Perguntas do paciente (12)
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Qual é a importância da Psicoterapia no tratamento do Transtorno da Personalidade Borderline ?
Qual é a importância da Psicoterapia no tratamento do Transtorno da Personalidade Borderline ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, a psicoterapia é muito importante no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) porque oferece um espaço seguro para a pessoa entender suas emoções intensas e trabalhar em formas mais saudáveis de lidar com elas. Ela ajuda a pessoa a melhorar seus relacionamentos, controlar comportamentos impulsivos e reduzir atitudes autodestrutivas, como a automutilação ou os pensamentos suicidas.
Durante o processo terapêutico, a pessoa pode aprender a reconhecer padrões de pensamento negativos e encontrar maneiras mais equilibradas de se relacionar consigo mesma e com os outros. A psicoterapia também ajuda a melhorar a autoestima, que geralmente é afetada no TPB, e oferece ferramentas para enfrentar situações difíceis sem recorrer a comportamentos prejudiciais.
No final, a psicoterapia é uma parte essencial do tratamento, ajudando a pessoa a ter uma vida mais equilibrada e satisfatória.
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Quais são os sinais de alerta para o agravamento dos sintomas do transtorno borderline relacionados
Quais são os sinais de alerta para o agravamento dos sintomas do transtorno borderline relacionados ao consumo de álcool?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O álcool tende a intensificar a impulsividade, algo bem comum no TPB, fazendo com que a pessoa tome decisões sem pensar nas consequências, como se envolver em comportamentos de risco. Além disso, as emoções podem ficar ainda mais intensas, o que significa que a raiva, a tristeza ou a euforia podem aparecer com mais frequência e de maneira mais extrema após o consumo.
Também é comum que os comportamentos autodestrutivos, como automutilação ou até pensamentos suicidas, se tornem mais presentes. O álcool acaba diminuindo os inibidores, o que pode aumentar o risco desses comportamentos. Nos relacionamentos, a pessoa com TPB pode ter mais dificuldades em lidar com críticas ou rejeições, o que gera reações mais fortes, alternando entre idealizar e desvalorizar os outros.
O consumo de álcool também pode ser uma maneira de "escapar" dos sentimentos, mas isso só piora as coisas, já que o álcool pode levar a momentos de desconexão com a realidade e aumentar ainda mais a instabilidade emocional. O sentimento de vazio, que é muito presente no TPB, pode se intensificar. A pessoa pode até sentir um alívio momentâneo ao beber, mas logo os sentimentos negativos retornam mais fortes.
Outro sinal de alerta é a dificuldade em controlar o consumo. Quando a pessoa começa a beber para tentar lidar com suas emoções, sem conseguir parar, isso pode ser um sinal claro de que as coisas estão se complicando. Se perceber esses sinais, é muito importante procurar ajuda para lidar tanto com o transtorno de personalidade quanto com o consumo de álcool, seja por meio de terapia, grupos de apoio ou, em alguns casos, medicamentos que podem ajudar a controlar as emoções.
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Olá tenho 17 anos, ultimamente/sempre minha vida foi bastante confusa estou sentindo um vazio, trist
Olá tenho 17 anos, ultimamente/sempre minha vida foi bastante confusa estou sentindo um vazio, tristeza extrema , apatia e solidão, isso se inicia desde minha infância, eu sempre tive dificuldades sociais, eu era bastante tímido e introvertido, eu era bastante inteligente na escola e bem os anos foram se passando e eu ainda me sentia confuso e solitário isso tudo indo até 2020, apartir de lá minha vida degradou brutalmente, a pandemia me deixou mais solitário e depressivo do que eu havia percebido, 2022 eu perdi muitas oportunidades, me isolei, decepcionei pessoas "amorosamente", também depois desse ano me senti bastante com desrealização e isso tudo indo até 2024, onde tive despersonalização, e de fato depressão, onde os sintomas já estão mais que óbvios, resumo desde a infância tenho dificuldade de entender a vida em si, sempre me isolei e me senti triste, eu talvez suspeite de autismo grau 1 também e se eu fosse resumir tudo que suspeito ter é Toc, tdah, depressão, hipocondría e bipolaridade, só queria entender o que de fato sou eu e o que acontece, me sinto triste e não consigo entender o por quê, apenas quero me isolar, não ser amado e não amar e morrer..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, obrigada por compartilhar com tanta sinceridade o que está sentindo. Antes de qualquer coisa, quero te dizer que seu sofrimento é válido, e que você não está sozinho. Muitas pessoas passam por momentos de confusão e dor emocional profundas, especialmente quando essas sensações vêm desde a infância e se intensificam ao longo dos anos, como você descreveu.
