Perguntas do paciente (17)
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O que é a "Labilidade Emocional" no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
O que é a "Labilidade Emocional" no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A labilidade emocional é a tendência a mudanças rápidas e intensas de humor, que podem ocorrer em resposta a situações do dia a dia, muitas vezes percebidas como pequenas por outras pessoas.
Na prática, isso significa que a pessoa pode passar de um estado emocional para outro em pouco tempo, com grande intensidade, como sair de um momento de tranquilidade para irritação, tristeza ou ansiedade. Essas oscilações costumam estar ligadas a uma sensibilidade maior a rejeições, frustrações ou conflitos interpessoais.
Compreender a labilidade emocional é importante porque ela não se trata de “falta de controle” voluntária, mas de uma dificuldade real em regular emoções. Por isso, o tratamento foca no desenvolvimento de estratégias que ajudem a pessoa a reconhecer, tolerar e manejar melhor esses estados emocionais.
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Co-regulação pode reduzir comportamentos impulsivos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
Co-regulação pode reduzir comportamentos impulsivos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, trata-se de um recurso clínico importante. No Transtorno de Personalidade Borderline, há uma dificuldade maior em lidar com emoções intensas e instáveis, o que pode favorecer respostas impulsivas. Nesses momentos, a presença de alguém disponível, estável e previsível pode ajudar a regular essas emoções, reduzindo a intensidade e, consequentemente, a impulsividade no curto prazo.
Ao mesmo tempo, é importante compreender que a co-regulação não substitui o desenvolvimento da autorregulação. Ela funciona como um apoio inicial, especialmente em fases de maior desorganização, enquanto a pessoa aprende, no processo terapêutico, a reconhecer suas emoções, tolerar desconfortos e responder de forma mais consciente. Trata-se de um caminho que envolve construção de autonomia emocional e responsabilidade sobre as próprias escolhas.
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O que piora a desregulação emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante uma ten
O que piora a desregulação emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante uma tentativa de co-regulação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Durante uma tentativa de co-regulação, a desregulação emocional no Transtorno de Personalidade Borderline pode piorar quando a pessoa não encontra na relação um ambiente consistente, previsível e validante. Respostas como invalidação emocional, críticas, impaciência ou mudanças bruscas de postura tendem a intensificar o sentimento de rejeição ou abandono, aumentando a instabilidade.
Além disso, a co-regulação também pode se tornar menos eficaz quando há dependência excessiva do outro para se acalmar, sem o desenvolvimento gradual de recursos internos. Nesses casos, pequenas frustrações ou ausências podem ser vividas com grande intensidade, ampliando a desorganização emocional.
Por isso, a co-regulação precisa vir acompanhada de limites claros, constância na relação e, principalmente, de um trabalho terapêutico que favoreça o desenvolvimento da autorregulação, para que a pessoa possa, aos poucos, sustentar suas emoções com mais autonomia.
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O que é o “paradoxo da coerência social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
O que é o “paradoxo da coerência social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É um conceito que ajuda a entender por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline podem parecer “funcionar bem” em alguns contextos sociais e, ao mesmo tempo, apresentar grande instabilidade em relações mais próximas.
Na prática, a pessoa consegue manter uma aparência de coerência, controle ou adaptação em ambientes mais formais ou superficiais, como trabalho ou interações sociais mais distantes. Mas, nas relações íntimas, onde há maior envolvimento emocional, surgem com mais intensidade o medo de abandono, a sensibilidade à rejeição e as oscilações emocionais; ou seja, existe uma coerência “para fora”, que nem sempre reflete o que a pessoa está vivendo internamente. Esse paradoxo pode gerar confusão tanto para quem convive quanto para a própria pessoa, que muitas vezes se sente incompreendida ao perceber que seu sofrimento não é visível em todos os contextos.
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Por que é tão difícil para alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) aceitar um pedido
Por que é tão difícil para alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) aceitar um pedido de desculpas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para muitas pessoas com TPB, experiências de rejeição, abandono ou invalidação foram intensas ao longo da vida, o que faz com que situações atuais sejam vividas com um peso emocional maior do que o contexto, isoladamente, explicaria.
