Perguntas do paciente (16)
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Boa tarde Dr. A fisioterapia respiratória causa muita tosse e dor nas costas?
Boa tarde Dr.
A fisioterapia respiratória causa muita tosse e dor nas costas?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde, devido a manobra de higiene brônquica se pode evoluir a tosse que é um reflexo natura e de defesa e isto levar a dor nas costas, preciso de mais informações, inclusive sua história pregressa.
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Boa tarde! Ultimamente meu marido tem muito fetiche por brinquedos eróticos, sempre usou em mim. Por
Boa tarde! Ultimamente meu marido tem muito fetiche por brinquedos eróticos, sempre usou em mim. Porém ultimamente eu percebo que ele tá usando nele tbm , e isso antes nunca tinha acontecido com 8 anos juntos. Na hora da relação ele pega sem que eu veja um pênis de borracha e usa nele. E percebo que ele fica muito excitado. Isso é normal ou devo me preocupar? Será que ele tá tendo vontade de ter relação com homens?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Vocês precisam ter uma conversa franca e honesta, nada de escondido ou forçado, desejo são normais em seres humanos, mas tudo deve ser com validação de ambos.
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Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consi
Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consigo. Sendo parte da minha personalidade será que é possível mudar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível mudar — mesmo quando esse jeito parece fazer parte da sua personalidade há muitos anos.
Algo pode também virar a chave, qual sentido real ? Tem controle sobe a acão do outro ?
Ciúme e insegurança normalmente não são “quem a pessoa é” de forma fixa. Eles costumam ser uma mistura de:
medo de perder,
necessidade de confirmação,
experiências passadas,
baixa autoestima,
comparação constante,
ou dificuldade de confiar e relaxar emocionalmente.
E o fato mais importante é: você já percebe o problema e quer mudar. Isso faz muita diferença.
Personalidade não é uma pedra. Existem traços mais estáveis, mas o modo como você reage, pensa e sente nos relacionamentos pode ser trabalhado. O cérebro aprende padrões — e também aprende novos padrões.
Muita gente que era extremamente ciumenta consegue:
reduzir pensamentos obsessivos,
parar de criar cenários mentais,
controlar impulsos de cobrança,
sentir mais segurança,
e viver relações mais leves.
Mas geralmente isso não muda “na força”. Muda entendendo o que dispara o ciúme e treinando novas respostas.
Algumas coisas que ajudam bastante:
perceber o gatilho antes da explosão (“o que exatamente me fez sentir ameaça?”);
separar intuição de imaginação;
evitar checagens compulsivas;
fortalecer a própria vida e autoestima fora do relacionamento;
aprender a tolerar a incerteza sem tentar controlar tudo;
conversar sem acusação;
terapia, especialmente quando o ciúme vira sofrimento frequente.
Às vezes o ciúme dá uma falsa sensação de proteção, mas no fundo ele aumenta ansiedade e desgaste. E quanto mais a pessoa tenta controlar, mais insegura ela fica depois.
Também é importante diferenciar:
um ciúme causado principalmente pela insegurança interna,
de
um relacionamento em que realmente existem mentiras, manipulação ou desrespeito.
São situações diferentes.
E outra coisa: mudar não significa virar alguém “frio” ou deixar de amar intensamente. Significa conseguir amar sem viver em alerta constante.
O que costuma te machucar mais hoje:
medo de ser trocado(a)?
comparação com outras pessoas?
necessidade de confirmação?
pensamentos repetitivos?
ou atitudes do parceiro que alimentam essa insegurança?
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. O que é o "Efeito Iatrogênico" no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
. O que é o "Efeito Iatrogênico" no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sou Doutor Vinícius Buono, doutor em Psicanálise, respondendo sua pergunta.
O chamado “efeito iatrogênico” no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) acontece quando, mesmo sem intenção, a própria forma de condução da terapia acaba prejudicando o paciente ao invés de ajudar.
Isso pode ocorrer, por exemplo, quando há inconsistência no vínculo terapêutico (como cancelamentos frequentes), excesso de validação sem trabalhar responsabilidade, confrontos muito duros, ou até quando se cria uma dependência emocional do paciente em relação ao terapeuta. Como pessoas com TPB já têm uma sensibilidade maior ao abandono, à rejeição e às oscilações nas relações, qualquer falha nesse manejo pode intensificar os sintomas.