É compreensível que, com tantas experiências difíceis, desde o isolamento social, passando pela pandemia, até sentimentos de desrealização, tristeza constante, despersonalização e a suspeita de diferentes diagnósticos, você esteja se sentindo perdido e sem forças. Essa confusão sobre "quem você é" e o que está sentindo é mais comum do que parece, principalmente quando estamos lidando com dor emocional por tanto tempo.
Mas aqui vai algo muito importante: você não precisa carregar tudo isso sozinho. O que você está sentindo pode ser cuidado, acolhido e compreendido, e para isso, o melhor caminho é buscar ajuda profissional, com um psicólogo ou psiquiatra, que poderá te ouvir com atenção, te acolher sem julgamentos e, juntos, vocês poderão começar a entender o que está acontecendo com você.
O diagnóstico que você mencionou (como TOC, TDAH, bipolaridade, depressão, hipocondria, autismo) só pode ser feito com cuidado por um profissional após um acompanhamento próximo, e cada um deles envolve nuances que precisam ser analisadas com escuta, tempo e empatia. Mais do que "descobrir o que você tem", a psicoterapia pode te ajudar a entender suas emoções, sua história, e a construir formas mais saudáveis de lidar com o mundo e com você mesmo.
Você merece cuidado. Você merece ser ouvido. E sim, existe ajuda e existe saída.
Se em algum momento esses pensamentos de não querer viver ficarem mais intensos, por favor, procure ajuda imediata. No Brasil, você pode entrar em contato com o CVV (Centro de Valorização da Vida) pelo número 188, onde há pessoas preparadas para te ouvir 24h por dia, com sigilo e acolhimento.
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Minha filha tem 15 anos esta com muita dificuldade de se relacionar na escola ( timidez e falta de a
Minha filha tem 15 anos esta com muita dificuldade de se relacionar na escola ( timidez e falta de auto confiança) nao conversa e quase nao interage com os colegas ,o q posso fazer p ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É muito positivo que você esteja atenta às dificuldades da sua filha e buscando maneiras de apoiá-la. Na adolescência, é comum que questões como timidez e baixa autoestima afetem a forma como os jovens se relacionam, especialmente em ambientes como a escola, onde as exigências sociais podem ser bastante desafiadoras. O mais importante é oferecer a ela um ambiente de acolhimento e segurança em casa, onde ela sinta que pode se expressar sem julgamentos. Procure validar seus sentimentos, mostrando que entende suas dificuldades sem minimizar o que ela está vivendo.
Também é interessante estimular, de forma leve e respeitosa, atividades que fortaleçam sua autoconfiança — como esportes, artes, cursos ou grupos que estejam alinhados aos seus interesses, pois quando ela se sente competente em alguma área, isso pode se refletir positivamente nas interações sociais. Outro ponto fundamental é reforçar suas qualidades, reconhecendo seus esforços, não apenas os resultados. E, caso perceba que a timidez e a falta de confiança estejam causando muito sofrimento ou impedindo o desenvolvimento dela, buscar o apoio de um psicólogo pode fazer toda a diferença. O acompanhamento psicológico pode ajudá-la a construir recursos internos, desenvolver habilidades sociais e fortalecer sua autoestima de forma saudável.
Você já está dando um passo importante ao buscar entender e apoiar sua filha. Estarei à disposição para o que precisar!
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Minha filha tem 4 anos, e de uns 10 dias pra cá, ela vem falando muita besteira, e pensando muitas b
Minha filha tem 4 anos, e de uns 10 dias pra cá, ela vem falando muita besteira, e pensando muitas bobagens. Por exemplo " Mãe, eu estava no banheiro e pensei que meu vô tava pelado " ou " Mamãe, eu só consigo pensar em coisas que mulher não pode ver homem fazendo ".
