Perguntas do paciente (62)
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“Como os esquemas cognitivos disfuncionais, a desregulação emocional e os padrões comportamentais ca
“Como os esquemas cognitivos disfuncionais, a desregulação emocional e os padrões comportamentais característicos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impactam a qualidade das relações interpessoais e o processo de socialização?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ainda que a sua pergunta levante questões técnicas do tratamento de pacientes borderline, esses sintomas não são a origem das dificuldades com o outro. Em verdade, esses pacientes, em geral, tem questões relacionais importantes com seu núcleo familiar ou a ausência desse.
Não é incomum que esses pacientes busquem suprir, inconscientemente, nas relações contemporâneas àquilo que foi aquém na sua infância e adolescência. Obviamente, aqui estou fazendo uma simplificação e uma generalização que precisam ser ajustadas a cada caso com suas nuances.
Os sintomas que você menciona na sua pergunta já são um subproduto dessas questões mais profundas.
Um exemplo de coisas comuns que são vividas por esses pacientes, ainda que não seja generalizável: Eles costumam se dedicar entusiasticamente a novos relacionamentos que acenem a possibilidade de lhes oferece algo afetivamente importante. Contudo, eles fazem isso, inconscientemente com uma expectativa de retorno de uma determinada forma.
Quando o desenrolar da amizade não ocorre como o esperado, porque nenhuma relação ocorre como o esperado 100%, eles tendem a reagir com muita raiva e decepção profundas diante da pessoa em questão.
Isso é um exemplo de como essas questões de base, que são inconscientes, produzem os sintomas que você menciona provocando instabilidade em muitas relações.
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Qual a diferença entre dependência emocional e conexão autêntica?
Qual a diferença entre dependência emocional e conexão autêntica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Eu não diria que uma relação onde existe dependência emocional não possui uma conexão autêntica.
Primeiro é importante perceber que todas as relações humanas possuem seus problemas em maior ou menor grau. É completamente possível que duas pessoas tenham uma relação autêntica e que alguns problemas da relação sejam derivados de dependência emocional, cujas origens remontam a muitas possibilidades para cada pessoa.
Eu precisaria de um pouco mais de contexto para responder a sua pergunta a contento, mas em geral um ponto a ser avaliado é como a pessoa se sente na relação, independente das características dessa. Esse é sempre um excelente ponto de partida para avaliar a necessidade de ajuda profissional, ou não.
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Tenho 29 anos e namoro há 4 anos. Amo minha namorada, ela é minha parceira pra tudo, mas percebo que
Tenho 29 anos e namoro há 4 anos. Amo minha namorada, ela é minha parceira pra tudo, mas percebo que meu desejo sexual diminuiu muito nos últimos anos. Acabei criando o hábito de consumir pornografia escondido porque é mais “fácil” do que iniciar relação, conversar ou lidar com a pressão de transar. O problema é que agora parece que quanto mais pornografia vejo, menos vontade tenho de estar presente de verdade com ela. Quando tentamos ter relação eu fico ansioso, às vezes perco a ereção ou termino rápido. Ela já percebeu que tem algo errado e acha que não sinto mais atração por ela, mas não é isso. Tenho vergonha de falar sobre o quanto isso virou um ciclo. Isso pode ter relação com pornografia, ansiedade ou problema no relacionamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As questões psíquicas costumam ser multifatoriais e em geral não é fácil entender o que é causa e consequência.
Eu poderia listar uma série de combinações possíveis para as hipótese que você levantou como responsáveis pelo quadro que você descreveu. Contudo, nesse momento eu sugiro que você marque uma entrevista com algum profissional da psicologia ou psicanálise para entender melhor o que se passa nesse momento da sua vida.
Independente das causas há um sofrimento, e muitas vezes a verdadeira causa dos problemas não é óbvia e os sintomas são muitas vezes apenas consequências.
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Minha namorada pediu tempo por questões familiares, mas como é meu primeiro namoro, não soube lidar
Minha namorada pediu tempo por questões familiares, mas como é meu primeiro namoro, não soube lidar com isso, tive crises de ansiedade, emagreci e infelizmente não dei o espaço e o tempo que ela queria( ela sempre fala que estou repetindo muito as coisas). Eu não soube lidar com a minha dor, com o vazio que ficou.Pois bem essa semana optamos por terminar , mas assim que ela resolver as questões familiares dela tentar o relacionamento, para ver o que acontece.Depois que terminamos sem a questão do tempo estou me sentindo melhor e estou respeitando o espaço dela. Mas tenho medo do fato de eu não ter respeitado o espaço dela anteriormente, tenha colocado tudo a perder. Vocês acreditam que ela pode querer retomar esse relacionamento? Ela estabeleceu um prazo de 2 meses, esse tempo todo que me deu uma angústia e crises de ansiedade e medo .Vivi um novembro terrível, doloroso, onde não respeitei o tempo dela e não soube lidar com as minhas emoções que são novas para mim, é o primeiro relacionamento .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em primeiro lugar boa parte do que você está vivendo é normal diante de um primeiro relacionamento amoroso.
