Perguntas do paciente (106)

  • Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre f

    Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre fobia e outros transtornos de ansiedade agora não consigo sair de casa sozinho,o excesso de pesquisa pode atrapalhar uma ansiedade já presente na nossa mente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    O excesso de pesquisa pode aumentar a ansiedade quando se transforma em uma tentativa constante de encontrar explicações e certezas sobre aquilo que se sente. Saber que algo é ansiedade pode ajudar a nomear a experiência, mas nem sempre é suficiente para compreender por que ela aparece e se mantém.
    Quando o medo começa a limitar sua vida, como deixar de sair sozinho, pode ser importante iniciar uma terapia. Mais do que apenas identificar o sintoma, a análise busca compreender o sentido que ele possui na sua história e o que está por trás desse medo.


  • Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do pont

    Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do ponto de vista da psicanálise.

    Estou em um relacionamento em que há muitos conflitos, ofensas e perda de respeito mútuo. As brigas são frequentes e muitas vezes acontecem na frente dos nossos filhos. Já não existe mais convivência afetiva entre nós: não dormimos mais juntos e o carinho praticamente desapareceu.

    Sinto que, ao longo do relacionamento, houve um acúmulo de mágoas e quebra de confiança. Antes do casamento, minha esposa teve comportamentos que me geraram muita insegurança e desconfiança, o que fez com que eu entrasse no casamento já com o respeito e a admiração bastante abalados. Com o tempo, apesar de tentativas de reconstrução, o relacionamento foi se desgastando ainda mais.

    Hoje percebo um ciclo constante de conflito: eu reconheço meus erros e tento assumir responsabilidade pelas minhas atitudes durante as brigas, mas sinto que minha esposa não reconhece a própria participação nos problemas, o que me gera frustração e sensação de impotência. Isso acaba intensificando os conflitos entre nós.

    Também percebo em mim um grande desgaste emocional, sentimentos de baixa autoestima, medo de ficar sozinho e dúvida constante sobre se devo continuar tentando ou me afastar. Ao mesmo tempo, amo muito meus filhos e tenho muito medo de prejudicar a convivência com eles caso haja separação.

    Gostaria de entender, sob uma perspectiva psicanalítica, como esses padrões emocionais e relacionais podem estar se repetindo na minha vida e de que forma um processo terapêutico poderia me ajudar a compreender melhor minhas escolhas, meus vínculos afetivos e minha dificuldade em lidar com essa situação.

    Também gostaria de saber como a psicanálise enxerga situações em que há perda de respeito e repetição de conflitos dentro do casal, e quando isso pode indicar um limite emocional para a continuidade da relação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    O que você relata demonstra um relacionamento marcado por mágoas, perda de confiança e repetição de conflitos. A psicanálise pode ajudá-lo a compreender por que esse ciclo se mantém, quais medos dificultam uma decisão e como suas experiências afetivas anteriores influenciam suas escolhas atuais.
    A psicanalise não determina se você deve permanecer ou se separar, mas ajuda a diferenciar o desejo de reconstruir a relação do medo da solidão, da culpa ou do afastamento dos filhos. Também é importante lembrar que uma relação só pode ser transformada quando ambos reconhecem sua participação e se responsabilizam pelas mudanças necessárias.


  • Como a psicanálise explica a instabilidade dos relacionamentos no Transtorno de Personalidade Border

    Como a psicanálise explica a instabilidade dos relacionamentos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Na perspectiva psicanalítica, a instabilidade nos relacionamentos no TPB pode estar ligada ao medo intenso de abandono, à dificuldade de regular emoções e a uma percepção instável de si e do outro. Assim, a pessoa pode alternar rapidamente entre idealizar alguém e sentir-se decepcionada, rejeitada ou ameaçada por essa mesma pessoa.
    A análise busca integrar essas percepções contraditórias, compreender os gatilhos emocionais e construir formas mais estáveis de se relacionar, sem reduzir a pessoa ao diagnóstico.


  • Tenho sonhos com situações em que na vida real eu não quero que aconteça, os sonhos sempre são meio

    Tenho sonhos com situações em que na vida real eu não quero que aconteça, os sonhos sempre são meio confusos é uma mistura entre gostar e não gostar do sonho.


    As vezes quando acordo sinto uma sensação boa e culpa por isso, aí eu penso racionalmente se realmente quero que tal coisa aconteça e sempre chego a conclusão que não quero.


