Perguntas do paciente (12)

  • Olá. Fui diagnosticado com depressão. Faço tratamento com medicamento, porém não consigo sair de cas

    Olá. Fui diagnosticado com depressão. Faço tratamento com medicamento, porém não consigo sair de casa. Minha dúvida é se a depressão faz a pessoa ficar confinada em casa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá! Sinto muito por estar apresentando comportamento de isolamento social proveniente ao diagnóstico. Mas, que bom que você esteja buscando tratamento para lidar com isso. A depressão pode certamente fazer com que as pessoas sintam uma grande dificuldade em sair de casa, e isso pode ser causado por uma série de fatores:

    Um dos sintomas comuns da depressão é a falta de energia e motivação. Isso pode fazer com que as atividades diárias, como sair de casa, pareçam extremamente desafiadoras e até mesmo impossíveis de serem realizadas.

    A depressão muitas vezes é acompanhada por sentimentos de desesperança e desamparo, o que pode levar à crença de que sair de casa não fará diferença ou não trará qualquer alívio para a situação. Como também, pode fazer com que as pessoas se sintam desconectadas dos outros e incapazes de se envolver em atividades sociais. Isso pode levar ao isolamento social e ao desejo de ficar em casa, onde se sentem mais seguras e confortáveis.

    É importante entender que esses sentimentos são parte da doença e não indicam fraqueza pessoal. É fundamental continuar buscando ajuda profissional, principalmente, dependendo da intensidade desse sintomas acompanhamento psiquiátrico alinhado com acompanhamento psicológico, para que você possa aprender a lidar com esses sintomas e gradualmente retomar uma vida mais ativa e funcional.


  • é normal sentir nojo dos meninos que gostam de mim? sempre quando alguém começa a gostar de mim eu

    é normal sentir nojo dos meninos que gostam de mim?
    sempre quando alguém começa a gostar de mim eu fico com nojo e tento ao máximo me afastar, quando a pessoa é gentil comigo eu fico com raiva.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá ! Sentir nojo ou raiva em resposta aos sentimentos de outras pessoas pode ser um sintoma de uma série de questões emocionais e psicológicas subjacentes, e é importante explorar esses sentimentos com cuidado para entender suas origens.
    Pois, pode estar relacionado a diversos aspectos. Como por exemplo: Situações vividas que foram traumáticas, baixa autoestima ou autocrítica, padrões de relacionamentos disfuncionais

    É importante reconhecer que essas reações podem ser prejudiciais para você e para os outros ao seu redor. Buscar apoio profissional pode ser útil para que você possa explorar esses sentimentos mais profundamente, identificar padrões de pensamento e comportamento prejudiciais e desenvolver estratégias saudáveis para lidar com relacionamentos interpessoais no futuro.


  • Acredito que estou viciado em pornografia, tenho assistido 2 ou 3 vezes ao dia, e se

    Acredito que estou viciado em pornografia, tenho assistido 2 ou 3 vezes ao dia, e sentindo alguns efeitos que citam na internet como problemas sociais.
    Eu faço terapia atualmente mas não me sinto confortável de abordar especificamente esse assunto com uma mulher, o que recomendam fazer para tratar esse vício?
    Procuro outro profissional só pra isso? Tento resolver sozinho? Troco de terapeuta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá ! Primeiramente quero dizer que imagino o quão deve estar sendo difícil/ angustiante para você lidar com essa situação. Mas, compreender a necessidade de buscar ajuda para lidar de uma melhor forma com a questão já foi um grande passo. Considero que levar para a profissional que lhe acompanha esses pontos que estão lhe gerando essa limitação em expor a situação (pelo fato dela ser mulher, envolver vícios pornográficos) é de suma importância, para que assim possam discutir alguns pontos juntos e entender melhor a demanda.
    O espaço terapêutico é um lugar no qual não cabe julgamentos e sim acolhimento frente a sua demanda. Resistências, anseios, dúvidas, fazem parte desse processo.
    A decisão final cabe sempre ao paciente. No entanto, caso não consiga expor a situação para a profissional que lhe acompanha, é interessante buscar ajuda de um outro profissional da sua confiança para trabalhar essa demanda que está lhe gerando impactos emocionais.
    Espero que tenha sanado sua dúvida. Espero que você tenha sucesso em seu processo terapêutico.
    Qualquer dúvida, estou à disposição!


