Perguntas do paciente (21)
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É normal sair verme nas fezes,uma semana depois de ter parado o tratamento de três dias, com anitta?
É normal sair verme nas fezes,uma semana depois de ter parado o tratamento de três dias, com anitta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezada paciente,
A presença de vermes nas fezes uma semana após a interrupção do tratamento com o vermífugo pode ocorrer devido à eliminação gradual dos parasitas e à dinâmica do seu ciclo biológico. Em alguns casos, esse achado pode indicar que o medicamento está atuando efetivamente na expulsão dos parasitos, o que pode demandar mais alguns dias para a conclusão do processo terapêutico. Entretanto, é fundamental observar se o quadro se apresenta isoladamente ou se vem acompanhado de sintomas como dor abdominal intensa, diarreia ou febre.
Caso os sintomas se mantenham ou surjam sinais de desconforto, torna-se necessária uma reavaliação clínica para confirmar a eficácia do tratamento e, se apropriado, instituir medidas terapêuticas adicionais. Ressalta-se, ainda, a importância das orientações de higiene pessoal para prevenir a reinfecção, conforme amplamente descrito na literatura publicada em revistas indexadas, como as do American Journal of Tropical Medicine and Hygiene e do The Lancet Infectious Diseases.
Atenciosamente, Dr. Pedro Moreira
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Fiz uma cirurgia do abscesso a 11 dias, fui no retorno e o medico disse que está td bem pediu para voltar daqui tres
Fiz uma cirurgia do abscesso a 11 dias, fui no retorno e o medico disse que está td bem pediu para voltar daqui tres semanas eu posso ter relação já ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezada paciente,
A retomada da atividade sexual no período pós-operatório de cirurgia de abscesso perianal pode ser considerada de forma segura quando houver uma cicatrização adequada e ausência de sintomas como dor, desconforto ou sinais de infecção. Em geral, a literatura, como reportado em estudos publicados no Colorectal Disease, sugere que atividades de menor impacto, inclusive a relação sexual, podem ser retomadas gradativamente a partir de 2 a 4 semanas após o procedimento, desde que a evolução da cicatrização seja satisfatória e não haja contraindicações clínicas.
Como o seu médico avaliou que o processo de cicatrização está ocorrendo normalmente e agendou um novo retorno para daqui a três semanas, em princípio não há impedimento para a retomada da atividade sexual, sempre com cautela para evitar esforços que possam ocasionar desconforto ou comprometer a cicatrização.
Entretanto, é fundamental que seja observada qualquer manifestação de dor ou outro sintoma, sendo recomendável a interrupção imediata da atividade se tais sinais surgirem, assim como o contato com o seu médico para uma reavaliação.
Atenciosamente, Dr. Pedro Moreira
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É normal que uma cirurgia a laser para retirada de cisto pilonidal não retire todo o tecido afetado
É normal que uma cirurgia a laser para retirada de cisto pilonidal não retire todo o tecido afetado pelo cisto? No meu caso, pelo exame de toque do médico que me operou, não há mais presença de cisto, mas ainda tenho inflamação no local da cirurgia e sai bastante sangue. Existe algum exame de imagem que eu possa fazer para detectar o que está errado? Devo procurar outro profissional para avaliar o caso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezada paciente,
Em procedimentos minimamente invasivos a laser para tratamento de cisto pilonidal, é possível que, mesmo com a remoção aparente do cisto no exame clínico, persista uma reação inflamatória local decorrente da manipulação tecidual e do processo de cicatrização. É relativamente esperado que haja algum grau de inflamação e até sangramento moderado na fase pós-operatória imediata. Contudo, se o sangramento se apresenta em quantidade significativa ou a inflamação persiste além do esperado para o tempo de cicatrização, torna-se prudente realizar uma investigação mais aprofundada.
Exames de imagem, como a ultrassonografia ou a ressonância magnética, podem ser úteis para avaliar a presença de eventuais complicações, tais como abscessos residuais, áreas de inflamação intensa ou formação de fistulas. Estes métodos permitem uma avaliação não invasiva e detalhada do tecido operado, contribuindo para o esclarecimento do quadro clínico. A indicação destes exames deve ser discutida com o médico responsável pelo seu acompanhamento, que poderá definir a conduta mais adequada com base na evolução clínica e na suspeita diagnóstica levantada.
