Perguntas do paciente (7)

  • Como investigar transtorno do espectro autista em adultos?

    Como investigar transtorno do espectro autista em adultos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandro Ribeiro

    Procure um profissional especializado, agende uma consulta com um psiquiatra, psicólogo ou neurologista que tenha experiência com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos.

    Reúna informações sobre seu histórico, se possível, peça a familiares ou pessoas próximas para descreverem aspectos do seu desenvolvimento na infância, como habilidades sociais, interesses ou comportamentos.

    Prepare-se para a avaliação, durante a consulta, o profissional fará perguntas sobre sua rotina, desafios sociais, formas de comunicação e padrões de comportamento.

    O profissional pode aplicar ferramentas como questionários ou avaliações clínicas, como o ADOS-2 ou AQ (Autism Spectrum Quotient).

    Vale lembrar que também é importante a exclusão de outros diagnósticos com sintomas semelhantes.


  • Tenho uma namorada que tem uma filha de outro relacionamento. Agente se gosta muito mais a filha del

    Tenho uma namorada que tem uma filha de outro relacionamento. Agente se gosta muito mais a filha dela cobra muito ciúmes de mim é sempre fala do pai dela não sei se pra mim afetar ou só por falta mas não tô sabendo lidar com isso!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandro Ribeiro

    É natural que essa situação traga desafios, especialmente porque envolve sentimentos sensíveis para todos os envolvidos. A filha da sua namorada provavelmente está em um momento de adaptação à dinâmica familiar e tentando entender o seu papel na vida dela e da mãe.

    As reações de ciúme ou a menção constante do pai podem ser formas de expressar insegurança ou saudade. Mostre empatia e evite entrar em conflitos, valorizando o que ela sente.

    Quando ela fala sobre o pai, evite interpretar como algo pessoal. Reconheça a importância do vínculo dela com o pai, demonstrando que você não está competindo por espaço.

    É compreensível que isso possa afetar você emocionalmente. Se estiver sentindo dificuldade, considere a possibilidade de ter um espaço terapêutico para refletir sobre esses sentimentos e encontrar estratégias mais assertivas.


  • Tenho uma facilidade em esquecer coisas, reclamam bastante pra mim e as vezes marco de fazer algo ma

    Tenho uma facilidade em esquecer coisas, reclamam bastante pra mim e as vezes marco de fazer algo mas depois perco o interesse e as pessoas se irritam comigo. O que é isso, e o que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandro Ribeiro

    Considere avaliação clínica, e isso for frequente e interferir significativamente na sua vida, pode ser interessante buscar uma avaliação para descartar questões de saúde física e mental ou outros fatores que possam estar influenciando. Existem diversos fatores que podem interferir na nossa atenção, não só em aspectos emocionais como também em aspectos biológicos.


  • Tenho TOC de confessar coisas, fico procurando coisas erradas que fiz no passado, me culpando por el

    Tenho TOC de confessar coisas, fico procurando coisas erradas que fiz no passado, me culpando por elas e depois sinto uma necessidade de confessar para alguém, para aliviar, mas só alivia por um momento, depois volta tudo de novo, como funciona o tratamento para esse tipo de TOC ?

    Estou pensando em procurar tratamento, mas eu não quero confessar para o psicologo, porque vou estar continuando a compulsão de confessar se fizer isto, mas sei que ele vai querer saber do que se trata, então o que devo fazer ? Não quero continuar cometendo essa compulsão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandro Ribeiro

    A Psicoterapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é a abordagem de tratamento mais eficaz para o TOC. A técnica principal é a Exposição e Prevenção de Resposta (EPR), onde você será guiado a enfrentar os pensamentos obsessivos sem ceder à compulsão (confessar), ajudando seu cérebro a se habituar à ansiedade e diminuir sua intensidade ao longo do tempo.

    Na TCC, você também aprende a identificar e desafiar crenças desadaptativas, como a necessidade de absolvição ou de "corrigir" o passado.

