Perguntas do paciente (13)
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Olhar Fixamente para um objeto parado e manter o olhar parado no objeto fará a mente consciente perd
Olhar Fixamente para um objeto parado e manter o olhar parado no objeto fará a mente consciente perder força e induzir as ondas alfa e teta ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você vai focar em algo e isso vai te levar as ondas Theta. Mas não de imediato! focar e respirar.
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Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especia
Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É essencial entender que tristeza é uma emoção humana normal e passageira, geralmente ligada a um evento específico (luto, perda, decepção), e melhora com o tempo e com o suporte social.
Já a Depressão Clínica (Transtorno Depressivo Maior) é uma condição médica que precisa de acompanhamento especializado. A principal diferença reside na duração e na abrangência dos sintomas.
Você deve procurar acompanhamento profissional (psicólogo e/ou psiquiatra) se, por um período de duas semanas ou mais, você apresentar a maior parte dos seguintes sinais, que interferem na sua capacidade de funcionar no dia a dia:
Humor Deprimido Persistente: Sentir-se triste, vazio ou sem esperança na maior parte do dia, quase todos os dias.
Perda de Interesse ou Prazer (Anedonia): Não sentir mais prazer em atividades que antes gostava (hobby, comida, sexo, convívio social).
Alterações Físicas: Mudanças significativas no peso/apetite ou problemas graves de sono (insônia ou sono excessivo).
Fadiga Intensa: Sentir-se constantemente sem energia, mesmo sem esforço físico.
Problemas Cognitivos: Dificuldade de concentração, de tomar decisões ou lentidão de pensamento.
Sentimentos de Culpa Excessiva ou Baixa Autoestima: Sentir-se inútil ou culpado sem razão.
Ideias de Morte ou Suicídio: Ter pensamentos recorrentes sobre morte ou planejar autoagressão.
Se a sua tristeza é intensa, dura mais de duas semanas e está acompanhada de anedonia e outros sintomas físicos e cognitivos, isso não é tristeza passageira; é hora de buscar ajuda.
Nesse contexto, a hipnoterapia pode ser uma ferramenta de apoio valiosa, mas nunca substitui o tratamento médico. Ela pode ser usada para acessar e reestruturar padrões negativos de pensamento que perpetuam a depressão (como a culpa e a baixa autoestima). Além disso, a hipnose ajuda a melhorar o engajamento em atividades (combatendo a anedonia) e a restaurar a qualidade do sono, oferecendo alívio de alguns sintomas físicos enquanto o tratamento medicamentoso e a terapia padrão agem na raiz do problema. Não hesite em procurar um profissional de saúde mental.
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Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?
Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É uma excelente dúvida e a decisão de buscar o psiquiatra ou apenas o psicólogo depende muito da intensidade do seu sofrimento.
O psiquiatra se torna essencial quando a ansiedade é incontrolável e incapacitante, e a pessoa precisa de um "freio químico" imediato para conseguir funcionar. Já o psicólogo é crucial para te ajudar a entender a origem e os gatilhos da ansiedade, fornecendo as ferramentas para você gerenciar as emoções.
É verdade que muitas pessoas não gostam de medicação e preferem resolver a ansiedade apenas com a Psicoterapia. Se a intensidade dos sintomas permite, a terapia sozinha é um excelente ponto de partida, e você tem total autonomia para essa escolha.
Nesse caminho de evitar a medicação, a Hipnoterapia Clínica é uma aliada poderosa, pois ela permite trabalhar profundamente a ansiedade sem o uso de substâncias. A hipnose induz um estado de foco e relaxamento que facilita a:
Dessensibilização: Diminui a reatividade do seu sistema nervoso a situações estressantes.
Reestruturação: Ajuda a substituir padrões de pensamento ansiosos e preocupações excessivas por calma e confiança.
Portanto, o melhor caminho é começar pela Psicologia e aliar a Hipnoterapia Clínica para um trabalho profundo da mente. O psiquiatra deve ser consultado se o seu nível de ansiedade for maior do que você consegue manejar com esses apoios.