Caso haja dúvidas persistentes quanto à evolução do quadro ou se os sintomas se agravarem, buscar uma segunda opinião junto a outro profissional de confiança pode agregar segurança e direcionamento ao manejo terapêutico, conforme recomendado pela literatura publicada em periódicos indexados, como Diseases of the Colon & Rectum e Surgical Endoscopy.
Atenciosamente, Dr. Pedro Moreira
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Fiz uma drenagem de cisto pilonidal faz 15 dias, já posso fazer depilação a laser na região ?
Fiz uma drenagem de cisto pilonidal faz 15 dias, já posso fazer depilação a laser na região ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Após a drenagem de cisto pilonidal, o processo de cicatrização envolve diversas fases e é fundamental que a ferida esteja completamente cicatrizada antes de se submeter a procedimentos estéticos que possam gerar calor ou microtraumas, como a depilação a laser. Aproximadamente 15 dias após o procedimento, é provável que a área ainda esteja na fase inicial de cicatrização, com presença de tecidos em regeneração e possível hiperemia residual, o que pode aumentar o risco de irritação ou complicações se submetida ao laser.
Recomenda-se aguardar até que haja a consolidação do processo cicatricial, o que geralmente ocorre após um período de 6 a 8 semanas, ou conforme orientação específica do seu cirurgião ou coloproctologista. Essa cautela permitirá que a pele se estabilize e que os riscos associados, como a reabertura da ferida ou a inflamação exacerbada, sejam minimizados.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Estou usando dialtiazem 2% e lindocaina 2% fazem 6 dias é normal ainda sentir ardencia na fissura an
Estou usando dialtiazem 2% e lindocaina 2% fazem 6 dias é normal ainda sentir ardencia na fissura anal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Durante o manejo das fissuras anais com terapêutica tópica, como o uso de diltiazem 2% associado à lidocaína 2%, é esperado que haja gradativa melhora dos sintomas, entretanto o tempo de resposta pode variar significativamente entre os indivíduos. Após 6 dias de tratamento, ainda é possível que a sensação de ardência persista, pois o processo de cicatrização da fissura geralmente demanda um período mais prolongado, podendo se estender de 4 a 8 semanas ou mais, conforme a gravidade da lesão e a resposta individual ao tratamento.
A persistência dos sintomas neste estágio inicial não necessariamente indica falha terapêutica, mas sim que o tempo para a completa resolução da irritação inflamatória e o relaxamento do esfíncter, promovidos pelo diltiazem, podem ser maiores do que o esperado para alguns pacientes. É importante seguir rigorosamente as orientações de higienização, dieta e manejo da dor, além de manter acompanhamento clínico para reavaliação do tratamento.
Caso os sintomas se agravem ou não haja sinais de melhora progressiva com o prosseguimento do tratamento, é recomendável retornar ao seu especialista para uma reavaliação e, se necessário, ajuste terapêutico.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Fiz cirurgia de hemorroidas faz 1 mês e meio , ainda tenho dificuldade de evacuar. Isso passa ?
Fiz cirurgia de hemorroidas faz 1 mês e meio , ainda tenho dificuldade de evacuar. Isso passa ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Após uma hemorroidectomia, é relativamente comum que a evacuação continue a apresentar dificuldades no período pós-operatório, especialmente durante o processo de cicatrização, que pode se estender por diversas semanas. Esse quadro pode ser associado a fatores como espasmo do músculo esfincteriano, formação de tecido cicatricial e sensibilidade anal aumentada, os quais podem interferir na coordenação dos reflexos de evacuação.
A dificuldade de evacuar observada após um mês e meio pode ser transitória e, com a continuidade de cuidados, como uma dieta rica em fibras, hidratação adequada, e, se necessário, o uso de laxantes osmóticos sob orientação médica, pode haver uma melhora progressiva. Ademais, medidas como banhos de assento e, em alguns casos, o ajuste de medicações analgésicas e relaxantes musculares podem contribuir para amenizar o desconforto e facilitar o trânsito intestinal.
Entretanto, é imprescindível que o quadro seja acompanhado de perto pelo seu médico, pois, caso a dificuldade persista de forma intensa ou venha associada a outros sintomas, como dor severa, sangramento ou sinais de infecção, uma reavaliação clínica será necessária para descartar a ocorrência de complicações ou a necessidade de intervenções adicionais.
