Perguntas do paciente (461)

  • É possível uma pessoa ter mais de um distúrbio alimentar ?

    É possível uma pessoa ter mais de um distúrbio alimentar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Sim, é absolutamente possível que uma pessoa tenha mais de um distúrbio alimentar ao mesmo tempo. Isso é conhecido como comorbidade. Por exemplo, alguém pode apresentar características de anorexia nervosa e bulimia nervosa simultaneamente, ou pode ter transtornos alimentares associados a outros problemas de saúde mental, como depressão ou ansiedade.

    Alguns fatores que podem contribuir para a comorbidade incluem:

    1. **Fatores Psicológicos**: Muitas vezes, os distúrbios alimentares estão relacionados a questões de autoestima, controle emocional e traumas passados. Uma pessoa pode sentir que precisa controlar sua alimentação como uma forma de lidar com outras dificuldades emocionais.

    2. **Cultura e Pressões Sociais**: A pressão para se adequar a padrões de beleza pode levar a comportamentos alimentares disfuncionais, resultando em múltiplos distúrbios.

    3. **Genética e Vulnerabilidade**: Algumas pessoas podem ter uma predisposição genética que as torna mais suscetíveis a desenvolver diversos tipos de distúrbios alimentares.

    4. **Comportamentos Aprendidos**: Às vezes, um distúrbio alimentar pode evoluir para outro ou coexistir com outro à medida que a pessoa tenta lidar com suas emoções ou circunstâncias de vida.

    Se você ou alguém que você conhece está lutando contra distúrbios alimentares, é fundamental buscar ajuda profissional. Profissionais da saúde mental e nutricionistas especializados podem fornecer suporte adequado e estratégias para o tratamento. Se precisar de mais informações ou orientações sobre onde buscar ajuda, não hesite em perguntar!


  • Queria presentear minha psicóloga/psicanalista no final do ano como forma de gratidão pelo tratament

    Queria presentear minha psicóloga/psicanalista no final do ano como forma de gratidão pelo tratamento realizado durante o ano, mas vi em alguns lugares que analistas não podem aceitar presentes e por ser sensível a rejeição estou com medo de levar o presente e ser rejeitado. Poderiam me falar se isso é realmente verdade ? e se sim, porque isso é proibido na psicanalise ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    É muito bonito da sua parte querer expressar gratidão pela ajuda que recebeu durante o ano! A questão de dar presentes a psicólogos e psicanalistas pode ser um pouco delicada e varia de acordo com a ética profissional e as diretrizes de cada instituição ou país.

    ### Por que muitos analistas evitam aceitar presentes:

    1. **Manutenção da Neutralidade**: A psicanálise valoriza a neutralidade do terapeuta. Aceitar presentes pode criar um vínculo que pode interferir no processo terapêutico, levando a sentimentos de dívida ou favoritismo.

    2. **Limites Profissionais**: É importante que haja limites claros na relação terapeuta-paciente. Presentes podem complicar essa dinâmica e fazer com que o paciente se sinta confuso sobre o papel do terapeuta.

    3. **Ética Profissional**: Muitas associações de psicologia têm códigos de ética que recomendam ou proíbem a aceitação de presentes para evitar conflitos de interesse e manter a integridade do tratamento.

    ### O que você pode fazer:

    - **Cartão de Agradecimento**: Uma alternativa muito comum é escrever um cartão expressando sua gratidão. Isso mantém a relação profissional e é uma forma carinhosa de reconhecimento.

    - **Perguntar Diretamente**: Se você se sentir confortável, pode perguntar à sua psicóloga como ela vê a questão dos presentes. Isso pode ajudar a esclarecer suas dúvidas sem causar desconforto.

    - **Respeitar a Resposta**: Se ela não se sentir à vontade para aceitar, tente não levar para o lado pessoal. É uma prática comum na área e não reflete seu valor como paciente.

    Lembre-se de que sua intenção é o que importa, e expressar gratidão, mesmo sem um presente físico, é sempre válido! Se precisar de mais dicas ou quiser conversar sobre isso, estou aqui!


  • Olá, Estou casado há 24 anos e, no geral, temos um excelente relacionamento, sem brigas. No entan

    Olá,

    Estou casado há 24 anos e, no geral, temos um excelente relacionamento, sem brigas. No entanto, tenho algumas questões que gostaria de entender melhor, especialmente no que diz respeito ao comportamento da minha esposa.

    No aspecto sexual, ela não tem muita vontade de transar com frequência e, quando o faz, prefere que seja no escuro. Além disso, ela não é muito fã de beijos prolongados. Por outro lado, ela gosta de se arrumar, cuidar do corpo e se vestir bem. Quando saímos para lugares públicos, percebo que ela frequentemente troca olhares com outros homens, independentemente de sua aparência. Ela se vira e fica olhando, como se estivesse buscando essa interação visual. Já conversei com ela sobre isso e ela afirmou não perceber que faz isso, e diz que, se um homem achar que tem chance, a malícia está na cabeça dele, não na dela.

    No entanto, essa situação me deixa desconfortável, pois sinto que ela está procurando e desejando a atenção de outros homens. Quando isso acontece, ela tende a se afastar, não me dá a mão e evita demonstrar afeto em público, como se estivesse "encantada" ou absorta na troca de olhares.

    Gostaria de entender se isso pode estar relacionado a algum transtorno ou se é um comportamento comum. Será que ela tem alguma insegurança ou uma necessidade de se sentir desejada? Como lidar com isso de maneira saudável para ambos?

    Agradeço pela sua ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Olá! Fico feliz em poder ajudar a esclarecer suas dúvidas. Relacionamentos de longo prazo, como o seu, podem passar por várias fases e desafios, e é natural que surjam questões sobre comportamentos específicos. Vamos abordar alguns pontos que podem ajudá-lo a entender melhor a situação:

    1. **Diferenças na Libido**: É comum que casais tenham diferentes níveis de desejo sexual ao longo do tempo. Vários fatores, como estresse, mudanças na vida e até mesmo questões hormonais, podem influenciar isso. Conversar abertamente sobre suas necessidades e desejos pode ajudar a encontrar um meio-termo que funcione para ambos.

