lhe ajudado! E espero que fique bem!!!
    Um forte abraço.


  • Boa tarde. Tenho 37 anos e tenho uma mania de puxar arrancar meu cabelo gostaria de saber como fazer

    Boa tarde. Tenho 37 anos e tenho uma mania de puxar arrancar meu cabelo gostaria de saber como fazer para parar com essa mania, porque não consigo, todos os dias eu pego no cabelo e arranco. Tem15 anos que tenho esse problema..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá. O que você está descrevendo parece ser tricotilomania, um distúrbio em que a pessoa sente um impulso recorrente de arrancar os próprios cabelos, o que pode resultar em perda capilar perceptível. Este comportamento pode ser uma forma de lidar com o estresse ou a ansiedade, e muitas vezes é realizado de maneira quase automática, sem a pessoa necessariamente perceber que está fazendo isso até que já tenha ocorrido.
    A Terapia Cognitiva Comportamental é frequentemente considerada um dos tratamentos mais eficazes para tricotilomania. Ela ajuda a identificar os gatilhos que levam ao comportamento de puxar o cabelo e a desenvolver estratégias para parar o impulso antes que ele comece.

    É importante buscar ajuda profissional para abordar este problema de forma eficaz, especialmente considerando que você menciona lidar com isso há muitos anos. Um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, pode fornecer o diagnóstico adequado e ajudá-lo a criar um plano de tratamento personalizado.

    Espero ter ajudado.
    Um forte abraço.


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  • O fato de eu não me considerar suficiente para determinada pessoa é uma forma de eu mesmo me rejeita

    O fato de eu não me considerar suficiente para determinada pessoa é uma forma de eu mesmo me rejeitar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá. Sim, sentir que você não é suficiente para outra pessoa pode, de fato, refletir uma forma de auto-rejeição. Essa percepção geralmente surge de uma crítica interna e de padrões elevados que você pode impor a si mesmo, frequentemente baseados em inseguranças ou em experiências passadas de rejeição ou crítica. Esse sentimento pode ser uma indicação de que você está se julgando duramente e pode estar desvalorizando suas próprias qualidades e capacidades.
    Trabalhar com um terapeuta pode ser muito eficaz para explorar e resolver sentimentos de inadequação. A terapia pode ajudar a identificar padrões de pensamento disfuncionais, trabalhar questões de autoestima e desenvolver uma relação mais saudável e amorosa com você mesmo.
    Lembre-se, sentir-se "não suficiente" não reflete sua verdadeira capacidade ou valor. Com esforços conscientes para reconhecer e celebrar suas qualidades e conquistas, você pode começar a mudar essa percepção e a se valorizar mais.
    Espero ter ajudado.
    Um forte abraço.


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  • Tenho medo de mostrar como sou e as pessoas não gostarem de mim. Isso afeta principalmente minhas te

    Tenho medo de mostrar como sou e as pessoas não gostarem de mim. Isso afeta principalmente minhas tentativas de ter um relacionamento amoroso. Será que um dia consigo superar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá.
    Sim, é completamente possível superar o medo de rejeição e aprender a se sentir mais confortável ao expressar quem você realmente é, especialmente em contextos românticos. Este medo é comum, mas enfrentá-lo pode aumentar sua confiança e abrir caminhos para relacionamentos mais autênticos e satisfatórios.
    Considerar a terapia para trabalhar especificamente nesses medos pode ser muito benéfico. A TCC é eficaz para desafiar e mudar padrões de pensamento negativos e comportamentos auto-sabotadores.
    Superar o medo de mostrar quem você é pode levar algum tempo e esforço, mas é um passo crucial para desenvolver relacionamentos mais verdadeiros e satisfatórios.
    Com as abordagens certas e, possivelmente, suporte profissional, você pode aprender a se valorizar mais e a diminuir o medo da rejeição.
    Espero ter ajudado!
    Um forte abraço.


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  • É normal uma pessoa ser tímida somente diante da pessoa pela qual está interessada?