Portanto, embora essa situação possa melhorar naturalmente ao longo do tempo, a persistência dos sintomas justifica uma consulta médica para ajustes específicos no manejo terapêutico.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Após a drenagem do pus do cisto pilonidal, estou observando a saída de um tecido espesso, semelhante
Após a drenagem do pus do cisto pilonidal, estou observando a saída de um tecido espesso, semelhante a uma cápsula. Isso é normal?
O procedimento foi feito em um hospital, e estou tomando um anti-inflamatório e amoxicilina.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
A eliminação de tecido espesso, que pode assemelhar-se a uma cápsula, após a drenagem do pus de um cisto pilonidal pode ser observada como parte do processo de cicatrização. Esse material pode corresponder a porções de cápsula inflamatória ou a fragmentos de tecido necrótico, que estão sendo expelidos durante a resolução da inflamação local. Em muitos casos, essa eliminação é compatível com uma resposta esperada do organismo, principalmente quando acompanhada da adequada administração de anti-inflamatórios e antibióticos, como a amoxicilina, que visam reduzir a carga inflamatória e prevenir infecções secundárias.
Contudo, é importante que esse processo seja monitorado, principalmente se estiver associado a sinais de agravamento, como aumento da dor, febre, ou um sangramento de volume expressivo. Caso esses sintomas se desenvolvam ou persistam, é recomendada uma reavaliação clínica para confirmar a evolução do quadro e, se necessário, a realização de exames complementares, como ultrassonografia ou mesmo ressonância magnética, que podem melhor delinear a presença de abscessos residuais ou outras complicações.
Reforça-se, portanto, que a conduta ideal é seguir as orientações do profissional que o acompanhou no procedimento e retornar para uma nova avaliação no período previamente indicado, comunicando qualquer alteração no seu quadro clínico. Em situações de dúvida ou se houver a percepção de que o processo não está evoluindo como esperado, a busca por uma segunda opinião médica pode ser adequada e contribuir para a segurança e eficácia do tratamento.
Atenciosamente, Dr. Pedro Moreira
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Bom dia, fiz uma colonoscopia a 1 mês atrás e deu que estava com cicatriz em reto distal e pólipo de
Bom dia, fiz uma colonoscopia a 1 mês atrás e deu que estava com cicatriz em reto distal e pólipo de reto, fui para o médico e ele passou uma ressonância mais não deu nada, mais surgiu fazer uma cirurgia, fiz a cirurgia e ele retirou um pólipo, fez a ressecção endo anal, fez uma esficterplastina anal, fez a eletrocoagulação de lesões de pele e mucosa,,, e já fazem 8 dias que sinto muita ardência e uma fisgadas 24h por dia, e quando vou ao banheiro é uma dor insuportável, já estou fazendo uma dieta que as fezes estão saindo pastosa, mais não adianta e ardência é 24h por dia. oq vcs acham que pode ser isso? E normal sentir essa ardência e essas fisgadas? Até quanto tempo isso melhora ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Bom dia. É relativamente comum que, durante o período inicial pós-operatório de intervenções anorretais múltiplas – como a remoção de pólipo, ressecção endoanal, esfinteroplastia e eletrocoagulação das lesões – o paciente experimente ardência e fisgadas na região anal. Tais sintomas podem ser atribuídos a diversos mecanismos:
Resposta Inflamatória e Cicatricial:
A manipulação extensiva dos tecidos durante a cirurgia gera um processo inflamatório e cicatricial que, nos primeiros dias, pode se manifestar por intensa dor, ardência e espasmos musculares na região anorrectal.
Espasmo Esfincteriano e Hipersensibilidade Local:
A intervenção, sobretudo quando envolve a realização de esfinteroplastia e a eletrocoagulação em áreas de pele e mucosa, pode resultar em hiperatividade do músculo esfincteriano e aumento da sensibilidade neural, contribuindo para a ocorrência contínua das fisgadas e ardência.
Resposta à Irritação Mecânica e Inflamatória Durante a Evacuação:
Embora a dieta esteja direcionada para a obtenção de fezes pastosas, o ato de evacuar pode ainda causar irritação nas áreas operadas, intensificando a dor no período de cicatrização.
