Perguntas do paciente (338)

  • Quais são os estudos dentro da psicanálise em geral que poderiam ajudar em questões das quais a espi

    Quais são os estudos dentro da psicanálise em geral que poderiam ajudar em questões das quais a espiritualidade transcende a matéria e, o indivíduo se faz mais parte do mundo espiritual do que do plano material ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo sua curiosidade em relação à intersecção entre a psicanálise e a espiritualidade, especialmente quando se trata da sensação de que o indivíduo faz parte de um mundo espiritual que transcende o plano material. É uma questão profunda que pode ser explorada dentro do contexto psicanalítico de maneira cuidadosa e respeitosa. Dentro da psicanálise clássica, a ênfase recai principalmente nas dinâmicas psicológicas, nos conflitos internos e nas experiências humanas em um contexto terreno. No entanto, alguns psicanalistas contemporâneos têm se interessado por essas questões transcendentais e buscam uma abordagem mais integrativa. A psicanálise, com sua ênfase na auto exploração e na compreensão das profundezas da mente, pode ser um espaço para explorar como as crenças espirituais e as experiências transcendentais podem afetar nossa psicologia e nosso sentido de identidade. Nesse contexto, alguns aspectos da espiritualidade, como a busca de significado, a conexão com algo maior que nós mesmos e as questões sobre a natureza da existência, podem ser abordados. Se você tem interesse em explorar essas questões, é importante encontrar um terapeuta que esteja disposto a trabalhar nessa direção e que tenha familiaridade com a relação entre psicanálise e espiritualidade. Um espaço terapêutico acolhedor e respeitoso pode ser um lugar valioso para essas reflexões e explorações. Lembre-se de que o processo é pessoal e único para cada indivíduo, e não há respostas definitivas, apenas uma jornada de autodescoberta e compreensão mais profunda.


  • Qual profissional para diagnosticar tdah em adulto?

    Qual profissional para diagnosticar tdah em adulto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Psicólogo, psiquiatra. Terapias psicanalísticas com psicoterapia seria o ideal para acompanhamento e tratamento.


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    Terapia Cognitivo Comportamental

  • É normal sonhar com alguém que não vejo há muito tempo? Constantemente tenho sonhos com uma rapaz qu

    É normal sonhar com alguém que não vejo há muito tempo? Constantemente tenho sonhos com uma rapaz que fui apaixonada por muito tempo, mas já fazem anos que não o vejo ou tenho noticias. Normalmente são sonhos onde ele está próximo de mim. No ultimo, eu tentava ignora-lo numa espécie de pátio amplo, mas acabava conversando com ele. Não gosto desses sonhos porque sinto que impedem que eu siga minha vida. É como se eu estivesse esperando por alguém que sei que não vai voltar, mas continuo presa a isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    É completamente normal sonhar com alguém que foi significativo em sua vida, mesmo que tenha passado muito tempo desde que você o viu pela última vez. Os sonhos são uma manifestação do nosso inconsciente e podem trazer à tona pensamentos, sentimentos e memórias que talvez estejam escondidos ou não resolvidos.
    No seu caso, parece que esses sonhos estão relacionados ao seu passado e a uma história de paixão que você teve com esse rapaz. É importante lembrar que os sonhos não são necessariamente indicativos de que você não está seguindo em frente com sua vida. Pelo contrário, eles podem estar servindo como uma maneira de processar sentimentos não resolvidos ou lembranças do passado.
    Se você se sente presa a esses sonhos e a essa conexão do passado, pode ser útil explorar esses sentimentos com um psicólogo ou psicanalista. Eles podem ajudá-la a compreender melhor o que esses sonhos representam em sua vida atual, ajudá-la a lidar com qualquer sentimento de "espera" ou apego ao passado e ajudá-la a encontrar maneiras de seguir em frente de forma saudável e satisfatória.
    Lembre-se de que nossas vidas são compostas por muitas experiências e relacionamentos, e é natural que o passado possa aparecer de vez em quando em nossos sonhos. Isso não significa que você está "preso" a essa pessoa, mas sim que seu inconsciente está processando as complexidades das experiências passadas. O importante é como você lida com esses sentimentos e como eles afetam sua vida presente. Buscar ajuda profissional pode ser um passo positivo nesse processo.


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  • A ausência paterna na infância pode gerar uma atração desta mulher por homens que de alguma forma re

