Perguntas do paciente (13)

  • Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar

    Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde.
    Me chamo Quezia Azevedo e sou Psicóloga e irei responder sua pergunta...
    Bom, tudo depende muito da abordagem que o profissional utiliza. Em muitos do casos, o material funciona sim, mas depende também do paciente em colocar tudo isso em prática.
    Sempre recomendo aos meus pacientes que se questionem e se perguntem sempre sobre suas demandas e que nesse processo tenha reflexão, é algo que ajuda bastante.
    Caso deseje conversar melhor sobre algumas dúvidas, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com

    Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    É natural sentir essa dor. Quando a gente ama alguém, dar um passo importante na própria vida pode despertar culpa, medo e a sensação de que está deixando o outro para trás. Mas construir a sua história não significa abandonar a sua mãe.

    Por um olhar psicanalítico, esse momento também mexe com os papéis que vocês ocuparam durante tantos anos. Sair de casa pode fazer você sentir que está "falhando" com ela, quando, na verdade, está apenas vivendo uma nova fase da sua vida.
    O mais importante é lembrar que presença não depende de morar na mesma casa. Continue sendo um filho presente, faça visitas, ligue, participe da rotina dela e conversem sobre esse novo momento. É possível cuidar de quem você ama sem abrir mão de viver a sua própria vida.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia

    Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.

    Sinto muito pela sua perda. Dá para sentir o quanto a sua cachorrinha foi importante na sua vida.
    Por um olhar psicanalítico, quando alguém que amamos parte, é comum a culpa aparecer como uma tentativa de encontrar uma explicação para uma dor que parece impossível de suportar. Ficar pensando no que poderia ter sido diferente não muda o que aconteceu, mas mostra o quanto esse vínculo era valioso para você.
    Ver outros cachorrinhos e sentir esse aperto no peito também faz parte desse luto. Aos poucos, o desafio não é deixar de amar ou esquecer a sua companheira, mas permitir que a saudade exista sem que ela machuque tanto. O amor que ficou não é um sinal de que você precisa sofrer para sempre, mas de que essa história sempre vai ter um lugar especial dentro de você.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?

    Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde.
    Me chamo Quezia Azevedo e sou Psicóloga e irei responder sua pergunta...
    A primeira coisa que se deve perguntar, é "porque parece que tudo depende de você?"
    Você não precisa dar conta de tudo, ninguém precisa...
    Lembrando que essa é uma resposta simplificada, para lhe responder melhor precisaria entender melhor o contexto de sua história...
    Se desejar conversar melhor sobre isso é só me chamar!
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    Sim, um término pode, sim, ser vivido como um luto. A gente não perde só a pessoa, mas também os planos, os sonhos e a versão de nós mesmos que existia naquela relação.

    Por um olhar psicanalítico, superar essa dor não é esquecer nem "seguir em frente" de um dia para o outro. É dar espaço para sentir, entender o que essa relação significou e, aos poucos, ressignificar essa experiência. A dor não desaparece de uma hora para outra, mas, quando ela é acolhida em vez de evitada, vai perdendo força e abre espaço para novos começos.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    É normal que isso doa. Muitas vezes, a dor não está apenas nos objetos, mas no significado que eles tinham: lembranças, momentos especiais e uma parte importante da sua história. Quando eles são perdidos sem a sua autorização, também pode surgir a sensação de que algo muito seu foi tirado.
    Por um olhar psicanalítico, o mais importante é acolher esse sentimento, sem pensar que ele é exagerado. As memórias e os afetos ligados a esses objetos continuam fazendo parte de quem você é, e, com o tempo, é possível dar um novo significado a essa perda.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes)

    Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes) e eu descobri ontem com um ano juntos q eles são irmãos, e meu namorado pediu um tempo. Estou com medo de terminarmos, eu me sinto muito culpada. E ele é o único apoio que tenho (eu tenho autismo e depressão) e sem ele sinto que tudo vai desmoronar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    Antes de tudo, sinto muito que você esteja passando por isso.
    Entendo por que você está se sentindo tão angustiada. Mas, pelo que você contou, essas conversas aconteceram antes mesmo de você conhecer seu namorado. Ou seja, você não tinha como saber quem ele era ou imaginar que isso faria parte da sua história no futuro.
    Por um olhar psicanalítico, quando existe o medo de perder alguém muito importante, é comum a culpa ficar enorme e fazer parecer que toda a responsabilidade é sua. Mas nem toda culpa corresponde a um erro real.
    Também vale olhar com carinho para o que você disse sobre sentir que tudo vai desmoronar sem ele. Isso mostra o quanto essa relação se tornou um lugar de segurança para você. Independentemente do que acontecer, seu valor e sua vida não dependem de uma única relação. Dê um tempo para que ele também organize os sentimentos dele e, quando houver espaço, conversem com sinceridade. Muitas vezes, o diálogo ajuda a enxergar a situação de uma forma menos dolorosa do que a ansiedade faz parecer.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons

    Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    O que você está vivendo merece ser levado a sério. Pelo que você descreveu, isso vai além da timidez e tem causado um sofrimento muito grande.
    Por um olhar psicanalítico, esse medo pode estar ligado a angústias que foram se formando ao longo da sua história e que acabam aparecendo nas relações com as pessoas. A boa notícia é que isso pode ser compreendido e cuidado.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico a

    Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico assinado? Existe tempo mínimo de acompanhamento psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    De forma geral, para pessoas trans maiores de idade, não existe um tempo mínimo de acompanhamento psicológico obrigatório. Também não é uma regra que toda terapia hormonal exija um laudo psicológico, embora alguns serviços ou profissionais possam solicitar um relatório, dependendo da avaliação.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit

    Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    Muitas vezes o que mais dói não é o tempo das conquistas, mas a ideia de que existe uma idade "certa" para alcançá-las. Quando essa comparação toma conta, fica difícil enxergar o próprio caminho.
    Talvez valha a pena se perguntar de onde vem essa cobrança tão grande. As suas conquistas não têm menos valor porque chegaram em outro momento. A sua história tem o seu próprio tempo, e isso não significa que ela começou tarde. Ela já está sendo construída, um passo de cada vez.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda

    Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    Quando um casal perde o respeito, normalmente isso vai muito além das brigas. Muitas vezes, cada um acaba repetindo na relação feridas e conflitos que nem percebe que carrega. Reconstruir o respeito não depende só de pedir desculpas ou esquecer o que aconteceu, mas de ambos estarem dispostos a se conhecer melhor, entender o que estão repetindo e mudar a forma de se relacionar. Quando existe esse movimento dos dois, o respeito pode, sim, ser reconstruído.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de

    Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    Bom, nem sempre a tristeza tem uma causa evidente. Às vezes, ela aparece quando emoções vão sendo guardadas por muito tempo ou quando você sente que não pode ser quem realmente é dentro da relação.
    O fato de sentir que precisa "pisar em ovos" e que seus sentimentos não são validados pode ir acumulando um sofrimento que acaba aparecendo em forma de choro, vontade de se isolar e uma tristeza difícil de explicar.
    Talvez esse seja um convite para olhar com mais carinho para o que essa relação desperta em você e para o espaço que você tem dado às suas próprias emoções. Você não precisa ignorar essa dor, ela pode estar tentando dizer que algo importante precisa ser escutado.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


  • Por que a flexibilidade cognitiva é importante na avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo

    Por que a flexibilidade cognitiva é importante na avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Quezia  Azevedo

    Olá, boa tarde. Me chamo Quezia Azevedo, sou Psicóloga e responderei sua pergunta.
    A flexibilidade cognitiva é importante porque mostra o quanto a pessoa consegue mudar a forma de pensar e agir diante das situações. No TOC, essa dificuldade costuma aparecer na repetição de pensamentos e comportamentos. Por um olhar psicanalítico, isso também ajuda a entender como a pessoa fica presa a conflitos internos e acaba repetindo padrões que geram sofrimento.
    Lembrando que essa resposta é algo mais simplificado, para responder melhor é preciso saber um pouco mais sobre o contexto...
    Caso deseje falar mais sobre isso, estou à disposição.
    Atenciosamente, Quezia Azevedo.


Perguntas frequentes

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