Perguntas do paciente (19)
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Pessoas rígidas são mais propensas ao esgotamento a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout )
Pessoas rígidas são mais propensas ao esgotamento a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout ) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Infelizmente, a rigidez costuma vir acompanhada de perfeccionismo, autocobrança elevada e dificuldade em flexibilizar limites ou pedir ajuda, o que mantém o corpo em estado constante de esforço. Esses traços favorecem hiperresponsabilidade, dificuldade de flexibilizar demandas e menor acesso à autorregulação emocional, mantendo o organismo em ativação crônica Com o tempo, isso favorece o esgotamento emocional. Com acompanhamento adequado, é possível desenvolver mais flexibilidade interna, aprender a respeitar os próprios limites e prevenir o adoecimento.
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Ultimamente tenho me sentido muito cansada mentalmente, mesmo sem estar fazendo muitas coisas. É com
Ultimamente tenho me sentido muito cansada mentalmente, mesmo sem estar fazendo muitas coisas. É como se eu carregasse um peso constante durante todo o dia. Tenho episódios em que interrompo o uso do antidepressivo, e não sei exatamente por que isso acontece. Sempre surgem pensamentos de que vou ficar assim para sempre e que nunca vou melhorar.
Tenho ansiedade generalizada e percebo que penso de forma muito negativa na maior parte do tempo. Diariamente me sinto triste, angustiada e ansiosa por qualquer coisa, sem motivação e sem esperança. Esses sentimentos se intensificam principalmente em relação ao tratamento medicamentoso. Apesar de o remédio me ajudar bastante quando estou usando corretamente, acabo abandonando o tratamento em alguns momentos, sem entender exatamente o motivo.
Acredito que esses episódios possam estar relacionados a sintomas depressivos associados à ansiedade, pois tenho pensamentos frequentes de que nada vai dar certo, que nada muda e que vou permanecer assim para sempre. Nessas fases, sinto uma grande falta de motivação e esperança, além de vontade constante de dormir e dificuldade de reagir às coisas do dia a dia, o porque que isso acontece?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que esteja passando por isso! Quando ansiedade e sintomas depressivos se sobrepõem é comum sentir esses sintomas. A ansiedade constante gera cansaço mental intenso, e a depressão estreita a forma de perceber possibilidades para o futuro e faz surgir pensamentos de que as coisas não vão mudar. Quando o uso é interrompido, os sintomas tendem a retornar e por isso é importante investigar o que te leva a parar com as medicações. Com acompanhamento e escuta de um profissional qualificado esse padrão pode ser compreendido e cuidado.
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Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou
Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou que sinta desafios eu costumo sofrer, mas permaneço, porém em relações de afeto e tranquilas, em algum momento me encontro com ansiedade e pensamentos de medo excessivo de um dia estragar a relação por não amar de verdade a pessoa ou magoá-la, algo que não sinto em relações desafiadoras, estou ficando com uma pessoa uns meses após sair de uma relação que me era desafiadora e finalmente saí quando senti que deveria ter alguém que me amasse, porém ao me sentir desejada e vista por alguém, comecei a ter ansiedade e aperto no peito novamente, tenho medo de nunca conseguir quebrar esse ciclo e medo de talvez ser uma pessoa incapaz de amar de verdade, queria muito não sentir esses medos e permitir conhecer as pessoas e me relacionar com elas antes de sentir esses sentimentos e acabar com tudo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É uma situação difícil e sinto muito que você esteja passando por isso. Muitas vezes, relações desafiadoras ativam padrões conhecidos, enquanto vínculos seguros despertam ansiedade, medo de perder ou de não corresponder, justamente por envolverem afeto real e vulnerabilidade. Nesses momentos, a mente tenta proteger, criando dúvidas e antecipações catastróficas. Esse ciclo não é uma falha sua, mas um padrão emocional que provavelmente foi aprendido ao longo da vida. Com acompanhamento psicológico, é possível compreender a origem desses medos, fortalecer a segurança interna e aprender a permanecer no vínculo sem que a ansiedade precise decidir por você!