    2. **Comportamento em Público**: O fato de sua esposa trocar olhares com outros homens pode ser interpretado de várias maneiras. Algumas pessoas fazem isso por natureza social, sem a intenção de flertar. Pode também ser uma forma dela se sentir desejada ou validada, o que não necessariamente implica uma insatisfação no relacionamento.

    3. **Inseguranças**: Se ela gosta de se arrumar e cuidar do corpo, isso pode indicar que ela tem um desejo de se sentir atraente, tanto para si mesma quanto para os outros. Isso não significa necessariamente que ela está buscando a atenção de outros homens; pode ser uma busca por autoestima e autoconfiança.

    4. **Comunicação Aberta**: É fundamental manter um diálogo honesto e respeitoso sobre como você se sente em relação ao comportamento dela. Tente expressar seus sentimentos sem acusá-la, usando frases como "Eu me sinto desconfortável quando..." Isso pode abrir espaço para uma conversa mais produtiva.

    5. **Busca por Ajuda Profissional**: Se ambos sentirem que as conversas não estão levando a uma compreensão mútua ou se houver questões mais profundas que precisem ser abordadas, considerar terapia de casal pode ser uma boa opção. Um profissional pode ajudar a mediar as discussões e oferecer ferramentas para melhorar a comunicação.

    6. **Reflexão Pessoal**: Por fim, é importante refletir sobre suas próprias inseguranças e sentimentos em relação à situação. Pergunte-se o que exatamente o incomoda: é a troca de olhares em si ou o medo de perder sua esposa? Compreender suas emoções pode ajudá-lo a abordar a situação com mais clareza.

    Lidar com essas questões pode ser desafiador, mas a chave é manter o respeito mútuo e buscar soluções juntos. Estou aqui se precisar de mais orientações ou quiser discutir mais sobre isso!


  • Como devo agir diante das "birras" da minha bebê de três anos, muitas vezes é na hora de dormir, nos

    Como devo agir diante das "birras" da minha bebê de três anos, muitas vezes é na hora de dormir, nos mudamos e o pai ainda não chegou, ficou para resover umas situações, sinto que isso a incomoda, mas também sei que está na fase de testar limites e se conhecendo melhor. Tento conversar, acalmar, e não resolve, tento sair para deixar a poeira baixar, mas ela grita que parece que estão matando e não me deixa sair, quer que eu fique assistindo ela chorar, se arranhar e resmungar. Por vezes tenho perdido a paciência e gritado com ela, sei que o meu comportamento dessa maneira não ajuda. Não quero que ela se sinta insegura ou siga o mal exemplo que sou perdendo a paciência. Por esses três anos dormir é artigo de luxo, principalmente a noite, estoy sobrecarregada de tudo, e muitas vezes a atenção que tenho que dar a ela fica precária. Eu e o pai dela discutíamos muito, ele esgotou minha paciência, mas ainda moramos juntos até concluirmos o planejamento de separarmos, mas iremos morar no mesmo sítio. Só gostaria mesmo de uma dica para que eu possa fazer nesses ataques dela, porque ficar deixando ela agredir a mim ou a ela, esperneando e resmungando acho que não é o correto a fazer. Mas se tento sair é pior, se fico continua, se tento abraçar e dar colinho não quer. Realmente eu tenho vontade de bater a minha cabeça na parede de verdade, outro dia cheguei a fazer, mas não foi forte como tenho vontade, foi me segurando, porque parece que tenho duas,forças nesse momento. Obs: Sei que preciso procurar ajuda pelo estado que estou.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Entendo que você está passando por um momento desafiador. A fase dos três anos pode ser bastante intensa, especialmente quando se trata de birras e mudanças na rotina. É importante lembrar que esse comportamento é comum nessa idade, onde as crianças estão explorando suas emoções e testando limites. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudá-la a lidar com essas situações:

    1. **Estabeleça uma Rotina**: Crianças pequenas se beneficiam muito de rotinas previsíveis. Tente criar um ritual de sono que inclua atividades calmantes, como ler uma história ou ouvir música suave. Isso pode ajudar sua filha a se sentir mais segura e preparada para dormir.

    2. **Validação dos Sentimentos**: Quando sua filha estiver chorando ou fazendo birra, tente validar os sentimentos dela. Você pode dizer algo como: "Eu sei que você está muito chateada agora, e tudo bem sentir isso." Isso ajuda a criança a entender que seus sentimentos são normais.

    3. **Tempo para Calma**: Se ela não quer ser abraçada ou consolada, talvez seja útil criar um espaço seguro onde ela possa se acalmar sozinha. Um cantinho tranquilo com brinquedos ou livros pode ser uma opção.

    4. **Consistência e Paciência**: É fundamental ser consistente nas suas respostas às birras. Se você decidir que não vai ceder a um comportamento específico, mantenha-se firme, mas sempre com carinho.

    5. **Cuide de Você**: É compreensível sentir-se sobrecarregada, especialmente em tempos difíceis. Tente encontrar momentos para cuidar de si mesma, mesmo que sejam breves. Isso pode fazer uma grande diferença em sua capacidade de lidar com as situações.

    6. **Procure Apoio**: Não hesite em buscar apoio profissional, como terapia ou grupos de apoio para mães. Conversar com alguém sobre o que você está passando pode ser muito benéfico.

