Perguntas do paciente (21)
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Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré
Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para garantir que vocês se sintam totalmente acolhidos e livres de julgamentos, o mais recomendado é buscar um profissional especialista em relacionamentos ou abertamente alinhado com o nicho de não monogamia e relações abertas.
Embora a ética psicológica exija uma escuta neutra, a terapia de casal convencional muitas vezes carece do preparo técnico necessário para lidar com as nuances desse formato, como a gestão de acordos, renegociação de limites e o ciúme sem a intenção de fechar a relação.
Como psicóloga especialista em relacionamentos, meu trabalho é justamente acolher a estrutura que funciona para vocês, sem preconceitos, focando no fortalecimento do vínculo, na comunicação e na resolução dos dilemas de vocês.
Se quiserem dar esse passo juntos com um suporte especializado, fico à disposição para agendarmos uma sessão.
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Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico
Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.
Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, isso não é traição. Buscar aprovação, querer parecer atraente ou se preocupar com a opinião de uma figura do passado são reações humanas comuns e não configuram quebra de acordo ou infidelidade moral com seu parceiro.
O que você está vivenciando é o reflexo de insegurança, ansiedade e um padrão de autopressão, e não um desvio de caráter.
Sentir necessidade de aprovação externa não significa que seu relacionamento não seja suficiente, mas sim que existe uma ferida na sua autoestima e uma ansiedade relacional pedindo cuidado.
Como psicóloga especialista em relacionamentos e ansiedade, ajudo diariamente pessoas a libertarem a mente dessa culpa constante, fortalecendo a autoimagem para que o olhar do outro pare de ter tanto peso. Se você quiser entender mais a fundo a raiz dessa cobrança e construir uma segurança emocional sólida, fico totalmente à disposição para nos encontrarmos em uma consulta.
Essa resposta te ajudou a clarear suas dúvidas? Se o conteúdo fez sentido para você, seu feedback no meu perfil do Doctoralia será de imensa ajuda para o meu trabalho!
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Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É completamente compreensível que você esteja se sentindo assim. A transição daquela paixão intensa do início para um amor mais calmo costuma confundir muito a nossa cabeça, e é justamente nessa brecha que a ansiedade entra.
Quando a euforia inicial dá lugar à rotina e à estabilidade, um cérebro ansioso tende a interpretar essa paz como "falta de sentimento". Essa dúvida constante de "será que ainda sinto a mesma coisa?" cria uma pressão tão grande que acaba bloqueando o seu afeto espontâneo. Fica muito difícil sentir carinho ou entusiasmo quando você está o tempo todo se cobrando e testando o que sente.
O fato de vocês conversarem até tarde, de haver carinho e segurança, mostra que existe uma base bonita aí. O amor em relações mais longas não é uma faísca que vive acesa sozinha, ele oscila, se transforma e também precisa ser nutrido.
Para você entender se isso é apenas uma fase sufocada pela ansiedade e pela rotina ou algo mais profundo, é preciso olhar para tudo isso com calma, sem a urgência de tomar uma decisão agora.
Te convido a agendar uma sessão comigo para investigarmos a raiz dessa dúvida e devolver a clareza para o seu coração.
E se essa resposta te trouxe um pouco de alívio, deixe seu feedback aqui no meu perfil do Doctoralia. Esse retorno é muito importante para que outras pessoas também encontrem um espaço seguro por aqui. Nos vemos na consulta!
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Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm
Olá!
Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
Eu também tenho a sensação de não pertencimento
O que de fato é está se curando?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Que bom que você compartilhou isso comigo. A primeira coisa que quero te dizer é: sentir tudo isso não significa que você não esteja se curando. Você mesma percebeu que evoluiu muito nesses 6 meses de caixa, e isso é um progresso enorme!
A verdade é que as nossas maiores fontes de ansiedade estão nas nossas relações. Ter passado por bullying e isolamento na infância faz a nossa mente aprender que as pessoas são uma ameaça, o que pode gerar esse medo do julgamento, a fobia social e essa sensação horrível de não pertencer. O pico de ansiedade que você sentiu no início do trabalho é super natural, porque entrar num ambiente de muita exposição assusta mesmo.
Para que a ansiedade seja considerada um transtorno, ela precisa gerar um prejuízo real, um sofrimento intenso que te paralise no dia a dia. A timidez, por outro lado, é só o seu jeito.
E sabe o que é "se curar"? Não é virar uma pessoa super extrovertida ou fazer os outros pararem de falar. Se curar é parar de duvidar de si mesma só porque alguém disse que você é "quieta". É entender que ser mais reservada é o seu temperamento, e não um defeito. Se você já fala o que quer e faz o seu trabalho, o comentário do outro fala mais sobre a expectativa dele do que sobre você.
Na terapia, a gente investiga essas marcas do passado para que a sua relação com os outros fique cada vez mais leve e para que a opinião alheia pare de te machucar. Você tá no caminho certo, não duvide do seu processo! Se quiser conversar mais sobre isso no consultório, fico à disposição.
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Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico
Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico e fobia social,não estou conseguindo sair de casa sozinho mais,e não consigo fazer terapia online já comecei a tomar os medicamentos mais as pesquisas sobre os sintomas agravaram meu caso,está muito difícil pra mim,as pesquisas excessivas acabaram com meu psicológico, preciso sair dessa e voltar a ter uma vida normal,como reverter as ideias negativas lidas nas pesquisas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por um momento tão pesado. O que você está vivendo agora tem nome e tem saída: pesquisar sintomas na internet com a mente ansiosa cria um ciclo de terror. Seu cérebro absorve o pior cenário como se fosse uma sentença, mas essas ideias lidas não são a sua verdade, são só excesso de informação assustando um sistema nervoso que já está exausto.