Todo ser humano precisa amadurecer diante de relacionamentos amorosos e isso leva tempo e auto-conhecimento.
Qualquer orientação aqui seria precipitada. Com as informações fornecidas por você é difícil determinar se tudo que você viveu não vai além do seu processo de amadurecimento relacional e luto normal.
Se você tem a intuição de que o seu sofrimento vai além disso indico marcar uma entrevista com um psicólogo ou psicanalista para que vocês juntos possam avaliar se o espaço oferecido pela terapia pode te ajudar de alguma forma.
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Desde o início da adolescência eu lido com ansiedade leve, que pode ser controlada sem nenhum tipo d
Desde o início da adolescência eu lido com ansiedade leve, que pode ser controlada sem nenhum tipo de medicação (além de crises muito raras). No entanto, aos 17 anos e até a atualidade eu comecei a ter uma repetição obsessiva de lembranças (do dia, da semana ou do mês) ao longo do dia. Imediatamente, antes de conseguir evitar, meu corpo tem como resposta o pensamento de uma trágica mrte que envolve a cabeça como alvo, além de outros pensamentos de autodestruição.
Isso vem me atrapalhando em algumas atividades (no processo de escrita criativa, nos estudos, nas relações interpessoais, até mesmo nas atividades físicas). Pode, de repente, a "ansiedade" ter piorado, mesmo sem motivo aparente (além de pouco estresse cotidiano)?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Eu precisaria de um pouco mais de informações para tecer uma opinião.
O que posso dizer a você é que o quadro que você descreve parece ter um tipo de pensamento intrusivo.
Esse tipo de sintoma pode ter muitas origens distintas
Recomendo que busque um psicólogo ou psicanalista para cuidar desse quadro.
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Interrompi a terapia e quero retomar. Preciso “começar do zero”?
Interrompi a terapia e quero retomar. Preciso “começar do zero”?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Toda terapia começa a partir do que te incomoda no momento ou do que você busca no presente. Então, acho que a resposta mais sincera a sua pergunta é toda terapia é um novo começo. Contudo, o que foi trabalhado em outras terapias pode ou não ser necessário revisitar.
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Tenho dificuldade de me abrir em terapia; começo por onde?
Tenho dificuldade de me abrir em terapia; começo por onde?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa dificuldade em se abrir é muito comum e para além da sua dificuldade, há também a identificação com o profissional.
Se psicanálise for uma opção para você, saiba que costuma-se realizar um conjunto de entrevistas para verificar se o paciente:
1. se sente confortável com aquele profissional
2. se o profissional julga que é capaz de ajudar aquela pessoa
3. se o tipo de tratamento faz sentido para o paciente
Esse método de entrevistas iniciais favorece que você possa experimentar diferentes profissionais até encontrar um com quem seja possível para você se abrir um pouco mais.
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Como diferenciar saudade, tristeza profunda e luto não elaborado?
Como diferenciar saudade, tristeza profunda e luto não elaborado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma excelente pergunta e cuja resposta é bem extensa. Vou tentar resumir para tentar te ajudar a iniciar um caminho de compreensão.
Esses diferentes estados da nossa psique podem ter apresentações exatamente iguais ainda que suas causas sejam diferentes.
Para começar saudade e tristeza são sentimentos comuns no trabalho do luto. Contudo, o luto é o trabalho de se desligar aos poucos de uma pessoa, animal, objetos etc. importantes em nossas vidas.
Saudade é um sentimento que pode conter ou não tristeza, entre várias outras apresentações possíveis.
Tristeza é um sentimento que pode ou não ser acompanhada de sofrimento.
Como vê sua pergunta é bem abrangente e aqui nem esgotei a totalidade do assunto.
Mas acredito que sua pergunta provavelmente se refere a uma possível dúvida se o que você sente nesse momento precisa ou não de ajuda de algum profissional.
Recomendo que busque fazer uma entrevista com um psicólogo e ou piscanalista, pois usualmente nas entrevistas iniciais o profissional consegue te ajudar a entender se há necessidade de se iniciar um tratamento ou não.
