Perguntas do paciente (20)

  • Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consi

    Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consigo. Sendo parte da minha personalidade será que é possível mudar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Sim, é possível mudar.
    Porque nem tudo o que parece personalidade realmente é identidade. Muitas vezes, são mecanismos emocionais criados para proteger feridas como rejeição, abandono e medo de não ser suficiente.
    Ter consciência disso já mostra que existe em você um desejo de transformação.
    O problema é que ninguém muda apenas tentando controlar o que sente. É preciso compreender a raiz emocional por trás desses comportamentos.
    Quando você começa a olhar para si com mais profundidade, entende que por trás do ciúme existe uma história emocional precisando ser acolhida e ressignificada. E é exatamente nesse processo que a terapia pode ajudar.


  • Em minha vida inteira, nunca consegui manter amizades, amizades da adolescencia eu simplesmente excl

    Em minha vida inteira, nunca consegui manter amizades, amizades da adolescencia eu simplesmente exclui da minha vida sem mais nem menos (nao houve nada), mas por vezes me veem esses impulsos e acabo que nao consigo manter relaçoes com pessoas, acabo me afastando, ignorando e muitas vezes sumindo real, trocando de numero, para não ter mais que falar com tais pessoas, e desde sempre foi assim, não tenho amigos, nenhum com 26 anos apenas, tenho uns 3 virtuais, e depois de alguns meses, sumi, inclusive estão preocupados, me mandando email e tudo, mas nao sinto esgotamento nem nada, só vontade de ficar isolada mesmo, e quando esse sentimento acaba, acabo sentindo falta dessas pessoas, mas com vergonha de procura las novamente, e mais algumas questoes que me fazem crer que eu tenha algo, algum transtorno...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Esse movimento de se aproximar e depois se afastar pode estar ligado a uma dificuldade em sustentar vínculos, muitas vezes como forma de proteção, mesmo que inconsciente.
    O fato de você sentir falta depois mostra que o desejo de se relacionar existe, mas algo interrompe esse processo.
    Mais do que se rotular, o importante é entender o que está por trás desse funcionamento.
    Uma escuta clínica pode te ajudar a compreender esses padrões e construir relações mais seguras, no seu tempo.


  • De que forma o vazio deixado pelo abandono do meu pai se transformou em uma insegurança constante de

    De que forma o vazio deixado pelo abandono do meu pai se transformou em uma insegurança constante de que serei deixada a qualquer momento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Quando você vive um abandono, principalmente na relação com o pai, isso pode ser sentido como uma quebra de segurança muito importante.
    Com o tempo, essa experiência pode ficar registrada dentro de você como uma sensação de que o outro pode ir embora a qualquer momento. Não é algo que você escolhe sentir, é algo que foi aprendido emocionalmente lá atrás.
    Por isso, esse vazio pode ir se transformando nessa insegurança constante nos vínculos, como uma forma de se proteger de viver a mesma dor novamente.
    Entender como isso ficou em você é um passo importante para que esse medo comece a perder força.


  • Descobri uma traição do meu parceiro e terminei, como posso trabalhar o medo de que essa situação se

    Descobri uma traição do meu parceiro e terminei, como posso trabalhar o medo de que essa situação se repita em outros vínculos?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Esse medo é compreensível após uma traição, pois a confiança foi abalada.
    Mais do que indicar que a situação irá se repetir, ele mostra que ainda há uma experiência emocional a ser elaborada. É importante diferenciar o que pertence ao passado do que é do presente.
    Com acompanhamento terapêutico, é possível ressignificar essa vivência, fortalecer sua segurança interna e reconstruir a confiança de forma mais saudável, sem que o medo conduza seus vínculos futuros.


