Perguntas do paciente (17)

  • O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta todas as idades ou é mais comum em algumas faix

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta todas as idades ou é mais comum em algumas faixas etárias?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    O Transtorno de Personalidade Borderline pode se manifestar em diferentes idades, mas costuma ser mais identificado no final da adolescência e início da vida adulta. Isso porque é nesse período que os padrões emocionais e relacionais se tornam mais evidentes. Ainda assim, cada caso é singular, e é importante olhar para além da idade, considerando a história e a experiência de cada pessoa. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender melhor essas questões de forma mais cuidadosa.


  • É possível ter transtornos adicionais junto com o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    É possível ter transtornos adicionais junto com o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Sim, é possível. Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline podem apresentar outros quadros associados, como ansiedade ou depressão. Mais do que somar diagnósticos, é importante compreender como esses sofrimentos se articulam na experiência de cada pessoa. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a olhar para isso de forma mais cuidadosa e singular.


  • Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu q

    Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu queria trabalhar com você estes pontos específicos:
    ​ Sinto que meu raciocínio está lento e minha mente parece 'nebulosa' (brain fog). Por causa disso, eu não consigo confiar no que eu sinto. Se sinto alívio agora, daqui a cinco minutos a agonia volta e eu começo a questionar tudo de novo. É um ruído que não para.
    ​ Eu já tomei uma decisão racional (fazer BICT, seguir para Engenharia Mecânica e focar no setor de Petróleo e Gás, que eu já conheço e gosto). O problema é que, mesmo com o plano traçado, meu cérebro continua 'caçando' motivos para duvidar. É como se eu não conseguisse me sentir satisfeito com a minha escolha.

    Quando vejo outras pessoas passando em outros cursos (como Medicina, Direito ou o CFO), eu imediatamente me pergunto: 'Será que aquele não é o curso ideal para mim?'. Eu sinto que estou perdendo algo, mesmo sabendo que o meu caminho é bom. Essa comparação me gera uma angústia horrível.
    ​ Como eu posso aprender a viver com a dúvida sem deixar que ela paralise meus estudos? Eu preciso entender se essa indecisão constante é um traço da minha personalidade ou se é apenas um sintoma da minha ansiedade que está 'em pico' agora."

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Você já construiu uma escolha coerente, mas a dúvida continua voltando e isso mostra que a questão talvez não seja só decidir, e sim como você está lidando com a angústia e a necessidade de ter certeza. A psicoterapia pode te ajudar justamente nisso: entender o que sustenta esse ciclo de dúvida e fortalecer sua capacidade de fazer escolhas sem ficar paralisado por elas.


  • Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza

    Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza fosse diminuindo, mas sinto que estou cada vez mais 'travada'. Não sinto prazer nas coisas que amava, sinto uma culpa constante por não ter feito mais por ela e um vazio que parece não ter fim. Choro todos os dias e me sinto exausta, sem ânimo para trabalhar ou sair com amigos. Como saber se o que estou vivendo ainda é o processo natural do luto ou se isso já se transformou em uma depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    A perda de uma mãe é uma experiência profundamente dolorosa, e o luto não tem um tempo exato para terminar. Quando a perda é repentina, pode levar mais tempo para ser elaborada. No entanto, quando o sofrimento começa a afetar muito o dia a dia pode ser importante olhar com mais cuidado para esse quadro. Em alguns casos, o luto pode se aproximar de um quadro de Depressão. Buscar acompanhamento psicológico pode ajudar na elaboração dessa perda e na compreensão dos sentimentos envolvidos nesse processo.


  • Pessoas rígidas são mais propensas ao esgotamento a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout )

    Pessoas rígidas são mais propensas ao esgotamento a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout ) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Traços como rigidez excessiva, alta autocobrança e dificuldade em flexibilizar expectativas podem aumentar a vulnerabilidade ao burnout, pois a pessoa tende a se sobrecarregar e ter dificuldade em descansar ou reconhecer limites. No entanto, o esgotamento não depende apenas da personalidade, mas também das condições de trabalho e do contexto vivido. Se houver sinais persistentes de exaustão e sofrimento, é importante buscar avaliação profissional para um cuidado adequado.


  • Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?

    Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    A desrealização pode aparecer em quadros de ansiedade e costuma estar relacionada a momentos de intenso estresse psíquico. Mesmo quando os sintomas persistem por um período mais longo, como dois anos, ainda é possível haver melhora significativa com acompanhamento adequado. A desrealização é uma forma de o psiquismo lidar com uma sobrecarga emocional, gerando a sensação de distanciamento da realidade. Em muitos casos, quando a ansiedade é trabalhada em psicoterapia (e, se necessário, com avaliação psiquiátrica) os sintomas tendem a diminuir ou desaparecer. Buscar um acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender os fatores que mantêm a ansiedade e a dar novos sentidos à experiência, favorecendo a redução desses sintomas ao longo do tempo.


  • Olá, recentemente passei por uma crise de ansiedade e perdi um tempo ao meu ex namorado para refleti

    Olá, recentemente passei por uma crise de ansiedade e perdi um tempo ao meu ex namorado para refletir oq estava acontecendo comigo pq nunca me havia acontecido isso e eu sentia ansiedade so de pensar nele. Depois que minha mente clareou percebi que não queria perder-lo, mas quando fui conversar novamente ele falou que ja queria terminar o relacionamento e que nao era culpa minha, mas sim ele que não estava conseguindo se doar para mim. Estou me sentindo péssima, sinto que estraguei tudo. E também muito confusa sobre essa situação, sinto vontade de ficar perguntando até saber oq significa não conseguir se doar, apesar de suspeitar que seja "não gosto o suficiente de você" me sinto meio traída.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Sinto muito que você esteja vivendo isso. Uma crise de ansiedade não é “estragar tudo”, mas um sinal de sofrimento. Quando ele diz que “não consegue se doar”, isso muitas vezes fala mais sobre os limites e o momento dele do que sobre o seu valor. Se essa dor e confusão estiverem intensas, buscar apoio psicológico pode ajudar a atravessar esse processo com mais cuidado.


  • Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e

    Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e com as mãos geladas,será que tenho que fazer algum desbloqueio emocional, pois minha vida desde a infância não foi normal igual de outras pessoas, tenho muitos traumas e já tive ansiedade e depressão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    O que você descreve, como nervosismo intenso e mãos geladas, pode estar relacionado à ansiedade, especialmente em situações de responsabilidade ou exposição. Quando existe uma história de traumas e episódios anteriores de ansiedade e depressão, é importante olhar para isso com cuidado, pois experiências do passado podem ser reativadas em momentos específicos da vida. Não se trata exatamente de “desbloquear” algo, mas de compreender o que essas reações estão comunicando sobre sua história e seus sentimentos atuais. Um acompanhamento psicológico pode ajudar nesse processo. Buscar ajuda é um gesto de cuidado com você mesma.


  • Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especia

    Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    A tristeza faz parte da vida e costuma aparecer ligada a algo que aconteceu, variando ao longo dos dias. Mesmo incômoda, ela não impede totalmente que a pessoa siga funcionando. Já na depressão, o sofrimento tende a ser mais constante e profundo, trazendo sensação de esvaziamento, perda de interesse, cansaço intenso e, às vezes, pensamentos de morte. É como se algo do sujeito ficasse paralisado. Quando a tristeza não passa, começa a afetar relações, rotina e o cuidado consigo, é importante buscar acompanhamento. Procurar ajuda não exige chegar ao limite, é um gesto de cuidado consigo mesmo.


  • Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada po

    Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada por motivos familiares ela pediu um tempo até o fim de Dezembro: a irmã surtou e a mãe está em briga constante com o padrasto dela. Estou tendo crises na empresa, muita falta de ar e choro e uma das crises sem querer acabei me abrindo com a gerente que eu estava namorando alguém da empresa, sem citar o nome. Minha namorada agora está chateada comigo. Eu a amo muito tenho medo de ter destruído a chance de recomeçar com ela. Como posso recuperar a confiança dela? Será que o relacionamento não tem mais salvação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Pelo que você descreve, você está atravessando duas situações difíceis ao mesmo tempo: a incerteza no relacionamento e o impacto emocional que isso tem causado no seu dia a dia. Em momentos de crise, é comum que a pessoa acabe se abrindo com alguém em busca de apoio, mesmo sem ter planejado fazê-lo. Independentemente do desfecho do relacionamento, as crises de falta de ar, choro e sofrimento intenso merecem atenção. Buscar acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender melhor essas emoções e encontrar formas mais cuidadosas de lidar com esse momento.


  • tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu co

    tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu começo a chorar e simplesmente não consigo parar, por mais que eu queira. consigo falar sobre com qualquer pessoa menos com ele. sinto que cada vez mais isso vai ficando maior pois não consigo colocar pra fora na frente dele, tem algo que possa me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Relações com figuras importantes da nossa história, como o pai, costumam tocar lugares muito profundos em nós. Às vezes, quando você tenta falar diretamente com ele, não é só o assunto atual que aparece, mas uma história inteira de afetos antigos e o corpo responde antes mesmo que você consiga organizar as palavras. O choro, nesse sentido, não é fraqueza: é um sinal de que há algo intenso ali, ainda sem forma. O que pode ajudar é ter um espaço terapêutico onde esses sentimentos possam ser elaborados pouco a pouco, sem a urgência de “resolver” tudo na frente dele. À medida que isso é trabalhado, o sujeito vai criando recursos internos para se posicionar de outras maneiras. Você não precisa forçar uma conversa para a qual ainda não há condições. Procurar ajuda já é um passo importante para ir desfazendo esses nós e compreendendo o que, de fato, está em jogo nessa relação.


  • Eu e minha ex ficamos 1 ano e 4 meses ,porém no namoro eu não conseguir enxergar o nosso relacioname

    Eu e minha ex ficamos 1 ano e 4 meses ,porém no namoro eu não conseguir enxergar o nosso relacionamento indo para frente no quesito casamento ! Porém depois de terminar ficamos 2 anos tendo recaídas , logo após os dois anos ela se afastou e disse que estava conhecendo outro pessoa , depois de saber disso eu fiquei extremamente chateado e comecei a fazer o que eu nunca achei que iria fazer , comecei a mandar mensagem implorando para voltar , prometi até casamento, como explicar esse sentimento de querer voltar para uma pessoa que lá no fundo eu não a amo ! Mas gostaria de tentar novamente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    É compreensível que essa situação tenha despertado sentimentos intensos. Muitas vezes, o desejo de voltar não está necessariamente ligado ao amor, mas à dificuldade de lidar com a perda, com a sensação de substituição ou com o fato de que o outro seguiu em frente. Quando ela diz que está conhecendo outra pessoa, isso pode mobilizar inseguranças, ciúmes, orgulho ferido e até a necessidade de recuperar algo que parecia garantido. Em alguns casos, o que dói não é apenas a ausência da pessoa, mas o impacto que essa ausência provoca na nossa autoestima e na imagem que temos de nós mesmos. O fato de você reconhecer que, no fundo, não enxergava o relacionamento avançando é algo importante. Talvez o momento seja menos sobre voltar e mais sobre compreender o que essa insistência está representando emocionalmente para você. A psicoterapia pode ajudar a elaborar esses sentimentos, entender o que essa relação simbolizou na sua história e evitar decisões movidas apenas pela dor do momento.


  • Como posso me comunicar de forma eficaz com um "amigo" com Transtorno de Personalidade Borderline (T

    Como posso me comunicar de forma eficaz com um "amigo" com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Conviver com alguém que tem Transtorno de Personalidade Borderline pode ser desafiador, pois as emoções costumam ser intensas. Tente se comunicar com empatia e paciência, ouvindo mais do que respondendo e evitando julgamentos. Ser claro e consistente nas palavras e atitudes ajuda a trazer segurança. Também é importante manter limites saudáveis, para que a relação não se torne desgastante. E o apoio emocional é importante, mas o tratamento psicológico é fundamental para que a pessoa possa lidar melhor com seus sentimentos e vínculos.


