Perguntas do paciente (46)

  • O hiperfoco pode ser útil para uma pessoa ? .

    O hiperfoco pode ser útil para uma pessoa ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Sim, além de ser uma possível forma de defesa para situações angustiantes o hiperfoco está relacionado a uma experiência que traz prazer e conhecimento. O lado ruim, é que o sujeito pode se tornar monotemático e apresentar um comportamento rígido e pouco adaptado a situações rotineiras que exigem múltiplos conhecimentos e habilidades.


  • Como manejar o foco obsessivo no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    Como manejar o foco obsessivo no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Existem muitas possibilidades de intervenção dentro das diversas linhas psicológicas. No campo da psicologia sistêmica tentamos entender a que serve esse sintoma e qual a sua utilidade para manutenção da homeostase ("equilíbrio") familiar. Imagine as relações familiares como um conjunto de linhas ligadas um com as outras, como uma telha de aranha. Para manter todos juntos é necessário que certas tensões sejam dissipadas. Para evitar o acumulo das tensões e os conflitos, que podem gerar rupturas, alguns membros da família criam sintomas psicológicos ou somáticos, podendo ser o TOC.
    Para tratar o TOC é necessário entender como esse sintoma se relaciona aos impasses, conflitos ou segredos familiares. Decifrando seus significados e negociando com os membros da família vivências mais saudáveis para todos. Esse tipo de tratamento pode ser realizado tanto em uma terapia individual como familiar.


  • Como o foco no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) difere do hiperfoco?

    Como o foco no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) difere do hiperfoco?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    O hiperfoco está mais relacionado ao TEA e ao TDAH. E, ao contrário dos pensamentos obsessivos relacionadas ao TOC, o hiperfoco costuma ser associado a assuntos que o sujeito tem interesse. Assim, pode-se constatar que o hiperfoco é uma vivência que traz prazer. Já no TOC, tanto os pensamentos quanto os comportamentos repetitivos são desconfortáveis. Podendo, os pensamentos, estarem associados a assuntos constrangedores e absurdos para o paciente.


  • Um ritual do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode parecer hiperfoco?

    Um ritual do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode parecer hiperfoco?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Sim, pode ser confundido quando visto por fora, sem um aprofundamento. Ambos podem estar relacionados a um mecanismo de proteção que traz alívio a ansiedade e ao estresse experimentada pelo paciente. Mas, ao contrário do hiperfoco, o ritual do TOC são descritas como ações sem significado aparente, com uma obrigatoriedade. Como se uma voz autoritária tivesse dando um comando dentro da cabeça do paciente.
    Não há a possibilidade de negociação com essa voz, o paciente mesmo contrariado, deve realizar o ritual. Mesmo sabendo que esses rituais não fazem sentido para os demais. Aqui existe uma visão crítica de si mesmo mas, o sujeito deve fazer. Não havendo a presente do senso de vontade.


  • Como a autocobrança excessiva prejudica o meu desenvolvimento profissional?

    Como a autocobrança excessiva prejudica o meu desenvolvimento profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Primeiro! Importante lembrar que autocobrança é um recurso importantíssimo para o nosso desenvolvimento. Sem ela precisaríamos que o outro nos lembrasse dos nossos deveres o tempo todo, não havendo um amadurecimento no senso de responsabilidade.
    Mas, vamos a pergunta! Como já dizia a minha vó "água demasiada mata a planta"ou seja, tudo em excesso faz mal. Isso também em relação ao que acontece dentro de nós, como a autocobrança. Cobrar-se em excesso pode trazer uma baixa autoestima, uma percepção errada de si mesmo, a procrastinação, o medo irracional e a paralisia.
    Você pode, também, se tornar uma pessoa "chata" no local de trabalho, uma vez que, pode apresentar uma postura dependente, pouco pró-ativa, melindrosa, ou ser aquela pessoa muito crítica com os outros. Dificultando a construção de relacionamentos saudáveis dentro do trabalho.
    Lembre-se, tudo em excesso faz mal, mas, em dose certa a autocobrança, bem como o desejo de ser melhor, te levará a decolar na sua profissão!


  • Quais são as características da autocobrança excessiva?