    É normal uma pessoa ser tímida somente diante da pessoa pela qual está interessada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá. Sim, é completamente normal uma pessoa se sentir mais tímida ou nervosa diante de alguém por quem está interessada. Esse fenômeno pode ser explicado por uma série de fatores emocionais e psicológicos que são ativados quando estamos na presença ou pensamos em alguém que nos atrai.
    Aqui estão algumas razões pelas quais isso pode acontecer:

    1. Medo da Rejeição: O medo de ser rejeitado é uma das principais razões para a timidez em situações românticas. Esse medo pode aumentar a ansiedade e fazer com que uma pessoa fique mais inibida ou nervosa.

    2. Pressão para Causar uma Boa Impressão: Quando você está interessado em alguém, naturalmente quer causar uma boa impressão. Isso pode criar uma pressão adicional, que se manifesta como nervosismo ou timidez.

    3. Autoconsciência Elevada: A presença de uma pessoa que desperta interesse pode aumentar a autoconsciência, fazendo com que você fique mais atento a como fala, se comporta e aparece. Essa auto-monitoração pode levar à timidez.

    4. Idealização do Outro: Muitas vezes, quando alguém nos interessa, tendemos a idealizar essa pessoa, atribuindo-lhe qualidades que talvez ela nem possua. Esse pedestal imaginário pode nos fazer sentir menos confiantes e mais tímidos ao seu redor.
    Se a timidez se torna um obstáculo significativo em sua vida amorosa, considerar ajuda profissional, como terapia, pode ser uma boa opção para desenvolver estratégias mais eficazes para gerenciar esses sentimentos. Em muitos casos, a timidez diante de um interesse romântico é temporária e tende a diminuir à medida que a relação se desenvolve e se torna mais confortável.
    Espero ter ajudado.
    Um forte abraço.


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  • Quando eu escrevo acabo trocando algumas letras de posição na palavra, ou muitas vezes ponho letra a

    Quando eu escrevo acabo trocando algumas letras de posição na palavra, ou muitas vezes ponho letra aonde não tem, mas logo, assim que termino de escrever já vejo que escrevi errado.. Gostaria de saber o que é, é algum distúrbio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá
    Trocar letras de posição ou adicionar letras indevidamente ao escrever pode ser um fenômeno relativamente comum, especialmente quando se está escrevendo rapidamente ou sem muita atenção. No entanto, se isso acontece frequentemente e de forma consistente, pode estar relacionado a algumas possíveis causas:

    1. Dislexia: Uma das características da dislexia é a dificuldade com habilidades de leitura e escrita, que pode incluir trocar, girar ou inverter letras e números. A dislexia é um transtorno de aprendizagem específico que afeta a habilidade de ler e escrever fluentemente e com precisão.

    2. Déficit de Atenção: Pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) podem ter dificuldades com a organização e a atenção aos detalhes, o que pode levar a erros de escrita como trocar letras ou adicionar letras extras.

    3. Fadiga ou estresse: Sob condições de cansaço extremo ou estresse, é comum que a qualidade da escrita diminua, levando a mais erros ortográficos ou de digitação.

    4. A disgrafia: que é um transtorno de aprendizagem que afeta a escrita manual e, em alguns casos, a habilidade de organizar pensamentos no papel. Pessoas com disgrafia podem apresentar dificuldades específicas que vão além dos simples erros ortográficos ou de digitação.

    5. Pressa: Escrever muito rapidamente, seja manualmente ou em um teclado, pode aumentar a chance de cometer erros, especialmente se você não está completamente focado na tarefa.

    Para determinar se o que você está experienciando é um distúrbio ou simplesmente um traço ocasional de sua escrita, seria benéfico observar a frequência e o contexto em que os erros ocorrem. Se esses erros impactam significativamente sua capacidade de escrever ou se comunicar efetivamente e causam preocupação ou dificuldades em ambientes acadêmicos ou profissionais, pode ser útil procurar uma avaliação com um especialista, como um psicólogo ou um neuropsicólogo. Eles podem ajudar a identificar qualquer transtorno de aprendizagem ou outras questões subjacentes e recomendar estratégias ou intervenções apropriadas.