  • Boa noite! Quero tirar uma dúvida, na verdade trocar ideia sobre o assunto. Estou em uma união está

    Boa noite!
    Quero tirar uma dúvida, na verdade trocar ideia sobre o assunto. Estou em uma união estável há 05 anos e, meu companheiro trabalhou como marinheiro offshore de 2011 q 2013. Na época havia ganhado uma bolsa de estudo para estudar em Houston e aprofundar conhecimentos. Desde o primeiro dia que o o conheci ele fala sobre essa experiência e revive o passado, lamentando a bolsa que perdeu. Na época em que o contrato foi quebrado, ele também se separou, um casamento de 20 anos devido a traição por parte da ex mulher. Meu objetivo era que um algum momento ele deixasse de lamentar o passado e passasse a enxergar com outros olhos essa experiência incrível e única. E tentasse extrair os aprendizados para sua jornada. Porém, quando tomamos uma cervejinha (uma vez por semana), ele volta ao passado e fico pensando que por alguns momentos ele deixa de viver nesse passado. Mas para ser franca, não há nada que eu fale ou tente fazer com que ele veja de uma outra forma. Não adianta!
    Gostaria de saber se é possível que eu de alguma forma o faça enxergar com outros olhos. Porque terapia ou qualquer outro tipo de conversa ou ajuda, ele não aceita jamais.

    Agradeço desde já pela atenção.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Entendo seu desejo de ajudar, mas é importante reconhecer que essa mudança não depende de você.
    Quando uma pessoa repete muito o passado, geralmente existe algo ali que ainda não foi elaborado. E, sem que ela queira olhar para isso, dificilmente alguém de fora conseguirá mudar essa forma de ver a própria história.
    Você pode acolher, mas não assumir essa responsabilidade. O mais importante é observar como isso te afeta e até que ponto você está tentando sustentar algo que não é seu.
    Cada um precisa estar disponível para o próprio processo, e isso não pode ser forçado.


  • Quais são os tipos de projetos de vida? ;

    Quais são os tipos de projetos de vida? ;

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Os projetos de vida são os caminhos e objetivos que uma pessoa constrói ao longo da vida, de acordo com o que é importante para ela.
    Eles costumam envolver algumas áreas principais, como: pessoal, profissional, afetivo, financeiro, sentido de vida
    Esses projetos não são fixos, eles podem mudar com o tempo, conforme você vive novas experiências e passa a se conhecer melhor.
    Uma escuta clínica pode ajudar a entender o que realmente faz sentido para você em cada fase da vida.


  • Qual o papel do livre-arbítrio na aceitação da vida?

    Qual o papel do livre-arbítrio na aceitação da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    O livre-arbítrio está ligado à capacidade de escolha, inclusive na forma como você lida com o que vive.
    Nem sempre podemos controlar o que acontece, mas podemos, aos poucos, escolher como olhar para essas experiências e o que fazer com elas.
    Na psicoterapia, esse processo envolve ganhar mais consciência sobre si mesmo, para que suas escolhas deixem de ser automáticas e passem a ser mais conscientes.
    A aceitação da vida, então, não é se conformar, mas reconhecer a realidade e, a partir disso, escolher como seguir de forma mais alinhada com você.


  • A crise existencial é sempre ruim? .

    A crise existencial é sempre ruim? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    A crise existencial nem sempre é algo ruim.
    Apesar de gerar desconforto, dúvida e até angústia, ela também pode ser um momento importante de questionamento e mudança. Muitas vezes, surge quando algo já não faz mais sentido e precisa ser revisto.
    Pode ser, portanto, um ponto de transição, onde a pessoa começa a repensar escolhas, valores e direção de vida.
    Quando bem elaborada, a crise pode levar a mais consciência, autenticidade e construção de novos caminhos. Em uma escuta clínica, esse processo pode ser compreendido e atravessado com mais clareza e segurança.


  • Olá quais são as dicas para controlar a ansiedade aumentei a dose do remédio mais não fez efeito ain

