Perguntas do paciente (120)

  • Como é a sexualidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como é a sexualidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    A sexualidade no Transtorno de Personalidade Borderline pode ser marcada por intensidade emocional, impulsividade e busca por validação afetiva, o que pode levar a relações instáveis ou comportamentos de risco. No entanto, isso varia de pessoa para pessoa. O acompanhamento psicológico é importante para promover maior consciência emocional e relações mais saudáveis.


  • Por que alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) nega o transtorno?

    Por que alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) nega o transtorno?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    É comum que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline neguem o diagnóstico como forma de proteção emocional, já que o rótulo pode gerar medo, vergonha ou sensação de estigma. Além disso, a dificuldade de reconhecer padrões internos também faz parte do transtorno. Acolhimento e acompanhamento psicológico são fundamentais para favorecer a aceitação gradual.


  • O que é a "flutuação de identidade" no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    O que é a "flutuação de identidade" no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    A ‘flutuação de identidade’ no Transtorno de Personalidade Borderline refere-se a uma instabilidade na forma como a pessoa se percebe, com mudanças frequentes de valores, objetivos, autoimagem e até preferências. Isso pode gerar sensação de vazio ou confusão sobre quem se é. O acompanhamento psicológico é importante para fortalecer o senso de identidade e estabilidade emocional.


  • Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ser mais propensas a crises de raiva?

    Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ser mais propensas a crises de raiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    Sim, pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline podem ter maior propensão a crises de raiva devido à intensidade emocional e dificuldade na regulação dos sentimentos. Essas reações costumam estar ligadas ao medo de rejeição ou frustração. O acompanhamento psicológico ajuda a desenvolver estratégias mais saudáveis de manejo emocional.


  • Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ser mais sensíveis a críticas?

    Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ser mais sensíveis a críticas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    Sim, pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline costumam ser mais sensíveis a críticas, pois têm maior intensidade emocional e medo de rejeição. Isso pode fazer com que interpretem críticas de forma mais dolorosa. O acompanhamento psicológico ajuda a desenvolver regulação emocional e formas mais saudáveis de lidar com essas situações.


  • O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) desconfia do diagnóstico porque nunca viu outros pa

    O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) desconfia do diagnóstico porque nunca viu outros pacientes com a doença. Como ajudar a normalizar essa desconfiança?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    É comum haver resistência às mudanças, especialmente quando o paciente não percebe resultados imediatos. No caso do Lúpus Eritematoso Sistêmico, hábitos saudáveis não substituem o tratamento, mas ajudam a reduzir inflamações, melhorar a qualidade de vida e prevenir crises. Explicar isso de forma clara e gradual, respeitando o tempo do paciente, pode favorecer maior adesão. O acompanhamento psicológico também pode auxiliar nesse processo.


  • Quais são os efeitos colaterais psicológicos mais comuns durante a quimioterapia?

    Quais são os efeitos colaterais psicológicos mais comuns durante a quimioterapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    A quimioterapia pode provocar não apenas efeitos físicos, mas também impactos psicológicos. Os mais comuns incluem ansiedade diante das incertezas do tratamento, tristeza ou sintomas depressivos, alterações de humor, baixa autoestima (especialmente por mudanças na aparência), fadiga emocional e dificuldades de concentração ou memória, às vezes chamadas de “quimio brain”. Esses efeitos são respostas compreensíveis a um momento desafiador, e o acompanhamento psicológico pode ajudar a oferecer suporte emocional e estratégias para lidar melhor com esse período.


  • . Como ajudar alguém com linfoma a lidar com o isolamento social durante o tratamento?

    . Como ajudar alguém com linfoma a lidar com o isolamento social durante o tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    O isolamento durante o tratamento do linfoma pode ser emocionalmente difícil, por isso é importante fortalecer vínculos mesmo à distância. Manter contato frequente por mensagens, ligações ou chamadas de vídeo ajuda a pessoa a se sentir lembrada e acolhida. Também é essencial respeitar o tempo e os limites dela, oferecendo presença sem pressionar.
    Pequenos gestos, como escuta ativa, palavras de apoio e disponibilidade para conversar, fazem muita diferença. Incentivar uma rotina leve, dentro do possível, e, se necessário, o acompanhamento psicológico, pode ajudar a lidar melhor com esse período e reduzir a sensação de solidão.