    A ausência paterna na infância pode gerar uma atração desta mulher por homens que de alguma forma remetam ao pai? E essa atração não ser sexual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Sim, a ausência paterna na infância pode influenciar os padrões de atração e relacionamento de uma mulher na idade adulta. Essa influência não necessariamente se traduz em atração sexual, mas pode afetar a forma como ela se sente atraída por homens que de alguma forma remetam ao pai ausente.
    Essa dinâmica pode ser compreendida em termos de psicologia e psicanálise. O relacionamento com os pais desempenha um papel fundamental no desenvolvimento emocional de uma criança. Quando o pai está ausente ou tem um papel limitado na vida de uma criança, isso pode criar um vazio emocional e um desejo de preencher essa lacuna nas relações futuras.
    Em muitos casos, as mulheres podem ser atraídas por homens que têm características ou qualidades que de alguma forma lembram o pai ausente. Isso pode ser manifestado de várias maneiras:
    Emocionalmente: Ela pode se sentir atraída por homens que têm uma personalidade ou maneirismos semelhantes ao do pai.
    Psicologicamente: Pode haver uma atração por homens que têm características de personalidade que se assemelham às do pai, como serem carinhosos, protetores, autoritários, etc.
    Socialmente: A atração também pode se manifestar em relações não-sexuais, como em amizades próximas ou conexões emocionais profundas.
    É importante notar que essa dinâmica não é necessariamente negativa. Pode ser uma tentativa de preencher uma lacuna emocional e encontrar conforto em relações que lembram aspectos do relacionamento com o pai ausente.
    No entanto, é fundamental que a pessoa esteja ciente desses padrões e, se necessário, busque apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psicanalista, para explorar essas dinâmicas e trabalhar para relacionamentos saudáveis e satisfatórios.
    O objetivo da terapia seria ajudar a pessoa a compreender suas motivações e escolhas em relacionamentos, bem como a desenvolver a capacidade de estabelecer conexões emocionais saudáveis e satisfatórias, independentemente das influências do passado.


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    Primeira consulta psicanálise

  • O TDAH desde criança com 5 anos pode ter desencadeado a Fibromialgia? Depressão Recorrente, e ansied

    O TDAH desde criança com 5 anos pode ter desencadeado a Fibromialgia? Depressão Recorrente, e ansiedade generalizada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    O TDAH é um transtorno neurobiológico que muitas vezes se manifesta na infância, com sintomas como dificuldade de concentração, hiperatividade e impulsividade. Embora o TDAH em si não cause diretamente a Fibromialgia, é importante reconhecer que condições de saúde mental, como depressão recorrente e ansiedade generalizada, podem estar interligadas
    O estresse crônico e a falta de habilidades para lidar com as emoções, que podem ser uma parte do TDAH, podem contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de outros problemas de saúde, como a Fibromialgia. Além disso, a depressão recorrente e a ansiedade generalizada podem coexistir com o TDAH, aumentando a complexidade dos desafios enfrentados pela pessoa.
    É fundamental abordar cada uma dessas condições de forma individualizada, procurando apoio de profissionais de saúde, como psicólogos, psiquiatras e reumatologistas, conforme necessário. Um tratamento multidisciplinar, que inclua terapia, medicação, estratégias de manejo do estresse e autocuidado, pode ser eficaz no manejo dessas condições.
    Lembrando sempre que cada pessoa é única, e a relação entre essas condições pode variar de caso a caso. Portanto, é fundamental buscar um profissional de saúde qualificado para uma avaliação e tratamento adequados.


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    Psicoterapia adulto

  • Sempre sonhei com um nome, mas nunca consegui vê a pessoa em si

    Sempre sonhei com um nome, mas nunca consegui vê a pessoa em si

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Compreendo sua curiosidade em relação ao sonho com um nome sem conseguir visualizar a pessoa associada a ele. Os sonhos são manifestações do nosso subconsciente e podem ter várias interpretações. Nesse caso, é essencial lembrar que não há uma interpretação única e definitiva para um sonho, pois ele é pessoal e subjetivo. Na psicanálise, consideraríamos o conteúdo do sonho à luz das suas experiências de vida, memórias, sentimentos e situações atuais. O nome em seu sonho pode representar uma conexão com alguém do passado ou pode ter um significado simbólico que é importante para você, mesmo que não esteja consciente disso. O fato de não conseguir visualizar a pessoa associada ao nome pode sugerir uma sensação de mistério ou desconhecido em relação a essa parte da sua psique. Pode ser útil explorar seus sentimentos e pensamentos em relação ao nome e às emoções que ele evoca em você. Lembrando que os sonhos são uma forma de comunicação do seu subconsciente, essa experiência pode ser uma oportunidade para uma auto exploração mais profunda e para entender melhor seus sentimentos, desejos e preocupações. Se você desejar, podemos continuar a explorar esse sonho e qualquer outra questão que você queira discutir. Estou aqui para apoiar sua jornada de autodescoberta e reflexão.


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  • Eu posso ser homem e mulher ao mesmo tempo? Isso seria gênero fluido, não? Mas as outras pessoas pod