Primeiro, corte zero as pesquisas. Feche as abas e não busque mais nada. Quando o pensamento ruim da internet vier, lembre: "Isso é só algo alarmista que eu li, não é a minha realidade". Dá tempo ao remédio também, ele leva umas semanas para estabilizar.
Sobre a terapia online: o que exatamente te impede de fazer? Vale a pena se perguntar quais são essas dificuldades reais. É vergonha da câmera? Medo de não dar certo? Falta de privacidade em casa? Às vezes, a própria ansiedade cria barreiras para te manter isolado. Vencer esse bloqueio e dar essa chance ao formato online pode ser o caminho mais rápido para você receber ajuda sem precisar sair de casa agora.
Mas se mesmo assim não rolar, não tente fazer tudo sozinho. Peça para alguém de confiança te acompanhar até uma consulta presencial. Ter esse apoio físico tira o peso das suas costas para dar o primeiro passo fora de casa.
Você vai voltar a ter sua vida normal, um dia de cada vez. Outra sugestão é voce adquirir meu livro "Caderno de Exercícios Controlando Minha Ansiedade", no seu caso específico, acredoto que ele vai ser de grande ajuda para seu início terapêutico onde, você mesma vai poder trabalhar sozinha de onde estiver. Voce pode adquiri-lo no site do Clube dos Autores ou pelo link no meu Instagram. E assim que você se sentir encorajada, não exite em começar a terapia com um profissional, tudo bem? Fico a disposião e na torcida para que dê tudo certo e voce logo logo seja meu/minha paciente. Abraços.
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Dormir com a mão do t-rex significa algum transtorno? Ou algum problema?
Dormir com a mão do t-rex significa algum transtorno? Ou algum problema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendi o que você quis dizer! E a resposta direta é: não, isso não é sinal de nenhum transtorno psicológico.
Dormir ou descansar com a mão nessa região é um hábito extremamente comum, tanto em homens quanto em mulheres, e acontece de forma totalmente inconsciente. Biologicamente, a área genital é uma das regiões mais sensíveis e vulneráveis do nosso corpo, então manter a mão ali durante o sono funciona como um mecanismo de proteção, aconchego e regulação térmica do próprio corpo.
Assim como pessoas que só conseguem dormir abraçadas a um travesseiro, essa é apenas uma postura que o seu corpo encontrou para relaxar e se sentir seguro enquanto descansa. Se isso não vem acompanhado de nenhum outro desconforto na sua rotina, é absolutamente normal e saudável. Pode ficar tranquilo!
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Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintom
Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintomas de doenças,dessa vez foi sobre fobia social,já tinha dificuldade de ter interações sociais mais depois que comecei a pesquisar começei a dar crises quando saio de casa,daí me isolei, começei a tomar escitalopram mais ainda não deu resultados,ainda tenho medo de ter crises se eu for sair de casa, pesquisar sintomas atrapalha no meu tratamento?
A terapia pode me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por esse momento tão delicado. O que você descreve é um ciclo muito comum: em momentos de dor emocional ou depressão, a mente busca respostas na internet para tentar recuperar o controle, mas o excesso de informações só gera mais pavor.
Pesquisar sintomas atrapalha imensamente o seu tratamento. O seu cérebro já está com o sistema de alarme ligado e, ao ler sobre diagnósticos, ele absorve o pior cenário como ameaça real. Isso amplifica o medo e pode deflagrar as crises de pânico na hora de sair de casa. É importante lembrar que a fobia social é justamente a ansiedade em um nível mais elevado, direcionada ao medo do julgamento, da exposição e das interações com as pessoas.
Como a ansiedade e a fobia social nascem e se alimentam das nossas relações humanas, a terapia é o caminho ideal para tratar a raiz do problema. No processo terapêutico, investigamos o que está por trás desse medo de se conectar com os outros e reconstruímos a sua segurança interpessoal. Quanto ao Escitalopram, ele leva algumas semanas para fazer efeito total no organismo, então dê esse tempo ao seu corpo.
Enquanto você se prepara para dar o passo do acompanhamento profissional, sugiro adquirir o meu livro "Caderno de Exercícios: Controlando Minha Ansiedade" (disponível no site do Clube de Autores ou no link da minha bio do Instagram). Ele é uma ferramenta prática perfeita para esse início, ajudando você a manejar os pensamentos alarmistas no seu próprio ritmo.
Assim que se sentir pronto, agende uma consulta comigo (online ou presencial). Vamos trabalhar juntos para você recuperar sua liberdade e a leveza nas suas relações.
Se esta resposta te ajudou a clarear as coisas por aí, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. Esse retorno é muito importante para o meu trabalho!
