Perguntas do paciente (32)
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5 semanas tomando pondera xr 25 para toc religioso e com risperidona há 8 meses. Leve melhora confus
5 semanas tomando pondera xr 25 para toc religioso e com risperidona há 8 meses. Leve melhora confusa por volta das 3-4 semanas mas desde então sintomas ainda muito intensos (obsessões, compulsões, ansiedade) isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode ocorrer. No TOC, a resposta ao tratamento costuma ser mais lenta e pode exigir algumas semanas a mais, além de ajuste individualizado de dose e associação com psicoterapia específica. Como os sintomas seguem intensos, é fundamental manter acompanhamento regular com psiquiatra especialista para reavaliar resposta, tolerabilidade e necessidade de otimização do tratamento. Não ajuste ou suspenda a medicação por conta própria.
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Estou em processo de retirada da venlafaxina. Comecei com 37,5mg por dois meses e fui ate 75mg e fiz
Estou em processo de retirada da venlafaxina. Comecei com 37,5mg por dois meses e fui ate 75mg e fiz uso por mais 2 meses. Agora, o neuro reduziu para 37,5mg para parar de tomar. Estou tomando ha uma semana, so que desde entao, sinto uma ansiedade leve e uma tristeza, irritação tambem. É normal. Farei uso por mais dois meses e devo parar por orientação do neuro
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode ocorrer. A venlafaxina tem maior risco de sintomas de descontinuação, como ansiedade, irritabilidade, tristeza, tontura e insônia, especialmente após redução da dose. Como está em retirada gradual e com sintomas leves, mantenha conforme orientação do neurologista e reavalie se houver piora ou prejuízo funcional.
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Quais os prós e os contras para o medicamento bupropiona?
Quais os prós e os contras para o medicamento bupropiona?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Prós: pode ajudar em depressão com apatia, fadiga, sonolência e baixa energia; costuma causar menos disfunção sexual e menos ganho de peso que muitos ISRS; também pode ser usada no tratamento do tabagismo.
Contras: pode piorar ansiedade, irritabilidade, insônia, tremor, boca seca, cefaleia, náusea, constipação e sudorese. Não costuma ser a melhor escolha quando o paciente já tem muita ansiedade ou insônia.
Cuidados importantes: reduz o limiar convulsivo, então exige cautela em pacientes com epilepsia, histórico de convulsão, transtornos alimentares, abstinência de álcool/benzodiazepínicos ou uso de medicações que aumentem risco de convulsão.
É uma boa opção quando há depressão com baixa energia, queixa sexual com ISRS ou necessidade de evitar ganho de peso, mas precisa ser bem indicada e acompanhada por psiquiatra.
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Um autista verbal adulto pode começar a falar pouco ou não falar, mesmo depois de adulto?
Um autista verbal adulto pode começar a falar pouco ou não falar, mesmo depois de adulto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode acontecer em adultos autistas verbais, especialmente em situações de sobrecarga emocional, sensorial, ansiedade intensa ou burnout autístico. Porém, se houve redução importante, persistente ou súbita da fala, é essencial acompanhamento com especialista, como psiquiatra e/ou neurologista, para diferenciar manifestações do TEA de outras condições clínicas, neurológicas ou psiquiátricas que exigem manejo específico.
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Tomo sertralina a 2 anos e meio. As vezes tenho picos de tristeza e choro. É normal?
Tomo sertralina a 2 anos e meio. As vezes tenho picos de tristeza e choro. É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode acontecer. Mesmo usando sertralina há bastante tempo, podem surgir picos de tristeza e choro por estresse, fatores hormonais ou sintomas residuais. Porém, se estiver frequente, intenso ou trazendo prejuízo, é importante reavaliar com o psiquiatra. Não ajuste ou suspenda a medicação por conta própria.
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Trato sd do pânico desde 2019 e ha 2 anos estava mto bem, estável e sem crises há tempos c a venlafa
Trato sd do pânico desde 2019 e ha 2 anos estava mto bem, estável e sem crises há tempos c a venlafaxina 225mg . há 2 sem. tive uma oscilação / agudização após uma vasovagal e minha psiq orientou o alprazolam 2x ao dia 0,25mg, estou no 12° dia de uso . Hj de fato eu vinha notando curva de melhora, acordei sem angústia, vim trabalhar, estava saindo pra socializar, apetite voltando e me alimentei melhor . Mas tentei cochilar durante o plantão e me acordaram no susto qnd estava pegando no sono a tarde, antes msm de abrir o olho senti uma onda de adrenalina e um medo absurdo de voltar tud de novo, fração de segundos, mas dps q acordei tentei respirar e lavar o rosto mas fiquei c a boca seca e com receio por um tempo.
