Perguntas do paciente (4)

  • Como as doenças autoimunes afetam a "ansiedade existencial" ?

    Como as doenças autoimunes afetam a "ansiedade existencial" ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Tomaz Eugenio Abreu Silva

    O medo existencial, entendido como preocupações profundas sobre morte, sentido da vida e finitude, tem sido estudado em pacientes com doenças autoimunes, especialmente artrite reumatoide. Pesquisas mostram que sentimentos como ansiedade frente à morte, falta de sentido e culpa estão fortemente associados ao medo de progressão da doença, independentemente da dor ou do grau de incapacidade.

    Além disso, há consenso de que fatores de estresse psicológico — incluindo eventos traumáticos e transtornos relacionados ao estresse — aumentam o risco de desenvolver doenças autoimunes e influenciam sua evolução, por meio de alterações neuroimunoendócrinas e inflamatórias.

    Em resumo, o medo existencial não causa diretamente doenças autoimunes, mas pode agravar o sofrimento emocional e modular a resposta imunológica, reforçando a importância de um cuidado integrado entre mente e corpo, com apoio médico e psicológico.


  • Como a "ansiedade existencial" afeta as doenças autoimunes ?

    Como a "ansiedade existencial" afeta as doenças autoimunes ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Tomaz Eugenio Abreu Silva

    O medo existencial, entendido como preocupações profundas sobre morte, sentido da vida e finitude, tem sido estudado em pacientes com doenças autoimunes, especialmente artrite reumatoide. Pesquisas mostram que sentimentos como ansiedade frente à morte, falta de sentido e culpa estão fortemente associados ao medo de progressão da doença, independentemente da dor ou do grau de incapacidade.

    Além disso, há consenso de que fatores de estresse psicológico — incluindo eventos traumáticos e transtornos relacionados ao estresse — aumentam o risco de desenvolver doenças autoimunes e influenciam sua evolução, por meio de alterações neuroimunoendócrinas e inflamatórias.

    Em resumo, o medo existencial não causa diretamente doenças autoimunes, mas pode agravar o sofrimento emocional e modular a resposta imunológica, reforçando a importância de um cuidado integrado entre mente e corpo, com apoio médico e psicológico.


  • Qual é a relação entre medo existencial e doenças autoimunes ?

    Qual é a relação entre medo existencial e doenças autoimunes ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Tomaz Eugenio Abreu Silva

    O medo existencial, entendido como preocupações profundas sobre morte, sentido da vida e finitude, tem sido estudado em pacientes com doenças autoimunes, especialmente artrite reumatoide. Pesquisas mostram que sentimentos como ansiedade frente à morte, falta de sentido e culpa estão fortemente associados ao medo de progressão da doença, independentemente da dor ou do grau de incapacidade.

    Além disso, há consenso de que fatores de estresse psicológico — incluindo eventos traumáticos e transtornos relacionados ao estresse — aumentam o risco de desenvolver doenças autoimunes e influenciam sua evolução, por meio de alterações neuroimunoendócrinas e inflamatórias.

    Em resumo, o medo existencial não causa diretamente doenças autoimunes, mas pode agravar o sofrimento emocional e modular a resposta imunológica, reforçando a importância de um cuidado integrado entre mente e corpo, com apoio médico e psicológico.


  • Uma pessoa pode se transformar em um narcisista ou em um sociopata depois de um Relacionamento abusi

    Uma pessoa pode se transformar em um narcisista ou em um sociopata depois de um Relacionamento abusivo??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Tomaz Eugenio Abreu Silva

    Experiências abusivas ou traumáticas podem, em algumas pessoas, influenciar o modo como lidam com os sentimentos e com os outros. No entanto, é importante diferenciar: um relacionamento abusivo pode gerar reações defensivas, desconfiança ou retraimento emocional, mas não costuma transformar uma pessoa em um “narcisista” ou “sociopata” no sentido clínico desses termos.

    A literatura científica mostra que traumas, especialmente na infância, estão associados a maior risco de desenvolvimento de traços narcisistas ou psicopáticos, pois nessa fase o abuso físico, emocional ou a negligência afetam a formação da identidade e da empatia. Esses efeitos, porém, são resultado de experiências repetidas e prolongadas ao longo do desenvolvimento, e não de um único relacionamento na vida adulta.

    Em adultos que passaram por relacionamentos abusivos, é mais comum observar reações relacionadas ao trauma, como ansiedade, hipervigilância, medo da rejeição e dificuldade de confiar novamente — o que não significa desenvolver um transtorno de personalidade. A psicoterapia é o recurso mais indicado para compreender e ressignificar essas vivências, prevenindo que o trauma molde padrões emocionais duradouros.


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