Perguntas do paciente (5)
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Quais são as opções de tratamento para epicondilite lateral crônica quando fisioterapia, medicamento
Quais são as opções de tratamento para epicondilite lateral crônica quando fisioterapia, medicamentos e infiltrações não apresentam melhora?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando a epicondilite lateral crônica não melhora com fisioterapia, medicamentos e infiltrações, o próximo passo geralmente não é repetir o mesmo tratamento, mas confirmar o diagnóstico e discutir terapias especializadas ou cirurgia.
A epicondilite lateral é, na maioria das vezes, uma tendinopatia da origem dos músculos extensores do punho, especialmente do extensor radial curto do carpo. A dor persistente pode, porém, ter outra causa associada.
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Olá , Sinto como se tivesse areia em meus joelhos, faço academia e pego bastante peso, as vezes sint
Olá ,
Sinto como se tivesse areia em meus joelhos, faço academia e pego bastante peso, as vezes sinto dor, fiz raio x e não deu nada.
Qual especialista procurar? O que fazer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O especialista mais indicado é um ortopedista especializado em joelho, de preferência com atuação em medicina esportiva. Um fisioterapeuta com experiência em lesões esportivas também pode avaliar sua técnica e seu padrão de movimento, mas, como há dor associada, é prudente fazer primeiro uma avaliação médica.
A sensação de “areia”, rangido ou estalos pode ser uma crepitação. Quando ocorre sem dor, inchaço ou travamento, muitas vezes não significa desgaste importante. Porém, como você treina com bastante carga e sente dor, pode haver sobrecarga ou irritação de estruturas que o raio X não mostra, como:
Síndrome da dor femoropatelar;
Tendinopatia;
Irritação da cartilagem;
Lesão meniscal;
Alteração na forma de executar agachamento, leg press ou outros exercícios;
Fraqueza ou desequilíbrio entre quadríceps, glúteos e músculos do quadril.
O que o raio X normal significa
O raio X é útil para avaliar ossos, alinhamento e artrose mais evidente, mas não mostra adequadamente meniscos, ligamentos, tendões e muitas alterações iniciais da cartilagem. O ortopedista decidirá se é necessário algum exame complementar, como ressonância magnética. Ela não é obrigatória em todos os casos.
O que fazer enquanto aguarda a avaliação
Reduza temporariamente o peso, o volume e a profundidade dos exercícios que provocam dor, especialmente agachamento, leg press, avanço e extensora.
Não é necessário ficar completamente parado: mantenha atividades sem dor significativa, como caminhada leve ou bicicleta com pouca resistência, se forem bem toleradas.
Evite treinar “por cima da dor”. Uma referência prática é manter o desconforto leve durante o exercício e observar se ele volta ao nível habitual até o dia seguinte.
Revise a técnica, principalmente o alinhamento dos joelhos com os pés e o controle durante a descida.
Faça aquecimento e retome as cargas progressivamente.
Fortalecimento de quadríceps, glúteos e musculatura do quadril costuma ajudar, mas deve ser ajustado por um fisioterapeuta.
Gelo por 15 a 20 minutos, protegido por um pano, pode aliviar a dor após o treino; ele não substitui a correção da causa.
Evite usar anti-inflamatórios por conta própria ou repetidamente.
Procure atendimento com mais urgência se houver
Inchaço importante ou recorrente;
Joelho quente e vermelho, especialmente com febre;
Travamento ou impossibilidade de estender o joelho;
Sensação de falseio;
Incapacidade de apoiar o peso;
Dor intensa após trauma;
Perda progressiva de força ou inchaço na panturrilha.
Se a dor persistir por algumas semanas mesmo com a redução das cargas, ou estiver limitando seus treinos, a avaliação com o ortopedista de joelho/medicina esportiva é recomendada.
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Tenho uma perna curta de 1,7 centímetros é considerado deficiência física?
Tenho uma perna curta de 1,7 centímetros é considerado deficiência física?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sem limitação funcional relevante, uma perna 1,7 cm mais curta geralmente não é suficiente, por si só, para caracterizar deficiência física. Se houver dificuldade persistente para andar, trabalhar ou realizar atividades, é necessária uma avaliação ortopédica e funcional formal.
