Perguntas do paciente (22)
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Meu marido está com fibromialgia e faz uso de Zolpidem 10 mg pois só consegue dormir se usa-lo e o R
Meu marido está com fibromialgia e faz uso de Zolpidem 10 mg pois só consegue dormir se usa-lo e o Reumatologista passou pra ele tomar Amitriptilina de 25 mg podem ser usados juntos sem causar problemas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação — quando falamos de medicações para dor e sono, é natural querer segurança.
O zolpidem e a amitriptilina podem, em alguns casos, ser utilizados juntos, mas essa combinação exige avaliação individualizada, pois ambos atuam no sistema nervoso central e podem potencializar efeitos como sonolência excessiva, tontura ou queda de pressão.
O mais importante é que qualquer ajuste ou dúvida seja discutido diretamente com o médico que prescreveu, pois ele conhece o histórico clínico do seu marido e poderá orientar com segurança.
Na fibromialgia, além da medicação, é fundamental abordar sono, estresse e regulação do sistema nervoso de forma integrada, pois o tratamento não deve se limitar apenas ao sintoma.
Conversem com o reumatologista antes de iniciar ou associar as medicações. Estou à disposição.
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Bom dia. Tenho uma lista considerável de doenças crónicas/autoimunes, inclusive Fibromialgia, Hipoti
Bom dia. Tenho uma lista considerável de doenças crónicas/autoimunes, inclusive Fibromialgia, Hipotireoidismo, Tireoide de Hashimoto, Artrite Psoriática, Epilepsia, Apneia do Sono, e outras mais. Tomo Duloxetina já há mais de 2 anos, tanto pela Fibromialgia como por ter crises de ansiedade e pânico e ter estado durante 6 anos em depressão profunda. Devido às doenças que tenho, 2 sintomas muito persistentes e intensos são a Sonolência e a Fadiga, e noto que de há uns tempos para cá, cerca de 1h30 a 2h após a toma da Duloxetina, a sonolência e a fadiga ficam de tal forma intensas que fico com um peso enorme no corpo e nos olhos e tenho de acabar por dormir umas horas durante o dia. Desta forma não consigo fazer um dia a dia normal. É normal isto?
Desde já o meu muito obrigada pela vossa atenção.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde. Antes de mais, quero reconhecer a complexidade do seu quadro. Conviver com múltiplas doenças crónicas e ainda lidar com fadiga intensa não é simples — e o que descreve merece atenção cuidadosa.
A duloxetina, em algumas pessoas, pode causar sonolência, principalmente nas primeiras horas após a toma. No entanto, quando esse efeito surge de forma tão previsível (1h30–2h depois) e com intensidade incapacitante, é importante reavaliar.
No seu caso, precisamos considerar alguns pontos:
* Hipotireoidismo e Hashimoto mal ajustados podem contribuir significativamente para fadiga.
* Apneia do sono, se não estiver bem controlada, mantém o cérebro em estado de privação de sono.
* A própria fibromialgia está associada a alteração na arquitetura do sono.
* A duloxetina pode, sim, potencializar sonolência em algumas pessoas, embora em outras seja mais ativadora.
Ou seja: pode haver um efeito medicamentoso, mas também pode ser a soma de vários fatores.
O mais prudente é conversar com o médico que acompanha seu caso para avaliar:
horário da medicação,
possível ajuste de dose,
eventual troca terapêutica,
e revisão do controle da tireoide e da apneia.
Fadiga persistente nunca deve ser simplesmente aceita como “normal” quando compromete sua funcionalidade.
Seu corpo está dando um sinal — e ele merece ser investigado com profundidade e estratégia.
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A fibromialgia é uma doença degenerativa? .
A fibromialgia é uma doença degenerativa? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, a fibromialgia não é uma doença degenerativa.
Ela não provoca destruição das articulações, não causa deformidades e não leva à degeneração progressiva dos tecidos como acontece, por exemplo, na artrite reumatoide ou em doenças neurodegenerativas.
A fibromialgia é considerada uma síndrome de sensibilização central — ou seja, existe uma alteração na forma como o sistema nervoso processa a dor. O problema não está na estrutura do corpo, mas na amplificação do sinal doloroso pelo cérebro.
Isso é importante porque muda completamente a perspectiva:
não se trata de desgaste ou destruição, mas de regulação do sistema nervoso.
Com abordagem adequada — sono, manejo emocional, atividade física orientada e estratégias de modulação neural — é possível melhorar significativamente os sintomas e a qualidade de vida.
