Perguntas do paciente (19)

  • Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Olá. sim! Em muitos casos, o término de um relacionamento pode ser vivido como um processo de luto. Quando um vínculo importante se encerra, não perdemos apenas a presença da outra pessoa, mas também os planos construídos, as expectativas para o futuro e uma forma de viver que fazia parte da nossa rotina.

    Por isso, é comum que surjam sentimentos como tristeza, saudade, raiva, culpa, ansiedade ou até dificuldade para retomar atividades do dia a dia. Cada pessoa vivencia esse processo de maneira singular, e não existe um tempo "certo" para superar um término.

    Quando o sofrimento se torna intenso, persistente ou começa a comprometer significativamente a vida pessoal, profissional ou os relacionamentos, a psicoterapia pode ser um espaço importante para compreender o que esse término representa na história de cada um, elaborar as perdas envolvidas e construir novas possibilidades de seguir em frente.

    Cuidar dessa dor não significa esquecer o que foi vivido, mas encontrar maneiras de atribuir novos sentidos à experiência e retomar a própria vida com mais recursos emocionais.


  • Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando

    Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Perceber que você “sempre precisa estar certo” já é um movimento importante de reflexão!
    Às vezes, a dificuldade em mudar de opinião não está apenas na ideia em si, mas no que essa situação desperta: medo de estar errado, necessidade de se proteger ou dificuldade em lidar com críticas e frustrações. A questão a ser feita não é apenas “eu estou certo?”, mas também: “o que acontece comigo quando alguém pensa diferente de mim?”

    Aprender a flexibilizar não significa perder sua identidade ou seus valores. Significa ampliar sua capacidade de ouvir, escolher e se relacionar melhor.

    Se esse padrão tem trazido conflitos, perdas ou sofrimento, a psicoterapia pode ser um espaço para entender essas raízes e construir novas possibilidades!


  • Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit

    Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    A sensação de estar “atrasado” na vida é mais comum do que parece. Muitas vezes, sofremos não apenas pelo momento que estamos vivendo, mas pela comparação com o caminho de outras pessoas e pela ideia de que existe uma idade certa para conquistar determinadas coisas.

    Mas a vida não acontece em uma única linha do tempo. Construir algo aos 35, 40 ou depois não significa que você perdeu tempo; significa que sua trajetória teve um ritmo próprio, com experiências, aprendizados e escolhas que também fazem parte da construção de quem você é.

    Se essa sensação de atraso, culpa ou frustração tem tirado sua motivação, a psicoterapia pode ajudar a compreender essas cobranças e construir uma relação mais saudável com a própria história.


  • Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos

    Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.

    O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.

    Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.

    Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Um relacionamento em crise não é definido apenas pela quantidade de conflitos, mas principalmente pela forma como o casal lida com eles.

    Discussões frequentes, ofensas e conflitos diante dos filhos são sinais de sofrimento que merecem atenção, mas isso não significa, por si só, que a relação não possa ser reconstruída. Um dos principais pontos a observar é se ainda existe abertura de ambos para reconhecer responsabilidades, escutar o outro e construir mudanças.

    Às vezes, o problema não é apenas o conflito em si, mas o ciclo que se cria: um acusa, o outro se defende, ambos se machucam e a relação vai perdendo espaço para o diálogo.

    Perguntas importantes podem ser feitas como: “Existe desejo dos dois em tentar mudar essa dinâmica?”, “Conseguimos conversar sem tentar apenas provar quem está certo?”, “Há respeito, mesmo quando estamos magoados?”

    Quando o desgaste emocional está muito intenso, buscar ajuda — individual ou de casal — pode ser um caminho para compreender o que está acontecendo e tomar decisões com mais clareza. Falar sobre suas percepções, sentimentos e expectativas sobre a relação pode te ajudar a tomar uma decisão mais lúcida.

    O mais importante é não naturalizar um ambiente de constantes agressões emocionais, principalmente quando os filhos estão envolvidos.


  • É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem

    É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem?