Por isso, o tratamento precisa ser muito bem estruturado, com limites claros, consistência e um equilíbrio entre acolhimento e responsabilização, sempre visando desenvolver mais autonomia no paciente.
Agora, se você quiser, me conte mais: o que aconteceu na sua terapia que te fez pensar nisso?
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Como a dinâmica de negação pode afetar a relação entre o paciente com Transtorno de Personalidade Bo
Como a dinâmica de negação pode afetar a relação entre o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o terapeuta? Como o terapeuta pode garantir uma relação de confiança enquanto o paciente nega seu diagnóstico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sou Doutor Vinícius Buono, doutor em Psicanálise, respondendo sua pergunta.
A dinâmica de negação no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode impactar diretamente a relação terapêutica, principalmente porque o paciente pode não reconhecer aspectos importantes do próprio funcionamento emocional, dos seus padrões de comportamento ou até do próprio diagnóstico. Essa negação muitas vezes não é resistência simples, mas um mecanismo de defesa diante de sentimentos intensos como vergonha, medo de rejeição ou sensação de desorganização interna. Como consequência, podem surgir dificuldades no vínculo, como desconfiança, oscilação entre idealização e desvalorização do terapeuta, interrupções no processo terapêutico ou até abandono precoce.
Para o terapeuta, o principal desafio não é “convencer” o paciente do diagnóstico, mas construir um espaço de segurança onde o paciente possa, aos poucos, entrar em contato com sua própria experiência emocional. A relação de confiança se estabelece muito mais pela consistência, previsibilidade e manejo adequado do vínculo do que pela imposição de uma explicação diagnóstica. É fundamental validar o sofrimento do paciente sem necessariamente validar interpretações distorcidas, mantendo um equilíbrio entre acolhimento e limites claros.
Além disso, o terapeuta pode trabalhar com intervenções mais focadas na experiência vivida do paciente, ajudando-o a perceber padrões ao longo do tempo, em vez de confrontar diretamente a negação. O uso de linguagem menos rotuladora, o respeito ao tempo do paciente e a manutenção de uma postura estável diante de oscilações emocionais são elementos essenciais para fortalecer o vínculo. A supervisão clínica também é muito importante nesse contexto, já que o manejo do TPB pode mobilizar intensamente o terapeuta.
Em resumo, a negação pode fragilizar o vínculo terapêutico, mas, quando bem manejada, também pode ser uma porta de entrada para o trabalho clínico, desde que o terapeuta priorize a construção de confiança, a consistência na relação e o desenvolvimento gradual de insight, sem pressa e sem confronto direto desnecessário. Se quiser, me conte um pouco mais sobre a situação que você está vivendo em terapia, pois isso pode ajudar a aprofundar a orientação.
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Estou com a 7a e 10a costela esquerda fraturada em desalinho, antes sem dor mas agora depois de uma
Estou com a 7a e 10a costela esquerda fraturada em desalinho, antes sem dor mas agora depois de uma fisio por massagem apareceu uma dor só quando movimento, essa dor vai passar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sou Dr. Vinícius Buono, fisioterapeuta online, obrigado pela pergunta.
Quando há fratura de costela, especialmente com desalinhamento como você descreveu, é relativamente comum que uma manipulação, como uma massagem mais profunda, desencadeie dor que antes não estava presente. Isso pode acontecer por irritação do local da fratura, inflamação dos tecidos ao redor ou até uma pequena mobilização do osso que ainda está em processo de consolidação. A boa notícia é que, na maioria dos casos, essa dor tende a melhorar com o tempo, principalmente se você proteger a região e evitar movimentos que provoquem dor.
É importante observar se a dor está aumentando em vez de diminuir, se há dificuldade para respirar, dor ao respirar profundamente ou sensação de “clique” ou instabilidade no local, pois nesses casos é importante procurar avaliação médica. De modo geral, ajuda evitar esforços e movimentos bruscos, não fazer massagem direta na área fraturada neste momento, manter uma respiração leve e controlada e seguir uma orientação adequada para fratura, não apenas focada em massagem.