A dor é real, mas não é degenerativa.
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A fibromialgia é uma doença inflamatória? .
A fibromialgia é uma doença inflamatória? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Embora a fibromialgia não seja uma doença inflamatória clássica, existe uma relação indireta com inflamação sistêmica e neuroinflamação, que pode amplificar a dor nociceptiva.
Neuroinflamação: alterações no cérebro e na medula espinhal podem aumentar a sensibilidade à dor, causar fadiga, dificuldade de concentração e esquecimentos (“fibro fog”).
Inflamação intestinal: desequilíbrios na microbiota ou permeabilidade intestinal (“intestino permeável”) podem liberar moléculas inflamatórias que atingem o sistema nervoso, piorando dor e sintomas gerais.
Regulação do intestino: estudos e práticas clínicas mostram que melhorar a saúde intestinal, reduzir inflamação sistêmica e modular o eixo intestino-cérebro pode reduzir a intensidade da dor e outros sintomas da fibromialgia.
Em outras palavras, mesmo não sendo uma doença inflamatória estrutural, a fibromialgia é sensível a sinais inflamatórios e neuroquímicos, o que explica porque estratégias integrativas (sono, dieta, manejo do estresse e neuroplasticidade) podem ter efeito tão significativo.
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Ola tenho fibromialgia desde os 14 anos /mas so diagnosticada aos 27 anos na Inglaterra)hoje tenho 5
Ola tenho fibromialgia desde os 14 anos /mas so diagnosticada aos 27 anos na Inglaterra)hoje tenho 53 e sinto que tenho todos os problemas possiveis associados a esta doença.Tenho uma filna com a mesma doença desde os 7 com diagnostico aos 18 anos e agora um filho que sofre desde os 7 mas diagnosticado agora que tem 15 ainda tenho um neto com 10 anos com suspeita da mesma doença .Isto é normal ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Antes de tudo, quero reconhecer algo importante: o que você descreve não é apenas uma história clínica — é uma história familiar de dor. E isso merece respeito e profundidade na análise.
A fibromialgia não é uma doença hereditária clássica, mas sabemos hoje que existe sim uma predisposição familiar. Um grande estudo publicado na JAMA Psychiatry, envolvendo cerca de 2,5 milhões de pessoas, mostrou que a fibromialgia está muito mais relacionada a padrões de funcionamento cerebral (sensibilização central) do que a um problema estrutural do corpo. Ou seja: o eixo está no cérebro — na forma como ele processa dor e estresse.
Mas predisposição não é destino.
O que muitas vezes se repete nas famílias não é apenas genética, mas padrões de sono, resposta ao estresse, regulação emocional e estilo de vida. O cérebro aprende em contexto. E se ele aprendeu a amplificar dor, ele também pode aprender a regular.
E é justamente nesse ponto que entra a reorganização do sistema nervoso. Não focar apenas no sintoma, mas fortalecer competências emocionais, regular o estresse e estimular o lobo frontal para promover reorganização neuroplástica — construindo novas respostas cerebrais.
É essa a base do trabalho que desenvolvo com o protocolo RE-VIVA. Dor não é sentença. É um processo que pode ser transformado.
Se em algum momento sentir que precisa de uma orientação estruturada nesse caminho, fico à disposição.
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tenho uma dor no corpo ,todo dia em lugar diferente . doe muito esta semana esta nas costa doe muito
tenho uma dor no corpo ,todo dia em lugar diferente . doe muito esta semana esta nas costa doe muito , tenho cinquenta e quatro aanos. Qual especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O especialista mais indicado para o seu caso é o reumatologista, preferencialmente alguém que tenha experiência em medicina integrativa, e não apenas na prescrição de remédios.
Um bom reumatologista integrativo vai:
Avaliar a dor difusa de forma completa, considerando fibromialgia e possíveis fatores autoimunes.
Investigar causas metabólicas, hormonais e nutricionais que podem intensificar a dor.
Propor estratégias combinadas — medicação quando necessária, mas também manejo do sono, nutrição, exercícios adaptados e técnicas para regulação do sistema nervoso.
Isso garante que o tratamento não se limite apenas a aliviar sintomas com remédios, mas trabalhe para melhorar a qualidade de vida e reduzir a sensibilidade à dor ao longo do tempo. Fico a seu dispor para ajudar.
