Perguntas do paciente (74)
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. Qual é a relação direta entre o Lupus Eritematoso Sistêmico (LES) e a trombose mesentérica?
. Qual é a relação direta entre o Lupus Eritematoso Sistêmico (LES) e a trombose mesentérica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O LES causa isquemia mesentérica por dois mecanismos principais e distintos: a vasculite mesentérica lúpica (LMV), que é o mais frequente e envolve inflamação de pequenos vasos, e a trombose mesentérica propriamente dita, mediada principalmente por anticorpos antifosfolipídeos. Esses mecanismos podem coexistir, mas têm fisiopatologias, apresentações e tratamentos diferentes.
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Como prevenir trombose mesentérica em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Como prevenir trombose mesentérica em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A prevenção da trombose mesentérica em pacientes com LES envolve uma abordagem multifacetada que combina controle rigoroso da atividade da doença, uso contínuo de hidroxicloroquina, tromboprofilaxia farmacológica estratificada pelo perfil de anticorpos antifosfolípides (aPL) e manejo dos fatores de risco cardiovascular tradicionais. É importante compreender que a isquemia mesentérica no LES pode ocorrer por dois mecanismos distintos — vasculite mesentérica lúpica (LMV) e trombose mesentérica propriamente dita , e a prevenção de cada um requer estratégias complementares.
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Quais são os sintomas do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e como ele pode afetar a trombose mesenté
Quais são os sintomas do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e como ele pode afetar a trombose mesentérica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O LES é uma doença autoimune sistêmica que pode afetar virtualmente qualquer órgão, e seu envolvimento vascular mesentérico — seja por vasculite ou trombose — representa uma das complicações abdominais mais graves, com mortalidade de até 13,4% quando não tratada adequadamente.
Sinais de alarme para envolvimento mesentérico no LES
Pacientes com LES que apresentem dor abdominal aguda devem ser avaliados com urgência, pois tanto a vasculite quanto a trombose mesentérica podem evoluir para isquemia intestinal, necrose e perfuração.
Os sinais de alarme incluem:
Dor abdominal desproporcional ao exame físico
Febre, distensão abdominal, sinais de irritação peritoneal
Leucocitose, lactato elevado, amilase elevada
Doença lúpica ativa com envolvimento renal e hematológico concomitante
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. Como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) aumenta o risco de trombose mesentérica?
. Como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) aumenta o risco de trombose mesentérica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O LES aumenta o risco de trombose mesentérica por múltiplos mecanismos que envolvem autoanticorpos, vasculite por imunocomplexos, disfunção endotelial, ativação plaquetária e formação de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs). Pacientes com LES enfrentam um risco de trombose de aproximadamente 30% após o diagnóstico, e a trombose mesentérica representa uma das manifestações gastrointestinais mais graves da doença
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Como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) pode estar relacionado à trombose mesentérica?
Como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) pode estar relacionado à trombose mesentérica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A trombose mesentérica no lúpus é rara, mas é uma das razões pelas quais o seguimento regular com reumatologista é importante: mantendo a doença sob controle, monitorando anticorpos antifosfolípides e cuidando dos fatores de risco gerais, esse risco é significativamente reduzido. E, se em algum momento você tiver uma dor abdominal forte e persistente, não espere — procure atendimento.
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Quais são os fatores de risco para trombose mesentérica?
Quais são os fatores de risco para trombose mesentérica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os fatores de risco para trombose mesentérica variam conforme o subtipo — arterial (embólica ou trombótica), venosa ou não oclusiva. Isso inclui trombofilias, fatores hormonais, cirrugia/trauma, doença do fígado, neoplasias, aneurismas, arritmias, doenças das valvulas do coraçao... muitas causas possiveis.
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O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) não acredita que a doença afete o corpo como os méd
O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) não acredita que a doença afete o corpo como os médicos afirmam. Como ajudar a esclarecer isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A descrença do paciente em relação à gravidade do LES é uma barreira frequente à adesão ao tratamento, documentada na literatura como uma das principais causas de não adesão medicamentosa. Até 75% dos pacientes com LES relatam não adesão ocasional, sendo a discordância com os profissionais de saúde sobre o papel dos medicamentos em conter a progressão da doença um dos motivos mais citados.