Um ponto importante é que fratura de costela normalmente não deve ser tratada com massagem direta enquanto ainda está cicatrizando, e isso pode ter sido o que desencadeou a dor. Em resumo, essa dor após a massagem pode ser temporária e tende a passar, mas precisa de cuidado e observação; se persistir ou piorar, é importante investigar para garantir que não houve agravamento do desalinhamento. Se quiser, me conte há quanto tempo foi a fratura e como está sendo sua reabilitação.
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Olá, tenho 1,91 de altura com 16 anos, se eu não me alongar constantemente, eu posso ter complicaçõe
Olá, tenho 1,91 de altura com 16 anos, se eu não me alongar constantemente, eu posso ter complicações com minha altura ao ficar mais velho?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sou Dr. Vinícius Buono, fisioterapeuta online, obrigado pela pergunta.
Ter 1,91 m aos 16 anos está dentro de uma variação natural de crescimento, e o fato de você não se alongar constantemente não vai causar problemas diretos com a sua altura no futuro, ou seja, você não vai perder altura nem deixar de crescer por não fazer alongamento. O que pode acontecer, principalmente em pessoas mais altas, é que a falta de bons hábitos corporais pode levar a alterações de postura, encurtamentos musculares e desconfortos na coluna ao longo do tempo, o que não muda sua altura real, mas pode fazer você parecer mais baixo ou sentir dores.
O alongamento ajuda, mas não precisa ser feito de forma excessiva; o mais importante é manter uma boa postura no dia a dia, fortalecer a musculatura, especialmente da região do core como abdômen e lombar, praticar atividade física regularmente e incluir alongamentos leves algumas vezes na semana. Quando não há esse cuidado, podem surgir tensão muscular, rigidez e possíveis dores nas costas ou no pescoço com o passar do tempo.
Em resumo, sua altura não depende de alongamento, mas o seu conforto corporal, sua postura e a prevenção de dores ao longo da vida dependem sim desses cuidados. Se quiser, posso te orientar com uma rotina simples e eficaz para quem é alto, ajudando a manter uma boa postura e evitar desconfortos.
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O que pode ser quando criança, tive uma queda, que cair e bati minhas costas no chão, que não conseg
O que pode ser quando criança, tive uma queda, que cair e bati minhas costas no chão, que não consegui nem falar e nem respirar por alguns minutos, e hoje jovem, sempre quando respiro fundo, minhas costas estrala como se tivesse algo errado ou quebrado. O que pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sou Dr. Vinícius Buono, fisioterapeuta online, obrigado pela pergunta.
O que você descreve provavelmente envolve dois momentos diferentes, mas que podem estar relacionados. Na infância, essa queda em que você bateu as costas e ficou alguns minutos sem conseguir respirar ou falar é algo relativamente comum em impactos mais fortes, conhecido como um “bloqueio respiratório” momentâneo, quando o diafragma sofre um impacto e a pessoa perde o ar temporariamente, dando a sensação de não conseguir respirar.
Já o fato de hoje, ao respirar fundo, você sentir estalos nas costas pode estar mais relacionado a alterações mecânicas da sua coluna torácica ou das articulações das costelas com a coluna. Esses estalos geralmente não indicam algo quebrado atualmente, mas podem estar ligados a rigidez, desalinhamentos leves, tensão muscular ou até adaptações antigas do corpo após o trauma, mesmo que ele tenha ocorrido há anos.
Também é comum que, após um impacto antigo, o corpo desenvolva padrões de proteção, com encurtamentos musculares ou alterações de mobilidade que, com o tempo, geram esse tipo de sensação ao respirar profundamente.
Se não há dor intensa, perda de força ou falta de ar atual, na maioria das vezes não se trata de algo grave, mas sim de uma questão funcional. Ainda assim, seria interessante uma avaliação com fisioterapeuta para analisar sua mobilidade torácica, postura e padrão respiratório.
Em resumo, o mais provável é que esse estalo esteja relacionado a uma alteração mecânica e não a algo quebrado, mas uma avaliação presencial pode confirmar isso e orientar exercícios específicos para melhorar a mobilidade e reduzir essa sensação. Se quiser, me conta se além do estalo você sente dor ou limitação, que posso te orientar de forma mais específica.