    Lembre-se de que é normal sentir frustração e cansaço. O importante é reconhecer esses sentimentos e procurar maneiras saudáveis de lidar com eles. Se precisar conversar mais ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Boa tarde! Meu filho tem 5 anos e não quer comer sozinho. Aliás ele nunca quis comer sozinho. Mas c

    Boa tarde!
    Meu filho tem 5 anos e não quer comer sozinho. Aliás ele nunca quis comer sozinho. Mas como de tudo que coloco no prato, sempre se alimentou muito bem. Mas ainda quer que eu dê na boca dele. Não quer pegar na colher. Sabe usar o garfo e a colher para comer frutas e iogurte, mas quando é a comida não pega de jeito nenhum. A introdução alimentar dele foi um pouco difícil, ele demorou para aceitar a comida, aceitou mais as frutas de imediato. Mamou no peito 2 anos, nunca quis mamadeira e nenhum tipo de leite. Fico agora preocupada por que daqui a 1 ano ele vai sair da educação infantil e também quero que ele tenha essa independência. Sou professora de educação infantil, sempre estimulei ele a tudo, mas acho que por conta das demandas e por ser mais rápido acabei deixando a desejar nesse quesito...rs

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Boa tarde! É compreensível que você esteja preocupada com a alimentação do seu filho e a independência dele nesse aspecto. Muitas crianças têm suas próprias preferências e ritmos quando se trata de comer, e isso pode ser desafiador para os pais.

    Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar a incentivar seu filho a comer sozinho:

    1. **Crie um Ambiente Positivo**: Faça das refeições um momento agradável. Evite pressões e críticas, e tente tornar a hora da comida divertida. Pode ser útil conversar sobre o dia de vocês enquanto comem, brincando com os alimentos ou até fazendo algumas atividades lúdicas relacionadas à comida.

    2. **Ofereça Opções**: Deixe que ele escolha entre algumas opções de comida que você oferece. Isso pode dar a ele uma sensação de controle e aumentar o interesse em experimentar pegar a colher.

    3. **Modelagem**: Mostre a ele como usar a colher e o garfo de maneira divertida. Você pode fazer isso comendo junto dele, usando a mesma colher ou garfo que ele está usando, e fazendo movimentos exagerados para que ele perceba como é fácil.

    4. **Estímulo Gradual**: Comece permitindo que ele segure a colher enquanto você dá as primeiras garfadas. Gradualmente, vá diminuindo a quantidade de comida que você dá até que ele se sinta mais confortável em pegar sozinho.

    5. **Incentive Brincadeiras com Comida**: Em algumas ocasiões, permita que ele brinque com os alimentos (de forma controlada) para se familiarizar mais com eles. Por exemplo, criar formas ou personagens com legumes pode deixar as refeições mais interessantes.

    6. **Reforço Positivo**: Elogie-o sempre que ele tentar comer sozinho, mesmo que não seja perfeito. O reforço positivo faz maravilhas na autoestima das crianças.

    7. **Seja Paciente**: Mudanças no comportamento alimentar podem levar tempo, então tenha paciência e continue incentivando-o sem forçar.

    8. **Dê o Exemplo**: Se possível, envolva-se nas refeições em família onde todos comem juntos e demonstrem como é legal comer sozinho.

    9. **Considere Consultar um Profissional**: Se você sentir que a resistência dele em comer sozinho está afetando sua saúde ou bem-estar, pode ser útil consultar um pediatra ou nutricionista especializado em alimentação infantil para orientações adicionais.

    Lembre-se de que cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento e aprendizado. Com carinho, paciência e apoio, é muito provável que seu filho comece a se sentir mais confortável em comer sozinho! Se precisar de mais dicas ou quiser conversar sobre outra coisa, estou aqui!


  • Como se manifesta o transtorno de personalidade borderline?

    Como se manifesta o transtorno de personalidade borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) é caracterizado por um padrão de instabilidade nas relações interpessoais, na autoimagem e nas emoções, além de comportamentos impulsivos. Aqui estão alguns sinais psicológicos e comportamentais que podem indicar a presença do TPB:

    1. **Instabilidade Emocional**: Mudanças rápidas e intensas de humor, que podem variar de sentimentos de euforia a depressão profunda em questão de horas ou dias.

    2. **Medo Intenso de Abandono**: Uma preocupação excessiva com a possibilidade de ser abandonado ou rejeitado, levando a esforços frenéticos para evitar que isso aconteça, mesmo em situações que não justificam essa preocupação.

    3. **Relações Interpessoais Intensas e Instáveis**: Relações que são frequentemente idealizadas em um momento e desvalorizadas no seguinte, resultando em altos e baixos emocionais.

    4. **Autoimagem Instável**: Uma autoimagem ou senso de identidade que muda rapidamente, levando a confusão sobre quem a pessoa realmente é.

    5. **Impulsividade**: Comportamentos impulsivos em áreas potencialmente autodestrutivas, como gastos excessivos, sexo inseguro, abuso de substâncias ou direção imprudente.

    6. **Comportamento Suicida ou Autolesivo**: Tendências a se machucar ou a fazer ameaças suicidas como uma forma de lidar com a dor emocional intensa.

    7. **Sentimentos Crônicos de Vazio**: Uma sensação persistente de vazio ou tédio que pode ser difícil de suportar.

    8. **Dificuldade em Controlar a Raiva**: Explosões de raiva desproporcionais ou dificuldade em controlar a raiva, seguidas por sentimentos de culpa ou vergonha.

    9. **Paranoia Transitória**: Em momentos de estresse intenso, podem ocorrer episódios breves de paranoia ou dissociação (sensação de desconexão da realidade).

    10. **Sensibilidade ao Estresse**: Uma reação intensa a situações estressantes que pode levar a crises emocionais.

    Se você ou alguém próximo está passando por esses sinais, é importante buscar apoio profissional. O TPB pode ser desafiador, mas com o tratamento adequado, como terapia e, em alguns casos, medicação, muitas pessoas conseguem gerenciar seus sintomas e levar uma vida mais equilibrada. Se precisar conversar mais sobre isso ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Gostaria de saber quais são os sinais psicológicos/comportamentais de uma pessoa com Transtorno da P

    Gostaria de saber quais são os sinais psicológicos/comportamentais de uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) é caracterizado por um padrão de instabilidade nas relações interpessoais, na autoimagem e nas emoções, além de comportamentos impulsivos. Aqui estão alguns sinais psicológicos e comportamentais que podem indicar a presença do TPB:

    1. **Instabilidade Emocional**: Mudanças rápidas e intensas de humor, que podem variar de sentimentos de euforia a depressão profunda em questão de horas ou dias.