    Eu posso ser homem e mulher ao mesmo tempo? Isso seria gênero fluido, não? Mas as outras pessoas podem me chamar de homem e mulher nos dias que eu estou confortável com tal gênero? Ou o gênero fluído é alguém que "flui" para os outros gêneros mas nao tem nenhum então não pode se considerar homem ou mulher?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    O conceito de gênero é complexo e, nos últimos anos, temos visto uma maior compreensão e aceitação da diversidade de identidades de gênero. O gênero fluído é uma das muitas identidades de gênero que as pessoas podem experimentar.
    Ser gênero fluído significa que uma pessoa não se identifica rigidamente como exclusivamente homem ou mulher, mas pode se sentir à vontade com diferentes identidades de gênero em momentos diferentes. Isso pode variar de um dia para o outro, de uma estação da vida para outra, ou mesmo dentro do mesmo dia. É uma experiência única para cada pessoa gênero fluído.
    É absolutamente válido que você se identifique como gênero fluído e se sinta confortável com diferentes identidades de gênero em momentos diferentes. É importante lembrar que a identidade de gênero é pessoal e subjetiva, e só você pode determinar como se sente em relação a isso.
    Quanto à forma como as outras pessoas devem tratá-lo, é uma questão de respeito e empatia. Se você compartilhar sua identidade de gênero com alguém, é razoável esperar que eles respeitem e utilizem os pronomes e termos de gênero com os quais você se sinta mais confortável em cada momento. Comunicar suas preferências de gênero às pessoas ao seu redor é uma maneira importante de garantir que você seja tratado com respeito e dignidade.
    Lembre-se de que o apoio de profissionais de saúde mental, como psicólogos e psicanalistas, pode ser valioso enquanto você explora sua identidade de gênero e suas emoções associadas a ela. Eles podem ajudá-lo a navegar por esses sentimentos e a desenvolver estratégias de enfrentamento para lidar com questões relacionadas à identidade de gênero, caso seja necessário.
    Em resumo, ser gênero fluído é uma identidade de gênero válida, e você tem o direito de se identificar como tal. O importante é que você se sinta confortável e autêntico em relação a quem você é, e as outras pessoas devem respeitar suas preferências de gênero.





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    Primeira consulta psicanálise

  • O que eu deveria esperar de um tratamento com psicólogo? Eu sinto que o tratamento que eu iniciei e

    O que eu deveria esperar de um tratamento com psicólogo?
    Eu sinto que o tratamento que eu iniciei e abandonei recentemente só me serviu de perda de tempo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo suas preocupações e quero tranquilizá-lo de que cada experiência com um psicólogo pode ser única. É perfeitamente normal que nem todos os tratamentos sejam igualmente eficazes ou adequados para todos. Aqui estão algumas coisas que você pode esperar de um tratamento com um psicólogo, e algumas dicas para tornar essa experiência mais produtiva:
    Compreensão e empatia: Um psicólogo deve oferecer um ambiente seguro e acolhedor para você expressar seus pensamentos e sentimentos sem julgamento. Eles devem demonstrar compreensão e empatia em relação às suas preocupações.
    Colaboração: O tratamento com um psicólogo deve ser uma parceria. Você e seu terapeuta trabalham juntos para definir metas terapêuticas e encontrar estratégias para abordar seus desafios.
    Estratégias e ferramentas: Durante as sessões, você deve aprender estratégias e ferramentas para lidar com suas preocupações e sintomas. Essas habilidades podem incluir técnicas de relaxamento, resolução de problemas, comunicação eficaz, entre outras.
    Autoconhecimento: Um bom tratamento deve ajudá-lo a entender melhor a si mesmo, suas emoções e pensamentos. Isso pode ajudá-lo a tomar decisões mais informadas e a enfrentar desafios de forma mais eficaz.
    Progresso gradual: A terapia muitas vezes envolve progresso gradual. Não espere mudanças imediatas, mas esteja atento às melhorias ao longo do tempo.
    Feedback construtivo: Se você sente que o tratamento não está funcionando como esperado, é importante comunicar isso ao seu terapeuta. Um terapeuta qualificado deve estar disposto a ouvir seu feedback e fazer ajustes no plano de tratamento, se necessário.
    Continuidade: É importante lembrar que a terapia pode levar tempo, e é comum enfrentar altos e baixos ao longo do processo. Não se desanime se as coisas não progredirem tão rapidamente quanto você gostaria.
    Se você sentiu que seu tratamento anterior não foi eficaz, pode ser útil considerar dar outra chance à terapia com um profissional diferente. A relação terapêutica desempenha um papel crucial no sucesso da terapia, e encontrar um terapeuta com quem você se sinta confortável e confiante é fundamental.
    Lembre-se de que é normal ter dúvidas e incertezas durante o processo terapêutico. Se você estiver disposto a continuar explorando seus desafios e trabalhar com um terapeuta comprometido, é possível encontrar um tratamento que seja mais benéfico para você. Não desista, pois o apoio emocional e psicológico pode ser extremamente valioso para o seu bem-estar.


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    Consulta psicológica do adulto

  • Porque a masturbação causa sentimento de culpa depressão após ejaculação?