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Gostaria de saber se a dor da fibromialgia é nas articulações e se também causa fraqueza. Já procure
Gostaria de saber se a dor da fibromialgia é nas articulações e se também causa fraqueza. Já procurei diversos médicos, gastei muito dinheiro com consultas e exames, alguns médicos dizem que pode ser fibromialgia e me explicaram que é uma alteração na sensibilidade de dor. Mas primeiro: nas pesquisas que eu faço de artigos científicos eu li que os pacientes de fibromialgia tem dor difusa pelo corpo e não conseguem dizer exatamente onde dói. EU SEI EXATAMENTE onde dói. Doi minhas articulações. Também dizem que é uma sensibilidade a dor que a pessoa tem. Isso não condiz com meu histórico de vida e de atividades físicas, eu sou praticante de ginástica artística e circo, que exigem uma tolerância alta ao desconforto e a dor. Também dizem que a fibromialgia não tem nenhuma causa física, é apenas sensação de dor. Mas quando eu estou com crise eu perco a força e chego a cair, e perco minha mobilidade. Não sei mais quem procurar, ontem eu cai diversas vezes porque perdi a força e devido a dor extremamente forte. Eu li em estudos científicos que outras doenças como a AR e outras causam sintomas parecidos e que 30% dos pacientes não positivam nos exames de sangue para o Fator reumatóide e outros marcadores reumáticos. Então como o médico pode diferenciar? Aonde eu procuro ajuda? Minhas crises estão ficando mais frequentes e mais fortes, eu não tenho posição pro braço nem pra dormir, perdi o gosto de praticar meus esportes pq a dor é extenuante. E não aguento mais ouvir dizer que é só coisa da minha cabeça e que eu sou muito sensível a dor.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, eu entendo profundamente o que você está sentindo. A dor que você descreve não é “coisa da sua cabeça”, nem um invento seu — é real, intensa e limitante, e merece ser levada a sério. Quando falamos que a fibromialgia envolve “alteração na sensibilidade à dor”, isso não significa que a dor seja imaginária. Significa que o sistema nervoso está hiper-sensibilizado, amplificando sinais que, normalmente, seriam toleráveis.
Os estudos mais recentes, incluindo grandes análises genéticas, mostram que a fibromialgia tem uma base biológica clara, com predisposição familiar e mecanismos cerebrais específicos, que fazem o cérebro interpretar estímulos normais como dor intensa. Isso explica porque pessoas com histórico de alta tolerância à dor — como você, atleta de ginástica artística e circo — podem sofrer com dores extremas e perda de força durante crises.
Quanto à localização da dor, a fibromialgia clássica é descrita como dor difusa, mas muitos pacientes conseguem identificar regiões específicas, principalmente durante crises intensas. A perda de força e mobilidade que você descreve também é compatível com fenômenos de fadiga neuromuscular e neuroinflamação que podem ocorrer na fibromialgia, não sendo sinal de fraqueza “imaginária”.
É verdade que outras doenças reumáticas, como artrite reumatoide, podem apresentar sintomas semelhantes, e que nem sempre os exames detectam essas doenças (cerca de 30% dos pacientes podem ter exames negativos). Por isso, o diagnóstico exige:
Avaliação detalhada do histórico clínico
Exames laboratoriais e de imagem
Observação do padrão da dor, fadiga, distúrbios do sono e sintomas neurológicos
Para ajuda, o ideal é procurar um reumatologista com visão integrativa, alguém que não se limite apenas a medicações, mas que considere sono, alimentação, estresse, atividade física e neuroplasticidade como parte do tratamento.
No meu trabalho, com o protocolo RE-VIVA, focamos exatamente nisso:
Reorganização do sistema nervoso
Fortalecimento das competências emocionais
Redução da amplificação da dor
Neuroplasticidade baseada em prática repetida e múltiplos canais de aprendizado
O caminho não é apenas suportar a dor — é ensinar o cérebro a modular a dor, recuperar mobilidade, força e qualidade de vida. Suas crises e limitações podem melhorar com uma abordagem estruturada, que reconhece a dor como real, mas transformável.
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Quais os Benefícios potenciais da vitamina D para pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Quais os Benefícios potenciais da vitamina D para pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A vitamina D, embora chamada de “vitamina”, funciona como um hormônio esteroide. Após ser ativada no fígado e nos rins, formando calcitriol, ela se liga ao receptor nuclear VDR presente em múltiplas células do sistema imunológico, modulando diretamente a expressão de genes relacionados à inflamação e à tolerância imunológica.