Nesse cenário, um pedido de desculpas pode não ser suficiente para restaurar rapidamente a confiança. A emoção ativada no momento do conflito tende a permanecer intensa, e pode surgir a dúvida sobre a sinceridade do outro ou o medo de que a situação se repita. Como descrito em Corações Descontrolados, há uma sensibilidade elevada às relações e uma dificuldade em integrar aspectos positivos e negativos de uma mesma pessoa ao mesmo tempo, o que faz com que, em momentos de dor, a experiência negativa se sobreponha às demais.
Por isso, mais do que o pedido de desculpas em si, o que costuma ajudar é a consistência ao longo do tempo. Relações previsíveis, com validação emocional e atitudes coerentes, vão aos poucos reconstruindo a sensação de segurança. Paralelamente, o processo terapêutico trabalha para ampliar a capacidade de regulação emocional e flexibilizar essas percepções, favorecendo respostas menos intensas e mais integradas.
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Tenho dificuldade com mulheres, principalmente no traquejo social e interações social, sou incel e m
Tenho dificuldade com mulheres, principalmente no traquejo social e interações social, sou incel e muito provavelmente autista l. Oq devo fazer?qual tratamento é recomendável pra essa questao?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiro, é importante dizer que se definir como “incel” ou concluir sozinho que é autista pode não ajudar. Rótulos, quando não são avaliados por um profissional, tendem a reforçar sentimentos de exclusão e dificultar mudanças.
Dificuldades nas interações sociais, especialmente em contextos afetivos, são comuns e podem estar relacionadas à insegurança, ansiedade social, baixa autoestima ou pouca experiência relacional.
O caminho mais indicado é buscar avaliação com um psicólogo. Caso exista suspeita real de Transtorno do Espectro Autista, a investigação deve ser feita por um profissional capacitado e, se necessário, complementada por psiquiatra ou neuropsicólogo.
A boa notícia é que habilidades sociais podem ser desenvolvidas. Existem intervenções baseadas em terapia cognitivo-comportamental e treinos de habilidades sociais que ajudam muito na prática.
Mais importante do que o rótulo é compreender seus padrões, fortalecer sua autoestima e aprender estratégias concretas para se relacionar melhor.
Isso é tratável e pode evoluir significativamente com acompanhamento adequado.
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Olá, gostaria de saber se é comum em TOC sexual você imaginar cenários (de forma intrusiva, ou seja,
Olá, gostaria de saber se é comum em TOC sexual você imaginar cenários (de forma intrusiva, ou seja, sem vontade própria) onde uma pessoa tem relação sexual (de forma detalhada, inclusive) só porque essa pessoa te disse que vai ter um encontro com alguém. Isso acontece comigo muito frequentemente, a ponto de eu ter de pedir para que as pessoas evitem fazer esse tipo de comentário para mim. Minha mente cria esses cenários de sexo e eles vivem em loop na minha cabeça, criando aflição e me dando gatilhos que causam desconforto e angústia. Eu praticamente fico obcecado com esses cenários que minha mente imagina por dias ou meses, é como se minha vida parasse e funcionasse apenas em função desse pensamento e isso obviamente me causa muita aflição e ansiedade. Eu já sou diagnosticado com TOC (além de TAG, Transtorno Depressivo Recorrente e autismo nível 2)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, esse tipo de pensamento pode ocorrer no TOC, especialmente quando envolve temas sensíveis. Pensamentos intrusivos são involuntários e não representam desejo, intenção ou caráter.
Um ponto fundamental é entender que pensamentos são apenas pensamentos. Eles não são fatos, não são evidências da realidade e não definem quem você é.
No TOC, quanto mais a pessoa tenta controlar ou neutralizar o pensamento, mais ele tende a se repetir, entrando em loop e gerando ansiedade.
Como você já tem diagnóstico, é importante manter acompanhamento psicológico, preferencialmente com TCC e técnicas específicas para obsessões, além de seguimento psiquiátrico quando indicado.
Isso é tratável. Com intervenção adequada, esses pensamentos podem perder intensidade e impacto na sua vida.