    Espero ter contribuído com você!
    Um forte abraço.
    Dra. Michelle Teixeira


  • Me sinto mal quando alguém faz algo de bom pra mim. É como se eu não merecesse. O que pode ser?

    Me sinto mal quando alguém faz algo de bom pra mim. É como se eu não merecesse. O que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá

    Sentir-se mal ou como se não merecesse algo bom quando outras pessoas fazem algo por você pode estar relacionado a várias questões emocionais ou psicológicas. Aqui estão algumas possíveis explicações:

    1. Baixa autoestima: Você pode ter uma visão negativa de si mesmo, o que faz com que sinta que não merece bondade ou gestos positivos de outros.

    2. Culpa ou vergonha: Algumas pessoas se sentem culpadas ao receberem algo bom porque internamente acreditam que deveriam ser punidas ou que não são boas o suficiente.

    3. Dificuldade em aceitar gentilezas: Pode ser um reflexo de não se sentir digno de atenção ou cuidado, frequentemente associado a experiências passadas que afetaram a maneira como você vê a si mesmo e aos relacionamentos.

    4. Desconfiança em relação às intenções dos outros: Às vezes, se uma pessoa tem um histórico de relacionamentos abusivos ou manipulativos, ela pode ter dificuldade em acreditar que os gestos dos outros são genuínos e não têm segundas intenções.

    Para lidar com esses sentimentos, você pode considerar algumas estratégias:

    - Reflexão pessoal: Tente identificar as origens desses sentimentos. Perguntar-se sobre quando começou a sentir isso e o que esses momentos têm em comum pode ajudar a entender melhor suas emoções.

    - Conversar sobre isso: Discutir esses sentimentos com alguém de confiança pode ser esclarecedor e reconfortante. Isso pode ser feito com amigos próximos ou familiares, ou em um contexto terapêutico.

    - Terapia: Um psicólogo pode lhe ajudar a explorar essas emoções, entender suas raízes e trabalhar no desenvolvimento de uma autoimagem mais positiva.

    É importante lembrar que merecer cuidado e gentileza não está condicionado a ser perfeito ou estar sempre no seu melhor. Todos merecem compaixão e bondade, incluindo você.

    Espero ter contribuído com você!
    Um forte abraço.
    Dra. Michelle Teixeira


  • os sintomas de ansiedade pode aparecer mesmo não estando na crise ? tipo eu as vezes estou em um dia

    os sintomas de ansiedade pode aparecer mesmo não estando na crise ? tipo eu as vezes estou em um dia normal, e sinto alguns sintomas da minha ansiedade

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Sim, é possível sentir sintomas de ansiedade mesmo quando você não está passando por uma crise aguda. A ansiedade pode manifestar-se de várias formas e em diferentes intensidades ao longo do tempo, mesmo durante períodos que parecem normais ou menos estressantes. Alguns sintomas comuns incluem:

    1. Inquietação ou nervosismo: Sentir-se agitado sem um motivo aparente.
    2. Fadiga fácil: Sentir-se rapidamente cansado, mesmo sem realizar grandes esforços.
    3. Dificuldade de concentração: Ter problemas para focar nas tarefas do dia a dia.
    4. Irritabilidade: Pequenas coisas podem causar frustração ou irritação mais do que o usual.
    5. Tensão muscular: Sentir tensão nos músculos, especialmente nas costas, ombros e pescoço.
    6. Perturbações do sono: Dificuldade em adormecer ou manter o sono.

    Esses sintomas podem ser desencadeados por pequenas preocupações ou estressores diários e não necessariamente indicam uma crise. É importante estar atento a como esses sintomas aparecem e como eles afetam seu dia a dia. Estratégias de manejo, como técnicas de respiração, meditação, atividade física regular e terapia, podem ajudar a controlar esses sintomas de forma mais eficaz. Se os sintomas forem frequentes ou intensos, pode ser útil consultar um profissional de saúde mental como um psicólogo ou um psiquiatra, para avaliação e orientação adequadas.