Isso significa que a vitamina D não apenas “ajuda” o sistema imune — ela orquestra respostas celulares, promovendo equilíbrio e regulação.
Na imunidade inata
Macrófagos e monócitos: aumento da produção de peptídeos antimicrobianos, como catelicidina, melhorando a defesa contra patógenos.
Barreiras epiteliais: manutenção da integridade das mucosas, reduzindo permeabilidade e inflamação sistêmica.
Na imunidade adaptativa
Linfócitos T: redução de perfis pró-inflamatórios (Th1 e Th17) e aumento das T reguladoras (Treg), favorecendo tolerância e evitando ataques aos próprios tecidos.
Células dendríticas: modulação da maturação, prevenindo hiperativação imunológica.
Linfócitos B: regulação da produção de autoanticorpos, central em doenças autoimunes reumáticas como LES.
Importância nas Doenças Reumáticas
Em doenças como LES, Artrite Reumatoide e Espondiloartrites, baixos níveis de vitamina D estão frequentemente associados a:
Maior atividade inflamatória
Maior número de crises ou surtos
Piora da dor crônica e fadiga
Desequilíbrio imunológico, aumentando produção de autoanticorpos
Ao mesmo tempo, níveis adequados de vitamina D podem ajudar a modular o sistema imune, reduzir inflamação sistêmica e melhorar tolerância imunológica, sem eliminar a necessidade de tratamento medicamentoso específico.
Em resumo: vitamina D é um hormônio imunomodulador essencial em doenças autoimunes reumáticas, atuando para equilibrar respostas hiperativas, reduzir inflamação e favorecer tolerância imunológica — não apenas estimulando o sistema imune, mas refinando-o.
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Qual é o papel da vitamina D no lúpus eritematoso sistêmico ?
Qual é o papel da vitamina D no lúpus eritematoso sistêmico ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A vitamina D, embora chamada de “vitamina”, funciona como um hormônio esteroide. Após ser ativada no fígado e nos rins, formando calcitriol, ela se liga ao receptor nuclear VDR presente em múltiplas células do sistema imunológico, modulando diretamente a expressão de genes relacionados à inflamação e à tolerância imunológica.
Isso significa que a vitamina D não apenas “ajuda” o sistema imune — ela orquestra respostas celulares, promovendo equilíbrio e regulação.
Na imunidade inata
Macrófagos e monócitos: aumento da produção de peptídeos antimicrobianos, como catelicidina, melhorando a defesa contra patógenos.
Barreiras epiteliais: manutenção da integridade das mucosas, reduzindo permeabilidade e inflamação sistêmica.
Na imunidade adaptativa
Linfócitos T: redução de perfis pró-inflamatórios (Th1 e Th17) e aumento das T reguladoras (Treg), favorecendo tolerância e evitando ataques aos próprios tecidos.
Células dendríticas: modulação da maturação, prevenindo hiperativação imunológica.
Linfócitos B: regulação da produção de autoanticorpos, central em doenças autoimunes reumáticas como LES.
Importância nas Doenças Reumáticas
Em doenças como LES, Artrite Reumatoide e Espondiloartrites, baixos níveis de vitamina D estão frequentemente associados a:
Maior atividade inflamatória
Maior número de crises ou surtos
Piora da dor crônica e fadiga
Desequilíbrio imunológico, aumentando produção de autoanticorpos
Ao mesmo tempo, níveis adequados de vitamina D podem ajudar a modular o sistema imune, reduzir inflamação sistêmica e melhorar tolerância imunológica, sem eliminar a necessidade de tratamento medicamentoso específico.
Em resumo: vitamina D é um hormônio imunomodulador essencial em doenças autoimunes reumáticas, atuando para equilibrar respostas hiperativas, reduzir inflamação e favorecer tolerância imunológica — não apenas estimulando o sistema imune, mas refinando-o.
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Qual a função da vitamina D no sistema imunológico?
Qual a função da vitamina D no sistema imunológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A chamada “vitamina” D, na verdade, funciona como um hormônio esteroide. Após ser ativada no fígado e nos rins (formando o calcitriol), ela se liga ao receptor nuclear VDR, presente em diversas células do sistema imunológico, modulando diretamente a expressão de centenas de genes.
Isso significa que ela não apenas “ajuda” o sistema imune — ela orquestra respostas celulares.
Na imunidade inata
Macrófagos e monócitos: estimula a produção de peptídeos antimicrobianos como a catelicidina (LL-37), aumentando a capacidade de combate a patógenos.