" Mãe, eu pensei no meu Dindo pelado ". E eu tenho ficado muito assustada, pq ela nunca teve contato com nenhum homem nu, ou algo do tipo. E eu não sei o que fazer. Pq ela passa o dia inteiro dizendo essas coisas, e pensando essas coisas. Me ajudeeeemRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação e é muito importante que você esteja atenta a essas mudanças no comportamento da sua filha. Por volta dos 4 anos de idade, é comum que as crianças comecem a demonstrar curiosidade sobre o corpo humano, as diferenças entre meninos e meninas e temas relacionados à intimidade. Essa é uma fase natural do desenvolvimento da sexualidade infantil, e pensamentos sobre o corpo, nudez e diferenças podem surgir espontaneamente, sem que necessariamente haja algo errado.
No entanto, quando esses pensamentos se tornam muito repetitivos, carregados de desconforto ou parecem ultrapassar o que seria esperado para a idade, é importante observar com atenção se houve alguma exposição inadequada, mesmo que sem intenção, se ela pode ter ouvido conversas, assistido a conteúdos impróprios ou se há algo no ambiente que possa ter despertado essas questões. Nesses casos, é fundamental acolher o que a criança traz sem brigar ou repreender, para que ela continue se sentindo segura para se expressar. Procure responder de forma simples, com informações adequadas à idade dela, reforçando que o corpo é algo íntimo e que cada pessoa tem o direito de cuidar do seu próprio corpo.
Também é essencial estabelecer, de maneira amorosa, regras de privacidade e respeito. Além disso, recomendo que você procure um psicólogo infantil para realizar uma avaliação mais cuidadosa. A escuta especializada pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e orientar qual é a melhor forma de apoiar sua filha neste momento, de forma protetora, sem alarmismos, mas com responsabilidade.
Você já está no caminho certo buscando ajuda! Estou à disposição para o que precisar.
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Transtornos de personalidade não são tratáveis ? .
Transtornos de personalidade não são tratáveis ? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Transtornos de personalidade não têm cura no sentido tradicional, como uma doença que desaparece, mas têm tratamento e podem ser muito bem controlados com acompanhamento psicológico e, em alguns casos, medicamentoso.
Com o tempo e o cuidado certo, a pessoa pode aprender a lidar melhor com suas emoções, melhorar seus relacionamentos e ter uma vida mais equilibrada e funcional. A terapia é o principal caminho para isso, ajudando a construir autoconhecimento, estratégias e novas formas de agir e sentir
Ou seja, mesmo que não exista uma “cura”, existe sim a possibilidade real de melhora e qualidade de vida. E quanto antes começar o tratamento, melhores são os resultados
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É possível uma pessoa ter hiperfoco (interesse restrito) e não ser autista?
É possível uma pessoa ter hiperfoco (interesse restrito) e não ser autista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
é sim possível, o hiperfoco não é um sintoma exclusivo do TEA, ele pode inclusive não fazer parte de um diagnóstico. Para uma compreensão maior e mais acertiva dos sintomas, é necessário uma avaliacão com um profissional qualificado.
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Quais as diferenças e semelhanças entre Autismo e Síndrome de Savant?
Quais as diferenças e semelhanças entre Autismo e Síndrome de Savant?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O autismo é um transtorno do desenvolvimento que afeta a comunicação, o comportamento e a interação social. A Síndrome de Savant, por outro lado, é uma condição rara em que a pessoa desenvolve uma habilidade extraordinária, como tocar instrumentos, fazer cálculos ou lembrar detalhes com precisão.
Algumas pessoas com autismo também apresentam essas habilidades, mas isso não acontece com todos. São condições diferentes, ainda que possam caminhar juntas em alguns casos.
Cada criança é única, com suas forças e desafios. A terapia é um espaço seguro onde ela pode se desenvolver com apoio, aprender a se comunicar melhor e ser compreendida em sua forma de ser. Com carinho, estímulo e acompanhamento adequado, é possível ajudar essa criança a florescer no seu próprio tempo.
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Quais são as principais dificuldades cognitivas do Transtorno do Espectro Autista?
Quais são as principais dificuldades cognitivas do Transtorno do Espectro Autista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em geral, elas podem ter mais dificuldade para planejar e organizar tarefas, manter o foco por muito tempo, se adaptar a mudanças na rotina ou entender certas regras sociais mais sutis. Também é comum terem um pensamento mais rígido e um foco muito forte em temas que gostam, o que pode atrapalhar um pouco quando precisam lidar com outras situações do dia a dia.