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Como saber se estou enfrentando um “choque cultural” ou se estou desenvolvendo ansiedade?
Como saber se estou enfrentando um “choque cultural” ou se estou desenvolvendo ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ainda que a sua pergunta tenha sido clara, seria importante conhecer um pouco mais dos sintomas que você percebe e do contexto onde eles aparecem.
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Qual especialista devo consultar? Ultimamente, tenho me sentido estagnada. Me distraio com tudo e qu
Qual especialista devo consultar? Ultimamente, tenho me sentido estagnada. Me distraio com tudo e qualquer coisa, e me convenço de que estou fazendo tudo, menos minhas responsabilidades, não consigo focar e me concentrar no que importa e nem ter uma rotina minimamente funcional, procrastinando e negligenciando o que importa. Não consigo me exercitar mais, estudar e trabalhar, minha vontade é so ficar deitada. Sentimentos de falta de realização baixo desempenho, cansaço mental e físico, tristeza, frustração, exaustão, fracasso e impotência. Tenho 31 anos. Nem sempre foi assim. Meus exames de sangue estão todos dentro do padrão de referência. Gostaria muito da sua opinião sobre como lidar com a minha situação. Faço uso de duloxetina e bupropiona.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você relatou imagino que esteja com acompanhamento médico. Minha opinião é que poderia ser muito útil para você se consultar com um psicólogo ou psicanalista.
O quadro que você descreve pode ter muitas causas distintas que precisam se analisadas junto a um profissional para que uma direção de tratamento possa ser estabelecida.
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Homem 20 anos, solteiro sem filhos - recentemente venho sentindo que a minha ansiedade e autocrítica
Homem 20 anos, solteiro sem filhos - recentemente venho sentindo que a minha ansiedade e autocrítica e outras questões emocionais estão piorando, me levando a um ponto onde está afetando a minha capacidade mental ao fazer tarefas e outras coisas. sinto um peso emocional crescente sobre onde eu deveria estar, carreira e comparações constantes com outras pessoas e comigo mesmo, gerando frustração e mais autocrítica. não sou sociável, tenho dificuldades nisso. momentos de desânimo, pensamentos repetitivos e auto degradantes são constantes. me sinto um estranho e desconectado das pessoas e dos meios as vezes. recentemente tudo isso chegou a um ponto de começar a me travar e percebi práticas ruins como escape…. Que tipo de psicólogo pode me ajudar nestas questões e como ? Nunca tive nenhum tipo de acompanhamento e tenho bastante resistencia em falar sobre essas coisas...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na psicologia existem diversas abordagens que propões tratamentos para o que você descreveu em seu texto.
É comum os profissionais de psicologia e psicanálise oferecerem uma ou algumas entrevistas iniciais para que você possa experimentar como se sente com diferentes profissionais, se o método usado faz sentido para você e principalmente para você verificar com qual profissional é possível se abrir um pouco mais.
Contudo, toda terapia é uma relação e você não precisa confiar de cara no profissional que vai cuidar de você. Todo psicólogo ou psicanalista sabe que é preciso um tempo diferente para que cada paciente possa se abrir um pouco mais.
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Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesm
Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesmo tendo inúmeras brigas diárias
O pior, sou eu quem procuro e ainda ele me humilha por isso, mas eu não sei como agir e nem como sair desse ciclo que já se repetiu por várias vezes, ele também sempre volta
Eu reconheço, que estou errado, que isso não pode continuar, mas não consigo sair disso
É muito dolorido e vergonhoso, muitas vezes eu acho que nunca vou sair disso e que parece o novo jeito de estar neste relacionamento
Ninguém nem imagina que vivemos issoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na nossa vida o inconsciente tem uma influência muito maior do que imaginamos. O que você vive pode ter inúmeras origens e acho que lhe faria muito bem marcar uma entrevista com um psicanalista para que juntos você possam avaliar se uma análise poderia te ajudar.
Mas é muito importante você saber que situações como a sua são muito mais comuns do que as pessoas imaginam.
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Como lidar com a ansiedade existencial no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Como lidar com a ansiedade existencial no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sua pergunta é muito pertinente, mas na verdade não há uma resposta única para essa pergunta. Nas questões psíquicas um mesmo sintoma, ou um mesmo comportamento podem ter muitas origens diferentes.
É importante que você marque uma entrevista com um psicólogo ou psicanalista que possa te ajudar a encontrar formas para entender e lidar com o que está te acontecendo diante do diagnóstico de Lúpus que você recebeu.