Esse “susto” pode ter atrapalhado o tto ou a curva de melhora q vinha apresentando ? representa falha ou recaída ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não parece falha terapêutica nem recaída por si só. Um susto ao despertar pode ativar resposta autonômica intensa, com sensação de adrenalina, medo, boca seca e hipervigilância, especialmente após uma agudização recente do pânico. O mais importante é observar a tendência geral: se vinha retomando apetite, trabalho e socialização, isso sugere curva de melhora. Mantenha o plano orientado pela psiquiatra e reavalie se os episódios se tornarem frequentes, intensos ou incapacitantes.
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"Quais critérios clínicos, psicodinâmicos, cognitivo-comportamentais e neuropsicológicos orientam o
"Quais critérios clínicos, psicodinâmicos, cognitivo-comportamentais e neuropsicológicos orientam o psiquiatra na decisão de encaminhar o paciente para acompanhamento psicológico?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O encaminhamento para acompanhamento psicológico é fundamentado na avaliação clínica global do paciente, considerando a presença de sofrimento psíquico, prejuízo funcional, alterações cognitivas e comportamentais, conflitos emocionais, capacidade de insight e indicação de intervenções psicoterápicas que complementem o tratamento psiquiátrico, com o objetivo de promover melhor evolução clínica e funcional.
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"Quais são as principais comorbidades psiquiátricas associadas ao Transtorno de Personalidade Border
"Quais são as principais comorbidades psiquiátricas associadas ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e como elas influenciam o diagnóstico diferencial, o prognóstico e o tratamento?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As principais comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) incluem transtornos do humor, transtornos de ansiedade, transtornos por uso de substâncias, transtornos alimentares e outros transtornos de personalidade. A identificação dessas condições é essencial para o diagnóstico diferencial, influencia o prognóstico e direciona a escolha de um tratamento individualizado, combinando psicoterapia e farmacoterapia quando indicada.
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"Como as diferentes perspectivas teóricas explicam a elevada prevalência de comorbidades no Transtor
"Como as diferentes perspectivas teóricas explicam a elevada prevalência de comorbidades no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e quais são as implicações para avaliação, diagnóstico e tratamento?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
s diferentes perspectivas teóricas compreendem a elevada prevalência de comorbidades no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) como resultado da interação entre vulnerabilidades biológicas, fatores psicológicos e experiências ambientais adversas. Essa sobreposição de fatores torna essencial uma avaliação clínica abrangente, diagnóstico diferencial criterioso e um plano terapêutico individualizado, integrando psicoterapia baseada em evidências e tratamento farmacológico quando indicado.
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apos 2 anos de estabilidade e ansiedade / sd pânico controladíssima c a venla 225mg, apresentei uma
apos 2 anos de estabilidade e ansiedade / sd pânico controladíssima c a venla 225mg, apresentei uma agudização e a psiq orientou 0,25mg de alpraz 2x ao dia até melhora. hj estou no 12° e me sinto uns 70% melhor porém ainda c receio de ficar sozinha em casa, princ a noite, apetite melhorou bastante mas ainda oscila etc . quanto tempo para estabilização completa ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não existe um prazo exato. Com 12 dias e cerca de 70% de melhora, isso sugere resposta favorável, mas ainda é comum persistirem medo antecipatório, receio de ficar sozinha, oscilação de apetite e hipervigilância após uma agudização do pânico.
Em geral, a estabilização pode levar algumas semanas, não apenas dias. O alprazolam costuma ser usado como apoio de curto prazo, enquanto o acompanhamento avalia se a venlafaxina segue suficiente, se houve gatilho pontual e se há necessidade de psicoterapia/TCC. Benzodiazepínicos podem ajudar no curto prazo, mas não são recomendados como estratégia prolongada pelo risco de dependência e tolerância.
O mais importante é a tendência geral de melhora funcional: voltar a trabalhar, alimentar-se melhor, reduzir angústia e retomar socialização. Se após mais alguns dias/semanas houver estagnação, piora ou incapacidade de ficar sozinha, vale reavaliar com a psiquiatra para ajuste do plano. Não aumente, reduza ou suspenda o alprazolam por conta própria.
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“Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a construção da identidade e o pertencime
“Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a construção da identidade e o pertencimento social sob a perspectiva psiquiátrica?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sob a perspectiva psiquiátrica, o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) compromete a construção da identidade por meio de uma autoimagem instável, dificuldade na regulação emocional e padrões interpessoais disfuncionais. Esses fatores prejudicam o sentimento de pertencimento social, favorecendo medo de abandono, relações instáveis e dificuldades de integração nos diferentes contextos sociais.