    Porque a masturbação causa sentimento de culpa depressão após ejaculação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    É importante reconhecer que a relação entre a masturbação e os sentimentos de culpa ou depressão após a ejaculação pode variar de pessoa para pessoa e ser influenciada por diversos fatores, incluindo experiências pessoais, crenças, valores culturais e religiosos, bem como fatores psicológicos e emocionais. Vou tentar abordar isso pra você:
    Crenças e Educação Sexual: Às vezes, sentimento de culpa pode estar ligados a crenças ou educação sexual que ensinam que a masturbação é errada ou pecaminosa. Essas crenças podem ser profundamente enraizadas e podem causar conflito emocional após o ato.
    Autoestima e Autoimagem: Algumas pessoas podem sentir-se mal consigo mesmas devido a ideias preconcebidas sobre a masturbação, o que pode afetar sua autoestima e autoimagem. Isso, por sua vez, pode levar à depressão.
    Expectativas Irrealistas: Expectativas irreais em relação ao prazer sexual e à masturbação podem causar sentimentos de decepção após o ato. Se alguém acredita que a masturbação deve sempre proporcionar felicidade completa, isso pode levar a sentimento de frustração e depressão quando essa expectativa não é atendida.
    Conflitos Internos: Às vezes, os sentimentos de culpa podem ser reflexo de conflitos internos mais profundos em relação à sexualidade, identidade de gênero ou orientação sexual. Esses conflitos podem se manifestar como sentimentos de depressão após a masturbação.
    Conexão Emocional: Para algumas pessoas, a masturbação pode ser uma experiência solitária que falta na conexão emocional com um parceiro. A ausência dessa conexão emocional pode levar a sentimentos de vazio ou depressão.
    É importante lembrar que a masturbação é uma parte normal e saudável da sexualidade humana. Se você está enfrentando sentimento de culpa ou depressão após a masturbação, pode ser útil explorar esses sentimentos com um terapeuta, especialmente com um sexólogo ou psicólogo especializado em sexualidade. Eles podem ajudá-lo a compreender suas emoções, desafiar crenças negativas e desenvolver uma relação mais positiva com sua sexualidade.
    A terapia sexual pode ser um espaço seguro para discutir questões relacionadas à sexualidade e ajudar a encontrar maneiras saudáveis de lidar com os sentimentos de culpa ou depressão que possam surgir. Lembre-se de que é normal buscar ajuda profissional para questões sexuais e emocionais, e não há motivo para sentir vergonha por isso. O importante é cuidar do seu bem-estar emocional e sexual.


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  • Tive um crise conversiva foi feita tomografia onde está tudo ok Minha dúvida é a partir de agora e

    Tive um crise conversiva foi feita tomografia onde está tudo ok
    Minha dúvida é a partir de agora eu sempre terei essa crise ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    É compreensível que você esteja preocupado com a possibilidade de ter futuras crises conversivas após ter experimentado uma. No entanto, ter uma crise conversiva não significa necessariamente que você terá outra no futuro. As crises conversivas, também conhecidas como transtorno de conversão, são episódios em que uma pessoa vivencia sintomas físicos sem causa médica aparente. Esses sintomas podem incluir convulsões, paralisia, cegueira temporária e outros. È importante continuar trabalhando com profissionais de saúde, como neurologistas ou psicólogos, para entender a causa subjacente de suas crises e receber o tratamento adequado. Muitas vezes, as crises conversivas estão relacionadas ao estresse, traumas emocionais ou outros fatores psicológicos, e a terapia pode ser uma parte fundamental do tratamento. O tratamento pode envolver terapia cognitivo-comportamental, psicoterapia, estratégias de gerenciamento de estresse e apoio emocional. Com o acompanhamento adequado, é possível aprender a lidar com os fatores emocionais subjacentes que podem contribuir para as crises conversivas. Lembre-se de que cada pessoa é única, e o prognóstico pode variar. Não há garantia de que você terá futuras crises, especialmente se você estiver recebendo tratamento adequado e trabalhando para gerenciar fatores emocionais desencadeantes. Continuar a colaborar com profissionais de saúde é a melhor maneira de entender e enfrentar esse desafio. Estou aqui para apoiá-lo durante esse processo. Se tiver mais perguntas ou preocupações, não hesite em compartilhá-las.


  • Olá, eu tenho uma filha que é muito apegada a mim, ele tem 13 anos, ela quer que eu durma com ela, s

    Olá, eu tenho uma filha que é muito apegada a mim, ele tem 13 anos, ela quer que eu durma com ela, só posso sair se for com ela e quando faço ao contrario ela chora muito, eu percebo que mimei ela demais pois com meu outro filho não fiz isso e com ela exagerei, mas isso tem me sugado muito, sinto que nao tenho mais nenhum tempo para mim. Um dia marquei um encontro com amigas para beber e conversar, ela chorrou tanto que tive que levar e foi algo muito constrangedor pois ninguém tinha levado os filhos. Como posso trabalhar para mostrar a ela que isso lhe prejudica, que ela precisa crescer aos poucos e se desapegar tanto? Isso não acontece só comigo , dependendo da pessoal ela se apegada rápido e sempre chora também.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo que a situação com sua filha está desafiadora e que você está preocupada com o excesso de apego e dependência emocional que ela demonstra. É importante abordar essa questão com sensibilidade e amor, pois o objetivo é ajudá-la a desenvolver autonomia e independência gradualmente. Aqui estão algumas estratégias que podem ser úteis:
    Comunicação aberta e carinhosa: Converse com sua filha de forma amorosa e explique que é normal e saudável que ela comece a fazer coisas sozinha e a ter um pouco mais de independência à medida que cresce. Mostre a ela que você está lá para apoiá-la nesse processo.
    Estabeleça limites: Defina limites claros, como horários de sono e atividades em que ela pode participar sozinha ou com amigos. É importante ser consistente com esses limites para que ela saiba o que esperar.
    Estimule a independência: Encoraje-a a tomar decisões pequenas por conta própria, como escolher roupas, fazer tarefas domésticas simples e cuidar de suas próprias coisas. Isso ajudará a construir sua confiança e senso de autonomia.
    Reforce a importância de amizades: Ajude-a a entender a importância de ter amigos e se socializar com pessoas da mesma idade. Incentive-a a participar de atividades extracurriculares ou clubes que lhe interessem.
    Procure ajuda profissional, se necessário: Se o comportamento dela persistir e parecer excessivo, considere a possibilidade de procurar a ajuda de um psicólogo infantil ou terapeuta familiar. Eles podem trabalhar com vocês para entender as razões por trás desse apego e desenvolver estratégias para lidar com isso.
    Seja paciente: Lembre-se de que mudanças comportamentais levam tempo. Sua filha pode precisar de tempo para se ajustar a uma maior independência. Esteja lá para apoiá-la e mostrar que você a ama, independentemente das mudanças.
    É importante que sua filha saiba que você a ama e está preocupada com o bem-estar dela. Trabalhar juntas para estabelecer um equilíbrio saudável entre independência e apoio emocional pode ser um processo gradual, mas, com amor e comunicação aberta, vocês podem superar essa fase.