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A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racion
A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racionar direito e tô tendo muita ansiedade, não consigo conversar mais com as pessoas e também não sinto vontade, sinto que as pessoas não me querem por perto e que me odeiam, na escola eu só consigo chorar pelo jeito que eu estou porque tá afetando o meu relacionamento, eu não consigo conversar mais com o meu namorado, sinto que ele vai me deixar a qualquer momento e começo a ter muita ansiedade, e não tô conversando muito com ele mais por causa disso, eu me sinto vazia, não consigo achar graça de memes, entender vídeos, ter opinião própria, eu sinto que só estou vegetando, sinto que me perdi de mim mesma, e coisas que eu sabia antes eu esqueci, não consigo nem fazer contas fáceis de cabeça mais, e só sinto vontade de ficar deitada na minha cama pra sempre, choro o tempo todo, e tô muito sensível também, qualquer coisa que me falam eu choro, e não consigo mais discutir com ninguém, não tenho energia pra isso, só aceito tudo. Quero saber oque eu posso ter, eu posso estar com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A perda de memória recente, a dificuldade de raciocínio e a falta de foco são respostas diretas do cérebro tentando se defender do estresse constante. Esse "vazio", a perda de interesse pelas coisas, o cansaço extremo e a vontade de ficar apenas deitada são sintomas clássicos do espectro da depressão.
Perceba como tudo isso afeta diretamente o que temos de mais precioso: as nossas relações humanas. A ansiedade quando atinge níveis mais elevados transforma a visão que temos dos outros e de nós mesmos. Você começa a sentir que as pessoas a odeiam, que não pertence aos lugares e passa a ter um medo constante de rejeição. É esse pavor de ser abandonada que está criando barreiras entre você e seu namorado, fazendo você se isolar justamente de quem ama por medo de não ser o suficiente.
A resposta para a sua dúvida é: sim, esses sintomas indicam fortemente um quadro depressivo associado a um nível alto de ansiedade, e você não precisa continuar carregando todo esse peso sozinha. MAS, VAMOS COM CALMA COM ESSA INTERPRETAÇÃO, porque somente em tratamento terapêutico poderei te afirmar com certeza se voce está com depressão. Tudo bem? Porque não podemos nos esquecer que como ser humano estamos plausíveis de ter momentos mais desafiadores. Por isso é importante estar em análise para saber diferenciar o que é ter sintomas de estar depressiva. E para a depressão, existe tratamento e é absolutamente possível recuperar a sua clareza mental, a sua energia e a sua identidade.
O caminho mais seguro para você sair desse estado é começar um acompanhamento profissional. Agende uma consulta comigo (online ou presencial). Na terapia, vamos investigar as raízes do que está afetando a sua vida e trabalhar a reconstrução da sua segurança emocional e dos seus relacionamentos, para que você volte a se conectar com seu namorado e com as pessoas ao seu redor sem medo.
Para te dar um suporte prático imediato enquanto você organiza seu início na terapia, sugiro adquirir o meu livro "Caderno de Exercícios: Controlando Minha Ansiedade" (disponível no site do Clube de Autores ou pelo link da bio do meu Instagram). Ele traz ferramentas simples e aplicáveis para você começar a acolher suas emoções e desacelerar a mente no seu próprio ritmo, do conforto do seu quarto.
Você não se perdeu de si mesma para sempre; o seu corpo apenas cansou de lutar sozinho. Dê esse primeiro passo por você.
Se esta orientação trouxe um pouco de luz para o que você está vivenciando hoje, te convido a deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. O seu relato pode ajudar outras pessoas que também estão passando por isso a buscarem ajuda.
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Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins
Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins de semana. Nos últimos dias passamos quatro dias seguidos juntos: viajamos, cozinhamos, dormimos juntos e aproveitamos muito a companhia um do outro. Foi uma experiência muito especial, porque pudemos viver um pouco da rotina como casal.
Hoje precisei voltar para casa e, desde que cheguei, estou com uma sensação de vazio e uma vontade de chorar. Não aconteceu nenhuma briga, não existe nenhum problema entre nós e também não tenho problemas em casa nem estou infeliz com a minha família. Pelo contrário, gosto muito de estar em casa e tenho uma boa convivência com a minha família.
As despedidas dos fins de semana normalmente já me deixam um pouco tristinha e com saudade, mas a despedida de hoje foi diferente. Depois desses quatro dias juntos, senti uma tristeza muito maior, um vazio que eu não esperava sentir. Não é medo de perder o relacionamento, nem insegurança. É simplesmente uma saudade muito intensa da companhia dele. Sinto falta de dividir a rotina, acordar juntos, cozinhar, conversar e terminar o dia ao lado dele.
Isso é normal? É comum sentir essa tristeza tão forte depois de passar vários dias tão felizes com a pessoa que amo, mesmo sabendo que nosso relacionamento está bem?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo perfeitamente o que você está sentindo, e quero te tranquilizar de imediato: sim, isso é completamente normal e muito mais comum do que você imagina.
Primeiro, vale ressaltar que aqui não estou e nem posso te diagnosticar. Existe uma diferença imensa entre vivenciar uma oscilação emocional pontual ou sintomas de ansiedade e ter de fato um transtorno. Por isso, caso sentimentos assim fiquem frequentes ou tragam prejuízos no seu dia a dia, a avaliação individual em consulta com um profissional é indispensável.
O que você está vivenciando hoje é o que chamamos de ressaca emocional ou queda abrupta de neuroquímicos no cérebro. Quando vocês passam quatro dias vivendo uma rotina de casal com tanto afeto, conexão e parceria, seu cérebro é inundado por hormônios do bem-estar, como a ocitocina e a dopamina. Voltar abruptamente para a rotina individual cria uma espécie de "efeito abstinência" temporário no seu corpo, gerando esse vazio no peito e a vontade de chorar, mesmo estando tudo bem em casa e no relacionamento.