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Oi, Bom dia! Sobre TPB ( Transtorno de Personalidade Borderline). Gostaria de entender as alteraçõe
Oi, Bom dia!
Sobre TPB ( Transtorno de Personalidade Borderline). Gostaria de entender as alterações na sensação e na percepção que esse transtorno trás.
Grata.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É preciso ter cautela com o diagnósticos de estruturas limite como o caso do borderline. Alguns quadros de histeria apresentam sintomas semelhantes.
Se você ou algum conhecido estão apresentando comportamentos que geram desconforto pessoal ou social, aconselho não se prender a diagnósticos, mas a buscar ajuda com um psicólogo ou psicanalista.
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Uma crise de ansiedade pode causar desmaios? Sempre que tenho uma crise sempre acho que vou desmaiar
Uma crise de ansiedade pode causar desmaios? Sempre que tenho uma crise sempre acho que vou desmaiar por conta das tonturas fortes que sinto
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como os colegas acimas já mencionaram, sim um dos sintomas de crise de ansiedade pode ser desmaio.
Contudo, sempre é importante investigar as causas de um desmaio pois existem outras condições clínicas que podem estar associadas
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Quais as consequências de um abuso psicológico? E quais os traumas podem ocorrer?
Quais as consequências de um abuso psicológico?
E quais os traumas podem ocorrer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como mencionado pelos colegas acima, sugiro que se busque um profissional de psicologia no caso de suspeita de alguma forma de abuso.
Os problemas decorrentes de algum tipo de abuso dependem da história do paciente, da sua idade, da cultura na qual está inserido e do tipo de abuso sofrido.
Para uma resposta mais completa seriam necessários mais dados do caso.
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A desrealização é passageira? Ela é causada pela ansiedade?
A desrealização é passageira? Ela é causada pela ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você ou alguém apresentou o que você identificou como desrealização sugiro uma consulta psicológica para uma avaliação. A ansiedade pode sim levar a quadros dissociativos, mas não é a única causa possível.
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como saber se realmente houve abuso?Minha afilhada disse que sofreu várias vezes,desde que tinha 07
como saber se realmente houve abuso?Minha afilhada disse que sofreu várias vezes,desde que tinha 07 anos, hoje ela tem 13 anos,qual profissional devo procurar?Porque demorou tanto tempo para dizer o que estava acontecendo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, a primeira coisa a compreender é que os casos de abuso são traumáticos.
A criança muitas vezes julga que a culpa do abuso é dela, que foi ela quem fez algo de errado.
Em geral ela se identifica com o agressor e fantasia que ela mesma obteve prazer daquela situação.
Se para piorar o agressor é alguém em quem a criança confia, se torna muito difícil significar aquele ato como agressão.
Essas, entre outras, são razões pelas quais é muito difícil para a criança denunciar o abuso.
Ela se encontra perdida entre a dificuldade de significar aquela experiência e a fantasia de culpa de sua parte.
O ideal é acolher a história da vítima sem fazer muitas perguntas e procurar um profissional de psicologia para uma avaliação.
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Olá,eu tomei alguns anos um antidepressivo,e a pouco mais de 1 ano tive alta. Agora,meu nariz,onde j
Olá,eu tomei alguns anos um antidepressivo,e a pouco mais de 1 ano tive alta. Agora,meu nariz,onde ja fiz o desvio do septo ha 5 anos,voltou a entupir uma narina,isso me causa um quadro de ansiedade e agitação. Sera que seria o caso de marcar consulta com psiquiatra novamente? Obrigada.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como na sua narrativa há poucos dados sobre o seu caso, concordo com os colegas acima sobre a busca de uma psicoterapia para avaliar o quadro de ansiedade.
Em contrapartida, sugiro buscar um otorrinolaringologista para avaliar o seu quadro físico.
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Meu filho de 3,5 anos foi diagnosticado como hiperativo e portador de TOD (Transtorno Opositor Desaf
Meu filho de 3,5 anos foi diagnosticado como hiperativo e portador de TOD (Transtorno Opositor Desafiador).
Esse diagnóstico foi dado em uma consulta de 30 minutos (com Neuropediatra) e sem nenhum exame adicional.
É dessa forma mesmo que se chega ao diagnóstico?
Obrigada,RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A minha sugestão é que leve seu filho para uma avaliação com um psicólogo especializado em crianças.
Não se apresse em fechar um diagnóstico para ele, as crianças são muito sensíveis aos rótulos que colocamos sobre elas.
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Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
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