  • Olá! Meu filho 3 tem anos, chegando aos 4 anos em poucos meses.Ele fala de tudo ,mas qd puxo uma con

    Olá! Meu filho 3 tem anos, chegando aos 4 anos em poucos meses.Ele fala de tudo ,mas qd puxo uma conversa simples,ele não responde de acordo com a minha pergunta e as vezes ele repete tudo q é falado no desenho q ele assiste.Me sinto frustada pq eu pergunto o nome dele e ele não sabe me responder, pergunto quantos anos ele tem,mas ele não sabe responder ,as vezes até repete a pergunta q fiz.Ele adora interagir com outras crianças,outros adultos,ele fala de tudo,mas sente dificuldade de dialogar e não sei por onde começar e a quem procurar uma solução pra este caso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá. Entendo como pode ser preocupante para você lidar com essas dificuldades de comunicação do seu filho, mas é importante lembrar que cada criança se desenvolve de maneira diferente e em seu próprio ritmo. Algumas crianças podem ter dificuldades específicas na comunicação, mas isso não significa necessariamente que haja algo errado.

    Dito isso, é sempre uma boa ideia buscar orientação de profissionais especializados em desenvolvimento infantil, como pediatras, fonoaudiólogos, psicólogos ou terapeutas ocupacionais. Uma equipe multidisciplinar poderá lhe ajudar a avaliar as habilidades de comunicação do seu filho e oferecer orientações sobre como apoiar seu desenvolvimento.


  • O estresse e ansiedade podem resultar em sensações genitais como formigamento e contração?

    O estresse e ansiedade podem resultar em sensações genitais como formigamento e contração?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Sim, o estresse e a ansiedade podem causar uma série de sensações físicas, incluindo formigamento e contração em várias partes do corpo, incluindo a região genital. Quando uma pessoa está sob estresse ou ansiedade, o corpo passa por uma série de reações físicas e químicas em resposta ao estado emocional.

    Essas sensações podem ser explicadas por diversos mecanismos: Podendo ser eles, tensão muscular, ativação do sistema nervoso autônomo, resposta hormonal, hipervigilância.

    Embora essas sensações possam ser desconfortáveis, geralmente não representam uma ameaça à saúde física. No entanto, se você estiver experimentando esses sintomas de forma persistente ou preocupante, é importante discuti-los com um profissional de saúde para determinar a causa subjacente e receber orientação adequada sobre como lidar com o estresse e a ansiedade.


  • Qual o especialista que devo procurar para Neudivergência? E tem cura ?

    Qual o especialista que devo procurar para Neudivergência? E tem cura ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá. Para lidar com questões relacionadas à neudivergência, como autismo, TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), dislexia, entre outros, você pode procurar um profissional especializado em saúde mental, como um psicólogo, psiquiatra ou terapeuta ocupacional.

    Em relação à cura, é importante entender que a neudivergência não é uma doença a ser curada. Em vez disso, é uma parte fundamental da identidade de uma pessoa. O objetivo do tratamento e do apoio é ajudar a pessoa a aprender a lidar com os desafios que ela enfrenta devido à sua neudivergência, desenvolver habilidades para funcionar bem em diferentes áreas da vida e alcançar seu potencial máximo.

    Embora não haja uma "cura" para a neudivergência, intervenções precoces e estratégias de apoio podem fazer uma grande diferença na qualidade de vida de uma pessoa neudivergente. Isso pode incluir terapias comportamentais, educação especializada, apoio em habilidades sociais e emocionais, adaptações no ambiente escolar ou de trabalho, entre outros recursos.

    É importante adotar uma abordagem centrada na pessoa, reconhecendo e respeitando suas diferenças individuais, e fornecer o apoio necessário para que ela possa prosperar em seu próprio caminho.