Isso acontece porque nós, seres humanos, somos seres profundamente relacionais. A ansiedade mais intensa ou essa angústia de separação costuma nascer justamente do medo da distância daqueles que amamos. A fobia social ou o pavor do julgamento, por exemplo, nada mais são do que essa mesma ansiedade levada a um nível muito maior de medo de rejeição nas relações. No seu caso, o que dói não é a insegurança de perder o namorado, mas a transição brusca entre o aconchego do vínculo e a solidão da rotina individual.
Esses quatro dias deram a você uma amostra do que é a construção de um futuro a dois. Sentir saudade da rotina compartilhada é apenas um sinal bonito e saudável de que o vínculo de vocês é forte, seguro e desejado.
Para te ajudar a lidar com esses momentos em que a mente fica acelerada ou o peito fica apertado de saudade, sugiro adquirir o meu livro "Caderno de Exercícios: Controlando Minha Ansiedade" (disponível no site do Clube de Autores ou pelo link na bio do meu Instagram). Ele traz práticas muito simples para você acolher esses sentimentos sem se deixar levar pela tristeza, trabalhando suas emoções no seu próprio tempo.
Se você perceber que a distância ou esses momentos de transição continuarem gerando uma angústia difícil de suportar, te convido a agendar uma consulta comigo. Na terapia, podemos olhar de perto para a dinâmica do seu relacionamento e fortalecer a sua autonomia emocional para que o tempo longe do seu parceiro seja tão leve quanto o tempo ao lado dele.
Se essa explicação te ajudou a entender melhor o que você está sentindo e trouxe um pouco de alívio, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. Esse seu retorno é super importante para apoiar outras pessoas que passam por momentos parecidos!
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Olá, tudo bem? Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso in
Olá, tudo bem?
Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso interesse amoroso/sexual por ela mesmo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A linha entre a transferência e um interesse amoroso ou sexual direto é tênue porque, na prática, as duas coisas acontecem ao mesmo tempo e no mesmo sentimento. A diferença não está no que você sente, mas na origem e na função desse sentimento no contexto da terapia.
A transferência acontece quando você projeta no terapeuta afetos, necessidades de aprovação, desejos de acolhimento ou dinâmicas que pertencem ao seu histórico emocional e às suas relações passadas.
Sentir atração ou criar uma paixão pela terapeuta é um fenômeno comum, previsto na psicologia e que não deve causar vergonha ou culpa. O caminho mais saudável e terapêutico é levar essa dúvida para a própria sessão: falar abertamente sobre isso permite usar esse sentimento para entender profundamente suas necessidades afetivas e padrões de vínculo.
Como psicóloga especialista em relacionamentos, acompanho com frequência pessoas no processo de compreender suas emoções e construir uma segurança afetiva sólida. Fico à disposição caso você busque um espaço de escuta para trabalhar suas dinâmicas relacionais.
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Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma
Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja carregando um peso tão doloroso e solitário. A primeira coisa que você precisa ouvir e guardar no seu coração é: você não é defeituosa. O que aconteceu com você na infância foi uma violência grave contra uma criança indefesa, e a resposta do seu corpo hoje não é um defeito, mas sim uma marca do trauma tentando te proteger do que um dia te feriu.
É importante que você tenha a medida do possível, calma com esse tipo de situação.
O que você vivencia quando tenta ter intimidade é o seu cérebro acionando um alarme de perigo.
Para o nosso sistema nervoso, a dor do trauma fica gravada no corpo. Quando você tenta se aproximar intimamente do seu namorado, a intimidade física ativa as memórias do passado, e o seu corpo reage com medo, choro e pânico porque ele ainda não aprendeu a diferenciar o perigo de antes do afeto de agora. O uso do álcool piora esse cenário porque ele desorganiza ainda mais as suas defesas emocionais, trazendo as memórias à tona de forma muito mais violenta.
Perceba como o trauma afeta diretamente o que temos de mais profundo: as nossas relações humanas e o nosso relacionamento. A ansiedade quando chega a esses picos atua como uma fobia social e afetiva em nível muito elevado, fazendo você sentir medo da exposição, do toque e da vulnerabilidade, gerando essa sensação devastadora de que você é "inadequada" ou de que vai afastar quem você ama.
Como você relatou estar vivendo picos intensos de medo e travamento, o uso de estratégias práticas pode te ajudar a desacelerar a mente nos momentos em que a ansiedade assume o controle. Nesse sentido, recomendo que você adquira o meu livro "Caderno de Exercícios: Controlando Minha Ansiedade" (disponível no site do Clube de Autores ou pelo link na bio do meu Instagram). Ele vai te ajudar com ferramentas simples para lidar com esses episódios de pico de ansiedade no seu tempo. Cada vez que o seu cérebro se recorda do que te gera segurança ( que é o que o meu livro te ensina) sua ansiedade vai amenizando ao ponto de chegar a sessar as crises.
O caminho para ressignificar sua dor, libertar o seu corpo do pavor do passado e permitir que você viva um relacionamento amoroso saudável e seguro é a terapia. Agende uma consulta comigo (online ou presencial) para que possamos trabalhar juntas, no seu ritmo e com todo o acolhimento que você merece, na reconstrução da sua segurança emocional e da sua vida afetiva.
Se este acolhimento e estas orientações trouxeram um pouco de clareza e alívio para o seu coração hoje, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. O seu relato é fundamental para mostrar a outras pessoas que passam por dores parecidas que existe saída e esperança.