Quanto à evolução dos sintomas, é esperado que, com o prosseguimento do processo de cicatrização, haja uma progressiva redução da inflamação e, por conseguinte, diminuição da intensidade da dor. Em geral, os sintomas mais agudos podem persistir até duas ou três semanas no pós-operatório, sendo que a melhora gradual costuma ocorrer a partir do final da segunda semana. Entretanto, os prazos de recuperação podem variar conforme as particularidades do caso, a extensão da intervenção e a resposta individual do paciente.
É fundamental que haja monitoramento clínico contínuo. Caso a dor se intensifique, haja sinais de infecção (como febre ou aumento da vermelhidão e edema na região) ou qualquer outra alteração inesperada, é imprescindível buscar nova avaliação médica para confirmar que o processo de cicatrização segue adequado e para, se necessário, ajustar o manejo da dor e a conduta terapêutica.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Fiz uma drenagem de abscesso perianal tem uma massa branca no buraco posso retirar
Fiz uma drenagem de abscesso perianal tem uma massa branca no buraco posso retirar
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
A presença de uma massa branca no local da drenagem do abscesso perianal pode se referir a material fibrinoso, tecido necrosado ou mesmo tecido de granulação, os quais podem fazer parte do processo normal de cicatrização. A remoção de tais estruturas deve ser realizada apenas por meio de avaliação médica especializada, uma vez que a intervenção inadequada pode interferir na cicatrização ou propiciar infecções.
Recomenda-se que você procure o seu médico para que seja realizada uma avaliação clínica detalhada do local. Somente após a análise do quadro e da evolução do processo cicatricial é que se poderá estabelecer a conduta terapêutica mais apropriada, que pode incluir, se indicado, a remoção controlada do tecido residual ou a manutenção do acompanhamento clínico.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Tenho colite crônica moderada posso anda de moto? e qual o remedio pra cite e tenho muita privação d
Tenho colite crônica moderada posso anda de moto? e qual o remedio pra cite e tenho muita privação de ventre oque devo tomar por favor mim ajude obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
No contexto de colite crônica moderada, a prática de atividades cotidianas, como andar de moto, geralmente é viável, desde que a doença esteja sob controle e não ocorram exacerbações agudas, tais como crises de diarreia intensa, urgência defecatória ou dor abdominal incapacitante. Contudo, essa decisão deve ser individualizada, levando em consideração a estabilidade clínica e o manejo atual da colite. Recomenda-se que, antes de praticar atividades que envolvam riscos ou longos períodos sentados, haja uma avaliação detalhada do quadro clínico e uma orientação especializada, a fim de evitar situações que possam desencadear ou agravar os sintomas.
Quanto ao tratamento da colite, o manejo farmacológico é pautado em protocolos que variam de acordo com o grau de atividade inflamatória, extensão da doença e resposta individual ao tratamento. Em casos de colite crônica moderada, terapêuticas como 5-aminossalicílicos (mesalazina, por exemplo), podem ser indicadas, juntamente com agentes imunossupressores ou biológicos, em situações específicas. Todavia, a escolha do medicamento deve ser realizada com base na avaliação do seu médico assistente, que considerará o histórico clínico e os exames complementares.
Em relação à constipação (privação de ventre) que você relata, a abordagem terapêutica envolve medidas dietéticas — como a manutenção de uma dieta rica em fibras e a adequada ingestão de líquidos — e, quando necessário, o uso de laxantes osmóticos (como polietilenoglicol ou lactulose em doses adequadas), que auxiliam na obtenção de fezes mais pastosas e facilitam o trânsito intestinal. A monitorização dessa conduta terapêutica é fundamental para ajustar as doses e evitar complicações associadas ao uso prolongado de laxantes. É importante frisar que a escolha do tipo de laxante e o ajuste da terapia devem ser definidos por seu médico, que poderá avaliar interações e possíveis efeitos adversos relacionados ao manejo da colite.