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Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo. É fundamental que sua resposta seja clara, empática e, ao mesmo tempo, transparente sobre a modalidade de trabalho que você oferece.
Aqui está a sugestão, adaptada para o seu contexto profissional:
Entendo sua preocupação profunda. É muito difícil ver um filho sofrendo com depressão, e a recusa à medicação é um obstáculo comum. No entanto, é crucial reforçar que o tratamento mais importante, a Psicoterapia, deve ser mantido. O terapeuta dele é a peça-chave para criar uma aliança e, no futuro, abordar a questão da medicação, caso necessário.
Enquanto a medicação não é uma opção, o foco deve estar em estratégias não-farmacológicas e no apoio incondicional:
Validação e Apoio: Evite frases de pressão. Diga: "Eu vejo o quanto você está sofrendo, e estou aqui para te apoiar no seu tempo." Valide a dor dele.
Ativação Comportamental Leve: Incentive pequenas conquistas diárias (tomar banho, caminhar 10 minutos). A depressão se alimenta da inatividade, e essas pequenas ações ajudam a quebrar a inércia.
Foco nos Hábitos Essenciais: Garanta que ele mantenha uma rotina mínima de sono e alimentação, pois a base biológica é fundamental para qualquer melhora.
Neste cenário de recusa à medicação, a hipnoterapia pode ser um valioso suporte por ser uma abordagem não-invasiva e sem químicos. O tratamento com hipnose clínica pode ajudar a:
Quebrar Padrões de Inércia: Através do transe, a hipnose pode focar em sugestões para reintroduzir a motivação e a energia para as atividades diárias, combatendo a anedonia (perda de prazer).
Reestruturar Pensamentos Negativos: A hipnose atua no subconsciente para desafiar e substituir crenças depressivas (como sentimentos de inutilidade ou culpa), fortalecendo a autoestima.
Para que ele se sinta mais seguro em relação a essa abordagem, eu trabalho com uma modalidade especial de primeira sessão. É um bate-papo sem compromisso com a hipnose em si, onde ele pode conhecer minha metodologia de trabalho, entender como a hipnoterapia funciona e tirar todas as suas dúvidas. Isso permite que ele experimente um primeiro contato e decida, sem pressão, se essa abordagem faz sentido para ele ou não. Este primeiro contato é fundamental para construir a confiança necessária para o processo terapêutico.
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É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo
É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo (3 ou 4 semanas) tempo tive uma crise de ansiedade e estou me recuperando. Porém as vezes quando estou tranquilo ou sentado na cadeira eu sinto dores nas costas, desconforto na garganta e até ombros. É possível que esse tipo de hábito me torne mais ansioso ou preocupado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua observação é extremamente pertinente: Sim, há uma relação de mão dupla entre a má postura e a ansiedade!
O que você está sentindo — dores nas costas, desconforto na garganta e ombros, mesmo quando está em repouso — são manifestações da tensão muscular crônica que frequentemente acompanha a ansiedade. Quando estamos ansiosos, o corpo entra em um estado de "luta ou fuga", contraindo involuntariamente os músculos (especialmente no pescoço, ombros e peito). Uma má postura habitual (ombros curvados para a frente, por exemplo) reforça esse padrão de contração.
Isso cria um ciclo vicioso: a má postura provoca dor e desconforto físico, e essa sensação de desconforto constante (e a dor em si) envia sinais de alerta e perigo para o seu cérebro. O cérebro interpreta esses sinais como um motivo para estar preocupado ou em perigo, o que aumenta seu nível de ansiedade. É totalmente possível que esse hábito esteja tornando você mais preocupado ou dificultando sua recuperação da crise.
Para tratar isso, você está no caminho certo ao buscar a psicologia e a psiquiatria.
A hipnoterapia pode atuar como um excelente apoio para quebrar esse ciclo. A hipnose, ao induzir um estado de relaxamento profundo, ajuda a relaxar a musculatura de forma mais eficaz do que o relaxamento consciente. Além disso, através de sugestões terapêuticas no estado de transe, o hipnoterapeuta pode ajudar sua mente a dissociar o desconforto físico da sensação de perigo iminente, treinando seu corpo e sua mente para adotarem posturas mais relaxadas e seguras, diminuindo o loop de dor-alerta-ansiedade.