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja carregando essa angústia e esse peso em silêncio. A primeira coisa que quero te dizer com muita clareza é: a sua dor não tem nada de fútil. O desejo de pertencimento, de intimidade e de partilha é uma das necessidades mais genuínas e profundas da nossa existência.
É importante mantermos a calma com esse tipo de inquietação.
Essa cobrança por ter 25 anos e achar que "já deveria ter a resposta para tudo" é uma ilusão que só gera mais pressão no seu peito. E essa ideia de que você precisa ter a vida 100% estabilizada, com carreira perfeita e amor-próprio inabalável para só então procurar alguém, é outro grande mito. Nós não nos curamos e nem amadurecemos no isolamento; é justamente através das relações humanas e dos relacionamentos que nos descobrimos, falhamos, aprendemos e nos construímos como adultos.
Quando a ansiedade em relação ao futuro atinge um nível mais elevado, ela funciona de forma muito parecida com uma fobia social: cria uma sensação constante de inadequação, o medo de estar ficando para trás e essa angústia dolorosa de não pertencer à vida de ninguém. O fato de você ter vivido relações superficiais no passado só mostra que o seu desejo não é por qualquer companhia, mas por um vínculo real, profundo e com propósito.
Você não precisa esperar ter a vida perfeitamente pronta para se abrir para o amor. A felicidade não é um ponto de chegada onde você só entra quando tudo estiver resolvido; ela é construída no processo, inclusive compartilhando as vulnerabilidades e as incertezas da juventude ao lado de alguém.
O caminho para entender essas cobranças internas, ressignificar esse vazio e te preparar para construir uma relação saudável e madura é a terapia. Agende uma consulta comigo (online ou presencial) para que possamos olhar de perto para a sua história, alinhar suas expectativas e trabalhar o seu fortalecimento emocional nas suas relações.
Se esta resposta te ajudou a desacelerar esses pensamentos e te trouxe um pouco de clareza, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. Esse seu retorno é de extrema importância para o meu trabalho e para alcançar outras pessoas que vivem buscas parecidas!
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Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém. Recorro a porno eventualmente (fico meses s
Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém.
Recorro a porno eventualmente (fico meses sem acessar, não tenho vontade).
Em 2015 me deparei com vídeos mais bizarros, como de zoo por exemplo e parei ali mesmo. Mas isso desencadeou uma crise enorme em mim.
Na época procurei ajuda com um terapeuta sexual, mas depois que relatei o que estou dizendo aqui, a primeira pergunta dele foi: Ninguém nunca quis transar com você?! Não voltei mais.
Desde 2021 sou acompanhada por uma psiquiatra, diagnosticada com depressão e ansiedade.
Minha libido é baixa, mas semana passada, por tédio, resolvi ver alguma coisa e me deparei novamente com algo bizarro. Se fiquei 5min foi muito, perdi a vontade na hora e desde então estou muito mal.
Me sinto culpada, suja, angustiada. Como uma viciada com recaída depois de 11 anos.
Sei que preciso de terapia, mas podem me dar uma luz, por favor?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você tenha passado por uma dor tão grande e, principalmente, por uma experiência de atendimento tão desrespeitosa e rasa no passado. Quero te dizer com toda a clareza e acolhimento do mundo: você não é uma pessoa ruim, você não é "suja" e você não é uma "viciada em recaída".
É muito importante mantermos a calma diante dessa angústia.
O que está acontecendo com você é um fenômeno clássico da mente ansiosa. Quando uma pessoa com alto nível de ansiedade ou depressão se depara acidentalmente com um conteúdo chocante ou bizarro, a mente não processa isso apenas como um vídeo feio que viu na internet. O cérebro ansioso transforma esse conteúdo em uma ameaça à sua moral, aos seus valores e à sua própria identidade. A culpa e o pavor que você sente não vêm do desejo de ver aquilo, mas do choque moral e da aversão que você teve ao se deparar com o vídeo.
A ansiedade, quando chega a um nível mais elevado, atua de forma muito parecida com a fobia social e afetiva: ela te faz se julgar duramente, sentir vergonha de quem você é e ter medo de ser rejeitada ou mal interpretada pelas pessoas. Esse medo do julgamento paralisa as nossas relações humanas e a nossa vida afetiva, criando barreiras imensas para você se abrir, se conectar e viver a sua sexualidade sem culpa ou medo.
A pornografia que você acessou por tédio não define o seu caráter. O fato de você ter sentido aversão imediata e ter fechado o vídeo em poucos minutos prova justamente que aquilo não tem nada a ver com quem você é ou com os seus valores.
Como você relatou estar vivendo um momento de muita angústia, ansiedade elevada e sentimentos de culpa que estão pesando o seu psicológico, é fundamental ter ferramentas para desacelerar esses pensamentos invasivos.
A terapia é o espaço seguro onde você poderá ressignificar essa culpa, trabalhar a sua autoestima, cuidar da sua saúde emocional e reconstruir a sua relação consigo mesma e com os outros, sem qualquer tipo de julgamento. Agende uma consulta comigo (online ou presencial) para que possamos caminhar juntas nesse processo com o respeito e o acolhimento profissional que você merece.
Se esta orientação trouxe um pouco de alívio e clareza para o seu coração hoje, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. O seu relato é fundamental para mostrar a outras mulheres que é possível superar a culpa e encontrar caminhos mais leves para a vida.
