Perguntas do paciente (14)
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Existe algum tipo exercício físico que pode prejudicar/aumentar a diástase? Estou com diástase, 8 me
Existe algum tipo exercício físico que pode prejudicar/aumentar a diástase? Estou com diástase, 8 messes pós-parto, e após iniciar academia notei que houve um aumento significativo no abdômen.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, alguns exercícios podem piorar a sua diástase ou aumentar o abaulamento abdominal quando o abdômen ainda não consegue controlar bem a pressão interna durante o esforço. Isso pode acontecer, por exemplo, em exercícios com muita carga, abdominais tradicionais, pranchas longas, movimentos com elevação das duas pernas, exercícios de perna e até mesmo de braço, ou qualquer exercício em que apareça aquele “estufamento”/“cone” na linha média do abdômen.
Mas isso não significa que você não possa fazer academia. Pelo contrário: o exercício é importante no pós-parto. Mas precisa ser bem direcionado e progressivo. O ponto principal é avaliar se existe boa ativação do transverso abdominal, controle respiratório, função do assoalho pélvico e capacidade da linha alba de sustentar a pressão durante os movimentos. Essa questão da linha alba é crucial você buscar saber melhor sobre a integridade da sua.
Como você percebeu aumento significativo do abdômen após iniciar a academia, vale realizar uma avaliação específica com fisioterapeuta especializada em diástase para identificar quais exercícios estão adequados neste momento e quais precisam ser adaptados. Muitas vezes, pequenos ajustes na respiração, na carga, na execução ou até mesmo a substituição por outros que promovem o mesmo objetivo já fazem grande diferença para você continuar treinando com mais segurança.
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Ganhei neném a 10 meses de cesária ele é prematuro e eu ainda não recuperei meu peso e sinto minha b
Ganhei neném a 10 meses de cesária ele é prematuro e eu ainda não recuperei meu peso e sinto minha barriga muito flácida,conversei com a pediatra dele e ela disse que é diástase. O que posso fazer para eliminar a barriga?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Após uma gestação, especialmente após uma cesárea (já que há presença de lesão muscular devida a cirurgia), a barriga pode permanecer mais evidente por diferentes fatores: acúmulo de gordura, flacidez de pele, alteração postural, fraqueza da musculatura abdominal e também diástase abdominal.
A diástase não é apenas uma “abertura” entre os músculos. O mais importante é entender se essa parede abdominal está conseguindo gerar sustentação e controlar a pressão interna durante os movimentos do dia a dia. Por isso, nem sempre o objetivo é simplesmente “fechar” a diástase, mas recuperar função, firmeza, controle e estabilidade abdominal.
O tratamento costuma envolver exercícios específicos para ativação profunda do abdômen, controle respiratório, fortalecimento progressivo e, quando necessário, associação com recursos fisioterapêuticos. Mas os exercícios precisam ser bem indicados, porque alguns movimentos feitos sem controle podem aumentar o abaulamento abdominal.
Como você está com 10 meses de pós-parto e ainda percebe muita flacidez e aumento da barriga, pode ser que a estrutura muscular do seu abdome não esteja funcional, então o ideal é passar por uma avaliação específica com fisioterapeuta experiente em avaliação de diástase abdominal, para identificar se realmente há diástase, qual o grau, como está a função abdominal e qual conduta é mais adequada para o seu caso. Com a orientação correta, é possível melhorar bastante a função e o aspecto do abdômen.
E a minha orientação direta á você é que tome cuidado com execução de alguns exercícios, pois eles podem prejudicar a reabilitação do seu abdome. Procure um profissional de sua confiança para uma avaliação adequada.
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Estou com diastase a dois anos sera q resolve só com exercícios
Estou com diastase a dois anos sera q resolve só com exercícios
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível melhorar a diástase mesmo após dois anos. O tratamento da diástase não tem “prazo de validade”. Como envolve musculatura, controle abdominal, respiração e pressão interna, sempre existe possibilidade de melhora com exercícios específicos e bem orientados.
Mas é importante avaliar o grau da diástase e, principalmente, a função desse abdômen: se ele consegue sustentar, contrair e controlar a pressão durante os movimentos. Em muitos casos, a fisioterapia pélvica e abdominal consegue melhorar bastante sem cirurgia.
O ideal é fazer uma avaliação específica para entender o seu caso e direcionar os exercícios corretos, porque nem todo exercício abdominal é indicado para quem tem diástase.
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Gostaria de saber se o sus possui fisioterapia pra vaginismo e ateofia vaginal?!