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O relaxamento de tensionar o corpo faz dormir após contrair o corpo e ficar parado? O corpo vai se d
O relaxamento de tensionar o corpo faz dormir após contrair o corpo e ficar parado? O corpo vai se desligando??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sou Dr. Vinícius Buono, fisioterapeuta online, obrigado pela pergunta.
Sim, esse efeito que você percebe faz sentido e é conhecido na fisiologia como um tipo de relaxamento após contração. Quando você tensiona o corpo por alguns segundos e depois solta, ocorre uma resposta natural de diminuição do tônus muscular, o que gera uma sensação de relaxamento mais profundo. Isso acontece porque receptores musculares enviam sinais para reduzir a tensão após o esforço, facilitando o relaxamento.
Além disso, há uma mudança no sistema nervoso, saindo de um estado mais ativo para um estado mais relaxado, com maior participação do sistema parassimpático, que está ligado ao descanso e ao início do sono. Esse processo dá a sensação de que o corpo está “desligando”, mas na verdade ele está apenas reduzindo o nível de ativação.
Quando você permanece parado depois dessa contração, com o corpo mais relaxado e a mente menos agitada, fica mais fácil entrar naquele estado entre vigília e sono, o que pode levar ao adormecimento. Esse princípio é muito parecido com técnicas usadas para induzir o sono, como o relaxamento progressivo.
Em resumo, tensionar e depois relaxar o corpo pode sim ajudar a dormir, porque facilita o relaxamento muscular e a transição do sistema nervoso para um estado de descanso. O importante é fazer isso de forma leve, sem forçar ou causar dor, apenas como um estímulo suave para o corpo desacelerar.
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Percebo que, ao apoiar meu antebraço de forma que fique levemente cansado, meu corpo alcança um rela
Percebo que, ao apoiar meu antebraço de forma que fique levemente cansado, meu corpo alcança um relaxamento profundo e consigo atingir um estado de atenção leve, próximo à hipnagogia. Gostaria de compreender os mecanismos que fazem a fadiga do antebraço induzir esse relaxamento corporal e se existem técnicas seguras para utilizar esse efeito como auxílio para o início do sono.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sou Dr. Vinícius Buono, fisioterapeuta online, obrigado pela pergunta.
O que você descreve faz bastante sentido do ponto de vista neurofisiológico. Quando você mantém o antebraço em uma posição levemente cansativa, ocorre uma ativação de receptores musculares, como os órgãos tendinosos de Golgi, que enviam sinais para reduzir a tensão muscular, gerando um relaxamento após esse pequeno esforço. Ao mesmo tempo, há uma mudança no sistema nervoso, saindo de um estado mais ativo para um estado mais relaxado, com maior participação do sistema parassimpático, o que favorece sensações de calma e diminuição do alerta.
Além disso, ao focar sua atenção nessa sensação corporal específica, você naturalmente reduz o fluxo de pensamentos, entrando em um estado semelhante ao meditativo. Esse conjunto de fatores facilita a transição para um estado intermediário entre vigília e sono, conhecido como hipnagogia, onde o corpo já está bastante relaxado, mas a mente ainda mantém um leve nível de consciência.
Isso pode, sim, ser utilizado como uma estratégia para facilitar o início do sono. Uma forma segura de aplicar é deitar-se ou sentar-se de forma confortável, elevar levemente o antebraço sem causar dor, manter uma leve contração por cerca de 20 a 60 segundos e depois soltar completamente, prestando atenção na sensação de peso e relaxamento que surge. Em seguida, você pode expandir essa percepção para outras partes do corpo, como ombros e respiração, promovendo um relaxamento mais global.
É importante apenas evitar dor, formigamento ou compressão excessiva, além de não forçar articulações ou utilizar essa técnica caso haja alguma lesão no local, como tendinites. Em resumo, você identificou de forma intuitiva um mecanismo eficaz que combina fadiga leve, foco corporal e regulação do sistema nervoso, podendo ser usado com segurança como auxílio para iniciar o sono, desde que feito com suavidade e consciência corporal.Estou a disposição em lhe ajudar.