Barreiras epiteliais: contribui para a integridade das mucosas (intestinal e respiratória), reduzindo permeabilidade excessiva — fator importante em inflamação crônica.
Na imunidade adaptativa
Aqui está seu papel mais refinado:
Linfócitos T: reduz perfis pró-inflamatórios (Th1 e Th17) e favorece células T reguladoras (Treg), promovendo tolerância imunológica.
Células dendríticas: diminui maturação excessiva e hiperativação imunológica.
Linfócitos B: pode modular produção exagerada de anticorpos, relevante em autoimunidade.
O ponto central
A vitamina D não estimula indiscriminadamente o sistema imunológico.
Ela equilibra, regula e modula.
Deficiência está associada a maior inflamação basal, maior risco de autoimunidade e resposta imune desorganizada.
Mas excesso também não é desejável.
E aqui está o detalhe final importante:
Como todo hormônio, seu efeito depende de dose adequada, sensibilidade do receptor e contexto metabólico.
No fundo, estamos falando de regulação — e imunidade saudável é menos sobre “ativar” e mais sobre equilibrar.
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Como a vitamina D atua no sistema imune? .
Como a vitamina D atua no sistema imune? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A chamada “vitamina” D, na verdade, funciona como um hormônio esteroide. Após ser ativada no fígado e nos rins (formando o calcitriol), ela se liga ao receptor nuclear VDR, presente em diversas células do sistema imunológico, modulando diretamente a expressão de centenas de genes.
Isso significa que ela não apenas “ajuda” o sistema imune — ela orquestra respostas celulares.
Na imunidade inata
Macrófagos e monócitos: estimula a produção de peptídeos antimicrobianos como a catelicidina (LL-37), aumentando a capacidade de combate a patógenos.
Barreiras epiteliais: contribui para a integridade das mucosas (intestinal e respiratória), reduzindo permeabilidade excessiva — fator importante em inflamação crônica.
Na imunidade adaptativa
Aqui está seu papel mais refinado:
Linfócitos T: reduz perfis pró-inflamatórios (Th1 e Th17) e favorece células T reguladoras (Treg), promovendo tolerância imunológica.
Células dendríticas: diminui maturação excessiva e hiperativação imunológica.
Linfócitos B: pode modular produção exagerada de anticorpos, relevante em autoimunidade.
O ponto central
A vitamina D não estimula indiscriminadamente o sistema imunológico.
Ela equilibra, regula e modula.
Deficiência está associada a maior inflamação basal, maior risco de autoimunidade e resposta imune desorganizada.
Mas excesso também não é desejável.
E aqui está o detalhe final importante:
Como todo hormônio, seu efeito depende de dose adequada, sensibilidade do receptor e contexto metabólico.
No fundo, estamos falando de regulação — e imunidade saudável é menos sobre “ativar” e mais sobre equilibrar.
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Qual é a importância dos níveis de vitamina D nas doenças autoimunes, principalmente no Lúpus Eritem
Qual é a importância dos níveis de vitamina D nas doenças autoimunes, principalmente no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A vitamina D, embora chamada de “vitamina”, funciona como um hormônio esteroide. Após ser ativada no fígado e nos rins, formando calcitriol, ela se liga ao receptor nuclear VDR presente em múltiplas células do sistema imunológico, modulando diretamente a expressão de genes relacionados à inflamação e à tolerância imunológica.
Isso significa que a vitamina D não apenas “ajuda” o sistema imune — ela orquestra respostas celulares, promovendo equilíbrio e regulação.
Na imunidade inata
Macrófagos e monócitos: aumento da produção de peptídeos antimicrobianos, como catelicidina, melhorando a defesa contra patógenos.
Barreiras epiteliais: manutenção da integridade das mucosas, reduzindo permeabilidade e inflamação sistêmica.
Na imunidade adaptativa
Linfócitos T: redução de perfis pró-inflamatórios (Th1 e Th17) e aumento das T reguladoras (Treg), favorecendo tolerância e evitando ataques aos próprios tecidos.
Células dendríticas: modulação da maturação, prevenindo hiperativação imunológica.
Linfócitos B: regulação da produção de autoanticorpos, central em doenças autoimunes reumáticas como LES.