  • Tenho 30 anos e mes esqueco das coisas com muita frequencia, isso está interferindo no meu relaciona

    Tenho 30 anos e mes esqueco das coisas com muita frequencia, isso está interferindo no meu relacionamento, esqueco de afazer diários como lavar louça, tirar lixo do banheiro, ir em algum compromisso e etc

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá !
    Para que possamos entender de uma melhor forma o que está lhe gerando esses sintomas, precisamos realizar uma avaliação de uma maneira ampla e completa. Pois, existem vários fatores que podem gerar esses sintomas, como por exemplo, questões biológicas (deficiência de vitaminas e outros), exaustão mental e também transtornos psicológicos. Entretanto, antes de qualquer diagnóstico psicológico, o primeiro passo é sempre descartar qualquer questão biológica. Para isso, é necessário uma avaliação multidisciplinar para compreender qual é o fator ocasionador dos sintomas.
    Para o início dessa avaliação, é de extrema importância que busque ajuda de um profissional psicólogo para que possa dar inicio as avaliações e lhe conduzir de uma melhor forma nesse processo.
    Espero que tenha lhe ajudado e esclarecido sua dúvida.
    Caso queira agendar uma consulta, estou à disposição. Será um prazer poder lhe acompanhar nesse processo !


  • Por que os autistas não expressam sentimentos?E têm dificuldade de se comunicar? Tenho uma filha de

    Por que os autistas não expressam sentimentos?E têm dificuldade de se comunicar? Tenho uma filha de 23 anos q foi diagnosticada de autista grau leve 1

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá ! Há muitas dúvidas frente ao TEA- Transtorno do Espectro Autista. Na verdade, é um equívoco dizer que os autistas não expressam sentimentos ou têm dificuldade de se comunicar. Embora possa ser verdade que algumas pessoas no espectro do autismo podem ter dificuldades específicas em expressar emoções de maneira convencional ou em comunicar-se de maneira típica, isso não significa que eles não tenham sentimentos ou desejem se comunicar.

    As pessoas com autismo podem expressar emoções de maneiras diferentes das esperadas pela maioria das pessoas. Por exemplo, eles podem ter dificuldade em entender e interpretar expressões faciais ou linguagem corporal, mas ainda podem sentir emoções intensas. Da mesma forma, eles podem ter desafios na comunicação verbal ou não verbal, mas isso não significa que eles não desejem se comunicar ou se conectar com os outros.

    O autismo é um espectro, o que significa que existem muitas variações na forma como ele se manifesta em diferentes pessoas. Alguns indivíduos no espectro podem ter habilidades de comunicação excelentes, enquanto outros podem precisar de apoio adicional para se expressar. O diagnóstico de autismo leve 1 indica que sua filha provavelmente tem algumas dificuldades na área social e de comunicação, mas ainda é capaz de funcionar de forma independente em muitas áreas da vida.

    É importante reconhecer e apoiar as habilidades e necessidades individuais de sua filha. Com compreensão, paciência e apoio adequado, ela pode desenvolver maneiras de expressar seus sentimentos e se comunicar de maneira mais eficaz.


  • Uma pessoa, que a psicopatia ainda nao se manifestou pode sentir empatia por outras pessoas?

    Uma pessoa, que a psicopatia ainda nao se manifestou pode sentir empatia por outras pessoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá !
    Sim, uma pessoa com traços de psicopatia que ainda não se manifestaram completamente pode ser capaz de sentir empatia por outras pessoas, especialmente em situações específicas ou em relação a certos indivíduos. É importante entender que a psicopatia é um transtorno de personalidade complexo que se manifesta de maneiras diferentes em cada pessoa e ao longo do tempo.

    Antes de a psicopatia se manifestar completamente, uma pessoa pode exibir traços de personalidade que incluem empatia e preocupação com os outros. No entanto, esses traços podem ser intercalados com características de personalidade mais egoístas, manipuladoras ou insensíveis. Em outras palavras, eles podem sentir empatia em algumas situações, mas não de forma consistente ou profunda.

    À medida que a psicopatia se desenvolve e se torna mais pronunciada, é mais provável que esses traços de empatia diminuam ou desapareçam completamente. Pessoas com psicopatia tendem a exibir uma falta de empatia persistente e generalizada, juntamente com outros comportamentos e características associados ao transtorno.