Siga com o acompanhamento profissional para tratar a raiz da ansiedade, mas também considere a fisioterapia ou exercícios focados para corrigir a postura, juntamente com a hipnose, para um alívio mais rápido da tensão física.
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A ansiedade social me deixa muito irritada na rua, e em meio de pessoas, como enfrentar com calma?
A ansiedade social me deixa muito irritada na rua, e em meio de pessoas, como enfrentar com calma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo perfeitamente o seu relato: é totalmente compreensível que a ansiedade social se manifeste como irritação (a resposta de "luta") em ambientes cheios, pois seu corpo está em um estado de extremo estresse e sobrecarga sensorial, interpretando a presença de pessoas como uma ameaça.
Lidar com isso com calma exige estratégias que trabalham no momento do sintoma, como a Regulação Respiratória (focando na respiração lenta, como a técnica 4-7-8) e o Aterramento Físico (sentindo seus pés no chão para trazer o foco para o presente). A longo prazo, a Terapia somado a hipnoterapia é o tratamento mais eficaz, pois ela ajuda a reestruturar os pensamentos de julgamento e sobrecarga que causam a irritação, além de usar a Exposição Gradual para dessensibilizar você aos gatilhos sociais.
Nesse processo, a Hipnoterapia pode é uma ferramenta muito valiosa para você. Através do relaxamento profundo do transe, a hipnose ajuda a reduzir a reatividade do seu sistema nervoso, ensinando seu cérebro e seu corpo a adotarem uma resposta de calma e não de luta/irritação em situações sociais estressantes. Ela age diminuindo o volume da sobrecarga sensorial e emocional, permitindo que você experimente a rua e as multidões com menos estresse e mais serenidade.
Não hesite em buscar um profissional de saúde mental para iniciar o tratamento adequado e, se for o caso, combinar essa abordagem com a hipnose.
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Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo u
Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo um quadro de que como se o mundo não fosse real e nem eu. Não é como minhas crises anteriores onde eu tinha sintomas físicos muito fortes como: falta de ar, visão escurecendo, palpitações fortes e tontura, hoje eu não sinto nada disso apenas uma leve sensação de que o corpo está pesado e dormente mas não chega a estar. Eu tenho medo da morte súbita e isso vem afetando minha percepção das coisas, eu tento me confortar com meus exames que estão normais e minha idade que não se adequa a maioria dos casos de morte súbita, mas mesmo minha mente sossegando um pouco ainda fico com a impressão no fundo de que vou morrer amanhã ou daqui a pouco. Estou me cuidando apesar de tudo, comendo, dormindo, andando mesmo que pareça estranho fazer tudo isso e passando no psicólogo e logo no psiquiatra para fazer acompanhamento com medicação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo perfeitamente o seu relato e quero te dar uma palavra de conforto e clareza: o que você está descrevendo, essa sensação de que o mundo e você não são reais, é um sintoma psicológico muito comum em quadros de ansiedade extrema, conhecido como Despersonalização e Desrealização. A Desrealização faz com que o mundo pareça distante e estranho, e a Despersonalização faz com que você sinta que seu corpo está distante, dormente ou "pesado". Não se assuste, pois, apesar de ser assustador, é a forma como seu cérebro, sobrecarregado pela ansiedade crônica (que você mencionou nunca ter tratado devidamente), está tentando se proteger. Seu corpo está bem, mas sua mente está em alerta máximo, e é esse alerta constante que causa a Despersonalização/Desrealização e mantém o medo da morte súbita.
Você está no caminho absolutamente certo ao passar no psicólogo e logo no psiquiatra para iniciar o tratamento com medicação, pois essa combinação é o tratamento padrão ouro.