    Espero ter lhe ajudado.
    Um abraço.

    Dra. Michelle Teixeira






  • Uma pessoa diagnosticada com transtorno de personalidade antissocial pode viver sem remédios, por co

    Uma pessoa diagnosticada com transtorno de personalidade antissocial pode viver sem remédios, por conta da impulsividade e a irritabilidade, apenas fazendo terapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá
    O manejo do transtorno de personalidade antissocial geralmente envolve uma combinação de terapias psicológicas, uma vez que não existem medicamentos especificamente aprovados para tratar o transtorno em si. A terapia é central para ajudar a pessoa a entender e gerenciar comportamentos, impulsos e atitudes associadas ao transtorno.

    A terapia pode ser bastante eficaz, especialmente se a pessoa está motivada e comprometida com o tratamento. Algumas abordagens terapêuticas incluem:

    1. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):Ajuda a pessoa a reconhecer e mudar padrões de pensamento e comportamento prejudiciais.
    2. Terapia de Grupo: Pode oferecer um espaço para aprender e praticar habilidades sociais, além de receber feedback sobre comportamentos e interações com os outros.
    3. Psicoterapia: Focado em longo prazo, trabalha aspectos profundos da personalidade e das relações interpessoais.

    No entanto, se houver sintomas concomitantes, como depressão, ansiedade ou problemas de controle de impulsos, medicamentos podem ser recomendados para tratar esses aspectos específicos. Isso pode ajudar a reduzir a irritabilidade e a impulsividade, contribuindo para a eficácia da terapia.

    É importante que o tratamento seja personalizado e ajustado às necessidades individuais da pessoa, com acompanhamento regular por um profissional de saúde mental (psicólogo e /ou psiquiatra) para avaliar a eficácia e fazer ajustes conforme necessário. A colaboração entre o terapeuta e o paciente é crucial para abordar efetivamente os desafios associados ao transtorno de personalidade antissocial.

    Espero ter lhe auxiliado com as minhas considerações!
    Um forte Abraço.
    Dra. Michelle Teixeira


  • O ódio traz dor física? Eu sinto tanto ódio com a presença da pessoa que sinto dor, ela me fez t

    O ódio traz dor física?

    Eu sinto tanto ódio com a presença da pessoa que sinto dor, ela me fez tanto mal e eu não consigo perdoar e com isso me sinto mais mal ainda.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá. Sim, o ódio e sentimentos intensos de rancor podem definitivamente causar dor física ou desconforto. Esses sentimentos intensos podem ativar a resposta de estresse do corpo, liberando hormônios como o cortisol e a adrenalina, que têm um efeito físico. A longo prazo, a resposta contínua ao estresse pode levar a uma série de problemas físicos, incluindo:

    1. Dores de Cabeça e Enxaquecas: A tensão emocional pode aumentar a frequência de dores de cabeça ou enxaquecas.
    2. Dor Muscular e Tensão: Sentir ódio pode fazer com que você inconscientemente tensione seus músculos, especialmente ao redor do pescoço e ombros, levando a dores e desconforto.
    3. Problemas Digestivos: O estresse emocional pode afetar seu estômago e intestinos, causando sintomas como dor de estômago, náusea ou problemas digestivos.
    4. Problemas Cardíacos: Estresse emocional crônico pode aumentar o risco de hipertensão e problemas cardíacos.
    5. Problemas de Sono: A raiva e o ódio podem perturbar seu padrão de sono, levando a insônia ou sono de má qualidade, o que pode causar dor e cansaço.