    Eu estou em um relacionamento sério há algum tempo. Um dia, a minha namorada sugeriu de experimentarmos sem camisinha, pois segundo ela eu passaria a não mais querer fazer com camisinha. Assim que começou a menstruação dela nós experimentamos. Pois bem, fizemos isso duas vezes (em dois meses diferentes).

    Acontece que ela disse que agora só faremos após o casamento. Perguntei a ela o porquê disso, e ela me explicou os motivos dela. Me senti um pouco enganado, mas entendi e respeitei. Após isso, eu não tenho mais sentido "tesão" durante o sexo com camisinha da mesma forma que eu sentia antes de saber como era a sensação sem proteção. Soma-se o fato dela ter me contato que só transava sem camisinha com o ex, faz me sentir ainda pior.

    Agora, me parece que essa minha dificuldade de sentir o "tesão", não digo prazer, é mais da parte psicológica. E eu tenho buscado maneiras de "reeducar" meu cérebro para voltar a sentir essa vontade no sexo que eu sentia antes, mas tem sido muito difícil.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Pelo seu relato, parece que a dificuldade aumentou quando essa experiência ganhou outros significados: a sensação de ter sido conduzido a algo que você acreditava que continuaria acontecendo e, principalmente, a comparação com o fato de sua parceira ter feito isso com o ex.

    Nesse sentido surge uma reflexão importante: será que o desconforto está realmente relacionado à camisinha ou ao que ela passou a representar?

    Às vezes, o desejo é afetado não apenas pelo corpo, mas por sentimentos como frustração, insegurança, comparação e sensação de não ser escolhido da mesma forma. Esses elementos podem interferir muito mais na excitação do que a barreira física em si.

    O caminho talvez não seja “obrigar o cérebro a voltar ao que era antes”, mas compreender quais pensamentos e sentimentos estão sendo ativados nessa situação.

    Quando o sexo começa a carregar mágoas, comparações ou cobranças, ele deixa de ser apenas uma experiência de prazer e passa a ser também um lugar onde conflitos emocionais aparecem.

    Investigar esses significados pode ser um passo importante para recuperar uma relação mais leve com a própria sexualidade e com a parceria. A psicoterapia pode ser um bom caminho pra isso!


  • Ao pesquisar sobre alguma patologia que nos acomete, geralmente nos deparamos com um dos seguintes m

    Ao pesquisar sobre alguma patologia que nos acomete, geralmente nos deparamos com um dos seguintes manejos: Controlar o estresse. O que exatamente seria controlar o estresse? Como qualquer curioso tendemos a pesquisar isso também, o que lemos é: Atividade Física, lazer, tomar chá de camomila e ou erva doce. Bom, é isso mesmo? Me imagino logo fazendo essas coisas stressado e ficando mais stressado por não fica livre do estreasse

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Essa é uma ótima reflexão, porque muitas pessoas entendem “controlar o estresse” como se fosse aprender a nunca mais sentir estresse.

    O estresse é uma resposta natural do organismo diante de demandas, mudanças e situações percebidas como ameaçadoras. O objetivo não é eliminar essa resposta, como se fosse possível viver em um estado permanente de calma, mas desenvolver uma relação mais saudável com ela.

    Atividade física, lazer e práticas de relaxamento podem ajudar, mas não funcionam como um “remédio para apagar o estresse”. Se uma pessoa faz uma caminhada pensando “eu preciso parar de me sentir mal agora”, ela pode acabar transformando até uma atividade prazerosa em mais uma cobrança.

    Cuidar do estresse envolve também compreender: O que tem gerado essa sobrecarga? Como eu interpreto e respondo às situações difíceis? Eu consigo descansar sem sentir culpa? Tenho espaço para expressar emoções ou estou apenas tentando aguentar?

    Às vezes, o problema não é apenas a quantidade de demandas, mas a forma como estamos nos relacionando com elas. Controlar o estresse não é deixar de sentir. É aprender a reconhecer, regular e responder melhor ao que acontece dentro e fora de nós.


  • Traumas são experiências marcantes que podem promover adoecimento psíquico ?