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    Terapia Familiar

  • Meu marido meu contou hoje que me traiu disse que foi uma vez só, mais eu não sei oque fazer sobre i

    Meu marido meu contou hoje que me traiu disse que foi uma vez só, mais eu não sei oque fazer sobre isso , temos um filho de 5 anos e estou sem saber como agir ,oque fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Lidar com a descoberta de uma traição pode ser emocionalmente desafiador. O que posso aconselhar agora: Reconheça e valide as emoções que está sentindo. É normal experienciar uma variedade de sentimentos, como raiva, tristeza, confusão e decepção. Inicie uma conversa honesta e respeitosa com seu marido para entender as circunstâncias que levaram à traição e como ambos se sentem em relação a isso. A comunicação aberta é essencial para a resolução de conflitos.
    A consideração da terapia de casal pode ser benéfica para ajudar a mediar as conversas e oferecer orientação sobre como reconstruir a confiança e compreender as causas subjacentes da traição. Avalie seus sentimentos em relação ao relacionamento: Reflita sobre como se sente em relação ao relacionamento e se deseja ou não se empenhar na superação dessa situação. É importante lembrar que a traição não é de sua responsabilidade. Priorize o bem-estar do seu filho: Mantenha o bem-estar do seu filho como uma preocupação central em suas decisões. Discuta como a situação pode afetá-lo e como ambos podem continuar a fornecer um ambiente seguro e amoroso para ele. Em momentos de estresse, é vital cuidar de sua saúde emocional. Isso pode envolver buscar apoio de amigos e familiares, praticar o autocuidado e considerar a terapia individual para lidar com suas emoções. Independentemente da escolha que fizer, lembre-se de que o processo de cura levará tempo. O apoio de profissionais e pessoas de confiança é crucial durante essa fase desafiadora.


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    Terapia de Casal

  • Olá , sou gay e casado com um cara maravilhoso , amoroso , que me ama muito e sempre transparece iss

    Olá , sou gay e casado com um cara maravilhoso , amoroso , que me ama muito e sempre transparece isso , mas a pouco tempo descobri que meu namorado prefere assistir porno hetero , ele me explicou , eu tentei entender , mas minha cabeça ainda ficou meio confusa , e eu meio que não consegui aceitar isso !

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Olá, entendo que você esteja passando por um momento de confusão e preocupação em relação às preferências de pornografia do seu marido. É importante lembrar que as preferências na pornografia não necessariamente refletem os desejos ou orientação sexual de alguém na vida real.
    A pornografia é uma forma de entretenimento adulto que muitas pessoas consomem, e suas escolhas nesse sentido podem variar amplamente. Pode ser que seu marido tenha curiosidade em relação a diferentes tipos de conteúdo ou que ele simplesmente aprecie a variedade.
    É importante manter uma comunicação aberta e honesta com seu parceiro sobre suas preocupações e sentimentos em relação a isso. Ter uma conversa acolhedora e não acusatória pode ajudar a esclarecer as motivações por trás das preferências dele e a fortalecer a intimidade e a confiança em seu relacionamento.
    Lembre-se de que, em um relacionamento saudável, o diálogo é fundamental. Tente compreender as razões dele e compartilhar seus sentimentos para que ambos possam encontrar um equilíbrio e uma compreensão mútua em relação a essa questão.
    Além disso, é importante lembrar que o consumo ocasional de pornografia não é incomum e não deve ser motivo de grande preocupação, desde que não afete negativamente o relacionamento ou a intimidade entre vocês. Se vocês continuarem a enfrentar desafios em relação a isso, considerar a orientação de um terapeuta de casal pode ser uma opção útil para explorar questões mais profundas e encontrar soluções juntos. O mais importante é manter o amor e o respeito que vocês têm um pelo outro no centro do relacionamento.