    É importante lidar com esses sentimentos para melhorar tanto sua saúde emocional quanto física. Busque por um psicólogo de sua confiança e que te acolha nas suas necessidades. Um abraço. Dra. Michelle Teixeira


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  • É normal me sentir fora da realidade ? Todos os dias sinto que estou sonhando que não estou viva d

    É normal me sentir fora da realidade ?
    Todos os dias sinto que estou sonhando que não estou viva de verdade e isso me assusta. Tenho grandes problemas em relação as pessoas sempre me sinto um grande incômodo na vida delas é isso também me assusta

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá. O sentimento de estar fora da realidade e de viver como se estivesse em um sonho pode ser descrito como despersonalização ou desrealização. Esses são tipos de dissociação onde uma pessoa pode sentir que ela mesma, os outros, ou o mundo ao redor não são reais. Esses sintomas podem ser assustadores e desconcertantes, mas são relativamente comuns em condições de estresse intenso ou como parte de transtornos de ansiedade, depressão ou transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

    Além disso, sentir-se como um incômodo para os outros pode ser um sinal de baixa autoestima ou problemas de autoimagem, que também são comuns em várias condições psicológicas, incluindo a depressão e a ansiedade.
    É importante procurar um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação detalhada. Esses sentimentos podem ser parte de um transtorno dissociativo, ansiedade, depressão ou outro problema de saúde mental que requer tratamento. Um profissional pode oferecer um diagnóstico claro e um plano de tratamento adequado.
    Várias formas de terapia podem ser muito eficazes. A terapia cognitivo-comportamental (TCC), por exemplo, pode ajudar a lidar com pensamentos distorcidos e comportamentos que sustentam a desrealização/despersonalização e a ansiedade social.
    Sentir-se fora da realidade e ter preocupações persistentes sobre como os outros te veem podem ser sinais de que algo mais profundo está acontecendo. Procurar ajuda profissional é um passo importante para entender e gerenciar esses sentimentos.
    Espero ter lhe auxiliado.
    Um forte abraço.
    Dra. Michelle Teixeira


  • Desde que tive covid enfrento sintomas que se assemelham muito com problemas cardíacos, fiz um eletr

    Desde que tive covid enfrento sintomas que se assemelham muito com problemas cardíacos, fiz um eletrocardiograma e nada foi constatado. O medo pode gerar sintomas tão severos a ponto de ser confundido com uma doença cardíaca?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá.
    Sim, o medo e a ansiedade podem, de fato, gerar sintomas físicos intensos que às vezes são confundidos com condições cardíacas. Esses sintomas são uma manifestação da resposta do corpo ao estresse, conhecida como reação de "luta ou fuga", que prepara o corpo para enfrentar uma ameaça percebida. Durante essa resposta, várias mudanças físicas podem ocorrer, incluindo aumento da frequência cardíaca, respiração rápida, tensão muscular e outros sintomas que podem se assemelhar aos de problemas cardíacos.

    Após uma experiência como a COVID-19, é comum que algumas pessoas desenvolvam o que é chamado de "síndrome pós-COVID" ou "COVID longa", onde os sintomas persistem muito além do período típico da doença. Além disso, o estresse psicológico relacionado à experiência de ter tido COVID-19 pode também exacerbar ou desencadear sintomas de ansiedade.

    Aqui estão alguns sintomas comuns que a ansiedade pode causar e que são frequentemente confundidos com problemas cardíacos:

    1. Palpitações cardíacas: Sentir o coração batendo forte ou rápido.
    2. Dor no peito: Sentir pressão ou desconforto no peito.
    3. Falta de ar: Sentir dificuldade para respirar ou sensação de sufocamento.
    4. Tontura: Sentir-se ligeiramente desorientado ou instável.
    5. Sudorese: Suar excessivamente sem uma causa aparente.

    Para abordar esses sintomas, é importante:

    - Continuar o acompanhamento médico: Mesmo com um eletrocardiograma normal, se os sintomas persistirem, é importante continuar sendo avaliado por um médico para descartar qualquer possível problema de saúde não identificado.
    - Praticar técnicas de gestão do estresse: Técnicas como respiração profunda, meditação, mindfulness, e exercício físico regular podem ajudar a reduzir a ansiedade e seus sintomas.
    - Fazer psicoterapia: Falar com um psicólogo pode ajudar a lidar com o medo e a ansiedade, especialmente se eles estão impactando significativamente sua qualidade de vida.
    - Manter um estilo de vida saudável: Dormir bem, comer uma dieta balanceada e evitar substâncias estimulantes como cafeína e álcool podem ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade.