    Traumas são experiências marcantes que podem promover adoecimento psíquico ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Traumas são experiências marcantes que podem impactar profundamente a vida emocional e psíquica. Dependendo da intensidade, duração e contexto, eles podem contribuir para sofrimento emocional, ansiedade, depressão, alterações de humor, dificuldades nos relacionamentos e outros quadros de adoecimento psíquico. Nem todo trauma leva necessariamente a um transtorno, mas ele cria vulnerabilidades que podem se manifestar de diferentes formas ao longo do tempo. O acompanhamento terapêutico adequado oferece um espaço seguro para compreender, elaborar e processar essas experiências, promovendo alívio, resiliência e equilíbrio emocional.


  • Tenho crises de ansiedade constantes, mas, durante elas, não sinto falta de ar nem taquicardia, para

    Tenho crises de ansiedade constantes, mas, durante elas, não sinto falta de ar nem taquicardia, para mim, os sintomas são mais emocionais: sinto uma angústia muito intensa e tenho crises frequentes de choro, junto com muitas preocupações, medos e uma sensação de agonia no corpo, também fico com uma grande confusão mental, isso seria também uma crise de ansiedade sem sintomas físicos, e mais relacionada emocional? Ou as crises de ansiedade tem que envolver os sintomas físicos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    As crises de ansiedade não precisam envolver sintomas físicos. Elas podem se manifestar predominantemente de forma emocional e cognitiva, com angústia intensa, medo, preocupação excessiva, choro frequente, sensação de agonia no corpo e confusão mental. O que você descreve é compatível com uma manifestação de ansiedade, apenas com predomínio dos sintomas emocionais e mentais. Cada pessoa apresenta sinais diferentes, e nem todos sentem os sintomas físicos clássicos como falta de ar ou taquicardia. Entretanto, é importante buscar avaliação profissional para um diagnóstico adequado e acompanhamento seguro.


  • Como lidar com adultos que demonstram imaturidade emocional e se comportam como adolescentes por cau

    Como lidar com adultos que demonstram imaturidade emocional e se comportam como adolescentes por causa disso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Uma boa pergunta a se fazer é: por que você sente que precisa lidar com adultos emocionalmente imaturos? Nem sempre é nossa responsabilidade carregar o peso do desenvolvimento emocional de outras pessoas. Vale refletir sobre qual é o papel dessa pessoa na sua vida e qual o tipo de relação que vocês mantêm. Esse pode ser um bom ponto de partida para entender seus limites nessa convivência. Quando a relação é inevitável, como no trabalho ou em família, e situações desagradáveis surgem por causa da imaturidade do outro, é útil se perguntar: o que disso realmente tem a ver comigo? Muitas vezes, tentamos resolver problemas que não são nossos. Reconhecer que a reação do outro fala mais sobre ele do que sobre você pode ajudar a manter sua paz e tornar a convivência mais leve.


  • Quais são os sinais de uma pessoa imatura emocionalmente?

    Quais são os sinais de uma pessoa imatura emocionalmente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Uma pessoa emocionalmente imatura costuma ter dificuldade em lidar com suas emoções, frequentemente apresenta comportamentos impulsivos, reações exageradas e desproporcionais às situações, apresenta comportamentos passivo-agressivos, se comunica de forma disfuncional e mantém relacionamentos instáveis. Esses padrões indicam uma baixa capacidade de autorregulação emocional e de convivência saudável com os outros.


  • Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina

    Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina pela rede social
    Estou com medo, não sei lidar com tudo isto e preciso de orientação para mim e ela.
    Gratidão
    Mãe

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Entendo que esse momento possa trazer muitas emoções e questionamentos para você. O mais importante agora é permitir-se refletir sobre o que está sentindo e buscar apoio para compreender melhor essa nova fase da sua filha. Acolher os sentimentos dela com escuta e carinho ajudará a fortalecer o vínculo entre vocês e a garantir que ela se sinta segura para compartilhar suas vivências.

    Se sentir necessidade, conversar com um profissional pode ser um bom caminho para você lidar com suas próprias emoções e entender como oferecer suporte à sua filha da melhor forma.