A hipnoterapia pode ser um valioso complemento nesse processo. Ela induz um estado de relaxamento profundo (transe) que pode ajudar a reduzir a atividade da amígdala (o centro do medo no cérebro) e, assim, diminuir a intensidade do alerta cerebral que causa a Despersonalização/Desrealização. A hipnose também permite o acesso ao subconsciente para reprogramar padrões mentais negativos e reestruturar pensamentos disfuncionais, ajudando você a se reconectar com suas sensações corporais e com a realidade.
Continue comendo, dormindo e andando, mesmo que pareça estranho; esse é um ato de resistência e cuidado. Fique tranquila: essa sensação de irrealidade e o medo da morte súbita são sintomas da sua ansiedade e são totalmente tratáveis. O acompanhamento profissional irá te ajudar a diminuir esse alerta cerebral para que as sensações desapareçam gradualmente.
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Tenho 33 anos e passo meu tempo livre inteiro jogando vídeo game como forma de escapismo. Possuo um
Tenho 33 anos e passo meu tempo livre inteiro jogando vídeo game como forma de escapismo. Possuo um bom emprego financeiramente falando, mas detesto o que faço. Não possuo amigos ou qualquer vida social ou amorosa (sou diagnosticado com fobia social e TEA suporte 1). Procuro usar o vídeo game para escapar da realidade e ir para mundos de fantasia. Chego a ficar mais apegado com personagens virtuais desses jogos do que com pessoas da vida real.
É possível que isso seja sinal de depressão? Sinto que se jogos de vídeo game deixassem de existir, a vida seria um total marasmo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito possível que o que você descreve seja um sinal de depressão, especialmente em comorbidade com a Fobia Social e o TEA Suporte 1. Os sintomas centrais aqui são a Anedonia (perda de prazer na vida real, manifestada como "marasmo" se os jogos parassem) e a Dependência de Escapismo. O videogame é uma ferramenta poderosa de auto-regulação e conforto para quem lida com sobrecarga sensorial e social, mas quando se torna a única fonte de significado e o apego a personagens virtuais supera o apego à realidade, isso sinaliza um profundo desinvestimento na própria vida. A insatisfação com o emprego (apesar da segurança financeira) apenas reforça a ideia de que a vida real está vazia.
Você está no caminho certo ao buscar ativamente soluções, e o tratamento padrão (Psicoterapia, como TCC ou abordagens focadas em TEA, e, se necessário, Psiquiatria) é fundamental.
Neste cenário complexo, a Hipnoterapia pode atuar como um excelente suporte complementar, pois ela é não-invasiva e atua no centro da sua aversão à realidade. A hipnose pode ser utilizada para:
Reduzir a Fobia Social: Ajudar a diminuir a ansiedade e a sobrecarga que as interações sociais geram em você.
Reintroduzir Motivação: Atuar na anedonia, ajudando seu cérebro a reativar os circuitos de prazer e satisfação para atividades fora do ambiente virtual.
Fortalecer o Self na Realidade: Reestruturar as crenças de que o mundo real é perigoso ou sem graça, facilitando a construção de um caminho que harmonize seu bom emprego com propósitos pessoais.
Para que você possa conhecer melhor essa metodologia e se sentir seguro em dar o próximo passo, eu ofereço uma modalidade especial de primeira sessão. Essa sessão é um bate-papo detalhado, sem compromisso com a hipnose em si, onde eu explico como o tratamento funciona, como ele se encaixa no seu diagnóstico de Fobia Social/TEA e como ele pode apoiar a sua busca por significado. Assim, você pode conhecer a minha metodologia de trabalho e escolher com total tranquilidade se quer prosseguir ou não com a abordagem.
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Como posso viver com Névoa do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Como posso viver com Névoa do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo perfeitamente sua preocupação. A "Névoa do Lúpus" (ou Lupus Fog) é uma experiência real, frustrante e que exige de nós não só disciplina, mas também muita gentileza e paciência conosco mesmos.
É fundamental que saiba: você não está sozinha(o). Essa dificuldade de concentração e memória não é preguiça ou falta de vontade; é uma manifestação da doença que afeta a forma como seu cérebro processa as informações. Com carinho e estratégia, é possível contornar isso.