O fato de não sentir dor intensa ou sintomas graves não significa que a doença esteja inativa. O LES pode causar danos silenciosos e irreversíveis em órgãos vitais. O objetivo do tratamento é justamente evitar que esses danos aconteçam — e os resultados são muito melhores quando o tratamento é mantido de forma consistente, mesmo nos períodos em que o paciente se sente bem.
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Como lidar com a desconfiança do paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) em relação à ideia d
Como lidar com a desconfiança do paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) em relação à ideia de que a doença é crônica e incurável?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com a desconfiança do paciente com LES em relação à cronicidade da doença é um dos maiores desafios na prática reumatológica. A abordagem mais eficaz combina comunicação empática e compartilhada, educação contínua, dados concretos sobre prognóstico e suporte psicológico.
Importante compreender o real motivo da desconfiança, ter uma boa decisão compartilhada e evitar comunicaçao apressada!
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O paciente está com dificuldades para acreditar que o diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LE
O paciente está com dificuldades para acreditar que o diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é correto, porque ele não sente dor intensa ou sintomas graves. Como explicar que o LES pode ser controlado antes de atingir um estágio grave?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O LES é uma doença que pode causar dano orgânico silencioso e progressivo mesmo quando o paciente se sente bem, e é justamente a ausência de sintomas graves que representa uma oportunidade terapêutica: tratar precocemente é o que mantém a doença controlada e previne complicações futuras.
Assim como o paciente hipertenso pode não sentir nada, mas precisa tomar a medicação para prevenir AVC e infarto, o paciente com LES precisa manter o tratamento para prevenir dano renal, cardiovascular e neurológico silencioso.
Com o tratamento adequado, a grande maioria dos pacientes com lúpus vive uma vida longa e com qualidade.
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O que é trombose mesentérica e como ela se relaciona com o lúpus eritematoso sistêmico (LES)?
O que é trombose mesentérica e como ela se relaciona com o lúpus eritematoso sistêmico (LES)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A trombose mesentérica é uma condição na qual ocorre formação de trombos nos vasos sanguíneos (artérias ou veias) que irrigam o intestino, levando a isquemia e potencial necrose intestinal. No contexto do LES, essa complicação ocorre por mecanismos únicos — principalmente vasculite mesentérica lúpica (VML) e trombose associada a anticorpos antifosfolípides (aPL) — e representa uma das manifestações gastrointestinais mais graves da doença, com mortalidade de até 13,4% quando não tratada precocemente.
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Como a trombose mesentérica pode ser diagnosticada em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES
Como a trombose mesentérica pode ser diagnosticada em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) sem sintomas evidentes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O diagnóstico da trombose/isquemia mesentérica em pacientes com LES — especialmente quando os sintomas são sutis ou inespecíficos — depende de uma combinação de alto índice de suspeição clínica, tomografia computadorizada com contraste (TC/angioTC), marcadores laboratoriais e identificação de fatores de risco predisponentes. A vasculite mesentérica lúpica (VML) é a principal causa de isquemia mesentérica no LES, com prevalência de 2,2-2,5%, e apresenta alta taxa de erro diagnóstico quando os sintomas são atípicos.
A mensagem central é que, no LES, qualquer sintoma abdominal em paciente com doença ativa deve ser considerado potencialmente grave até prova em contrário, e a TC com contraste deve ser realizada com baixo limiar de indicação, pois o diagnóstico precoce e o tratamento imunossupressor imediato previnem complicações potencialmente fatais como necrose e perfuração intestinal.
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Quais são os tratamentos para trombose mesentérica em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES
Quais são os tratamentos para trombose mesentérica em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O tratamento da trombose mesentérica em pacientes com LES é multifacetado e depende do mecanismo subjacente — vasculite mesentérica lúpica (VML), trombose associada a anticorpos antifosfolípides (SAF), ou ambos. A abordagem combina imunossupressão, anticoagulação e, quando necessário, intervenção cirúrgica, com a hidroxicloroquina desempenhando papel protetor fundamental na prevenção.
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O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) está cético em relação à recomendação de evitar o s
O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) está cético em relação à recomendação de evitar o sol. Como explicar a relação entre o sol e as crises do LES?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi. Pois é, essa é uma dúvida muito comum.