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Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso ne
Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso nela todo dia, até cheguei a namorar outra pessoa depois, mas nunca me senti feliz com o meu relacionamento recente
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja carregando esse peso no peito há tanto tempo. Viver com a sensação de ter cometido um erro e ficar preso a um "e se..." do passado é exaustivo e impede que o seu presente seja leve.
O que você está vivenciando é o impacto da idealização de um vínculo não resolvido nas suas relações humanas e nos seus relacionamentos. Quando uma história é interrompida sem um fechamento claro ou depois de um erro nosso, a mente ansiosa tende a congelar a pessoa do passado em um pedestal de perfeição. A ansiedade em relação a não errar de novo cria uma espécie de cobrança interna constante. A fobia social ou o medo de se expor, por exemplo, nascem desse mesmo pico de ansiedade, que nada mais é do que o pavor do julgamento, da rejeição ou de ser "insuficiente" para o outro.
Por ter essa lembrança constante da garota de 4 anos atrás, você acabou entrando no relacionamento recente sem estar emocionalmente disponível. Nenhuma pessoa no presente consegue competir com uma memória idealizada do passado. A sua insatisfação no namoro recente não é por acaso: o seu coração ainda estava preso no remorso do que ficou para trás.
Remoer o passado todos os dias não vai consertar o que aconteceu, mas te impede de viver a felicidade hoje. Para entender a raiz desse apego, aprender a se perdoar pelos erros cometidos e se reorganizar emocionalmente para construir relacionamentos reais, profundos e sem fantasias, a terapia é o melhor caminho. Agende uma consulta comigo (online ou presencial) para trabalharmos de perto a sua história e te libertar desse ciclo.
Se esta resposta trouxe um pouco de clareza para o que você está vivenciando, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. Esse retorno é muito importante para o meu trabalho e para apoiar outras pessoas que vivem dilemas parecidos!
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Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando
Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando feed, depois de um tempo comecei a buscar tbm uma necessidade em pornografia que acabou se tornando uma compulsão, olhava no trabalho ou sempre que ela não estava por perto, qual a melhor ajuda profissional a se buscar e geralmente como é o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por essa sobrecarga silenciosa. A transição para a paternidade é um dos momentos de maior transformação na vida de um homem, e é muito comum que sentimentos invisíveis surjam nesse processo.
O que você está vivenciando com o uso do celular e a pornografia não é falta de caráter ou falta de amor pela sua esposa e pelo seu filho. É uma fuga emocional. A chegada de um bebê traz incertezas, medos inconscientes sobre a capacidade de prover, sobre o novo papel na família e sobre as mudanças inevitáveis nas relações humanas e no relacionamento de casal.
Quando a ansiedade atinge um nível mais elevado, a mente busca alívio imediato para anestesiar a pressão. O feed das redes sociais e a pornografia funcionam como "anestésicos" rápidos que liberam dopamina no cérebro, criando um ciclo de escape. Esse mesmo nível elevado de ansiedade é o que dá origem à fobia social, onde o medo de falhar, da rejeição ou do julgamento se torna sufocante. No seu caso, essa pressão se voltou para dentro da sua própria casa e da sua rotina de trabalho.
Como você relatou estar enfrentando momentos de muita ansiedade e o impulso contínuo desse comportamento, ter estratégias práticas para desacelerar a mente é fundamental. Ansiedade" (disponível no site do Clube de Autores ou pelo link na bio do meu Instagram).
É importante que você busque por um profissional que trabalhe sua ansiedade e a dinâmica do seu relacionamento. O tratamento comigo funciona mapeando exatamente o que despertou a sua ansiedade com a gestação da sua esposa, identificando os gatilhos que te levam ao celular ou à pornografia e desenvolvendo estratégias práticas de autorregulação. O objetivo não é apenas parar o comportamento, mas reconstruir a sua segurança emocional e reestruturar a conexão afetiva e íntima com a sua esposa nessa nova fase da vida de vocês.
Agende uma consulta comigo (online ou presencial) para que possamos olhar para o seu caso com total sigilo, sem julgamentos e com todo o direcionamento necessário.
Se esta explicação trouxe um pouco de clareza e alívio para o que você está enfrentando, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. Esse seu retorno é super importante para mostrar a outros homens que buscar ajuda também é um ato de cuidado com a família!
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Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, n
Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, nós conversamos sobre o assunto e ele decidiu me perdoar. No entanto, eu não consigo me perdoar. Frequentemente surgem lembranças daquele período, acompanhadas de culpa e remorso intensos. Mesmo já tendo contado o que aconteceu, sinto uma necessidade constante de voltar ao assunto e confirmar se ele realmente me perdoa, como se eu precisasse repetir a história ou acrescentar detalhes para ter certeza disso. Essa necessidade me causa muito sofrimento. Isso pode estar relacionado à ansiedade ou ao TOC? É possível superar essa culpa e essa necessidade de buscar confirmação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja vivendo sob o peso sufocante da culpa. Conviver com o remorso de algo que já passou e foi perdoado pode ser extremamente desgastante para a mente e para o casal.
A sua dúvida é extremamente pertinente: essa necessidade constante de confessar, checar, recontar detalhes e buscar a confirmação do perdão do outro é um sintoma clássico de um pico alto de ansiedade e pode, sim, estar associada a um funcionamento obsessivo (como no TOC do relacionamento ou na ansiedade focada em checagem).