    Por que isso acontece? Tenho TOC sexual, muitos pensamentos durante o dia, medo, culpa e agora tenho sonhado com essas coisas. É angustiante.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Sonhar com algo não significa desejar que aquilo aconteça. Os sonhos misturam medos, emoções e conteúdos vividos durante o dia. No TOC, é comum atribuir um significado excessivo a pensamentos ou sonhos involuntários, gerando culpa e a necessidade de verificar repetidamente o que se deseja “de verdade”. Essa verificação pode manter o ciclo de ansiedade. Um processo analitico pode ajudar a separar sonho, pensamento e intenção, reduzindo a culpa e a angústia.


  • Um narcisista pode melhorar se não beber álcool e se for acompanhado psicologicamente os surtos de c

    Um narcisista pode melhorar se não beber álcool e se for acompanhado psicologicamente os surtos de ciúmes e agressividade serão minimizados

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Em relação ao álcool, ele pode intensificar impulsividade, reduzir inibições e aumentar conflitos em algumas pessoas. Por isso, diminuir ou interromper o consumo pode contribuir para reduzir episódios de ciúmes intensos, irritabilidade ou agressividade quando o álcool funciona como fator agravante.No entanto, ciúmes e agressividade geralmente não dependem apenas do álcool. Costumam envolver aspectos emocionais, padrões de relacionamento, formas de lidar com insegurança e história pessoal. Por isso, o acompanhamento psicológico é importante para compreender o que está sustentando esses comportamentos e promover mudanças mais consistentes ao longo do tempo.


  • É normal não estar triste e nem feliz? Estou preocupada com minha neutralidade, só cumpro as obrigaç

    É normal não estar triste e nem feliz? Estou preocupada com minha neutralidade, só cumpro as obrigações com meus filhos e não quero mais nada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Nem sempre essa neutralidade significa que há algo “errado”. Às vezes, depois de muita sobrecarga, a pessoa pode entrar em um estado de desligamento emocional, funcionando apenas para cumprir as obrigações, mas, quando isso persiste e vem acompanhado de perda de interesse pela vida, é importante buscar ajuda para compreender o que está por trás desse esvaziamento. A terapia pode ajudar a recuperar o contato com os próprios sentimentos e desejos.


  • Eu venho procurando uma resposta pra isso ao longo de minha vida eu sempre procurava algo que me fiz

    Eu venho procurando uma resposta pra isso ao longo de minha vida eu sempre procurava algo que me fizesse realizado e com propósito e encontrei o mercado financeiro, ser um negociador de ações isso me deu um foco e um objetivo, isso pode levar anos para me ter resultados.

    E nisso eu tenho problemas que afeta algumas áreas em minha vida que gostaria de ser resolvido, não consigo me adaptar em nenhum emprego e peço demissão muito rápido não consigo suportar e isso me prejudica nos relacionamentos não consigo me envolver com outras pessoas sinto que minha vida está uma bagunça, eu conseguisse resolver isso me sentiria livre desse peso

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Às vezes, quando colocamos em um único objetivo a expectativa de finalmente nos sentirmos livres ou realizados, outras questões emocionais acabam ficando em segundo plano. Pode ser importante compreender o que torna tão difícil permanecer e se envolver.
    Um acompanhamento psicológico pode ajudar a entender esses padrões e construir mudanças mais consistentes. Buscar propósito e cuidar do que hoje está dificultando sua vida podem caminhar juntos.


  • Boa tarde! Ultimamente meu marido tem muito fetiche por brinquedos eróticos, sempre usou em mim. Por

    Boa tarde! Ultimamente meu marido tem muito fetiche por brinquedos eróticos, sempre usou em mim. Porém ultimamente eu percebo que ele tá usando nele tbm , e isso antes nunca tinha acontecido com 8 anos juntos. Na hora da relação ele pega sem que eu veja um pênis de borracha e usa nele. E percebo que ele fica muito excitado. Isso é normal ou devo me preocupar? Será que ele tá tendo vontade de ter relação com homens?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Mais do que tentar concluir algo sozinha, pode ser interessante observar como está o diálogo entre vocês. Se isso trouxe estranhamento, insegurança ou dúvidas, conversar de forma aberta e sem julgamento costuma ser mais útil do que interpretar o comportamento isoladamente.
    Caso existam sofrimento, segredo excessivo, conflitos frequentes ou impacto na relação, um acompanhamento psicológico individual ou de casal pode ajudar a ampliar essa compreensão.


  • Olá! Estou passando por um momento chato, tenho um namorado e vivemos uma relação boa, leve e tranqu

    Olá! Estou passando por um momento chato, tenho um namorado e vivemos uma relação boa, leve e tranquila, me sinto segura ao lado dele. Mas sonho direto com ele me terminando o relacionamento e há alguns dis sonhos com mãos frequência. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Olá! Sonhos recorrentes geralmente não são previsões, mas expressões de medos e inseguranças internas. Mesmo vivendo uma relação boa e segura, pode existir em você um medo inconsciente de perda ou abandono, que aparece nos sonhos. Se isso estiver gerando ansiedade ou sofrimento, a psicoterapia pode ajudar a compreender melhor esses sentimentos e fortalecer sua segurança emocional.


  • Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consi

    Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consigo. Sendo parte da minha personalidade será que é possível mudar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Na psicoterapia, é possível compreender de onde vêm esses sentimentos, quais situações os ativam e como desenvolver mais segurança interna, confiança e autonomia emocional. Ou seja: mesmo que hoje pareça algo muito presente na sua personalidade, isso pode sim ser trabalhado e transformado ao longo do processo terapêutico.


  • O que é um vínculo e como influencia a forma como nos relacionamos com outras pessoas?

    O que é um vínculo e como influencia a forma como nos relacionamos com outras pessoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Vínculo é a ligação emocional que construímos com outras pessoas ao longo da vida. Ele começa nas primeiras relações de cuidado e influencia a forma como aprendemos a confiar, pedir ajuda, demonstrar afeto e lidar com proximidade e afastamento.
    Essas experiências podem se repetir nos relacionamentos adultos, muitas vezes sem percebermos. A terapia ajuda a compreender esses padrões e a construir formas mais conscientes e saudáveis de se relacionar.


  • Por que a confiança no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser “maximalista” (tudo ou

    Por que a confiança no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser “maximalista” (tudo ou nada)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    A confiança no Transtorno de Personalidade Borderline, pode parecer “tudo ou nada” porque há dificuldade em lidar com nuances nas relações. Pequenos sinais podem ser vividos como rejeição intensa, ativando medo de abandono. Além disso, ocorre a clivagem, em que o outro é percebido como totalmente confiável ou totalmente ameaçador. Isso reflete uma sensibilidade emocional elevada e uma dificuldade em sustentar ambivalências nos vínculos.


  • Em minha vida inteira, nunca consegui manter amizades, amizades da adolescencia eu simplesmente excl

    Em minha vida inteira, nunca consegui manter amizades, amizades da adolescencia eu simplesmente exclui da minha vida sem mais nem menos (nao houve nada), mas por vezes me veem esses impulsos e acabo que nao consigo manter relaçoes com pessoas, acabo me afastando, ignorando e muitas vezes sumindo real, trocando de numero, para não ter mais que falar com tais pessoas, e desde sempre foi assim, não tenho amigos, nenhum com 26 anos apenas, tenho uns 3 virtuais, e depois de alguns meses, sumi, inclusive estão preocupados, me mandando email e tudo, mas nao sinto esgotamento nem nada, só vontade de ficar isolada mesmo, e quando esse sentimento acaba, acabo sentindo falta dessas pessoas, mas com vergonha de procura las novamente, e mais algumas questoes que me fazem crer que eu tenha algo, algum transtorno...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    O que você descreve parece ser um padrão de afastamento emocional e isolamento que acontece há bastante tempo. Isso não significa necessariamente que você “não goste” das pessoas, mas pode indicar uma dificuldade em sustentar vínculos e proximidade emocional.
    Esse tipo de comportamento pode ter diferentes causas e não é possível definir um transtorno apenas por um relato online. Mas, como isso parece gerar sofrimento e impactar suas relações, seria importante buscar um acompanhamento psicológico para compreender melhor o que acontece nesses momentos em que surge a vontade de sumir e se isolar.


  • Tenho diagnostico de ansiedade a quase 20 anos e um diagnostico recente de Transtorno misto depressi

    Tenho diagnostico de ansiedade a quase 20 anos e um diagnostico recente de Transtorno misto depressivo-ansioso, já medicada e em tratamento (cloridrato de desvenlafaxina) e faço TCC.
    Percebi que tenho ansiedade todos os dias no mesmo horário (entre 14:30 e 15hs) sem que eu me lembre de algum gatilho especifico nesse horário,não consegui evoluir em terapia ainda essa questão.Pensando em procurar por psicanalise, faz sentido mudar a abordagem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Sim, pode fazer sentido. Às vezes, mesmo quando não existe um gatilho consciente claro, o corpo e a mente acabam funcionando em certos “ritmos emocionais”, como se aquele horário ativasse automaticamente um estado interno já conhecido pelo organismo. Isso pode estar relacionado a hábitos, memórias emocionais, antecipações inconscientes ou até padrões fisiológicos construídos ao longo do tempo.
    A TCC costuma ajudar muito no manejo dos sintomas, identificação de pensamentos automáticos e construção de estratégias práticas. Já a psicanálise busca compreender mais profundamente os sentidos emocionais e inconscientes envolvidos nos sintomas.