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Preciso de orientação sobre como ajudar meu pai, que desenvolveu consumo excessivo de álcool nos últ
Preciso de orientação sobre como ajudar meu pai, que desenvolveu consumo excessivo de álcool nos últimos anos. Ele passou a beber diariamente e, quando misturando bebida destilada, fica agressivo verbalmente e no dia seguinte não lembra do que aconteceu. Sempre que eu e meu irmão tentamos conversar com ele sobre diminuir ou buscar ajuda, ele reage com irritação. Existe alguma forma adequada de realizarmos uma intervenção familiar ou de abordar esse assunto sem piorar a situação? Qual seria o melhor caminho para incentivar que ele busque ajuda profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você e seu irmão estejam angustiados com essa situação. O consumo diário de álcool, associado a episódios de agressividade e lapsos de memória, são sinais importantes de que o uso já está causando prejuízos emocionais e familiares.
Quando o assunto é abordado, a reação de irritação costuma ser um mecanismo de defesa. Muitas vezes, a pessoa evita entrar em contato com o próprio problema.
Por isso, confrontos, acusações e tentativas de convencer na força tendem a piorar o cenário. O mais indicado é conversar em um momento em que ele esteja sóbrio, calmo e disponível, falando a partir do que vocês sentem, sem ataques ou julgamentos.
Frases como “Estamos preocupados com você” ou “Isso tem nos machucado” costumam ser mais eficazes do que críticas.
Também é importante que vocês não enfrentem isso sozinhos. A dependência afeta toda a família. Buscar orientação profissional ajuda a organizar o diálogo, fortalecer limites e construir uma estratégia mais saudável.
Incentivar o tratamento não é obrigar, mas criar um ambiente de apoio, responsabilidade e cuidado. Com acompanhamento especializado é possível promover mudanças e preservar os vínculos.
Creio que vocês já deram um passo importante ao buscar orientação. Isso demonstra amor e responsabilidade.
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Meu ex marido tá de namorada e eles estão saindo com minha melhor amiga pra beber cerveja. Fazendo g
Meu ex marido tá de namorada e eles estão saindo com minha melhor amiga pra beber cerveja. Fazendo grupo de amizades. Eu ligo e daí de perto pra ele não perceber que sou eu. Ela sabe que rola um sentimento entre eu e ele. Essa pessoa é minha amiga ou é falsa amiga.
É normal isso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que essa situação te machuca. Quando ainda existe sentimento pelo ex, qualquer aproximação dele com pessoas próximas pode gerar insegurança e ciúme.
Mas é importante separar as coisas. Ele é seu ex-marido e, sendo separado, tem liberdade para se relacionar e construir novos vínculos. A pergunta central talvez não seja se sua amiga é falsa, mas como você está lidando com o fim dessa relação.
Ligar sem se identificar mostra que isso ainda te mobiliza emocionalmente. Isso não é errado, mas indica que há algo aí que precisa ser elaborado.
Antes de rotular sua amiga, vale refletir sobre seus próprios limites. Essa amizade te faz bem? Você já conversou com ela de forma clara? Você está tentando manter um vínculo que ainda não está resolvido?
Assumir responsabilidade pelas próprias emoções é um passo importante para sair desse lugar de sofrimento.
A terapia individual pode ajudar muito a organizar esses sentimentos e fortalecer sua autonomia emocional.
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Olá boa noite! Descobri q o meu filho de 16 anos está fazendo uso da maconha. Tentei conversar com
Olá boa noite! Descobri q o meu filho de 16 anos está fazendo uso da maconha.
Tentei conversar com ele mas, o mesmo nega.
Foi então q o
levei a fazer um teste toxicológico, assim q soube p o q era foi embora, se recusando e é claro, confirmando por conta dessa reação.
Estou muito decepcionada e n sei como ajuda lo , ja q o mesmo vive me dizendo p relaxar.
A vontade q tenho é arrebentar a cara dele , pois a vida toda conversei com ele .
É claro q é só vontade ....
Quero ajudar meu filho.
Por favor me orientem.
Obs; Tbm marquei consulta no psicólogo q tbm recusou a ir .RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação e a frustração diante da situação. Na adolescência, é comum que haja negação e resistência, principalmente quando o jovem se sente pressionado ou confrontado. A recusa em fazer o exame ou ir ao psicólogo costuma fazer parte desse movimento.