Dessa forma, para uma orientação segura quanto à prática de atividades, bem como para a otimização do tratamento da colite e manejo da constipação, é imprescindível o acompanhamento regular e individualizado do seu caso.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Boa tarde Doutores, fiz uma cirurgia dê drenagem de abcesso perianal, a 04 dias , seguindo a recomen
Boa tarde Doutores, fiz uma cirurgia dê drenagem de abcesso perianal, a 04 dias , seguindo a recomendação de um profissional que cuidou do meu caso , estou trocando curativos diariamente utilizando a pomada fitoscar, mantendo assim o local fechado , a 01 dia comecei a sentir dores e incômodos que não sentia antes, pode estar inflamado? Devo parar com os curativos e deixar aberto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Boa tarde. Os sintomas de dor e incômodo que iniciaram há um dia podem ser indicativos de uma resposta inflamatória local, que pode ocorrer como parte do processo normal de cicatrização, ou, em alguns casos, sinalizar o desenvolvimento de uma complicação, como infecção superficial. A manutenção dos curativos diários com pomada fitoscar, conforme orientação prévia, visa justamente proteger o leito de cicatrização e promover o controle da inflamação.
É importante ressaltar que qualquer alteração no padrão do local operado, como o surgimento de dor nova ou agravamento dos sintomas, deve ser reavaliada pelo médico assistente. Alterar o método de manejo do curativo – por exemplo, interromper a aplicação dos curativos e deixar o local exposto – não deve ser feito sem uma avaliação clínica, pois a exposição pode favorecer a contaminação da ferida e retardar a cicatrização. Portanto, recomendo que você retorne à consulta ou entre em contato com o profissional que acompanha o seu caso para que a evolução clínica seja devidamente reavaliada e, se necessário, ajustar a conduta terapêutica.
Caso haja sinais associados, como aumento de edema, vermelhidão, calor local, ou presença de secreção purulenta, é imprescindível buscar atendimento médico imediato, pois esses achados podem sugerir um quadro de infecção.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Quanto tempo leva para o supositório dissolver????
Quanto tempo leva para o supositório proctyl dissolver?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Em condições normais, o supositório Proctyl, por ser formulado com base de dissolução térmica, tende a derreter e liberar sua substância ativa geralmente dentro de 15 a 30 minutos após a aplicação, uma vez que a temperatura e a umidade retal contribuem para esse processo. Entretanto, é importante considerar que fatores individuais, como a variação na temperatura retal e a presença de fezes ou secreções, podem alterar ligeiramente esse tempo.
Caso observe alguma dificuldade no uso do produto ou persistência de sintomas, recomendamos que consulte o seu médico para uma avaliação personalizada.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Estar sentada muito tempo, pode abrir a ferida onde foi feita a drenagem do obceso perianal?
Estar sentada muito tempo, pode abrir a ferida onde foi feita a drenagem do obceso perianal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
A permanência prolongada em posição sentada pode, sim, exercer pressão contínua sobre a região perianal, o que pode interferir na estabilidade do leito cirúrgico e, em determinados casos, favorecer a deiscência da ferida em processo de cicatrização, principalmente se o manejo pós-operatório ainda for recente. Essa pressão pode comprometer a integridade dos tecidos reparados, além de aumentar o risco de irritação local e, consequentemente, de infecção.
Para minimizar esses riscos, recomenda-se adotar medidas como:
Utilizar almofadas ou dispositivos que reduzam a pressão sobre a área perianal;
Intercalar períodos de repouso com pausas para mobilização e mudança de posição;
Seguir estritamente as orientações do seu médico quanto ao manejo da ferida e ao retorno gradual às atividades diárias.
Cada caso é individual e o estágio de cicatrização pode variar conforme fatores específicos do paciente e o tipo de intervenção realizada. Assim, é importante discutir com o seu médico a possibilidade de ajustes na rotina, a fim de evitar complicações e promover uma recuperação adequada.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Dores , inchaço e rigides após procedimento de drenagem de abcesso perianal é normal? Quantos dias p
Dores , inchaço e rigides após procedimento de drenagem de abcesso perianal é normal? Quantos dias para esse inchaço desinchar ? Existe a possibilidade de se ter formado outro abcesso e ter que drenar novamente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Após a drenagem de abscesso perianal, a presença de dor, inchaço e rigidez na região é um achado frequente e esperado, decorrente da resposta inflamatória e do processo natural de cicatrização. Tais sintomas podem refletir a formação de tecido cicatricial, edema e espasmo dos músculos locais que foram submetidos ao trauma cirúrgico.