  • Quais ferramentas a análise pode me dar para que eu pare de tentar 'curar' o abandono do meu pai no

    Quais ferramentas a análise pode me dar para que eu pare de tentar 'curar' o abandono do meu pai no passado através das minhas relações do presente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    A análise pode ajudar a compreender como a experiência de abandono ainda aparece nas relações atuais e quais padrões acabam se repetindo.
    O objetivo não é apagar o passado, mas diferenciar o que pertence à história vivida e o que pertence aos vínculos do presente, permitindo relações menos guiadas pela tentativa de reparar uma dor antiga.
    Perceber esse movimento já costuma ser um passo importante no processo.


  • De que forma o vazio deixado pelo abandono do meu pai se transformou em uma insegurança constante de

    De que forma o vazio deixado pelo abandono do meu pai se transformou em uma insegurança constante de que serei deixada a qualquer momento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Experiências de abandono, principalmente na infância, podem marcar profundamente a forma como a pessoa aprende a se vincular afetivamente. Quando uma figura importante, como o pai, está ausente emocional ou fisicamente, muitas vezes a criança não consegue compreender racionalmente o que aconteceu e pode internalizar sentimentos de rejeição, insegurança ou a sensação de “não ser suficiente”.
    Na psicoterapia, esse processo pode ser trabalhado para que a pessoa consiga diferenciar o passado do presente, fortalecer a própria segurança emocional e construir relações menos marcadas pelo medo do abandono.


  • Eu descobri uma traição recentemente e percebo que isso está ocupando todo o meu pensamento. Gostari

    Eu descobri uma traição recentemente e percebo que isso está ocupando todo o meu pensamento. Gostaria de entender o que essa dor está revelando sobre a minha estrutura emocional agora.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    A descoberta de uma traição pode abalar não apenas a confiança no outro, mas também a autoestima, a sensação de segurança e a imagem construída sobre a relação. Por isso, é comum que o pensamento fique preso ao acontecimento, tentando compreender o que ocorreu e recuperar algum controle.
    A terapia pode ajudar a entender quais feridas essa experiência reativou, separar a responsabilidade do outro daquilo que você sente sobre si e elaborar essa dor antes de tomar decisões importantes.


  • Descobri uma traição do meu parceiro e terminei, como posso trabalhar o medo de que essa situação se

    Descobri uma traição do meu parceiro e terminei, como posso trabalhar o medo de que essa situação se repita em outros vínculos?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Após uma traição, é comum surgir medo, insegurança e dificuldade de confiar novamente. Muitas vezes, além da dor da perda, a pessoa passa a viver em estado de alerta, com receio de reviver o mesmo sofrimento em outros vínculos.Trabalhar isso não significa “apagar” o que aconteceu, mas compreender como essa experiência afetou sua confiança, autoestima e forma de se relacionar. Um processo terapêutico pode ajudar a elaborar essa vivência para que o medo não passe a definir suas relações futuras.


  • Estou casado há 22 anos, há alguns meses me envolvi com outra mulher, não consigo deixá-la, mas tamb

    Estou casado há 22 anos, há alguns meses me envolvi com outra mulher, não consigo deixá-la, mas também não consigo abandonar meu casamento que é harmonioso e tenho um filho com a minha mulher. Não consigo sair dessa situação, porém não me sinto bem nela, está me consumindo. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Você parece estar dividido entre dois vínculos que representam necessidades diferentes, e essa ambivalência tem lhe causado sofrimento. Enquanto nenhuma decisão é tomada, a situação tende a se prolongar e afetar todos os envolvidos.
    A terapia pode ajudá-lo a compreender o que busca nessa outra relação, o que ainda o mantém no casamento e quais medos dificultam uma escolha. Mais do que decidir impulsivamente, é importante assumir responsabilidade pela situação e construir uma decisão coerente com aquilo que deseja viver.


  • Fazer uma pergunta para o cérebro antes de adormecer Escrever uma pergunta para o Subconsciente depo

    Fazer uma pergunta para o cérebro antes de adormecer Escrever uma pergunta para o Subconsciente depois fechar olhos deitar e dormir pra técnica ficar melhor tenho que repetir falar a frase mentalmente da pergunta até apagar? Ou o Subconsciente terá memória da escrita??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Paulo Eduardo Porto

    Repetir mentalmente pode ajudar a focar, mas não é obrigatório e, se gerar esforço ou ansiedade, pode até atrapalhar o relaxamento,o mais importante é formular a pergunta de forma clara, relaxar e dormir. Muitas vezes, a resposta surge de forma indireta — em sonhos, insights ou percepções ao longo do dia seguinte.


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