Perguntas do paciente (7)

  • Resumidamente, quais são as diferenças de um psicólogo e um psicopedagogo?

    Resumidamente, quais são as diferenças de um psicólogo e um psicopedagogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vanessa Castro Cirigliano

    Psicólogo:

    Foco: Estuda o comportamento humano e os processos mentais, buscando compreender as emoções, pensamentos e motivações das pessoas.
    Atuação: Realiza psicoterapia, avaliações psicológicas, orientação profissional, entre outras atividades, em diversos contextos como clínicas, hospitais, escolas e empresas.
    Formação: Graduação em Psicologia.

    Psicopedagogo:
    Foco: Estuda o processo de aprendizagem, identificando e intervindo em dificuldades e transtornos que podem afetar o desenvolvimento escolar.
    Atuação: Realiza avaliações psicopedagógicas, desenvolve estratégias de intervenção, orienta pais e professores, atuando principalmente em escolas e clínicas.
    Formação: Graduação em Pedagogia ou Psicologia, com especialização em Psicopedagogia.
    Em resumo, a principal diferença é que o psicólogo lida com a saúde mental de forma geral, enquanto o psicopedagogo se concentra nas dificuldades de aprendizagem.


  • Meu filho de 4 anos e 7 meses tem MUITA dificuldade de concentração quando falamos com ele e princip

    Meu filho de 4 anos e 7 meses tem MUITA dificuldade de concentração quando falamos com ele e principalmente nas atividades escolares (está aprendendo o nome dele), e eu fico muito preocupada com isso.
    Qual especialista ao certo devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vanessa Castro Cirigliano

    Neuropediatra:
    O neuropediatra é especializado em transtornos neurológicos que podem afetar o desenvolvimento infantil, como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
    Diagnóstico e Tratamento: O neuropediatra pode realizar exames e testes para diagnosticar condições neurológicas e prescrever medicamentos, se necessário.


  • Minha aluna autista não verbal se adaptou muito bem a sala, porém na saída da sala era o intervalo d

    Minha aluna autista não verbal se adaptou muito bem a sala, porém na saída da sala era o intervalo dos alunos e ela se assustou com o barulho e agora criou um bloqueio, onde não consegue ir para o refeitório que é ao lado da minha sala. Como lidar nessa situação, sem força-la e que ela se sinta bem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vanessa Castro Cirigliano


    Valide os sentimentos dela: Mostre que você entende o medo e o desconforto que ela está sentindo.
    Não force a ida ao refeitório: A pressão pode aumentar a ansiedade e piorar o bloqueio.
    Crie um espaço seguro: Ofereça um local tranquilo na sala de aula onde ela possa se acalmar durante o intervalo.
    .Exposição gradual e controlada:
    Dessensibilização sensorial: Comece com pequenas exposições ao som do refeitório, como gravações de áudio em volume baixo.
    Visitas curtas e guiadas: Leve-a ao refeitório em horários de menor movimento, acompanhada por você ou por um adulto de confiança.
    Reforço positivo: Elogie e recompense cada progresso, mesmo que pequeno.

    Comunicação visual: Use imagens e símbolos para explicar a rotina do intervalo e do refeitório.
    Suportes sensoriais: Ofereça fones de ouvido com cancelamento de ruído, brinquedos sensoriais ou um local tranquilo para ela se acalmar.
    Colaboração com a família e outros profissionais: Troque informações e estratégias com os pais e terapeutas da aluna.
    Histórias sociais: Crie histórias com imagens que mostrem situações positivas no refeitório.
    Atividades sensoriais: Ofereça atividades que ajudem a regular o sistema sensorial, como massagem ou brincadeiras com texturas.
    Observação e registro: Anote as reações da aluna para identificar gatilhos e padrões de comportamento.


  • Sempre sonho que estou na casa onde cresci, e não na casa que moro hoje isso me incomoda, e também s

    Sempre sonho que estou na casa onde cresci, e não na casa que moro hoje isso me incomoda, e também sempre que sonho com meu irmão mais novo sonho como se ele ainda fosse criança mas hoje ele já tem 18 anos. Na adolescência passei por turbulências e foi na transição morar nessa casa e irá para outra e também foi o momento que diminui o contato com meu irmão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vanessa Castro Cirigliano

    Como psicóloga clínica, posso dizer que seus sonhos são uma janela para o seu inconsciente, revelando aspectos importantes da sua história e emoções. A recorrência da casa da sua infância e a imagem do seu irmão mais novo como criança sugerem que você está processando memórias e sentimentos relacionados a esse período da sua vida.

    A mudança de casa e o distanciamento do seu irmão na adolescência parecem ter sido eventos marcantes, possivelmente associados a sentimentos de perda, saudade ou até mesmo algum trauma. Seus sonhos podem ser uma forma de revisitar esse período, buscando resolução para questões não resolvidas.

    É importante ressaltar que a interpretação de sonhos é complexa e individual. O significado dos seus sonhos pode ser único para você, e a melhor forma de compreendê-los é explorá-los em um processo terapêutico.


  • Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adole

    Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adolescência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vanessa Castro Cirigliano

    Sim,há sinais precoces do transtorno bipolar na infância e adolescência. Alguns deles incluem:
    Mudanças extremas de humor: Alternância entre euforia/irritabilidade e depressão.
    Comportamento impulsivo: Decisões arriscadas e falta de controle.
    Alterações no sono: Insônia ou sono excessivo.
    Dificuldade de concentração: Pensamento acelerado ou distração fácil.
    Comportamento agressivo: Irritação e dificuldades de relacionamento.
    Sintomas depressivos: Tristeza persistente e perda de interesse em atividades.
    História familiar: Parentes com transtorno bipolar aumentam o risco.


  • Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?

    Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vanessa Castro Cirigliano

    Sim, pode acontecer. Pessoas com TEA frequentemente enfrentam dificuldades na comunicação, como iniciar e manter uma conversa ou manter contato visual. Também têm desafios nas interações sociais e na formação de relacionamentos interpessoais. A sensibilidade sensorial pode ser um obstáculo, com hipersensibilidade a estímulos como luzes, ruídos, cheiros, sabores e texturas.
    O ambiente escolar, muitas vezes, não oferece o acolhimento necessário,com espaços que podem ser excessivamente estimulantes ou que carecem de uma rotina mais previsível e tranquila. E, por fim, a ausência de apoio educacional e social especializado pode tornar o processo de inclusão ainda mais desafiador e isolante para o aluno.

    Se você está em busca de apoio emocional, compreensão e ferramentas para lidar com os desafios da vida, estou aqui para ajudar. Agende sua consulta comigo e vamos juntos trabalhar no seu bem-estar !


  • A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.

    A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vanessa Castro Cirigliano

    Sim, uma criança autista pode se formar e fazer concursos normalmente. Ela tem direito a adaptações e ajustes, como mais tempo para as provas ou apoio especializado, de acordo com as necessidades. O importante é que haja um laudo médico que comprove o diagnóstico e as condições necessárias para a participação.


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