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Quais sintomas ajudam a diferenciar burnout de estresse comum no trabalho e quando é recomendável se
Quais sintomas ajudam a diferenciar burnout de estresse comum no trabalho e quando é recomendável se afastar para recuperação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para diferenciar estresse comum de burnout, consideramos a intensidade e a persistência dos sintomas. O estresse costuma ser mais pontual e melhora com o descanso. Já o burnout envolve exaustão emocional contínua, distanciamento afetivo e queda significativa do desempenho, sem alívio mesmo após pausas. Quando esses sintomas começam a comprometer o funcionamento diário, gerar sofrimento constante ou não respondem a ajustes e autocuidado, é recomendável considerar o afastamento como parte do processo de recuperação e proteção da saúde mental.
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Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especia
Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A tristeza passageira costuma ter causa identificável, oscila ao longo dos dias e melhora com apoio, descanso e atividades com sentido para a pessoa. Já a depressão pode envolver sintomas como humor deprimido persistente, perda de interesse, alterações no sono e apetite, queda de energia, dificuldade de concentração e sensação de inutilidade por semanas ou meses. Quando esses sintomas começam a prejudicar o funcionamento no cotidiano ou persistem sem alívio, é importante buscar acompanhamento psicológico e psiquiátrico, pois indicam um quadro que requer avaliação e cuidado especializado.
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O que é a "mentalidade de tudo ou nada" no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
O que é a "mentalidade de tudo ou nada" no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A “mentalidade de tudo ou nada” é um padrão de pensamento rígido e extremo em que situações são avaliadas como totalmente certas ou erradas, sem espaço para nuances. Pequenas falhas podem ser percebidas como grandes erros, gerando muita ansiedade e necessidade de neutralização por meio de rituais ou compulsões. Esse estilo cognitivo mantém o ciclo do TOC e aumenta o sofrimento emocional.
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Como posso ajudar uma pessoa autista a interpretar melhor o que os outros sentem?
Como posso ajudar uma pessoa autista a interpretar melhor o que os outros sentem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ajudar uma pessoa autista a compreender melhor as emoções dos outros envolve paciência, clareza e previsibilidade. No TEA a leitura de sinais sociais sutis pode ser mais desafiadora. Por isso, é útil nomear emoções de forma direta, explicar expressões faciais e contextos sociais, e evitar mensagens ambíguas. Recursos visuais, exemplos concretos e conversas após as interações ajudam a organizar essas informações. O apoio deve respeitar o ritmo da pessoa, fortalecendo a compreensão emocional sem pressionar ou corrigir de forma punitiva.
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A irritabilidade é um sintoma da desregulação emocional?
A irritabilidade é um sintoma da desregulação emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, ela costuma surgir diante de sobrecarga sensorial, mudanças inesperadas na rotina ou dificuldades na comunicação emocional. Nesses contextos, a irritabilidade não é intencional, mas uma resposta ao excesso de estímulos ou à dificuldade de organizar emoções. Quando frequente ou intensa, pode indicar necessidade de apoio especializado para favorecer estratégias de regulação e reduzir sofrimento.
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Olá! Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei
Olá!
Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei me expressar e quando eu fico sobre pressão geralmente começo a chorar sem para, meu parceiro acha que prefiro ignorar ele ou que eu não tem o que dizer, mas na verdade minha mente fica a mil, mas não consigo tira da mente e passa pra ele e isso me mata por dentro. Como que faço para não ter dificuldade em querer conversar, nem fugir, nem ignorar a situação e não ficar na defensiva? tenho muito a falar mas sinto um bloqueio na hora principalmente quando sou pressionada a ter uma conversa seria.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imagino que seja muito doloroso e que você deve estar com uma sensação de impotência. Em situações de pressão emocional, é comum o sistema nervoso entrar em estado de ameaça, o que pode causar choro, bloqueio da fala e aceleração dos pensamentos. Não é falta de vontade de conversar, é uma resposta de sobrecarga emocional. Trabalhar estratégias de regulação (pausar, respirar, escrever antes de falar) e combinar com o parceiro momentos mais seguros para conversar pode ajudar. Com terapia, é possível compreender esse bloqueio, fortalecer a comunicação emocional e aprender a se posicionar sem entrar na defensiva. Você não está falhando.. é seu corpo que está pedindo cuidado.