    2. **Medo Intenso de Abandono**: Uma preocupação excessiva com a possibilidade de ser abandonado ou rejeitado, levando a esforços frenéticos para evitar que isso aconteça, mesmo em situações que não justificam essa preocupação.

    3. **Relações Interpessoais Intensas e Instáveis**: Relações que são frequentemente idealizadas em um momento e desvalorizadas no seguinte, resultando em altos e baixos emocionais.

    4. **Autoimagem Instável**: Uma autoimagem ou senso de identidade que muda rapidamente, levando a confusão sobre quem a pessoa realmente é.

    5. **Impulsividade**: Comportamentos impulsivos em áreas potencialmente autodestrutivas, como gastos excessivos, sexo inseguro, abuso de substâncias ou direção imprudente.

    6. **Comportamento Suicida ou Autolesivo**: Tendências a se machucar ou a fazer ameaças suicidas como uma forma de lidar com a dor emocional intensa.

    7. **Sentimentos Crônicos de Vazio**: Uma sensação persistente de vazio ou tédio que pode ser difícil de suportar.

    8. **Dificuldade em Controlar a Raiva**: Explosões de raiva desproporcionais ou dificuldade em controlar a raiva, seguidas por sentimentos de culpa ou vergonha.

    9. **Paranoia Transitória**: Em momentos de estresse intenso, podem ocorrer episódios breves de paranoia ou dissociação (sensação de desconexão da realidade).

    10. **Sensibilidade ao Estresse**: Uma reação intensa a situações estressantes que pode levar a crises emocionais.

    Se você ou alguém próximo está passando por esses sinais, é importante buscar apoio profissional. O TPB pode ser desafiador, mas com o tratamento adequado, como terapia e, em alguns casos, medicação, muitas pessoas conseguem gerenciar seus sintomas e levar uma vida mais equilibrada. Se precisar conversar mais sobre isso ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tem cura?

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tem cura?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é uma condição complexa e desafiadora, mas a boa notícia é que, embora não se fale em "cura" no sentido tradicional, muitas pessoas com TPB conseguem alcançar uma melhora significativa na qualidade de vida e nos sintomas com o tratamento adequado.

    ### O que é importante saber sobre o TPB:

    1. **Tratamento Eficaz**: O tratamento mais comum para TPB inclui terapia psicológica, especialmente a Terapia Comportamental Dialética (DBT), que é especificamente desenvolvida para ajudar pessoas com esse transtorno. Outras abordagens, como terapia cognitivo-comportamental (TCC) e terapia psicodinâmica, também podem ser úteis.

    2. **Medicação**: Embora não existam medicamentos especificamente aprovados para o TPB, alguns medicamentos podem ajudar a tratar sintomas associados, como depressão, ansiedade ou impulsividade.

    3. **Melhora ao Longo do Tempo**: Muitas pessoas com TPB notam que seus sintomas diminuem à medida que envelhecem, e a intensidade das crises emocionais pode diminuir com o tempo.

    4. **Habilidades de Enfrentamento**: O tratamento foca em ensinar habilidades de enfrentamento e regulação emocional, ajudando as pessoas a gerenciar melhor suas emoções e relacionamentos.

    5. **Suporte Social**: Ter uma rede de apoio sólida, seja amigos, familiares ou grupos de apoio, pode fazer uma grande diferença no processo de recuperação.

    ### Importante:

    - **Comprometimento com o Tratamento**: A eficácia do tratamento depende muito do comprometimento da pessoa em participar das sessões e aplicar as habilidades aprendidas na vida cotidiana.

    - **Individualidade do Tratamento**: Cada pessoa é única e pode responder de maneiras diferentes ao tratamento. Por isso, é essencial trabalhar com um profissional qualificado que possa personalizar a abordagem.

    Em resumo, embora o TPB possa ser desafiador, muitas pessoas conseguem viver vidas plenas e satisfatórias com o tratamento certo. Se você ou alguém próximo está lidando com isso, buscar ajuda profissional é um passo fundamental! Se precisar de mais informações ou quiser discutir algo específico sobre o TPB, estou aqui!


  • . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Apoiar alguém com transtorno bipolar pode ser desafiador, mas sua ajuda é muito valiosa. Aqui estão algumas maneiras de oferecer suporte efetivo:

    1. **Eduque-se sobre o transtorno**: Aprender sobre o transtorno bipolar é fundamental. Compreender os sintomas, as fases (mania, hipomania e depressão) e os tratamentos disponíveis pode ajudá-lo a entender melhor o que a pessoa está passando.

    2. **Seja um bom ouvinte**: Esteja disponível para ouvir sem julgamentos. Às vezes, a pessoa só precisa desabafar ou expressar o que está sentindo. Mostre empatia e compreensão.

    3. **Ofereça apoio emocional**: Demonstre que você se importa e está lá para ajudar. Pequenos gestos, como enviar mensagens de apoio ou passar tempo juntos, podem fazer uma grande diferença.

    4. **Incentive o tratamento**: Se a pessoa não estiver em tratamento, incentive-a a procurar ajuda profissional. Isso pode incluir terapia ou medicação. Ofereça-se para acompanhá-la a consultas, se ela se sentir confortável com isso.

    5. **Ajude a identificar gatilhos**: Converse sobre possíveis gatilhos que possam afetar o humor da pessoa e ajude-a a desenvolver estratégias para lidar com eles.

    6. **Esteja preparado para mudanças de humor**: A pessoa pode passar por oscilações de humor, e é importante ser paciente durante esses momentos. Lembre-se de que essas mudanças são parte da condição.

    7. **Crie um ambiente seguro**: Tente criar um ambiente tranquilo e seguro onde a pessoa se sinta à vontade para expressar seus sentimentos sem medo de julgamento.