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    Terapia de Casal

  • Gostaria de saber se mudanças em excesso na vida de uma criança/adolescente gera consequências na vi

    Gostaria de saber se mudanças em excesso na vida de uma criança/adolescente gera consequências na vida adulta.
    Tenho 24 anos e, durante os 11 anos letivos, estudei em 18 escolas diferentes, além de bairro e cidades, pois meus pais se mudaram muito. Eu sempre fui muito retraída e tive dificuldade em me aproximar das pessoas, em falar alto em público, etc.
    No começo desse ano comecei a fazer terapia, duas vezes ao mês,, após fazer vários exames e descobrir que meus sintomas (tremor, palpitações, etc) não eram físicos. Logo após, uma médica me receitou fluoxetina, pela persistência dos sintomas, e tive uma melhora pouco significante. Tem dias que, mesmo tomando o remédio, a ansiedade toma conta e fico bastante trêmula e mente acelerada, angustiada, insônia, etc. E muitas vezes, quando estou em casa, só quero dormir. Também fico em dúvida se isso deveria acontecer mesmo com a medicação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Primeiramente, quero reconhecer o seu esforço em buscar ajuda para compreender e lidar com seus sintomas de ansiedade. Você está fazendo um trabalho importante ao explorar sua saúde mental e emocional.
    As mudanças frequentes na infância e adolescência, como mudar de escola e de cidade, podem, de fato, ter impactos na vida adulta. Isso pode influenciar o desenvolvimento emocional, social e a formação de relacionamentos. É natural que essas experiências tenham contribuído para a sua retração e dificuldades em se aproximar das pessoas.
    A terapia é um passo muito positivo, e é importante lembrar que os resultados podem levar algum tempo para se tornarem mais significativos. Cada pessoa responde de forma diferente à terapia, e os progressos podem ser graduais. É encorajador saber que você já teve alguma melhora.
    A medicação, como a fluoxetina, pode ser útil para muitas pessoas no tratamento da ansiedade e da depressão, mas ela pode não ser uma solução completa para todos os sintomas. É importante discutir esses sintomas persistentes, como tremores, palpitações, insônia e mente acelerada, com o seu médico. Às vezes, pode ser necessário ajustar a dose da medicação ou considerar outras opções de tratamento, como terapias complementares.
    Além disso, a terapia pode ser um espaço valioso para explorar as raízes profundas da sua ansiedade, como as experiências de mudança e retração que você mencionou. Um terapeuta pode ajudá-lo a identificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para a ansiedade e a encontrar estratégias para lidar com eles de forma mais saudável.
    Quanto ao desejo de dormir quando está em casa, isso pode ser uma forma de seu corpo lidar com a ansiedade acumulada. O sono pode ser uma maneira natural de seu corpo tentar recuperar-se emocionalmente. No entanto, é importante encontrar um equilíbrio, e a terapia pode ajudá-lo a desenvolver estratégias mais eficazes para enfrentar a ansiedade sem que ela o deixe tão exausto.
    Lembre-se de que você está no caminho certo ao buscar ajuda profissional. Com tempo, apoio e persistência, é possível melhorar o controle sobre a ansiedade e desenvolver maneiras mais saudáveis de lidar com os sintomas. Este é um processo que pode levar tempo, mas o importante é que você está se esforçando para melhorar sua saúde mental e emocional, o que é uma conquista significativa em si mesma. Continue buscando apoio e cuidando de si mesmo.


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    Primeira consulta psicanálise

  • Estou obcecado por um menino faz meses e não é recíproco. Isso tem me atrapalhado nos meus afazeres

    Estou obcecado por um menino faz meses e não é recíproco. Isso tem me atrapalhado nos meus afazeres e dia a dia, não consigo pensar em mais nada a não ser nele e tenho crises de ansiedade direto por causa disso. Será que estou esquizofrênico ou algo do tipo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo que você esteja passando por um momento difícil e esteja preocupado com sua saúde mental. No entanto, é importante destacar que a obsessão por alguém e a ansiedade intensa devido a um sentimento não correspondido não são necessariamente indicativos de esquizofrenia. Na verdade, esses sentimentos são relativamente comuns e podem ser associados a outros transtornos de ansiedade ou questões emocionais como a paixão.
    O que você está descrevendo parece mais relacionado a sentimentos intensos e a um padrão de pensamento repetitivo, que é característico da obsessão. É importante entender que a obsessão por alguém que não compartilha o mesmo interesse pode ser uma experiência dolorosa, mas não significa que você tenha um transtorno de esquizofrenia.
    No entanto, é vital que você procure ajuda profissional de um psicólogo ou terapeuta para trabalhar esses sentimentos e aprender a lidar com a ansiedade que eles estão causando. A terapia pode ser um espaço seguro para explorar suas emoções, identificar padrões de pensamento disfuncionais e desenvolver estratégias saudáveis para gerenciar esses sentimentos.
    Lembre-se de que é comum passar por momentos de intensa paixão ou obsessão em relacionamentos, mas esses sentimentos podem ser trabalhados e controlados com ajuda adequada. Você não está sozinho nessa jornada, e um profissional de saúde mental pode fornecer o apoio e orientação necessários para superar essa fase e retomar o controle de sua vida cotidiana.
    Não hesite em buscar ajuda profissional. Trabalhar seus sentimentos e aprender a lidar com a ansiedade é um passo importante em direção ao seu bem-estar emocional e à melhoria da sua qualidade de vida. Estou aqui para apoiá-lo e incentivá-lo a buscar a ajuda de um profissional de saúde mental para lidar com essa situação.