E a explicação principal envolve a radiação UV (ultravioleta) provocando lesão nas céulas da pele. Em pessoas saudáveis, essas células mortas são removidas de forma "silenciosa" pelo sistema imunológico. No lúpus, porém, há uma falha nesse processo:
o sistema imunológico reconhece esses componentes como "estranhos" e produz autoanticorpos contra eles, iniciando uma cascata de inflamação, que não se limita só à pele, mas pode envolver rins, articulações, serosas e outros órgãos, provocando uma crise sistêmica.
Por isso que o uso de protetor solar é tao importante quanto as outras medicaçoes!
Espero q tenha ajudado!
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O paciente está desconfiado de que o diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) está errado po
O paciente está desconfiado de que o diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) está errado porque os sintomas são muito vagos. Como esclarecer essa dúvida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desconfiança do paciente em relação ao diagnóstico de LES por causa de sintomas "vagos" é uma situação muito comum e bem documentada na literatura. A ambiguidade diagnóstica é descrita como um dos desafios mais frequentes tanto para médicos quanto para pacientes
Os sintomas do LES parecem vagos justamente porque a doença pode afetar praticamente qualquer parte do corpo. Porém, o diagnóstico não se baseia apenas nos sintomas — ele é confirmado por exames de sangue específicos (anticorpos e complemento) que mostram que o sistema imunológico está atacando o próprio corpo. Esses exames são objetivos e mensuráveis, e quando combinados com os sintomas clínicos, formam um quadro diagnóstico robusto e confiável.
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Qual tratamento e suplemento posso usar para fibromialgia na lactaçao?
Qual tratamento e suplemento posso usar para fibromialgia na lactaçao?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O manejo da fibromialgia durante a lactação é desafiador porque os três medicamentos aprovados para fibromialgia (duloxetina, pregabalina e milnaciprano) apresentam restrições. A abordagem mais segura prioriza tratamentos não farmacológicos como primeira linha, complementados por medicamentos selecionados com perfil de segurança favorável na lactação e suplementos nutricionais compatíveis.
Importante consultar o reumatologista para avaliaçao individual, pela necessidade de cada um de acordo com a profissão e vida cotidiana. ;)
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Prezados, boa tarde! Venho aqui pedir indicação de artigos científicos confiáveis, de revistas reco
Prezados, boa tarde!
Venho aqui pedir indicação de artigos científicos confiáveis, de revistas reconhecidas no meio médico, sobre esses dois tópicos:
- relação entre musculação (e especificamente exercícios de membros inferiores) e saúde cognitiva (pois li uma matéria de jornal dizendo que malhar pernas melhora a condição cognitiva e eu gostaria de saber se é verdade e se existe comprovação científica disso e gostaria de saber mais a respeito, pois tenho fibromialgia e estou sofrendo com problemas cognitivos em decorrência dela);
- maior incidência de doenças autoimunes em mulheres (isso eu quero saber por curiosidade, pois li na internet que 80% dos pacientes de doenças autoimunes são mulheres e queria confirmar a veracidade dessa afirmação).
Alguém poderia me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, há comprovação científica robusta de que o treino de resistência (musculação) melhora a função cognitiva, e evidências emergentes sugerem que os exercícios de membros inferiores podem ter um papel particularmente relevante nesse benefício, embora a relação não seja exclusiva dos membros inferiores.
Uma revisão publicada no JAMA Internal Medicine confirmou que as doenças autoimunes afetam 5–10% da população dos EUA, com marcante predominância feminina, e que as respostas imunes inatas e adaptativas são mais fortes em mulheres do que em homens.
A musculação, e particularmente os exercícios de membros inferiores, pela grande massa muscular envolvida e consequente maior liberação de miocinas neuroprotetoras — tem comprovação científica para melhorar a função cognitiva, inclusive em pacientes com fibromialgia. E a predominância feminina de ~80% nas doenças autoimunes é um dado confirmado, explicado por fatores genéticos (cromossomo X), hormonais (estrogênio), epigenéticos e evolutivos.
1.
Comparative Efficacy of Exercise Interventions for Cognitive Health in Older Adults: A Network Meta-Analysis.