    Se você está lidando com sintomas severos que afetam sua vida diária, uma abordagem integrada envolvendo cuidados médicos e suporte psicológico pode ser a mais eficaz.

    Espero ter contribuído com você!
    Um forte abraço.


  • Sinto me desanimado com tudo, sem reações para tudo, pareço triste, todos dizem que estou diferente,

    Sinto me desanimado com tudo, sem reações para tudo, pareço triste, todos dizem que estou diferente, só que tomo regulador de humor a 2 semanas e falhei 5 dias por esquecer, será que pode ser por causa disso ? Sinto uma sensação de desconexão interior também

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá. Sim, os sintomas que você está descrevendo, incluindo desânimo, tristeza, e uma sensação de desconexão, podem estar relacionados tanto à sua condição subjacente quanto ao uso inconsistente do regulador de humor. Medicamentos para regular o humor, como antidepressivos ou estabilizadores de humor, geralmente requerem um uso consistente para serem eficazes. Aqui estão alguns pontos importantes a considerar:
    1. Consistência na Medicação: É crucial tomar a medicação conforme prescrito pelo seu médico. A interrupção ou a inconsistência no uso pode afetar significativamente a sua eficácia e pode contribuir para a variação nos seus sintomas. Se você esqueceu de tomar o medicamento por alguns dias, isso pode afetar os níveis da medicação no seu corpo, o que pode levar a uma recorrência ou piora dos sintomas.

    2. Efeitos Colaterais: Além disso, todos os medicamentos podem ter efeitos colaterais. Às vezes, os sintomas que você está experimentando podem ser efeitos colaterais do medicamento, especialmente quando você está começando um novo tratamento ou ajustando a dose.

    3. Adaptação ao Medicamento: Se você começou a tomar o medicamento há apenas duas semanas, seu corpo ainda pode estar se adaptando a ele. Muitos medicamentos psiquiátricos levam algumas semanas para mostrar benefícios completos.

    4. Sensação de Desconexão: A sensação de desconexão que você mencionou pode estar relacionada a uma variedade de questões psicológicas, incluindo depressão ou ansiedade. É importante discutir esse sintoma com seu médico ou terapeuta, pois pode ser um indicativo importante do seu estado mental geral.
    Apoio Terapêutico: Considerar também a terapia, se você ainda não estiver fazendo. A terapia pode oferecer suporte adicional e ajudar a desenvolver estratégias de enfrentamento para lidar com seus sentimentos de desânimo e desconexão.

    Lembrar de tomar a medicação conforme prescrito é fundamental para o tratamento ser eficaz. Investir em estratégias para garantir a adesão ao tratamento, como alarmes ou organizadores de medicamentos, pode ser muito útil. Espero ter ajudado. Um forte abraço. Dra. Michelle Teixeira


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  • Meu filho desenvolveu um medo incontrolável de vomitar. Não suporta ver alguém vomitando, sentir che