    Quais são as características da autocobrança excessiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Normalmente é comum que pacientes diagnosticados com TOC tenham caraterísticas muito crítica e exigentes consigo mesmo. Mas, a autocobrança não é relacionada somente ao TOC e pode estar presente em pessoas que não apresentam transtornos mentais.
    A autocobrança é necessária para que os sujeitos possam concluir objetivos, atingir metas e se comprometerem com tarefas em grupo, além, de ajudar a formar uma visão crítica de si mesmo, sendo um marco importante para consolidação de uma pessoa saudável e funcional.
    Porém, quando em demasiado, traz muito sofrimento psiquico, interfere nos relacionamentos pessoas e profissionais e podem levar o sujeito a assumir comportamento de risco, como consumir bebidas alcóolicas ou usar subistâncias psicoativas de forma exagerada para lidar com esse sofrimento. Também, pode gerar uma visão distorcida de si mesmo, sendo comum, a baixa autoestima.


  • Qual o papel da empatia e da comunicação na luta contra o bullying?

    Qual o papel da empatia e da comunicação na luta contra o bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Muito importantes!
    A empatia é o comportamento de entender e buscar dentro de si uma vivência similar ao que o outro está sentindo ou expressando. É se conectar ao outro e ser solidário a sua dor. Nunca podemos sentir o que outro sente, pois os sentimentos são vivências subjetivas. Mas podemos tentar entender o que se passa no outro e nos conectar as emoções expressadas por ele.
    A empatia como um comportamento precisa ser ensinada e estimulada, algumas pessoas vão aprender mais rápido, outras nem tanto. Porém, precisamos estimular!
    Já a comunicação também nos ajuda a nos conectar com os outros, através dos gestos e palavras, comunicando o que se passa dentro de nós, o que pensamos, sentimentos, experimentamos, queremos, etc.
    A violência é uma forma de se comunicar com o mundo como se fosse uma linguagem. Assim, para combater o bullying precisamos aprender a nos conectar, emocionalmente, através da empatia, e simbolicamente, pela linguagem verbal e não-verbal, com o outro de forma mais sofisticadas, ou seja, com mais elementos psiquicos.


  • O que o bullying nos revela sobre a condição humana?

    O que o bullying nos revela sobre a condição humana?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Boa pergunta!
    O bullying pode dizer muitas coisas sobre a pessoa que o pratica. Pode escancarar suas dores, seu caráter e sua história pessoal. Mas, o bullying como uma ação que acontece no meio de um grupo, com a concordância e passividade de várias pessoas, pode indicar que tais grupos estão inseridos em um contexto social que a violência é vista como uma forma justa e aceitável de mediar as relações. Demonstrando um desprezo pela existência do outro e intolerância as diferenças.


  • O bullying é uma forma de o agressor lidar com a própria dor?

    O bullying é uma forma de o agressor lidar com a própria dor?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Sim, mas não só! Pode ser um comportamento associado a outras questões como uma ação aprendida e encorajada por um meio, por exemplo, dentre outras explicações.
    Mas, quando tratamento pessoas que provocam bullying ou são violentas, normalmente também, observamos porque elas estão reproduzindo tais comportamentos e assim, podemos identificar dores emocionais latentes provocadas por situações de violência e negligência familiar e/ou social. Sendo necessário, cuidar dessas dores (tratar as feridas) e, também, ajudar o sujeito a encontrar outras formas de se expressar no mundo.


  • Que papel o grupo desempenha na dinâmica do bullying?

    Que papel o grupo desempenha na dinâmica do bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Essencial, eu diria. Sem o consentimento do grupo não existe bullying. Principalmente se existem figuras de poder, como professores, diretores, pais, etc, que mesmo enxergando a situação não conseguem agir de forma protetiva com a vítima e punitiva com os agressores.
    O bullying se carateriza como ações vexatórias e violentas com um determinado membro ou membros do grupo, normalmente aqueles entendidos como diferentes e mais frágeis. São comportamentos agressivos constantes e insistentes, podendo se agravar com o tempo, trazendo prejuízos significativos as vítimas que podem, reproduzir a violência sofrida na idade adulta ou quando se vendo em uma situação de poder/destaque.
    Aqui é importante destacar que tanto a criança que sofre bullying como as que provocam precisam ser cuidadas e tratadas, se necessário. O Bullying é uma reprodução de uma violência ou negligência sofrida, sendo necessário assistência a todos os envolvidos.