  • Meu filho tem 4 anos , não tem acesso ao celular, mas Assiste tv 4 horas por dia intercalando antes

    Meu filho tem 4 anos , não tem acesso ao celular, mas Assiste tv 4 horas por dia intercalando antes do almoço e depois da escola. Gostaria de saber se faz mal

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    O uso excessivo de telas pode impactar o desenvolvimento infantil, afetando atenção, sono e socialização. No entanto, entendemos que em alguns contextos, elas podem ser a única forma disponível de entretenimento ou aprendizado. Nesses casos, é importante priorizar conteúdos de baixo estímulo. Desenhos com cores suaves, ritmo lento, sons agradáveis e histórias simples ajudam a evitar a sobrecarga sensorial e promovem calma e concentração. Bons exemplos são Daniel Tigre, Bluey, Calilou, Franklin e O pequeno urso, entre outros. Equilibrar o tempo de tela com outras atividades e escolher conteúdos educativos são passos fundamentais para um desenvolvimento saudável.


  • Eu tomava sertralina parei faz 15 dias, posso trocar pelo fluoxetina irá me fazer mal ?

    Eu tomava sertralina parei faz 15 dias, posso trocar pelo fluoxetina irá me fazer mal ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Olá! É importante lembrar que a mudança ou interrupção de qualquer medicação, especialmente psicofármacos como a sertralina ou a fluoxetina, deve ser feita somente sob a orientação de um médico, preferencialmente um psiquiatra. Mudanças sem acompanhamento podem causar sintomas de descontinuação ou outros efeitos indesejados. Procure seu médico para discutir essa troca e garantir que seja feita da melhor forma para o seu bem-estar!


  • Como trabalhar essa questão da automutilação em escola ,vídeos, roda de conversa seria uma boa opção

    Como trabalhar essa questão da automutilação em escola ,vídeos, roda de conversa seria uma boa opção ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Trabalhar o tema da automutilação nas escolas exige sensibilidade e planejamento. É fundamental capacitar educadores para identificar sinais de alerta, agir de forma acolhedora e seguir protocolos claros que garantam o suporte necessário aos alunos. A prevenção deve incluir a promoção da educação emocional no currículo, com diálogos sobre emoções, estresse e autocuidado. Além disso, é essencial envolver as famílias, oferecendo orientações sobre como apoiar os jovens e articulando parcerias com serviços de saúde para garantir suporte adequado.


  • Estou em um relacionamento relativamente recente, uns 3 meses. A minha namorada se sente desconfortá

    Estou em um relacionamento relativamente recente, uns 3 meses. A minha namorada se sente desconfortável com a ideia de eu passar a tarde na casa da minha melhor amiga, e expressou de forma clara o seu desconforto, medo e insegurança, mas não quero deixar de sair com a minha melhor amiga. O que fazemos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Essa situação exige cuidado, empatia e diálogo. A base de qualquer relacionamento saudável é a comunicação aberta, onde ambas as partes possam expressar sentimentos, ouvir o outro e buscar soluções que respeitem os limites e necessidades de cada um. Valide os sentimentos da sua namorada, mostrando que entende o desconforto dela, mas também explique a importância da amizade na sua vida. Explore juntos o que causa essa insegurança, reforçando que confiança é construída com tempo e abertura. Terapia individual pode ajudar vocês dois: para ela, no trabalho das inseguranças, e para você, na gestão de conflitos e limites no relacionamento. Considere introduzir sua namorada à sua amiga, criando um ambiente de maior segurança, e busquem juntos um equilíbrio que respeite ambas as partes sem abrir mão do que é importante para cada um.


  • Estou iniciando um relacionamento (3 meses). Vi ele comentar a foto de uma outra mulher , mais boni

    Estou iniciando um relacionamento (3 meses).
    Vi ele comentar a foto de uma outra mulher , mais bonita, mais independente , mais interessante, bem mais estruturada etc… tbm vi ela retribuir o comentário , ele demonstra gostar de mim mas agora estou muito insegura com auto estima baixa, me causa ansiedade, fico stakeando ela, oq me deixa me sentindo mais pra baixo ainda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    É compreensível que essa situação tenha despertado inseguranças e ansiedade. Diante disso, pode ser muito valioso iniciar um processo psicoterapêutico. A psicoterapia pode te ajudar a entender melhor as emoções que surgiram a partir desse episódio e cuidar de si com mais gentileza.