    Meu filho desenvolveu um medo incontrolável de vomitar. Não suporta ver alguém vomitando, sentir cheiro ou pensar em vomitar. Isso está impedindo-o até mesmo de andar de carro pois ele acha que se andar de carro irá ficar enjoado e vomitar. Que tipo de ajuda devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá. O medo intenso de vomitar, conhecido como emetofobia, pode ser muito limitante e impactar significativamente a vida diária de uma pessoa, como você descreveu no caso do seu filho. Este tipo de fobia específica pode ser tratado eficazmente com a ajuda apropriada.
    Um psicólogo clínico ou um psiquiatra pode avaliar o problema do seu filho e oferecer tratamento especializado. Eles podem usar técnicas de terapia cognitivo-comportamental (TCC), que é eficaz para tratar fobias. A TCC ajuda a pessoa a enfrentar e gerenciar seus medos de maneira controlada, ensinando técnicas para lidar com a ansiedade e mudar pensamentos que perpetuam o medo.
    Encontrar um profissional que tenha experiência no tratamento de fobias em crianças ou adolescentes é importante, pois eles usarão abordagens que são adequadas para a idade do seu filho. O primeiro passo é uma avaliação abrangente com um profissional de saúde mental para entender melhor a extensão e as nuances do medo do seu filho e para desenvolver um plano de tratamento eficaz.
    Espero ter lhe ajudado.
    Um forte e carinhoso abraço.
    Dra. Michelle Teixeira


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  • É normal ter sintomas de ansiedade de repente mesmo não estando pensando em nada?? As vezes eu acord

    É normal ter sintomas de ansiedade de repente mesmo não estando pensando em nada?? As vezes eu acordo de noite sentido palpitação, aperto no peito mesmo sem motivo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá
    Sim, é possível experimentar sintomas físicos de ansiedade, como palpitações e aperto no peito, repentinamente e sem um gatilho consciente imediato. A ansiedade não se manifesta apenas em resposta a pensamentos ou preocupações específicas; ela também pode ser desencadeada por fatores subconscientes ou fisiológicos. Aqui estão alguns aspectos a considerar:

    1. Resposta Autonômica: A ansiedade pode ser uma resposta autonômica do corpo a estressores não reconhecidos conscientemente. Isso significa que seu corpo pode reagir a estímulos que sua mente consciente não percebeu como ameaçadores.

    2. Desregulação do Sono: Acordar no meio da noite com ansiedade pode estar relacionado a problemas de sono, como a apneia do sono ou o distúrbio do sono REM. Essas condições podem desencadear respostas de ansiedade durante a noite.

    3. Ansiedade Generalizada: No Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), os sintomas de ansiedade podem ocorrer sem um gatilho específico e são frequentemente persistentes e difíceis de controlar.

    4. Fatores de Estresse Acumulado: Mesmo que você não esteja conscientemente pensando em algo preocupante no momento, o estresse acumulado pode manifestar-se através de sintomas físicos de ansiedade.

    Para gerenciar esses sintomas, recomenda-se consulta com Profissionais de Saúde: Falar com um médico ou psicólogo pode ajudar a determinar as causas subjacentes da sua ansiedade e oferecer tratamentos apropriados, como terapia cognitivo-comportamental ou, se necessário, medicação.
    Cuidado com a Saúde Física: Manter uma rotina regular de exercícios físicos, uma dieta equilibrada e evitar substâncias estimulantes como cafeína e álcool também pode ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade.
    Espero ter auxiliado.
    Um forte abraço.
    Dra. Michelle Teixeira


  • como compulsivamente sem conseguir controlar e depois me sinto triste

    como compulsivamente sem conseguir controlar e depois me sinto triste

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Michelle Teixeira

    Olá. Lidar com episódios de comer compulsivo pode ser desafiador, e as emoções de tristeza e culpa após esses episódios são comuns. O comer compulsivo é caracterizado pelo consumo de grandes quantidades de comida de forma descontrolada, frequentemente sem fome real e com sentimentos negativos associados. Falar com um psicólogo ou psiquiatra pode ser essencial. Eles podem ajudar a entender as causas subjacentes do comer compulsivo, que muitas vezes estão relacionadas a questões emocionais, e podem sugerir tratamentos eficazes, como terapia cognitivo-comportamental (TCC), que é eficaz no tratamento de transtornos alimentares.
    Lembre-se de que a eficácia de qualquer abordagem terapêutica também depende da relação entre você e seu terapeuta. A confiança e a conexão que você sente com o terapeuta são muitas vezes tão importantes quanto a abordagem utilizada.
    Espero ter ajudado. Um forte abraço.
    Dra. Michelle Teixeira


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Perguntas frequentes

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