Para a mente ansiosa, o perdão que o seu parceiro deu nunca parece "suficiente", porque a dúvida não está no que ele sente, mas no que você sente sobre si mesma. O cérebro cria uma ilusão de que se você contar mais um detalhe ou ouvir "eu te perdoo" pela centésima vez, a culpa finalmente vai sumir. Mas o alívio dura poucos minutos e o ciclo de dúvida recomeça, gerando ainda mais desgaste.
Perceba como a ansiedade, quando atinge esse nível mais elevado, afeta profundamente as nossas relações humanas e os nossos relacionamentos. Ela atua como uma fobia social e afetiva: o medo constante de ser uma "pessoa má", o pavor da rejeição ou do julgamento faz com que você não consiga relaxar e viver o presente da relação, mantendo o casal preso em uma dor do passado que o seu parceiro já tentou superar.
Sim, é absolutamente possível superar essa culpa e quebrar essa necessidade compulsiva de buscar confirmação. O perdão mais difícil e necessário que falta nesse processo não é o dele, é o seu.
Como você relatou estar enfrentando momentos de muita ansiedade e picos intensos dessa necessidade de checagem, ter ferramentas práticas para desacelerar esses pensamentos e não ceder ao impulso de recontar a história é fundamental.
A psicoterapia é o caminho para te libertar desse ciclo, ensinar sua mente a tolerar a incerteza e reconstruir a sua autoimagem e a paz na sua vida a dois. Agende uma consulta comigo (online ou presencial) para que possamos trabalhar a raiz dessa culpa e devolver a leveza para o seu relacionamento.
Se esta explicação te ajudou a entender melhor o que está acontecendo na sua mente e trouxe um pouco de alívio, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. O seu depoimento é super importante para mostrar a outras pessoas que é possível se libertar da culpa e reconstruir a paz emocional!
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Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t
Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, não é coisa da sua cabeça. A sua dúvida e a sua tristeza são plenamente justificadas, pois a frequência e o contexto em que isso ocorre extrapolam o uso casual e apontam para um padrão compulsivo.
A diferença entre o consumo recreativo e o comportamento compulsivo não está apenas na quantidade, mas no nível de controle e nas consequências: Perda de limites e contexto inadequado, Mecanismo de fuga emocional e a A negação do comportamento.
Você tem todo o direito de se sentir confusa e magoada. O uso compulsivo impacta diretamente a intimidade, a confiança e a conexão do casal, criando uma barreira invisível na relação.
Como psicóloga especialista em relacionamentos, ajudo casais e indivíduos a compreenderem a raiz desses comportamentos compulsivos, reestruturarem os limites e reconstruírem a intimidade afetiva com respeito e verdade. Se você sentir que precisa de um espaço seguro para entender como lidar com essa situação e fortalecer seus limites, fico à disposição para te acompanhar.
Essa resposta ajudou a clarear a sua situação? Se o conteúdo foi útil para você, seu feedback no meu perfil do Doctoralia será muito importante para o meu trabalho!
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Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixon
Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixono por alguém e uma vez percebi que gostei de uma pessoa quando ele cortou o contanto quando tive uma coragem pra falar com ele. É possível eu conseguir não só amar como também identificar com mais facilidade esse sentimento e qual seria a relação de amar com a força pra seguir nas minhas metas pessoais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você tenha tido uma criação com pouca demonstração de afeto. Crescer em um ambiente afetivamente frio ou distante faz com que a nossa mente aprenda a se proteger, criando uma espécie de anestesia emocional inconsciente.
A sua percepção está corretíssima: é absolutamente possível aprender a identificar o amor com mais facilidade e se permitir viver esse sentimento. Quando fomos pouco acolhidos na infância, o nosso cérebro associa o afeto e a vulnerabilidade ao risco de rejeição ou abandono. É por isso que você só percebeu o que sentia por aquela pessoa quando ela se afastou: a distância trouxe a "segurança" do fim da ameaça de rejeição, permitindo que o sentimento finalmente aparecesse sem o medo de ser exposta.
Perceba como a ansiedade atua diretamente nas nossas relações humanas e nos nossos relacionamentos. Quando a ansiedade chega a um nível mais elevado, ela funciona exatamente como uma fobia social e afetiva: o pavor de não ser aceita, de falhar ou de ser rejeitada nos faz esconder o que sentimos até que seja "tarde demais". Reconhecer e expressar sentimentos exige treino de vulnerabilidade e reconstrução da sua autoestima.
E sobre a sua segunda dúvida: a relação entre amar e ter força para seguir nas suas metas pessoais é profunda. O amor saudável não divide a sua energia, ele multiplica. Quando nos sentimos amados e seguros em um relacionamento — e quando aprendemos a nos amar —, o nosso cérebro reduz a produção dos hormônios do estresse e aumenta a sensação de segurança interna. Essa base emocional sólida funciona como um porto seguro: sabendo que você tem para onde voltar e onde ser acolhida, você ganha muito mais coragem, foco e determinação para arriscar, crescer e buscar seus objetivos profissionais e pessoais.
Como a busca por expressar emoções e encarar a possibilidade de rejeição costuma gerar picos de ansiedade e insegurança, ter um suporte prático faz toda a diferença.
O caminho para ressignificar as marcas da sua criação, aprender a reconhecer o amor enquanto ele acontece e construir relacionamentos que impulsionem a sua vida é a terapia. Agende uma consulta comigo (online ou presencial) para trabalharmos juntas a sua história emocional e destravar a sua capacidade de amar e ser amada com segurança.