Gostaria de saber se o sus possui fisioterapia pra vaginismo e ateofia vaginal?!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, em alguns serviços públicos pode haver atendimento de fisioterapia pélvica, mas a disponibilidade varia de acordo com a cidade, unidade de saúde e rede de encaminhamento local. O ideal é procurar uma UBS/posto de saúde, ginecologista ou serviço de saúde da mulher e solicitar encaminhamento para uma fisioterapeuta pélvica que atue na rede pública.
O vaginismo é uma disfunção em que ocorre dificuldade ou impossibilidade de penetração vaginal, muitas vezes associada à contração involuntária da musculatura do assoalho pélvico, dor, medo ou tensão durante a tentativa de penetração. Já a atrofia vaginal, atualmente muito relacionada à síndrome geniturinária da menopausa, envolve ressecamento, afinamento dos tecidos vaginais, ardência, desconforto e dor na relação, sendo mais comum em fases de queda hormonal, como menopausa, pós-parto e amamentação.
A fisioterapia pélvica pode ajudar muito no tratamento dessas queixas, principalmente quando há dor, tensão muscular, dificuldade de relaxamento, medo da penetração ou alteração da função do assoalho pélvico. Em alguns casos, também é necessário acompanhamento conjunto com ginecologista, especialmente quando há atrofia vaginal importante.
Então, minha orientação é: busque saber se na sua cidade existe fisioterapeuta pélvica no SUS ou em ambulatórios públicos de saúde da mulher. Esse é o profissional mais indicado para avaliar a função da musculatura pélvica e direcionar o tratamento adequado para essas disfunções.
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Olá,tenho 41 ano e fiquei com diástase após a minha cesariana,estou na academia faço exercícios leve
Olá, tenho 41 anos e fiquei com diástase após a minha cesariana, estou na academia faço exercícios leves e também aula de dança.Estou fazendo certo ou errado? posso continuar malhando?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Não dá para dizer se está certo ou errado sem avaliar como o seu abdômen se comporta durante os exercícios. Quem tem diástase pode, sim, fazer academia e atividade física, inclusive dança, desde que o treino esteja adequado para a sua função abdominal.
O ponto principal é observar se durante os exercícios aparece abaulamento na linha média do abdômen, sensação de pressão para baixo, dor lombar, peso pélvico, perda urinária ou piora da barriga após o treino. Esses sinais indicam que talvez o seu abdômen ainda não esteja controlando bem a pressão interna.
A diástase não significa que você deve parar de se movimentar. Mas o ideal é passar por uma avaliação com fisioterapeuta especializada em avaliação de diástase para identificar quais exercícios você pode manter, quais precisam ser adaptados e como fortalecer o abdômen com segurança.
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Quando a cirurgia de sling promove muitas dores para urinar, e sai pouquinho com fortes dores na ure
Quando a cirurgia de sling promove muitas dores para urinar, e sai pouquinho com fortes dores na uretra ainda depois de 10 dias operada, mesmo tomando antibiótico, existe algo como fisioterapia para melhorar esse desconforto.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, a fisioterapia pélvica pode ajudar em alguns desconfortos urinários e pélvicos, principalmente quando há tensão muscular, dor na região pélvica, dificuldade de relaxar para urinar ou alteração do padrão miccional.
Porém, no seu caso, como você está apenas com 10 dias de pós-operatório de sling, sente dor forte na uretra e está urinando em pequena quantidade, é muito importante entrar em contato com o médico que realizou a cirurgia para uma reavaliação. Esses sintomas podem estar relacionados a infecção urinária, irritação uretral, edema do pós-operatório ou até dificuldade de esvaziamento da bexiga após o sling.
A fisioterapia pode ser uma aliada, mas nesse momento o primeiro passo é garantir que não há retenção urinária ou alguma complicação cirúrgica. Depois dessa avaliação médica, a fisioterapia pélvica pode contribuir com técnicas para relaxamento do assoalho pélvico, melhora da dor, reeducação miccional e recuperação funcional da região.
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Depois de muitos anos, ainda é possível fechar diastase com fisioterapia?
Depois de muitos anos, ainda é possível fechar diastase com fisioterapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, mesmo depois de muitos anos ainda é possível tratar a diástase com fisioterapia. A diástase não tem um “prazo de validade” para iniciar o tratamento.
Como estamos falando da função da parede abdominal, musculatura profunda, controle respiratório e controle da pressão interna, sempre existe possibilidade de melhora com exercícios específicos e bem orientados.
O mais importante é avaliar não apenas o tamanho da diástase, mas como esse abdômen funciona: se há abaulamento, fraqueza, dor lombar, alteração postural ou dificuldade de sustentação. A partir dessa avaliação, é possível definir se o tratamento conservador é indicado e quais exercícios são mais seguros para o seu caso.