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A análise existencial pode oferecer recursos para encontrar um sentido maior em meio ao sofrimento ?
A análise existencial pode oferecer recursos para encontrar um sentido maior em meio ao sofrimento ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a análise existencial pode ajudar a encontrar sentido mesmo em meio ao sofrimento ao oferecer um espaço de reflexão profunda sobre a vida, as escolhas e os valores pessoais. Em vez de tentar apagar a dor, ela convida a compreendê-la e a olhar para o que ainda é possível construir a partir dela. Esse processo ajuda a resgatar significado, responsabilidade e direção, permitindo que o sofrimento seja integrado à história de vida de forma mais consciente e humana.
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O que a terapia existencial faz para ajudar na autorreflexão?
O que a terapia existencial faz para ajudar na autorreflexão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia existencial ajuda na autorreflexão ao oferecer um espaço seguro para pensar sobre a própria vida, escolhas e caminhos. Ela convida a pessoa a olhar com mais honestidade para seus padrões, valores e formas de evitar decisões difíceis. Em vez de fugir da angústia, a terapia ajuda a compreendê-la como parte da experiência humana, ampliando a consciência sobre quem se é e abrindo espaço para escolhas mais autênticas e alinhadas com o próprio sentido de viver.
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Estou agindo por desespero para evitar sentir o "peso" da liberdade e da escolha?
Estou agindo por desespero para evitar sentir o "peso" da liberdade e da escolha?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Agir por desespero pode ser uma forma de fugir do peso da liberdade. Estamos sempre condenados a escolher, e essa liberdade radical pode gerar angústia. Quando a ação surge como impulso, rigidez ou sensação de “não haver alternativa”, muitas vezes trata-se de uma tentativa de escapar da responsabilidade pelas próprias escolhas. Reconhecer essa angústia é o primeiro passo para assumir a liberdade de modo mais consciente e autêntico.
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Como se alcança a existência autêntica? .
Como se alcança a existência autêntica? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A existência autêntica é alcançada quando o indivíduo se aproxima de sua experiência interna real, reduzindo a distância entre quem ele é e quem acredita que deveria ser. Isso acontece a partir de um processo de autoconhecimento, favorecido por relações marcadas por aceitação positiva incondicional, empatia e congruência (como pode acontecer na psicoterapia). À medida que a pessoa se sente segura para reconhecer e expressar sentimentos, valores e necessidades genuínas, torna-se mais livre para viver de forma coerente consigo mesma.
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Como a análise existencial trata a ansiedade existencial? .
Como a análise existencial trata a ansiedade existencial? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A análise existencial trata a ansiedade existencial não como algo a ser eliminado, mas como uma reação natural diante da liberdade, das escolhas e das incertezas da vida. Em vez de patologizar a ansiedade, a terapia ajuda a compreendê-la, acolhê-la e investigar o que ela revela sobre valores, medos e responsabilidades. Ao ampliar a consciência sobre si e sobre as próprias escolhas, a ansiedade tende a se tornar mais manejável e menos paralisante.
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Como lidar com.filha de 4 anos que nao entende que eu e o pai estamos separados?ele nos fez mal e me
Como lidar com.filha de 4 anos que nao entende que eu e o pai estamos separados?ele nos fez mal e mesmo assim ela chora muito ao vim embora da casa dele(ela presenciou violência dele comigo 2x)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imagino que seja uma situação muito delicada e dolorosa para você. Aos 4 anos, sua filha ainda não consegue compreender os motivos da separação; ela percebe a ausência e sente a mudança na rotina. O choro ao sair da casa do pai não significa que ela esqueceu o que aconteceu, mas que está reagindo ao vínculo e à ruptura. Crianças, assim como nós, podem amar mesmo quem causou dor. O mais importante é acolher os sentimentos dela e reforçar que as decisões são dos adultos. Espero que consiga superar esse momento!