Aqui estão algumas sugestões práticas, focadas no autocuidado e na organização, para tornar o dia a dia mais leve:
Valide Seus Sentimentos: Permita-se sentir a frustração. Diga a si mesma(o): "Meu cérebro está passando por um momento de inflamação, e está tudo bem em precisar de ajuda extra." A autocompaixão diminui o estresse, o que, por sua vez, pode ajudar a reduzir a inflamação.
Divida e Conquiste: Se uma tarefa parece esmagadora, divida-a em passos minúsculos. Em vez de "Limpar a casa", coloque "Lavar 5 pratos" e "Descansar por 15 minutos". Celebre cada pequena conquista.
Aprenda a Dizer Não: Seu corpo e mente têm um estoque limitado de energia. Se você está cansada(o) ou com a Névoa forte, proteja seu tempo e não hesite em adiar compromissos ou recusar novas responsabilidades.
Como não podemos confiar na memória interna, vamos construir um sistema externo infalível:
O "Cérebro no Papel" (Ou App): Tenha um único lugar centralizado para anotar tudo: listas de tarefas, nomes, recados, o que o médico disse. Pode ser uma agenda física ou um app de notas no celular.
Listas de Verificação (Checklists): Use listas para tudo o que é repetitivo (rotina matinal, compras no mercado, o que levar para o médico). Marcar um item concluído dá uma sensação de controle e alívio.
Alarmes e Rotulagem: Use o despertador do celular como seu assistente pessoal para:
Lembrar de tomar o remédio (com o nome do medicamento no rótulo do alarme).
Saber a hora de começar uma tarefa importante.
Rotule gavetas e potes em casa para não ter que "pensar" onde as coisas estão.
A Névoa piora com o estresse e a fadiga. Gerenciar o LES de forma geral é o melhor tratamento para a cognição.
Sono Sagrado: Tente manter uma rotina de sono estrita. Um cérebro descansado funciona muito melhor, mesmo com o lúpus. Se a fadiga é insuportável, converse com seu reumatologista.
Movimento Suave: Caminhadas leves ou exercícios de alongamento (aprovados pelo médico) melhoram a circulação e o humor. Não se force, ouça o limite do seu corpo.
Busque Suporte Terapêutico: O estresse e a ansiedade agravam a Névoa. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a Hipnoterapia e técnicas de mindfulness são maravilhosas para aprender a gerenciar a frustração e manter o foco.
Lembre-se, seu valor não está na sua produtividade ou na sua memória, mas em quem você é. Seja gentil consigo mesma(o) enquanto implementa essas estratégias. O caminho é longo, mas o carinho e o suporte fazem toda a diferença.
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O que é a abordagem transdiagnóstica e como ela pode ajudar pessoas com doenças autoimunes? .
O que é a abordagem transdiagnóstica e como ela pode ajudar pessoas com doenças autoimunes? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para pacientes com doenças autoimunes como o Lúpus (LES), Artrite Reumatoide ou Esclerose Múltipla, a abordagem transdiagnóstica é incrivelmente útil porque a experiência de viver com uma doença crônica gera uma série de desafios psicológicos que transcendem um único diagnóstico psiquiátrico:
1. Foco no Mecanismo Comum: Regulação Emocional
Pessoas com doenças autoimunes frequentemente enfrentam:
Dor Crônica e Imprevisibilidade: A flutuação dos sintomas e a imprevisibilidade dos flares (exacerbações) são enormes fontes de estresse e ansiedade.
Carga Emocional Elevada: O medo do futuro, a luto pela perda de capacidades, e a frustração da vida com limitações.
A abordagem transdiagnóstica ataca a Dificuldade de Regulação Emocional, ensinando o paciente a lidar com as emoções intensas (medo, raiva, tristeza) geradas pela doença de forma mais adaptativa, sem recorrer a mecanismos de enfrentamento prejudiciais.