    Relacionamentos são construídos com base no diálogo, na confiança mútua e no respeito à individualidade de cada um. Compreender de onde vêm essas inseguranças é essencial para que elas não interfiram na construção de uma relação saudável e segura para você.

    Cuidar de si emocionalmente é um passo importante — tanto para fortalecer sua autoestima quanto para viver relações mais leves e verdadeiras.


  • Olá, Gostaria de perguntar sobre como funciona a Sindrome de Burnout, pesquisei e descobri que é psi

    Olá, Gostaria de perguntar sobre como funciona a Sindrome de Burnout, pesquisei e descobri que é psicologico, no entanto, o que exatamente ocorre no cerébro para causar todos os sintomas ? Caso você entenda o que tem que fazer e o que tem que mudar (digo em relação aos habitos e rotinas), pórem não consegue visto que sofre de apatia e dessa forma não sente aquele sentimento (assim como todos os outros) de certeza e mudança, a melhor opção é procurar por um medicamento que trate os sintomas de apatia, sendo assim possibilitando a clareza e a transformação ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Olá! Vamos lá, a Síndrome de Burnout é um esgotamento físico e emocional causado por estresse crônico, geralmente ocorre relacionada ao trabalho, mas também pode ocorrer, por exemplo, em rotinas excessivas de estudo. A apatia, neste contexto, é um dos principais sintomas da Síndrome de Burnout. Buscar apoio psicológico, como psicoterapia, pode ser essencial para resgatar a motivação e entender melhor como se dá essa relação com o trabalho.

    O tratamento medicamentoso, pode ser indicado quando o quadro é grave e impacta significativamente a qualidade de vida, especialmente para tratar sintomas de apatia e depressão, mas deve ser sempre acompanhado por um profissional de saúde. A melhor abordagem é um tratamento integrado que envolva tanto a mudança de hábitos, como a construção de novos hábitos saudáveis, quanto o suporte emocional e, em alguns casos, o uso de medicamentos para ajudar a estabilizar o estado emocional. O mais importante é buscar apoio o quanto antes, para evitar que o quadro piore.


  • Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na

    Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na minha vida e tenho focado nisso,porém não estava nos meus planos apaixonar pela minha terapeuta,por conselho e pesquisa sobre o assunto criei coragem e falei para ela,só que se é uma "transferencia" não deveria estar cessando? pq está aumentando ? eu devo trocar de profissional? Não estou sabendo lidar com isso e está dificil! O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    O ideal é abordar isso com a sua profissional. Ela poderá te indicar a melhor alternativa para lidar com isso.


  • Preciso descobrir porque parece que não pertenço a lugar nenhum, porque estou sempre quieta sem vontade

    Preciso descobrir porque parece que não pertenço a lugar nenhum, porque estou sempre quieta sem vontade de falar com ninguém, porque essa Angústia que sinto, essa vontade de explodir e pelo contrário me implodo? Porque nunca término nada que começo, porque tenho tanto medo de conflito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rafaela Fidelis

    Esses questionamentos são profundos e muito pessoais, e, como tal, ninguém pode respondê-los além de você mesma. Eles refletem angústias existenciais que, muitas vezes, estão ligadas a processos internos que merecem ser explorados com cuidado. A sensação de não pertencer, a apatia, o medo de conflito e a dificuldade de concluir o que começa são sinais de algo mais profundo, que pode estar relacionado a questões emocionais ou psicológicas não resolvidas. O melhor caminho para entender esses sentimentos e encontrar respostas é trabalhar com um psicoterapeuta. A terapia oferece um espaço seguro para você explorar esses pensamentos e sentimentos, compreender suas causas e encontrar formas de lidar com eles de maneira mais saudável.


Perguntas frequentes

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