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É normal não saber viver sem alguém mandando você fazer algo? A escola me controlava e fazia-me sen
É normal não saber viver sem alguém mandando você fazer algo?
A escola me controlava e fazia-me sentir vivo(a)
Relacionamentos que me controlavam.
Horários...
Sem isso, sinto-me perdida(o), sem um real controle da vida, kRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando alguém passa muito tempo vivendo em ambientes com excesso de controle é comum desenvolver dificuldade em reconhecer os próprios desejos. A previsibilidade costuma trazer sensação de segurança e organização emocional, enquanto a ausência disso pode gerar ansiedade e sensação de que você perdeu o rumo da vida. Isso não significa incapacidade de conduzir a própria vida, mas uma dificuldade que foi construída. O desafio, que pode ser superado com a ajuda de um profissional, é de construir confiança nas próprias escolhas e uma sensação mais estável de identidade e controle interno.
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É normal não ser capaz de ficar triste por colocar os outros sempre em frente? Venho passando por um
É normal não ser capaz de ficar triste por colocar os outros sempre em frente? Venho passando por um turbilhão de horrores, que somatizam e acabam com o meu corpo mas deixo tudo de lado pois sempre parece que o outro precisa mais, de atenção, de cuidado e de mim. Faz duas semanas que passei a tomas o fluoxetina mas ainda não vi efeito.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sinto muito por estar se sentindo triste e percebendo os efeitos desse sofrimento no seu corpo. Acredito que priorizar o cuidado dos outros possa ser algo que foi acontecendo ao longo da sua vida e cuidar de si foi se tornando algo secundário. Não impressiona que esteja em sofrimento, já que pode estar se sentindo sobrecarrega e negligenciada por si mesma. O atendimento psicológico deve ser aliado ao medicamentoso pois explora justamente o que te faz permanecer tendo determinados tipos de posicionamento mesmo que eles sejam danosos a você. O foco é entender profundamente como esse cuidar dos outros foi se cristalizando e poder construir novos caminhos!
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É normal ter um sentimento passageiro de que o mundo não é real e você não tem controle sobre suas a
É normal ter um sentimento passageiro de que o mundo não é real e você não tem controle sobre suas ações? Quando acontece minha visão fica toda embaçada e parece que estou olhando para minha vida como observador. Esses episódios estão acontecendo mais frequentemente nos últimos meses, não sei o que pode ser.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sensações de que o mundo não é real, visão embaçada e a impressão de observar a própria vida “de fora” podem ocorrer em momentos de estresse intenso, mas quando se tornam frequentes, podem indicar episódios de desrealização ou despersonalização. A despersonalização é a sensação de estar desconectado de si mesmo, como se suas ações não lhe pertencessem. Como esses episódios têm aumentado, é importante buscar ajuda profissional para compreender o melhor o quadro.
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Me sinto muito triste com frequência e sem motivação e também tenho muita timidez, o que interfere
Me sinto muito triste com frequência e sem motivação e também tenho muita timidez, o que interfere bastante na minha vida. Queria fazer terapia, mas fico insegura porque sempre ouvi dizer que só pode trazer uma queixa. É possível buscar ajuda para ambos os problemas com um mesmo psicólogo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Você pode e deve tratar de todas as queixas que tiver no processo terapêutico. É um espaço livre para tratar não só o que te aflige, mas também celebrar as conquistas que acontecem. Outro fator importante é o autoconhecimento de si e de sua história, que colaboram para um entendimento mais integral dos seus processos e modos de ser.
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Perguntas frequentes
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Estou tomando sertralina tem 28 dias, estou sentindo minha cabeça dormente e formigando e as vezes q
Formigamentos e alterações de sensibilidade podem ocorrer durante a adaptação…