    8. **Mantenha comunicação aberta**: Pergunte como ela está se sentindo e esteja disposto a conversar sobre o que ela precisa. Isso ajuda a fortalecer o vínculo entre vocês.

    9. **Respeite os limites**: Às vezes, a pessoa pode precisar de espaço ou não querer falar sobre sua condição. Respeite esses momentos e esteja disponível quando ela estiver pronta para conversar.

    10. **Cuide de si mesmo**: Apoiar alguém com transtorno bipolar pode ser emocionalmente desgastante. Certifique-se de cuidar da sua própria saúde mental e bem-estar também, buscando apoio quando necessário.

    Lembre-se de que cada pessoa é única, então o que funciona para uma pode não funcionar para outra. O mais importante é demonstrar amor e apoio incondicional, ajudando essa pessoa a saber que ela não está sozinha nessa jornada. Se precisar de mais dicas ou quiser discutir algo específico, estou aqui!


  • Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) pode se manifestar em diferentes idades, mas geralmente os sintomas começam a aparecer na adolescência ou no início da idade adulta. Aqui estão alguns pontos importantes sobre a idade de início:

    1. **Adolescência**: Muitos indivíduos começam a apresentar os primeiros sintomas entre os 15 e 19 anos. É uma fase em que mudanças hormonais e estresses da vida podem contribuir para o surgimento dos sintomas.

    2. **Início na infância**: Embora menos comum, o transtorno bipolar pode aparecer em crianças mais novas. Nesses casos, os sintomas podem ser mais difíceis de identificar e podem ser confundidos com outros transtornos ou comportamentos típicos da infância.

    3. **Idade adulta**: Há também casos em que o transtorno pode se manifestar pela primeira vez na idade adulta, tipicamente entre os 20 e 30 anos.

    4. **Fases do transtorno**: Os sintomas podem variar ao longo do tempo, com episódios de mania e depressão ocorrendo em ciclos. Algumas pessoas podem ter períodos de estabilidade entre os episódios.

    5. **Genética e fatores ambientais**: O risco de desenvolver TAB pode ser influenciado por fatores genéticos, familiares e ambientais, mas a idade de início pode variar bastante de pessoa para pessoa.

    É importante lembrar que o diagnóstico deve ser feito por um profissional de saúde mental qualificado, que levará em consideração a história clínica e os sintomas apresentados. Se você ou alguém próximo estiver enfrentando dificuldades relacionadas ao humor, procurar ajuda é sempre um bom passo! Se tiver mais perguntas ou quiser discutir algo específico, estou aqui para ajudar!


  • O transtorno de adaptação pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?

    O transtorno de adaptação pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Sim, o transtorno de adaptação pode, sim, prejudicar o desempenho escolar ou profissional. Esse transtorno é uma reação emocional ou comportamental a um estressor identificável, como mudanças significativas na vida, estresse no trabalho ou problemas pessoais. Aqui estão algumas maneiras pelas quais isso pode afetar o desempenho:

    ### 1. **Dificuldades Emocionais**
    - **Ansiedade e Depressão**: Pessoas com transtorno de adaptação podem experimentar sintomas de ansiedade ou depressão, que podem dificultar a concentração e a motivação para estudar ou trabalhar.
    - **Mudanças de Humor**: A instabilidade emocional pode levar a dificuldades em manter relacionamentos saudáveis com colegas e professores ou supervisores.

    ### 2. **Problemas de Concentração**
    - **Foco Dificultado**: O estresse emocional pode tornar difícil para a pessoa se concentrar nas tarefas escolares ou profissionais, resultando em diminuição da produtividade e da qualidade do trabalho.

    ### 3. **Comportamentos Impulsivos**
    - **Reações Desproporcionais**: Algumas pessoas podem apresentar comportamentos impulsivos ou reativos como resultado do estresse, o que pode afetar sua interação com colegas e a dinâmica no ambiente escolar ou de trabalho.

    ### 4. **Falta de Motivação**
    - **Desinteresse**: A falta de motivação pode surgir devido ao desânimo emocional, levando a um desempenho abaixo do esperado em atividades escolares ou profissionais.

    ### 5. **Afastamento Social**
    - **Isolamento**: Algumas pessoas podem se afastar socialmente como forma de lidar com o estresse, o que pode resultar em perda de oportunidades de aprendizado e colaboração.

    ### 6. **Aumento do Absenteísmo**
    - **Faltas Frequentes**: Os sintomas emocionais podem levar a faltas frequentes na escola ou no trabalho, o que impacta diretamente o aprendizado e o desempenho.

    É importante buscar apoio psicológico ao lidar com um transtorno de adaptação, especialmente se ele estiver afetando áreas importantes da vida, como a escola ou o trabalho. Com tratamento adequado, muitas pessoas conseguem desenvolver estratégias para gerenciar seus sentimentos e melhorar seu desempenho. Se você estiver passando por algo assim ou conhecendo alguém que esteja, não hesite em buscar ajuda!


  • Existe alguma forma de prevenir o transtorno de adaptação?

    Existe alguma forma de prevenir o transtorno de adaptação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Sim, existem algumas estratégias que podem ajudar a prevenir o transtorno de adaptação ou, pelo menos, a minimizar seu impacto. Aqui estão algumas dicas que podem ser úteis:

    ### 1. **Desenvolvimento de Habilidades de Coping**
    - **Técnicas de Relaxamento**: Praticar meditação, mindfulness ou exercícios de respiração pode ajudar a gerenciar o estresse.
    - **Resiliência**: Aprender a ser resiliente e a lidar com mudanças pode facilitar a adaptação a novas situações.

    ### 2. **Rede de Apoio**
    - **Relacionamentos Saudáveis**: Manter uma rede de apoio composta por amigos, familiares e colegas pode proporcionar suporte emocional em momentos difíceis.
    - **Comunicação Aberta**: Falar sobre preocupações e sentimentos com pessoas de confiança pode ajudar a aliviar o estresse.