Experimental Gerontology. 2025. Zhang J, Ye W, Li W, Zhang F, Wu Z.New
2.
Acute Effects of Resistance Exercise on Cognitive Function in Healthy Adults: A Systematic Review With Multilevel Meta-Analysis.
Sports Medicine. 2019. Wilke J, Giesche F, Klier K, et al.
3.
Effects of Resistance Exercise on Cognitive Function, Neurotrophic Factors, Brain Structure, and Brain Function in Older Adults: A Narrative Review.
Journal of Alzheimer's Disease : JAD. 2025. Jiang W, Wang X, Mao L.New
4.
Working Memory Improvements Following Supramaximal High-Intensity Interval Training Predicted by Increased Prefrontal Cortex Activation and Leg Strength Gains.
Cerebral Cortex. 2025. Sandström S, Simonsson E, Hedlund M, Rosendahl E, Boraxbekk CJ.New
5.
Physical Activity and Muscle-Brain Crosstalk.
Nature Reviews. Endocrinology. 2019. Pedersen BK.
6.
Roles of Myokines in Exercise-Induced Improvement of Neuropsychiatric Function.
Pflugers Archiv : European Journal of Physiology. 2019. Kim S, Choi JY, Moon S, et al.
7.
Neuroprotective Mechanisms of Exercise and the Importance of Fitness for Healthy Brain Ageing.
Lancet. 2025. Tari AR, Walker TL, Huuha AM, Sando SB, Wisloff U.
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Investigating the Mediating Effect of Myokines on Exercise-Induced Cognitive Changes in Older Adults: A Living Systematic Review and Meta-Analysis.
Neuroscience and Biobehavioral Reviews. 2025. Vints WAJ, Gökçe E, Langeard A, et al.New
9.
Exercise Intensity-Dependent Effects of Arm and Leg-Cycling on Cognitive Performance.
PloS One. 2019. Hill M, Walsh S, Talbot C, Price M, Duncan M.
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Impact of Being Physically Active on the Brain Electrocortical Activity, Brain Volumetry and Performance in the Stroop Color and Word Test in Women With Fibromyalgia.
Scientific Reports. 2022. Villafaina S, Leon-Llamas JL, Murillo-Garcia A, Gusi N.
11.
Efficacy of Nonpharmacological Interventions for Individual Features of Fibromyalgia: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomised Controlled Trials.
Pain. 2022. Kundakci B, Kaur J, Goh SL, et al.
12.
Effects of Resistance Training on the Mental Health of Patients With Fibromyalgia: A Systematic Review.
Clinical Rheumatology. 2021. Vilarino GT, Andreato LV, de Souza LC, Branco JHL, Andrade A.
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Fibromyalgia: Diagnosis and Management.
American Family Physician. 2023. Winslow BT, Vandal C, Dang L.Guideline
14.
Out of Balance: The Role of Evolutionary Mismatches in the Sex Disparity in Autoimmune Disease.
Medical Hypotheses. 2021. Keestra SM, Male V, Salali GD.
15.
Autoimmune Disease in Women: Endocrine Transition and Risk Across the Lifespan.
Frontiers in Endocrinology. 2018. Desai MK, Brinton RD.
16.
Clinical Advances in Sex- and Gender-Informed Medicine to Improve the Health of All: A Review.
JAMA Internal Medicine. 2020. Bartz D, Chitnis T, Kaiser UB, et al.
17.
Incidence, Prevalence, and Co-Occurrence of Autoimmune Disorders Over Time and by Age, Sex, and Socioeconomic Status: A Population-Based Cohort Study of 22 Million Individuals in the UK.
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Female Predisposition to TLR7-driven Autoimmunity: Gene Dosage and the Escape From X Chromosome Inactivation.
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19.
The Dynamic Epigenetic Regulation of the Inactive X Chromosome in Healthy Human B Cells Is Dysregulated in Lupus Patients.
Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America. 2021. Pyfrom S, Paneru B, Knox JJ, et al.
20.
Altered X-Chromosome Inactivation Predisposes to Autoimmunity.
Science Advances. 2024. Huret C, Ferrayé L, David A, et al.
21.
Environmental Toxins and Toxic Metals in Autoimmune Diseases: Sex Differences, Hormonal Influences, and Immune Dysregulation.