    No entanto, é importante lembrar que nem todas as pessoas com traços de psicopatia inevitavelmente se tornarão psicopatas completos. Algumas podem ser capazes de desenvolver estratégias de enfrentamento e tratamento que ajudem a moderar ou controlar seus comportamentos disfuncionais e a cultivar relações mais saudáveis com os outros. A intervenção precoce e o suporte adequado podem fazer uma diferença significativa no resultado final para essas pessoas.


  • Uma pessoa com transtorno de personalidade antissocial pode não sentir empatia por um grupo de pesso

    Uma pessoa com transtorno de personalidade antissocial pode não sentir empatia por um grupo de pessoas, mas pode sentir pelo resto das pessoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá!
    Pessoas com Transtorno de Personalidade Antissocial geralmente têm dificuldade em sentir empatia em relação a outros, independentemente do grupo específico ao qual pertençam. O TPA é caracterizado por padrões de comportamento que frequentemente incluem falta de empatia, desconsideração pelos sentimentos e direitos dos outros, e tendência a manipular ou explorar os outros em benefício próprio.

    No entanto, é importante observar que cada pessoa é única e pode apresentar uma variedade de características e graus de gravidade do transtorno. Algumas pessoas com TPA podem demonstrar alguma capacidade de empatia em relação a certos indivíduos ou situações, especialmente aquelas em que possam se beneficiar de alguma forma. No entanto, essa empatia tende a ser superficial e instrumental, usada para atingir seus próprios objetivos, em vez de genuína e voltada para o bem-estar dos outros.

    Além disso, é importante diferenciar entre a falta de empatia associada ao TPA e outras condições ou fatores que podem influenciar a capacidade de uma pessoa de se relacionar emocionalmente com os outros. Por exemplo, algumas pessoas podem ter dificuldade em expressar ou reconhecer emoções devido a transtornos , trauma emocional ou outras condições de saúde mental. Nessas situações, a falta de empatia pode ser mais específica ou limitada a certas circunstâncias, ao contrário da falta de empatia mais generalizada associada ao TPA.


  • Tenho uma filha de 9 anos,tem mto problema de aprendizagem,esquece mto das coisas,as vezes da risos

    Tenho uma filha de 9 anos,tem mto problema de aprendizagem,esquece mto das coisas,as vezes da risos sozinha,estou mto preocupada com ela pois já está na 4 serie,ela lê mas n entende o q leu,tbm tem problemas na fala,queria saber quais profissionais de medicos procurar ....

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá, compreendo que você esteja preocupada com sua filha. De acordo com o seu relato, sua filha pode estar enfrentando desafios significativos em relação à aprendizagem e ao desenvolvimento emocional. Para auxiliá-la nesse processo, oriento que você realize uma avaliação multidisciplinar, com as especialidades neuropediatra, psicólogo escolar/clinico, fonoaudiólogo, psicopedagogo.
    Os profissionais irão realizar uma investigação/avaliações para verificarem maiores detalhes frente ao processo de aprendizagem e posteriormente realizar intervenções adequadas para ajudá-la a enfrentar esses desafios e prosperar em sua jornada educacional e emocional.


  • Minha filha tem 11 anos ela arranca os fios do cabelo tá ficando careca o que eu faço

    Minha filha tem 11 anos ela arranca os fios do cabelo tá ficando careca o que eu faço

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Rayane Morais

    Olá. Compreendo o quão deve estar sendo difícil para você lidar com esse comportamento da sua filha. Provavelmente esse comportamento pode ser tricotilomania. Oriento que você busque um profissional da saúde, médico ou um psicólogo para obter orientação especializada. Como profissionais, podemos lhe ajudar a determinar se há fatores subjacentes.

    A TCC- terapia cognitivo comportamental, pode ser eficaz no tratamento da tricotilomania. Dentro da abordagem, podemos ajudar sua filha a desenvolver estratégias frente ao comportamento de arrancar os fios de cabelo e/ou lidar com quaisquer problemas disfuncionais apresentados, melhorando assim a qualidade de vida da sua filha.


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Perguntas frequentes

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