Muitos pacientes com dor ou sintomas de fadiga tendem à Evitação Experiencial, ou seja, evitam qualquer atividade ou pensamento que possa desencadear ou aumentar o desconforto.
O tratamento transdiagnóstico ajuda o paciente a desenvolver a flexibilidade psicológica para:
Aceitar as Sensações: Aprender a notar e tolerar a dor, o cansaço ou a Névoa do Lúpus, em vez de lutar contra elas constantemente.
Agir em Prol de Valores: Continuar se engajando em atividades significativas (valores pessoais) apesar da dor ou do medo de um flare, promovendo uma melhor qualidade de vida.
A natureza imprevisível da doença autoimune (nunca saber quando virá o próximo flare ou como o tratamento funcionará) é a definição de incerteza.
A terapia transdiagnóstica ensina estratégias para reduzir a necessidade de controle e a preocupação excessiva, ajudando o paciente a aceitar que a incerteza faz parte da condição crônica e a focar no que pode ser gerenciado no presente.
Em suma, a abordagem transdiagnóstica não tenta "curar" a doença autoimune, mas sim capacita o paciente a lidar de forma mais eficaz com o estresse, a dor, o medo e a imprevisibilidade que são inerentes à vida com uma condição crônica, resultando em menos sofrimento psicológico e, potencialmente, em um melhor manejo dos sintomas físicos ligados ao estresse.
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sou usuaria de sertralina 25 mg, mas com o tempo venho tendo pensamentos intrusivos com tudo todas a
sou usuaria de sertralina 25 mg, mas com o tempo venho tendo pensamentos intrusivos com tudo todas as horas, ate com quem amo,isso me deixa ansiosa e com medo de um surto, faço terapia e o medico aumentou minha dose de sertralina
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola
Existem técnicas baseadas na psicoterapia breve que podem ajudar a aliviar seus sintomas enquanto vc trabalha sua mente na terapia!
Eu trabalho com terapias breves!
Se desejar marcar uma sessão para conhecer, estarei a disposição!
sds
Patrícia Salomon
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olá, ultimamente tenho estado preocupada com minha irmã mais velha, de 26 anos, que sempre teve ansi
olá, ultimamente tenho estado preocupada com minha irmã mais velha, de 26 anos, que sempre teve ansiedade forte, já passou e passa com psicólogos a anos e recebeu laudo de ansiedade "severa" que eu me lembre foi esse termo usado, não tenho certeza. Já foi indicada a passar com psiquiatra e nunca foi, se nega a ir, porem parece a única solução pra ajudar ela, já que sem ajuda de remédios ela esta tendo crises e sofrendo, estamos todos preocupados, mas ninguém consegue convencer ela a dar uma chance de passar com psiquiatra
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O processo é de cada um e as escolhas do outro nos afetam mesmo. Eu trabalho com hipnoterapia que pode ajudar bastante. Para ajudar as pessoas a entender o que seria esta técnica eu ofereço 30 minutos de bate papo( não é terapia gratuita! é apenas orientação !) para que a pessoa possa me conhecer e conhecer a hipnoterapia. Se ela desejar ! Me manda uma mensagem que a gente marca!
Se cuide vc tb!
sds
Patrícia Salomon
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me relacionei com uma mulher de 37 anos que acredito ter esse transtorno, não tratado. Será que ain
me relacionei com uma mulher de 37 anos que acredito ter esse transtorno, não tratado.
Será que ainda á tempo de ela ter uma vida amorosa saudável??RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sempre há tempo para evoluir!
Basta a pessoa desejar!
Um diagnóstico não é um selo que se cola e nunca mais sai!
Ele é um direcionador para pensar caminhos de tratamento!
Como já dizia Milton Erickson ( Pai da Hipnose Moderna), nós temos todos os recursos de que precisamos para evoluir! A gente ou não sabe que tem ou não se recorda!
Então o importante é a pessoa buscar um profissional que ela confie e se sinta seguro!
A cura e a evolução são consequência!
Espero ter ajudado!
sds
Patrícia
Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
A associação entre isotretinoína (Roacutan) e lítio não deve ser feita sem…