Importância nas Doenças Reumáticas
Em doenças como LES, Artrite Reumatoide e Espondiloartrites, baixos níveis de vitamina D estão frequentemente associados a:
Maior atividade inflamatória
Maior número de crises ou surtos
Piora da dor crônica e fadiga
Desequilíbrio imunológico, aumentando produção de autoanticorpos
Ao mesmo tempo, níveis adequados de vitamina D podem ajudar a modular o sistema imune, reduzir inflamação sistêmica e melhorar tolerância imunológica, sem eliminar a necessidade de tratamento medicamentoso específico.
Em resumo: vitamina D é um hormônio imunomodulador essencial em doenças autoimunes reumáticas, atuando para equilibrar respostas hiperativas, reduzir inflamação e favorecer tolerância imunológica — não apenas estimulando o sistema imune, mas refinando-o.
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Qual é a importância dos níveis de vitamina D nas doenças autoimunes, principalmente no Lúpus Eritem
Qual é a importância dos níveis de vitamina D nas doenças autoimunes, principalmente no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A vitamina D, embora chamada de “vitamina”, funciona como um hormônio esteroide. Após ser ativada no fígado e nos rins, formando calcitriol, ela se liga ao receptor nuclear VDR presente em múltiplas células do sistema imunológico, modulando diretamente a expressão de genes relacionados à inflamação e à tolerância imunológica.
Isso significa que a vitamina D não apenas “ajuda” o sistema imune — ela orquestra respostas celulares, promovendo equilíbrio e regulação.
Na imunidade inata
Macrófagos e monócitos: aumento da produção de peptídeos antimicrobianos, como catelicidina, melhorando a defesa contra patógenos.
Barreiras epiteliais: manutenção da integridade das mucosas, reduzindo permeabilidade e inflamação sistêmica.
Na imunidade adaptativa
Linfócitos T: redução de perfis pró-inflamatórios (Th1 e Th17) e aumento das T reguladoras (Treg), favorecendo tolerância e evitando ataques aos próprios tecidos.
Células dendríticas: modulação da maturação, prevenindo hiperativação imunológica.
Linfócitos B: regulação da produção de autoanticorpos, central em doenças autoimunes reumáticas como LES.
Importância nas Doenças Reumáticas
Em doenças como LES, Artrite Reumatoide e Espondiloartrites, baixos níveis de vitamina D estão frequentemente associados a:
Maior atividade inflamatória
Maior número de crises ou surtos
Piora da dor crônica e fadiga
Desequilíbrio imunológico, aumentando produção de autoanticorpos
Ao mesmo tempo, níveis adequados de vitamina D podem ajudar a modular o sistema imune, reduzir inflamação sistêmica e melhorar tolerância imunológica, sem eliminar a necessidade de tratamento medicamentoso específico.
Em resumo: vitamina D é um hormônio imunomodulador essencial em doenças autoimunes reumáticas, atuando para equilibrar respostas hiperativas, reduzir inflamação e favorecer tolerância imunológica — não apenas estimulando o sistema imune, mas refinando-o.
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É verdade que a deficiência de vitamina D está associada com inúmeras doenças, como câncer e doenças
É verdade que a deficiência de vitamina D está associada com inúmeras doenças, como câncer e doenças autoimunes, cardiovasculares e neurológicas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A vitamina D, embora chamada de “vitamina”, funciona como um hormônio esteroide. Após ser ativada no fígado e nos rins, formando calcitriol, ela se liga ao receptor nuclear VDR presente em múltiplas células do sistema imunológico, modulando diretamente a expressão de genes relacionados à inflamação e à tolerância imunológica.
Isso significa que a vitamina D não apenas “ajuda” o sistema imune — ela orquestra respostas celulares, promovendo equilíbrio e regulação.
Na imunidade inata
Macrófagos e monócitos: aumento da produção de peptídeos antimicrobianos, como catelicidina, melhorando a defesa contra patógenos.
Barreiras epiteliais: manutenção da integridade das mucosas, reduzindo permeabilidade e inflamação sistêmica.
Na imunidade adaptativa
Linfócitos T: redução de perfis pró-inflamatórios (Th1 e Th17) e aumento das T reguladoras (Treg), favorecendo tolerância e evitando ataques aos próprios tecidos.
Células dendríticas: modulação da maturação, prevenindo hiperativação imunológica.
Linfócitos B: regulação da produção de autoanticorpos, central em doenças autoimunes reumáticas como LES.