Quanto ao tempo para redução do inchaço, geralmente observa-se uma melhora significativa entre 7 a 10 dias, embora essa evolução possa variar de acordo com o perfil individual, a extensão da infecção e a resposta inflamatória do paciente. É fundamental manter o acompanhamento clínico e seguir as orientações pós-operatórias para potencializar o processo de cicatrização, como cuidados com a higiene local, repouso relativo e, quando indicado, o uso de medicações anti-inflamatórias e analgésicas.
Em relação à possibilidade de formação de novo abscesso, há, de fato, um risco de recorrência ou de desenvolvimento de abscessos adicionais se houver persistência ou reintrodução do agente infeccioso, especialmente em indivíduos com fatores predisponentes ou em situações de imunocomprometimento. A drenagem inicial pode não eliminar por completo a infecção em casos complexos, o que pode, em alguns momentos, requerer uma nova intervenção. Por isso, é crucial estar atento à evolução do quadro clínico, devendo qualquer sinal de piora (como aumento da dor, febre, mal-estar geral ou aumento do edema) ser comunicado imediatamente ao seu médico assistente para uma reavaliação e, se necessário, nova conduta terapêutica.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Fiz uma hemorroidectomia no início de janeiro. Durante a recuperação notei uma fissura que não fecha
Fiz uma hemorroidectomia no início de janeiro. Durante a recuperação notei uma fissura que não fecha. Fiz uma manometria e a conclusão foi hipertonia esfincteriana interna. Precisarei fazer outra cirurgia? Qual o tempo médio para recuperação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Após a hemorroidectomia realizada no início de janeiro, a persistência de uma fissura anal associada à hipertonia do esfíncter interno, conforme evidenciado na manometria, configura um cenário que pode impactar o processo de cicatrização local. Esta condição pode comprometer a perfusão da região anal, perpetuando a fissura mesmo após a intervenção inicial.
Em situações nas quais o manejo clínico conservador – incluindo o uso de terapêuticas tópicas, a otimização da dieta, a administração de laxantes e terapias analgésicas – não promove a resolução do quadro, a intervenção cirúrgica pode ser considerada. Entre os procedimentos descritos na literatura de renome, a esfinterotomia lateral interna tem sido amplamente empregada para o tratamento de fissuras crônicas associadas à hipertonia esfincteriana, apresentando boa taxa de resolução sintomática e cicatrização, com um risco reduzido de incontinência, quando realizada de forma criteriosa.
Conforme os estudos publicados, a melhora dos sintomas após a esfincterotomia pode ser observada geralmente entre 4 a 6 semanas, com a completa cicatrização ocorrendo, na maioria dos casos, entre 8 a 12 semanas, embora esses prazos possam variar de acordo com as características individuais do paciente e a resposta terapêutica.
Portanto, a indicação para uma nova intervenção cirúrgica deve ser avaliada de forma criteriosa e personalizada, considerando o perfil clínico, a evolução do quadro e o impacto na qualidade de vida. Recomenda-se discutir de maneira detalhada as opções terapêuticas, ponderando os benefícios, riscos e expectativas, bem como manter um rigoroso acompanhamento pós-operatório para assegurar a resolução do quadro e prevenir complicações.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Paresse que tem um nervinho duro e dolorido na saida do anus, pode ser hemorroidas ?
Paresse que tem um nervinho duro e dolorido na saida do anus, pode ser hemorroidas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
A sensação que você descreve de um “nervinho duro e dolorido” na saída do ânus pode estar associada a diversas condições. Uma possibilidade é a presença de hemorroidas externas trombosadas, que se apresentam na forma de nódulos firmes e dolorosos, especialmente se houver recente irritação ou trauma na região. Outras condições, como um sinal sentinela (piling) ou alterações do tecido conjuntivo local, também podem ser consideradas.
Entretanto, apenas a avaliação clínica detalhada por um profissional, através do exame físico, possibilita a confirmação do diagnóstico. Assim, é importante que este achado seja reavaliado para que se possa definir a conduta mais adequada.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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após a licença de 30 dias da cirurgia de hemorroidas que fiz em outra cidade, voltarei ao serviço e
após a licença de 30 dias da cirurgia de hemorroidas que fiz em outra cidade, voltarei ao serviço e tenho que viajar de ônibus 850 km, meu serviço fica em prédio de 4 lances de escadas (48 degraus) sem elevador, quais perigos posso sofrer ?