Se esta resposta trouxe clareza para o que você está vivenciando e te ajudou a olhar para o seu passado com mais acolhimento, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. O seu retorno é fundamental para inspirar outras pessoas a buscarem o autocuidado!
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Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com
Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja vivenciando esse conflito no peito. O movimento de sair do ninho para construir uma nova vida a dois é um passo lindo e natural da vida adulta, mas quando envolve deixar uma mãe de 75 anos morando sozinha, é completamente compreensível que a culpa e o aperto no coração apareçam.
Essa dor no coração nasce de um choque entre dois papéis muito importantes: o de filho amoroso e o de homem adulto que deseja construir a própria história. Nós, seres humanos, somos seres profundamente ligados às nossas relações humanas e aos nossos relacionamentos. Deixar o convívio diário com a sua mãe aciona um medo inconsciente de desamparo ou de estar "abandonando" quem sempre cuidou de você.
Quando a ansiedade atinge um nível mais elevado diante de grandes mudanças, ela funciona de forma muito parecida com uma fobia social e afetiva: ela antecipa cenários catastróficos, faz você se sentir o único responsável pelo bem-estar e pela felicidade do outro e gera um pavor de falhar com as pessoas que ama. No entanto, é fundamental diferenciar abandono de emancipação. Você não está abandonando a sua mãe; você está apenas mudando o formato da presença na vida dela.
Para lidar com essa fase, você pode tomar algumas atitudes práticas:
Estruturar a rotina de apoio: Combine dias fixos de visitas na semana, chamadas de vídeo diárias e garanta que ela tenha uma rede de suporte próxima (vizinhos, parentes ou cuidadores, se necessário).
Incentivar a autonomia dela: Ajude-a a encontrar atividades no bairro, grupos da terceira idade ou hobbies que mantenham a mente e a rotina dela ativas.
Validar os seus sentimentos e os dela: Converse abertamente com ela com carinho, deixando claro que a sua ausência física na casa não significa ausência de afeto ou de cuidado.
Como você relatou estar vivendo dias de muita ansiedade e um aperto intenso no peito com essa decisão, ter estratégias práticas para desacelerar a mente é fundamental.
A psicoterapia é o espaço essencial para te ajudar a vivenciar esse processo de separação saudável, permitindo que você cuide da sua mãe com amor sem abrir mão de viver o seu relacionamento de forma plena e feliz. Agende uma consulta comigo (online ou presencial) para que possamos trabalhar juntos o fortalecimento do seu papel de filho e a construção da sua nova vida a dois.
Se esta orientação te ajudou a olhar para esse momento com mais clareza e trouxe um pouco de alívio para o seu coração, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. O seu depoimento é super importante para mostrar a outras pessoas que é possível crescer na vida sem carregar o peso da culpa!
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja enfrentando essa dor. O fim de um ciclo afetivo é uma das experiências mais dolorosas que podemos atravessar na vida.
Para responder diretamente à sua dúvida: sim, o término de um relacionamento é absolutamente considerado um luto. Quando um vínculo amoroso se rompe, não perdemos apenas a presença física da pessoa; lidamos com a morte dos planos de futuro, da rotina compartilhada, das expectativas e até da versão de nós mesmos que existia dentro daquela relação. O cérebro processa a dor da rejeição ou do rompimento afetivo em regiões muito semelhantes às da dor física e da perda por morte.
A dor do término mexe com o coração de todas as nossas relações humanas e dos nossos relacionamentos. Quando a ansiedade desencadeada pela perda chega a um nível mais elevado, ela atua de forma muito parecida com a fobia social e afetiva: surge um medo avassalador da solidão, uma sensação de inadequação ou o pavor de nunca mais encontrar alguém com quem se conectar.
Para começar a superar esse momento e atravessar o luto de forma saudável, alguns passos são essenciais:
Permita-se sentir a dor: Não tente se "distrair" a todo custo ou fingir que está tudo bem. O luto exige validação. Chorar e reconhecer a falta faz parte do processo de assimilação da perda.
Corte o contato (Afastamento Estratégico): Continuar stalkeando as redes sociais, mandando mensagens ou buscando saber da vida do ex reabre a ferida a todo instante. O afastamento é fundamental para o seu cérebro entender que a etapa acabou.
Reconstrua a sua individualidade: O término nos obriga a voltar para nós mesmos. Reconecte-se com amizades, resgate hobbies antigos e cuide da sua rotina básica (sono, alimentação e corpo).
Superar um término não significa esquecer o que viveu, mas sim dar um novo significado à sua história e resgatar a sua força pessoal. Agende uma consulta comigo (online ou presencial) para que possamos trabalhar juntos a reconstrução da sua autoestima, o acolhimento dessa dor e o seu preparo para vivenciar novos ciclos de forma leve e segura.
Se esta resposta trouxe um pouco de clareza para o seu momento e ajudou a acolher o que você está sentindo, te convido a me deixar um breve feedback no meu perfil da Doctoralia. O seu depoimento é fundamental para mostrar a outras pessoas que é possível atravessar a dor da perda e recomeçar!
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Perguntas frequentes
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Olá, pessoal! Tudo bem? Tenho 42 anos, testosterona basal de 420 e comecei a usar Nebido por orienta
Sim. Picos suprafisiológicos de testosterona, mesmo transitórios, podem oferecer…