    Olá quais são as dicas para controlar a ansiedade aumentei a dose do remédio mais não fez efeito ainda, sinto muito ansiosa, tenho síndrome do pânico tbm, sinto uma onda de calor e tontura, uma sensação ruim tenho medo de desmaiar e entro em pânico minha ansiedade e muito forte meus pensamentos e sempre negativos de que vou passar mal e isso nunca vai passar, sinto que a técnica da respiração não funciona muito comigo, já me senti assim a 4 anos atrás mas agora a ansiedade voltou denovo fico muito triste por isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Eu sei que o que você está sentindo assusta, essa sensação de que vai passar mal, perder o controle… mas isso é a ansiedade se manifestando no seu corpo, não um perigo real.
    Existe um ciclo que intensifica tudo: quanto mais você acredita nos pensamentos (“isso nunca vai passar”, “vou desmaiar”), mais o seu corpo reage, e a crise ganha força.
    Sobre a medicação, é importante respeitar o tempo do seu corpo e manter o acompanhamento médico.
    Mas quero te lembrar algo muito importante: você já viveu isso antes… e você conseguiu sair. Isso significa que existe um caminho, mesmo que agora pareça difícil enxergar.
    Você não precisa passar por isso sozinha. Com o apoio certo, é possível acalmar o corpo, organizar os pensamentos e voltar a sentir segurança dentro de si.


  • Gostaria de saber se a abordagem de um psicanalista é diferente de um psicólogo ?

    Gostaria de saber se a abordagem de um psicanalista é diferente de um psicólogo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Sim, existe diferença.
    O psicólogo pode atuar com diferentes abordagens terapêuticas, enquanto a psicanálise é uma abordagem específica, voltada para compreender o inconsciente, os padrões emocionais, os conflitos internos e a origem dos comportamentos.

    Na psicanálise, o foco não é apenas aliviar sintomas, mas ajudar a pessoa a entender por que sente, repete e reage de determinadas formas.

    Muitas vezes, aquilo que hoje causa dor tem raízes emocionais mais profundas que nunca foram conscientes.

    Por isso, o processo analítico convida a pessoa a olhar para sua história, seus vínculos, emoções e padrões com mais profundidade e consciência.


  • Olá! Eu estou sentindo que preciso de um psicólogo para conversar, mas não sei qual linha devo segui

    Olá! Eu estou sentindo que preciso de um psicólogo para conversar, mas não sei qual linha devo seguir (nem sei se faz diferença no meu caso). Tenho 33 anos e há alguns anos notei que tenho algo parecido com algum tipo de hiperfoco em relacionamentos (de amizade) seguido de isolamento social intenso. Sinto como se fosse uma montanha, em que eu começo conhecendo uma pessoa (como amiga) bem aos poucos, e aí eu chego num pico altissimo em que só quero falar com ela, que pode durar meses, e depois tenho uma queda vertiginosa em que sempre termino me afastando dessa pessoa por completo, ignoro suas mensagens e não respondo mais. Notei que isso tem me afetado muito, mas não sei como nem por onde começar a resolver. Alguém para me dar uma luz? Estou em sofrimento e gostaria de encontrar ajuda.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    O que você descreve é um padrão que merece atenção, principalmente porque está te causando sofrimento. Esse movimento de se aproximar intensamente e depois se afastar pode estar ligado a questões emocionais mais profundas, como medo de vínculo ou uma forma de proteção.
    O mais importante não é tanto a linha, mas encontrar um profissional com quem você se sinta segura. Abordagens como psicanálise podem ajudar a entender e transformar esse padrão.
    Você não precisa lidar com isso sozinha, buscar ajuda pode ser o primeiro passo para relações mais leves e seguras.


  • É normal todas as consultas com psicanalista durarem em torno de 30 minutos? Já fiz terapia TCC, est

    É normal todas as consultas com psicanalista durarem em torno de 30 minutos? Já fiz terapia TCC, estava acostumada com consultas de 50 minutos e sinto falta desse tempo a mais. As sessões não são baratas e isso me gera um pouco de angústia. Como abordar isso sem parecer que estou desvalorizando o método do profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    A duração das sessões pode variar na psicanálise, não existe um tempo único obrigatório. Alguns profissionais trabalham com 30 minutos, outros com 50.
    O mais importante é como você se sente. Se percebe que precisa de mais tempo, isso é válido.
    Você pode trazer essa questão de forma simples na terapia, dizendo que sente falta de sessões mais longas e perguntando sobre a possibilidade de ajuste. Isso não desvaloriza o profissional,faz parte do processo.
    Alinhar expectativas fortalece o vínculo e melhora o seu cuidado.