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Preciso de ajuda,minha filha vai fazer 4 anos,depois que tive ela senti uma fraqueza imensa no abdôm
Preciso de ajuda,minha filha vai fazer 4 anos,depois que tive ela senti uma fraqueza imensa no abdômen que nenhum médico sabe explicar,tenho dores fortes de vez enquando acompanhadas de diarréia,a parte acima do meu umbigo parece estar mais alta,sinto falta de ar e dificuldade para respirar
fundo ,mas tudo isso começou depois do parto,pode ser diástase? Tem cura sem cirurgia ainda .RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A diástase abdominal pode, sim, estar relacionada à sensação de fraqueza no abdômen, dificuldade de sustentação da barriga, abaulamento na linha média e até alteração no padrão respiratório, fazendo com que algumas mulheres sintam dificuldade de expandir bem o abdômen e respirar profundamente.
No entanto, pelos sintomas que você descreve, é importante ter cautela. Dores fortes e episódios de diarreia não são sintomas esperados de uma diástase abdominal isolada e precisam ser investigados, pois podem estar relacionados a alterações intestinais, hérnia abdominal ou outras condições que devem ser avaliadas por um médico.
A região acima do umbigo mais alta pode acontecer em casos de diástase, mas também pode estar associada a hérnia, por isso a avaliação presencial é essencial. Muitos casos de diástase melhoram sem cirurgia, com fisioterapia específica, fortalecimento profundo do abdômen, controle respiratório, melhora da postura e reeducação da pressão abdominal. A cirurgia costuma ser considerada apenas em situações específicas, como grandes alterações funcionais, hérnia associada ou quando o tratamento conservador não é suficiente.
No seu caso, o mais seguro é investigar esses sintomas de dor, diarreia e falta de ar com um médico e, em paralelo, realizar uma avaliação com fisioterapeuta pélvica para analisar a diástase, a função da parede abdominal e a melhor conduta para o seu caso.
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Diástase abdominal causada por gestação pode ser diagnosticada e tratada com fisioterapia após um lo
Diástase abdominal causada por gestação pode ser diagnosticada e tratada com fisioterapia após um longo período pós parto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. A diástase abdominal causada pela gestação pode ser avaliada e tratada com fisioterapia mesmo após um longo período de pós-parto. Ela não tem um “prazo de validade” para iniciar o tratamento.
O mais importante é entender que a diástase não deve ser avaliada apenas pela distância entre os músculos, mas também pela função da parede abdominal: força, sustentação, controle da respiração, controle da pressão interna e presença de abaulamento.
Como envolve musculatura e função abdominal, ainda é possível melhorar com exercícios específicos, progressivos e bem orientados. Em alguns casos, a cirurgia pode ser indicada, especialmente quando há hérnia associada ou grande comprometimento funcional, mas ela não é a primeira opção para todas as mulheres.
O ideal é realizar uma avaliação com fisioterapeuta especializada em avaliação de diástase para identificar como está esse abdômen hoje e definir o melhor tratamento para o seu caso.
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Diástase abdominal pode ser avaliada e diagnosticada por fisioterapeuta? Ou somente cirurgião? (em c
Diástase abdominal pode ser avaliada e diagnosticada por fisioterapeuta? Ou somente cirurgião? (em caso de diástase gerada por gestação, por exemplo)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a diástase abdominal pode ser avaliada por fisioterapeuta, especialmente quando falamos da função da parede abdominal após a gestação.
O cirurgião pode avaliar a presença da diástase, principalmente quando há suspeita de hérnia ou indicação cirúrgica. Mas a avaliação fisioterapêutica vai além de medir a distância entre os músculos. Ela analisa como esse abdômen funciona.
Na avaliação, observamos a largura e a profundidade da diástase, a tensão da linha alba, presença de abaulamento, controle da pressão abdominal, padrão respiratório, ativação do transverso abdominal, postura, força, dor lombar, função do assoalho pélvico e como o abdômen responde aos movimentos do dia a dia.
Por isso, em casos de diástase pós-gestação, a fisioterapeuta pélvica é uma profissional muito indicada para avaliar, orientar e conduzir o tratamento conservador. Quando há sinais de hérnia ou necessidade cirúrgica, o acompanhamento com cirurgião também é importante.
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O que fazer primeiro quando temos diastese abdominal depois do parto ?
O que fazer primeiro quando temos diastese abdominal depois do parto ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O primeiro passo não deve ser começar exercícios abdominais por conta própria, e sim realizar uma avaliação específica da parede abdominal.
Na diástase pós-parto, é importante avaliar não apenas a distância entre os músculos, mas também a profundidade da diástase, a tensão da linha alba, a presença de abaulamento, a respiração, a postura, o controle da pressão abdominal, a força do abdômen profundo e a função do assoalho pélvico.