  • Quais são algumas razões possíveis para indivíduos com transtorno de personalidade borderline (TPB)

    Quais são algumas razões possíveis para indivíduos com transtorno de personalidade borderline (TPB) demonstrarem raiva e agressividade em relação aos outros?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Um dos sintomas comum ao Transtorno Boderline é a dificuldade de regulação emocional. Muito ligada a um medo profundo de abandono. É como se o sujeito desde muito pequeno experimentasse uma dor intensa ( a sensação de desamparo) que o acompanhará pelo resto da vida.
    Todos nós precisamos de afeto, carinho e amparo. Precisamos que alguém cuide de nós, que nos ame, etc. Assim construímos nossa base fundamental de valor, sabemos que somos importante de alguma forma. Essa boa percepção de si mesmo, nos ajuda a nos conectar com os outros de forma saudável.
    Porém, o paciente com TPB não tem ou tem de forma muito frágil essa base inicial. Como se ele crescesse com uma parte fundamental faltando dentro de si. Essa pecinha que falta pode dificultar o seu sentimento de segurança com si mesmo e com os outros. O paciente tem a certeza que logo será deixado, abandonado mais uma vez e isso dificulta e muito sua regulação emocional. Imagina viver com medo de ser lançado aos lobos? Sem capacidade de se proteger. Esse é o medo primário de quem tem boderline.


  • Como lidar com a raiva desencadeada por situações de bullying, sendo borderline?

    Como lidar com a raiva desencadeada por situações de bullying, sendo borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Boa pergunta! Claro que aqui estamos falando de uma vivência muito particular, imagino. É importante lembrar que cada caso, é um caso. Mas, vou responder de forma superficial.
    Primeiro, que bom que você está sentindo raiva! Isso indica que sua percepção está correta. A raiva é uma emoção importante para nos comunicar situação de risco e invasão, presente nos bullying.
    O bullying é uma prática grupal e é importante ser trabalhado de forma coletiva. Proteger quem sofre, punir quem pratica e trabalhar a educação para combater tais práticas.
    No âmbito pessoal, é importante entender que o que você está sentindo, a raiva, é normal e não em decorrência do transtorno. Pode ser que você experimente a raiva com mais intensidade e irritabilidade, talvez, sendo necessário acompanhamento psicoterapêutico e farmacológico. Mas, é importante ressaltar que o bullying não é uma vivência isolada, sendo necessário várias frentes de enfrentamento para tratar essa questão.


  • Por que as doenças autoimunes causam medo existencial?

    Por que as doenças autoimunes causam medo existencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Porque são doenças que podem trazer prejuízos significativos para quem tem. O medo dos sintomas físicos, do tratamento, da impossibilidade de cura. São vivências difíceis de serem processadas. Além de afetar a vida cotidiana, planos futuros, etc.
    O paciente com doença autoimunes, assim, como outros pacientes com doenças graveis e incuráveis, precisam aprender a conviver com os sintomas e o agravamento do quadro. Além de viverem, muitas vezes, restrições impostos pelo tratamento, internações, gastos excessivos com saúde, etc. Por isso é comum que tais pacientes, bem como seus cuidadores, precisem de apoio psiquiátrico e psicológico.


  • Bom dia... é verdade que fluoxetina tem efeitos colaterais na libido?

    Bom dia... é verdade que fluoxetina tem efeitos colaterais na libido?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Sim, entre alguns dos possíveis efeitos colaterais da fluoxetina está a diminuição da libido. Porém, como explicado pelo especialista anterior, a diminuição da libido pode ser ocasionada por diversos fatores: corporais, psicológicos, ambientais, etc. Assim, é importante que você converse com o(a) seu(a) parceiro(a) e com os profissionais ( médico, psicólogo e outros) responsáveis pelo seu acompanhamento.


  • Qual a relação da fibromialgia e ansiedade e síndrome do pânico essas doenças podem ser hereditária?

    Qual a relação da fibromialgia e ansiedade e síndrome do pânico essas doenças podem ser hereditária?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Olá! A fibromialgia é uma doença que acomete principalmente as mulheres e causa dores crônicas, em especial, nas articulações do corpo. Assim como o transtorno de ansiedade e a síndrome do pânico, as causas da fibromialgia ainda não são conhecidas pelos profissionais da saúde, não sendo possível afirmar que tais enfermidades são hereditárias.
    O que sabemos é que existe uma correlação entre sintomas de dores crônicas e o adoecimento psíquico, sendo comum que os pacientes que sofrem com dores regulares apresentarem sintomas de depressão e transtorno de ansiedade, por exemplo. Isso se deve a fatores fisiológicos, psicológicos e ambientas. Sendo necessário, compreender que o tratamento para fibromialgia envolve o cuidado com o corpo e a mente.


