Perguntas do paciente (11)

  • Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    Sim, términos de relacionamentos podem ser considerados lutos.
    De modo geral não é um processo fácil, principalmente se for o caso de um relacionamento longo, mas pode ser superado através do mesmo princípio do enfrentamento do luto: um dia de cada vez. Vão ter dias bons, outros nem tanto e também dias ruins. O importante é viver um de cada vez e buscar ajuda de um(a) psicólogo(a) caso perceba que o processo está muito difícil de ser vivido sozinho(a) ou caso tenha dúvidas quanto aos seus próximos passos.
    A psicoterapia pode ajudar bastante nesse contexto.


  • Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes)

    Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes) e eu descobri ontem com um ano juntos q eles são irmãos, e meu namorado pediu um tempo. Estou com medo de terminarmos, eu me sinto muito culpada. E ele é o único apoio que tenho (eu tenho autismo e depressão) e sem ele sinto que tudo vai desmoronar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    Sinto muito que esteja passando por essa situação, imagino que não está fácil.
    Agora, respondendo sobre sua questão: a situação de fato é delicada e preocupante, então não tem como não sentir certas emoções nesse contexto.
    Não há nenhum problema em sofrer nessa situação, mas recomendo que busque acompanhamento psicológico, para te ajudar a elaborar melhor a situação, se refazer caso de fato terminem, além de fortalecer sua rede de apoio e ajustar suas expectativas e demandas sobre ele, caso continuem o relacionamento.
    Espero ter contribuído positivamente.


  • Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons

    Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    Parece que isso te faz sofrer bastante. Sinto muito que esteja passando por essa situação.
    Bom, recomendo que faça uma consulta com um(a) psicólogo(a) para avaliar seu caso e tratar essa dificuldade.
    Através da psicoterapia o(a) profissional pode te ajudar a lidar com essa dificuldade de diversas formas.
    Tendo em vista que há sintomas importantes e sofrimento intenso, acredito que uma avaliação com um Psiquiatra também seria importante, para avaliar a necessidade de entrar com um tratamento medicamentoso, a fim de te dar mais qualidade de vida.
    Vale ressaltar que um tratamento não exclui o outro, pelo contrário, se complementam.
    Espero ter contribuído positivamente.


  • Quais comorbidades são frequentemente encontradas em pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (

    Quais comorbidades são frequentemente encontradas em pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    A ansiedade elevada é uma característica marcante desse quadro, então transtornos ansiosos como Transtorno de ansiedade generalizada (TAG), Fobias específicas e Transtorno de ansiedade social são encontrados com frequência como comorbidade.


  • Como os achados da neuropsicologia podem subsidiar o planejamento terapêutico do Transtorno de Perso

    Como os achados da neuropsicologia podem subsidiar o planejamento terapêutico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em articulação com abordagens psiquiátricas e psicoterapêuticas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    Ao identificar o perfil cognitivo do paciente através da avaliação neuropsicológica, são consideradas suas dificuldades e potencialidades. Dessa forma é possível trabalhar as dificuldades e estimular as potencialidades.


  • Como a avaliação e os achados da neuropsicologia contribuem para o planejamento e a individualização

    Como a avaliação e os achados da neuropsicologia contribuem para o planejamento e a individualização do tratamento de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    O principal objetivo da avaliação neuropsicológica é identificar o perfil cognitivo da pessoa, ou seja, suas dificuldades e potencialidades, dessa forma é possível formular intervenções direcionadas a trabalhar as dificuldades, além de estimular e validar as potencialidades.


  • De que forma a reabilitação neuropsicológica pode beneficiar pacientes com Transtorno de Personalida

    De que forma a reabilitação neuropsicológica pode beneficiar pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    Pode contribuir para a melhora de funções cognitivas e comportamentais que frequentemente se encontram prejudicadas, ajudando, por exemplo, a reduzir a impulsividade e a desenvolver melhor regulação emocional.


  • Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    Recomendo um acompanhamento psicológico (também chamado de terapia ou psicoterapia) para que você compreenda essa dificuldade e assim possa tratá-la.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    Em suma, a ansiedade é uma emoção frequentemente relacionada ao estresse.
    O ideal é agendar uma consulta com um(a) psicólogo(a) qualificado(a) para realizar uma avaliação do seu caso.
    Através da Doctoralia você consegue agendar uma consulta para realizar essa avaliação.


  • Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e

    Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
    Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
    O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    Parece que está se envolvendo demais com os problemas dos outros, como se fossem seus. Me parece estar com dificuldades de definir seus limites pessoais.
    Aqui te devolvo a pergunta da seguinte forma, para sua reflexão: Consegue ajudá-la sem se prejudicar?
    Se encontrar dificuldades em responder a essa pergunta e/ou quiser conversar melhor sobre isso, recomendo agendar uma consulta com um(a) psicólogo(a).


  • Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regra

    Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regras sem querer, minha mente diz que tenho que refazer esse ritual, já que não fiz corretamente, há problema em deixar de fazer esse ritual sem refazê-lo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Thays Guaraciaba

    Racionalmente, sabemos que não há problema nenhum. Contundo, um acompanhamento psicológico seria importante para compreender seu nível de sofrimento ao realizar ou não esse ritual, bem como para desenvolver estratégias de amenizar esse sofrimento, caso haja.


Perguntas frequentes

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