  • O acompanhamento psicológico pode ajudar em casos de linfoma com sintomas crônicos ou recidivantes?

    O acompanhamento psicológico pode ajudar em casos de linfoma com sintomas crônicos ou recidivantes?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    Sim, o acompanhamento psicológico pode ser um importante aliado em casos de linfoma com sintomas crônicos ou recidivantes. Ele ajuda o paciente a lidar com a ansiedade, o medo da progressão da doença e o desgaste emocional causado pelas recaídas, além de oferecer suporte para enfrentar as incertezas do tratamento. Também contribui para o fortalecimento emocional, adaptação à rotina e ressignificação da experiência, promovendo mais qualidade de vida mesmo diante de um quadro


  • Quais são as dificuldades emocionais enfrentadas por pacientes com linfoma durante o tratamento?

    Quais são as dificuldades emocionais enfrentadas por pacientes com linfoma durante o tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    Pacientes com linfoma costumam enfrentar diversas dificuldades emocionais durante o tratamento, como ansiedade diante das incertezas, medo da progressão da doença ou da morte, tristeza e, em alguns casos, sintomas depressivos. Também são comuns alterações de humor, sensação de perda de controle, insegurança em relação ao futuro e impacto na autoestima, especialmente pelas mudanças físicas e na rotina. Além disso, o afastamento de atividades habituais e o possível isolamento social podem intensificar sentimentos de solidão e fragilidade emocional.


  • Como a família pode apoiar psicologicamente um paciente com linfoma?

    Como a família pode apoiar psicologicamente um paciente com linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Olá!
    A família pode oferecer um apoio psicológico fundamental por meio da presença, escuta e acolhimento. Estar disponível para ouvir sem julgamentos, respeitar os sentimentos do paciente e evitar minimizar a dor são atitudes que fortalecem o vínculo e trazem segurança emocional. Também é importante respeitar os limites, incentivar sem pressionar e manter uma comunicação aberta e afetuosa. Pequenos gestos de cuidado no dia a dia ajudam a reduzir a sensação de solidão e mostram que o paciente não está sozinho nesse processo.


  • Como a psicoterapia pode ajudar no tratamento do linfoma?

    Como a psicoterapia pode ajudar no tratamento do linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!

    A psicoterapia pode ajudar no tratamento do linfoma ao oferecer um espaço seguro para o paciente expressar medos, angústias e inseguranças, favorecendo o alívio emocional. Também auxilia no manejo da ansiedade, no enfrentamento das incertezas e na adaptação às mudanças na rotina e no corpo. Além disso, contribui para o fortalecimento emocional, desenvolvimento de estratégias de enfrentamento e melhora da qualidade de vida durante o tratamento.


  • Como a neuropsicologia trata o hiperfoco desadaptativo (disfuncional) ?

    Como a neuropsicologia trata o hiperfoco desadaptativo (disfuncional) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa tarde!
    A neuropsicologia entende que o hiperfoco, quando acontece de forma desregulada (algo comum no TDAH e no Autismo), pode ser trabalhado por meio de exercícios e estratégias que ajudam a organizar o funcionamento mental e o comportamento.
    O tratamento busca fortalecer habilidades como a capacidade de se controlar, se organizar, planejar e mudar o foco quando necessário.
    O objetivo é ajudar a pessoa a aprender a regular melhor sua própria atenção. Em vez de o foco intenso atrapalhar, ele passa a ser usado de forma positiva, dentro de uma rotina estruturada, se tornando uma ferramenta útil e produtiva.


  • O Hiperfoco pode virar uma Ilha de Habilidade? .