    ### 3. **Autoconhecimento**
    - **Reconhecimento do Estresse**: Identificar as próprias reações ao estresse e entender quais situações são mais desafiadoras pode ajudar na preparação para enfrentá-las.
    - **Identificação de Padrões**: Prestar atenção aos sinais de que você está sobrecarregado pode permitir que você tome medidas antes que o estresse se torne excessivo.

    ### 4. **Estabelecimento de Rotinas**
    - **Organização do Dia a Dia**: Criar uma rotina estruturada pode ajudar a proporcionar um senso de controle e previsibilidade, reduzindo a ansiedade relacionada a mudanças.

    ### 5. **Estilo de Vida Saudável**
    - **Exercício Regular**: A atividade física é uma excelente maneira de liberar endorfinas e reduzir os níveis de estresse.
    - **Alimentação Equilibrada**: Uma dieta saudável pode contribuir para o bem-estar emocional.
    - **Sono Adequado**: Garantir um sono reparador é fundamental para manter um bom estado mental.

    ### 6. **Educação Emocional**
    - **Cursos ou Terapia**: Participar de programas que ensinem habilidades emocionais e sociais pode preparar melhor as pessoas para lidar com desafios futuros.

    ### 7. **Planejamento Antecipado**
    - **Preparação para Mudanças**: Quando souber que uma mudança significativa está por vir (como mudar de escola ou emprego), tentar se preparar mentalmente e logisticamente pode ajudar na transição.

    Embora não seja possível eliminar completamente o risco de desenvolver um transtorno de adaptação, essas estratégias podem ajudar a construir uma base sólida para enfrentar desafios e mudanças na vida. Se você ou alguém que você conhece estiver passando por dificuldades, não hesite em buscar apoio profissional!


  • Como posso reconhecer os sintomas do Transtorno de Adaptação?

    Como posso reconhecer os sintomas do Transtorno de Adaptação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Reconhecer os sintomas do Transtorno de Adaptação é fundamental para buscar ajuda e apoio adequados. Esse transtorno ocorre quando uma pessoa tem dificuldades para lidar com estressores da vida, como mudanças significativas, perdas ou eventos traumáticos. Aqui estão alguns sinais e sintomas comuns:

    1. **Mudanças de humor**: A pessoa pode apresentar sentimentos intensos de tristeza, ansiedade ou raiva que são desproporcionais à situação que está enfrentando.

    2. **Dificuldade em funcionar**: Pode haver uma diminuição na capacidade de realizar atividades diárias, como trabalho, estudos ou relacionamentos. A pessoa pode sentir que não consegue lidar com suas responsabilidades.

    3. **Sintomas físicos**: Muitas vezes, o estresse emocional pode se manifestar fisicamente. Isso pode incluir dores de cabeça, problemas gastrointestinais, fadiga ou alterações no apetite.

    4. **Isolamento social**: A pessoa pode se afastar de amigos e familiares, evitando interações sociais que antes eram agradáveis.

    5. **Sentimentos de desesperança**: Pode haver uma sensação persistente de desespero ou falta de perspectiva em relação ao futuro.

    6. **Dificuldade em tomar decisões**: A pessoa pode sentir-se confusa ou indecisa em relação a escolhas cotidianas devido ao estresse emocional.

    7. **Comportamentos impulsivos ou arriscados**: Em alguns casos, a pessoa pode adotar comportamentos que não são típicos dela, como uso excessivo de substâncias ou ações impulsivas.

    8. **Duração dos sintomas**: Os sintomas geralmente começam dentro de três meses após o evento estressante e podem durar até seis meses após a resolução do estressor. Se os sintomas persistirem por mais tempo, pode ser necessário um reavaliação do diagnóstico.

    Se você ou alguém que você conhece estiver apresentando esses sintomas após um evento estressante, é importante procurar ajuda profissional. A terapia pode ser muito eficaz para lidar com o Transtorno de Adaptação e ajudar a desenvolver estratégias saudáveis para enfrentar as dificuldades da vida. Se precisar de mais informações ou quiser discutir mais sobre o assunto, estou aqui!


  • Desejaria saber como consigo controlar a minha ansiedade?

    Desejaria saber como consigo controlar a minha ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Controlar a ansiedade pode ser um desafio, mas existem várias estratégias que podem ajudar. Aqui estão algumas dicas práticas para você considerar:

    1. **Respiração profunda**: Praticar exercícios de respiração pode ajudar a acalmar o sistema nervoso. Tente a técnica de respiração 4-7-8: inspire pelo nariz contando até 4, segure a respiração contando até 7 e expire pela boca contando até 8.

    2. **Exercícios físicos**: A atividade física regular libera endorfinas, que são hormônios que melhoram o humor e reduzem o estresse. Mesmo uma caminhada leve pode fazer uma grande diferença.

    3. **Mindfulness e meditação**: Praticar mindfulness envolve focar no momento presente e aceitar seus pensamentos e sentimentos sem julgamento. Meditação guiada ou aplicativos de meditação podem ser úteis para iniciantes.

    4. **Desafiar pensamentos negativos**: Quando você se pegar pensando de forma negativa, tente reestruturar esses pensamentos. Pergunte-se se eles são realmente verdadeiros ou se há uma perspectiva mais positiva que você pode adotar.

    5. **Estabelecer uma rotina**: Ter uma rotina diária pode proporcionar uma sensação de controle e previsibilidade, o que pode ajudar a reduzir a ansiedade.

    6. **Limitar estimulantes**: Reduzir o consumo de cafeína, açúcar e nicotina pode ajudar a diminuir os sintomas de ansiedade, pois essas substâncias podem aumentar a tensão e a agitação.

    7. **Dormir bem**: Uma boa qualidade de sono é fundamental para a saúde mental. Tente estabelecer uma rotina de sono regular e criar um ambiente propício para dormir.