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    Aconselhamento Psicológico

  • Minha esposa me acorda, diz que eu estava gemendo e gritando alto. Porém não me lembro de estar sonh

    Minha esposa me acorda, diz que eu estava gemendo e gritando alto. Porém não me lembro de estar sonhando.
    Tenho dormido muito pouco.
    Qual poderia ser o motivo desses gritos?

    Meu nome: Joaquim Jose de Moraes

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Olá, Joaquim. Agradeço por compartilhar essa preocupação conosco. Gritos ou gemidos durante o sono podem ser um sintoma de um distúrbio do sono, como pesadelos, terrores noturnos ou até apneia do sono. É importante lembrar que não é incomum que as pessoas não se lembrem dos pesadelos ou episódios durante a noite, especialmente se estão em um estado de sono profundo para entender melhor o motivo desses gritos, pode ser útil manter um registro do sono por alguns dias, onde você anota detalhes sobre seus hábitos de sono, como horários de dormir e acordar, e quaisquer eventos relacionados ao sono. Isso pode ajudar a identificar padrões e entender o que está ocorrendo durante a noite. Além disso, é altamente recomendável que você consulte um médico ou um especialista em sono, como um especialista em medicina do sono. Eles podem realizar uma avaliação clínica e, se necessário, encaminhar para um estudo do sono (polissonografia) para determinar a causa dos episódios de gritos durante o sono. A falta de sono adequado também pode contribuir para problemas de saúde mental, como a ansiedade e a depressão. Portanto, é importante abordar essas preocupações para garantir seu bem-estar global. Lembre-se de que a busca por ajuda profissional é a melhor maneira de resolver essa questão e encontrar uma solução adequada para seus episódios noturnos. Se tiver mais perguntas ou precisar de mais orientações, estou aqui para ajudar.


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    Consulta Psicologia

  • Uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade, tipo uma mãe narcisista ela consegue rea

    Uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade, tipo uma mãe narcisista ela consegue realmente amar um filho, ou não, ela sempre o fará sofrer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Sim claro que sim! Todos nós somos narcisistas ao ponto de proteger nossa auto estima. Mas quando a autoestima está baixa, a pessoa ao tentar se auto afirmar para si mesma ou perante os outros acaba depreciando alguém ou acredita que sua opinião é referência mundial. Se torna um transtorno quando esta atitude se torna frequente. No caso de mães narcisistas, o histórico da infância desta mãe e seus pais podem definir algumas coisas para um diagnóstico.


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  • Não consigo gritar, não voluntariamente. Meu tom de voz é "naturalmente" alto, mas quando tempo grit

    Não consigo gritar, não voluntariamente. Meu tom de voz é "naturalmente" alto, mas quando tempo gritar como alternativa para aliviar o estresse, travo, não sai nada.
    Como fazer para "desligar" meu instindo de reprimir e, eu sendo assim desde muito nova, como evitar que tudo saia de uma vez?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo que você esteja lidando com dificuldades em expressar suas emoções de maneira assertiva, especialmente quando se trata de aliviar o estresse. É importante lembrar que o modo como expressamos nossas emoções pode ser influenciado por várias experiências passadas e padrões de comportamento que adquirimos ao longo da vida. Vou oferecer algumas sugestões para ajudá-lo a lidar com isso:
    Autoconhecimento: O primeiro passo é se tornar mais consciente das emoções que você está sentindo e das situações que desencadeiam o desejo de gritar. Tente identificar o que está causando estresse ou frustração em sua vida.
    Respiração e Relaxamento: Quando sentir que precisa liberar o estresse, em vez de gritar, experimente técnicas de respiração profunda e relaxamento. Respirar profundamente ajuda a acalmar o sistema nervoso e pode ser uma alternativa eficaz para expressar emoções de forma saudável.
    Comunique-se: Em vez de gritar, tente expressar suas emoções verbalmente de maneira calma e assertiva. Comunique o que você está sentindo e por que está se sentindo dessa maneira para as pessoas ao seu redor. A comunicação aberta pode ajudar a resolver conflitos e reduzir o estresse.
    Terapia: Considerar a terapia com um psicólogo ou psicanalista pode ser muito benéfico. Um profissional pode ajudá-lo a explorar as razões por trás de sua dificuldade em expressar emoções e trabalhar em estratégias para lidar com o estresse de maneira mais saudável.
    Práticas de Relaxamento: Práticas como meditação, ioga e exercícios de relaxamento podem ajudá-lo a desenvolver a capacidade de controlar suas emoções e reações em momentos estressantes.
    Aceitação e Paciência: Mudar padrões de comportamento pode levar tempo, e é importante ser gentil consigo mesmo durante esse processo. Não se cobre demais e lembre-se de que pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença ao longo do tempo.
    Lidar com emoções de forma saudável é um processo que requer prática e autocompreensão. Não hesite em buscar apoio profissional para ajudá-lo nesse caminho. Lembre-se de que você tem o potencial de aprender a expressar suas emoções de maneira mais equilibrada e construtiva.