  • É normal no transtorno de personalidade com comodidade de depressão a alteração entre ter sono e ins

    É normal no transtorno de personalidade com comodidade de depressão a alteração entre ter sono e insônia? Tipo uma hora a pessoa tá com sono outra já tá com insônia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Olá!
    A depressão é um transtorno psíquico que traz grandes prejuízos. Um desses males é a mudança no sono com agravamentos como: a insônia, o dormir em excesso e a desregulação do ciclo sono-vigília. É comum que a pessoa com depressão se sinta muita cansada e isso se deve, também, a luta interna travada pelo depressivo na tentativa de controlar os sintomas da doença. O tratamento para depressão e, conseguinte, a insônia, exige várias abordagens podendo incluir o uso de medicação, a mudança na rotina e a psicoterapia.


  • Fui diagnosticada com TOC e, recentemente, meu psicologo acredita que eu esteja desenvolvido uma obs

    Fui diagnosticada com TOC e, recentemente, meu psicologo acredita que eu esteja desenvolvido uma obsessão em relação a minha orientação sexual. Temo começar o TCC e estar negando minha própria sexualidade. Deveria procurar uma segunda opinião? Ou confirmação é só mais uma das facetas do TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Olá!
    Independente do jeito que cada psicólogo atua, a psicoterapia é um espaço aberto ao diálogo. Assim, seria bacana que você conversasse com o profissional que está lhe acompanhando sobre suas dúvidas e angústias. É normal que o cliente, se questione sobre sua participação durante o processo terapêutico, principalmente, quando sente necessidade de confrontar a opinião do terapeuta. Mas, fique tranquilo, o confronto e a divergências de opiniões são saudáveis em uma terapia. E, o psicólogo estará disponível para lidar com essas questões junto com você!


  • Olá, gostaria de saber se na menopausa os sintomas de ansiedade ou depressão podem ficar pior? Já to

    Olá, gostaria de saber se na menopausa os sintomas de ansiedade ou depressão podem ficar pior? Já tomo Escitalopram há alguns anos, comecei com 10mg agora estou com 15mg e os sintomas de ansiedades ainda continuam alterados mesmo aumentando a dose, tenho 53 anos e desconfio que essa alteração procede do período da pré-menopausa.
    Obs: ainda não estou na menopausa

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Olá!
    A menopausa pode ser um período de grandes transformações para a mulher, principalmente, em uma sociedade que privilegia a juventude feminina. O climatério ainda é definido como um período crítico pelas ciências médicas. Tudo bem, as mudanças corporais decorrentes da menopausa podem ser desagradáveis por si só (dores de cabeça, calor, diminuição da lubrificação vaginal, oscilação de humor) sintomas que podem ser suavizados com o uso de medicação e mudanças na rotina. Mas, aqui cabe uma reflexão, por que será que as mulheres que entram na menopausa podem apresentar mais sintomas de ansiedade e depressão? Como elas são vistas diante da sociedade? Não podemos ignorar, ainda existem muitos preconceitos direcionados as mulheres mais velhas, o que podem gerar prejuízos a saúde emocional deste público. Para finalizar, gostaria de dizer que, devemos reconhecer o potencial que mulheres "experientes" e sábias têm a oferecer e, mais ainda, mudar nossa percepção sobre o processo de envelhecimento feminino.


  • Cometi um grande erro no passado e não consegui me perdoar e isso me consome muito, tenho traumas em

    Cometi um grande erro no passado e não consegui me perdoar e isso me consome muito, tenho traumas em relação ao sexo, auto estima baixa e sinto que destruí minha vida por conta desse erro, devo procurar ajuda através de terapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Olá! Alana! Desejo que esteja bem.
    Respondendo a sua pergunta, sim. Uma psicoterapia pode ajudar no processo de entender melhor os fatos que aconteceram, os motivos que te levaram a tomar tais decisões, descritas por você como erradas, e a encerrar essa história que ainda está em aberto.
    Passado bom é aquele que nos traz reflexões e crescimento. Assim, passado bom é aquele que fica no passado.


  • O que significa "estar estabilizado" no transtorno bipolar?

    O que significa "estar estabilizado" no transtorno bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sarah Sayuri

    Olá! Quando falamos em bipolaridade, estar "estabilizado" significa que a pessoa está lidando com o transtorno de forma funcional. Os episódios de mania e depressão ficam menos intensos ou desaparecem por um tempo. Isso pode apontar que o tratamento realizado, medicamentoso e terapêutico, está sendo efetivo. Para finalizar, é importante destacar que "estar estabilizado" não significa que o cliente em tratamento ficará o tempo todo feliz. Ele continuará a sentir as emoções ( tristeza, alegria, raiva, amor) como todos os demais, só que dessa fez, de forma mais adequada.


Perguntas frequentes

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