A partir dessa avaliação, é possível entender quais exercícios são seguros para o seu momento e quais devem ser evitados ou adaptados. O tratamento costuma envolver ativação do abdômen profundo, controle respiratório, fortalecimento progressivo e reeducação da pressão interna.
Então, o primeiro passo é procurar uma fisioterapeuta pélvica para uma avaliação individualizada. Isso evita que você faça exercícios inadequados e ajuda a direcionar o tratamento de forma mais segura e eficiente.
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Tive diástase pós-parto,tem 4 meses!Posso usar cinta e fazer exercício para diástase os dois juntos?
Tive diástase pós-parto,tem 4 meses!Posso usar cinta e fazer exercício para diástase os dois juntos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Eu não recomendo o uso de cinta como tratamento para diástase abdominal. A cinta não fecha a diástase e pode mascarar ou até mesmo afetar a função do abdômen.
Quando usada por muito tempo, ela pode fazer o papel que deveria ser da musculatura abdominal, deixando o abdômen mais dependente, fraco e disfuncional. Além disso, a compressão pode aumentar a pressão interna e sobrecarregar o assoalho pélvico, favorecendo sintomas como perda urinária, sensação de peso pélvico, constipação, dor lombar e dor na relação sexual.
Com 4 meses de pós-parto, o mais indicado é iniciar um tratamento com exercícios específicos para diástase, controle respiratório, ativação do abdômen profundo e reeducação da pressão abdominal. Mas esses exercícios precisam ser orientados após uma avaliação, porque nem todo exercício abdominal é seguro ou adequado para todas as mulheres.
Então, em vez de associar cinta e exercícios, o melhor caminho é avaliar como está a função do seu abdômen e iniciar um tratamento ativo e individualizado, com exercícios seguros e específicos para sua condição atual.
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tive 2 gravidez cesárias sendo uma de gêmeos. queria saber se um fisioterapeuta pode avaliar o grau
tive 2 gravidez cesárias sendo uma de gêmeos. queria saber se um fisioterapeuta pode avaliar o grau da minha diastase?
saber também se dependendo do grau ela pode ser resolvida com a drenagem linfática?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a fisioterapeuta pélvica pode avaliar a diástase abdominal, inclusive após cesáreas e gestação gemelar, que são fatores que podem aumentar a sobrecarga da parede abdominal.
Mas essa avaliação não deve considerar apenas o “grau” ou a distância entre os músculos. É importante analisar também a profundidade da diástase, a tensão da linha alba, a presença de abaulamento, a força abdominal, a respiração, a postura, o controle da pressão interna e a função do assoalho pélvico.
Sobre a drenagem linfática: ela pode ajudar em casos de retenção de líquido e edema, mas não trata diástase abdominal. Assim como massagem modeladora, uso de cinta e procedimentos estéticos também não fecham nem recuperam a função da diástase.
O tratamento da diástase precisa ser ativo, com exercícios específicos, fortalecimento profundo do abdômen, controle respiratório e reeducação da pressão abdominal. Por isso, o ideal é fazer uma avaliação para entender o seu caso e definir se o tratamento conservador é indicado para você.
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Como não quero operar para fechar a Diástase, posso usar cinta? Qual o modelo devo comprar?
Como não quero operar para fechar a Diástase, posso usar cinta? Qual o modelo devo comprar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A cinta não fecha a diástase abdominal e não deve ser usada como tratamento para essa condição.
Na diástase, o problema não é apenas a distância entre os músculos, mas a perda de função da parede abdominal: dificuldade de sustentação, fraqueza, flacidez, alteração da respiração e mau controle da pressão interna.
Quando a cinta é usada por longos períodos, ela pode fazer o papel que deveria ser do músculo. Com isso, o abdômen tende a trabalhar menos, podendo ficar ainda mais fraco e disfuncional. Além disso, a compressão abdominal pode aumentar a pressão interna e sobrecarregar o assoalho pélvico e a lombar, contribuindo para sintomas como perda urinária, sensação de peso pélvico, constipação, dor lombar e dor na relação sexual.
Por isso, em vez de buscar uma cinta, o mais indicado é realizar uma avaliação com fisioterapeuta pélvica para entender como está a função do seu abdômen e iniciar um tratamento com exercícios específicos, controle respiratório, fortalecimento profundo e reeducação da pressão abdominal.
Perguntas frequentes
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Olá! Um médico dermatologista pode tratar uma verruga na região perianal? notei uma pequena verruga
Se for uma "verruga", pode sim. Se for diagnóstico proctológico,…