Ainda sofro com dores e sangramento ao ir ao banheiro que só acontece dia sim e dia não com uso de laxante,RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
No período pós-operatório de hemorroidectomia, especialmente quando persistem sintomas como dor e sangramento intermitentes mesmo com o uso de laxantes, a realização de uma viagem longa (850 km de ônibus) e o deslocamento em prédio sem elevador podem representar desafios adicionais à recuperação. Entre os riscos potenciais, destacam-se:
Aumento da Dor e do Desconforto:
O prolongado tempo em posição sentada durante a viagem pode agravar a pressão sobre a região anal, intensificando a dor e o desconforto, sobretudo se a cicatrização ainda não estiver consolidada.
Exacerbação do Sangramento:
Esforços mecânicos, como a subida de 48 degraus, podem aumentar a tensão na área operada, potencialmente exacerbando o sangramento. A irregularidade nas evacuações, mesmo com o uso de laxantes, pode refletir esforços excessivos no momento da defecação, o que pode interferir na cicatrização.
Riscos de Complicações na Cicatrização:
A sobrecarga mecânica e o estresse fisiológico decorrentes de longos períodos de imobilidade e esforços físicos podem afetar negativamente o processo de cicatrização, aumentando o risco de deiscência dos pontos ou comprometendo a integridade do tecido operado.
Riscos Relacionados à Imobilidade:
Embora não seja específico da cirurgia anal, o longo trajeto em ônibus pode elevar o risco de trombose venosa, o que demanda atenção a medidas preventivas, como hidratação adequada e, se indicado, o uso profilático de anticoagulantes, conforme avaliação médica individualizada.
Diante desse quadro, recomenda-se:
Reavaliação Clínica: Discuta com seu médico assistente a possibilidade de adiar ou readequar os planos de viagem, permitindo uma estabilização maior do quadro pós-operatório.
Medidas de Suporte: Se a viagem for inevitável, adote medidas como pausas regulares para alongamento e caminhadas leves durante a viagem, além de manter hidratação e seguir rigorosamente as orientações para o manejo da dor e evacuações.
Acompanhamento da Recuperação: Mantenha um acompanhamento próximo dos sintomas; a intensificação da dor ou do sangramento, ou o surgimento de novos sintomas, deve ser comunicada imediatamente ao seu médico.
Atenciosamente, Dr. Pedro Moreira
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Bom dia! Fiz uma conoloscopia e a conclusao foi: PÓLIPO COLÓNICO YAMADA II- POLIPECTOMIA ainda não t
Bom dia! Fiz uma conoloscopia e a conclusao foi: PÓLIPO COLÓNICO YAMADA II- POLIPECTOMIA ainda não tenho o resultado da biopsia. O que significa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Bom dia. O laudo da colonoscopia, que indicou a presença de um “pólipo colônico Yamada II – poliectomia”, significa que durante o exame foi identificado e removido um pólipo com características morfológicas descritas pela classificação de Yamada. Essa classificação baseia-se na aparência macroscópica dos pólipos, e o padrão Yamada II costuma descrever pólipos com uma forma sessil (menos pediculado) ou com elevações discretas. Contudo, é importante enfatizar que a análise histopatológica do tecido removido é essencial para determinar a natureza exata do pólipo, ou seja, se se trata de uma lesão benigna, se há presença de displasia ou mesmo sinais precoces de malignidade.
A remoção profilática de pólipos, conforme praticado, é uma medida reconhecida na prevenção do câncer colorretal, conforme evidenciado em publicações indexadas em periódicos de renome, como The American Journal of Gastroenterology e Gastroenterology. Portanto, o prognóstico e as orientações futuras dependerão fundamentalmente do resultado da biópsia. Recomenda-se aguardar o relatório final, que, aliado à avaliação clínica, servirá de base para a definição de um plano de acompanhamento adequado.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Olá! Fiz a cirurgia aberta metodo tradicional há 9 dias. Os dois primeiros dias eu nao consegui evac
Olá! Fiz a cirurgia aberta metodo tradicional há 9 dias. Os dois primeiros dias eu nao consegui evacuar e estava passando muito mal e meu medico meu deu 90ml de lactulose e consegui evacuar sem dor pois estava bastante aguado. Estou seguindo uma dieta bem rigida rica em fibras, sem gordura, sem doce, refrigerantes e alimentos que ressecam e bebendo 3L de agua por dia e tomando 30ml de lactulose todos os dias, mas minhas fezes ainda estao meio duras. Faço banho de assento 3 vezes por dia, tomo tramal de 12/12h, passo a pomada Ultraproct LDO 4 vezes por dia, mas ainda sinto muita dor. Retornei ao medico com 7 dias e ele disse que estava tudo bem. Eu não aguento mais essa dor, o que mais tenho que fazer pra ela passar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
Após a cirurgia aberta, é esperado que o processo de cicatrização se estenda por algumas semanas, e a persistência da dor pode ocorrer, especialmente nos 9 a 14 dias iniciais. A dor que você relata pode estar relacionada aos seguintes aspectos:
Inflamação Pós-operatória:
O processo inflamatório, inerente à resposta cirúrgica, pode ocasionar dor intensa enquanto ocorre a cicatrização dos tecidos anorretais.