  • Tenho 30 anos, recentemente passei por uma crise de pânico. Sou sedentário, passei por estresse devi

    Tenho 30 anos, recentemente passei por uma crise de pânico. Sou sedentário, passei por estresse devido à mudança de estado, fumo cigarro e exagero no café, tenho sono desregulado e me alimento pouco.

    Tenho dúvidas; quem tem crise de ansiedade pode se masturbar e fazer musculação?

    É possível ter uma crise só é mesmo assim não ser considerado doente?
    Posso levar uma vida normalmente igual era há 5 meses?

    Minhas crises começaram recente, há 5 meses.
    Namoro e não estou feliz e no modo geral sou
    Fiz exames médicos recente e está ok.
    Obrigado!
    frustrado com a minha vida.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Olá! Uma crise de pânico isolada não significa, necessariamente, um transtorno, muitas vezes está ligada ao estresse e a hábitos que desregulam o corpo, como sono ruim, excesso de café e tabagismo.

    Atividade física e sexualidade, em geral, não são problemas.

    O ponto principal é que seu corpo e sua mente estão sinalizando um desequilíbrio. Sono desregulado, alimentação insuficiente, estresse e insatisfações emocionais (como no relacionamento) podem contribuir diretamente para esse quadro.

    Sim, é possível retomar uma vida com mais equilíbrio, mas isso passa por ajustes no estilo de vida e pelo cuidado com a saúde emocional. Com acompanhamento adequado, é possível entender melhor esses gatilhos, reduzir as crises e recuperar sua qualidade de vida.


  • Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspon

    Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspondesse, depois disso passei a me sentir vazia, isolada, todos se afastaram de mim, eu não tenho amigos exceto pelas amizades virtuais, mas na vida real eu não tenho amigas com quem sair .....e quando eu encontro alguém eu já não sei como me portar, eu ajo de forma estranha, me sinto uma alienígena na minha cidade, por isso quero me mudar de país, quero tentar recomeçar tudo do 0.....tudo isso me incomoda e me deixa sufocada com uma dor de cabeça dos infernos, eu apenas queria ter amigos e sei lá ser amada de verdade sem ser usada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Olá! Obrigada por compartilhar algo tão profundo.

    O que você descreve, esse sentimento de vazio, isolamento e dificuldade de se conectar — pode estar relacionado a experiências emocionais que marcaram sua forma de se relacionar e de se perceber.

    Quando há frustrações afetivas, é comum surgir uma sensação de não pertencimento e insegurança nas relações, o que pode levar ao afastamento e à dificuldade de criar vínculos na vida real.

    A vontade de recomeçar do zero faz sentido, mas muitas vezes essa dor precisa ser compreendida internamente, para que novas relações possam ser construídas de forma mais saudável.

    Com apoio terapêutico, é possível trabalhar essas questões, fortalecer sua autoestima e desenvolver conexões mais seguras e verdadeiras.


  • Oie Eu sou um tipo de pessoa, não, na verdade eu me tornei assim depois de um tempo.eu sou extremam

    Oie
    Eu sou um tipo de pessoa, não, na verdade eu me tornei assim depois de um tempo.eu sou extremamente indecisa e realmente não consigo tomar nenhum tipo de decisão e se ninguém me ajudar a fazer uma escolha eu me desespero e começo a chorar e fico nervosa e muita das vezes acabo fazendo tudo errado,de um jeito que acabo tendo que escutar reclamações ou perdendo uma quantia de dinheiro. Nunca consigo tomar uma decisão e quando tomo faço qualquer escolha e acabo me sentindo frustada e as vezes choro e outras vezes não sei como deveria reagir a tal situação

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Olá! O que você descreve vai além de indecisão, geralmente está ligado à insegurança, medo de errar e necessidade de validação.

    Quando uma decisão gera ansiedade, choro e desespero, é sinal de uma sobrecarga emocional por trás dessas escolhas.

    Na prática clínica, esse padrão pode ser trabalhado, ajudando você a desenvolver mais segurança interna e tomar decisões com mais tranquilidade.