Importância nas Doenças Reumáticas
Em doenças como LES, Artrite Reumatoide e Espondiloartrites, baixos níveis de vitamina D estão frequentemente associados a:
Maior atividade inflamatória
Maior número de crises ou surtos
Piora da dor crônica e fadiga
Desequilíbrio imunológico, aumentando produção de autoanticorpos
Ao mesmo tempo, níveis adequados de vitamina D podem ajudar a modular o sistema imune, reduzir inflamação sistêmica e melhorar tolerância imunológica, sem eliminar a necessidade de tratamento medicamentoso específico.
Em resumo: vitamina D é um hormônio imunomodulador essencial em doenças autoimunes reumáticas, atuando para equilibrar respostas hiperativas, reduzir inflamação e favorecer tolerância imunológica — não apenas estimulando o sistema imune, mas refinando-o.
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Quais são os problemas causados pela Deficiência de VITAMINA D?
Quais são os problemas causados pela Deficiência de VITAMINA D?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A deficiência de vitamina D pode causar diversos problemas, afetando ossos, músculos, sistema imunológico e saúde geral:
Ossos e dentes: aumento do risco de osteoporose, osteomalácia e fraturas devido à redução na absorção de cálcio e fósforo.
Músculos: fraqueza muscular, dor e aumento do risco de quedas, especialmente em idosos.
Sistema imunológico: maior suscetibilidade a infecções, respostas imunes desreguladas e maior risco de doenças autoimunes.
Inflamação crônica: níveis baixos de vitamina D estão associados a aumento de citocinas pró-inflamatórias e maior inflamação sistêmica.
Doenças cardiovasculares e metabólicas: estudos associam deficiência a hipertensão, resistência à insulina e risco maior de diabetes tipo 2.
Saúde mental: podem ocorrer alterações de humor, fadiga, depressão e piora de ansiedade.
Crescimento e desenvolvimento: em crianças, pode levar ao raquitismo e atraso no desenvolvimento ósseo.
Em resumo, a vitamina D é essencial para a regulação do metabolismo mineral, função imunológica e equilíbrio geral do organismo.
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Porque alguns médicos dizem que é a fibromialgia que causa a queda de cabelos Outros dizem que não.
Porque alguns médicos dizem que é a fibromialgia que causa a queda de cabelos Outros dizem que não. Gostaria de saber a verdade porque o meu cai muito.Existe remédio pra acabar com essa queda?ou são os medicamentos que causam essa queda excessiva do cabelo?pra completar tenho depressão. Me ajudem.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo sua preocupação — a queda de cabelo é muito angustiante, e quando se soma fibromialgia, depressão e uso de medicações, realmente fica difícil saber a causa exata.
Na fibromialgia não existe evidência direta de que ela cause queda de cabelo por si só, mas a doença pode contribuir indiretamente:
Estresse crônico e neuroinflamação associados à fibromialgia podem afetar o ciclo de crescimento capilar.
Depressão e alterações hormonais também podem interferir na saúde do cabelo.
Medicamentos usados para dor, ansiedade ou depressão podem ter como efeito colateral a queda de cabelo.
Além disso, deficiências nutricionais — especialmente vitamina D, vitamina B12, ferro e zinco — são fatores conhecidos que prejudicam o crescimento capilar.
O ideal é uma avaliação completa: exames de sangue, histórico de medicamentos, estilo de vida e alimentação. A partir daí, é possível combinar estratégias integrativas: suplementação quando indicada, ajustes de medicação, melhora do sono, redução do estresse e suporte neuroimune.
A queda de cabelo muitas vezes melhora quando cuidamos do corpo como um todo — não apenas tratando um sintoma isolado.
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Tenho fibromialgia e sinto muitas dores nas costa e nas laterais do corpo como se fosse os rins, tam
Tenho fibromialgia e sinto muitas dores nas costa e nas laterais do corpo como se fosse os rins, também em baixo dos seios. É normal? Piorou depois que tive Covid. Ja fiz varios exames ( torac- abdominal- De sangue- urocultura...) Todos normais.
Agora fiz de hemograma novamente. Deu alteração no valor de referencia dos Leucocitos para maior/ Segmentados/ hemossedimentação É norma?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo como esses sintomas podem ser angustiantes. Vamos analisar ponto a ponto:
Dores difusas em fibromialgia
É comum sentir dor nas costas, laterais do corpo e região abaixo dos seios. A fibromialgia é uma síndrome de sensibilização central, ou seja, o sistema nervoso amplifica sinais de dor normais ou leves, fazendo o corpo “doer mais”. Isso não significa que há dano estrutural ou doença nos órgãos examinados — exames normais são um sinal positivo nesse sentido.