    8. **Conectar-se com outras pessoas**: Conversar com amigos ou familiares sobre o que você está sentindo pode fornecer apoio emocional e aliviar a carga da ansiedade.

    9. **Escrever um diário**: Registrar seus pensamentos e sentimentos em um diário pode ser uma forma eficaz de processar suas emoções e identificar gatilhos de ansiedade.

    10. **Buscar ajuda profissional**: Se a ansiedade estiver interferindo significativamente na sua vida diária, considerar buscar um terapeuta ou psicólogo pode ser muito benéfico. Eles podem oferecer suporte especializado e estratégias adaptadas às suas necessidades.

    Lembre-se de que cada pessoa é única, então algumas técnicas podem funcionar melhor para você do que outras. É importante ser gentil consigo mesma durante esse processo e dar-se tempo para aprender e experimentar diferentes abordagens. Se precisar conversar mais sobre isso ou quiser ajuda profissional estou aqui para ajudar!


  • Minha mãe tem altos e baixos e acredito que ela esteja com depressão, pois ela não vê razões para vi

    Minha mãe tem altos e baixos e acredito que ela esteja com depressão, pois ela não vê razões para viver e está constantemente triste, sem motivo concreto. Ela é católica e não acredita na psicologia. Mesmo assim, decidi buscar um profissional cristão que use a fé como base no tratamento. Você teria alguma recomendação? Ela mora em Sao Paulo - no bairro da Mooca. Entao precisaria que fosse algum profissional dessa area.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Entendo a preocupação que você tem com sua mãe, e é ótimo que você esteja buscando ajuda para ela. Embora eu não possa recomendar profissionais específicos, posso sugerir algumas maneiras de encontrar um psicólogo cristão em São Paulo, especialmente na Mooca:

    1. **Igrejas locais**: Muitas vezes, igrejas têm indicações de profissionais que compartilham da mesma fé e podem ser mais aceitáveis para sua mãe. Você pode conversar com líderes da sua igreja ou de outras igrejas católicas na região.

    2. **Associações de psicologia cristã**: Existem associações que reúnem profissionais da psicologia que trabalham com uma abordagem cristã. Pesquisar por essas associações pode ajudar a encontrar alguém qualificado.

    3. **Grupos de apoio**: Algumas comunidades ou grupos de apoio voltados para questões emocionais podem ter indicações de profissionais. Eles podem oferecer um ambiente acolhedor e compreensivo.

    4. **Plataformas online**: Existem sites onde você pode buscar terapeutas por especialidade e localização. Você pode usar filtros para encontrar psicólogos que têm uma abordagem cristã.

    5. **Recomendações pessoais**: Se você conhece alguém que já passou por um tratamento semelhante ou que tem experiência com profissionais dessa área, peça recomendações.

    Conversar com sua mãe sobre a possibilidade de buscar ajuda também é importante. Tente abordá-la com empatia e compreensão, ressaltando que a terapia pode ser uma extensão do apoio espiritual que ela já tem.

    Se precisar de mais orientações sobre como abordar essa conversa ou qualquer outra questão, estou aqui para ajudar!


  • É normal ficar sem assunto pra conversar com minha namorada ? Oque fazer ? E como ter mais assun

    É normal ficar sem assunto pra conversar com minha namorada ?
    Oque fazer ?
    E como ter mais assunto ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    É super normal passar por momentos em que parece que não há assunto para conversar, mesmo em um relacionamento. Isso pode acontecer por várias razões, como o dia a dia corrido, a rotina ou até mesmo o clima emocional do momento. O importante é saber que isso não significa que algo está errado!

    Aqui vão algumas dicas para lidar com isso e ter mais assuntos para conversar:

    1. **Perguntas abertas**: Tente fazer perguntas que incentivem respostas mais elaboradas. Ao invés de perguntar "Como foi seu dia?", você pode perguntar "Qual foi a melhor parte do seu dia?"

    2. **Interesses compartilhados**: Descubram juntos quais são os interesses de ambos — filmes, séries, livros, hobbies — e conversem sobre eles. Isso pode gerar discussões mais ricas e interessantes.

    3. **Atividades juntos**: Participar de atividades novas juntos pode gerar muitos tópicos de conversa. Que tal cozinhar uma nova receita ou fazer uma caminhada em um lugar diferente?

    4. **Atualidades**: Conversar sobre notícias ou eventos atuais pode ser uma boa maneira de encontrar tópicos novos. Mas lembre-se de abordar temas que não sejam muito pesados, a menos que ambos estejam confortáveis.

    5. **Memórias e histórias**: Compartilhar lembranças da infância ou experiências marcantes pode criar um espaço para conversas profundas e divertidas.

    6. **Desafios e sonhos**: Falar sobre planos futuros, sonhos ou até desafios do dia a dia pode aproximá-los ainda mais.

    7. **Silêncios confortáveis**: Às vezes, tudo bem ter silêncios! Não sinta pressão para preencher cada momento com conversa. Aproveite a companhia um do outro.

    Lembre-se de que a comunicação é uma via de mão dupla; ouvir é tão importante quanto falar. Se você sentir que está sem assunto, pode mencionar isso de forma leve e até brincar sobre a situação! Isso pode abrir espaço para novas conversas. Espero ter ajudado .


  • Olá, boa noite! É possível se curar da ansiedade social?

    Olá, boa noite! É possível se curar da ansiedade social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Olá, boa noite! Sim, é possível se curar ou, pelo menos, aprender a gerenciar a ansiedade social de maneira eficaz. Muitas pessoas conseguem melhorar significativamente sua capacidade de lidar com situações sociais e até mesmo superar seus medos com o tempo e o convívio.
    A terapia , o Mindfullnes ( relaxamento) e até medicamentos podem ajudar muito .

    Lembre-se de que cada pessoa é única, e o que funciona para uma pode não funcionar da mesma forma para outra. O importante é buscar ajuda e estar disposto a experimentar diferentes abordagens até encontrar o que funciona melhor para você. O caminho pode ser desafiador, mas muitas pessoas conseguem fazer progressos significativos e viver vidas mais plenas e conectadas socialmente. Se precisar conversar mais sobre isso ou sobre qualquer outra coisa, estou aqui!