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O que caracteriza o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e qual é a sua relação com o sentim
O que caracteriza o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e qual é a sua relação com o sentimento de pertencimento social sob a perspectiva da psiquiatria?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) caracteriza-se por instabilidade emocional, impulsividade, alterações na autoimagem e padrões persistentes de relacionamentos interpessoais intensos e instáveis. Na perspectiva da psiquiatria, essas características podem comprometer o sentimento de pertencimento social, favorecendo dificuldades na formação e manutenção de vínculos, medo intenso de abandono e prejuízo no funcionamento psicossocial.
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“O pertencimento social pode ser restaurado de forma estável no Transtorno de Personalidade Borderli
“O pertencimento social pode ser restaurado de forma estável no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), sob a ótica da psiquiatria?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Sob a ótica da psiquiatria, o pertencimento social pode ser restaurado de forma estável no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) quando há diagnóstico precoce, tratamento adequado e acompanhamento contínuo. A combinação de psicoterapia baseada em evidências, tratamento farmacológico quando indicado e fortalecimento das habilidades interpessoais favorece a melhora da regulação emocional, da identidade e da qualidade dos vínculos sociais.
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“Por que as relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são frequentement
“Por que as relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são frequentemente experienciadas como de intensidade desproporcional, sob a perspectiva da psiquiatria?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sob a perspectiva da psiquiatria, as relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são frequentemente vivenciadas com intensidade desproporcional devido à instabilidade emocional, hipersensibilidade à rejeição, medo intenso de abandono e dificuldade na regulação das emoções. Esses fatores favorecem vínculos intensos e instáveis, com oscilações entre idealização e desvalorização das relações.
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“De que forma o pertencimento social pode ser melhorado no Transtorno de Personalidade Borderline (T
“De que forma o pertencimento social pode ser melhorado no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), sob a ótica psiquiátrica?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sob a ótica da psiquiatria, o pertencimento social pode ser fortalecido no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) por meio de tratamento individualizado, com psicoterapia baseada em evidências, tratamento farmacológico quando indicado e desenvolvimento de habilidades de regulação emocional e relacionamento interpessoal. Essas intervenções favorecem vínculos mais estáveis, melhora da funcionalidade e maior integração social.
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“Por que as relações sociais são tão instáveis no transtorno de personalidade borderline (TPB) sob a
“Por que as relações sociais são tão instáveis no transtorno de personalidade borderline (TPB) sob a ótica psiquiátrica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sob a ótica psiquiátrica, as relações no TPB tendem a ser instáveis por disregulação emocional, hipersensibilidade à rejeição/abandono, impulsividade e oscilações na percepção do outro, alternando entre idealização e desvalorização. Isso gera vínculos intensos, reativos e marcados por conflitos.
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"Qual é a explicação da psiquiatria para o sentimento de não pertencimento social no Transtorno de P
"Qual é a explicação da psiquiatria para o sentimento de não pertencimento social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na psiquiatria, o não pertencimento social no TPB costuma ser explicado por instabilidade da autoimagem, sentimento crônico de vazio, hipersensibilidade à rejeição e medo de abandono. Esses fatores prejudicam a percepção de vínculo, fazendo o paciente sentir-se deslocado mesmo em contextos de aceitação social.
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Como a psiquiatria descreve o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o pertencimento social?
Como a psiquiatria descreve o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o pertencimento social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na psiquiatria, o TPB é descrito por instabilidade emocional, impulsividade, medo de abandono, autoimagem instável e relações interpessoais intensas e oscilantes.
Quanto ao pertencimento social, o paciente pode sentir dificuldade em se perceber aceito ou integrado, devido à hipersensibilidade à rejeição, sentimento crônico de vazio e interpretações interpessoais muito reativas.
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De que forma o sentimento de pertencimento social pode ser reconstruído no Transtorno de Personalida
De que forma o sentimento de pertencimento social pode ser reconstruído no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sob a perspectiva da psiquiatria?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O pertencimento social no TPB pode ser reconstruído por psicoterapia estruturada, especialmente com foco em regulação emocional, mentalização, tolerância ao abandono e efetividade interpessoal. O objetivo é fortalecer identidade, reduzir interpretações de rejeição e desenvolver vínculos mais estáveis e seguros. A psicoterapia é considerada tratamento de primeira linha no TPB.
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Como o tratamento psicológico atua no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sob a perspectiva
Como o tratamento psicológico atua no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sob a perspectiva da psiquiatria?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sob a perspectiva psiquiátrica, o tratamento psicológico é central no TPB. Atua na regulação emocional, redução da impulsividade, melhora da mentalização, tolerância ao sofrimento e construção de relações mais estáveis. Abordagens como DBT, MBT, terapia focada na transferência e terapia do esquema têm suporte clínico.
Perguntas frequentes
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