Além disso, algumas têm dificuldade em perceber o ponto de vista do outro, entender que as pessoas pensam ou sentem diferente, o que pode dificultar um pouco as interações sociais.
O jeito como elas processam os estímulos do ambiente (sons, luzes, toques) também pode ser diferente, o que afeta como elas se sentem e se comportam.
Mas o mais importante é saber que, com apoio, acompanhamento e muito carinho, essas dificuldades podem ser trabalhadas. E cada pessoa com autismo tem um jeito único de aprender e mostrar o que sabe, muitas vezes, com talentos incríveis.
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Olá! Tenho um filho de 5 anos e está na creche. Em casa, ele não dá trabalho, aprende tudo, come bem
Olá! Tenho um filho de 5 anos e está na creche. Em casa, ele não dá trabalho, aprende tudo, come bem, mas na creche ele dá trabalho, não quer fazer as tarefas, faz birra. Não sei mais o que fazer pra ele mudar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum crianças se comportarem de forma diferente em casa e na creche. O que você descreve, um filho que é tranquilo em casa, mas apresenta resistência, birras e recusa em fazer tarefas na creche, pode estar relacionado à dificuldade de adaptação ao ambiente, insegurança, necessidade de atenção ou até mesmo formas de expressar emoções que ele ainda não sabe nomear.
Nessa fase do desenvolvimento, é importante olhar com cuidado para o que está por trás do comportamento, e não apenas para a birra em si. Em casa, ele se sente seguro. Na escola, pode estar reagindo a algo que não sabe explicar.
O ideal é conversar com a creche e observar como ele está sendo acolhido, além de manter um diálogo aberto com ele em casa. Mas, acima de tudo, é muito indicado procurar uma psicóloga infantil. A avaliação profissional pode ajudar a entender melhor o que ele está sentindo, orientar a família e a escola, e trabalhar para que ele consiga se expressar de forma mais saudável e se adaptar com mais segurança.
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Minha psicóloga me diagnosticou com TDAH, mas vários conhecidos comentaram que é estranho porque não
Minha psicóloga me diagnosticou com TDAH, mas vários conhecidos comentaram que é estranho porque não fiz os testes que muitos exigem. Esses testes são os únicos que determinam o diagnostico? Estou em acompanhamento com a psicóloga já faz um tempo, quase dois anos e ela comentou que vem avaliando e estudando o meu caso, por isso determinou o diagnóstico. Mas, fiquei um pouco confusa, por não ter feito esses testes.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá, a utilização de testes não é obrigatória para estabelecimento de um diagnóstico para desenvolvimeto de uma processo terapêutico eficiente, eles normalmente são aplicados quando necessários para avaliação neuropsiclógica, exames psiquiatricos e neurológicos, elaboração de laudos, etc. Mas caso se sinta mais confiante, você pode solicitar a realização desses testes por um psicólogo capacitado.
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Sobre o TDAH como conseguir realizar um pré diagnóstico mais preciso nas crianças? Visto que os sint
Sobre o TDAH como conseguir realizar um pré diagnóstico mais preciso nas crianças? Visto que os sintomas podem ser confundidos com malcriação ou preguiça? E a partir de qual idade em crianças é mais vísivel?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O TDAH pode ser confundido com birra, preguiça ou má criação, mas é muito mais do que isso. E é importante lembrar: birra e preguiça também são formas de expressão emocional. Elas podem mostrar cansaço, frustração, insegurança ou dificuldade de lidar com regras e limites. Por isso, não devem ser ignoradas
Os primeiros sinais do TDAH costumam aparecer entre os 4 e 7 anos, quando a criança começa a ter mais demandas na escola e no convívio social. Nessa fase, os sinais de TDAH e autismo podem ser parecidos. Por isso, é essencial fazer uma avaliação profissional com psicólogo ou neuropediatra
Observar como a criança se comporta em diferentes ambientes, como casa e escola, e ouvir os educadores faz toda a diferença. Se os comportamentos são frequentes, intensos e afetam o dia a dia, é hora de buscar ajuda.
O diagnóstico não é um rótulo. Ele é uma chave que abre portas para cuidar, acolher e ajudar a criança a se desenvolver com mais leveza e confiança
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Perguntas frequentes
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Tomo venlafaxina 150mg pela manhã e clonazepam metade do comprimido de 2mg à noite só que no outro d
Olá, tudo bem? A venlafaxina trata a depressão, mas não é um estimulante…