    É comum essa preocupação no início do tratamento. No entanto, o objetivo da terapia não é reforçar a compulsão, mas criar um ambiente seguro para explorar o que está acontecendo com você. Você não precisa entrar em detalhes das confissões no início. O psicólogo pode trabalhar com você focando no padrão de pensamento e comportamento, sem exigir que você compartilhe todos os conteúdos das obsessões, especialmente se isso reforçar o ciclo.

    Agendar uma consulta com um psicólogo é o primeiro passo. Explique seu receio ao profissional, ele estará preparado para ajudá-lo de forma ética e respeitosa, sem forçar comportamentos que reforcem a compulsão. O mais importante é você se sentir confortável e confiar no processo de tratamento.


  • Oi, meu nome é Sabrina, tenho 17 anos e a vida inteira fui uma garota mas agora ando me perguntando

    Oi, meu nome é Sabrina, tenho 17 anos e a vida inteira fui uma garota mas agora ando me perguntando se eu realmente me identifico 100%, eu não ligo para pronomes, roupas, nem como me vêem,já pesquisei e não achei nada que me descrevesse, será que poderiam me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandro Ribeiro

    É completamente natural passar por momentos de reflexão sobre a identidade de gênero, especialmente na adolescência, que é uma fase de autodescoberta. A identidade de gênero é uma experiência muito pessoal, e cada pessoa pode vivenciá-la de maneira única. O fato de você não se identificar 100% com o que sempre foi descrito pode ser um indicativo de que sua identidade de gênero é mais fluida ou não segue um molde rígido.

    Recomendo que continue explorando esses sentimentos, sem pressa para encontrar uma resposta definitiva. Se sentir necessidade, inicie com a psicoterapia para te ajudar a compreender melhor sua identidade e dar espaço para que você se sinta confortável com quem é, sem pressões externas. O mais importante é que você se sinta autêntica e em paz com sua própria jornada de descoberta.


  • Sinto-me deprimido ao ver uma garota bonita e quando me comparo com meus amigos que tiveram as mesma

    Sinto-me deprimido ao ver uma garota bonita e quando me comparo com meus amigos que tiveram as mesmas oportunidades e se deram muito melhor na carreia e não consigo entender o motivo, especialmente em relação às garotas bonitas... é como se pensasse que ela nunca olharia para mim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandro Ribeiro

    Entendo que esses sentimentos podem ser difíceis de lidar e afetam sua autoestima e autoconfiança. É comum que, em alguns momentos, a comparação com outras pessoas e pensamentos sobre como somos vistos pelos outros causem tristeza ou insegurança.

    Considere apoio psicológico, um psicólogo pode ajudar a explorar esses sentimentos mais profundamente e a desenvolver estratégias para lidar com a insegurança e a comparação.

    Lembre-se, a percepção que temos de nós mesmos pode mudar com o tempo e com esforço. Trabalhar sua autoconfiança e direcionar sua energia para o que você pode construir fará uma grande diferença


  • Namoro a 10 meses, sei o quanto eu amo o meu namorado, mas sinto que a minha cabeça está me auto sab

    Namoro a 10 meses, sei o quanto eu amo o meu namorado, mas sinto que a minha cabeça está me auto sabotando, com perguntas como: "será que eu amo ele?". Mesmo eu sabendo a resposta dentro de mim e sabendo o quanto eu amo ele, minha ansiedade não me deixa ser racional. A ansiedade pode distorcer os pensamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sandro Ribeiro

    A ansiedade funciona como um 'amplificador de dúvidas'. Mesmo quando você tem certeza dos seus sentimentos, ela pode gerar pensamentos intrusivos como 'E se eu não amar de verdade?' ou 'E se algo der errado?'. Esses pensamentos podem parecer reais e causar muita angústia, mas não necessariamente refletem a realidade.

    Busque apoio terapêutico. Trabalhar esses pensamentos e aprender a lidar com eles em terapia pode fazer toda a diferença. Um psicólogo pode ajudar a identificar os gatilhos da sua ansiedade e a criar estratégias para não se deixar levar por essas dúvidas. Além disso, você terá um espaço seguro para compreender melhor seus sentimentos sem julgamento.


Perguntas frequentes

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