    O Hiperfoco pode virar uma Ilha de Habilidade? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa tarde!
    O hiperfoco pode se tornar uma grande força quando é direcionado para algo positivo. Isso significa que a pessoa pode desenvolver habilidades muito acima da média em áreas que despertam seu interesse, algo comum em pessoas com autismo ou TDAH.
    Com orientação e apoio, essa capacidade de concentração intensa pode se transformar em criatividade, aprendizado e mais autonomia.
    O hiperfoco é ele pode atrapalhar em alguns momentos, mas quando é bem direcionado, pode ajudar muito no desenvolvimento, na aprendizagem e no fortalecimento de habilidades importantes.


  • O que é uma "Ilha de Habilidade" no contexto neuropsicológico?

    O que é uma "Ilha de Habilidade" no contexto neuropsicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    Uma “ilha de habilidade” é quando a pessoa tem um talento muito forte em uma área específica, mesmo que tenha dificuldades em outras. É como um ponto de grande capacidade que se destaca. Identificar essa habilidade é importante porque ela pode ajudar no aprendizado, fortalecer a autoestima e mostrar que a pessoa não é definida apenas pelas suas dificuldades, mas também pelos seus potenciais.


  • É correto "corrigir" uma criança canhota? .

    É correto "corrigir" uma criança canhota? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    Não é correto forçar uma criança canhota a usar a mão direita, porque ser canhoto é algo natural e não um problema. Tentar mudar isso pode causar ansiedade, insegurança, dificuldades no aprendizado e frustração. O mais importante é respeitar a forma natural da criança e oferecer um ambiente e materiais que deem conforto, ajudando no seu desenvolvimento de forma saudável.


  • Gostaria de informar que fiz Avaliação Neuropsicológica e foi constatado que possuo Funcionamento In

    Gostaria de informar que fiz Avaliação Neuropsicológica e foi constatado que possuo Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) com Dificuldades das Habilidades de Coordenação Motora Fina, Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
    A Avaliação Neuropsicológica por si só é um Laudo ou agora preciso passar por Médicos Psiquiatra e Neurologista para a realização de um laudo? O que devo fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    Como você já teve avaliação, o próximo passo é a buscar de tratamento com médico Psiquiatra e Psicólogo. O Médico Psiquiatra vai te avaliar diante do seu laudo e te indicar o tratamento adequado, o Psicológico vai te ajudar nas questões emocionais. Ambos são importantes no seu tratamento.


  • Pessoas com "Funcionamento Intelectual Limítrofe" (FIL) sofrem mais mentalmente no trabalho?

    Pessoas com "Funcionamento Intelectual Limítrofe" (FIL) sofrem mais mentalmente no trabalho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    Devido a limitações cognitivas, dificuldades de adaptação e por não reconhecer as suas necessidades, pessoas com Funcionamento Intelectual Limítrofe enfrentam maior risco de estresse, ansiedade, depressão e baixa autoestima, quando não tem o diagnóstico adequado, afeta sua saúde mental e desenvolvimento profissional, é importante o acompanhamento profissional adequado para evitar o adoecimento mental, que pode se manifestar por meio de ansiedade e depressão, principalmente sob pressões nas atividades laborais.


  • Por que a desconcentração é comum no pessoas Funcionamento intelectual limítrofe (FIL) ?

    Por que a desconcentração é comum no pessoas Funcionamento intelectual limítrofe (FIL) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa noite!
    A desconcentração, na pessoa com Funcionamento Intelectual Limítrofe é forma de desinteresse e mais um sinal neurológico de que o ambiente ou a tarefa está sobrecarregando o sistema cognitivo, necessitando de adaptações.


  • Como a sensibilidade à rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) difere da de outras

    Como a sensibilidade à rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) difere da de outras condições, como Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Giane Leite

    Boa tarde!
    A sensibilidade à rejeição no Borderline difere do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), em sua origem, intensidade e da natureza do medo.
    A sensibilidade no Boderline é um medo profundo de abandono interpessoal, já no TDAH, é uma disforia intensa em resposta à percepção de falha ou críticae e no TOC, não é um sintoma proeminente e a condição se manifesta através de obsessões e compulsões.


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