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Operei do túnel do carpo em 19/02 no dia da cirurgia meu dedo médio voltou ao normal. Mas o dedo ind
Operei do túnel do carpo em 19/02 no dia da cirurgia meu dedo médio voltou ao normal. Mas o dedo indicador e o polegar continuam adormecidos direto. O que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O mais importante é marcar uma reavaliação com o cirurgião que fez a operação ou com um ortopedista especialista em cirurgia da mão. Se a cirurgia foi em 19/02 deste ano, já se passaram cerca de cinco meses; a dormência contínua no polegar e no indicador merece investigação, embora ainda possa haver recuperação do nervo.
O polegar e o indicador pertencem à área de sensibilidade do nervo mediano, o mesmo nervo comprimido no túnel do carpo. A recuperação pode ocorrer de forma desigual: quando a compressão era intensa ou antiga, a sensibilidade pode levar meses — às vezes 6 a 12 meses — para retornar, e em alguns casos não se recupera completamente.
O que pode explicar a dormência persistente
Recuperação lenta de uma lesão mais intensa do nervo;
Compressão que não foi totalmente liberada ou formação de cicatriz;
Irritação ou lesão do nervo durante o procedimento, que é rara;
Compressão do nervo em outro ponto do braço ou no pescoço;
Problema associado, como diabetes, hipotireoidismo ou outra neuropatia;
Diagnóstico concomitante diferente do túnel do carpo.
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Fiz a cirurgia de punho e foram colocados fios de Kirschner. O médico disse que vou ficar com
Fiz a cirurgia de punho e foram colocados fios de Kirschner. O médico disse que vou ficar com fios 2 meses só que não consigo agendar o retorno com o dr pelo sus. Caso o retorno não saia e chegue o prazo pra retirar os pinos, corram algum risco de algo ter dado errado se voltar só pra retirar os pinos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é ideal voltar apenas para “puxar os pinos” sem uma avaliação antes. Porém, a consulta de retirada pode ocorrer no mesmo atendimento, desde que o ortopedista examine o punho e confirme, geralmente com radiografia, que a fratura ou lesão está suficientemente consolidada.
Os 2 meses são uma estimativa: o tempo correto depende do tipo de cirurgia, da lesão, da estabilidade e da consolidação óssea. Se ainda não estiver consolidado, o médico pode decidir manter os fios e a imobilização por mais tempo. Um pequeno atraso não significa necessariamente que algo deu errado, mas não é recomendável deixar os fios por semanas ou meses além do planejado sem revisão, principalmente se estiverem expostos.
O que fazer agora
Procure o hospital onde foi feita a cirurgia e solicite especificamente um retorno pós-operatório da ortopedia para controle e retirada dos fios de Kirschner.
Leve o resumo da alta, exames, receitas e qualquer documento da cirurgia.
Se não houver agendamento, peça orientação à regulação, serviço social ou ouvidoria do hospital e também procure sua UBS para encaminhamento.
Não retire, corte, empurre ou gire os fios em casa.
Mantenha a imobilização e os cuidados com o curativo conforme as orientações recebidas.
Evite apoiar peso ou fazer movimentos forçados com o punho até ser reavaliada.
Procure atendimento antes do prazo se houver
Vermelhidão crescente, calor, pus, mau cheiro ou febre;
Dor ou inchaço que estão piorando;
Fio solto, quebrado, torto ou que mudou de posição;
Fio que entrou na pele ou passou a sair mais do que antes;
Dormência, formigamento, perda de força, dedos frios, pálidos ou arroxeados;
Gesso ou tala muito apertado.
Em resumo: não é necessário obrigatoriamente conseguir uma consulta separada antes, mas a retirada deve ser feita por profissional habilitado e precedida de exame do punho, com imagem quando indicada. Caso o retorno não seja agendado, não espere simplesmente chegar o prazo: tente organizar o atendimento pós-operatório pelo próprio hospital ou procure uma unidade de urgência se aparecer algum sinal de alerta
Perguntas frequentes
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Não dá para afirmar qual laboratório seja o melhor na sua situação. Os genéricos…