  • Como lidar com.filha de 4 anos que nao entende que eu e o pai estamos separados?ele nos fez mal e me

    Como lidar com.filha de 4 anos que nao entende que eu e o pai estamos separados?ele nos fez mal e mesmo assim ela chora muito ao vim embora da casa dele(ela presenciou violência dele comigo 2x)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Aos 4 anos, a criança ainda não consegue compreender racionalmente a separação como um adulto. Mesmo que tenha vivenciado situações difíceis, o vínculo com o pai permanece, e o choro ao ir embora pode expressar saudade, insegurança ou medo de perder esse amor. Na perspectiva psicanalítica, é importante lembrar que a criança não separa facilmente o conflito conjugal da função parental. O ideal é oferecer explicações simples, adequadas à idade, sem desqualificar o outro genitor, reforçando que ela é amada e está segura. Como houve exposição à violência, um acompanhamento psicológico pode ajudar na elaboração dessas vivências. O mais importante é sustentar um ambiente estável e acolhedor, para que ela possa atravessar esse momento com maior segurança emocional.


  • Gostaria de saber o que é considerado altas habilidades?

    Gostaria de saber o que é considerado altas habilidades?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Altas habilidades (ou superdotação) se referem a um desempenho significativamente acima da média em uma ou mais áreas, como intelectual, acadêmica, artística, liderança, criatividade ou psicomotricidade. Não se trata apenas de ter boas notas. Envolve, geralmente, facilidade de aprendizagem, pensamento rápido e complexo, curiosidade intensa, criatividade e grande envolvimento com temas de interesse. Muitas vezes, essas pessoas também apresentam sensibilidade emocional acentuada. A identificação deve ser feita por profissionais qualificados, por meio de avaliação específica, considerando não só o desempenho cognitivo, mas também aspectos emocionais e sociais. Cada pessoa é singular, e as altas habilidades podem se manifestar de formas diferentes em cada caso.


  • Tenho medo de ficar sozinha em casa , e com isso na minha mente surgem diversos pensamentos constant

    Tenho medo de ficar sozinha em casa , e com isso na minha mente surgem diversos pensamentos constantes q me causam muita angústia e ainda mais medo. Mas se tem alguem comigo nao fico com medo. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Quando estamos sozinhos, ficamos mais disponíveis aos nossos próprios pensamentos e, se há algo gerando ansiedade, esses pensamentos podem surgir de forma intensa, repetitiva e até assustadora. A presença de outra pessoa costuma trazer uma sensação de segurança, como se o corpo entendesse que não precisa “vigiar” tudo ao redor. Mas é importante observar: quando o medo se torna frequente, limita a rotina e causa muita angústia, isso indica que algo dentro de você está pedindo cuidado e elaboração. Um acompanhamento psicológico pode te ajudar a entender de onde vem esse medo, o que ele tenta comunicar, e aos poucos construir um sentimento de segurança mesmo na sua própria companhia. O medo não significa que exista um perigo real significa que existe um sofrimento que merece ser olhado com atenção.


  • Olá,sei que é meio estranho,mas é normal gargalhar durante ataques de pânico?Acontece também quanto

    Olá,sei que é meio estranho,mas é normal gargalhar durante ataques de pânico?Acontece também quanto fico ansiosa por coisas pequenas,acabo soltando algumas risadas baixinhas,mas nos ataques de pânico sempre está presente,de forma alta.Eu não sei explicar,mas meu corpo reage me obrigando a rir e gargalhar,mesmo chorando, e não me deixa parar até o ataque acabar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Narriman Soares

    Oie! Como vai? O riso ou gargalhada durante ataques de pânico é uma forma que seu corpo encontra de lidar com emoções muito intensas. Na psicanálise, entendemos que o corpo e os afetos falam mesmo quando não conseguimos nomear totalmente o que sentimos. Não é errado nem incomum, apenas uma reação do seu corpo e da sua mente a momentos de medo ou ansiedade intensa. Conversar sobre isso em psicoterapia pode ajudar a escutar o que essas sensações estão tentando comunicar e a atravessá-las com mais acolhimento.


Perguntas frequentes

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