Piora após Covid
Muitas pessoas relatam aumento da dor, fadiga e sintomas de fibromialgia após infecções virais, incluindo Covid. Isso está relacionado a mecanismos de inflamação sistêmica, neuroinflamação e alterações no eixo imune-neuroendócrino.
Exames de sangue alterados
Alterações leves de leucócitos, segmentados ou hemossedimentação podem ocorrer por vários motivos: pequenas inflamações, resposta imune pós-infecção ou até variação individual. Sozinhos, não indicam doença grave, mas merecem acompanhamento médico para descartar causas específicas.
Síndrome da fadiga crônica pós-Covid
É real e pode coexistir com fibromialgia. Sintomas incluem fadiga intensa, dores musculares, dificuldade de concentração e piora da dor com esforço.
Fatores moduláveis
Deficiências nutricionais — especialmente vitamina D, B12, ferro e zinco — podem agravar fadiga e dor. Sono de má qualidade, estresse crônico e desequilíbrios hormonais também impactam diretamente a intensidade dos sintomas.
Abordagem recomendada
Avaliação completa de exames de sangue e deficiências nutricionais
Revisão de medicações e doses
Estratégias integrativas: suplementação quando indicada, melhora do sono, controle de estresse, exercícios adaptados, alimentação equilibrada
Suporte neuroimune e regulação do eixo cérebro-intestino, que influenciam dor e fadiga
Em resumo: suas dores e fadiga têm explicação neurobiológica e imunológica, mesmo com exames “normais”, e existem caminhos para modular os sintomas de forma eficaz. Fico a seu dispor para poder ajudar, o ideal seria um acompanhamento integrativo.
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Bom dia tenho muita queda de cabelo tenho fibromialgia ja estou me tratando mas gostaria de saber se
Bom dia tenho muita queda de cabelo tenho fibromialgia ja estou me tratando mas gostaria de saber se a queda de cabelo tem aver com a fibromialgia
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo sua preocupação — a queda de cabelo é muito angustiante, e quando se soma fibromialgia, depressão e uso de medicações, realmente fica difícil saber a causa exata.
Na fibromialgia não existe evidência direta de que ela cause queda de cabelo por si só, mas a doença pode contribuir indiretamente:
Estresse crônico e neuroinflamação associados à fibromialgia podem afetar o ciclo de crescimento capilar.
Depressão e alterações hormonais também podem interferir na saúde do cabelo.
Medicamentos usados para dor, ansiedade ou depressão podem ter como efeito colateral a queda de cabelo.
Além disso, deficiências nutricionais — especialmente vitamina D, vitamina B12, ferro e zinco — são fatores conhecidos que prejudicam o crescimento capilar.
O ideal é uma avaliação completa: exames de sangue, histórico de medicamentos, estilo de vida e alimentação. A partir daí, é possível combinar estratégias integrativas: suplementação quando indicada, ajustes de medicação, melhora do sono, redução do estresse e suporte neuroimune.
A queda de cabelo muitas vezes melhora quando cuidamos do corpo como um todo — não apenas tratando um sintoma isolado.
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No exame do meu filho deu proteína+ o que isso quer dizer?
No exame do meu filho deu proteína+ o que isso quer dizer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imagino que o exame seja de urina. Una pequena quantidade de proteínas são expelidas na urina. Dependendo da quantidade de essas proteínas pode configurar uma doença ou não.
Seria bom levar esse exame ao seu médico de confiança , com certeza poderá lhe explicar melhor e solicitar os exames adequados se existir alguma patologia.
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Olá... o metrotexato 2,5 mg (6 comprimidos juntos 1x por semana)baixa a resistência do organismo? Qu
Olá... o metrotexato 2,5 mg (6 comprimidos juntos 1x por semana)baixa a resistência do organismo? Quais os cuidados para quem toma essa medicação? Obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os efeitos colaterais do uso dessa medicação existem, porém são raros e podem ser minimizados e tratados.
“Os principais efeitos colaterais acometem especialmente o fígado e o sangue. Para minimizar os enjoos, que são bastante relatados por pacientes que fazem uso do metotrexato é recomendado o uso de ácido fólico, hidratação prévia e em alguns casos o uso de metoclopamida ou bromoprida, que apresentam efeitos positivos”,
Perguntas frequentes
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É normal ter escapes e cólica usando anticoncepcional, após uma semana de diarreia infecciosa com vô
Sim. Diarreia intensa e vômitos podem reduzir a absorção do anticoncepcional…