Esforço Durante a Evacuação:
Fezes um pouco duras, mesmo com o uso de lactulose e dieta rica em fibras, podem levar a um maior esforço durante a evacuação, exacerbando a dor.
Sensibilidade Local e Espasmo Muscular:
O manejo inadequado da dor pode desencadear espasmos dos músculos anorretais, mantendo a dor intensa mesmo com a medicação analgésica em uso.
Diante desses fatores, recomenda-se:
Manutenção e Otimização da Dieta e Hidratação:
Continuar com a ingestão de líquidos (3L por dia) e manter uma alimentação rica em fibras, evitando alimentos que possam ocasionar fezes ressecadas.
Ajuste do Regime Analgésico:
Embora o Tramal 12/12h esteja em uso, pode haver necessidade de reavaliar a adequação e a dosagem do analgésico. A inclusão de anti-inflamatórios sistêmicos, se não contraindicado, ou de uma medicação tópica com ação anestésica pode ser considerada para um melhor controle da dor. Qualquer ajuste deve ser feito mediante nova avaliação médica.
Continuidade dos Banhos de Assento:
Manter os banhos de assento (3 vezes ao dia) é uma medida importante para aliviar a dor e melhorar a circulação local.
Avaliação Clínica Adicional:
Embora o retorno aos 7 dias tenha sido considerado satisfatório, a persistência de dor intensa justifica uma reavaliação clínica detalhada para descartar complicações, como infecção ou deiscência local. Se houver sinais associados, como febre, aumento do sangramento ou alteração significativa na área operada, é fundamental buscar nova orientação médica.
É essencial que esses sintomas sejam acompanhados de perto para possibilitar intervenções que visem a melhoria do conforto e a segurança no processo de cicatrização. Recomendo que consulte seu médico responsável para discutir a possibilidade de ajuste terapêutico, de forma a intensificar o controle da dor e melhorar sua qualidade de vida neste período pós-operatório.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
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Tenho uma primeira consulta médica com especialista: coloproctologista. Houve a indicação para aplicação
Tenho uma primeira consulta médica com especialista: coloproctologista. Houve a indicação para aplicação de MINILAX (com intervalo de 4 horas entre as aplicações), na véspera da consulta (na manhã seguinte). A dúvida é: devo evacuar bastante? Porque evacuei pouco, não sentido efeitos do laxante?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prezado paciente,
A indicação para a aplicação de Minilax na véspera da consulta visa promover uma limpeza do intestino, facilitando a avaliação endoscópica ou a inspeção clínica realizada pelo especialista. A resposta ao laxante pode variar significativamente entre os pacientes. O objetivo não é necessariamente evacuar em grande quantidade, mas sim reduzir o conteúdo fecal de modo a permitir uma avaliação adequada da região retal e colônica.
Caso você tenha evacuações discretas, isso pode refletir uma resposta individual ao agente laxante. Se o intestino estiver relativamente limpo e não houver desconforto significativo, a resposta pode ser considerada adequada. Contudo, se houver dúvidas ou se persistir desconforto, é recomendável comunicar o ocorrido ao seu médico, que poderá ajustar a estratégia de limpeza ou esclarecer eventuais orientações adicionais para o preparo.
Atenciosamente,
Dr. Pedro Moreira
Perguntas frequentes
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Ouvir vozes dentro da cabeça caracteriza alucinaçõses no transtorno esquizoafetivo? Junto com oscila
Esse fenômeno se chama na verdade pseudoalucinações. São vozes dentro da…