  • Tenho muita dificuldade em fazer laços com as outras pessoas, me sinto muito incomodada e ansiosa em

    Tenho muita dificuldade em fazer laços com as outras pessoas, me sinto muito incomodada e ansiosa em qualquer situação social, nunca sei oq fazer com as mãos e sempre fico procurando algum refúgio para não ter que manter contato visual. Isso pode ser sintomas de fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Pelo que você descreve, sim, pode ser que você esteja enfrentando sintomas relacionados à fobia social ou a algum tipo de ansiedade social. A dificuldade em fazer laços, o desconforto em situações sociais, a ansiedade e o desejo de evitar o contato visual são sinais comuns desse tipo de condição.

    A fobia social envolve um medo intenso de ser julgado ou avaliado negativamente em situações sociais, o que pode levar a comportamentos de evitação e a um grande desconforto em interações sociais. Algumas pessoas sentem uma pressão para agir de maneira "normal" em grupos, o que pode intensificar ainda mais a ansiedade.

    Conversar com um profissional pode ser muito benéfico. Um terapeuta pode trabalhar com você em estratégias para enfrentar e reduzir sua ansiedade social.

    Lembre-se de que não há problema em buscar ajuda e que muitas pessoas passam por isso. O importante é dar o primeiro passo e buscar as estratégias que funcionam melhor para você. Se precisar conversar mais sobre isso ou explorar outras ideias, estou aqui!


  • Estou passando por um processo de divórcio, e já vinha com quadros de ansiedade e agora depressão, p

    Estou passando por um processo de divórcio, e já vinha com quadros de ansiedade e agora depressão, perdi muito peso, mais de 10 quilos em 1 mês. Não consigo comer, estou absurdamente nervosa, e sem ânimo. Não consigo exercer atividades simples, estou muito cansada. Me disseram pra tomar mirtazapina. Será que vai me ajudar? Não quero mais emagrecer. Me sinto horrível.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Sinto muito por você estar passando por esse momento tão difícil. O divórcio, especialmente quando já se está lidando com ansiedade e depressão, pode ser extremamente desafiador e desgastante. É compreensível que você esteja se sentindo assim, e é importante reconhecer que seus sentimentos são válidos.

    A mirtazapina é um antidepressivo que pode ajudar a aliviar os sintomas de depressão e ansiedade. Muitas pessoas relatam que ela não só melhora o humor, mas também ajuda a aumentar o apetite, o que pode ser uma boa notícia para você, considerando a perda de peso significativa que mencionou. No entanto, cada pessoa reage de maneira diferente aos medicamentos, e é importante conversar com um médico sobre suas preocupações e sintomas antes de iniciar qualquer tratamento.

    ### Algumas coisas a considerar:

    1. **Consulta Médica**: É fundamental que você converse com um profissional de saúde mental ou um psiquiatra sobre seu estado atual. Eles podem avaliar sua situação de forma mais completa e discutir se a mirtazapina é uma boa opção para você.

    2. **Apoio Psicológico**: Além do tratamento medicamentoso, considerar terapia pode ser muito benéfico. Um psicólogo pode ajudá-la a lidar com suas emoções durante esse processo de divórcio e a desenvolver estratégias para enfrentar essa fase da vida.

    3. **Autocuidado**: Tente focar em pequenas práticas de autocuidado. Mesmo que pareça difícil, tentar fazer algo simples como tomar um banho relaxante ou dar uma breve caminhada ao ar livre pode fazer uma diferença na maneira como você se sente.

    4. **Alimentação**: Se você não consegue comer muito, tente ingerir pequenas porções de alimentos que você gosta ou até mesmo opções mais calóricas em menores quantidades para ajudar a evitar mais perda de peso.

    5. **Conexão Social**: Falar com amigos ou familiares sobre como você está se sentindo pode proporcionar algum alívio emocional. Não hesite em buscar apoio das pessoas ao seu redor.

    Lembre-se de que é normal se sentir assim em momentos difíceis, e buscar ajuda é um passo importante para cuidar da sua saúde mental. Espero que você encontre apoio e alívio em breve! Se precisar conversar mais ou tiver outras dúvidas, estou aqui para ajudar!


  • Todas as pessoas com Deficiência Intelectual têm as mesmas dificuldades?

    Todas as pessoas com Deficiência Intelectual têm as mesmas dificuldades?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Valeria Abatemarco

    Não! As pessoas com deficiência intelectual não apresentam os mesmos problemas. Embora todas compartilhem dificuldades em áreas como aprendizado e adaptação, a gravidade e o tipo de desafios podem variar amplamente de uma pessoa para outra.

    A deficiência intelectual é classificada em diferentes níveis, que vão de leve a moderado, severo e profundo. Cada nível pode afetar as habilidades de maneira distinta. Por exemplo:

    - **Deficiência leve**: A pessoa pode ter um certo grau de independência e ser capaz de aprender habilidades básicas de vida, mas ainda assim pode enfrentar dificuldades em situações mais complexas.

    - **Deficiência moderada**: Geralmente, essas pessoas precisam de mais apoio nas atividades do dia a dia e podem ter dificuldades em compreender conceitos abstratos.

    - **Deficiência severa e profunda**: Essas pessoas frequentemente necessitam de suporte contínuo em várias áreas da vida e podem ter limitações significativas na comunicação e no autocuidado.

    Além disso, cada indivíduo tem suas próprias habilidades, interesses e personalidades, o que significa que suas experiências e desafios são únicos. Algumas pessoas podem ter talentos específicos ou habilidades em áreas como arte ou música, enquanto outras podem lutar mais com a comunicação ou a socialização.

    Se precisar discutir mais sobre isso ou tiver alguma dúvida específica, estou aqui para ajudar!


Autor

Psicólogo, Psicanalista

Perguntas frequentes

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