  • Olá, Bom dia. Preciso de uma ajuda com um especialista qualificado para me orientar sobre às minh

    Olá, Bom dia.

    Preciso de uma ajuda com um especialista qualificado para me orientar sobre às minhas questões, tenho 25 anos e até o momento não consegui iniciar à minha carreira profissional, me sinto incapaz, insegura ,não sei ao certo o que eu realmente quero aprender e exercer. Não consigo me focar em nada, sempre estou pensando em muitas coisas, menos prestando atenção no momento.

    Preciso de Ajuda.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Eu entendo o quanto isso pode ser angustiante, sentir que está parada, sem direção, enquanto a mente não desacelera.
    Essa sensação de incapacidade não define quem você é. Muitas vezes, ela vem de pensamentos excessivos, insegurança e medo de não dar certo, que acabam te travando.
    Você não precisa ter todas as respostas agora. A terapia pode te ajudar a organizar o que você sente, fortalecer sua confiança e encontrar um caminho que faça sentido para você, no seu tempo.
    Você não está atrasada, você está precisando de apoio. E buscar ajuda pode ser o primeiro passo para começar a se encontrar.


  • Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração to

    Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração toda hora achando que vou parar ...fico puxando o ar de vez em quando e isso me dá pânico...devo fazer terapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Sim, a terapia pode te ajudar bastante.
    Esse tipo de pensamento, de que vai parar de respirar,é comum em quadros de ansiedade. Quando você começa a focar demais na respiração, isso aumenta a sensação de falta de ar e acaba alimentando o ciclo de pânico.
    Não significa que você vai parar de respirar, mas que seu corpo entrou em estado de alerta.
    Em uma escuta clínica, é possível entender o que está por trás dessa ansiedade e aprender formas de lidar com esses pensamentos sem que eles ganhem tanta força.
    Você não precisa enfrentar isso sozinho, e esse tipo de sintoma tem tratamento.


  • Quais perguntas posso fazer na sessão de psicanálise em relação ao meu tratamento? Tenho muitas dúvi

    Tenho muitas dúvidas e não sei como e se devo perguntar tudo que eu quero na sessão de psicanálise.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Na Psicanálise, você pode, sim, levar suas dúvidas para a sessão.
    Não é necessário filtrar ou “organizar demais” o que vai dizer. Muitas vezes, aquilo que você sente vontade de perguntar já faz parte do próprio processo.
    Ao mesmo tempo, nem sempre você vai receber respostas diretas, porque a proposta não é dar respostas prontas, mas te ajudar a construir o entendimento a partir do que você traz.
    Inclusive, a dúvida sobre “posso ou não perguntar?” já é algo importante para ser falado na sessão.
    Tudo isso faz parte do processo, você pode levar o que vier.


  • Após o parto tive uma crise de insônia forte q se estendeu por meses, hoje após 11 anos q tive minha

    Após o parto tive uma crise de insônia forte q se estendeu por meses, hoje após 11 anos q tive minha filha começou outra vez, com os mesmos sintomas, pode ter alguma relação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Olá! Sim, pode haver relação.

    A insônia após o parto costuma estar ligada a alterações hormonais e emocionais, e esse padrão pode reaparecer anos depois em momentos de estresse, ansiedade ou outras mudanças importantes.

    Quando o corpo já passou por esse tipo de experiência, ele pode se tornar mais sensível a gatilhos semelhantes.

    Com o cuidado adequado, é possível identificar esses fatores e tratar a insônia de forma eficaz, melhorando a qualidade do sono e o bem-estar.


  • É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sabrina Lemos Azevedo

    Olá! Sim, é totalmente possível desenvolver autoestima na vida adulta, inclusive após os 40 anos.

    A autoestima não é algo fixo, ela é construída ao longo da vida e pode ser fortalecida em qualquer fase. Muitas vezes, ela está ligada a experiências passadas, crenças sobre si mesmo e formas de se relacionar com o mundo.

    Com apoio terapêutico, é possível ressignificar essas experiências, desenvolver um olhar mais saudável sobre si e construir uma autoestima mais sólida e equilibrada.


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Perguntas frequentes

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