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Boa tarde! Tenho uma flacidez facial exacerbada, vou usar radiesse. Posso fazer fios espiculados 10
Boa tarde! Tenho uma flacidez facial exacerbada, vou usar radiesse. Posso fazer fios espiculados 10 dias aos o bioestimulador?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sou Dr. Vinícius Buono, fisioterapeuta online, obrigado pela pergunta.
Quando falamos de flacidez facial e uso de bioestimuladores como o Radiesse, é muito importante respeitar o tempo de integração do produto no tecido antes de realizar outros procedimentos, como os fios espiculados. O Radiesse atua estimulando a produção de colágeno e também tem um efeito de preenchimento inicial, e esse processo inflamatório controlado precisa de um tempo adequado para se organizar.
De modo geral, um intervalo de apenas 10 dias costuma ser considerado curto para associar com fios espiculados, pois ainda há atividade inflamatória e adaptação do tecido, o que pode aumentar o risco de interferência no resultado, deslocamento do produto ou até complicações como irregularidades.
Na prática clínica, muitos profissionais costumam aguardar cerca de 3 a 4 semanas, ou até mais dependendo do caso, da quantidade aplicada e da resposta individual do paciente, antes de associar com fios de sustentação. Isso permite que o tecido esteja mais estável e preparado para um novo estímulo.
O ideal é que o planejamento seja feito de forma integrada pelo profissional que está conduzindo seu tratamento, avaliando grau de flacidez, qualidade da pele e sequência mais segura dos procedimentos.
Em resumo, 10 dias geralmente é um intervalo curto, e o mais seguro costuma ser aguardar algumas semanas para otimizar resultados e reduzir riscos. Sugiro alinhar isso com seu profissional para ajustar o tempo ideal no seu caso específico.
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As lesões herpéticas no interior da boca, tem características diferentes daquelas encontradas na pel
As lesões herpéticas no interior da boca, tem características diferentes daquelas encontradas na pele?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado pela pergunta-Sim. As lesões causadas pelo vírus do herpes podem ter características diferentes na mucosa da boca e na pele, embora sejam causadas pelo mesmo vírus (mais frequentemente o HSV-1).
Na pele (lábios, ao redor da boca, rosto)
As lesões costumam seguir esta sequência:
Formigamento, ardor ou coceira.
Pequenas bolhas agrupadas, com líquido transparente.
Rompimento das bolhas, formando pequenas úlceras.
Formação de crostas amareladas.
Cicatrização, geralmente em 7 a 14 dias.
É o quadro clássico do "herpes labial".
No interior da boca
Na mucosa oral, o aspecto costuma ser diferente:
As bolhas geralmente se rompem muito rapidamente, por causa da umidade e do atrito.
Muitas vezes, o que se observa são pequenas úlceras dolorosas, rasas, com centro esbranquiçado ou amarelado e halo avermelhado.
As lesões podem aparecer em grupos.
Na infecção primária (gengivoestomatite herpética), podem surgir:
Muitas lesões ao mesmo tempo.
Gengivas avermelhadas e inchadas.
Dor intensa.
Febre e mal-estar.
Dificuldade para comer e engolir.
Nas recorrências, é mais comum acometer:
Palato duro.
Gengiva inserida.
Lábios.
Como diferenciar de aftas?
Embora possam parecer semelhantes, existem diferenças importantes:
Herpes oral Afta
Frequentemente começa com pequenas bolhas Não forma bolhas
Lesões costumam aparecer agrupadas Geralmente são lesões isoladas
Pode haver ardor ou formigamento antes das lesões Normalmente não há sintomas prévios
Recorre em locais típicos, especialmente mucosa queratinizada (palato duro e gengiva inserida) Ocorre mais em mucosa não queratinizada (parte interna dos lábios, bochechas, assoalho da boca e bordas da língua)
É causado pelo vírus HSV Não é causada pelo HSV
Quando procurar avaliação?
É recomendável procurar um profissional de saúde se:
As lesões persistirem por mais de duas semanas.
Houver febre alta ou dificuldade importante para se alimentar ou ingerir líquidos.