Nesse momento, confrontos diretos e tentativas de controle tendem a aumentar o afastamento. É mais efetivo buscar um diálogo firme, mas sem acusações, demonstrando preocupação com o bem-estar dele e estabelecendo limites claros.
Mesmo que ele não aceite ajuda agora, é importante que você busque orientação profissional. O trabalho com os pais é fundamental para conduzir melhor a situação e favorecer mudanças no comportamento do adolescente.
O uso de maconha nessa fase merece atenção e acompanhamento adequado, com uma abordagem consistente e estratégica.
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Porque Meu esposo bebe e diz que a culpa é minha ?Ele diz que bebe por minha causa..por será? sou ev
Porque Meu esposo bebe e diz que a culpa é minha ?Ele diz que bebe por minha causa..por será? sou evangelica
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando alguém diz que bebe por causa do outro, isso costuma ser uma forma de transferir a responsabilidade. O consumo de álcool é uma escolha e, quando se torna excessivo, está ligado a dificuldades emocionais da própria pessoa, não ao comportamento do parceiro.
Culpar você pelo uso da bebida é injusto e emocionalmente desgastante. Esse tipo de fala pode gerar culpa, medo e confusão, especialmente quando existe um vínculo afetivo e valores importantes envolvidos.
Sua fé pode ser uma fonte de força, mas ela não significa que você precise carregar sozinha um problema que não é seu.
O mais saudável é buscar diálogo em momentos de calma, estabelecer limites claros e, se possível, procurar apoio profissional, seja em terapia individual, de casal ou em orientação familiar.
Você não é responsável pelo consumo dele. Cuidar de si mesma também é uma forma de amor.
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Meu esposo esta querendo parar de beber o que eu faço pra poder ajuda
Meu esposo esta querendo parar de beber o que eu faço pra poder ajuda
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de ele estar dizendo que quer parar já é um sinal muito importante. Muitas pessoas demoram anos até admitir que precisam mudar. Isso indica que ele pode estar em um momento de abertura para transformação.
Essa fase é delicada e precisa ser aproveitada. Quando a pessoa começa a considerar a mudança, o apoio profissional faz muita diferença, porque ajuda a organizar o processo, fortalecer a motivação e criar estratégias para evitar recaídas.
Você pode ajudar oferecendo apoio, sem pressionar, valorizando essa decisão e incentivando que ele busque acompanhamento especializado.
Mudança não acontece só com força de vontade. Ela precisa de estrutura, orientação e constância.
Aproveitar essa fase pode ser decisivo para que ele realmente consiga avançar.
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Ter pensamentos imaginários quando sozinho, em situações do cotidiano, com gesticulação motora e às
Ter pensamentos imaginários quando sozinho, em situações do cotidiano, com gesticulação motora e às vezes vocalização, como se estivesse sussurrando é sinal de que doença? Que especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ter pensamentos imaginários, diálogos internos ou até pequenas gesticulações quando está sozinho não significa, automaticamente, que exista uma doença. Muitas pessoas fazem isso como forma de organizar ideias, aliviar tensão ou lidar com emoções.
No entanto, é importante observar se isso causa sofrimento, prejuízo na rotina, vergonha intensa ou perda de controle sobre o comportamento. Quando passa a atrapalhar a vida, merece atenção.
O profissional mais indicado para uma avaliação inicial é o psicólogo. A partir dessa escuta, se necessário, pode haver encaminhamento para um psiquiatra.
Buscar ajuda não é sinal de fraqueza. É cuidado com a própria saúde mental.
Uma avaliação adequada traz clareza, tranquilidade e orientação segura.
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Meu marido é alcoólatra, gasta todo dinheiro e não estou feliz, nem meus filhos. Quando tento conver
Meu marido é alcoólatra, gasta todo dinheiro e não estou feliz, nem meus filhos. Quando tento conversar com ele sobre isso, ele diz que quando ele parar de trabalhar ele para de beber. Pois no meio da semana ele não bebe e se torna uma boa pessoa é so nos finais de semana, e quando chega na segunda-feira ele age como se nada tivesse acontecido. O que devo fazer nessa situação?
ObrigadaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A situação que você descreve é bastante comum em quadros de uso problemático de álcool. O fato de ele não beber durante a semana não reduz os prejuízos causados nos finais de semana, nem caracteriza controle sobre o uso.
A promessa de que irá parar no futuro costuma fazer parte de um padrão de negação, que dificulta mudanças reais no presente. O comportamento de agir como se nada tivesse acontecido também mantém o ciclo do problema.
Tentar convencê-lo apenas por meio de conversas, sem mudanças concretas, tende a ter pouco efeito. É importante que você estabeleça limites claros sobre o que é aceitável dentro da dinâmica familiar.
Além disso, buscar orientação profissional para você e para sua família é fundamental. Mesmo que ele não aceite ajuda neste momento, é possível trabalhar estratégias para lidar com a situação de forma mais estruturada e proteger você e seus filhos.
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Em minha cidade tem um morador de rua,alcoólatra,e sempre me diz q quer ser internado p largar o víc
Em minha cidade tem um morador de rua,alcoólatra,e sempre me diz q quer ser internado p largar o vício e ninguém o leva.
O q posso fazer para ajudá-lo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de ele pedir ajuda já é um sinal muito importante e precisa ser valorizado.
No sistema público, é possível buscar apoio pelo SUS, nos CAPS AD e também em ambulatórios e programas da própria prefeitura, que muitas cidades mantêm para tratamento de álcool e outras drogas.
Em alguns casos, esses serviços conseguem encaminhar para internação ou acompanhamento contínuo. Mesmo sendo mais simples do que na rede privada, eles oferecem cuidado gratuito e podem ajudar muito.
Outra alternativa é procurar os Alcoólicos Anônimos, que muitas vezes orientam sobre locais de apoio e tratamento.
O mais importante é usar toda a rede pública disponível. Informação e encaminhamento certo podem fazer toda a diferença.
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Um psicopata ou um sociopata pode ter alguém para desabafar ou contar o que se passa pela sua cabeça
Um psicopata ou um sociopata pode ter alguém para desabafar ou contar o que se passa pela sua cabeça? Como uma lixeira onde ele pode descartar seus lixos. Alguém que,talvez, seja fácil de convencer a se juntar a planos ou ideias, que podem ser até ruins.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O termo “psicopata” ou “sociopata” é frequentemente usado de forma popular, mas, do ponto de vista clínico, falamos em transtorno de personalidade antissocial, que só pode ser avaliado por um profissional qualificado, após uma análise cuidadosa.
Pessoas com esse tipo de funcionamento podem, sim, se relacionar com outras, mas essas relações muitas vezes não se baseiam em troca emocional genuína. Em alguns casos, podem envolver influência, manipulação ou busca por alguém mais vulnerável.
É importante ter atenção quando há a sensação de estar sendo usado, pressionado ou envolvido em ideias que vão contra seus valores. Nessas situações, o foco principal deve ser a sua proteção emocional e a manutenção de limites claros.
Buscar orientação profissional pode ajudar a compreender melhor a dinâmica dessa relação e a tomar decisões mais seguras.
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O que pode estar por trás de um surto psicótico?
O que pode estar por trás de um surto psicótico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um surto psicótico é um episódio em que a pessoa perde temporariamente o contato com a realidade, podendo apresentar delírios, alucinações, confusão mental ou comportamento desorganizado.
Diversos fatores podem estar por trás disso. Pode estar relacionado a transtornos psiquiátricos, como esquizofrenia ou transtorno bipolar, mas também pode ser desencadeado por uso de álcool e outras drogas, abstinência, estresse intenso, privação de sono ou condições médicas.
Em alguns casos, existe uma vulnerabilidade biológica associada a fatores psicológicos e sociais. Por isso, cada situação precisa ser avaliada individualmente.
Um surto psicótico é sempre um sinal de alerta e requer avaliação profissional, preferencialmente com psiquiatra e psicólogo, para identificar a causa e iniciar o tratamento adequado.
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Perguntas frequentes
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