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  • Não tenho tanta dificuldade em interagir socialmente, mas depois da interação eu fico me sentindo mu

    Não tenho tanta dificuldade em interagir socialmente, mas depois da interação eu fico me sentindo muito angustiada, chorando, morrendo de vergonha por ter falado alguma bobagem ou não ter me expressado direito. Por que isso acontece?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Entendo completamente a angústia que você sente após interações sociais, e é importante saber que muitas pessoas experimentam esses sentimentos de insegurança e autocrítica. Vou tentar explicar essa experiência a partir de diferentes perspectivas, considerando minha formação multidisciplinar.
    Aspectos Emocionais e Psicológicos: A sensação de angústia após interações sociais pode estar relacionada a padrões de pensamento negativos e autocríticos. Muitas vezes, as pessoas tendem a se concentrar em pequenas falhas ou imperfeições em sua interação, ampliando-as e tornando-as mais significativas do que realmente são. Esses pensamentos autocríticos podem desencadear emoções como vergonha, tristeza e ansiedade.
    Neurociência: Do ponto de vista da neurociência, essas emoções intensas após uma interação social podem estar relacionadas à ativação de áreas do cérebro envolvidas na regulação emocional. O cérebro processa as experiências sociais de forma complexa, e a resposta emocional pode ser influenciada pela interpretação que fazemos das situações sociais.
    Psicanálise: A psicanálise consideraria esses sentimentos como possivelmente relacionados a conflitos internos ou padrões inconscientes que podem estar emergindo durante ou após a interação social. A autoanálise e o autoconhecimento podem ajudar a identificar esses padrões e trabalhar neles.
    Para lidar com essa angústia pós-interação, aqui estão algumas estratégias que você pode considerar:
    Pratique a autocompaixão: Trate-se com gentileza e compaixão, como você faria com um amigo que estivesse passando pelo mesmo. Lembre-se de que todos cometem erros e têm momentos de imperfeição.
    Desafie pensamentos negativos: Tente identificar e desafiar os pensamentos autocríticos e distorcidos que surgem após as interações sociais. Pergunte a si mesma se esses pensamentos são realistas e se você pode encontrar evidências contrárias.
    Aprenda com as experiências: Em vez de se concentrar nas falhas, veja cada interação social como uma oportunidade de aprendizado. O que você pode tirar de positivo dela? Como pode melhorar na próxima vez?
    Busque apoio: Conversar com um psicólogo ou terapeuta pode ser muito útil para explorar esses sentimentos em profundidade, entender suas causas subjacentes e desenvolver estratégias para lidar com eles de maneira saudável.
    Lembre-se de que é normal ter momentos de insegurança após interações sociais, mas com autoaceitação e prática, você pode aprender a lidar com esses sentimentos de forma mais construtiva e, eventualmente, diminuir sua intensidade. Você não está sozinha nessa jornada, e há recursos disponíveis para ajudá-la a se sentir mais à vontade consigo mesma e nas interações sociais.


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  • Passar por tensões podem piorar o quadro de transtorno bipolar?

    Passar por tensões podem piorar o quadro de transtorno bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valentina Rossi

    Sim, passar por tensões pode ter um impacto significativo no quadro do transtorno bipolar.
    O transtorno bipolar é caracterizado por mudanças extremas de humor, que incluem episódios de mania (euforia intensa, energia elevada) e episódios de depressão (profunda tristeza, desânimo). Esses episódios podem ser desencadeados ou exacerbados por diversos fatores, incluindo o estresse.
    O estresse crônico ou eventos estressantes agudos podem desencadear episódios de mania ou depressão em pessoas com transtorno bipolar. O aumento da pressão, preocupações financeiras, problemas de relacionamento ou eventos traumáticos podem ser particularmente desafiadores para aqueles com essa condição.
    Aqui estão algumas maneiras pelas quais o estresse pode afetar o transtorno bipolar:
    Desencadeamento de episódios: O estresse pode atuar como um gatilho para o início de episódios maníacos, depressivos ou mistos em pessoas com transtorno bipolar. Isso pode levar a flutuações mais frequentes e intensas de humor.
    Piora dos sintomas: Mesmo se não desencadear um episódio completo, o estresse pode agravar os sintomas existentes do transtorno bipolar, tornando-os mais intensos e difíceis de controlar.
    Impacto na adesão ao tratamento: O estresse pode dificultar a adesão ao tratamento, levando à interrupção de medicamentos ou terapias, o que pode piorar o quadro do transtorno bipolar.
    Ciclos de feedback negativo: O ciclo de estresse e agravamento dos sintomas do transtorno bipolar pode se tornar um ciclo de feedback negativo, tornando o gerenciamento da condição mais desafiador.
    Portanto, é essencial para pessoas com transtorno bipolar aprenderem estratégias eficazes de gerenciamento do estresse, como a prática de técnicas de relaxamento, exercícios físicos regulares, terapia cognitivo-comportamental e o desenvolvimento de um sistema de apoio forte. Além disso, manter um acompanhamento próximo com um profissional de saúde mental é fundamental para ajustar o tratamento conforme necessário e minimizar o impacto do estresse no transtorno bipolar.
    Lembre-se de que você não está sozinho nesta jornada, e há recursos e apoio disponíveis para ajudá-lo a lidar com os desafios associados ao transtorno bipolar.


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    Tratamento da ansiedade

Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.