As recorrências forem muito frequentes.
A pessoa tiver imunossupressão.
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Esqueci e tomei trometamou cetorolaco com água, tem algum problema.
Esqueci e tomei trometamou cetorolaco com água, tem algum problema.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá aqui Dr. Vinicius Buono Psicanalista, pode repetir a pergunta por favor ?
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Olá, sofri um acidente de moto, tive encurtamento de 4.8. Qual a melhor cirurgia e qual o custo tot
Olá, sofri um acidente de moto, tive encurtamento de 4.8.
Qual a melhor cirurgia e qual o custo total?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sei que deseja saber mais sobre os custos, mas tomei a ousadia de complementar minha resposta que é referente a minha área-Conduta fisioterapêutica
Antes de qualquer decisão cirúrgica, a fisioterapia deve realizar uma avaliação completa:
Medição do encurtamento (real e aparente).
Avaliação da marcha.
Avaliação da amplitude de movimento.
Teste de força muscular.
Avaliação do equilíbrio e da propriocepção.
Avaliação da dor.
Verificação de compensações na pelve e na coluna.
Análise da capacidade funcional.
Enquanto aguarda definição ortopédica, a fisioterapia pode atuar com:
Exercícios para manutenção ou ganho de amplitude de movimento.
Fortalecimento muscular.
Treino de marcha.
Treino de equilíbrio.
Controle da dor.
Orientação postural.
Adaptação temporária com compensação do calçado (quando indicada pelo ortopedista).
Um encurtamento de 4,8 cm é significativo?
Sim. Em geral, um encurtamento dessa magnitude costuma causar:
Claudicação (mancar).
Inclinação da pelve.
Sobrecarga na coluna lombar.
Dor no quadril, joelho e tornozelo.
Maior gasto energético durante a marcha.
Muitas vezes, um encurtamento próximo de 5 cm é avaliado para correção cirúrgica, mas a decisão depende da idade, da causa, da qualidade óssea, da função e das condições gerais do paciente.
Quais cirurgias podem ser indicadas?
O ortopedista especialista em reconstrução ou alongamento ósseo pode considerar procedimentos como:
Alongamento ósseo gradual com fixador externo.
Alongamento com haste intramedular motorizada (quando indicado).
Osteotomia corretiva, em casos selecionados.
Outros procedimentos reconstrutivos, dependendo da fratura e das sequelas.
A melhor técnica depende de fatores como:
Osso acometido (fêmur ou tíbia).
Consolidação da fratura.
Presença de deformidades.
Estado das articulações.
Idade e nível de atividade do paciente.
Qual o custo?
Os valores variam bastante conforme o hospital, a equipe e a técnica utilizada.
No Brasil, em hospitais particulares, procedimentos complexos de alongamento ósseo podem custar de dezenas de milhares a mais de uma centena de milhares de reais, especialmente quando utilizam implantes modernos. Se houver indicação médica, alguns casos podem ser realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou por planos de saúde, conforme cobertura e critérios clínicos.
Quando encaminhar?
Como fisioterapeuta, é recomendável encaminhar o paciente para um ortopedista especializado em reconstrução e alongamento ósseo. A decisão cirúrgica deve ser baseada em exame físico, exames de imagem e avaliação funcional.
Se você tiver:
a idade do paciente,
qual osso sofreu o encurtamento (fêmur ou tíbia),
o laudo das radiografias ou tomografias,
e se a fratura já consolidou,
posso comentar quais opções costumam ser mais consideradas para esse caso específico, sendo assim me encaminhe outras perguntas.
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Alteração final de condução no eletro, oferece algum risco ao paciente, precisa bode tratamento? Qua
Alteração final de condução no eletro, oferece algum risco ao paciente, precisa bode tratamento? Quais os sintomas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde, obrigado por perguntar .Uma alteração final de condução no eletrocardiograma (ECG), também chamada em muitos laudos de distúrbio terminal da condução, atraso final de condução ou retardo inespecífico da condução intraventricular, não é um diagnóstico por si só. O significado depende do contexto clínico e do restante do ECG, se precisar de mais iformações estou a disposição.
