Perguntas do paciente (12)

  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    A TCC trabalha esses três pontos de forma integrada, porque eles acabam estando bastante relacionados.

    Vamos trabalhar os pensamentos e crenças que afetam sua autoestima, desenvolver estratégias para lidar melhor com situações sociais e com a ansiedade, além de trabalhar a falta de motivação, pensamentos negativos e isolamento relacionados à depressão.

    A ideia é, aos poucos, mudar a forma como você se percebe, pensa e reage às situações, sempre respeitando o seu ritmo


  • Como a avaliação neuropsicológica pode auxiliar na identificação das repercussões funcionais do Tran

    Como a avaliação neuropsicológica pode auxiliar na identificação das repercussões funcionais do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    A avaliação neuropsicológica ajuda a entender como o TOC está afetando o funcionamento da pessoa no dia a dia, avaliando aspectos como atenção, memória, controle dos pensamentos, flexibilidade e capacidade de organização.

    Assim, conseguimos identificar quais dificuldades estão relacionadas ao TOC e de que forma elas impactam a rotina, o trabalho, os estudos e as relações sociais.


  • Como os dados provenientes da avaliação neuropsicológica podem orientar a formulação de intervenções

    Como os dados provenientes da avaliação neuropsicológica podem orientar a formulação de intervenções na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) para pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    Os dados da avaliação neuropsicológica ajudam a entender quais funções cognitivas estão mais prejudicadas, como controle dos impulsos, atenção, memória, flexibilidade e tomada de decisões.

    Com isso, a TCC pode ser mais direcionada, escolhendo estratégias que ajudem o paciente a regular melhor as emoções, controlar impulsos, lidar com situações difíceis e desenvolver formas mais adaptativas de pensar e agir


  • . O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode afetar a capacidade de manter um emprego ou re

    . O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode afetar a capacidade de manter um emprego ou realizar tarefas diárias?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    Sim. No TPB, a instabilidade emocional, a impulsividade e as dificuldades nas relações podem atrapalhar a rotina e o trabalho. Isso pode levar a conflitos, dificuldade de manter constância nas tarefas e até desistências ou trocas frequentes de emprego.


  • Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a autoimagem e autoestima do paciente?

    Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a autoimagem e autoestima do paciente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    No TPB, a pessoa costuma ter uma autoimagem instável e uma autoestima baixa, que muda com facilidade. Pequenas situações, principalmente nas relações, já impactam muito como ela se vê, fazendo com que dependa bastante da validação dos outros pra se sentir bem consigo mesma.


  • O uso excessivo da tecnologia digital pode causar vício e problemas psicológicos ?

    O uso excessivo da tecnologia digital pode causar vício e problemas psicológicos ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    Sim, o uso excessivo da tecnologia pode trazer impactos para a saúde mental.

    Quando há dificuldade de controle ou prejuízos na rotina, podem surgir sintomas como ansiedade, irritabilidade, alterações no sono e dificuldade de concentração.

    Isso acontece, em parte, porque esses recursos estimulam o sistema de recompensa do cérebro, favorecendo o uso contínuo.

    O mais importante é buscar equilíbrio. Se o uso já está causando prejuízos, a ajuda profissional pode ser importante.


  • Qual a importância da neuroplasticidade ao longo da vida?

    Qual a importância da neuroplasticidade ao longo da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    A neuroplasticidade é fundamental ao longo da vida porque permite que o cérebro se adapte, aprenda e se reorganize diante de novas experiências, desafios e até após lesões. É graças a ela que conseguimos desenvolver habilidades, mudar comportamentos e continuar evoluindo em qualquer fase da vida.


  • Desejaria de saber qual é a diferença do psicólogo e do psiquiatra?

    Desejaria de saber qual é a diferença do psicólogo e do psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    O psicólogo é o profissional que trabalha com a escuta e a psicoterapia, ajudando a pessoa a entender melhor seus sentimentos, pensamentos e comportamentos, além de desenvolver estratégias para lidar com as dificuldades do dia a dia.
    Já o psiquiatra é médico, podendo diagnosticar transtornos e prescrever medicamentos. Muitas vezes, os dois trabalham juntos no tratamento.


  • Bom dia, a ansiedade pode causar sensações de vazio e de desrealização/despersonalização?

    Bom dia, a ansiedade pode causar sensações de vazio e de desrealização/despersonalização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    Sim, a ansiedade pode causar sensação de vazio, desrealização e despersonalização.
    Isso costuma aparecer em momentos de ansiedade intensa, como uma forma do cérebro tentar se proteger do excesso de estresse.
    A desrealização é quando o mundo parece irreal, como um sonho. Já a despersonalização é a sensação de estar desconectado de si mesmo.
    Apesar de assustadoras, essas sensações não são perigosas e não significam perda de controle. Elas estão ligadas à ansiedade e melhoram com tratamento.
    Se estiver acontecendo com frequência, vale buscar ajuda profissional para aprender a lidar melhor com esses episódios.


  • O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    O trabalho do psicólogo não é simplesmente “mudar a forma de pensar” do paciente, mas ajudar a pessoa a compreender melhor seus pensamentos, emoções e comportamentos.

    Na depressão, muitos pensamentos negativos e autocríticos podem surgir, e a terapia auxilia na identificação desses padrões, na construção de formas mais saudáveis de lidar com eles e no desenvolvimento de estratégias para enfrentar o sofrimento.

    Ou seja, não se trata de impor uma nova forma de pensar, mas de promover consciência, autonomia e mudanças que façam sentido para o próprio paciente.


  • Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    A autoestima baixa pode estar presente em quadros de depressão, mas não significa, por si só, que a pessoa esteja deprimida. É importante observar outros sinais, como desânimo persistente, alterações no sono, apetie e interesse pelas atividades.

    Para fortalecer a autoestima, é importante trabalhar o autoconhecimento, desenvolver um olhar mais acolhedor consigo mesma, identificar padrões de pensamento negativos e valorizar pequenas conquistas do dia a dia.

    O acompanhamento psicológico pode ajudar bastante nesse processo, promovendo mudanças mais consistentes e saudáveis.


  • Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de

    Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Yvone  Ferreira

    Eu sinto muito que você esteja passando por isso, sei o quanto é difícil viver com esse medo constante
    O que você sente é mais comum do que parece na ansiedade e depressão. Essa sensação de que vai desmaiar ou morrer pode acontecer nas crises, mesmo sendo assustadora.
    Mas isso tem tratamento e melhora, sim. Você não vai se sentir assim pra sempre. Com ajuda certa, dá pra recuperar sua qualidade de vida aos poucos.
    Não passe por isso sozinha, um psicólogo pode te ajudar muito. E se piorar, procure um pronto atendimento.

    Você não está sozinha, tem saída!


Perguntas frequentes

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