Autoimmunity Reviews. 2025. Bjørklund G, Wallace DR, Kangarlou K, Hossain F, Peana M.New
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Mechanisms Underlying Sex Differences in Autoimmunity.
The Journal of Clinical Investigation. 2024. Fairweather D, Beetler DJ, McCabe EJ, Lieberman SM.
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Tenho mobilidade reduzida, resultante de paralisia cerebral, e fui diagnosticado com espondilite anq
Tenho mobilidade reduzida, resultante de paralisia cerebral, e fui diagnosticado com espondilite anquilosante. Faço uso da Golimumabe e gostaria de saber se é normal após carregar algum peso ou fazer um pouco mais de esforço a dor nas juntas aumentarem muito.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é esperado e relativamente comum que pacientes com espondilite anquilosante (EA) apresentem aumento da dor articular após carregar peso ou realizar esforço físico mais intenso, mesmo em uso de biológico como golimumabe. Isso ocorre por mecanismos específicos da doença, e a presença de paralisia cerebral (PC) pode amplificar esse fenômeno. Entretanto, é importante distinguir entre uma resposta previsível ao esforço e um sinal de doença mal controlada.
FIQUE DE OLHO COM SEU REUMATO ;)
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Afilamento e irregularidade do componente medial sugerindo sequela de injúria parcial crônica ligame
Afilamento e irregularidade do componente medial sugerindo sequela de injúria parcial crônica ligamento talofibular anterior qual melhor opção pra jogar futebol denovo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O achado de afilamento e irregularidade do componente medial do ligamento talofibular anterior (LTFA) indica uma sequela de lesão parcial crônica, compatível com instabilidade lateral crônica do tornozelo (ILCT). Para jogar futebol com segurança, a melhor abordagem combina reabilitação funcional com fortalecimento neuromuscular e uso de órtese de tornozelo durante a prática esportiva.
mas cada caso é um caso, e a consulta com especialista faz-se fundamental para a melhor escolha.
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Tomei durante quase 8 meses meio comprimido de Reuquinol (200mg). Aumentei a dose para 400mg porque
Tomei durante quase 8 meses meio comprimido de Reuquinol (200mg). Aumentei a dose para 400mg porque as dores nas articulações aumentaram, mas em menos de 24 horas depois de tomar o comprimido comecei a ter coceira pelo corpo todo! Também apareceram bolinhas de urticária. Será que é efeito do medicamento? O que devo fazer? Me ajudem, por favor!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, coceira generalizada e urticária são efeitos adversos reconhecidos da hidroxicloroquina (Reuquinol), e a relação temporal com o aumento da dose de 200 mg para 400 mg torna essa associação bastante provável. A recomendação é suspender a dose aumentada, retornar à dose anterior e procurar o reumatologista o mais breve possível para reavaliação. Caso surjam inchaço na face/garganta, dificuldade para respirar ou bolhas na pele, deve-se procurar atendimento de urgência imediatamente.
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Olá. Por conta de Artrite Reumatóide , em novembro passado, tomei Metotrexato. Pela baixa da imunida
Olá. Por conta de Artrite Reumatóide , em novembro passado, tomei Metotrexato. Pela baixa da imunidade causada por esse medicamento, desenvolvi Herpes Zoster (apareceu 2 dias após tomar o Metotrexato). Tive Catapora pelos 8 anos de idade.
Agora, passados 4 meses, mas ainda com dores no ciático causado pela Herpes, posso reiniciar o tratamento da Artrite?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível reiniciar o tratamento da artrite reumatoide (AR) após o herpes zóster, desde que a infecção aguda esteja completamente resolvida (lesões cicatrizadas, sem vesículas ativas). A dor residual no ciático que persiste após 4 meses corresponde a neuralgia pós-herpética (NPH), que é uma complicação neurológica crônica — e não uma infecção ativa — portanto não constitui contraindicação ao reinício do metotrexato ou de outros DMARDs
Perguntas frequentes
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Toda vez que saio do banho fico me coçando, já tentei sabonete neutro, sabonete glicerinado, banho m
A coceira após o banho pode ter diferentes causas, mesmo quando você já utiliza…