Em muitas pessoas, especialmente quando não há doença cardíaca conhecida, esse achado pode ser uma variante sem importância clínica. Em outras, pode estar associado a alterações do sistema elétrico do coração ou a doenças cardíacas, sendo necessária uma avaliação mais detalhada.
Oferece risco?
Depende da causa.
Baixo risco: quando é um achado isolado, em pessoa sem sintomas e sem evidências de doença cardíaca.
Pode merecer investigação: quando está associado a sintomas, alterações estruturais do coração, histórico familiar de morte súbita ou outros achados no ECG.
Precisa de tratamento?
Nem sempre.
O tratamento é direcionado à causa, não ao achado eletrocardiográfico em si. Muitas pessoas não precisam de nenhum tratamento específico, apenas acompanhamento clínico.
O médico pode solicitar exames complementares, como:
Ecocardiograma.
Holter de 24 horas.
Teste ergométrico, quando indicado.
Exames laboratoriais, conforme a suspeita clínica.
Quais sintomas podem estar relacionados?
Quando há uma condição cardíaca associada, podem ocorrer:
Palpitações.
Tontura.
Sensação de desmaio ou desmaio.
Falta de ar.
Dor no peito.
Cansaço desproporcional aos esforços.
Por outro lado, muitas pessoas não apresentam qualquer sintoma, e a alteração é descoberta em um exame de rotina.
Quando procurar atendimento rapidamente?
Procure atendimento imediato se houver:
Dor intensa no peito.
Desmaio.
Falta de ar importante.
Palpitações acompanhadas de tontura ou perda de consciência.
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Tenho glaucoma faço uso depois colírios o xalatan e o timolol e agora estou usando uma vez ao dia a
Tenho glaucoma faço uso depois colírios o xalatan e o timolol e agora estou usando uma vez ao dia a fluoxetina de 20 mg. Vai aumentar meu glaucoma com essa medicação ? Obg
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sou Dr. Vinícius Buono, fisioterapeuta online, obrigado pela pergunta.
A fisioterapia para glaucoma não substitui o tratamento médico com colírios ou cirurgia, mas pode ser um importante complemento para ajudar no controle da pressão intraocular, na circulação ocular e na qualidade de vida. O glaucoma é uma condição ocular crônica que geralmente envolve aumento da pressão dentro do olho, podendo causar dano progressivo ao nervo óptico e perda de visão, por isso o acompanhamento com oftalmologista é fundamental.
Dentro da fisioterapia, algumas abordagens podem contribuir, como exercícios de respiração e relaxamento, que ajudam a reduzir o estresse e melhorar a oxigenação do organismo, influenciando positivamente o sistema nervoso. Técnicas de terapia manual também podem ser utilizadas, com muito cuidado, principalmente na região cervical e dos ombros, ajudando a reduzir tensões musculares e melhorar a circulação sanguínea na cabeça, sempre evitando qualquer manipulação direta nos olhos. Exercícios posturais também são importantes, pois melhoram o alinhamento da coluna cervical, favorecem o fluxo sanguíneo e reduzem tensões que podem interferir na circulação. Além disso, a prática de atividade física leve a moderada, como caminhadas, pode contribuir para uma leve redução da pressão intraocular e melhora geral da saúde.
Por outro lado, é importante evitar exercícios que envolvam muita força com bloqueio da respiração, posições invertidas (como ficar de cabeça para baixo), pressão direta sobre os olhos ou técnicas agressivas na região cervical.
Em resumo, a fisioterapia atua como um suporte no glaucoma, ajudando no relaxamento, na circulação e no controle do estresse, mas o tratamento principal continua sendo o acompanhamento médico com uso de colírios e, quando necessário, intervenção cirúrgica. Se quiser, posso te orientar com um protocolo simples e seguro de exercícios para fazer em casa, quanto a medicação solicito que procure o Oftalmologista. Muito obrigado por nos perguntar, gostaria de um feedback sobre a resposta inclusive com mais dúvidas.
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Perguntas frequentes
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Toda vez que saio do banho fico me coçando, já tentei sabonete neutro, sabonete glicerinado, banho m
A coceira após o banho pode ter diferentes causas, mesmo quando você já utiliza…